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Boletin No 40, abril 2002   Lista de mensajes  
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 40, Abril 30, 2002

CONTENIDO

- CONVENCION DE LA DIVERSIDAD BIOLOGICA
- CONTINUA LA EXPANSION DE LOS PRODUCTOS ORGANICOS
- TRANSGENICOS EN BRASIL: PANORAMA COMPLEJO
- CHINA PONE PLAZO A LA SOJA DE BRASIL
- JUSTICIA AUTORIZA COSECHA DE SOJA TRANSGENICA
- MONSANTO PONE EN PELIGRO EXPORTACIONES ARGENTINAS DE MAIZ
- GRAVE ESTADO DE LOS BOSQUES PRIMARIOS DEL PLANETA
- EMBRAPA ADMITE CRECIMIENTO DE TRANSGENICOS
- MANDIOCA: PRESERVACION DE PATRIMONIO GENETICO
- ARGENTINA: CARNE CONVENCIONAL A ORGANICA
- CONTAMINACION DE CRIADEROS DE CERDOS
- INDICADORES EN DESARROLLO SUSTENTABLE
- CURSOS
--------------------------------------------------------


CONVENCION DE LA DIVERSIDAD BIOLOGICA

Culmino en La Haya la reciente reunion de las partes que
integran la Convencion de la Diversidad Biologica. Se volvieron
a revivir tensas negociaciones, llegando incluso a poner en
suspenso la conclusion de la conferencia. La evaluacion de la
reunion es controvertida, ya que mientras algunos sostienen que
se dieron importantes avances especialmente en la aprobacion de
normas voluntarias sobre recursos geneticos y un programa de
proteccion de bosques, para otros, los resultados fueron
insuficientes, especialmente en la proteccion de los bosques
primarios. En nuestra web incluimos un resumen de los
resultados: www.ambiental.net Ademas, incluimos la intervencion
de Rigoberta Menchu, premio Nobel de la Paz, ante el plenario de
los delegados en la convencion.


ORGANICOS CONTINUAN SU EXPANSION

Cada vez mais grupos de consumidores têm se preocupado com
questões ligadas à seguranca de alimentos e, mais do que isso,
valorizado aspectos como producão sustentavel, ecologica e
socialmente correta. Com isso, o mercado de produtos orgânicos
tem se mostrado um dos mais promissores no setor de alimentos,
apresentando altas taxas de crescimento na última decada.

Dados do Centro Internacional de Comercio (ITC) mostram que o
mercado mundial de orgânicos tem crescido a uma taxa media de
22,5% ao ano. As estimativas indicam que as vendas totais
atingiram US$ 24 bilhões em 2001. Acompanhando este movimento, a
producão orgânica no Brasil tambem tem crescido rapidamente,
saltando de US$ 90 milhões em 1998 para US$ 150 milhões em 1999.
A maior parte da producão e destinada para exportacão. O mercado
interno absorveu menos de 15% deste total. Estimativas do BNDES
indicam que, atualmente, o valor de mercado da producão
brasileira de orgânicos ja esteja entre US$ 220 milhões e US$
300 milhões.

O maior interesse por orgânicos tem sido impulsionado em grande
parte pelas inúmeras crises ligadas à seguranca do alimento,
como a crise da vaca louca, alem da falta de informacão e a
conseqüente polêmica em torno dos alimentos geneticamente
modificados. Ou seja, reagindo a essas dúvidas, muitos
consumidores buscam nos orgânicos uma alternativa de alimentacão
segura, mesmo sem saber exatamente o que eles significam. A
midia internacional contribuiu para esse movimento, dando grande
destaque ao tema.

As altas taxas de crescimento e os precos remuneradores permitem
que o mercado comporte novos produtores e que mesmo os
produtores menos eficientes permanecam operando. Mas o proprio
crescimento da oferta implica reducão das margens, tornando cada
vez mais importantes os ganhos de eficiência e a criacão de
possiveis acordos entre pequenos produtores. Isso fica ainda
mais evidente se considerarmos a entrada de grandes produtores,
com elevado volume de recursos para pesquisa e desenvolvimento e
melhores condicões de negociacão.

Se a falta de informacão contribuiu para o rapido crescimento do
mercado de orgânicos, por outro lado isso e um problema da
cadeia produtiva. Isso porque os atributos de qualidade dos
produtos orgânicos não podem ser identificados por simples
observacão - na hora da compra, o consumidor não consegue
distinguir o orgânico do produto convencional. Por isso, num
mercado como este e fundamental a existência de instituicões
confiaveis, com regras de certificacão.

No Brasil ha varias entidades certificadoras, como o IBD, que
tem reconhecimento de entidades internacionais, como a Ifoam.
Mas por causa dos custos de certificacão e da elevada
participacão dos pequenos produtores na agricultura orgânica,
tem sido comum a adocão da certificacão alternativa, fornecida
por associacões de produtores ou organizacões que reúnem
produtores e consumidores.

Esta opcão, apesar de ter um custo menor, não tem o
reconhecimento internacional, o que elimina a possibilidade de
exportacão. Alem disso, o sucesso do mercado de orgânicos atrai
novos competidores, e com eles possiveis oportunistas. Com isso,
esses mecanismos informais de controle tornam-se menos
eficientes. E como confianca e chave neste mercado, o seu
crescimento pode ser afetado se forem freqüentes os casos de
problemas com qualidade.


TRANSGENICOS EN BRASIL: PANORAMA COMPLEJO

La situacion de los transgenicos en Brasil y particularmente de
la soja, que constituye uno de los principales rubros de
exportacion de ese pais, es compleja tanto desde el punto de
vista de las implicancias comerciales para el pais, asi como del
punto de vista reglamentario e institucional.

En efecto complicados conflictos judiciales y administrativos en
torno a la aprobacion o no de la soja Round up Ready, que se
arrastran desde hace varios anios se han visto sobrepasados por
la realidad de la introduccion de esas variedades al pais aun
que dicha conflictiva no ha sido aun dilucidada. Hasta no hace
mucho la existencia de plantaciones comerciales de variedades
transgenicas se manejaba en la discusion publica a nivel de
trascendidos mas o menos fundados pero esa situacion se vio
superada por una realidad que evidencia que a pesar del
conflicto institucional los transgenicos ya estan en Brasil.
Ejemplo de ello son las notas que presentamos mas abajo.


CHINA PONE PLAZO A LA SOJA DE BRASIL

Governo chinês adia para 20 de dezembro a implementacão das
regras que exigem certificacão e exportacão brasileira esta
paralisada desde 21 de marco. O Brasil não tera mais que
apresentar certificacão oficial sobre as caracteristicas
geneticas da soja exportada para a China, informando se o
produto e convencional ou geneticamente modificado. O diretor do
Departamento de Defesa e Inspecão Vegetal do Ministerio da
Agricultura, Odilson Ribeiro, informou, ontem, que o governo
chinês adiou para 20 de dezembro a implementacão das regras que
exigiam certificado de seguranca para a entrada do grão naquele
pais.

Ribeiro chefiou a missão tecnica que negociou a reabertura de
mercado para a soja brasileira em Pequim a partir do dia 30 de
marco. O grupo retornou ao Brasil na sexta-feira passada. A
China tambem se comprometeu a não criar problemas caso haja
contaminacão do produto exportado por variedade transgênica,
desde que esta seja procedente da soja resistente ao herbicida
Roundup Ready, da fabricante americana Monsanto.
Gracas à prorrogacão das medidas, o diretor prevê a normalizacão
dos embarques de soja para a China a partir da proxima semana.
As exportacões estavam paralisadas desde o dia 21 de marco, de
acordo com informa;cões do Correio do Povo. O Brasil embarca
cerca de 20% de sua producão de soja em grão para a China. Em
2001, a venda de 3,192 milhões de toneladas gerou receita de 537
milhões de dolares ao pais.

Segundo Ribeiro, o Ministerio da Agricultura quer debater com a
cadeia produtiva da soja, ainda em maio, a adocão de regras para
certificacão de produtos cultivados no Brasil de forma
convencional. 'A ideia e ter, no futuro, a certificacão para os
produtos orgânico, convencional e transgênico, concedida por
empresas certificadoras habilitadas pelo ministerio'. O governo
espera que ate dezembro a Justica Federal defina a questão do
cultivo de transgênicos no pais. 'Os maiores problemas estarão
na area de logistica, como armazenagem e transporte', antecipou
Ribeiro.


JUSTICIA AUTORIZA A PRODUCTORES COSECHA DE SOJA TRANSGENICA

Dois agricultores de Campo Erê, no oeste catarinense,
conseguiram autorizacão da justica para colher lavouras de soja
transgênica que estavam interditadas em suas propriedades. A
decisão do juiz Marcelo Ponz Meirelles, no entanto, não
significa a liberacão do produto para venda. Os grãos -
aproximadamente mil sacas que foram cultivadas em 50 hectares -
serão retirados do campo, ensacados e guardados na propriedade
de uma terceira pessoa, que não tenha envolvimento com os
proprietarios das plantacões, ate que haja uma decisão final do
caso.

Isso porque os agricultores garantem que não plantavam soja
modificada e querem novos exames no produto que cultivavam.
Segundo eles, as novas analises derrubarão o parecer da
Companhia Integrada de Desenvolvimento Agricola de Santa
Catarina (Cidasc), que detectou as alteracões que resultaram na
interdicão das safras.

`Não vamos recorrer da decisão porque ela não muda em nada o
andamento do processo. Em vez de ficar interditada no campo, a
soja estara interditada em um armazem`, diz o promotor de
justica do Ministerio Publico em Campo Erê, Alexandre Muniz.
`Alem disso, se a justica determinar a destruicão do produto, o
trabalho ficara ate mais facil, ja que os grãos estão
ensacados`.

Mas o mais importante para o Ministerio Publico, diz, e
preparar-se para a proxima safra. `O problema e que não sabemos
de onde vem o produto. Por isso, precisaremos montar uma
estrutura que possibilite a troca de informacões entre
diferentes comarcas. Assim, talvez, alcancemos os responsaveis
pelos transgênicos`.

Enquanto não chegam aos responsaveis pelos grãos alterados
geneticamente, os procuradores vêem as safras de transgênicos
espalharem-se. Seguindo principalmente denuncias anônimas, de
fevereiro para ca encontraram soja alterada em Campo Erê, São
Lourenco, Ponte Serrada, Dionisio Cerqueira e São Jose dos
Cedros. `O problema e que acreditamos haver muito mais areas
cultivadas com grãos modificados no estado. As dificuldades de
identificacão do produto e que nos atrapalham`.

Ha três leis que impedem o cultivo de transgênicos em Santa
Catarina. Duas são federais: a 8.974, que estabelece normas para
o uso das tecnicas de engenharia genetica e liberacão no meio
ambiente de organismos modificados e o Codigo de Defesa do
Consumidor. A outra, estadual, veda o cultivo comercial e a
comercializacão de produtos alterados geneticamente.


EMBRAPA ADMITE CRECIMIENTO DE TRANSGENICOS

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria (Embrapa) admite o
crescimento do numero de produtores que plantam transgênicos no
Estado (Rio Grande do Sul). O agrônomo Benami Bacaltchuk, chefe-
geral da Embrapa Trigo, de Passo Fundo, revelou que cerca de 70%
das propriedades cultivam ate 40% das areas com soja
geneticamente modificada – 1,3 milhão de hectares. Bacaltchuk
acredita que os transgênicos (que têm o cultivo comercial
proibido pela Justica no Brasil) podem ser encontrados em todos
os municipios gauchos, porque os produtores misturam as
variedades na armazenagem.

Quando você mistura, tudo fica transgênico – salienta. O
agrônomo faz um alerta: as sementes contrabandeadas da Argentina
podem introduzir doencas desconhecidas no Estado. O que hoje e
considerado lucro (pela suposta reducão de custos dos
transgênicos), podera se transformar em prejuizo. Preocupados,
os produtores de sementes denunciaram o fato ao ministerio e à
secretaria da Agricultura no final do ano passado, logo depois
de perceberem a drastica queda na venda de sementes em
estabelecimentos credenciados. Efraim Fischmann, ex-presidente
da Associacão de Produtores de Sementes do Estado (Apassul), diz
que nos ultimos dois anos o numero de produtores de sementes
caiu de 300 para 100, e a venda de sementes certificadas foi
reduzida em 46%. A estimativa e de que 90% dos produtores
gauchos cultivem transgênicos, com 55% das sementes produzidas
nas propriedades.

Na região norte do Rio Grande do Sul, os produtores conheceram a
soja transgência ha cerca de três anos. Os comerciantes vendiam
direto nas propriedades as sementes contrabandeadas da
Argentina, com precos ate cinco vezes mais altos que os das
sementes brasileiras certificadas.
Eu comprei a primeira vez para experimentar. Planto so 50% da
area com transgênicos. Se me descobrirem, não perco tudo –
revela o agricultor R.S., de Erechim, que prefere não se
identificar. Fonte: Zero Hora.


MONSANTO PONE EN PELIGRO LAS EXPORTACIONES ARGENTINAS DE MAIZ

Un reciente comunicado de Greenpeace advirtio que en un
supermercado en Suiza, se confiscaron miles de cajas de polenta
elaborada con maiz transgenico no autorizado para consumo humano
procedente de la Argentina. La variedad transgenica detectada es
el maiz transgenico Roundup Ready GA 21 patentada por Monsanto.
Esta variedad no ha sido aprobada para consumo humano ni esta
permitida su comercializacion en Europa o la Argentina. En
Suiza, los activistas de Greenpeace empaquetaron el maiz en una
gigantesca "encomienda" para ser devuelta a Monsanto Argentina,
y reclamaron una conclusion a la investigacion iniciada en mayo
de 2001 por la Secretaria de Agricultura luego de una denuncia
de Greenpeace Argentina.

"Monsanto, el nuevo dictador de la comida, esta deliberadamente
poniendo en riesgo las exportaciones argentinas, mientras sigue
el curso de su estrategia global: la contaminacion genetica.
Este escandalo confirma nuestras investigaciones del año pasado
en la Argentina, que indico la existencia de plantaciones
ilegales de maiz RR GA 21 de Monsanto en las provincias de
Buenos Aires, Santa Fe y Cordoba", dijo Emiliano Ezcurra,
coordinador de la campaña de biodiversidad de Greenpeace
Argentina.


GRAVE ESTADO DE LOS BOSQUES PRIMARIOS DEL PLANETA

El World Resouces Institute dio a conocer semanas atras un
informe sobre el estado de los bosques primarios del mundo. El
WRI indica que actualmente permanece un 40% intacto, pero que al
ritmo actual de destruccion, se perderan todos los bosques
originales en unos 20 anios. El informe cubre los bosques de
Rúsia, Indonesia, Chile, Venezuela, America do Norte y Africa
Central. Una de las sorpresas fue que la Taiga (Rusia) esta en
un estado mucho mas deteriorado de lo que se suponia; las nuevas
imagenes de satelites muestran que apenas permanece intocado el
26% (289 millones de has). En nuestra region, el informe indica
que en Chile se observan las mayores presiones sobre los bosques
de alerce y araucaria; las areas primarias que permanecen en
buena medida estan a salvo por el aislamiento y las dificultades
en el acceso de los emprendedores economicos. Por lo menos la
mitad de los bosques costeros chilenos ya han desaparecido. (Red
Sevmel).


MANDIOCA: LLAMADO POR LA PRESERVACION DE PATRIMONIO GENETICO

por Nagib Nassar

Apelo pela preservacão de um patrimônio biologico do Brasil e da
humanidade: a mandioca silvestre A mandioca e a cultura mais
importante para os brasileiro e os povos dos tropicos umidos.
Calcula se que mais de 900 milhões de pessoas sobrevivem gracas
a ela na America sul, America Central, Africa e Asia.

A mandioca teve origem no Brasil e daqui foi difundida pelos
portugueses para os demais paises do mundo. Seus especies
silvestres nativas do Brasil são fonte de valorosos gens, que eu
pude usar para melhorar a producão de variedades com alto
conteudo de proteinas, alta produtividade, com tolerância à seca
e outras condicões adversas.
Infelizmente, tais especies estão ameacadas de extincão por
causa da destruicão de seus habitats naturais.

Nos ultimos anos, constatou-se a extincão de mais de 10 especies
silvestres nativas do Brasil e do Mexico, do total reconhecido
de 98 especies do gênero. Uma das especies ja extinta em seu
habitat natural era conhecida pelo alta conteudo de proteinas,
ate sete vezes superior ao da mandioca comum. A agonia da
cultura não se limita à extincão das especies silvestres. Ela
tambem ameaca a unica colecão viva destas especies existente
hoje no mundo todo, que eu tive oportunidade de criar na UnB em
1979.

Varias especies estão morrendo. A colecão viva, que tem mais de
1200 introducões e ocupa mais de 2 hectares, conta apenas com um
trabalhador que passa todo tempo correndo para limpar as ervas
daninha invasoras e vendo com tristeza as plantas morrendo por
falta de adubo e protecão.

Faco um apelo ao CNPq e à Embrapa para que ajudem a manter este
patrimônio do Brasil e da humanidade. Para mais informacões, o
leitor deve consultar meu trabalho sobre esta questão: 'Advances
in Agronomy', vol 69, pp. 169- 230 (1999), capitulos intitulados
'Cassava genetic resources: Their collection, evaluation and
manipulastion'. Ver tambem detalhas sobre especies ja extintas
ou ameacadas de extincão em meu artigo em 'Diversity', vol.
16:21-23 (2000), com o tiutulo: 'Keeping options alive: A case
for averting the extinction of wild cassava in South and Central
America'.


ARGENTINA: CARNE CONVENCIONAL A ORGANICA

Las posibilidades de pasar de un sistema ganadero convencional a
uno ecologico sin alterar los niveles de produccion fue
analizada por tecnicos de las estaciones experimentales que
tiene el Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuaria (INTA) en
General Villegas y Balcarce. En reciente encuentro se indico que
"las condiciones agroecologicas y de produccion genuinas brindan
a la Argentina un gran potencial como proveedor del mercado
mundial de alimentos organicos, que crece permanentemente
impulsado por las pautas de consumo de los paises
desarrollados".


PROGRAMA PARA REDUCIR CONTAMINACION DE CRIADEROS DE CERDOS

Segundo informou o jornal Correio do Povo, o Ministerio do Meio
Ambiente (MMA) esta implantando programas para resolver os
problemas ambientais causados pela suinocultura nos três estados
da região Sul, que possuem 14,3 milhões de cabecas. O Brasil e o
sexto produtor de suinos, com rebanho de 30 milhões de suinos,
resultando em milhares de toneladas de dejetos. Serão investidos
nestes estados 19,6 milhões de dolares nos proximos três anos,
sendo 13 milhões do MMA e 6,5 milhões de contrapartida.

Em Florianopolis (SC), o ministro do Meio Ambiente, Jose Carlos
Carvalho, e o governador Esperidião Amin assinaram convênio no
valor de 4,5 milhões de dolares para o programa que busca
solucões no tratamento da contaminacão ambiental por residuos da
suinocultura. 'Estimularemos o uso de tecnologias desenvolvidas
pela Embrapa para tratar dos efluentes. Os dejetos serão
transformados em adubo orgânico, mostrando que e possivel lidar
com o meio ambiente de forma sustentavel', afirmou o ministro.

O programa sera executado pela Embrapa durante três anos,
prevendo investimentos de 2,94 milhões de dolares oriundos do
Programa Nacional do Meio Ambiente (PNMA II) e 1,53 milhão do
estado. Para implantacão do projeto foram selecionadas areas de
suinocultura com comprometimento dos recursos naturais. A meta e
alcancar a reducão do volume de dejetos com a diminuicão do
consumo de agua nas pocilgas, na conversão de sistemas de
criacão e pelo desvio de aguas pluviais nos sistemas de
armazenagem de dejetos, que serão utilizados como fertilizante.

No RS, a Fepam esta desenvolvendo um projeto piloto em Santa
Rosa que faz parte do PNMA II, com o objetivo de testar novas
tecnologias para a criacão de suinos. A area deve servir de base
para estudos de reducão da poluicão na suinocultura, que depois
serão repassados para todo o Estado.


RECURSOS EN INTERNET

INDICADORES EN DESARROLLO SUSTENTABLE - En nuestra pagina web
incluimos un reciente articulo de Gerardo Evia, analizando el
indice de desarrollo sustentable presentado en el Foro Economico
de Davo. El nuevo indicador ha generado una amplia polemica por
las posiciones que ocupan algunas paises. Vea el articulo
completo en www.ambiental.net


CURSOS

AGROECOLOGIA Y AGROFORESTERIA TROPICAL - Curso organizado por el
Centro Agronomico Tropical de Investigacion y Enseñanza (CATIE),
Costa Rica y la Universidad de California, Santa Cruz (UCSC),
E.U.A. Se realizara del 15 al 28 de julio del 2002 en el CATIE,
Turrialba, Costa Rica. La fecha limite de inscripciones es el 1
de mayo de esta gestion. Existe un proceso de aplicacion luego
de la inscripcion, para los que deseen participar del mismo.
Informaciones: Ernesto Mendez (vemendez@...) o por
fax al (503) 228-6537 - www.agroecology.org/shortcourses.htm

AGROECOLOGIA Y DESARROLLO RURAL SOSTENIBLE - IV promocion de la
Maestria en Agroecologia y Desarrollo Rural Sostenible. La
maestria apunta al manejo de recursos naturales, analisis,
planificacion y gestion de acciones agroecologicas sostenibles,
a escala regional, nacional, departamental y local/municipal,
diseño, implementacion y evaluacion de politicas públicas para
el desarrollo agropecuario y el desarrollo rural, asimismo en
la formulacion de planes, programas y proyectos en el ambito
público y privado. Informaciones M.Sc. Jorge Albarracin -
cides@... - www.umsanet.edu.bo/org/cides


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editores Gerardo Evia y Eduardo Gudynas;
asistente Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion CS Mott.
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