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agromsur · Agropecuaria y Ambiente
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Boletin No 41, junio 2002   Lista de mensajes  
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 41, Junio 2, 2002

CONTENIDO

+ DENUNCIAN LA PRESENCIA DE MAIZ RR, EN SUIZA
+ BRASIL: CLAROSCUROS DE LA SOJA TRANSGENICA
+ EL VALOR ESPECIAL DE LA CARNE OVINA PATAGONICA
+ AGROECOLOGIA: AUMENTA 700 % EN PARANA, BRASIL
+ NORMATIVA SOBRE ROTULADO ORGANICO EN ARGENTINA
+ BRASIL: PROHIBEN ANTIBIOTICO EN ANIMALES PARA CONSUMO
HUMANO
+ VINOS ORGANICOS ARGENTINOS A EUROPA Y USA
+ EL DESAFIO DE LAS PASTURAS "AMIGABLES"

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AMBIENTALISTAS DENUNCIAN LA PRESENCIA DE MAIZ RR ARGENTINO,
EN SUIZA

Un grupo de ambientalistas de la organizacion Greenpeace se
apropio ayer en un supermercado suizo, de la ciudad de
Zurich, de miles de cajas de polenta rapida supuestamente
elaborada con maiz transgenico no autorizado para el consumo
humano procedente de la Argentina. La Polenta Rustica, de la
marca Valgarona -a la venta en la gondola de Coop-, fue
estudiada por el laboratorio aleman GeneScan y supuestamente
se habria descubierto la presencia de maiz Roundup Ready GA
21, una variedad patentada por la corporacion norteamericana
Monsanto. Este organismo geneticamente modificado (OGM) no
ha sido aprobado para el consumo humano o animal ni esta
permitida su comercializacion en el pais y Europa. De
confirmarse la denuncia realizada por Greenpeace, podrian
correr serios problemas las exportaciones de maiz argentino
a la Union Europea por unos 700 millones de dolares anuales.
"Nosotros hemos tomado conocimiento en este momento igual
que todos de lo que ocurrido en Suiza, pero no nos consta
que los metodos utilizados por Greenpeace para estudiar la
mercaderia sean los adecuados", dijo el gerente de
Relaciones Publicas de Monsanto, Federico Ovejero.
Consultado acerca de la posibilidad de que se hubiese
distribuido este tipo de semillas en la Argentina, Ovejero
sostuvo: "No decimos ni que si ni que no, porque este evento
esta flexibilizado para experimentar y multiplicar en el
pais".


BRASIL: CLAROSCUROS DE LA SOJA TRANSGENICA

Um estudo realizado em Palmeira das Missões (RS), em marco
ultimo, constatou que a soja transgênica e menos produtiva
do que a convencional, alem de usar mais agrotoxicos que os
cultivos tradicionais. A pesquisa foi feita pelos
professores de Genetica e Melhoramento Rubens Onofre Nodari,
da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Deonisio
Destro, da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Eles diagnosticaram uma queda de producão de ate 540 kg por
hectare na lavoura geneticamente modificada. A produtividade
da soja transgênica foi 1.020 kg a 1.6 kg por hectare,
enquanto a da lavoura tradicional ficou entre 1.680 kg e 1.8
mil kg. Durante o estudo, verificou-se o aparecimento de
rachaduras no caule da planta geneticamente modificada
exposta ao calor ou às aplicacões de agrotoxicos com trator
devido ao seu maior teor de lignina no caule. Os professores
constataram tambem o ataque de insetos, como o "burrinho",
que ate então so atacava a batatinha, e a falta de imunidade
da soja às pragas e ervas daninhas, obrigando a aplicacão de
duas ou três vezes mais herbicidas, pois as pragas ficaram
mais resistentes.

O chefe-geral da Embrapa Recursos Geneticos e Biotecnologia
(Cenargen), Luiz Antônio Barreto de Castro, disse que ainda
não se tem pesquisas experimentais que possam servir de
contra-ponto a esse estudo. Ele disse que visitou a maior
região produtora de soja transgênica do Rio Grande do Sul e
constatou que as lavouras da leguminosa estavam livres de
ervas daninhas e e apresentavam alta produtividade. "Não ha
resultados negativos da soja geneticamente modificada em
relacão ao meio ambiente e à saude humana. Ha anos, o mundo
consome os transgênicos e ate agora não existe nada
comprovado", disse Castro.

Os estudos previos, no pais, sobre a liberacão comercial da
soja comecaram em 1986. Antes de ser liberada em 1995, ela
foi analisada experimentalmente. Apesar do Brasil realizar
pesquisas, ha algum tempo, sobre os alimentos geneticamente
modificados, o pais e um dos unicos do mundo que exporta
transgênicos, mas não tem liberacão para o consumo do
produto. "Essa autorizacão era para existir desde 1998, mas
por questões judiciais estamos ate hoje impedidos", disse
Barreto. Para ele, a não liberacão desse tipo de produto
significa atraso. Segundo o pesquisador, o Brasil tem cacife
para competir com os principais produtores de soja
geneticamente modificada do mundo, Estados Unidos e
Argentina. "Os produtos que foram liberados ate agora ocupam
uma area de mais de 50 milhões de hectares, que e maior do
que toda a area plantada para a agricultura de grãos no
Brasil. Isso significa um consumo mundial de 150 milhões de
toneladas desses grãos", ressaltou Barreto.

Alem disso, ele garante que o Brasil vem perdendo mercado
para a China na producão de algodão transgênico tolerante a
insetos, o que coloca o pais numa posicão muito dificil do
ponto de vista da competitividade internacional. "Se
continuarem impedindo o plantio da soja transgênica, em
cinco anos metade da soja nacional sera transgênica",
alertou o chefe-geral do Cenargen.


EL VALOR ESPECIAL DE LA CARNE OVINA PATAGONICA

La carne ovina patagonica es un producto que desde hace mas
de una decada viene conquistando el mercado nacional y
tambien el internacional. Ello sucede porque los
consumidores valoran su "bajo nivel graso y de colesterol" y
que provienen de la region "menos contaminada del mundo". La
gastronomia en general y los paladares mas exigentes
incorporaron a la mesa la carne ovina patagonica por "su
sabor, bajo nivel graso intramuscular y menor valor de
colesterol", segun un estudio del Grupo de Estudio y
Promocion de la Carne Ovina Patagonica (PRECOP), que depende
de la Secretaria de Agricultura, Ganaderia, Pesca y
Alimentacion (SAGPYA) de La Nacion.


AGROECOLOGIA: AUMENTA 700 % EN PARANA, BRASIL

Mais de 3 mil produtores rurais ja se dedicam à agroecologia
no Parana, atividade que abrange o cultivo de produtos
orgânicos de modo diversificado e auto-sustentado. Os
agricultores paranaenses representam quase 50% dos
produtores agroecologicos do pais e se destacam pela
producão de aproximadamente 35,5 mil toneladas anuais de
hortalicas, soja, acucar mascavo, milho, frutas, cafe, erva-
mate, feijão, plantas medicinais, arroz, trigo e mandioca.

Segundo o diretor do Departamento de Economia Rural (Deral)
da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, agrônomo
Richardson de Souza, o setor agroecologico cresceu 700% nos
ultimos cinco anos, em funcão do aumento da participacão dos
produtos orgânicos no comercio mundial de alimentos cerca de
25% ao ano.

"Estima-se que entre 1,2% a 2% dos mercados da União
Europeia, Estados Unidos e Japão sejam ocupados por
alimentos agroecologicos", informa Richardson. O segmento
movimenta US$ 26 bilhões ao ano em todo o mundo. Cerca de R$
300 milhões/ano decorrem de negocios realizados no Brasil.
Ele lembra que a producão orgânica demanda entre 50% e 200%
menos de investimentos.

No caso do cultivo de gengibre orgânico apresentou um custo
de producão 16,7% menor e uma produtividade 54,5% superior,
informou o coordenador da pesquisa, agrônomo Renato Tratch.
Pelo sistema convencional, os custos de producão absorvem R$
6,8 mil por hectare; no orgânico, baixam para R$ 5,6 mil/ha.
Outra vantagem e a preservacão da saude do trabalhador
rural, do meio ambiente e do consumidor, ja que são usados
insumos de baixo impacto ambiental.


NORMATIVA SOBRE ROTULADO ORGANICO EN ARGENTINA

Articulo 11 del Decreto Nº 97/01 reglamentario de la Ley Nº
25.127 de producciones organicas.
"ARTICULO 11.- No podran constituir marcas ni formar parte
de ningun conjunto marcario los terminos biologico,
ecologico u organico, eco o bio en productos de origen
agropecuario, tales como alimentos, fibras, maderas, muebles
o papel. Quedan excluidas de la presente restriccion las
marcas cuyo registro se encuentre vigente y que hubieran
sido registradas antes de la fecha de promulgacion de la Ley
Nº 25.127"
Se interpreta que dichas denominaciones no pueden usarse
como parte de la marca ni aun en productos organicos
certificados.


BRASIL: PROHIBEN ANTIBIOTICO EN ANIMALES PARA CONSUMO
HUMANO

O Ministerio da Agricultura, Pecuaria e Abastecimento
publica hoje, no Diario Oficial da União (DOU), portaria
proibindo a utilizacão, em todo o territorio nacional, do
grupo de nitrofuranos (antibioticos), na forma de
medicamentos em animais para consumo humano.


VINOS ORGANICOS ARGENTINOS A EUROPA Y USA

La cooperativa vitivinicola La Riojana inicio el
fraccionamiento de los primeros vinos organicos para
exportar bajo la marca Pircas Negras, en las variedades
torrontes y barbera. Seran despachados proximamente por la
empresa hacia los mercados de Belgica y los Estados Unidos.
La entidad, que nuclea a los principales productores de
vinos de la provincia cuyana, informo de que el programa de
exportacion de vinos organicos comenzo a implementarse en el
2000 , lo cual posiciono a la empresa como el principal
establecimiento exportador argentino en lo que se refiere a
la produccion y comercializacion de vinos organicos .


TECNOLOGIAS AMBIENTALES EN EL CHACO PARAGUAYO

La Iniciativa para la Investigacion y Transferencia de
Tecnologia Agraria Sostenible (INTTAS) gozaria de buena
aceptacion entre productores del campo. El proyecto, lanzado
en diciembre ultimo, con el apoyo de la fundacion suiza
AVINA y Fundacion para el Desarrollo Sustentable del Chaco
(FDSCH), cuenta con 65 microproyectos planificados, dias de
campo, charlas informativas y excursiones, para fomentar el
desarrollo sostenible.

Segun el encargado de prensa, Levi Hiebert, en los pocos
meses de su existencia, el proyecto INTTAS ya contacto con
numerosos productores pequenios, medianos y grandes, con los
cuales ya empezaron programas sencillos de experimentacion
en sus fincas. Grupos de estancieros contrataron tecnicos
para dirigir y organizar en las estancias diferentes ensayos
planificados. Se realizaron varios dias de campo, con
tecnicos y productores de las zonas del Chaco Central; se
organizo un viaje de estudio a Queensland, Australia, con 38
productores y tecnicos del Chaco, para conocer esta zona,
que confronta condiciones climaticas aun mas adversas que
las del Chaco.

Entre los diferentes programas se destaca la promocion del
pasto pangola, que segun el administrador de campo de
INTTAS, Dr. Albrecht Glatzle, es un pasto muy ventajoso para
el Chaco, pero que se debe plantar de mudas. INTTAS esta
llevando adelante ensayos para obtener semillas
comercializables de este pasto, para que el ganadero lo
pueda plantar con mayor facilidad en su finca.
''Por el corto tiempo de ejecucion del proyecto el impacto
todavia queda limitado. Sin embargo, tras las actividades
ofensivas de la iniciativa, INTTAS ya tiene cierto nivel de
publicidad. Muchos productores estan al tanto con el
programa y los objetivos del proyecto'', senialo Hiebert. Se
constataria tecnicamente un fortalecimiento para tecnologias
adaptadas y sostenibles como la implementacion de
leguminosas herbaceas, leucaena, media sombra y riego para
huertas caseras, renovacion de pasturas degradadas en vez
del desmonte de nuevas superficies y regeneracion dirigida
de arboles nativos, espontaneos en pasturas.

Los objetivos y programas de trabajo apuntan hacia un
equilibrio entre el progreso economico-productivo y las
exigencias y necesidades ambientales, debido a la fragilidad
del ecosistema chaquenio. Esto se quiere lograr con
experimentos y transferencia de tecnologias ambientalmente
adaptadas para toda la Region Occidental.


EL DESAFIO DE LAS PASTURAS "AMIGABLES"

El Ing. Agr. M. Sc. Milton Carambula investigador
especialista en pasturas del Instituto Nacional de
Investigaciones Agropecuarias (INIA Uruguay), dio a conocer
un informe sobre el manejo de pasturas en la ganaderia. El
estudio sostiene que los Mejoramientos de Campo se citan
como uno de los apoyos de mayor significancia en la busqueda
de nuevas tecnologias y elementos estrategicos conducentes a
lograr mejoras en aspectos productivos y economicos en la
ganaderia extensiva.

Los Mejoramientos de Campo tendrian que utilizar y conservar
no solo los insumos y recursos naturales, sino ademas
aplicar las medidas necesarias que aseguren el bienestar
animal. Ello les permitira transformarse en Mejoramientos de
campo "amigables" con el medio ambiente y con los productos
logrados, y por lo tanto con el consumidor. Para ello, la
ganaderia extensiva deberia cambiar sin demoras y lo puede
hacer porque dispone de las herramientas para lograrlo. Al
respecto, los productores que cambien primero seran los que
empiecen a ganar mas y mas rapido. Por el contrario, los
productores que no cambien tendran serios problemas, aun
cuando mantengan el ritmo actual de produccion. En otras
palabras, la situacion esta entre la indiferencia y el
cambio.

Los Mejoramientos de Campo "amigables" permiten lograr,
simultaneamente, una destacable sustentabilidad y, a la vez,
los objetivos que hoy en dia resultan ineludibles y de
urgente solucion para los productores de las regiones de
ganaderia extensiva.
Dichos objetivos tienen por metas, por una parte, la mejor
calidad, mediante la creacion de un medio ambiente
"amigable" libre de insumos agresivos, y, por otra, la
maxima eficiencia en la produccion de forraje, mediante una
utilizacion ajustada de los recursos, buscando gastos
minimos. En funcion de lo dicho, el productor agropecuario
deberia acercarse lo mas pronto posible a lo que exige el
mercado internacional: productos libres de sustancias
contaminadas, que sean trazables, y que hayan sido obtenidos
a traves de un proceso "amigable" con los factores
ambientales.

La calidad comprende varios atributos, entre los cuales ser
libres de sustancias contaminantes resulta de primerisimo
valor y permite la evolucion de los productos a ser
catalogados como productos ecologicos, naturales, organicos,
etc.

Las ventajas que ofrecen a los productores los Mejoramientos
de Campo "amigables" definidos por el autor se resumen asi:
Mas que minimos recursos utilizados, mayor eficiencia.
Mas que maximos rendimientos, mayor rentabilidad.
Mas que minimos inconvenientes, mayor seguridad.
Mas que maximas cantidades, mayor calidad.
Mas que maxima oferta, mayor competitividad.

El objetivo es ir preparando el medio ambiente para
favorecer un cambio progresivo, mediante la utilizacion de
pasturas en transicion, hacia incrementos en persistencia
productiva y libres de sustancias contaminantes. Pero los
Mejoramientos de Campo "amigables" son solo uno de los
eslabones de la cadena agroindustrial para producir carne
ecologica. Esta sera tanto mas competitiva cuanto mas
perfeccionadas sean las tecnologias aplicadas y mas alto el
valor que se le agregue en cada uno de los eslabones. De
esta forma, el valor agregado del producto final sera la
sumatoria de los valores agregados de cada uno de los
segmentos de la produccion en marcha.

Son muchos los ejemplos a nivel mundial de cadenas
alimentarias en crisis por no haber concretado la
reconversion necesaria para hacer competitivos sus
productos.

Entre las metodologias e insumos que conducen a disponer de
Mejoramientos de Campo "amigables" exitosos y factores de
calidad a adoptar, se indican metodos de acondicionamiento
del tapiz vegetal con minimas interferencias sobre el mismo,
no reemplazar la vegetacion original, sino que solo
modificarla. Herbicidas de contacto no residuales que
detienen momentaneamente el crecimiento del tapiz y
herbicidas sistemicos no residuales que aplicados con soga o
alfombra controlan las malezas por diferente altura y no
afectan las especies residentes. Herbicidas respetuosos no
solo con el medio ambiente sino tambien con el productor
agropecuario y particularmente con el operario que las
aplica.

Se debe evitar el uso de fertilizantes contaminantes como
los superfosfatos simples, triples y concentrados. Ante esta
situacion, y dado que las plantulas de las leguminosas y los
rizobios requieren dosis altas de fosforo soluble en la
implantacion, se deberian tomar los recaudos mas adecuados
con otras fuentes de fosforo.

Para la implantacion y las refertilizaciones, usar como
fuente de fosforo a las fosforitas, que no son contaminantes
y son mas eficientes en los suelos acidos, que ocupan la
mayoria del area ganadera extensiva del pais. En suelos
menos acidos, utilizar dosis mas altas de fosforitas que las
que se recomiendan para superfosfato.

Se debe evitar el uso de urea, por ser contaminante del
medio ambiente. Sin embargo, para favorecer la implantacion
de las gramineas, es posible usarlo, pero la pastura
perderia su calidad de "amigable" por un anio. Aspecto que
no es vital ya que durante el primer anio debe primar,
indiscutiblemente, el mejor manejo para la implantacion
sobre la utilizacion para las producciones animales.
Cultivares nacionales o introducidos, siempre que sean de
reconocida y prolongada validacion, rusticos y versatiles.
No sembrar cultivares geneticamente modificados.

Metodos de siembra algo trabajosos pero de gran eficiencia,
concentrando el fertilizante y las semillas a chorrillo, en
bandas o en surcos ubicados a distancias convencionales
cercanas, tanto en las siembras en cobertura como en las
realizadas con minimo laboreo previo.

La epoca de siembra es optima cuando se considera la gran
incidencia que tiene particularmente la humedad que ofrece
el medio ambiente, la fertilizacion inicial y la densidad de
siembra, estas ultimas decididas previamente por el
productor. Poner especial atencion en que las condiciones de
humedad y temperatura sean favorables, para una rapida
germinacion y un rapido anclaje de plantulas.

Entre los factores a descartar se encuentran metodos de
acondicionamiento del tapiz con remociones importantes del
suelo y/o con destruccion vegetal residente, herbicidas
sistematicos no selectivos y residuales que normalmente
alteran desfavorablemente la composicion botanica del tapiz
o lo destruyen completamente, siendo ademas muy agresivos
con el medio ambiente, en un todo. Herbicidas residuales que
contaminan el medio ambiente al permanecer en el suelo por
periodos prolongados de tiempo, por lo que resultan ser
toxicos para los cultivos subsiguientes, y aquellos de alta
toxicidad para quienes los aplican.

Se descartan tambien los fertilizantes contaminantes que
afectan la reaccion quimica de los suelos y por lo tanto la
vida de las plantas y de los microorganismos. El
superfosfato y la urea aplicados por mucho tiempo acidifican
los suelos, la urea, ademas, contamina las aguas. Tambien se
descarta usar como fuente de fosforo al superfosfato y de
nitrogeno a la urea, en aplicaciones altas por tiempo
prolongado. Ademas, su fabricacion contamina el medio
ambiente.

Algunas veces, las necesidades de nitrogeno para elevar la
produccion de forraje de los mejoramientos que presentan las
poblaciones bajas de leguminosas son cubiertas por la urea,
sin tenerse en cuenta la forma mas economica y menos
agresiva es cubrir los requerimientos por este nutriente,
tanto de las plantas forrajeras como de los animales,
mediante la siembra asociada con leguminosas lograda por una
resiembra oportuna.

Finalmente, se desestimula el uso de cultivares introducidos
al pais de poca tradicion y con exigencias especificas en
habitats y manejos. Muchas veces se enfrentan riesgos
inutiles utilizando cultivares nuevos por novedad o por
desconocimiento.


RECURSOS

CONFERENCIA ELECTRONICA SOBRE PRODUCCION ORGANICA DE BOVINOS
- A primeira Conferência Virtual Global sobre Producão
Orgânica de Bovinos de Corte sera realizada de 2 de setembro
a 15 de outubro deste ano. De acordo com o site da Embrapa
Gado de Corte, unidade de Campo Grande, o objetivo sera a
troca de informacões, a integracão de centros de pesquisas
reconhecidos por suas experiências na area e tambem por
promover o desenvolvimento da comunidade cientifica
internacional. A inscricão e gratis e pode ser feita pelo
site da Embrapa http://www.cpap.embrapa.br

MODERNAS TECNOLOGIAS Y TRANSNACIONALIZACION EN LA CRISIS
ARGENTINA - En el sitio web sobre globalizacion que coordina
CLAES se encuentra disponible un interesante articulo de J.
Rulli, del Grupo de Reflexion Rural de Argentina, sobre las
relaciones del modelo agropecuario en ese pais y su crisis
economica y social. Disponible en www.globalizacion.org


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados del
MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editores
Gerardo Evia y Eduardo Gudynas; asistente Cecilia Castilla.
Apoyo de la Fundacion CS Mott.
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