OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 34 - Octubre 28, 2001
+ VI FORO MEXICANO DE SUINICULTURA
+ CARNE DE FEED LOT o PASTORIL?
+ NUEVO BOLETIN EN GLOBALIZACION
+ CONTINUA DISPUTA SOBRE ETIQUETADO DE TRANSGENICOS
+ RECURSOS y EVENTOS
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VI FORO MEXICANO DE SUINICULTURA
Durante el VI Foro Latinoamericano de Suinicultura que se
realizo entre los dias 13 a 15 de Setiembre en la ciudad de
Morelia (Mexico), se discutio sobre las perspectivas del
comercio mundial de carne suina. Participaron del mismo el
Dr. Philip Seng (Presidente del US Meat Export Federation)
quien hablo en nombre de la suinicultura norteamericana, el
Dr. Carlos Buxade (Consultor de la Comunidad Europea) y
Luciano Roppa (Brasil) Para hablar en nombre de la
sinicultura latinoamericana.
A continuacion transcribimos algunas impresiones del Sr.
Luciano Roppa en una entrevista concedida al boletin
electronico brasilenio Porkworld, que resultan de interes
para la tematica de la produccion agropecuaria, ambiente y
desarrollo sustentable.
Porkworld: Qual sua impressão sobre a apresentacão do
representante dos EUA?
Roppa: Deixou claro que a pretensão dos EUA e a de serem os
maiores exportadores mundiais de carne suina, nos proximos
anos. Acusou a Europa de subsidiar sua producão e de
prejudicar o livre comercio. Segundo ele, 95% dos subsidios
às exportacões são feitas pela Comunidade Europeia, e so 5%
pelos EUA. Disse que 5 dos principais paises exportadores
(Franca, Holanda, Irlanda, Espanha e Coreia), tiveram
problemas sanitarios e deixaram de exportar 16% do total de
carne suina do mercado mundial. Foi enfatico ao negar
subsidios à agricultura nos EUA. Ao final, perguntei-lhe se a
Farm Bill 2001, a ser aprovada ate o final deste mês, não
representaria uma forma de subsidio ao agricultor norte
americano, por ceder US$ 17,5 bilhões por ano, e garantir um
preco minimo para os produtores de Soja. Respondeu-me que a
lei ainda não foi aprovada, que pode sofrer alteracões, e que
não considerava essa nova politica um subsidio (sic!). Na
opinião geral dos participantes, sua apresentacão foi evasiva
e pouco sincera.
Porkworld: Qual sua impressão sobre a apresentacão do
representante da Comunidade Europeia (CE)?
Roppa: Primou pela sinceridade. Disse que realmente dão
subsidios. Mas, e do interesse deles diminui-los, pois custa
muito caro e gera excedente. Vão diminui-los gradualmente,
não porque a opinião mundial clama por isso, mas porque
custam caro para a economia da CE e para os consumidores. Por
isso e que não optaram pela vacinacão no caso da Febre
Aftosa: era mais barato pagar pela erradicacão, do que
continuar subsidiando a producão no futuro. Disse que a
diferenca deles com os EUA, e que eles não querem ser
exportadores e que querem produzir so para seu auto
abastecimento (?). Criticou os EUA pela desorganizacão nas
negociacões, pois sempre tem um interlocutor diferente, que
fala coisas diferentes do anterior. Disse que no caso da
Comunidade Europeia, o interlocutor e um so. Trata-se de um
profissional contratado (e não um politico ou diplomata) e
treinado para defender os interesses dos agricultores. Eles
elaboram uma pauta de exigências, atraves das Associacões e
dos Sindicatos, dão as argumentacões e exigem que o
negociador defenda os interesses deles. Em relacão à carne
suina, a CE esta produzindo 18 milhões de toneladas e ele
acredita que o limite maximo a ser atingido no futuro e de 20
milhões, com crescimentos previstos na Espanha e Franca.
Segundo ele, 5 paises (do total de 15), são responsaveis por
70% da producão (Alemanha 22,8%, Espanha 16%, Franca 13,8%,
Holanda 9,5% e Dinamarca 9,8%). Criadores da Alemanha e
Holanda estão migrando para produzir na Espanha, devido aos
problemas em seus paises. A CE exporta 1,4 milhões de
toneladas, sendo 1 milhão dentro da Comunidade e 400 mil
toneladas para o exterior. Em termos de auto suficiência, a
Dinamarca tem 434%, a Holanda 221%, a Belgica 176% e a
Espanha 114%.
Porkworld: E no que se baseou a sua apresentacão, em nome da
America Latina?
Roppa: Mostramos o potencial de cada um dos paises, com
destaque para as condicões de exportacão do Brasil e do
Chile. Mostramos que temos vantagens comparativas
(disponibilidade de agua, de terras, de custo de producão, de
boa sanidade, de bom nivel zootecnico, de boa qualidade de
produto, etc) e que estamos em fase de desenvolvimento das
vantagens competitivas. Mostramos as nossas preocupacões com
os subsidios e barreiras alfandegarias, praticadas tanto
pelos EUA e pela CE: elas dificultam os nossos acesso ao
mercado mundial, apesar de nossa clara competitividade.
Mostramos que praticamos a Globalizacão com Neoliberalismo ,
que e a base para o livre comercio, mas que os EUA e CE
estavam praticando a Globalizacão com Nacionalismo ,
defendendo sua participacão no mercado mundial, com praticas
protecionistas aos seus produtores. Que nestas condicões, e
impraticavel a negociacão do ALCA, e que as negociacões na
OMC (no Qatar, em Novembro 2001) estão fadadas a um insucesso
igual ao de Seattle, em 1999. Reforcamos a tese da
importância de se negociar previamente a questão agricola
atraves do Grupo de Cairns, que reune os 17 maiores
exportadores agricolas do mundo. Mostramos com numeros, que
tanto os EUA como a CE, não estão obedecendo às resolucões da
Rodada do Uruguai, que antecedeu a formacão da OMC, e que da
forma como agem, acabam apregoando a Globalizacão, mas não a
praticam . Criticamos a Farm Bill 2001, mostrando que se
aprovada, causara excedentes mundiais de producão de Soja, e
com isso, a queda de 6 a 7% nos precos mundiais. Para o
produtor dos EUA nada acontecera, protegido pelo subsidio do
preco minimo, mas que o restante dos produtores mundiais
amargara serios prejuizos. Finalizando, alertamos para o
serio problema social que esta sendo causado pela atual
politica protecionista dos paises Desenvolvidos , que e
contraria ao conceito do livre comercio, e que dificulta o
acesso ao mercado dos paises Em Desenvolvimento . Mostramos
que a vocacão historica da America Latina e a de exportar
produtos agropecuarios e que isso não pode ser impedido
atraves de praticas que não condizem com a nova regra mundial
do comercio.
Porkworld: Gostaria de destacar algum assunto desse Forum?
Roppa: Gostaria de destacar a organizacão dos produtores da
CE. Eles ja se reuniram e ja estabeleceram as bases que o seu
Negociador Oficial devera levar, e defender, na proxima
reunião da OMC, em Novembro proximo. São elas:
- A reducão dos subsidios ao produtor da CE, não pode ser
menor do que o estabelecido na reunião que eles tiveram
previamente em Berlim.
- Que ao exigir, os demais paises (especialmente EUA) tambem
cumpram a retirada de subsidios.
- Que seja dado um tratamento Diferenciado para paises em
desenvolvimento
- Manter a viabilidade econômica dos produtores da CE
- Manter a prioridade de abastecimento do seu mercado interno
- Manter a politica dinâmica de exportacão
- Salvaguardar a producão interna em casos de catastrofes
(Explo: como no caso de Aftosa ou BSE, não permitir que
outros paises se aproveitem do problema para exportar mais
para a CE)
- Evitar a concentracão global de Mega empresas de
Abastecimento
- Que os maiores custos de se produzir sob as novas normas de
protecão ao meio ambiente e de preservacão do bem estar dos
animais, sejam subsidiadas pela receitas advindas do Turismo
interno.
- Que se reforcem as regras de garantia da Seguranca
Alimentar (Rastreabilidade, etiquetagem dos produtos,
informacões ao consumidor) e que isso seja exigido dos
exportadores externos.
- Que se apliquem as regras de Bem Estar dos animais e de
Protecão ao Meio Ambiente, mas que sejam tambem exigidas aos
exportadores externos.
Estas duas ultimas colocacões deixam muito claro o seguinte:
as primeiras barreiras para exportar para a CE foram os
Subsidios e as Tarifas Alfandegarias. Como elas deverão cair
no futuro (por interesse proprio ou por pressão
internacional), ja estão sendo preparadas novas formas de
proteger o mercado. Paises candidatos a exportar para a CE
deverão estar aptos a satisfazer as Normas Europeias de
Rastreabilidade, de Protecão do Meio Ambiente e de Bem Estar
dos Animais.
Porkworld: Algum comentario final?
Roppa: Sai do evento com a nitida impressão de que temos
muita coisa ainda por fazer para poder ser um grande
exportador mundial. Não basta a determinacão do nosso
Governo. São necessarias atitudes concretas nas 3 ultimas
areas mencionas (qualidade do produto, protecão ao meio
ambiente e do bem estar dos animais). So no item bem estar ,
teremos que nos adaptar à gestacão de porcas sem gaiolas, a
repensar nossas maternidades, estar preparados para a
proibicão dos cortes de dentes e de cauda, de aumentar a
densidade por metro quadrado, de repensar nosso sistema de
transporte para o abatedouro ... enfim, temos que nos interar
das exigências da CE e comecar um serio trabalho de adaptacão
às novas normas mundiais de producão. Isto e praticar
Globalizacão e não so querer dela usufruir.
Outra inquietude e a de saber se o Governo e nossos
Negociadores são o interlocutor correto para defender os
interesses dos nossos criadores de suinos. Eles estão ouvindo
nossas Associacões e Sindicatos? Ja foram munidos de
argumentacão? Ja têm uma pauta de nossas reivindicacões?
Quais são? São Profissionais na arte de negociar? Entendem de
nossa atividade e de nossos anseios? Confesso que não estou
certo disso ... posso estar errado por desconhecimento ...
mas, se o Governo quer ser realmente nosso porta voz , acho
que seria hora de discutir melhor com a sociedade a nossa
pauta de reivindicacões, para defender corretamente nossos
interesses.
CARNE DE FEED LOT o PASTORIL?
La discusion que emerge en torno a este tema en Argentina
tiene implicaciones diversas desde el punto de vista del
desarrollo agropecuario sustentable en America Latina y
especialmente en los paises del cono sur. A continuacion
transcribimos algunos comentarios aparecidos en Clarin de
Buenos Aires y algunas reflexiones de CLAES al respecto.
Mientras las puertas de los mercados externos a las carnes
argentinas permanezcan cerradas por la reaparicion de fiebre
aftosa, cualquier negocio en esa direccion resulta una
expresion de deseo. Pero los productores de ganado engordado
a corral y alimentado sobre la base de granos dicen que la
carne de feedlot -como se denomina en ingles- es el futuro de
las exportaciones de este producto.
"Hoy el mercado mundial practicamente no consume carne hecha
a pasto -de animales criados a cielo abierto y en forma
natural-", explico el director de la publicacion Granos y
Forrajes, Juan Carrozino, en un encuentro con degustacion
incluida, realizado en el Mercado de Liniers y organizado por
la Camara de Engordadores de Hacienda Vacuna (Caehv).
Este argumento, explico Carrozino, parte del hecho de que la
demanda de los paises del sudeste asiatico -el mayor mercado
mundial de carnes- ha virado hacia la carne de feedlot, que
posee un mayor contenido graso, terneza garantizada y
uniformidad en los cortes. "El sudeste asiatico es un gran
comprador de carne de feedlot que le proveen nuestros
principales competidores, como Australia y los Estados
Unidos", dijo el consignatario Fernando Saenz Valiente, de la
firma Saenz Valiente, Bullrich y Cia.
Al parecer, segun los ganaderos argentinos, el gusto oriental
por la carne cambio en favor de la feedlot y en contra de su
predileccion por los productos completamente naturales.
"Nuestra ventaja es que podemos producir lo que el mundo
necesita", afirmo el presidente de la Caehv, Antonio Aranda
Cuevas. Sin embargo, la realidad, hasta antes de la
suspension de las exportaciones, contradice esta vision
exportadora algo utopica.
La Union Europea (UE) -principal comprador de carnes
argentinas- no acepta la importacion de carnes provenientes
de animales alimentados a granos. Solo permiten el ingreso de
los productos naturales de la pampa humeda que caracterizan a
la Argentina. "Es cierto, pero el mercado de carnes hechas a
pasto es muy pequenio y nosotros siempre miramos solo a
Europa", explico Carrozino y defendio esta tecnica que
comenzo en el pais hace 10 anios y que hoy ocupa un 15% de la
faena total.
Los comentarios anteriores merecen ser analizados desde la
perspectiva del desarrollo agropecuario sustentable en
diferentes planos.
Uno de ellos, es el que se plantea en la nota y corresponde
exclusivamente al plano de la demanda de diferentes tipos de
carne. Aun desde esta unica perspectiva las respuestas no son
unicas. Evidentemente las preferencias de los consumidores
son diversas, y existen mercados potenciales para carnes
procedentes de diferentes sistemas de produccion. Sin embargo
la tendencia observada en los ultimos anios en todos los
mercados de alto poder adquisitivo, evidencia un indiscutible
crecimiento en la demanda por productos "naturales" y
"organicos".
Aun asumiendo que existe una demanda importante por carnes
procedentes de feed-lot, no se aprecian aqui las implicancias
desde el punto de vista de la sustentabilidad de la ganaderia
basada en uno u otro sistema de produccion. Dichas
implicaciones son diversas y cada uno de los sistemas poseen
ventajas y desventajas, algunas de las cuales senialaremos a
continuacion:
En primer lugar y desde el punto de vista de la
disponibilidad de alimentos para satisfacer las necesidades
humanas, que sin duda constituye unos de los objetivos del
desarrollo sustentable, es indudable que el cultivo de granos
para alimentar rumiantes cuya carne sera consumida por
humanos, es un proceso sumamente ineficiente desde el punto
de vista energetico, si lo comparamos con el consumo directo
de alimentos de origen vegetal. Esto no significa que todos
los seres humanos debamos transformarnos en vegetarianos.
Ahora bien, aun desde una perspectiva mas convencional, es
evidente que otras especies como aves y cerdos son mucho mas
eficientes en la conversion de granos a carnes que los
rumiantes, lo cual hace mas racional (energeticamente)
destinar excedentes agricolas a estas producciones que a
alimentar rumiantes.
En los hechos existe evidencia que aun en paises donde la
casi totalidad de la carne vacuna se produce en feed-lot,
(USA) el pollo y el cerdo compiten con ventaja frente a la
carne vacuna, habiendose producido en las ultimas decadas un
marcado crecimiento en las ventas de estas ultimas en
detrimento de la carne vacuna. Si bien es cierto que existen
una cantidad de factores involucrados en estos cambios
(integracion de las cadenas productivas, marketing etc..) la
eficiencia de conversion, que se traduce en el costo final es
un factor clave.
Esto pone en evidencia ademas que en el mundo de hoy, la
competencia se da cada vez mas entre cadenas productivas y
menos entre paises. De hecho el proceso de integracion
vertical en las cadenas de produccion de pollo surgio como
iniciativa de las grandes multinacionales comercializadoras
de granos que vieron una oportunidad en incrementar el
consumo de granos para produccion animal, potenciando el
salto tecnologico y de integracion que a su vez determino la
captacion de mayor proporcion de mercado por parte de la
carne de aves. De esa manera el promover la produccion de
carne vacuna de feed-lot tenderia a aumentar la demanda por
granos y consecuentemente a mejorar ese negocio.
Ahora bien, desde el punto de vista estrictamente ambiental,
este cambio de orientacion en la forma predominante de
producir carne en el Cono Sur tiene implicancias tambien
variadas.
Por una parte el aumento de la demanda por granos haria
incrementar probablemente la superficie agricola tanto en
extension como en intensidad de rotaciones. Este fenomeno ha
sido bien evidente en la ultima decada en la pampa humeda
argentina, determinando una agriculturizacion de la pampa,
muchas veces con consecuencias no deseadas en terminos de
degradacion de agroecosistemas y perdidas de biodiversidad.
Diversos autores han demostrado las ventajas en terminos de
sustentabilidad de los sistemas que integran adecuadas
rotaciones agricola-ganaderas con relacion a aquellos en que
solo se realiza agricultura.
Por otra parte la experiencia en paises desarrollados indica
que existen impactos ambientales directos derivados de la
produccion en feed-lot, cuyas externalidades no son siempre
tenidas en cuenta. Dichos impactos estan relacionados
principalmente con la contaminacion de aguas derivada de la
acumulacion de enormes volumenes de estiercol en los feed-
lot.
Paralelamente se sostiene (y es cierto) que la produccion de
carne vacuna en base a granos determina una menor proporcion
de emisiones de metano por los rumiantes en comparacion con
las emisiones de ganados alimentados a pasto. El metano es
uno de los gases responsables del llamado "efecto
invernadero" y por tanto seria deseable reducir dichas
emisiones como contribucion a la mitigacion del cambio
climatico. Si bien esta linea de razonamiento es correcta no
debe olvidarse que la principal causa del cambio climatico
son las enormes emisiones de CO y CO2 de los paises
industrializados y que cualquier esfuerzo global para
revertir dicho proceso debera necesariamente pasar por una
efectiva disminucion del consumo de energias fosiles.
Finalmente, la produccion ganadera extensiva sobre pasturas
naturales o con base en mejoramientos de tapiz amigables,
permite sin duda obtener niveles razonables de productividad
y rentabilidad conservando la mayor parte de la biodiversidad
de nuestros ecosistemas, contrariamente a lo que ocurre con
la agricultura intensiva.
Esta es precisamente nuestra verdadera ventaja comparativa
para la produccion de carne vacuna, en relacion a la de
nuestros competidores de otras regiones del mundo. Esto es,
la disponibilidad de pasturas de buena calidad, durante la
mayor parte del anio con posibilidad de ser cosechadas
directamente a bajo costo, sin mayores impactos ambientales
negativos, es lo que nuestros competidores no pueden hacer y
alli radica nuestra verdadera ventaja comparativa.
NUEVO BOLETIN EN GLOBALIZACION
Atendiendo a la creciente demanda que CLAES esta recibiendo
en temas de globalizacion y desarrollo en America Latina, se
ha decidido abrir un nuevo sitio web y un nuevo boletin
electronico. El nuevo sitio en internet
(www.globalizacion.org) se encuentra actualmente en
construccion, y se estima que estara habilitado hacia el 10
de Noviembre.
Entretanto se ha abierto al subscripcion a un nuevo boletin
electronico, GLOBALIZACION AMERICA LATINA. Este boletin
ofecera breves noticias en temas de globalizacion, desarrollo
y sociedad civil en America Latina. Los articulos seran todos
en castellano y portugues. Asimismo ofrecera informaciones
sobre las actualizaciones del sitio web. Se estima que sera
editado a intervalos mensuales. La subscripcion es gratuita.
Los interesados en recibirlo deben enviar un mensaje en
blanco, sin texto, a la siguiente direccion:
globalizacional-subscribe@yahoogroups.com
Recibiran un mensaje automatico de bienvenida con
instrucciones.
CONTINUA DISPUTA SOBRE ETIQUETADO DE TRANSGENICOS EN BRASIL
Ha quatro anos discutindo uma legislacao para os produtos
geneticamente modificados, a Camara dos Deputados nao chegou
a um consenso sobre a liberacao e rotulagem dos transgenicos.
No inicio de novembro, a comissao que analisa o tema
apresentara um relatorio que esta' sendo disputado, linha por
linha, pela oposicao e os ruralistas. "A Camara tende a
aprovar uma norma mais rigida para a rotulagem dos
transgenicos do que a do governo", afirma o deputado Fernando
Gabeira (PT-RJ), autor do primeiro dos 18 projetos de lei
sobre o assunto em tramitacao na Casa.
Ja o deputado Fetter Junior (PPB-RS) faz avaliacao diferente.
"Toma forca a ideia de que o atual decreto ja coloca o Brasil
no grupo dos mais rigidos nas normas de rotulagem", diz o
deputado. O decreto do Executivo que estabeleceu o percentual
minimo de 4% de transgenicos na composicao do produto para
que seja rotulado esta' sendo contestado na Justica.
Ontem, a comissao que analisa os transgenicos realizou
audiencia publica com pesquisadores da Universidade de
Brasilia (UnB). Atacando um dos principais argumentos a favor
dos trangenicos, a pesquisadora Lynn Silver afirmou que os
relatorios da Comissao Tecnica Nacional de Biosseguranca
mostram que o rendimento de sementes comuns e trangenicas e'
o mesmo.
RECURSOS
PASTURAS DE AMERICA es un sitio web con informaciones sobre
plantas forrajeras; plantas nativas; conservacion; sistemas
de produccion y mucho mas. Puede visitarlo en:
www.pasturasdeamerica.com
EVENTOS
II SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AGROECOLOGIA, III SEMINÁRIO
ESTADUAL SOBRE AGROECOLOGIA e III ENCONTRO NACIONAL SOBRE
PESQUISA EM AGROECOLOGIA, tendra lugar en Porto Alegre,
Brasil, del 26 al 28 de noviembre de 2001. Organizado por el
gobierno de Rio Grande do Sul, EMATER/RS e FEPAGRO. Mas
informaciones en
www.iicanet.org/foragro/Noticias/noticia22.asp o por e mail
son:
seminario.agroecologia@...
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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editores
Gerardo Evia y Eduardo Gudynas; asisten Cecilia Castilla.
Apoyo de la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
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Web en temas ambientales agropecuarios:
www.ambiental.net/agroverde
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