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#41 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Dom, 2 de Jun, 2002 8:50 pm
Asunto: Boletin No 41, junio 2002
claesuy66
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
--------------------------------------------------
Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 41, Junio 2, 2002

CONTENIDO

    + DENUNCIAN LA PRESENCIA DE MAIZ RR, EN SUIZA
    + BRASIL: CLAROSCUROS DE LA SOJA TRANSGENICA
    + EL VALOR ESPECIAL DE LA CARNE OVINA PATAGONICA
    + AGROECOLOGIA: AUMENTA 700 % EN PARANA, BRASIL
    + NORMATIVA SOBRE ROTULADO ORGANICO EN ARGENTINA
    + BRASIL: PROHIBEN  ANTIBIOTICO EN ANIMALES PARA CONSUMO
              HUMANO
    + VINOS ORGANICOS ARGENTINOS A EUROPA Y USA
    + EL DESAFIO DE LAS PASTURAS "AMIGABLES"

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AMBIENTALISTAS DENUNCIAN LA PRESENCIA DE MAIZ RR ARGENTINO,
EN SUIZA

Un grupo de ambientalistas de la organizacion Greenpeace se
apropio ayer en un supermercado suizo, de la ciudad de
Zurich, de miles de cajas de polenta rapida supuestamente
elaborada con maiz transgenico no autorizado para el consumo
humano procedente de la Argentina. La Polenta Rustica, de la
marca Valgarona -a la venta en la gondola de Coop-, fue
estudiada por el laboratorio aleman GeneScan y supuestamente
se habria descubierto la presencia de maiz Roundup Ready GA
21, una variedad patentada por la corporacion norteamericana
Monsanto. Este organismo geneticamente modificado (OGM) no
ha sido aprobado para el consumo humano o animal ni esta
permitida su comercializacion en el pais y Europa. De
confirmarse la denuncia realizada por Greenpeace, podrian
correr serios problemas las exportaciones de maiz argentino
a la Union Europea por unos 700 millones de dolares anuales.
"Nosotros hemos tomado conocimiento en este momento igual
que todos de lo que ocurrido en Suiza, pero no nos consta
que los metodos utilizados por Greenpeace para estudiar la
mercaderia sean los adecuados", dijo el gerente de
Relaciones Publicas de Monsanto, Federico Ovejero.
Consultado acerca de la posibilidad de que se hubiese
distribuido este tipo de semillas en la Argentina, Ovejero
sostuvo: "No decimos ni que si ni que no, porque este evento
esta flexibilizado para experimentar y multiplicar en el
pais".


BRASIL: CLAROSCUROS DE LA SOJA TRANSGENICA

Um estudo realizado em Palmeira das Missões (RS), em marco
ultimo, constatou que a soja transgênica e menos produtiva
do que a convencional, alem de usar mais agrotoxicos que os
cultivos tradicionais. A pesquisa foi feita pelos
professores de Genetica e Melhoramento Rubens Onofre Nodari,
da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Deonisio
Destro, da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Eles diagnosticaram uma queda de producão de ate 540 kg por
hectare na lavoura geneticamente modificada. A produtividade
da soja transgênica foi 1.020 kg a 1.6 kg por hectare,
enquanto a da lavoura tradicional ficou entre 1.680 kg e 1.8
mil kg. Durante o estudo, verificou-se o aparecimento de
rachaduras no caule da planta geneticamente modificada
exposta ao calor ou às aplicacões de agrotoxicos com trator
devido ao seu maior teor de lignina no caule. Os professores
constataram tambem o ataque de insetos, como o "burrinho",
que ate então so atacava a batatinha, e a falta de imunidade
da soja às pragas e ervas daninhas, obrigando a aplicacão de
duas ou três vezes mais herbicidas, pois as pragas ficaram
mais resistentes.

O chefe-geral da Embrapa Recursos Geneticos e Biotecnologia
(Cenargen), Luiz Antônio Barreto de Castro, disse que ainda
não se tem pesquisas experimentais que possam servir de
contra-ponto a esse estudo. Ele disse que visitou a maior
região produtora de soja transgênica do Rio Grande do Sul e
constatou que as lavouras da leguminosa estavam livres de
ervas daninhas e e apresentavam alta produtividade. "Não ha
resultados negativos da soja geneticamente modificada em
relacão ao meio ambiente e à saude humana. Ha anos, o mundo
consome os transgênicos e ate agora não existe nada
comprovado", disse Castro.

Os estudos previos, no pais, sobre a liberacão comercial da
soja comecaram em 1986. Antes de ser liberada em 1995, ela
foi analisada experimentalmente. Apesar do Brasil realizar
pesquisas, ha algum tempo, sobre os alimentos geneticamente
modificados, o pais e um dos unicos do mundo que exporta
transgênicos, mas não tem liberacão para o consumo do
produto. "Essa autorizacão era para existir desde 1998, mas
por questões judiciais estamos ate hoje impedidos", disse
Barreto. Para ele, a não liberacão desse tipo de produto
significa atraso. Segundo o pesquisador, o Brasil tem cacife
para competir com os principais produtores de soja
geneticamente modificada do mundo, Estados Unidos e
Argentina. "Os produtos que foram liberados ate agora ocupam
uma area de mais de 50 milhões de hectares, que e maior do
que toda a area plantada para a agricultura de grãos no
Brasil. Isso significa um consumo mundial de 150 milhões de
toneladas desses grãos", ressaltou Barreto.

Alem disso, ele garante que o Brasil vem perdendo mercado
para a China na producão de algodão transgênico tolerante a
insetos, o que coloca o pais numa posicão muito dificil do
ponto de vista da competitividade internacional. "Se
continuarem impedindo o plantio da soja transgênica, em
cinco anos metade da soja nacional sera transgênica",
alertou o chefe-geral do Cenargen.


EL VALOR ESPECIAL DE LA CARNE OVINA PATAGONICA

La carne ovina patagonica es un producto que desde hace mas
de una decada viene conquistando el mercado nacional y
tambien el internacional. Ello sucede porque los
consumidores valoran su "bajo nivel graso y de colesterol" y
que provienen de la region "menos contaminada del mundo". La
gastronomia en general y los paladares mas exigentes
incorporaron a la mesa la carne ovina patagonica por "su
sabor, bajo nivel graso intramuscular y menor valor de
colesterol", segun un estudio del Grupo de Estudio y
Promocion de la Carne Ovina Patagonica (PRECOP), que depende
de la Secretaria de Agricultura, Ganaderia, Pesca y
Alimentacion (SAGPYA) de La Nacion.


AGROECOLOGIA: AUMENTA 700 % EN PARANA, BRASIL

Mais de 3 mil produtores rurais ja se dedicam à agroecologia
no Parana, atividade que abrange o cultivo de produtos
orgânicos de modo diversificado e auto-sustentado. Os
agricultores paranaenses representam quase 50% dos
produtores agroecologicos do pais e se destacam pela
producão de aproximadamente 35,5 mil toneladas anuais de
hortalicas, soja, acucar mascavo, milho, frutas, cafe, erva-
mate, feijão, plantas medicinais, arroz, trigo e mandioca.

Segundo o diretor do Departamento de Economia Rural (Deral)
da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, agrônomo
Richardson de Souza, o setor agroecologico cresceu 700% nos
ultimos cinco anos, em funcão do aumento da participacão dos
produtos orgânicos no comercio mundial de alimentos cerca de
25% ao ano.

"Estima-se que entre 1,2% a 2% dos mercados da União
Europeia, Estados Unidos e Japão sejam ocupados por
alimentos agroecologicos", informa Richardson. O segmento
movimenta US$ 26 bilhões ao ano em todo o mundo. Cerca de R$
300 milhões/ano decorrem de negocios realizados no Brasil.
Ele lembra que a producão orgânica demanda entre 50% e 200%
menos de investimentos.

No caso do cultivo de gengibre orgânico apresentou um custo
de producão 16,7% menor e uma produtividade 54,5% superior,
informou o coordenador da pesquisa, agrônomo Renato Tratch.
Pelo sistema convencional, os custos de producão absorvem R$
6,8 mil por hectare; no orgânico, baixam para R$ 5,6 mil/ha.
Outra vantagem e a preservacão da saude do trabalhador
rural, do meio ambiente e do consumidor, ja que são usados
insumos de baixo impacto ambiental.


NORMATIVA SOBRE ROTULADO ORGANICO EN ARGENTINA

Articulo 11 del Decreto Nº 97/01 reglamentario de la Ley Nº
25.127 de producciones organicas.
"ARTICULO 11.- No podran constituir marcas ni formar parte
de ningun conjunto marcario los terminos biologico,
ecologico u organico, eco o bio en productos de origen
agropecuario, tales como alimentos, fibras, maderas, muebles
o papel. Quedan excluidas de la presente restriccion las
marcas cuyo registro se encuentre vigente y que hubieran
sido registradas antes de la fecha de promulgacion de la Ley
Nº 25.127"
Se interpreta que dichas denominaciones no pueden usarse
como parte de la marca ni aun en productos organicos
certificados.


BRASIL: PROHIBEN  ANTIBIOTICO EN ANIMALES PARA CONSUMO
HUMANO

O Ministerio da Agricultura, Pecuaria e Abastecimento
publica hoje, no Diario Oficial da União (DOU), portaria
proibindo a utilizacão, em todo o territorio nacional, do
grupo de nitrofuranos (antibioticos), na forma de
medicamentos em animais para consumo humano.


VINOS ORGANICOS ARGENTINOS A EUROPA Y USA

La cooperativa vitivinicola La Riojana inicio el
fraccionamiento de los primeros vinos organicos para
exportar bajo la marca Pircas Negras, en las variedades
torrontes y barbera. Seran despachados proximamente por la
empresa hacia los mercados de Belgica y los Estados Unidos.
La entidad, que nuclea a los principales productores de
vinos de la provincia cuyana, informo de que el programa de
exportacion de vinos organicos comenzo a implementarse en el
2000 , lo cual posiciono a la empresa como el principal
establecimiento exportador argentino en lo que se refiere a
la produccion y comercializacion de vinos organicos .


TECNOLOGIAS AMBIENTALES EN EL CHACO PARAGUAYO

La Iniciativa para la Investigacion y Transferencia de
Tecnologia Agraria Sostenible (INTTAS) gozaria de buena
aceptacion entre productores del campo. El proyecto, lanzado
en diciembre ultimo, con el apoyo de la fundacion suiza
AVINA y Fundacion para el Desarrollo Sustentable del Chaco
(FDSCH), cuenta con 65 microproyectos planificados, dias de
campo, charlas informativas y excursiones, para fomentar el
desarrollo sostenible.

Segun el encargado de prensa, Levi Hiebert, en los pocos
meses de su existencia, el proyecto INTTAS ya contacto con
numerosos productores pequenios, medianos y grandes, con los
cuales ya empezaron programas sencillos de experimentacion
en sus fincas. Grupos de estancieros contrataron tecnicos
para dirigir y organizar en las estancias diferentes ensayos
planificados. Se realizaron varios dias de campo, con
tecnicos y productores de las zonas del Chaco Central; se
organizo un viaje de estudio a Queensland, Australia, con 38
productores y tecnicos del Chaco, para conocer esta zona,
que confronta condiciones climaticas aun mas adversas que
las del Chaco.

Entre los diferentes programas se destaca la promocion del
pasto pangola, que segun el administrador de campo de
INTTAS, Dr. Albrecht Glatzle, es un pasto muy ventajoso para
el Chaco, pero que se debe plantar de mudas. INTTAS esta
llevando adelante ensayos para obtener semillas
comercializables de este pasto, para que el ganadero lo
pueda plantar con mayor facilidad en su finca.
''Por el corto tiempo de ejecucion del proyecto el impacto
todavia queda limitado. Sin embargo, tras las actividades
ofensivas de la iniciativa, INTTAS ya tiene cierto nivel de
publicidad. Muchos productores estan al tanto con el
programa y los objetivos del proyecto'', senialo Hiebert. Se
constataria tecnicamente un fortalecimiento para tecnologias
adaptadas y sostenibles como la implementacion de
leguminosas herbaceas, leucaena, media sombra y riego para
huertas caseras, renovacion de pasturas degradadas en vez
del desmonte de nuevas superficies y regeneracion dirigida
de arboles nativos, espontaneos en pasturas.

Los objetivos y programas de trabajo apuntan hacia un
equilibrio entre el progreso economico-productivo y las
exigencias y necesidades ambientales, debido a la fragilidad
del ecosistema chaquenio. Esto se quiere lograr con
experimentos y transferencia de tecnologias ambientalmente
adaptadas para toda la Region Occidental.


EL DESAFIO DE LAS PASTURAS "AMIGABLES"

El Ing. Agr. M. Sc. Milton Carambula investigador
especialista en pasturas del Instituto Nacional de
Investigaciones Agropecuarias (INIA Uruguay), dio a conocer
un informe sobre el manejo de pasturas en la ganaderia. El
estudio sostiene que los Mejoramientos de Campo se citan
como uno de los apoyos de mayor significancia en la busqueda
de nuevas tecnologias y elementos estrategicos conducentes a
lograr mejoras en aspectos productivos y economicos en la
ganaderia extensiva.

Los Mejoramientos de Campo tendrian que utilizar y conservar
no solo los insumos y recursos naturales, sino ademas
aplicar las medidas necesarias que aseguren el bienestar
animal. Ello les permitira transformarse en Mejoramientos de
campo "amigables" con el medio ambiente y con los productos
logrados, y por lo tanto con el consumidor. Para ello, la
ganaderia extensiva  deberia cambiar sin demoras y lo puede
hacer porque dispone de las herramientas para lograrlo. Al
respecto, los productores que cambien primero seran los que
empiecen a ganar mas y mas rapido. Por el contrario, los
productores que no cambien tendran serios problemas, aun
cuando mantengan el ritmo actual de produccion. En otras
palabras, la situacion esta entre la indiferencia y el
cambio.

Los Mejoramientos de Campo "amigables" permiten lograr,
simultaneamente, una destacable sustentabilidad y, a la vez,
los objetivos que hoy en dia resultan ineludibles y de
urgente solucion para los productores de las regiones de
ganaderia extensiva.
Dichos objetivos tienen por metas, por una parte, la mejor
calidad, mediante la creacion de un medio ambiente
"amigable" libre de insumos agresivos, y, por otra, la
maxima eficiencia en la produccion de forraje, mediante una
utilizacion ajustada de los recursos, buscando gastos
minimos. En funcion de lo dicho, el productor agropecuario
deberia acercarse lo mas pronto posible a lo que exige el
mercado internacional: productos libres de sustancias
contaminadas, que sean trazables, y que hayan sido obtenidos
a traves de un proceso "amigable" con los factores
ambientales.

La calidad comprende varios atributos, entre los cuales ser
libres de sustancias contaminantes resulta de primerisimo
valor y permite la evolucion de los productos a ser
catalogados como productos ecologicos, naturales, organicos,
etc.

Las ventajas que ofrecen a los productores los Mejoramientos
de Campo "amigables"  definidos por el autor se resumen asi:
Mas que minimos recursos utilizados, mayor eficiencia.
Mas que maximos rendimientos, mayor rentabilidad.
Mas que minimos inconvenientes, mayor seguridad.
Mas que maximas cantidades, mayor calidad.
Mas que maxima oferta, mayor competitividad.

El objetivo es ir preparando el medio ambiente para
favorecer un cambio progresivo, mediante la utilizacion de
pasturas en transicion, hacia incrementos en persistencia
productiva y libres de sustancias contaminantes. Pero los
Mejoramientos de Campo "amigables"  son solo uno de los
eslabones de la cadena agroindustrial para producir carne
ecologica. Esta sera tanto mas competitiva cuanto mas
perfeccionadas sean las tecnologias aplicadas y mas alto el
valor que se le agregue en cada uno de los eslabones. De
esta forma, el valor agregado del producto final sera la
sumatoria de los valores agregados de cada uno de los
segmentos de la produccion en marcha.

Son muchos los ejemplos a nivel mundial de cadenas
alimentarias en crisis por no haber concretado la
reconversion necesaria para hacer competitivos sus
productos.

Entre las metodologias e insumos que conducen a disponer de
Mejoramientos de Campo "amigables" exitosos y factores de
calidad a adoptar, se indican metodos de acondicionamiento
del tapiz vegetal con minimas interferencias sobre el mismo,
no reemplazar la vegetacion original, sino que solo
modificarla. Herbicidas de contacto no residuales que
detienen momentaneamente el crecimiento del tapiz y
herbicidas sistemicos no residuales que aplicados con soga o
alfombra controlan las malezas por diferente altura y no
afectan las especies residentes. Herbicidas respetuosos no
solo con el medio ambiente sino tambien con el productor
agropecuario y particularmente con el operario que las
aplica.

Se debe evitar el uso de fertilizantes contaminantes como
los superfosfatos simples, triples y concentrados. Ante esta
situacion, y dado que las plantulas de las leguminosas y los
rizobios requieren dosis altas de fosforo soluble en la
implantacion, se deberian tomar los recaudos mas adecuados
con otras fuentes de fosforo.

Para la implantacion y las refertilizaciones, usar como
fuente de fosforo a las fosforitas, que no son contaminantes
y son mas eficientes en los suelos acidos, que ocupan la
mayoria del area ganadera extensiva del pais. En suelos
menos acidos, utilizar dosis mas altas de fosforitas que las
que se recomiendan para superfosfato.

Se debe evitar el uso de urea, por ser contaminante del
medio ambiente. Sin embargo, para favorecer la implantacion
de las gramineas, es posible usarlo, pero la pastura
perderia su calidad de "amigable" por un anio. Aspecto que
no es vital ya que durante el primer anio debe primar,
indiscutiblemente, el mejor manejo para la implantacion
sobre la utilizacion para las producciones animales.
Cultivares nacionales o introducidos, siempre que sean de
reconocida y prolongada validacion, rusticos y versatiles.
No sembrar cultivares geneticamente modificados.

Metodos de siembra algo trabajosos pero de gran eficiencia,
concentrando el fertilizante y las semillas a chorrillo, en
bandas o en surcos ubicados a distancias convencionales
cercanas, tanto en las siembras en cobertura como en las
realizadas con minimo laboreo previo.

La epoca de siembra es optima cuando se considera la gran
incidencia que tiene particularmente la humedad que ofrece
el medio ambiente, la fertilizacion inicial y la densidad de
siembra, estas ultimas decididas previamente por el
productor. Poner especial atencion en que las condiciones de
humedad y temperatura sean favorables, para una rapida
germinacion y un rapido anclaje de plantulas.

Entre los factores a descartar se encuentran metodos de
acondicionamiento del tapiz con remociones importantes del
suelo y/o con destruccion vegetal residente, herbicidas
sistematicos no selectivos y residuales que normalmente
alteran desfavorablemente la composicion botanica del tapiz
o lo destruyen completamente, siendo ademas muy agresivos
con el medio ambiente, en un todo. Herbicidas residuales que
contaminan el medio ambiente al permanecer en el suelo por
periodos prolongados de tiempo, por lo que resultan ser
toxicos para los cultivos subsiguientes, y aquellos de alta
toxicidad para quienes los aplican.

Se descartan tambien los fertilizantes contaminantes que
afectan la reaccion quimica de los suelos y por lo tanto la
vida de las plantas y de los microorganismos. El
superfosfato y la urea aplicados por mucho tiempo acidifican
los suelos, la urea, ademas, contamina las aguas. Tambien se
descarta usar como fuente de fosforo al superfosfato y de
nitrogeno a la urea, en aplicaciones altas por tiempo
prolongado. Ademas, su fabricacion contamina el medio
ambiente.

Algunas veces, las necesidades de nitrogeno para elevar la
produccion de forraje de los mejoramientos que presentan las
poblaciones bajas de leguminosas son cubiertas por la urea,
sin tenerse en cuenta la forma mas economica y menos
agresiva es cubrir los requerimientos por este nutriente,
tanto de las plantas forrajeras como de los animales,
mediante la siembra asociada con leguminosas lograda por una
resiembra oportuna.

Finalmente, se desestimula el uso de cultivares introducidos
al pais de poca tradicion y con exigencias especificas en
habitats y manejos. Muchas veces se enfrentan riesgos
inutiles utilizando cultivares nuevos por novedad o por
desconocimiento.


RECURSOS

CONFERENCIA ELECTRONICA SOBRE PRODUCCION ORGANICA DE BOVINOS
- A primeira Conferência Virtual Global sobre Producão
Orgânica de Bovinos de Corte sera realizada de 2 de setembro
a 15 de outubro deste ano. De acordo com o site da Embrapa
Gado de Corte, unidade de Campo Grande, o objetivo sera a
troca de informacões, a integracão de centros de pesquisas
reconhecidos por suas experiências na area e tambem por
promover o desenvolvimento da comunidade cientifica
internacional. A inscricão e gratis e pode ser feita pelo
site da Embrapa http://www.cpap.embrapa.br

MODERNAS TECNOLOGIAS Y TRANSNACIONALIZACION EN LA CRISIS
ARGENTINA - En el sitio web sobre globalizacion que coordina
CLAES se encuentra disponible un interesante articulo de J.
Rulli, del Grupo de Reflexion Rural de Argentina, sobre las
relaciones del modelo agropecuario en ese pais y su crisis
economica y social. Disponible en www.globalizacion.org


-----------------------------------------------------
El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados del
MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editores
Gerardo Evia y Eduardo Gudynas; asistente Cecilia Castilla.
Apoyo de la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Para darse de baja de la lista, envie un mensaje en blanco
a: agromsur-unsubscribe@egroups.com
Los editores NO atienden pedidos de cambio de direccion
electronica; debera darse de baja de su viejo e-mail y
volver a subscribirse por la nueva direccion.
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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social
Montevideo, Uruguay
www.ambiental.net/claes

#40 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mié, 1 de May, 2002 1:15 am
Asunto: Boletin No 40, abril 2002
claesuy66
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
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       No. 40, Abril 30, 2002

CONTENIDO

      - CONVENCION DE LA DIVERSIDAD BIOLOGICA
      - CONTINUA LA EXPANSION DE LOS PRODUCTOS ORGANICOS
      - TRANSGENICOS EN BRASIL: PANORAMA COMPLEJO
      - CHINA PONE PLAZO A LA SOJA DE BRASIL
      - JUSTICIA AUTORIZA COSECHA DE SOJA TRANSGENICA
      - MONSANTO PONE EN PELIGRO EXPORTACIONES ARGENTINAS DE MAIZ
      - GRAVE ESTADO DE LOS BOSQUES PRIMARIOS DEL PLANETA
      - EMBRAPA ADMITE CRECIMIENTO DE TRANSGENICOS
      - MANDIOCA: PRESERVACION DE PATRIMONIO GENETICO
      - ARGENTINA: CARNE CONVENCIONAL A  ORGANICA
      - CONTAMINACION DE CRIADEROS DE CERDOS
      - INDICADORES EN DESARROLLO SUSTENTABLE
      - CURSOS
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CONVENCION DE LA DIVERSIDAD BIOLOGICA

Culmino en La Haya la reciente reunion de las partes que
integran la Convencion de la Diversidad Biologica. Se volvieron
a revivir tensas negociaciones, llegando incluso a poner en
suspenso la conclusion de la conferencia. La evaluacion de la
reunion es controvertida, ya que mientras algunos sostienen que
se dieron importantes avances especialmente en la aprobacion de
normas voluntarias sobre recursos geneticos y un programa de
proteccion de bosques, para otros, los resultados fueron
insuficientes, especialmente en la proteccion de los bosques
primarios. En nuestra web incluimos un resumen de los
resultados: www.ambiental.net Ademas, incluimos la intervencion
de Rigoberta Menchu, premio Nobel de la Paz, ante el plenario de
los delegados en la convencion.


ORGANICOS CONTINUAN SU EXPANSION

Cada vez mais grupos de consumidores têm se preocupado com
questões ligadas à seguranca de alimentos e, mais do que isso,
valorizado aspectos como producão sustentavel, ecologica e
socialmente correta. Com isso, o mercado de produtos orgânicos
tem se mostrado um dos mais promissores no setor de alimentos,
apresentando altas taxas de crescimento na última decada.

Dados do Centro Internacional de Comercio (ITC) mostram que o
mercado mundial de orgânicos tem crescido a uma taxa media de
22,5% ao ano. As estimativas indicam que as vendas totais
atingiram US$ 24 bilhões em 2001. Acompanhando este movimento, a
producão orgânica no Brasil tambem tem crescido rapidamente,
saltando de US$ 90 milhões em 1998 para US$ 150 milhões em 1999.
A maior parte da producão e destinada para exportacão. O mercado
interno absorveu menos de 15% deste total. Estimativas do BNDES
indicam que, atualmente, o valor de mercado da producão
brasileira de orgânicos ja esteja entre US$ 220 milhões e US$
300 milhões.

O maior interesse por orgânicos tem sido impulsionado em grande
parte pelas inúmeras crises ligadas à seguranca do alimento,
como a crise da vaca louca, alem da falta de informacão e a
conseqüente polêmica em torno dos alimentos geneticamente
modificados. Ou seja, reagindo a essas dúvidas, muitos
consumidores buscam nos orgânicos uma alternativa de alimentacão
segura, mesmo sem saber exatamente o que eles significam. A
midia internacional contribuiu para esse movimento, dando grande
destaque ao tema.

As altas taxas de crescimento e os precos remuneradores permitem
que o mercado comporte novos produtores e que mesmo os
produtores menos eficientes permanecam operando. Mas o proprio
crescimento da oferta implica reducão das margens, tornando cada
vez mais importantes os ganhos de eficiência e a criacão de
possiveis acordos entre pequenos produtores. Isso fica ainda
mais evidente se considerarmos a entrada de grandes produtores,
com elevado volume de recursos para pesquisa e desenvolvimento e
melhores condicões de negociacão.

Se a falta de informacão contribuiu para o rapido crescimento do
mercado de orgânicos, por outro lado isso e um problema da
cadeia produtiva. Isso porque os atributos de qualidade dos
produtos orgânicos não podem ser identificados por simples
observacão - na hora da compra, o consumidor não consegue
distinguir o orgânico do produto convencional. Por isso, num
mercado como este e fundamental a existência de instituicões
confiaveis, com regras de certificacão.

No Brasil ha varias entidades certificadoras, como o IBD, que
tem reconhecimento de entidades internacionais, como a Ifoam.
Mas por causa dos custos de certificacão e da elevada
participacão dos pequenos produtores na agricultura orgânica,
tem sido comum a adocão da certificacão alternativa, fornecida
por associacões de produtores ou organizacões que reúnem
produtores e consumidores.

Esta opcão, apesar de ter um custo menor, não tem o
reconhecimento internacional, o que elimina a possibilidade de
exportacão. Alem disso, o sucesso do mercado de orgânicos atrai
novos competidores, e com eles possiveis oportunistas. Com isso,
esses mecanismos informais de controle tornam-se menos
eficientes. E como confianca e chave neste mercado, o seu
crescimento pode ser afetado se forem freqüentes os casos de
problemas com qualidade.


TRANSGENICOS EN BRASIL: PANORAMA COMPLEJO

La situacion de los transgenicos en Brasil y particularmente de
la soja, que constituye uno de los principales rubros de
exportacion de ese pais, es compleja tanto desde el punto de
vista de las implicancias comerciales para el pais, asi como del
punto de vista reglamentario e institucional.

En efecto complicados conflictos judiciales y administrativos en
torno a la aprobacion o no de la soja Round up Ready, que se
arrastran desde hace varios anios se han visto sobrepasados por
la realidad de la introduccion de esas variedades al pais aun
que dicha conflictiva no ha sido aun dilucidada. Hasta no hace
mucho la existencia de plantaciones comerciales de variedades
transgenicas se manejaba en la discusion publica a nivel de
trascendidos mas o menos fundados pero esa situacion se vio
superada por una realidad que evidencia que a pesar del
conflicto institucional los transgenicos ya estan en Brasil.
Ejemplo de ello son las notas que presentamos mas abajo.


CHINA PONE PLAZO A LA SOJA DE BRASIL

Governo chinês adia para 20 de dezembro a implementacão das
regras que exigem certificacão e exportacão brasileira esta
paralisada desde 21 de marco. O Brasil não tera mais que
apresentar certificacão oficial sobre as caracteristicas
geneticas da soja exportada para a China, informando se o
produto e convencional ou geneticamente modificado. O diretor do
Departamento de Defesa e Inspecão Vegetal do Ministerio da
Agricultura, Odilson Ribeiro, informou, ontem, que o governo
chinês adiou para 20 de dezembro a implementacão das regras que
exigiam certificado de seguranca para a entrada do grão naquele
pais.

Ribeiro chefiou a missão tecnica que negociou a reabertura de
mercado para a soja brasileira em Pequim a partir do dia 30 de
marco. O grupo retornou ao Brasil na sexta-feira passada. A
China tambem se comprometeu a não criar problemas caso haja
contaminacão do produto exportado por variedade transgênica,
desde que esta seja procedente da soja resistente ao herbicida
Roundup Ready, da fabricante americana Monsanto.
Gracas à prorrogacão das medidas, o diretor prevê a normalizacão
dos embarques de soja para a China a partir da proxima semana.
As exportacões estavam paralisadas desde o dia 21 de marco, de
acordo com informa;cões do Correio do Povo. O Brasil embarca
cerca de 20% de sua producão de soja em grão para a China. Em
2001, a venda de 3,192 milhões de toneladas gerou receita de 537
milhões de dolares ao pais.

Segundo Ribeiro, o Ministerio da Agricultura quer debater com a
cadeia produtiva da soja, ainda em maio, a adocão de regras para
certificacão de produtos cultivados no Brasil de forma
convencional. 'A ideia e ter, no futuro, a certificacão para os
produtos orgânico, convencional e transgênico, concedida por
empresas certificadoras habilitadas pelo ministerio'. O governo
espera que ate dezembro a Justica Federal defina a questão do
cultivo de transgênicos no pais. 'Os maiores problemas estarão
na area de logistica, como armazenagem e transporte', antecipou
Ribeiro.


JUSTICIA AUTORIZA A PRODUCTORES COSECHA DE SOJA TRANSGENICA

Dois agricultores de Campo Erê, no oeste catarinense,
conseguiram autorizacão da justica para colher lavouras de soja
transgênica que estavam interditadas em suas propriedades. A
decisão do juiz Marcelo Ponz Meirelles, no entanto, não
significa a liberacão do produto para venda. Os grãos -
aproximadamente mil sacas que foram cultivadas em 50 hectares -
serão retirados do campo, ensacados e guardados na propriedade
de uma terceira pessoa, que não tenha envolvimento com os
proprietarios das plantacões, ate que haja uma decisão final do
caso.

Isso porque os agricultores garantem que não plantavam soja
modificada e querem novos exames no produto que cultivavam.
Segundo eles, as novas analises derrubarão o parecer da
Companhia Integrada de Desenvolvimento Agricola de Santa
Catarina (Cidasc), que detectou as alteracões que resultaram na
interdicão das safras.

`Não vamos recorrer da decisão porque ela não muda em nada o
andamento do processo. Em vez de ficar interditada no campo, a
soja estara interditada em um armazem`, diz o promotor de
justica do Ministerio Publico em Campo Erê, Alexandre Muniz.
`Alem disso, se a justica determinar a destruicão do produto, o
trabalho ficara ate mais facil, ja que os grãos estão
ensacados`.

Mas o mais importante para o Ministerio Publico, diz, e
preparar-se para a proxima safra. `O problema e que não sabemos
de onde vem o produto. Por isso, precisaremos montar uma
estrutura que possibilite a troca de informacões entre
diferentes comarcas. Assim, talvez, alcancemos os responsaveis
pelos transgênicos`.

Enquanto não chegam aos responsaveis pelos grãos alterados
geneticamente, os procuradores vêem as safras de transgênicos
espalharem-se. Seguindo principalmente denuncias anônimas, de
fevereiro para ca encontraram soja alterada em Campo Erê, São
Lourenco, Ponte Serrada, Dionisio Cerqueira e São Jose dos
Cedros. `O problema e que acreditamos haver muito mais areas
cultivadas com grãos modificados no estado. As dificuldades de
identificacão do produto e que nos atrapalham`.

Ha três leis que impedem o cultivo de transgênicos em Santa
Catarina. Duas são federais: a 8.974, que estabelece normas para
o uso das tecnicas de engenharia genetica e liberacão no meio
ambiente de organismos modificados e o Codigo de Defesa do
Consumidor. A outra, estadual, veda o cultivo comercial e a
comercializacão de produtos alterados geneticamente.


EMBRAPA ADMITE CRECIMIENTO DE TRANSGENICOS

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria (Embrapa) admite o
crescimento do numero de produtores que plantam transgênicos no
Estado (Rio Grande do Sul). O agrônomo Benami Bacaltchuk, chefe-
geral da Embrapa Trigo, de Passo Fundo, revelou que cerca de 70%
das propriedades cultivam ate 40% das areas com soja
geneticamente modificada – 1,3 milhão de hectares. Bacaltchuk
acredita que os transgênicos (que têm o cultivo comercial
proibido pela Justica no Brasil) podem ser encontrados em todos
os municipios gauchos, porque os produtores misturam as
variedades na armazenagem.

Quando você mistura, tudo fica transgênico – salienta. O
agrônomo faz um alerta: as sementes contrabandeadas da Argentina
podem introduzir doencas desconhecidas no Estado. O que hoje e
considerado lucro (pela suposta reducão de custos dos
transgênicos), podera se transformar em prejuizo. Preocupados,
os produtores de sementes denunciaram o fato ao ministerio e à
secretaria da Agricultura no final do ano passado, logo depois
de perceberem a drastica queda na venda de sementes em
estabelecimentos credenciados. Efraim Fischmann, ex-presidente
da Associacão de Produtores de Sementes do Estado (Apassul), diz
que nos ultimos dois anos o numero de produtores de sementes
caiu de 300 para 100, e a venda de sementes certificadas foi
reduzida em 46%. A estimativa e de que 90% dos produtores
gauchos cultivem transgênicos, com 55% das sementes produzidas
nas propriedades.

Na região norte do Rio Grande do Sul, os produtores conheceram a
soja transgência ha cerca de três anos. Os comerciantes vendiam
direto nas propriedades as sementes contrabandeadas da
Argentina, com precos ate cinco vezes mais altos que os das
sementes brasileiras certificadas.
Eu comprei a primeira vez para experimentar. Planto so 50% da
area com transgênicos. Se me descobrirem, não perco tudo –
revela o agricultor R.S., de Erechim, que prefere não se
identificar. Fonte: Zero Hora.


MONSANTO PONE EN PELIGRO LAS EXPORTACIONES ARGENTINAS DE MAIZ

Un reciente comunicado de Greenpeace advirtio que en un
supermercado en Suiza, se confiscaron miles de cajas de polenta
elaborada con maiz transgenico no autorizado para consumo humano
procedente de la Argentina. La variedad transgenica detectada es
el maiz transgenico Roundup Ready GA 21 patentada por  Monsanto.
Esta variedad no ha sido aprobada para consumo humano ni esta
permitida su comercializacion en Europa o la Argentina. En
Suiza, los activistas de Greenpeace empaquetaron el maiz en una
gigantesca "encomienda" para ser devuelta a Monsanto Argentina,
y reclamaron una conclusion a la investigacion iniciada en mayo
de 2001 por la Secretaria de Agricultura luego de una denuncia
de Greenpeace Argentina.

"Monsanto, el nuevo dictador de la comida, esta deliberadamente
poniendo en riesgo las exportaciones argentinas, mientras sigue
el curso de su estrategia global: la contaminacion genetica.
Este escandalo confirma nuestras investigaciones del año pasado
en la Argentina, que indico la existencia de plantaciones
ilegales de maiz RR GA 21 de Monsanto en las provincias de
Buenos Aires, Santa Fe y Cordoba", dijo Emiliano Ezcurra,
coordinador de la campaña de biodiversidad de Greenpeace
Argentina.


GRAVE ESTADO DE LOS BOSQUES PRIMARIOS DEL PLANETA

El World Resouces Institute dio a conocer semanas atras un
informe sobre el estado de los bosques primarios del mundo. El
WRI indica que actualmente permanece un 40% intacto, pero que al
ritmo actual de destruccion, se perderan todos los bosques
originales en unos 20 anios. El informe cubre los bosques de
Rúsia, Indonesia, Chile, Venezuela, America do Norte y Africa
Central. Una de las sorpresas fue que la Taiga (Rusia) esta en
un estado mucho mas deteriorado de lo que se suponia; las nuevas
imagenes de satelites muestran que apenas permanece intocado el
26% (289 millones de has). En nuestra region, el informe indica
que en Chile se observan las mayores presiones sobre los bosques
de alerce y araucaria; las areas primarias que permanecen en
buena medida estan a salvo por el aislamiento y las dificultades
en el acceso de los emprendedores economicos. Por lo menos la
mitad de los bosques costeros chilenos ya han desaparecido. (Red
Sevmel).


MANDIOCA: LLAMADO POR LA PRESERVACION DE PATRIMONIO GENETICO

por Nagib Nassar

Apelo pela preservacão de um patrimônio biologico do Brasil e da
humanidade: a mandioca silvestre  A mandioca e a cultura mais
importante para os brasileiro e os povos dos tropicos umidos.
Calcula se que mais de 900 milhões de pessoas sobrevivem gracas
a ela na America sul, America Central, Africa e Asia.

A mandioca teve origem no Brasil e daqui foi difundida pelos
portugueses para os demais paises do mundo. Seus especies
silvestres nativas do Brasil são fonte de valorosos gens, que eu
pude usar para melhorar a producão de variedades com alto
conteudo de proteinas, alta produtividade, com tolerância à seca
e outras condicões adversas.
Infelizmente, tais especies estão ameacadas de extincão por
causa da destruicão de seus habitats naturais.

Nos ultimos anos, constatou-se a extincão de mais de 10 especies
silvestres nativas do Brasil e do Mexico, do total reconhecido
de 98 especies do gênero. Uma das especies ja extinta em seu
habitat natural era conhecida pelo alta conteudo de proteinas,
ate sete vezes superior ao da mandioca comum. A agonia da
cultura não se limita à extincão das especies silvestres. Ela
tambem ameaca a unica colecão viva destas especies existente
hoje no mundo todo, que eu tive oportunidade de criar na UnB em
1979.

Varias especies estão morrendo. A colecão viva, que tem mais de
1200 introducões e ocupa mais de 2 hectares, conta apenas com um
trabalhador que passa todo tempo correndo para limpar as ervas
daninha invasoras e vendo com tristeza as plantas morrendo por
falta de adubo e protecão.

Faco um apelo ao CNPq e à Embrapa para que ajudem a manter este
patrimônio do Brasil e da humanidade. Para mais informacões, o
leitor deve consultar meu trabalho sobre esta questão: 'Advances
in Agronomy', vol 69, pp. 169- 230 (1999), capitulos intitulados
'Cassava genetic resources: Their collection, evaluation and
manipulastion'. Ver tambem detalhas sobre especies ja extintas
ou ameacadas de extincão em meu artigo em 'Diversity', vol.
16:21-23 (2000), com o tiutulo: 'Keeping options alive: A case
for averting the extinction of wild cassava in South and Central
America'.


ARGENTINA: CARNE CONVENCIONAL A  ORGANICA

Las posibilidades de pasar de un sistema ganadero convencional a
uno ecologico sin alterar los niveles de produccion fue
analizada por tecnicos de las estaciones experimentales que
tiene el Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuaria (INTA) en
General Villegas y Balcarce. En reciente encuentro se indico que
"las condiciones agroecologicas y de produccion genuinas brindan
a la Argentina un gran potencial como proveedor del mercado
mundial de alimentos organicos, que crece permanentemente
impulsado por las pautas de consumo de los paises
desarrollados".


PROGRAMA PARA REDUCIR CONTAMINACION DE CRIADEROS DE CERDOS

Segundo informou o jornal Correio do Povo, o Ministerio do Meio
Ambiente (MMA) esta implantando programas para resolver os
problemas ambientais causados pela suinocultura nos três estados
da região Sul, que possuem 14,3 milhões de cabecas. O Brasil e o
sexto produtor de suinos, com rebanho de 30 milhões de suinos,
resultando em milhares de toneladas de dejetos. Serão investidos
nestes estados 19,6 milhões de dolares nos proximos três anos,
sendo 13 milhões do MMA e 6,5 milhões de contrapartida.

Em Florianopolis (SC), o ministro do Meio Ambiente, Jose Carlos
Carvalho, e o governador Esperidião Amin assinaram convênio no
valor de 4,5 milhões de dolares para o programa que busca
solucões no tratamento da contaminacão ambiental por residuos da
suinocultura. 'Estimularemos o uso de tecnologias desenvolvidas
pela Embrapa para tratar dos efluentes. Os dejetos serão
transformados em adubo orgânico, mostrando que e possivel lidar
com o meio ambiente de forma sustentavel', afirmou o ministro.

O programa sera executado pela Embrapa durante três anos,
prevendo investimentos de 2,94 milhões de dolares oriundos do
Programa Nacional do Meio Ambiente (PNMA II) e 1,53 milhão do
estado. Para implantacão do projeto foram selecionadas areas de
suinocultura com comprometimento dos recursos naturais. A meta e
alcancar a reducão do volume de dejetos com a diminuicão do
consumo de agua nas pocilgas, na conversão de sistemas de
criacão e pelo desvio de aguas pluviais nos sistemas de
armazenagem de dejetos, que serão utilizados como fertilizante.

No RS, a Fepam esta desenvolvendo um projeto piloto em Santa
Rosa que faz parte do PNMA II, com o objetivo de testar novas
tecnologias para a criacão de suinos. A area deve servir de base
para estudos de reducão da poluicão na suinocultura, que depois
serão repassados para todo o Estado.


RECURSOS EN INTERNET

INDICADORES EN DESARROLLO SUSTENTABLE - En nuestra pagina web
incluimos un reciente articulo de Gerardo Evia, analizando el
indice de desarrollo sustentable presentado en el Foro Economico
de Davo. El nuevo indicador ha generado una amplia polemica por
las posiciones que ocupan algunas paises. Vea el articulo
completo en www.ambiental.net


CURSOS

AGROECOLOGIA Y AGROFORESTERIA TROPICAL - Curso organizado por el
Centro Agronomico Tropical de Investigacion y Enseñanza (CATIE),
Costa Rica y la Universidad de California, Santa Cruz (UCSC),
E.U.A. Se realizara del 15 al 28 de julio del 2002 en el CATIE,
Turrialba, Costa Rica.  La fecha limite de inscripciones es el 1
de mayo de esta gestion.  Existe un proceso de aplicacion luego
de la inscripcion, para los que deseen participar del mismo.
Informaciones: Ernesto Mendez (vemendez@...) o por
fax al (503) 228-6537 - www.agroecology.org/shortcourses.htm

AGROECOLOGIA Y DESARROLLO RURAL SOSTENIBLE - IV promocion de la
Maestria en Agroecologia y Desarrollo Rural Sostenible. La
maestria apunta al manejo de recursos naturales, analisis,
planificacion y gestion de acciones agroecologicas sostenibles,
a escala regional, nacional, departamental y local/municipal,
diseño, implementacion y evaluacion de politicas públicas para
el desarrollo agropecuario y el desarrollo rural, asimismo en
la formulacion de planes, programas y proyectos en el ambito
público y privado. Informaciones M.Sc. Jorge Albarracin -
  cides@... - www.umsanet.edu.bo/org/cides


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editores Gerardo Evia y Eduardo Gudynas;
asistente Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Para darse de baja de la lista, envie un mensaje en blanco a:
agromsur-unsubscribe@egroups.com
Los editores NO atienden pedidos de cambio de direccion
electronica; debera darse de baja de su viejo e-mail y
volver a subscribirse por la nueva direccion.
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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social
Montevideo, Uruguay
www.ambiental.net/claes

#39 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Dom, 31 de Mar, 2002 11:29 pm
Asunto: Boletin No 39, marzo 2002
claesuy66
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
--------------------------------------------------
Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
+ + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + +
No. 39, Marzo 31, 2002

CONTENIDO

   + BRASIL: PREOCUPA SOJA TRANSGENICA NO AUTORIZADA
   + URUGUAY: MAIZ CON CERTIFICADO LIBRE DE OGM
   + CONTROL DE ACCESO AL GENOMA DEL ARROZ
   + NUEVO BOLETIN DE CLAES EN TEMAS AMAZONICOS
   + CERTIFICACION DE CALIDAD DE LOS ALIMENTOS EN AMERICA LATINA
   + ENCUENTRO SOBRE INVESTIGACION EN AGROECOLOGIA
   + POLITICAS ECONOMICAS Y SEGURIDAD ALIMENTARIA
   + NOTICIAS
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BRASIL: SOJA TRANSGENICA NO AUTORIZADA PREOCUPA A VARIOS NIVELES

Apesar da proibicão, muitos produtores brasileiros ja optaram
pelo cultivo da soja modificada que e utilizada pelos
concorrentes internacionais. Segundo levantamento da Associacão
Brasileira de Sementes (Abrasem), os agricultores gauchos (Rio
Grande do Sul) tem cerca de 2 milhões de hectares de soja
transgenica, o que representa 70% do total da area do grão
cultivada no estado.

A estimativa e que em todo o Brasil, entre 2,8 milhões e 2,9
milhões de hectares são cultivados com soja transgenica. Esse
tipo de cultivo esta presente tambem em Santa Catarina, Parana,
Minas Gerais, Bahia e Maranhão, de acordo com informacões da
Gazeta do Parana. O motivo de muitos produtores terem abandonado
o cultivo da soja tradicional e migrado para a geneticamente
modificada e o custo de producão.

De acordo com estudo feito por algumas prefeituras gauchas, o
custo do herbicida por hectare plantado com o grão convencional
e de US$ 66. Ja para o produto transgenico, esse valor cai para
US$ 22. Essa diferenca de despesas que atraem o produtor para a
lavoura transgenica. Em contrapartida, os mercados que dão
preferencia a soja natural, Europa, por exemplo, o que vinha se
constituindo numa vantagem competitiva para a soja brasileira,
comecam a temer pela origem do produto e tambem a exigir a
rastreabilidade do produto. Por esta razão, a posicão da
Federacão da Agricultura do Parana e de que os produtores evitem
o produto transgenico.

Relatorio da Comissão de Defesa do Consumidor e do Meio Ambiente
da Câmara dos Deputados apresentado este mes mostra que o Brasil
praticamente não fiscaliza as plantacões irregulares de soja
geneticamente modificada, que crescem a cada dia.

Estima-se que, nos estados do sul do pais, o plantio ilegal
varie de 25% a 30% da producão, o que podera causar problemas
com os maiores importadores do produto  Europa e Asia  que
rejeitam os transgenicos. O relatorio mostra que os tres
ministerios que deveriam cuidar do problema (Agricultura, Meio
Ambiente e Saude) não tem mão-de-obra especializada, recursos
financeiros e vontade politica para tratar da questão.

'No que se refere aos plantios ilegais, julgamos que o
Ministerio da Agricultura tem sido omisso e atuado de forma
absolutamente deficiente para coibir ou diminuir a magnitude do
problema. Tem atuado apenas mediante denuncia, não tendo
estabelecido um programa de fiscalizacão centrado na vontade
politica de coibir os plantios ilegais', diz o relatorio.

O documento mostra ainda que a comercializacão da soja
transgenica  tambem proibida por lei  tampouco e coibida.
'Caberia ao orgão fiscalizador da saude organizar-se para
impedir a comercializacão desses produtos.

Entretanto, a ideia de que 'isso não e tão grave', que perpassa
a maioria dos orgãos do poder executivo, faz com que a
fiscalizacão aja apenas nos casos denunciados.' O relatorio
aponta tambem a necessidade de se criar uma politica nacional de
biosseguranca antes da aprovacão da lei que libera o plantio e a
comercializacão da soja modificada.

'Não ha comprovacão de que a soja transgenica faca mal a saude,
mas o que esta em discussão e que precisamos ter normas para
acompanhar a introducão desse e de outros produtos geneticamente
modificados no mercado. Se liberarmos a soja sem isso, abre-se
um precedente para que se libere uma serie de outros produtos
que podem causar problemas', avaliou o pesquisador Silvio Valle,
coordenador dos cursos de biosseguranca da Fiocruz.

Estudo de Ralf Karly, da PUC Parana, levanta ainda outra
questão: a soja transgenica não necessariamente baixaria os
custos da producão. Em geral, o valor das sementes modificadas e
29% mais alto, mas o gasto com os herbicidas seria 39% menor, o
que compensaria a introducão dos transgenicos. O estudo de Karly
mostra, no entanto, que, no Brasil, a soja transgenica e ate
100% mais cara que a tradicional e o custo do herbicida e apenas
10% menor.

'Os grandes mercados compradores de soja do Brasil não aceitam a
soja transgenica. Por não plantarmos soja modificada, temos
grande vantagem em relacão aos EUA e a Argentina. Por que vamos
nos arriscar a perder esse mercado, pergunta o engenheiro
agrônomo paranaense Luiz Carlos Balcewicz.

'Isso sem falar no mercado de carne de frango e boi. Se esses
animais forem alimentados com grãos transgenicos, podem não ser
aceitos em alguns paises', acrescentou.

Professor de genetica da Universidade Federal de Santa Catarina,
Rubens Onofre Nodario acredita que, ja a partir deste ano
teremos problemas de rejeicão da safra. De acordo com ele,
estima-se que um terco da soja do Rio Grande do Sul e de
transgenicos. 'Em 2001, a Europa estabeleceu normas rigidas: no
maximo 1% da safra pode ser transgenica. Algumas cargas vão
retornar', diz Nodario.


URUGUAY: MAIZ CON CERTIFICADO LIBRE DE OGM

Uruguay estara en condiciones de exportar por primera vez maiz
con certificacion de identidad preservada. Efectivamente una
prestigiosa firma Certificadora Internacional viene realizando
el seguimiento de areas de cultivo de maiz con la finalidad de
certificar el caracter de no transgenico de maiz con destino a
la exportacion. Las estimaciones indican que se dispondra de
quince mil toneladas a partir de la proxima cosecha las que
seran destinadas a la exportacion.

Es interesante destacar que oficialmente en Uruguay aun no se ha
liberado la utilizacion de maices transgenicos con fines
comerciales, sin embargo los mercados igual requieren la
certificacion de identidad preservada "libre de OGM" para
satisfacer la demanda de los consumidores que desconfian de las
capacidades reguladoras de los paises en aspectos de seguridad
alimentaria. Se esperan obtener sobreprecios interesantes de
esta operativa y sobre todo consolidar una interesante corriente
comercial hacia el futuro a traves de este tipo de
diferenciacion.


CONTROL DE ACCESO AL GENOMA DEL ARROZ

En la gaceta de la sociedad brasilenia de ciencia e
investigacion se destaca una nota referida a la preocupacion de
los cientificos por un acuerdo que permitiria a una
multinacional controlar quienes tendrian acceso a la secuencia
genetica completa del arroz. Dada la trascendencia que dicho
cultivo posee para los paises del Mercosur, tanto desde el punto
de vista productivo como de la seguridad alimentaria de los
paises que lo integran transcribimos dicha nota.

Vinte grandes geneticistas estão protestando contra um acordo
que permitira a uma multinacional controlar quem tera acesso a
sequencia genetica completa do arroz, a planta mais importante
no mundo subdesenvolvido.

Os cientistas, que incluem os Premios Nobel britânicos Paul
Nurse e Aaron Klug, estão em armas contra um plano para
trancafiar o genoma do arroz numa base de dados privada em vez
de publica-lo na literatura aberta.

Eles escreveram ao corpo editorial da revista cientifica
americana 'Science'(www.sciencemag.org) para reclamar do acordo
entre a publicacão e a Syngenta, companhia agroquimica com sede
na Suica que quer guardar as informacões sobre a sequencia no
seu banco de dados comercial. 'Se acontecer, sera uma ameaca
muito seria a pesquisa genômica', escreveram os cientistas.

A Syngenta anunciou em 2001 que havia completado um rascunho do
mapa genetico do arroz. Agora, quer publicar o mapa final na
Science e, assim, garantir a primazia cientifica que acompanha
as publicacões numa revista de prestigio. No entanto, a
'Science' e a Syngenta chegaram a um acordo que permite a
companhia reter os dados brutos efetivamente, a sequencia de DNA
do arroz  para que possa depositar a informacão num banco de
dados controlado pela companhia.

A carta a Science e assinada por alguns dos mais proeminentes
especialistas no campo da genetica, como Bob Waterston (
Universidade de Washington em St. Louis), David Botstein
(Universidade da California), Michael Ashburner (Universidade
de Cambridge) e John Sulston (Sanger Centre do Reino Unido,
um dos lideres do consorcio publico que sequenciou o genoma da
especie humana).

Eles disseram que um acordo semelhante, em 2001, que permitiu a
empresa Celera Genomics guardar sua sequencia do genoma humano
numa base de dados privada em vez de disponibiliza-la no chamado
GenBank (banco de dados publico) foi nocivo a tradicão aberta da
ciencia.

Na epoca, nos e muitos colegas expressamos nosso desapontamento
diante dessa acão, devido a necessidade absoluta da pesquisa
genômica de ter todos os dados publicos de sequencia disponiveis
num lugar so, escreveram.

Eles exortaram o conselho editorial da "Science", que tem entre
seus membros o presidente da Royal Society (a maior sociedade
cientifica do Reino Unido), Bob May, a mudar a politica
editorial da revista e alinhava-la com as normas aceitas do
campo.

Aaron Klug disse que o plano da Syngenta ia contra o etos da
pesquisa cientifica. Tem a ver com a etica da publicacão. A
tradicão e publicar e contar ao mundo. Se voce não publica, não
pode ter o credito, disse o cientista, Nobel de Quimica de 82.

Chris Novak, da Syngenta, disse que a empresa não comentaria
sobre o trabalho submetido a "Science" ate a sua publicacão.
"Nos nos comprometemos a partilhar a informacão ao menos com os
projetos publicos de pesquisa, mas ha mais de uma maneira de
trazer a informacão ao dominio publico", afirmou. Donald
Kennedy, editor da "Science", disse que a revista tambem esta
comprometida com o acesso integral aos dados cientificos. "Nos
consideraremos raras excecões se os beneficios publicos da
remocão de dados e resultados valiosos do status de segredo
comercial excederem claramente os custos para a comunidade
cientifica do precedente que a excecão possa criar", afirmou.


NUEVO BOLETIN ELECTRONICO AMAZONICO

CLAES esta colaborando con el proyecto en Desarrollo Territorial
Sostenible en la Amazonia, que promueve la Fundacion F. Ebert
en Brasil, Colombia, Ecuador, Peru, Bolivia y Venezuela. En ese
marco se esta editando el boletin electronico "Enredadera", con
breves noticias, reportes y recursos en temas de sustentabilidad
en la Amazonia, asi como novedades de la marcha del proyecto
en sustentabilidad regional. Los articulos son en castellano o
portugues; la regularidad es aproximadamente mensual.
La subscripcion de este boletin se abre ahora a todo publico.
Los interesados en recibir el boletin deben enviar un correo-e,
sin texto, a la direccion siguiente:
enredadera-subscribe@yahoogroups.com
La subscripcion es automatica y recibira un mensaje de
bienvenida.


CERTIFICACION DE CALIDAD DE LOS ALIMENTOS ORIENTADA A SELLOS DE
ATRIBUTOS DE VALOR EN PAISES DE AMERICA LATINA

Los sellos de calidad en alimentos son de naturaleza voluntaria
y solo hacen referencia a un atributo de valor diferenciador,
caracteristica de calidad que esta por sobre el nivel basico de
inocuidad que debe cumplir todo producto alimenticio.

Un sello de calidad es idoneo en la medida que sea verificado
por una entidad independiente del productor o de la empresa que
elabora el alimento. A esta entidad u organismo certificador, se
le asigna la responsabilidad de verificar, en base a analisis
objetivos y de acuerdo a estandares preestablecidos, que el
producto responde a los atributos de valor que ostenta.

En rigor, la accion de las entidades certificadoras debe ser
acreditada por organismos que validan su funcion, normalmente en
base a normas internacionales, con el objetivo de asegurar
independencia, transparencia, eficiencia y confidencialidad en
sus procedimientos.

En America Latina la diferenciacion de productos alimenticios a
traves de sellos de calidad es una practica incipiente, sin
embargo constituyen una herramienta con importante potencial
para promover productos de la agroindustria rural. En base a
esas consideraciones, la Oficina Regional de la FAO para America
Latina y el Caribe, realizo en Diciembre pasado, cuyos objetivos
eran

Promover los conceptos de certificacion de calidad de los
alimentos a nivel de las instituciones publicas y privadas de
los paises latinoamericanos, proveer informacion actualizada
sobre este tema, y constituir una base de datos de instituciones
interesadas en implementar estos sistemas.

Durante tres semanas se compartieron experiencias y opiniones
sobre el desarrollo de la certificacion de alimentos en paises
desarrollados y las perspectivas para implementar un sistema de
sellos de calidad que apoye la comercializacion de productos
agroindustriales en los paises latinoamericanos.


ENCUENTRO SOBRE AGROECOLOGIA

IV Encontro Nacional sobre Pesquisa em Agroecologia, III
Seminario Internacional sobre Agroecologia y IV Seminario
Estadual sobre Agroecologia. Rio Grande do Sul, Brasil, 10 - 12
setembro 2002.
Ojetivo: contribuir nesse processo de construcão paradigmatica,
fundamentado pelo saber socioambiental e orientado pelos ideais
de uma sociedade sustentavel. Evento promovido pelo Governo do
Estado do Rio Grande do Sul, atraves da EMATER/RS-ASCAR
(Associacão Riograndense de Empreendimentos de Assistencia
Tecnica e Extensão Rural e Associacão Sulina de Credito e
Assistencia Rural), e da FEPAGRO (Fundacão Estadual de Pesquisa
Agropecuaria), contando para isso com o apoio e a valiosa
colaboracão de diversas organizacões governamentais e não
governamentais. Informacões: www.emater.tche.br Correo-e:
seminario.agroecologia@...


POLITICAS ECONOMICAS Y SEGURIDAD ALIMENTARIA

La Oficina Regional de la FAO para America Latina y el Caribe,
conjuntamente con la Universidad Politecnica de Madrid y un
Colectivo de Universidades Latinoamericanas, le invitan a
informarse en el sitio web del PROYECTO FODEPAL
www.rlc.fao.org/proyecto/fodepal, acerca de los nuevos Cursos a
realizarse en el anio 2002. Destacamos del 29 de Abril al 4 de
Agosto de 2002, un curso a cargo de Hector Maletta (Facultad de
Ciencias Sociales y del Programa de Doctorado en Ciencias
Politicas y Relaciones Internacionales, Universidad del
Salvador, Buenos Aires, Argentina), sobre temas como: La
seguridad alimentaria: marco conceptual y situacion mundial.
Requerimientos nutricionales y consumo de alimentos. El marco
economico e institucional de la seguridad alimentaria.
Para mayor informacion sobre objetivos precisos, metodologia,
costos, descripcion e inscripcion en Cursos especificos, les
invitamos a consultar en: Proyecto FODEPAL  rlc-FODEPAL@...
www.rlc.fao.org/proyecto/fodepal/cursosnvo.htm


NEOLIBERALISMO, INTEGRACION Y POLITICAS AGROPECUARIAS

Claes participo de la reciente reunion de los miembros de
la region andina del Movimiento Agroecologico Latino Americano
(MAELA). La reunion tuvo lugar en Cochabamba, Bolivia, convocada
por Agruco - Universidad San Simon, desde el 20 de Marzo. El
encuentro conto con delegados de Colombia, Ecuador, Peru,
Bolivia, y Guatemala; varios especialistas ofrecieron charlas
sobre la situacion agropecuaria en la zona andina.
En el dia previo a este encuentro, el 19 de Marzo, se ofrecio un
taller sobre sustentabilidad y regionalismo autononomo en el
Cono Sur. Mas informaciones con MAELA-Andes:
<maelande@...>


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social
Montevideo, Uruguay
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#38 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Sáb, 2 de Mar, 2002 4:45 pm
Asunto: Boletin No 38 Febrero / Marzo 2002
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 38 -  2 Marzo , 2002


CONTENIDO
    + AUMENTO DE LA PRODUCCION ORGANICA EN URUGUAY
    + SOJA ES EL MAYOR CULTIVO ORGANICO EN BRASIL
    + INCENDIOS FORESTALES EN EL SUR DE CHILE
    + BRASIL EXPORTA SOJA ORGANICA A EUROPA
    + BRASIL SECUENCIARA EL GENOMA DE EUCALIPTO
    + URUGUAY: CAMBIOS EN POLITICA DE INVESTIGACION
    + PANTANAL: ECOLOGIA y
    + RECURSOS

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FUERTE INCREMENTO DE LA PRODUCCION ORGANICA EN URUGUAY

Unas 250 mil hectareas estan dedicadas a la produccion organica
en Uruguay a traves de una gestion que involucra a 438
productores, de los cuales el 76% esta certificado por empresas
independientes, en tanto que el 99% de la superficie corresponde
a la ganaderia, de acuerdo a un relevamiento realizado por un
proyecto conjunto del Programa de Reconversion y Desarrollo de
la Granja (Predeg) y la Agencia de Cooperacion Alemana (GTZ).
Los rubros de mayor desarrollo son la carne, el arroz, los
vinos, los vegetales, las frutas y la miel, como los rubros de
mayor desarrollo.

El area organica tiene un fuerte crecimiento. La fuerte
expansion del area dedicada a la produccion organica se explica
en buena medida por el desarrollo de programas impulsados por
los frigorificos PUL y Tacuarembo. De acuerdo a los datos
primarios procesados, el 99% de la superficie dedicada a la
produccion organica es ocupado por la ganaderia.

En cuanto al numero de explotaciones certificadas, el
relevamiento destaca la cantidad de productores dedicados a la
apicultura y a la horticultura. Excluyendo a los ganaderos, los
departamentos con mayor numero de productores certificados son
Canelones, Florida y Montevideo.

Por otro lado, se destaca que el 24% de los productores que
dijeron aplicar tecnicas de produccion organica no cuenta con el
sello de garantia que otorgan las empresas certificadoras
independientes. Esta situacion se hace mas evidente en el rubro
granjero y en la apicultura.

Hoy en dia, los mercados mas exigentes demandan que todos los
procesos sean certificados por tecnicos externos. Se trata de
empresas especializadas que analizan cada caso y extienden
certificaciones con el objetivo de proteger los intereses de los
consumidores y de los productores organicos. La Comision del
Codex Alimentarius de la FAO define a la agricultura organica
como "un sistema holistico de gestion de la produccion que
fomenta y mejora la salud del agroecosistema, y en particular la
biodiversidad, los ciclos biologicos y la actividad biologica
del suelo". Las producciones estan basadas en normas especificas
y precisas cuya finalidad es lograr agroecosistemas optimos que
sean sostenibles desde el punto de vista social, ecologico y
economico. En el intento de describir mas claramente el sistema
organico se usan tambien terminos como "biologico" y
"ecologico". Las tres definiciones refieren al mismo concepto de
produccion.

Uruguay es un pais cuyos recursos naturales apenas fueron
modificados por la mano del ser humano. Los recursos hidricos de
las zonas agricolas no contaminadas situan al pais en
inmejorables condiciones para la produccion organica, segun un
trabajo elaborado por el programa Predeg-GTZ.

Considerando el potencial que tiene Uruguay para el desarrollo
de la produccion organica, varias instituciones impulsaron la
implementacion de un Programa Nacional de Apoyo a la Produccion
Organica. El mismo esta organizado a traves de un Comite
Tecnico, en el cual estan representados todos los actores
nacionales relacionados con este sistema productivo.

Las instituciones que integran el programa son la Asociacion de
Productores Organicos del Uruguay, la Facultad de Agronomia de
la Universidad de la Republica, el Instituto Nacional de
Investigacion Agropecuaria, la Junta Nacional de la Granja,
organizaciones no gubernamentales que coordinan sus acciones a
traves de la Mesa de Agroecologia, empresas certificadoras y
representantes del proyecto Predeg-GTZ.

Un grupo de empresas privadas propuso establecer una estrategia
de promocion comun de Uruguay como oferente de estos alimentos
diferenciados. El planteo fue realizado en el seno del Comite de
Produccion Organica que funciona bajo la coordinacion del
Proyecto Predeg-GTZ. A raiz de esta inquietud se puso en marcha
un trabajo de relevamiento de oferentes de productos organicos y
servicios relacionados a este sistema de produccion.

La informacion aportada por las empresas y productores
permitira, en breve, editar una publicacion con una completa
informacion. Se adelanta que mas de 400 empresas agropecuarias
se dedican en Uruguay a la produccion organica, consolidando el
crecimiento de un sistema sin agroquimicos que es premiado en
los mercados internacionales con precios diferenciales


SOJA ES EL PRODUCTO ORGANICO MAS CULTIVADO EN BRASIL

Dois estudos em fase de conclusão estão mostrando o que e a
cadeia de producão de alimentos orgânicos no Brasil.
Levantamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) estima que o Brasil tenha hoje 13,1 mil
produtores certificados, com 227 mil hectares de terra dedicados
a producão orgânica _ 158 mil plantacões e 119 mil de pastagens.

O tamanho do mercado brasileiro, no entanto, continua uma
incognita. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA) estima que chega a US$ 100 milhões. "Mas ha quem acredite
que pode ser mais de de US$ 300 milhões", diz a professora
Elizabeth Farina , do Programa de Estudos dos Negocios do
Sistema Agroindustrial (Pensa/USP).

Num ponto todos concordam: as vendas estão crescendo muito,
tanto para o consumo interno quanto para exportacão, que hoje ja
absorve 85% da producão nacional. Por ser um bom negocio que
paga premio medio de 30% aos produtores, vem atraindo muita
gente disposta a participar. O estudo do BNDES, desmistifica
alguns conceitos: não são os legumes e hortalicas os setores com
maior volume de producão de orgânicos. A soja ganha com 31%
seguida de hortalicas (27%) e cafe (25%). A maior area plantada
e com frutas (26%), depois cana (23%) e palmito (18%).

Outro ponto esclarecido, desta vez no levantamento do Pensa/USP
feito com produtores paulistas, e que 48% dos agricultores estão
no negocio por causa do preco e mercado promissor. Somente 17%
deles escolheram o cultivo orgânico por causa da preservacão da
natureza e sustentabilidade.

Se os estados do Sul do pais são os que concentram o maior
numero de produtores, a maior area plantada esta em São Paulo
(30 mil hectares) e no Ceara (21 mil hectares). "A diferenca na
proporcão se da principalmente por causa da area de cana em São
Paulo e de caju no Ceara, culturas que precisam de muito
espaco", explica Paulo Faveret , gerente de Estudos de
Agroindustria do BNDES.

Os dados de crescimento do setor ainda são precarios, mas Dennis
Ditcfield, presidente do Instituto Biodinâmioco (IBD), uma das
principais certificadora do pais, dixz que o numero de
agricultores que usam os servicos de sua empresa cresceu 40% em
2001 e 35% no ano anterior. "Não sabemos o tamanho do mercado,
mas e certo que hoje a demanda e bem maior que a oferta", diz
Ditchfield.

Os estudos chegam em um momento que o setor busca sua
profissionalizacão no pais. Uma das primeiras iniciativas que
resultam de um worshop realizado recentemente no Sebrae e o
Pensa/Usp com integrantes da cadeia e pedir ao IBGE que passe a
coletar dados sobre agricultura orgânica com seus levantamentos
agropecuarios. A ideia e ter subsidios para promover o
crescimento sustentado da producão. Como relata o estudo do
Pensa/USP, a oportunidade de lucros no setor atrai produtores e
a ampliacão da area geografica reduz a eficiencia de mecanismos
informais de controle. Fonte: Jornal Valor Econômico;
distribuido por Agroeconotas.


INICENDIOS FORESTALES EN EL SUR DE CHILE

En Febrero han tenido lugar importantes incendios forestales en
el sur de Chile. Las organizaciones mapuches de ese pais indican
que esa grave catastrofe ambiental que ha afectado
principalmente al  bosque nativo y que a la fecha a consumido
alrededor de 20.000 hectareas de este tipo de bosques. Han
denunciado que los incendios han sido intencionales, acusando a
sectores y empresas forestales. Indican que en los hechos, los
incendios liberan tierras para entonces ser cultivadas con
plantaciones artificiales de pinos y eucaliptos. Un comunicado
de la Coordinadora Mapuche de Comunidades en Conflicto Arauco-
Malleco sostiene que "Estos incendios son acciones de sabotaje
dirigidas por las empresas forestales. La opinion publica debe
saber que se produjeron focos coordinados de incendios en a lo
menos 3 de los principales parques nacionales de la octava y
novena region, y que afectaron mayoritariamente predios de
bosque nativo". Agregan que "los incendios al bosque nativo de
propiedad del ecologista Tompkins en el parque Pumalin en la
decima region, son tambien de caracter intencional".


BRASIL EXPORTA SOJA ORGANICA A EUROPA

No Feveireo 6, estava previsto no porto de Rio Grande, RS, o
embarque de 250 toneladas de soja orgânica para a Europa. A soja
orgânica e produzida por agricultores associados a Cotrimaio -
Cooperativa Agropecuaria Ato Uruguai Ltda. Esta sera a segunda
remessa de soja orgânica pela cooperativa que completa um
contrato de 450 toneladas para a Europa. A certificacão e
conferida pela EcocertBrasil. Os agricultores franceses Jean
Pierre Berland, do Instituto Nacional de Pesquisa Agricola, Marc
Dufumier, da Rede de Agricultura Sustentavel, e Yves Manguy,
presidente da Associacão Nacional de Agricultores Produtores de
Sementes Crioulas irão acompanhando as sementes e farão a
divulgacão do trabalho do governo gaucho como area livre de
transgenicos. Isso faz parte do trabalho cooperado entre o
Estado do Rio Grande do Sul e a Franca com o objetivo abrir
mercado a soja riograndense e marcar a posicão do governo do Rio
Grande do Sul na questão dos transgenicos. [fonte: Secr. da Agr.
e Abastecimento/RS, Distribuido por Agroeconotas No 18]


BRASIL SECUENCIARA EL GENOMA DE EUCALIPTO

Brasil, primer productor mundial de papel y celulosa, estudia
secuenciar el genoma del eucalipto para reducir la
contaminacion, aumentar la produccion y crear plantas que
respondan a las exigencias del mercado internacional.

Asi lo anunciaron el Presidente brasilenio, Fernando Henrique
Cardoso, y el ministro de Ciencia y Tecnologia, Ronaldo
Sardenberg, quienes dieron a conocer este miercoles la creacion
de la Red Brasilenia de Investigacion del Genoma del Eucalipto,
mas conocida como Proyecto Genolyptus.

El proyecto, que reune a 12 empresas, siete universidades y la
Empresa Brasilenia de Investigacion Agropecuaria (EMBRAPA),
costara 12 millones de reales (cerca de cinco millones de
dolares) en una primera etapa que durara cinco anios. El 30% lo
asumiran las empresas y el resto el gobierno brasilenio.

La idea es que dentro de dos anios, cuando crezcan los primeros
eucaliptos que la Red empieza a plantar, se produzcan los
primeros resultados practicos, que se pueden traducir en nuevas
patentes para las industrias implicadas en el trabajo, informo
el ministerio de Ciencia y Tecnologia.

Despues de esta primera etapa de cinco anios, los responsables
quieren hacer un proyecto permanente,  "donde la investigacion
aplicada sea una constante de las empresas involucradas, siempre
buscando los mejores resultados", senialo el coordinador del
Genolyptus, profesor Dario Grattapaglia.

Brasil cuenta con mas de tres millones de hectareas de bosques
de eucalipto, la mayor area del mundo. Las industrias que lo
explotan representan, con la produccion de derivados como el
papel y la celulosa, el 4% del Producto Interno.


URUGUAY: INIA CAMBIA  POLITICA DE INVESTIGACION

Los objetivos del Instituto Nacional de Investigacion
Agropecuaria de Uruguay (INIA) han cambiado. Hace cinco o 10
anios muchos de los proyectos impulsados por el INIA apuntaban a
lograr mayor volumen y productividad en los predios. Actualmente
las exigencias de los consumidores hacen que los lineamientos de
la investigacion esten muchas veces dirigidos a un objetivo
distinto: mejorar la calidad en la produccion y, por
consiguiente, en el producto que finalmente llega al consumidor.

"Es una exigencia cada vez mas creciente por parte de los
mercados externos. Hoy no es importante mantener el volumen
porque lo que diferencia al producto basicamente es la calidad,
algo que luego repercute en el precio", senialo  el coordinador
de la Unidad de Proyectos de INIA, Carlos Negro. Segun el
investigador, este cambio de rumbo fue provocado principalmente
por la escasez de beneficios marginales en la venta de los
productos, lo que motivo a buscar nuevas alternativas que
aporten mayor rentabilidad. Aunque reconocio que los productores
son conscientes de la necesidad de producir con mejor calidad,
menciono que la motivacion basica para que eso suceda son los
precios. "Si esos precios no significan una mejora, no se
produce una reaccion por mas conocimiento y conciencia que se
tenga", sostiene Negro.

Agrego que actualmente quienes mandan son los consumidores y por
lo tanto es imposible estar ajeno a sus exigencias. Por otra
parte, manifesto que para cumplir con estas demandas debe
desarrollarse otro factor muy importante: la integracion de las
cadenas. "Las agroindustrias tienen que estar pendientes de lo
que el consumidor demanda y de ahi en adelante trasladarlo hacia
abajo", dijo Negro.

Con respecto al tema, destaco que frente a la vieja mentalidad
productivista, donde "al productor le importaba trabajar hasta
la portera", algunos rubros progresaron eficazmente en la
integracion de sus componentes. "En el caso de la leche o del
arroz esa integracion fue mas fuerte, lo que hace que todas las
demandas bajen en forma mas rapida y se trasmitan mucho mas
rapido al productor", afirmo.

Utilizando como ejemplo la lecheria, Negro destaco la
mecanizacion que se logro aplicar en el trabajo de los tambos.
"Ya nadie ordenia mal, fue muy rapido el proceso de
transformacion a la ordeniadora mecanica y a la enfriadora, y
ademas se logro el pago por cantidad de proteina y analisis
microbiano. Quiere decir que en la cadena lactea la
agroindustria marco muy rapidamente las pautas y el productor
las asumio y las aplico", preciso. El investigador ejemplifico
con el hecho de que las industrias paguen a sus productores
tomando en cuenta la calidad de la leche.

En el otro extremo se encuentra la cadena carnica, marcando uno
de los procesos de integracion mas lentos, algo que obedece a
una diversidad de factores de indole hasta cultural. "De repente
estan el productor primario y el industrial con intereses muy
confrontados, aunque en los ultimos tiempos se vieron sintomas
de que eso esta cambiando", afirmo Negro.

Recientemente ha habido un cambio en la mentalidad de los
consumidores respecto  a la seguridad alimentaria y, por
consiguiente, estos comenzaron a exigir mas fuertemente la
calidad en sus productos. Mejorar este aspecto y a partir de
ello poder diferenciarse a la hora de vender carnes al exterior
es el objetivo del proyecto de INIA Produccion de carne de
calidad para distintos mercados de exportacion, coordinado por
el investigador Daniel de Mattos.

"Cuando se habla de calidad la gente piensa en un buen
churrasco, pero no es solamente eso. Hay que entender esta
palabra en un sentido amplio mas alla de la calidad implicita en
el producto. Por calidad se entiende todas aquellas cosas que
pueden aumentar las exigencias de produccion de un determinado
producto", explico. En lo que refiere a las carnes rojas, Mattos
destaco que las exigencias de mercado estan relacionadas con la
cantidad de grasa, de cobertura intramuscular, tamanio y color
de los musculos y la proporcion de grasa que tienen con respecto
a la carne. "Estas son las razones que posibilitan una vision de
toda la cadena carnica como responsable de la calidad y no solo
del sector primario. Esto no quiere decir que el cliente haya
dejado de ser el productor sino que simplemente existen otros
interlocutores para mejorar la eficiencia de la cadena", afirmo.

Por otra parte, manifesto que los productos carnicos uruguayos
estan muy bien posicionados en la Union Europea (UE) y agrego
que existe la posibilidad de capturar mejores reditos
produciendo productos mas diferenciados. "Esa es la pata gruesa,
la diferenciacion de los productos, porque a partir de ella
captamos mas valor agregado".

Para el investigador existen dos componentes vitales al momento
de lograr definitivamente procesos de produccion de calidad.
"Uno es la captacion de ineficiencias o de costos ocultos que
tienen los sistemas de produccion, y por otro lado, la
adecuacion de la calidad en el proceso de produccion", afirmo.

Como ejemplo destaco los emprendimientos de produccion de carne
organica que estan llevando adelante desde hace algunos anios el
frigorifico PUL y recientemente el Tacuarembo. "En estos casos
lo importante en cuanto a seguridad alimentaria y contaminacion
del producto es el proceso de produccion, sin olvidarse de que
tiene que ir de la mano de la calidad del producto".


PANTANAL: ECOLOGIA, PECUARIA, FAUNA SILVESTRE y CONTROL
BIOLOGICO DE PLAGAS

Uma bem sucedida experiencia no combate biologico a mosca dos
chifres (Haematobia irritans), utilizando como predador o
besouro africano Onthophagus gazella, o conhecido "rola bosta",
esta sendo desenvolvida no Retiro do Ronco, em Pocone. A
propriedade, de mil hectares, tem um rebanho pequeno - 83
cabecas de bovinos, 37 de bufalos e 25 de cavalos - mas o grande
volume de fezes dos animais incorporado ao solo em pouco mais de
dois anos, quando o programa de controle natural foi implantado
na area, comprova que a populacão de besourinhos aumentou muito,
e, por outro lado, a de moscas dos chifres foi reduzida a zero.
A pesquisa esta sendo conduzida pelo medico veterinario Nelson
Vital Monteiro de Arruda.

Sob as fezes de animais onde o besourinho africano "trabalha"
dia e noite sem parar, enterrando o estrume dos animais,
convivem pacificamente insetos como grangoles (conhecidos como
piolho de cobra), aranhas, formigas, coros, cupins e minhocas.
"O besourinho africano não compete com a biodiversidade", afirma
Nelson Monteiro.

O resultado positivo que a pesquisa tem em apenas dois anos
contraria previsões pessimistas de criadores poconeanos que
achavam que os pequenos insetos não resistiriam a uma unica
chuva mais forte, quanto mais ao longo periodo de inundacão da
planicie pantaneira.

Mas como o besourinho vive das fezes de animais, a medida que o
gado foge para areas mais altas, para fugir das aguas, o inseto
vai atras. A migracão do inseto pode ser comprovada pela
incorporacão das fezes dos animais ao solo e pelo aumento da
populacão do besourinho africano, observada visivelmente.

Com pouco mais de um centimetro de comprimento, bem menor do que
o seu co-irmão brasileiro, que "trabalha" as fezes na
superficie, o besourinho africano  no estrume e abre galerias no
solo para enterrar o material a uma profundidade de cerca de 25
cm para alimentar a si proprio e a seus filhos. Segundo o
pesquisador, o enterro das fezes frescas, em cujas bordas a
mosca dos chifres faz a oviposicão, impede a eclosão dos ovos,
e, consequentemente, o nascimento das larvas que se transformam
em pupas (o inseto quase adulto, que acasala 2 a 3 dias depois
de chegar a fase pupal).

O enterro das fezes, alem de evitar a volatizacão do nitrogenio,
melhorando os niveis de fosforo e calcio no capim, resulta na
fertilizacão do solo, que passa a receber permanentemente uma
adubacão orgânica da mais alta qualidade, garante Nelson
Monteiro. Quanto maior a populacão de besouros africanos, maior
e a incorporacão das fezes dos animais - de preferencia de
bovinos - ao solo O retireiro Zeniro Jose Pereira trabalha ha
pouco tempo no Retiro do Ronco e garante que o inseto
praticamente não existe no Retiro do Ronco.

Ate hoje, não foi realizada nenhuma pesquisa sobre mortes de
cervos do Pantanal causadas indiretamente pela mosca dos
chifres. Mas quando se irrita com as ferroadas do inseto, o
cervo desfere chifradas no proprio corpo, o que leva ao
surgimento de feridas, onde moscas varejeiras desovam, dando
origem a enormes bicheiras que tomam conta do corpo do animal,
levando-o a morte. Mas o pesquisador Francisco Ildefonso da
Silva Campos, com longa vivencia no Pantanal, garante que muitos
cervos morrem em conseqüencia de feridas originadas de picadas
de moscas dos chifres.

A fazenda, que fica a cerca de 100 quilômetros de Pocone, e
roteiro obrigatorio dos pilotos que sobrevoam o Pantanal com
turistas, pois concentra um dos maiores rebanhos de cervos. Um
casal de turistas norte-americanos que esteve na fazenda contou
62 chifres na cabeca de um animal. Nesta epoca do ano, cai o
indice de mortes de cervos, pois as chuvas impedem a formacão de
bicheiras no couro dos animais.

Um estudo realizado pelo consultor-pesquisador Nelson Vital
Monteiro de Arruda sugere a captacão de recursos nacionais e
internacionais para desenvolvimento de tres projetos no Pantanal
de Pocone: o do combate biologico da mosca dos chifres, um na
area de piscicultura e outro para retomada da criacão do gado
tucura, que deu origem a ocupacão do Pantanal  Mato-grossense e
esta caminhando para a extincão.

Com o fracasso da pecuaria, causada pelo empobrecimento dos
fazendeiros e pelas dificuldades de adaptacão de racas zebuinas
as condicões ambientais adversas do Pantanal, a exploracão do
potencial turistico, aliada a producão animal sustentavel, e
considerada a saida para a recuperacão econômica,  social,
geografica, ecologica e cultural da região.

Para o pesquisador Nelson Monteiro, o repovoamento da planicie
pantaneira com o gado autoctone (conhecido como tucura),
pantaneiro e cuiabano e fundamental para a recuperacão do
material genetico que foi se diluindo com os cruzamentos da raca
primitiva com as zebuinas. Parte da fauna pantaneira,  o gado
primitivo, cuja presenca contribuiu para desbravamento da região
e foi sua sustentacão econômica durante decadas, esta
desaparecendo da paisagem do Pantanal. "Para os turistas,
principalmente estrangeiros, e uma grande frustracão visitar o
Pantanal e não conhecer o boi tucura", revela o guia de turismo
Edson Mamede da Silva.


RECURSOS

RED LATINOAMERICANA DE JOVENES RURALES - La Red Latinoamericana
de Juventudes Rurales anuncia su pagina web en:
www.iica.org.uy/redlat/index.html Se cuenta en la actualidad con
23 miembros. Se ofrece un primer ordenamiento de informacion y
se agradece el apoyo con materiales. La coordinacion esta a
cargo de D. Espindola, Consultor de IICA-CIDER, E-mail:
relajur@...

FOLLETO SOBRE TRANSGENICOS - Amigos de la Tierra de Espania
ofrece un folleto informativo sobre los cultivos y alimentos
transgenicos: "La guia basica de los transgenicos", disponible
en la web  www.tierra.org/transgenicos/transgenicos.htm, de
donde se pueden bajar los contenidos en formato pdf.


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ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
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#37 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mar, 29 de Ene, 2002 11:43 am
Asunto: Boletin No 37, Enero 2002
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No. 37 - 29 Enero , 2002

CONTENIDO
    + SANTA CATARINA: PREOCUPACION POR AGROQUIMICOS.
    + URUGUAY: CONTINUA EXPANSION DE PRODUCCION ECOLOGICA.
    + ENTRE RIOS: LA SOJA AVANZA SOBRE EL MONTE ENTRERRIANO.
    + SEMINARIO FAO-SENASA SOBRE PRODUCTOS FITOSANITARIOS.
    + BOLIVIA: RECLAMOS CAMPESINOS
    + ARGENTINA - BRASIL: CONFLICTO POR AGROQUIMICOS
    + EVENTOS

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SANTA CATARINA: PREOCUPACION POR AGROQUIMICOS

La cadena oficial de control de uso de agroquimicos en el estado
de Santa Catarina (Brasil), realizo un seminario sobre
disposicion final de envases vacios y residuos de productos
quimicos utilizados en el combate de plagas en los cultivos. En
un debate con tecnicos gubernamentales y representantes de la
industria, del comercio y del sector agricola, el procurador
Alexandre Abreu, coordinador de medio ambiente en Santa
Catarina, informo que los 93 promotores de justicia del interior
del estado, iniciaran desde 15 de enero del 2002 la aplicacion
de la nueva version de la Ley de Agrotoxicos, que obliga a la
industria a recoger los envases vacios de los venenos agricolas,
con la ayuda de sus revendedores y usarios. Los infractores a la
ley federal estaran sujetos a reclusion por dos a cuatro anios,
ademas de las multas.

Mas rigurosa que la ley federal, existe una ley estadual de
agrotoxicos a la espera de la firma del governador Esperidiao
Amin, que tiene como meta declarada transformar Santa Catarina
en el primer estado de Brasil en eliminar el uso de agrotoxicos
en los cultivos.

En el seminario realizado en Florianopolis quedo claro que el
uso de agrotoxicos en Brasil es un mercado que mueve US$2,5
billones por anio, y continua generando polemica. El Ing Agr.
Nelson Jacomel de la Compania Integrada de Desenvolvimento
Agricola de Santa Catarina (Cidasc), presento datos sobre
intoxicaciones de seres humanos por agrotoxicos. De un total de
1487 casos de intoxicaciones en la zona rural en 1999 en la
region sur, 473 habian sido tentativas de suicidios con
productos agricolas. Mientras tanto el procurador de la Justicia
del Trabajo, Jaime Perottoni dijo tener conocimiento de  800 a
1000 casos anuales de intoxicacion por agroquimicos en Santa
Catarina sin que ninguno de esos casos haya sido registrado como
accidente de trabajo, lo que esta mostrando una falta de
transparencia en las relaciones laborales en la agricultura.

Mientras tanto, un agronomo que trabaja con equipos de
pulverizacion en fruticultura, manifesto que en los ultimos 5
anios mejoro notablemente la variedad y calidad de los
equipamientos de proteccion individual para los usuarios de
venenos agricolas.


URUGUAY: CONTINUA EXPANSION DE PRODUCCION ECOLOGICA

Durante el ultimo anio se ha dado un importante crecimiento de
la produccion de organicos tanto para la exportacion como para
el mercado interno. Dicho aumento se verifico tanto desde el
punto de vista cuantitativo como cualitativo con la
incorporacion de nuevos rubros de produccion organica y la
aparicion en el mercado de algunos productos. Entre ellos se
destacan los vinos ecologicos lanzados el anio pasado por una
firma de larga tradicion vitivinicola radicada en el
departamento de Florida y el arroz ecologico que ya se encuentra
en el mercado interno producido y elaborado en el departamento
de Rocha.

El exito de los vinos ecologicos de la bodega "La Cruz" que
tambien se exportan, es tal, que supimos que uno de sus
titulares afirma que a sus clientes parece interesarles solo los
vinos ecologicos y que ya esta pensando en reconvertir mayores
areas de sus viniedos convencionales al nuevo sistema que
comenzo hace dos anios como una experiencia innovadora a escala
comercial. Para satisfacer la demanda potencial del exterior
debera reconvertir nuevas areas de sus viniedos al sistema
organico.

En el caso del arroz la firma COOPAR puso en el mercado interno
arroz ecologico a partir de la produccion obtenida de uno de sus
productores. Sin embargo otro molino de la zona este ya esta
realizando contratos con productores para el cultivo de arroz
ecologico, por el cual los productores podrian obtener hasta un
100% de sobreprecio segun nos manifestara unos de los nuevos
productores.

Desde el punto de vista cuantitativo la mayor expansion se esta
dando en el sector de produccion de carnes. En este caso el
incremento viene siendo liderado por la industria exportadora.
Dos de los principales frigorificos de exportacion del Uruguay
(PUL y Tacuarembo) vienen desarrollando programas de
certificacion de sistemas ecologicos deproduccion de carne
vacuna. Recientemente el Ing. Telleria del Frigorifico
Tacuarembo, senialo que ya cuentan con 300.000 has certificadas
o en proceso de certificacion para produccion de carne
ecologica. Buena parte de esos productores se encuentran sobre
campos de basalto que producen sobre praderas naturales y que
hasta ahora tenian bajos ingresos por las limitantes de
productividad natural de los suelos. Esta nueva alternativa
permite agregar valor a su produccion sin necesidad de
inversiones de capital ni deterioro de los recursos naturales.


LA SOJA AVANZA SOBRE EL MONTE ENTRERRIANO DE ARGENTINA

El area cultivada crecio 1273 por ciento en 10 anios Se estima
que la actual cosecha llegara a dos millones de toneladas en
753.000 hectareas Los resultados de la produccion sojera
multiplican varias veces aqui el crecimiento promedio nacional,
y estan lejos de tocar el techo.

El volumen de soja trillado en 2001 en Entre Rios crecio un
181,4% en comparacion con la magra cosecha anterior, mientras
que la superficie sembrada aumento un 63%, mucho mas que el 20,7%
registrado en el area cultivada en todo el pais.

La magnitud de la expansion granaria en la comarca de Pancho
Ramirez puede expresarse con diferentes numeros, pero basta
decir que la produccion abarco 600.000 hectareas en la campania
1993/1994, sumando todos los cereales y oleaginosas, y
actualmente, siete anios despues, solo la soja pasa las 750.000
hectareas, y el total de los cultivos 1.400.000hectareas
anuales. Eso no significa que el agro toque los limites, en una
provincia donde la Bolsa de Cereales sostiene que el area aun
puede duplicarse, y mas, sin afectar las condiciones ambientales,
aunque los ecologistas advierten sobre los riesgos de la tala
indiscriminada.

Si esta oleaginosa crece en toda la Argentina, lo de Entre Rios
merece un parrafo aparte porque ademas de ser notable se da
paradojicamente durante una grave crisis financiera del Estado y
la sociedad toda. En solo una decada, de las 54.600 hectareas que
ocupo en la cosecha 1991/1992 a la actual de 750.000 hectareas el
aumento supera el 1273 por ciento.

La explosion se noto particularmente el anio pasado, cuando se
acopio 1.480.000 toneladas de soja sobre las 525.820 del anio
anterior (perjudicado por las condiciones meteorologicas), es decir,
un 181,4% mas en volumen. Si el tiempo acompania con buena humedad
este anio, los colonos batiran un nuevo record con casi 2 millones
de toneladas, segun el licenciado en edafologia Jose Manuel Perez,
asesor de la Bolsa de Cereales de Entre Rios.

El especialista admitio que aun no tiene imagenes satelitales
para verificar el avance de las siembras, pero sus estimaciones
coinciden con las de la Sagpya en las 753.000 hectareas, y el
volumen record esperado se deduce del rendimiento promedio de
entre las 2,4 y 2,7 toneladas por hectarea si el tiempo
acompania.

La soja aporta, entonces, la mitad de la produccion granaria
total de esta provincia cuando hace una decada solo alcanzaba el
6,3%, muy distante del arroz y el maiz, por ejemplo.

Algunos tecnicos apuntaron multiples causas que contribuyen para
el crecimiento, como los avances en la tecnologia aplicada, con
siembra directa, herbicidas y fertilizantes, y las
caracteristicas de los suelos vertisoles de esta provincia, en los
que la soja se adapta mejor que otros cultivos. Destacaron las
posibilidades de crecimiento agricola que ofrece el territorio,
con departamentos del Norte que antes se dedicaban solo a la
explotacion ganadera extensiva, de cria, y hoy se abren tambien
a los granos;ademas del facil acceso a la tecnologia que permite
la soja, en comparacion con cereales harto trabajosos y caros
como el arroz, que sufrio un derrumbe en el valor de exportacion
desde hace tres cosechas y por eso cayo en el interes de los colonos.

Las superproduccion sojera permitira ingresos en la provincia
por unos 340 millones de pesos (mucho en una provincia con 6000
millones de pesos de producto bruto), y la mayoria por
exportaciones o envios a las industrias de las provincias
vecinas, porque a pesar de la tradicion aceitera de Entre Rios
(linera por excelencia) solo cubre el 2% de la capacidad de
procesamiento en la region Centro mientras Santa Fe ocupa el 85%
y Cordoba el 13% restante, segun datos actualizados de la Bolsa
de Comercio de la provincia mediterranea.


SEMINARIO FAO-SENASA SOBRE PRODUCTOS FITOSANITARIOS

Organizado por el Servicio Nacional de Sanidad y Calidad
Agroalimentaria (Senasa Argentina) y la Organizacion de las
Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentacion (FAO),se
realizo en Noviembre el primer seminario FAO-Senasa para paises
del Mercosur, Bolivia y Chile sobre especificaciones FAO
aplicables al registro de productos fitosanitarios.
La FAO establecio su grupo de trabajo en pesticidas (productos
fitosanitarios), desde julio de 1963 y publico, desde 1971,
cinco ediciones de su Manual de Especificaciones. La ultima fue
en 1999 y corresponde senialar que la Argentina ha sido el
primer pais en el mundo que adopto los criterios del Manual FAO
1999. Lo hizo a traves de la resolucion 350/99 de la Secretaria
de Agricultura,Ganaderia, Pesca y Alimentacion (Sagpya), que
reglamenta el registro de productos fitosanitarios.

Sebastiao Barbosa y Gero Vaagt, ambos representantes de la FAO,
sostuvieron que el organismo internacional tiene una politica
muy bien definida respecto de los plaguicidas y aseguraron que
esta absolutamente en contra de su utilizacion indiscriminada.
Ademas, establecieron un parangon entre el hambre en el mundo y
la utilizacion de productos quimicos. Sostuvieron ademas que la
FAO sabe perfectamente que hay 800 millones de personas en todo
el mundo que no tienen que comer, pero que esto, como se sabe,
no es por falta de alimentos sino por un problema de que muchos
paises no pueden acceder a ellos por falta de recursos. Y es en
las zonas rurales del mundo, especialmente en America latina,
donde se localiza gran parte de la poblacion pobre que no tiene
con que alimentarse.

Entonces, la necesidad de aumentar la produccion de alimentos en
todos aquellos lugares que sea necesario paso a ser un reto muy
importante no solo para la FAO sino tambien para los gobiernos y
los organismos no gubernamentales.

Con seguridad, una mayor produccion conllevara a un incremento
en la utilizacion de tecnologia y dentro de este aspecto es
imprescindible que en aquellos casos en que sea necesario se
utilicen plaguicidas de muy buena calidad, que no intoxiquen a
la gente que trabaja en el campo y que no contaminen al medio
ambiente.

"Estamos todos en el mismo planeta, en el mismo buque", dicen
los especialistas de FAO que enfatizan en la necesidad de
utilizar plaguicidas de calidad sobresaliente. Para los tecnicos
de FAO, la naturaleza es fantastica y a veces tiene mecanismos
propios de control de plagas, sin embargo, en algunas
oportunidades nos olvidamos de ello. Respecto de este tema, hay
un concepto que la FAO defiende en todo el mundo: el manejo
integrado de plagas. Esto significa utilizar todos los
mecanismos de control necesarios para desestimular el
crecimiento de una plaga y, en consecuencia, que no sea
necesaria la utilizacion de productos quimicos. Entonces,
solamente en aquellos casos en que una plaga se desarrolle a
niveles mas altos que se lo pueda controlar naturalmente, se
justifica que el hombre intervenga con los plaguicidas y que
estos sean de muy buena calidad.

En el futuro, tanto la FAO como la Organizacion Mundial de la
Salud (OMS) van a trabajar juntos para asegurar la calidad de
los agroquimicos utilizados tanto en la salud humana como en la
agricultura. Lo que se necesita tambien es que los gobiernos y
los organismos no
gubernamentales se preparen para hacer una fiscalizacion debida,
porque si se establecen normas y reglas y no hay una
fiscalizacion directa sobre la calidad de productos por
utilizar, lo que se pueda realizar no conduce a nada.

Respecto del registro de productos, los tecnicos de la industria
enfatizan que su validez se funda en un sistema de garantias
para toda la sociedad, y que el producto fitosanitario que se
aplica en los cultivos no genere riesgos inaceptables, como ser
residuos en los alimentos que llegan al consumidor o un impacto
desfavorable en el medio ambiente.

Ademas, permite a los productores agropecuarios obtener
seguridades acerca de la eficacia de los productos y de la
seguridad para quienes los manipulan.Por otra parte, para un
pais agroexportador como la Argentina, un registro eficiente
permite prevenir la eventual discriminacion contra la produccion
argentina derivada de barreras paraarancelarias. Por ejemplo,
niveles de residuos de productos fitosanitarios en determinados
cultivos, que podria derivar en rechazos y hasta cierre de
mercados externos.


BOLIVIA: CAMPESINOS RECLAMAN CONTRA POLITICA DE TIERRAS Y PIDEN
RENUNCIA DEL DIRECTOR NACIONAL DE AREAS PROTEGIDAS

La Cumbre "Tierra y Territorio", en la que participaron
organizaciones de campesinos, indigenas, originarios y de
colonizadores del pais, resolvio exigir al Gobierno la
intervencion del INRA y de la superintendencia Agraria; rechazar
la propuesta del Consejo Ciudadano, relacionada con las
reformas a la Carta Magna; y, participar la elaboracion de una
nueva Ley de Tierra y Territorio, entre otras decisiones.

Esa cumbre, promovida por la Confederacion Sindical Unica de
Trabajadores Campesinos de Bolivia (CSUTCB), se realizo entre el
24 y 26 de enero pasados en Sucre y de la misma participaron
cientos de delegados de todo el pais. Formaron parte de este
encuentro la Confederacion Sindical de Colonizadores de Bolivia
(CSCB); la Confederacion Indigena del Oriente, Chaco y Amazonia
Bolivianos (CIDOB) y la Federacion Nacional de Mujeres
Campesinas de Bolivia "Bartolina Sisa" (FNMCB-BS).

En las resoluciones de la Cumbre, resaltan varios pedidos,
exigencias y decisiones relacionados especificamente con el tema
de tierra y territorio.

Exigen la intervencion del Instituto Nacional de Reforma Agraria
(INRA) y la Superintendencia Agraria, mediante un comite
interventor conformado por representantes indigenas, la Asamblea
de Derechos Humanos, el Defensor del Pueblo y la iglesia.

Reclaman la ejecucion de auditorias tecnica, administrativa,
juridica y financiera de ambas instituciones con el fin de
aclarar el proceso de saneamiento de tierras en el pais.Por otra
parte, rechazan la propuesta de reformas a la Constitucion
Politica del Estado (CPE) elaborada por el Consejo Ciudadano, y,
piden elaborar la nueva Carta Magna en consenso con las
organizaciones campesinas del pais.

Asimismo, enfatizan en elaborar conjuntamente entre la CSUTCB,
la CIDOB, la FBMCB-BS y la CSCB, una nueva Ley de Tierra y
Territorio mas otras propuestas a la reforma de la CPE. En otro
punto, exigen al Estado la transferencia de las tierras,
instalaciones, infraestructura de propiedad del Instituto
Boliviano de Tecnologia Agropecuaria (IBTA) y de las ex
corporaciones de desarrollo de los departamentos del pais en
beneficio de su sector.

Entre otras resoluciones, tambien piden la renuncia del director
nacional del Servicio Nacional de Areas Protegidas (SERNAP),
Luis Pabon, y de los funcionarios del area juridica con el fin
de evitar la otorgacion de concesiones en tierras fiscales y
comunidades campesinas, indigenas, originarias y de
colonizadores del pais.


BRASIL y ARGENTINA: CONFLICTO POR COMERCIO EN AGROTOXICOS

Los agrotoxicos producidos en Argentina no podran ingresar en
Brasil sin  cumplir todos los requisitos para registro exigidos por un
decreto publicado en la ultima semana. El Decreto nº 4.074 establecio el
registro de agrotoxicos similares (genericos) e acelero los procesos de
concesion,
ademas de obligar el registro de los componentes de agrotoxicos
y de sus exportaciones.

El gobierno argentino pidio la apertura de un proceso de
solucion de controversia y la instalacion de un tribunal arbitral no
Mercosur para forzar que Brasil acepte el libre transito de agrotoxicos
dentro del bloque apenas con la mera "inscripcion" dos productos. El
decreto exige el registro por las empresas nacionales y multinacionales con
actuacion en el pais.

Los argentinos argumentan que la regla de la inscripcion esta
establecida  pela Resolucion nº 48 del Grupo Mercado Comun (GMC), de 21 de
julio de  1996. Para obtener la inscripcion, los productos argentinos
tendrian que presentar apenas un laudo tecnico, muestras para analisis
laboratorial, el registro en el pais de origen, ademas de ajustar las
indicaciones e
restricciones de uso a lo adoptado por el producto similar
brasilenio.

En sigilo, el Itamaraty (Ministerio de Relaciones Exteriores)
coordina un grupo de abogados que presentara la defensa
brasilenia hasta el 8 de febrero, el plazo final concedido por
Argentina para la solucion de la disputa. Al tribunal, Brasil
argumentara que los requisitos de registro deben ser armonizados
en todos los paises del bloco, sin excepciones. La
tesis argentina confronta tambien la Ley de Propiedad
Industrial. El articulo 195 dice que los datos contenidos en
los dossies producidos por las industrias del sector son
protegidos y no pueden ser accedidos ni siquiera por el propio
gobierno. De esa forma, para registrar sus productos, los
argentinos tendrian antes que negociar los datos.

Para las empresas nacionales, la equivalencia es fundamental
para garantizar la competencia. "Es necesario evitar una
competencia desleal de esos productos", dice Tulio de Oliveira,
director-ejecutivo de la Asociacion de las Empresas Nacionales
de Defensivos Agricolas (Aenda). Segun el, el proceso de
registro, aunque simplificado por el novo decreto, continuara
a generar costos para las empresas. Ademas, la eventual
victoria de la tesis argentina podria generar una disputa
judicial por una isonomia de tratamiento para las empresas
nacionales.


COMERCIALIZACION DE PLANTAS MEDICINALES y AROMATICAS

El Primer Seminario Iberoamericano de Comercializacion de
Plantas Medicinales y Aromaticas, la Segunda Exposicion
Iberoamericana de Plantas Medicinales, Aromaticas y Productos
derivados, y la Primera Reunion de la Subred Iberoamericana
para el Comercio Justo de Plantas Medicinales y sus derivados,
tendra lugar del 15 al 17 de mayo de 2002, en Bogota, Colombia.
Mas informaciones con Angela Duque
comerciojusto@... , comerciojusto@...


-----------------------------------------------------
El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editores Gerardo Evia y Eduardo Gudynas;
asistente Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Numeros anteriores estan disponibles en
www.egroups.com/list/agromsur/
Mas informaciones en www.ambiental.net/agroverde
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#36 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mié, 26 de Dic, 2001 2:22 pm
Asunto: Boletin No 36, diciembre 2001
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No. 36 -  Diciembre 26, 2001


CONTENIDO
    + II SEMINARIO INTERNACIONAL SOBRE AGROECOLOGIA
    + CARTA AGROECOLOGICA 2001 OTRO DESARROLLO RURAL ES POSIBLE
    + A NOVA EXTENSAO RURAL GAUCHA
    + RELEVAMIENTO DE PRODUCCION ECOLOGICA EN RIO GRANDE DO SUL
    + NOTICIAS y EVENTOS
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II SEMINARIO INTERNACIONAL SOBRE AGROECOLOGIA

Gerardo Evia, CLAES

Entre los dias 26 y 28 de Noviembre se llevo a cabo en la ciudad
de Porto Alegre, capital del estado brasilenio Rio Grande del
Sur, el II Seminario Internacional sobre Agroecologia/ III
Seminario Estadual sobre Agroecologia y III Encuentro nacional
sobre investigacion en Agroecologia. El encuentro se llevo a
cabo en el centro de eventos de la Pontificia Universidad
Catolica-PUCRS y supero las expectativas de los propios
organizadores en cuanto a asistencia de publico ya que se
registraron algo mas de 2200 participantes, cuando se esperaban
alrededor de 1500, teniendo en cuenta la asistencia del evento
del anio anterior en que habian participado alrededor de 1000
personas.

CLAES estuvo presente en el evento, y por ello hemos preparado
este numero especial con algunas cronicas e informaciones
interesantes que hemos podido recoger en el encuentro.

El congreso fue promovido activamente por el Gobierno del estado
de Rio Grande do Sul a traves de las Secretarias de Agricultura
y Abastecimiento y la de Ciencia y Tecnologia: EMATER/RS y
FEPAGRO. Ademas conto con el apoyo y colaboracion de un sinumero
de organizaciones, universidades e instituciones de
investigacion, como la EMBRAPA -Clima templado, Facultad de
Agronomia de la Universidad Federal de Rio Grande do Sul
(UFRGS), Universidad Federal de Santa Maria (UFSM), Universidad
Federal de Pelotas (UFPel), CETAP, COCEARGS, ECOCITRUS,
SUEPRO/SE/RS, Fundacion Gaia y otras.

Durante el Congreso se llevaron a cabo mas 40 conferencias de
destacados panelistas brasilenios y extranjeros, ademas de
debates y presentaciones de experiencias por parte de
productores y tecnicos. Entre los panelistas extranjeros
destacados pudimos atender las presentaciones  de Ignacy Sachs
(Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales-Francia), Miguel
Altieri (Universidad de California), Enrique Leff (PNUMA-
Mexico), Victor  Toledo (Universidad Nacional Autonoma de
Mexico) y Stephen Gliessman (Universidad de California).

Ademas de temas generales como desarrollo rural y
sustentabilidad, saber ambiental y logica campesina, transicion
hacia agroecosistemas sustentables y agroecologia y compromisos
sociales, que fueron desarrollados en plenario se desarrollaron
cuatro bloques tematicos enfocados a aspectos especificos como
"Investigacion en Agroecologia", "Formacion Profesional y
curricula", "Enfoque agroecologico de la produccion al consumo"
y "Manejo ecologico de sistemas de produccion".

Las diferentes conferencias, presentaciones y debates
permitieron apreciar en buena medida "el estado del arte" en
materia agroecologica, no solo desde el punto de vista tecnico
sino en  cuanto a su insercion e importancia para el desarrollo
rural.

Uno de los aspectos mas destacados que pudimos constatar es el
de la dimension e importancia que el movimiento agroecologico a
tomado en Rio Grande del Sur, de la mano de la estructura
productiva familiar y evidentemente con un fuerte apoyo del
gobierno del estado, lo que se traduce en una gran cantidad de
experiencias concretas y diversas de aplicacion de los
principios agroecologicos. Estas experiencias trascienden el
plano academico pudiendose constatar la adaptabilidad y
factibilidad de su aplicacion a los mas diversos campos de la
produccion agropecuaria a escala familiar. (Algunas experiencias
se presentan mas abajo).

Una parte importante de este movimiento se encuentra vinculado a
los nucleos de asentamientos de los llamados "sin tierra",
apoyados con recursos y asesoramiento tecnico del gobierno para
la planificacion del desarrollo de los nuevos asentamientos por
parte de EMATER y otras agencias como el Gabinete de  reforma
agraria, las cuales claramente han reformulado su mision
institucional con nuevo enfoque de extension apoyado fuertemente
en el enfoque agroecologico.

Algunos conferencistas plantearon tambien preguntas criticas
interesantes que apuntaban a desentraniar las causas de fondo
que determinan el relativo poco avance del modelo agroecologico
preconisado en relacion al modelo hegemonico dominante de la
agricultura convencional, tanto en un contexto general como
dentro del propio campo academico universitario.

Finalmente los organizadores presentaron una propuesta de
declaracion bajo el titulo de "Carta Agroecologica 2001" que fue
debatida en la ultima sesion entre todos los participantes cuya
version final presentamos mas abajo.


CARTA AGROECOLOGICA 2001:
UM OUTRO DESENVOLVIMENTO RURAL E POSSIVEL

Os 2.320 participantes do II Seminario Internacional sobre
Agroecologia, III Seminario Estadual sobre Agroecologia e III
Encontro Nacional sobre Pesquisa em Agroecologia, reunidos em
Porto Alegre de 26 a 28 de novembro de 2001, se integram ao
esforco mundial de construcao de alternativas de
sustentabilidade social, economica e ambiental ao modelo urbano-
industrial e agricola dominante. Considerando que e possivel um
outro desenvolvimento rural, ecologicamente sadio e socialmente
justo, recomendam:

1. Que a diversidade dos saberes ambientais locais e as praticas
tradicionais sejam respeitadas, consideradas e incorporadas, via
processos participativos, na construcao de uma racionalidade
ambiental como fundamento de um desenvolvimento rural
sustentavel;
2. Que os acordos e tratados internacionais de comercio deem
enfase aos mercados locais e tenham como referencia central a
importância economica, social e cultural da Agricultura Familiar
na consolidacao de um desenvolvimento rural sustentavel fundado
na capacidade de autogestao e co-gestao das comunidades rurais;
3. Que o sistema de comercio garanta e estimule formas de
producao e consumo ecologico, popular e solidario, em nivel
local e regional;
4. Que as politicas internacionais se subordinem a
sustentabilidade socioambiental e economica, respeitando o
direito a soberania e seguranca alimentar dos povos;
5. Que seja implementada uma moratoria ao cultivo e consumo de
Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) visando evitar o
controle do sistema alimentar por empresas multinacionais;
6. Que seja implementado um conjunto de politicas publicas
centradas na Agricultura Familiar e nos processos de transicao
agroecologica, com participacao dos agricultores e suas
organizacoes;
7. Que a propriedade da terra esteja subordinada a justica
social, as necessidades e as culturas dos povos, a eliminacao da
fome e da pobreza e ao desenvolvimento economico e social dos
trabalhadores;
8. Que as instituicoes de pesquisa, ensino e extensao, em
parceria com ONGs, Universidades e Organizacoes de agricultores,
incorporem, validem e democratizem os conhecimentos sobre
Agroecologia dentro da sua esfera de atuacao;
9. Que prevalecam os principios eticos que contemplem, ao mesmo
tempo,  a equidade social e o interesse publico dos bens
ambientais, e que nao se subordinem a logica da valoracao
economica da natureza e da exclusao social;
10. Que todos os que apoiam esta Carta se responsabilizem
pelo desenvolvimento, implementacao e multiplicacao de
iniciativas que criem as condicoes para a consolidacao de um
desenvolvimento rural que seja social, economico  e
ambientalmente sustentavel.
Porto Alegre, 28 de novembro de 2001


A NOVA EXTENSAO RURAL GAUCHA

Francisco Roberto Caporal, diretor tecnico da EMATER/RS

Ao longo dos utimos anios, a EMATER/RS-ASCAR, orientada pela sua
nova missaoinstitucional, ven estimulando processos de
desenvolvimento rural que pretendemestabelecer avancos nos
padroes de sustentabilidade socioambiental e economica no espaco
rural do Rio Grande do Sul. Nossas acoes procuram orientr-se
pela busca continua de mais elevados patamares de
desenvolvimento, em niveis que sejan
socioculturalmentedesejaveis e que estejam apoiados na
coevolucao historica dos diferentes grupos sociaiscome nos
ecossistemasen que estao inseridos.

Nosso trabalho esta ajudando a construir a partir de
processosparticipativos,contextos crescentes de sustentabilidade
e de resistencia etnoecologica,compativeis con com a realidade
do nosso publico beneficiario. Fazemos isso tendo claro que a
agricultura familiar funciona mediante uma logia que combina a
producao de valores de uso e de valores de troca, objetivando
sua reproducao. Sabemos tambem que a reproducao de conhecimentos
entre os camponeses ocorre mediante um processo de aprendizagem,
experimentacao e erro, mediado pelo conhecimento de processos
biologicos e sociais ja presente no seu entorno sociocultural.
Nesse universo as innovacoes tecnologicas nao entram se nao
estiverem de acordo com certas pautas culturais, razao pela cual
temos afirmado que os modelos convencionais de difusao de
innovacoes tecnologicas nao sao adequados para o estabelecimento
de estartegias que buscam o desenvolvimento sustentavel.

Sendo assim, a extensao rural que nos propomos a realizar, para
que leve em conta os aspectos antes mencionados, precisa estar
baseada nos principios da Agroecologia, pois e somente atravez
da aplicacao desses principios e de estrategias participativas
que poderemos colaborar para o fortalecimento de de processos de
transformacao social, resgate da cidadania e estebelecimento de
estilos de agriculturas de base ecologica, em todos os rincoes
de nosso Estado.

Do ponto de vista da Agroecologia as agriculturas de base
ecologica ou sustentaveis a que nos referimos nascem a partir da
compreensao holistica dos agroecossistemas, nos quais mulheres e
homens trabalhadores interajem entre si e com seu meio. Ademais
esses estilos de agriculturas de base ecologica exigem a adocao
de una visao sistemica, que permita a aplicacao integrada de um
conjunto de criterios como: acao social coletiva e participacao,
preservacao da base recursos naturais, reducao da dependencia de
insumos externos;ampliacao sustentavel do uso de recursos
renovaveis localmente assesiveis; utlizacao das condicoes
favraveis do meio ambiente local, adaptacao as condiciones
locais, evitando formas de dependencia e de alteracao intensa ou
controle sobre o meio ambiente;mnutencao a longo prazo da
capacidade produtiva dos agroecossistemas; preservacao da
biodiversidade e da diversidade cultural; respeito e valorizacao
do conhecimento e da cultura local; e obviamente garantia da
seguranca alimentar. Essas agriculturas nao sao, pois,
simplesmente o resultado da aplicacao de certas tecnicas o da
substitucao de insumos, senao que se constituem em uma atividade
humana e portanto, precisam ser entendidas como uma construcao
social que alem de ser ambientalmente determinada, esta
subordinada a determinados condicionantes socioculturais.

Temos absoluta conviccao de que estamos no caminho certo, pois o
que estamos fazendo, no cotidiano das acoes de cada
extensionista, esta ajudando o Rio Grande do Sul e o nosso
povo,a superar a desigualdade social e a construir mas qualidade
de vida para todos."


RELEVAMIENTO DE PRODUCCION ECOLOGICA EN RIO GRANDE DO SUL

Recientemente EMATER/RS realizo un relevamiento  e investigacion
sobre la oferta de productos ecologicos en el estado gaucho. El
estudio determino la existencia de 3770 familias produciendo
mediante tecnicas ecologicas, en un area de 13.000 hectareas en
162 municipios del estado. La investigacion alcanzo solamente la
produccion comercializada, sin incluir la de subsistencia.

Hace solo dos anios eran solo mil familias y una superficie de
2500 hectareas, sin la utilizacion de fertilizantes quimicos y
agrotoxicos. Las experiencias son bastante variadas pero apuntan
principalmente a productos horticolas y de granos. Los
principales productos son citrus, uva, duraznos, higo,
frutillas, tomate, pepino, papa, soja, maiz, porota y arroz. Los
trabajos pioneros tuvieron inicio en la decada del 80 a impulso
de organizaciones no gubernamentales, pero sin apoyo de
politicas publicas. A partir de 1999 EMATER/RS incorporo la
propuesta de desarrollo rural sustentable y de la Aggroecologia
y la extension rural oficial paso a trabajar a partir de esas
premisas, que son la base de la politica del gobierno del
Estado.

La proximidad con los grandes mercados consumidores y el gran
numero de empresas familiares hacen que la region metropolitana,
Litoral, Sierra y Valles hacen que estas sean las regiones
pioneras y con gran desarrollo de experiencias en el area de
produccion, comercializacion y agroindustrializacion, en rubros
como fruticultura y horticultura.

En las regiones Noroeste y Misiones se desarrolla la
fruticultura con especies  de clima subtropical, como mango,
anana, aguacate y mamao asi como produccion de leche de base
pastoril asi como produccion ecologica de granos como soja y
maiz, los cuales se desarrollan tambien en la zona de Alto
Uruguai y el Planalto donde ademas se cultiva trigo y se
practica suininicultura y avicultura organica.

En la Campania el asentamiento de familias de la reforma agraria
esta cabiendo el perfil de tenencia de la tierra haciendo que se
desarrolle la produccion de frutas y hortalizas en una region
tipicamente de pecuaria extensiva.


APOYO DEL GOBIERNO DEL ESTADO DE RIO GRANDE DO SUL A LOS
AGRICULTORES GAUCHOS

El gobierno del Estado de Rio Grande do Sul ya traspaso a manos
de los agricultores mas de 535 millones de Reales (1U$
aproximadamente= 2,5 R$). En el 2001 el gobierno estara
disponibilizando un total de 453 millones para el sector
primario y las cadenas productivas. Ademas de los 253 millones
presupuestados por la Secretaria de Agricultura y
Abastecimiento, hay 200 millones mas para credito rural a traves
de Banrisul y el Banco Regional de Desarrollo del Extremo Sur-
BRDE.

Estos numeros continuan creciendo desde 1999, acompaniando lo
expresado por la poblacion gaucha a traves del Presupuesto
Participativo. El anio pasado la Secretaria de Agricultura
aplico 212 millones provenientes del tesoro del Estado. En
promedio la aplicacion es 60 % superior a lo aplicado en la
administracion anterior.

Las directrices del gobierno del Estado para la agricultura
estan direccionadas para publicos historicamente excluidos de
las politicas oficiales, como agricultores familiares y
asentados de la reforma agraria, buscando garantizar la
soberania y seguridad alimentaria, el apoyo a los sistemas
agroindustriales y la transicion del modelo tecnologico hacia la
agroecologia.

Programa RS rural:
Este programa es uno de los principales instrumentos del
Gobierno del Estado para mejorar las condiciones de vida y
produccion de poblaciones carenciadas del campo y tiene un
presupuesto de 84 millones de reales para el anio 2001. De ese
total 25 millones se destinan especificamente para agricultores
asentados beneficiando cerca de 6500 familias con reforma de
viviendas, adquisicion de insumos y construccion de tajamares
entre otros. Ademas 4,7 millones seran aplicados en el programa
de formacion de productores rurales.

Menos hambre mas ciudadania:
El gobierno del estado implementa acciones para garantizar el
acceso a alimentos de calidad a todos los gauchos. El Gobierno
adhirio al Proyecto "hambre cero", del Instituto de la
Ciudadania que tiene como objetivo acabar con el hambre en el
pais. El Programa de Ciudadania y Seguridad Alimentaria,
coordinado por las Centrales de Abastecimiento de Rio Grande del
Sur-CEASA-RS promueve iniciativas con este objetivo. Para ello
fueron dispuestos 7 millones de reales a traves del Programa RS
Rural.

Intercambio:
El programa llamado "Troca-Troca" financia la compra de semillas
posibilitando el pago en producto luego de la cosecha. El
presupuesto es de 12,5 millones de reales, representando un
aumento del 10% de los recursos para la zafra 2001-2002, con
mayor aporte para las regiones que priorizan el Programa en el
presupuesto participativo. Este anio ademas de maiz y cebolla
estaran disponibles para operar con papa y girasol. Tambien se
inicio la adquisicion de forrajeras para mejoramiento de campos
naturales en la region de Campos do Cima da Serra, con el
objetivo de substituir la practica de quemadas.

Rio Grande Ecologico:
La transicion hacia el modelo agroecologico esta siendo
estimulada con disponibilidad de 3 millones de reales a traves
del Programa "Rio Grande Ecologico". Los recursos son aplicados
a traves de formacion de tecnicos y agricultores, ademas de
apoyo a la produccion, agroindustrializacion y comrcializacion
de productos ecologicos.

Seguro Agricola:
El Programa estadual de seguro agricola tiene un presupuesto de
10 millones de reales en 2001. Este anio el gobierno integro los
programas de seguro agricola y "troca-troca" de semillas de maiz
ofreciendo un subsidio de 90% para los agricultores familiares
en esta modalidad. El anio pasado el seguro agricola opero con
el cultivo de maiz y trigo. Este anio abarcara tambien los
cultivos de poroto y de uva. El gobierno subsidia hasta el 50%
del valor de contratacion para los agricultores familiares.

Agroindustria Familiar:
El Programa de Agroindustria Familiar tiene un presupuesto de 12
millones de reales para este anio.  Busca fortalecer la
agricultura familiar a traves de estrategias de agregado de
valor a los productos agricolas y es una de las principales
estrategias de desarrollo promovidas por el gobierno el estado
para el sector primario. Se han adoptado medidas para facilitar
la implantacion y garantizar la competitividad para las
pequenias agroindustrias. Entre ellas la posibilidad de utilizar
la factura del productor para la comercializacion del producto
industrializado, la simplificacion del licenciamiento ambiental
y el cambio en la legislacion sanitaria. Ademas fue lanzado el
sello "Sabor Gaucho", que identifica la calidad de los productos
agroindustriales familiares de Rio Grande del Sur.

Infraestructura Social:
El Programa de Infraestructura Social del Campo preve
inversiones para ejecucion de obras que posibiliten condiciones
para aumentar la produccion y mejorar la calidad de vida de los
agricultores familiares, como construccion de terraplenes,
tajamares, mejora de camineria y otras. El Programa cuenta con
259 equipos de maquinaria, retroexcavadoras, tractores agricolas
e implementos.

Milho na Varzea:
El programa tiene como objetivo estimular el aprovechamiento del
area de rastrojo de arroz con el plantio de maiz. La meta es
aumentar la produccion del cereal en Rio Grande del Sur,
buscando la autosuficiencia y posibiltando una alternativa de
renta a los agricultores. A traves del programa fueron
incorporadas 9000 has con produccion de maiz y sorg en la region
sur del estado.

Tierra y Arroz:
El Programa financia la adquisicion de areas de plantio para
arrendatarios, medianeros e hijos de pequenios agricultores en
la parte sur del Estado. El objetivo es permitir la produccion
de arroz a menor costo y contribuir a disminuir el exodo rural.
El programa es coordinado por el Gabinete de Reforma Agraria y
ejecutado conjuntamente con con la Secretaria de Agricultura a
traves del Instituto Riograndense del Arroz-IRGA.

Sanidad Animal:
Los productores que fueron perjudicados por los brotes de fiebre
aftosa tuvieron apoyo del gobierno del Estado que puso a
disposicion los recursos para el pago, no solo por las
indemnizaciones por sacrificio de animales sino tambien por el
pago de leche no remitida, renta mensual, compra de semillas
para substitucion de pasturas por cultivos, y adquisicion de
canastas basicas para las familias entre otras. En total fueron
gastados mas de 11 millones de reales del tesoro del Estado.

Cooperativismo:
El Banco Regional de Desarrollo del Extremo Sur (BRDE) es el
segundo mayor agente financiero del Programa de Revtalizacion de
las Cooperativas de Produccion Agropecuaria (Recoop) del Brasil.
El banco ya libero 19,7 millones de reales para 8 cooperativas
gauchas que congregan 34 mil asociados. En total, sumando los
recursos invertidos por Banrisul, el gobierno ya paso 24
millones de reales para el Recoop, benficiando directamente 43
mil asociados de once cooperativas de Rio Grande del Sur. Ademas
fue creado el Programa Cooperar7RS, de la Secretaria de
Agricultura, que incentiva la organizacion de los agricultores
familiares financiando inversiones para las areas de produccion,
agroindustrializacion y formacion.


CULTIVOS TRANSGENICOS MUNDIALES EN AUMENTO

El área mundial de cultivos transgenicos está a punto de alcanzar
los 50 millones de hectareas en el 2001, y ha experimentado
un aumento del 10% respecto al anio pasado, segun un avance
del estudio realizado por el ISAAA (International Service for
de Acquisition of Agri-biotech Aplications).

En los ultimos 6 años el número de hectareas cultivadas con
semillas modificadas genéticamente ha aumentado desde 1,7 millones
en 1996 hasta los casi 50 millones que se cultivan en la actualidad.
Los paises que cultivan un mayor numero de hectáreas de OMGs, según
datos del informe del anio 2000, ya que no se han hecho publicos
los correspondientes a 2001 son Estados Unidos (28,7 millones) y
Argentina (10 millones), seguidos por China, Canadá y Sudafrica.


EVENTOS

La unidad de Agroecologia de la Universidad Cochabamba invitan
al Taller "Analisis de las Politicas Neoliberales y sus
Implicancias en la Agricultura Campesina de la Region Andina".
Cochabamba, Bolivia. 5 al 7 de Diciembre de 2001. Infomes:
agruco@...; sitio web:
www.agruco.org


PROGRAMA AMAZONICO DE CLAES

El centro viene construyendo poco a poco un programa en la region
Amazonica dedicado a la promocion del desarrollo sustentable.
Se acaban de realizar actividades y talleres para promover
estrategias sobre sustentabilidad a nivel municipal en localidades
amazonicas de Ecuador, Peru y Bolivia, conjuntamente con autoridades
municipales, asociados de vecinos locales, y ONGs. Estas actividades
son parte de una iniciativa de los Institutos Latinoamericanos de
Investigaciones Sociales (ILDIS) en los seis paises amazonicos.


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editores
Gerardo Evia y Eduardo Gudynas; asiste Cecilia Castilla. Apoyo
de la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
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#35 De: C L A E S <claes@...>
Fecha: Mar, 20 de Nov, 2001 1:19 pm
Asunto: Boletin No 35, noviembre 2001
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No. 35 - Noviembre 20, 2001

+ CONVENCION INTERNACIONAL SOBRE RECURSOS FITOGENETICOS
+ PRODUCCION ORGANICA EN ARGENTINA
+ FAO PRESENTE ESTUDIO SOBRE MERCADO ORGANICO
+ OMC LANZA NUEVA RONDA EN DOHA
+ BRASIL: EXIGE ETIQUETADO DE PRODUCTOS TRANSGENICOS
+ MERCOSUR: POSICION COMUN EN SANIDAD
+ BRASIL: CARNES CON MARCA
+ URUGUAY LANZA MARCA DE "CARNE NATURAL"
+ NUEVO SITIO SOBRE GLOBALIZACION
+ ARGENTINA: FEED LOTS Y ANABOLICOS
+ ARGENTINA: DEPENDENCIA TECNOLOGICA
+ AMBIENTE Y RESISTENCIA A LOS TRANSGENICOS
+ FAO: ESTADO DE LOS BOSQUES
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CONVENCION INTERNACIONAL SOBRE RECURSOS FITOGENETICOS

El pasado de 3 de noviembre en la Conferencia de la Organizacion
de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentacion
(FAO), se aprobo el Tratado Internacional sobre los recursos
fitogeneticos para la alimentacion y la agricultura. Segun la
FAO, el nuevo convenio permitira un uso mas eficaz de la
diversidad genetica y regularara mas equitativamente el acceso a
los recursos geneticos. El tratado se aprobo con mas de 100
votas a favor y las posiciones en contra de Japon y EE UU.

Es muy importante subrayar como hecho positivo contar desde
ahora con un convenio internacional especifico para regular el
manejo de los recurso fitogeneticos. Hasta ahora las
regulaciones internacionales dependian de acuerdos mas vagos en
el marco de la FAO, y de provisiones de la Organizacion Mundial
del Comercio y su Ronda Uruguay que eran esencialmente
comerciales. La tendencia ha sido de patentar recursos
fitogeneticos, incluso apelando a la biopirateria. A la vez se
han puesto en riesgo los derechos de los agricultores y
campesinos de manejar semillas. Algunos de estos puntos son
abordados en el tratado.

Las Organizaciones de la Sociedad Civil presentes en el
encuentro consideraron que la convencion es un paso adelante,
aunque indicaron que todavia  es debil. De todas maneras, las
ONGs consideraron que es un paso adelante y alentaron a los
paises a comenzar a ratificar la convencion, dejando en claro
que se abren nuevos caminos de arduo trabajo, especialmente para
acordar las implementaciones de los derechos de propiedad, las
relaciones de la convencion con otros tratados, mecanismos de
financiamiento, etc. Mas informaciones en el sitio de CLAES
sobre temas ambientales: www.ambiental.net


PRODUCCION ORGANICA EN ARGENTINA

La produccion organica esta ganando terreno en una Argentina
golpeada por la recesion, y el numero de los operadores
organicos crecio en ese pais de unos 220 en 1995 a 1.500 este
anio, mientras que el numero de hectareas salto a casi 3
millones de hectareas. Sin embargo, no hay un gran mercado
organico en Argentina con una demanda del consumo colapsada en
medio de una recesion economica que lleva ya 3 anios. Por lo
tanto, los productores organicos se ven forzados a exportar.

Los granjeros locales en Argentina pueden ganar para si un buen
nombre como productor primario de alimentos organicos de
calidad. Argentina es hoy el productor Nº 1 de alimentos
organicos en las Americas, de acuerdo con Christian Martinez,
funcionario de relaciones internacionales de la provincia de
Buenos Aires, con aproximadamente la mitad de la produccion
organica del pais.

Argentina, con su vasto y fertil territorio se encuentra en
posicion privilegiada para desarrollar la agricultura debido a
su diversidad de climas y sistemas de produccion que
tradicionalmente usan pocos agroquimicos. Argentina exporta
alrededor del 90 % de su produccion organica que incluye frutas,
arroz, azucar, yerba mate, casi todo a la Union Europea y a los
EE.UU. Granos y oleaginosas, especialmente soja y maiz
constituyen la mayoria del volumen exportado, que aumento cerca
del 30% en tres anios alcanzando las 40.000 toneladas, dijo Juan
Carlos Ramirez, coordinador de producciones ecologicas del
SENASA, el servicio nacional de inspeccion de alimentos y salud
animal del pais.

Algunos gobiernos provinciales vienen estimulando esta
estrategia a nivel local, tal es el caso del de la provincia de
Misiones, que intenta lograr en la region de San Javier,
el incremento de productores que se
dediquen a la produccion organica. En esta localidad ya se
encuentra el ingenio homonimo produciendo azucar biologico, pero
la intencion del Gobernador R es que se agreguen nuevos
participes y que los actuales productores no solamente realicen
la produccion de cania de azucar. Existe una demanda mundial de
productos organicos insatisfecha, y por esto seria bastante
sencillo comenzar a producir soja, maiz, trigo, girasol y otros
cultivos en la cuenca productora de San Javier, con seguridad de
colocacion de lo producido.


FAO PRESENTA ESTUDIO SOBRE MERCADOS ORGANICOS

Un nuevo informe de la FAO, conjuntamente con otras
instituciones, ofrece una revision del mercado mundial de
alimentos organicos. El analisis sostiene que el mercado de la
fruta y verdura organica ofrece un potencial significativo para
que los paises aumenten los ingresos procedentes de la
exportacion y para que diversifiquen su base agricola.  El
crecimiento fuerte y estable de las ventas de alimentos
organicos ha hecho que estos productos hayan conquistado un
puesto relevante en el mercado. El informe facilita informacion
detallada sobre la demanda de productos en los principales
mercados de alimentos organicos del mundo, entre los que se
encuentran Estados Unidos, Japon y los paises de la Union
Europea. Analiza ademas los presupuestos para un crecimiento
mayor de las ventas. Mas informaciones en el sitio web sobre
ambiente y agropecuaria de CLAES en www.ambiental.net/agroverde



AGRICULTURA EN LA ORGANIZACION MUNDIAL DE COMERCIO

Los 142 paises miembros de la Organizacion Mundial de Comercio
acordaron una  declaracion ministerial lanzando una nueva ronda
de negociaciones, que deberia completarse el 1 de enero de 2005.
Mientras la prensa y gobiernos del Cono Sur presenta una serie
de reportes favorable a la ronda, al haberse incluido el tema de
los subsidios a las exportaciones agropecuarias, a pesar de la
oposicion de la Union Europea, un examen mas atento del texto
lleva a otras conclusiones. En primer lugar, en temas como el
agropecuario, no existe ningun compromiso sobre una reduccion a
las protecciones, y apenas se sostiene que la cuestion sera
negociada, incluyendose una advertencia sobre que ese proceso no
permite prejuzgar los resultados de la negociacion. En segundo
lugar, la negociacion tendra como objetivo llegar a una agenda
para una posterior negociacion sobre medidas concretas; mientras
que existen fechas para llegar a esa agenda, no hay un plazo
establecido para la negociacion final.

Sin duda fue un hecho positivo, la declaracion de la OMC
permitiendo la produccion de medicamente mas alla de las reglas
de patentes. Pero por otro lado, los ministros inexplicablemente
abrieron una agenda de negociacion en nuevos temas, como
inversiones y politicas de competencia. Esto significa dar un
paso en mas en nuevos temas, muchos de ellos no comerciales,
ampliando el campo de accion de la OMC.

Muchas organizaciones ciudadanas consideraron el resultado de la
cumbre de la OMC en Qatar como muy negativo. Por otro lado, la
administracion de G Bush no ha recibido la autorizacion especial
de negociacion desde el Congreso, de donde se elevan muchas
dudas sobre cualquier progreso real en esta ronda en los
proximos anios.


PORTO ALEGRE EXIGE ETIQUETADO DE PRODUCTOS TRANSGENICOS

O prefeito de porto alegre, Tarso Genro (PT), sancionou lei
municipal que exige a rotulagem dos produtos elaborados com
qualquer quantidade de materia-prima geneticamente modificadas à
venda no comercio local. Alem da capital gaucha, São Paulo e
Belo horizonte ja têm leis semelhantes.

A regulamentacão da lei devera levar cerca de seis meses,
periodo em que a prefeitura avaliara suas eventuais "limitacões
institucionais", explica o supervisor do abastecimento da
Secretaria Municipal da Industria e Comercio (SMIC), Jose
Augusto Amatnecks. "Sancionamos pelo merito e porque, em tese,
compete ao municipio tratar da seguranca alimentar da
populacão", explica.

A lei foi proposta pela vereadora Maristela Manffei (PT) e
obriga ainda os fabricantes e comerciantes a exibir cartazes nos
locais de exposicão ou comercializacão dos produtos, sob pena de
multa de R$ 5,8 mil. Conforme Amatnecks, as controversias sobre
o risco dos transgênicos à saude humana colocam o poder publico
na "obrigacão" de garantir o maximo de informacões aos
consumidores. Ele admite que a rotulagem podera iniciar pelos
produtos fabricados em Porto Alegre e depois ser estendida aos
originarios de outras regiões do Estado e do pais.


POSICION COMUN EN EL MERCOSUR SOBRE SANIDAD

Los productores ganaderos del MERCOSUR han decidido dar un paso
mas adelante, buscando tener una postura común, avanzando en los
puntos donde todas las entidades esten de acuerdo y dejando de
lado los discordantes.  La Federacion de Asociaciones Rurales
del Mercosur (FARM), reunida en la sede de la Asociacion Rural
del Uruguay, que desde ahora tendra la presidencia pro-tempore,
decidio que las gremiales de productores que la integran
trabajen juntas a traves de su tecnicos, "para elaborar un
documento conteniendo reglas y bases de acuerdo, para llevar a
los cancilleres la posicion de los paises". La revision de ese
documento fue acordada para el 20 de diciembre. Los gremialistas
acordaron solicitar a sus respectivos gobiernos que no utilice
barreras sanitarias para trabar el comercio entre los paises del
Mercosur, mas alla de las normativas que al respecto rigen en
los tratados internacionales.


BRASIL: CARNES CON MARCA

Los empresarios ganaderos de Brasil comenzaron a seguir los
pasos de la avicultura y ofrecen a comercios minoristas los
primeros cortes de carne bovina con marca, un proceso que
iniciaron hace ya anios las industrial de pollo como Sadia y
Perdigao. Se trata de productos que llevan la firma de un grupo
de productores pecuarios o de una cadena de supermercados -como
Carrefour o Pao de Azucar-, interesado en el mejoramiento
genetico de los animales para la produccion de carne de mejor
calidad. Tambien se esta desarrollando el sistema de
trazabilidad por medio del cual se garantiza toda la historia
del bovino desde su nacimiento hasta la faena.

Uno de los proyectos avanzara por la entrega de cortes de carnes
especiales producidos en el marco de Red Beef Connection, un
innovador programa de genetica que involucra diversas empresas y
un centenar de pecuaristas. Otro emprendimiento similar es el de
Nelore Natural, un programa de calidad desarrollado por la
Asociacion de Criadores de Brasil. Los cortes son vendidos en la
cadena Andorinha de San Pablo con el logo "carne saludable".


URUGUAY LANZA MARCA DE "CARNE NATURAL"

El presidente deL Instituto Nacional de Carnes (INAC) Roberto
Vazquez Platero anuncio que Uruguay contara con una marca propia
que le permitira hacerse conocer, tener su  propio perfil y
manejarse con el aval de una certificadora de nivel
internacional respetada en todos los mercados. El Programa
apunta a certificar al predio productor y al proceso global que
permite la obtencion del producto carnico hasta el empaque y
etiquetado del corte.

"Carne Natural" sera de ahora en mas la marca que podran
utilizar los productores uruguayos tanto de  carne vacuna como
ovina. Se ha confeccionado un protocolo que establece las
condiciones que deben seguir la produccion de carne, que "en
esencia respeta nuestros sistemas de produccion". La marca sera
avalada en Europa y todo el mundo por la certificadora Bureau
Veritas.

Las certificadoras operan a traves de tres mecanismos
principales: primero, quien esta en el sistema tiene que tener
registros, "eso ya va a implicar un cambio en la estructura
operativa"; segundo, se hacen auditorias en cualquier momento y
en cualquier lugar: puede venir alguien a constatar que el
productor, el frigorifico o el transportista estan cumpliendo
con lo que dice el protocolo; y tercero, los analisis.

Vazquez Platero explico tambien que la carne certificada puede
llegar a cotizarse entre un 20% y un 40% mas cara, basandose en
que este tipo de produccion ya tiene una cotizacion definida
para el anio entrante en el mercado estadounidense por encima
del precio de otro tipo de carne. El Programa de Carne Natural
Certificada, fue lanzado en la Feria internacional de la
alimentacion en Anuga, Alemania.


NUEVO SITIO SOBRE GLOBALIZACION

Como parte del programa  en Globalizacion y Desarrollo, CLAES
inauguro el paso 11 de noviembre un nuevo sitio web sobre temas
de globalizacion, desarrollo y sociedad civil en America Latina.
El sitio incluye reportes y analisis, asi como articulos de
opinion. La primera entrega ofrece un analisis sobe la trampa de
dolarizacion en America Latinia, un estudio sobre el sistema
multilateral de comercio y la OMC, y una revision de las nuevas
politicas del BID con el sector privado. Asimismo, CLAES edita
un nuevo boletin electronico en temas de Globalizacion para
ofrecer noticias sobre este sitio web. Visite la nueva pagina en
www.globalizacion.org Alli encontrara la informacion para
subscribirse al nuevo boletin electronico.


ARGENTINA: FEED LOTS Y ANABOLICOS

La intencion de prohibir el uso de anabolicos despierta fuertes
resistencias entre ganaderos que engordan sus animales a corral
en Argentina. Esta preocupacion surgio en el 5º Congreso de
Produccion Intensiva de Carne donde se trataron temas relativos
al engorde a corral de los ganados ("feeds lots"). Este sistema
de produccion tiene gran importancia en el pais.

El punto urticante del encuentro fue el tema de los anabolicos,
(implantes de hormonas a los ganados), que hoy la autoridad
sanitaria argentina pretende prohibir. El Foro, que basicamente
tenia una orientacion tecnica, devino en una asamblea
reivindicativa, en la que varios de los mas connotados voceros
del complejo carnico argentino hicieron criticas muy duras a las
posiciones oficiales, en especial respecto al proyecto que
establece la prohibicion del uso de anabolicos.

En la presentacion tecnica del Dr. Eduardo V. Lopez, sobre las
estrategias adecuadas para la utilizacion mas eficiente de los
anabolicos, en los procesos de recria y de engorde, se sostuvo
que "No existe ninguna razon cientifica que justifique prohibir
el uso de estas hormonas en el ganado. La prohibicion que hoy se
plantea imponer tiene motivaciones exclusivas de politica
comercial, ya que se pretende hacer buena letra con la Union
Europea". "La razon por la cual Europa prohibio su uso fue para
que no le aumentara mas la produccion de carne, rubro que tiene
enormes subsidios asignados. El comite cientifico europeo que
analizo el tema en esa oportunidad, no encontro ningun elemento
que justificara la prohibicion".

Agrego que "El implante mejora notablemente la eficiencia en la
conversion del alimento, por lo que el animal llega a la
condicion de faena antes que los no implantados. La res
implantada proporciona una carcasa de mejor conformacion y mas
magra que los otros, y recoge claramente la preferencia del
consumidor en los mostradores del comercio al publico, segun una
experiencia de muchos anios".

"En terminos economicos, el implante de anabolicos mejora entre
10% o 20%, y hasta mas, el resultado, en comparacion con los
animales testigo no implantados, en un negocio con margenes muy
reducidos y alto riesgo, como es la produccion ganadera en estos
paises. Por esta razon es que no puede admitirse la prohibicion,
que esfumaria la escasa rentabilidad del negocio: no debemos
permitir que Europa nos imponga un criterio basado en su
interes, no tienen ningun derecho a determinar nuestros sistemas
de produccion; seria como si nos pusieran un impuesto de 10 o
20% adicional en el ganado gordo", afirmo el expositor.

Este enfoque fue retomado por otros panelistas, quienes
argumentaron que debido a los reclamos de Estados Unidos (donde
tambien se usan anabolicos) ante la OMC, esta ultima establecio
que Europa debe pagar compensaciones a Estados Unidos por la
aplicacion de la medida de no permitir ingresar sus carnes.

Mas alla de la discrepancia cientifica sobre el riesgo o
potenciales efectos del consumo de carnes con anabolicos y de la
legitimidad de la restriccion impuesta por la Union Europea, no
puede desconocerse la importancia creciente de los atributos de
naturalidad en los productos alimenticios que reclaman los
consumidores y esto sin duda tambien debe ser tenido en cuenta
en la eleccion de una estrategia productiva. Esta ultima parece
ser la razon que moveria a la administracion argentina a adoptar
este tipo de medidas. En el mismo sentido se analiza que
mediante un adecuado sistema de trazabilidad y certificacion
seria posible diferenciar carnes producidas con y sin
anabolicos. Evidentemente es mas facil y mas barato prohibir el
uso y comercializacion que trazar y certificar, pero ello
tambien puede tener sus costos. La conveniencia de adoptar una u
otra estrategia dependera entonces de los sistemas de produccion
predominantes, y de la cartera de clientes y sus preferencias.


ARGENTINA: DEPENDENCIA TECNOLOGICA

Ademas de los problemas mas graves que estan acarreando las
innundaciones, los agricultores de la Pampa Humeda enfrentan
otros inconvenientes para nada menores. El caso es que los que
lograron sembrar, a pesar del agua, encuentran ahora que los
ataques de plagas y enfermedades se multiplican en los cultivos,
como resultado de la muy alta humedad y la cantidad de dias sin
sol.

Para colmo, en varios casos faltan los productos, tal lo que
ocurre con los fungicidas para trigo, rubro en el que, por un
lado practicamente no hay industria nacional y, ademas, no se
importaron volumenes suficientes para el nivel de ataque que
existe. Como si esto fuera poco, muchas de las nuevas variedades
parecen bastante mas sensibles a esta afeccion que las
tradicionales, por lo que se descuenta que habra perdidas
significativas de produccion.

Como frutilla de la torta, ya se generalizo, tanto para este
como para otros agroquimicos, la compra cheque en mano, que saca
de carrera a mas de un productor que no tiene liquidez, y
tampoco forma de conseguirla dado el corte de financiacion que
se produjo.


ALEGATO A FAVOR DEL MEDIO AMBIENTE Y RESISTENCIA A LOS
TRANSGENICOS

El profesor de agricultura en la Universidad de California, Dr.
Miguel Altieri, diserto recientemente en la Universidad de la
Republica de Uruguay sobre "Agroecologia: una realidad
alternativa a la agricultura industrial y transgenica". Entre
otros conceptos senialo que los cultivos transgenicos se
establecieron sin que el consumidor fuera consultado, ademas de
danios que provocan a nivel ambiental.

Explico que la agricultura sustentable, debe ser productiva, y
que se mantenga en el tiempo estable, ambientalmente sana o sea
que no destruya la base de los recursos naturales, socialmente
justa y culturalmente aceptable, respetando el conocimiento de
los agricultores y las tradiciones que estan asociadas a la
agricultura. Y que la agroecologia es una ciencia que promueve
el desarrollo rural, y que es sustentable.

La agroecologia incrementa las ganancias economicas de los
agricultores, viabiliza la produccion, no solo porque rinda mas,
sino porque recorta costos de produccion, ademas de generar
servicios ambientales. "La sociedad en algun momento tendra que
compensar a los agricultores por estos servicios".

Establecio que "se ha alcanzado el techo fisiologico de los
cultivos y se ha degradado el ecosistema sobre las cuales se
basa la produccion debido al uso de tecnicas agroquimicas".
Manifesto que los agricultores se han endeudado al haber
ingresado en un espiral de mayor productividad, pero con mayores
insumos, incrementandose los costos de produccion pero no las
ganancias. Es necesario que los productores "procedan con un
metodo basado en la agroecologia, asi como las universidades y
centros de investigacion. Lo que sucede es que estos centros no
estan preparados cientificamente para asumir este tipo de
tareas". Afirmo que el desafio es la reconversion de las
instituciones hacia un enfoque agroecologico; en el Sur de
Brasil, Emater ya ha comenzado esta tarea.

Sobre los transgenicos, establecio que hay una influencia muy
grande del sector multinacional en la agricultura. "La
agricultura transgenica ademas de los impactos ambientales que
provoca, emerge a expensas de otros tipos de agricultura como la
organica. Existe una clara incompatibilidad porque los
productores organicos no pueden certificar sus productos si
sufren contaminacion con transgenicos". "Este modelo promueve la
monocultura, la degradacion y son los mismos actores que
promovieron la agroquimica, ahora promueven la transgenia, con
el mismo enfoque reduccionista de la agricultura y la
naturaleza".


FAO PRSENTA ESTADOS DE LOS BOSQUES

Se ha presentado el nuevo reporte de la FAO sobre el estado de
los bosques del mundo. La situacion en America Latina sigue
siendo delicada, con importantes tasas de deforestacion. Solo un
12% de los bosques se encuentra dentro de areas protegidas, y
los controvertidos sistemas de certificacion cubren superficies
muy pequenias. Mas informaciones en el sitio de noticias
ambientales de CLAES www.ambiental.net


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boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
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#34 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Dom, 28 de Oct, 2001 12:01 pm
Asunto: Boletin No 34, octubre 2001
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No. 34 -  Octubre 28, 2001

      + VI FORO MEXICANO DE SUINICULTURA
      + CARNE DE FEED LOT o PASTORIL?
      + NUEVO BOLETIN EN GLOBALIZACION
      + CONTINUA DISPUTA SOBRE ETIQUETADO DE TRANSGENICOS
      + RECURSOS y EVENTOS

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VI FORO MEXICANO DE SUINICULTURA

Durante el VI Foro Latinoamericano de Suinicultura que se
realizo entre los dias 13 a 15 de Setiembre en la ciudad de
Morelia (Mexico), se discutio sobre las perspectivas del
comercio mundial de carne suina. Participaron del mismo el
Dr. Philip Seng (Presidente del US Meat Export Federation)
quien hablo en nombre de la suinicultura norteamericana, el
Dr. Carlos Buxade (Consultor de la Comunidad Europea) y
Luciano Roppa (Brasil) Para hablar en nombre de la
sinicultura latinoamericana.

A continuacion transcribimos algunas impresiones del Sr.
Luciano Roppa  en una entrevista concedida al boletin
electronico brasilenio Porkworld, que resultan de interes
para la tematica de la produccion agropecuaria, ambiente y
desarrollo sustentable.

Porkworld: Qual sua impressão sobre a apresentacão do
representante dos EUA?

Roppa: Deixou claro que a pretensão dos EUA e a de serem os
maiores exportadores mundiais de carne suina, nos proximos
anos. Acusou a Europa de subsidiar sua producão e de
prejudicar o livre comercio. Segundo ele, 95% dos subsidios
às exportacões são feitas pela Comunidade Europeia, e so 5%
pelos EUA. Disse que 5 dos principais paises exportadores
(Franca, Holanda, Irlanda, Espanha e Coreia), tiveram
problemas sanitarios e deixaram de exportar 16% do total de
carne suina do mercado mundial. Foi enfatico ao negar
subsidios à agricultura nos EUA. Ao final, perguntei-lhe se a
Farm Bill 2001, a ser aprovada ate o final deste mês, não
representaria uma forma de subsidio ao agricultor norte
americano, por ceder US$ 17,5 bilhões por ano, e garantir um
preco minimo para os produtores de Soja. Respondeu-me que a
lei ainda não foi aprovada, que pode sofrer alteracões, e que
não considerava essa nova politica um subsidio (sic!). Na
opinião geral dos participantes, sua apresentacão foi evasiva
e pouco sincera.

Porkworld: Qual sua impressão sobre a apresentacão do
representante da Comunidade Europeia (CE)?

Roppa: Primou pela sinceridade. Disse que realmente dão
subsidios. Mas, e do interesse deles diminui-los, pois custa
muito caro e gera excedente. Vão diminui-los gradualmente,
não porque a opinião mundial clama por isso, mas porque
custam caro para a economia da CE e para os consumidores. Por
isso e que não optaram pela vacinacão no caso da Febre
Aftosa: era mais barato pagar pela erradicacão, do que
continuar subsidiando a producão no futuro. Disse que a
diferenca deles com os EUA, e que eles não querem ser
exportadores e que querem produzir so para seu auto
abastecimento (?). Criticou os EUA pela desorganizacão nas
negociacões, pois sempre tem um interlocutor diferente, que
fala coisas diferentes do anterior. Disse que no caso da
Comunidade Europeia, o interlocutor e um so. Trata-se de um
profissional contratado (e não um politico ou diplomata) e
treinado para defender os interesses dos agricultores. Eles
elaboram uma pauta de exigências, atraves das Associacões e
dos Sindicatos, dão as argumentacões e exigem que o
negociador defenda os interesses deles. Em relacão à carne
suina, a CE esta produzindo 18 milhões de toneladas e ele
acredita que o limite maximo a ser atingido no futuro e de 20
milhões, com crescimentos previstos na Espanha e Franca.
Segundo ele, 5 paises (do total de 15), são responsaveis por
70% da producão (Alemanha 22,8%, Espanha 16%, Franca 13,8%,
Holanda 9,5% e Dinamarca 9,8%). Criadores da Alemanha e
Holanda estão migrando para produzir na Espanha, devido aos
problemas em seus paises. A CE exporta 1,4 milhões de
toneladas, sendo 1 milhão dentro da Comunidade e 400 mil
toneladas para o exterior. Em termos de auto suficiência, a
Dinamarca tem 434%, a Holanda 221%, a Belgica 176% e a
Espanha 114%.

Porkworld: E no que se baseou a sua apresentacão, em nome da
America Latina?

Roppa: Mostramos o potencial de cada um dos paises, com
destaque para as condicões de exportacão do Brasil e do
Chile. Mostramos que temos vantagens comparativas
(disponibilidade de agua, de terras, de custo de producão, de
boa sanidade, de bom nivel zootecnico, de boa qualidade de
produto, etc) e que estamos em fase de desenvolvimento das
vantagens competitivas. Mostramos as nossas preocupacões com
os subsidios e barreiras alfandegarias, praticadas tanto
pelos EUA e pela CE: elas dificultam os nossos acesso ao
mercado mundial, apesar de nossa clara competitividade.
Mostramos que praticamos a Globalizacão com Neoliberalismo ,
que e a base para o livre comercio, mas que os EUA e CE
estavam praticando a Globalizacão com Nacionalismo ,
defendendo sua participacão no mercado mundial, com praticas
protecionistas aos seus produtores. Que nestas condicões, e
impraticavel a negociacão do ALCA, e que as negociacões na
OMC (no Qatar, em Novembro 2001) estão fadadas a um insucesso
igual ao de Seattle, em 1999. Reforcamos a tese da
importância de se negociar previamente a questão agricola
atraves do Grupo de Cairns, que reune os 17 maiores
exportadores agricolas do mundo. Mostramos com numeros, que
tanto os EUA como a CE, não estão obedecendo às resolucões da
Rodada do Uruguai, que antecedeu a formacão da OMC, e que da
forma como agem, acabam apregoando a Globalizacão, mas não a
praticam . Criticamos a Farm Bill 2001, mostrando que se
aprovada, causara excedentes mundiais de producão de Soja, e
com isso, a queda de 6 a 7% nos precos mundiais. Para o
produtor dos EUA nada acontecera, protegido pelo subsidio do
preco minimo, mas que o restante dos produtores mundiais
amargara serios prejuizos. Finalizando, alertamos para o
serio problema social que esta sendo causado pela atual
politica protecionista dos paises Desenvolvidos , que e
contraria ao conceito do livre comercio, e que dificulta o
acesso ao mercado dos paises Em Desenvolvimento . Mostramos
que a vocacão historica da America Latina e a de exportar
produtos agropecuarios e que isso não pode ser impedido
atraves de praticas que não condizem com a nova regra mundial
do comercio.

Porkworld: Gostaria de destacar algum assunto desse Forum?

Roppa: Gostaria de destacar a organizacão dos produtores da
CE. Eles ja se reuniram e ja estabeleceram as bases que o seu
Negociador Oficial devera levar, e defender, na proxima
reunião da OMC, em Novembro proximo. São elas:
- A reducão dos subsidios ao produtor da CE, não pode ser
menor do que o estabelecido na reunião que eles tiveram
previamente em Berlim.
- Que ao exigir, os demais paises (especialmente EUA) tambem
cumpram a retirada de subsidios.
- Que seja dado um tratamento Diferenciado para paises em
desenvolvimento
- Manter a viabilidade econômica dos produtores da CE
- Manter a prioridade de abastecimento do seu mercado interno
- Manter a politica dinâmica de exportacão
- Salvaguardar a producão interna em casos de catastrofes
(Explo: como no caso de Aftosa ou BSE, não permitir que
outros paises se aproveitem do problema para exportar mais
para a CE)
- Evitar a concentracão global de Mega empresas de
Abastecimento
- Que os maiores custos de se produzir sob as novas normas de
protecão ao meio ambiente e de preservacão do bem estar dos
animais, sejam subsidiadas pela receitas advindas do Turismo
interno.
- Que se reforcem as regras de garantia da Seguranca
Alimentar (Rastreabilidade, etiquetagem dos produtos,
informacões ao consumidor) e que isso seja exigido dos
exportadores externos.
- Que se apliquem as regras de Bem Estar dos animais e de
Protecão ao Meio Ambiente, mas que sejam tambem exigidas aos
exportadores externos.
Estas duas ultimas colocacões deixam muito claro o seguinte:
as primeiras barreiras para exportar para a CE foram os
Subsidios e as Tarifas Alfandegarias. Como elas deverão cair
no futuro (por interesse proprio ou por pressão
internacional), ja estão sendo preparadas novas formas de
proteger o mercado. Paises candidatos a exportar para a CE
deverão estar aptos a satisfazer as Normas Europeias de
Rastreabilidade, de Protecão do Meio Ambiente e de Bem Estar
dos Animais.

Porkworld: Algum comentario final?

Roppa: Sai do evento com a nitida impressão de que temos
muita coisa ainda por fazer para poder ser um grande
exportador mundial. Não basta a determinacão do nosso
Governo. São necessarias atitudes concretas nas 3 ultimas
areas mencionas (qualidade do produto, protecão ao meio
ambiente e do bem estar dos animais). So no item bem estar ,
teremos que nos adaptar à gestacão de porcas sem gaiolas, a
repensar nossas maternidades, estar preparados para a
proibicão dos cortes de dentes e de cauda, de aumentar a
densidade por metro quadrado, de repensar nosso sistema de
transporte para o abatedouro ... enfim, temos que nos interar
das exigências da CE e comecar um serio trabalho de adaptacão
às novas normas mundiais de producão. Isto e praticar
Globalizacão e não so querer dela usufruir.

Outra inquietude e a de saber se o Governo e nossos
Negociadores são o interlocutor correto para defender os
interesses dos nossos criadores de suinos. Eles estão ouvindo
nossas Associacões e Sindicatos? Ja foram munidos de
argumentacão? Ja têm uma pauta de nossas reivindicacões?
Quais são? São Profissionais na arte de negociar? Entendem de
nossa atividade e de nossos anseios? Confesso que não estou
certo disso ... posso estar errado por desconhecimento ...
mas, se o Governo quer ser realmente nosso porta voz , acho
que seria hora de discutir melhor com a sociedade a nossa
pauta de reivindicacões, para defender corretamente nossos
interesses.


CARNE DE FEED LOT o PASTORIL?

La discusion que emerge en torno a este tema en Argentina
tiene implicaciones diversas desde el punto de vista del
desarrollo agropecuario sustentable  en America Latina y
especialmente en los paises del cono sur. A continuacion
transcribimos algunos comentarios aparecidos en Clarin de
Buenos Aires y algunas reflexiones de CLAES al respecto.

Mientras las puertas de los mercados externos a las carnes
argentinas permanezcan cerradas por la reaparicion de fiebre
aftosa, cualquier negocio en esa direccion resulta una
expresion de deseo. Pero los productores de ganado engordado
a corral y alimentado sobre la base de granos dicen que la
carne de feedlot -como se denomina en ingles- es el futuro de
las exportaciones de este producto.

"Hoy el mercado mundial practicamente no consume carne hecha
a pasto -de animales criados a cielo abierto y en forma
natural-", explico el director de la publicacion Granos y
Forrajes, Juan Carrozino, en un encuentro con degustacion
incluida, realizado en el Mercado de Liniers y organizado por
la Camara de Engordadores de Hacienda Vacuna (Caehv).

Este argumento, explico Carrozino, parte del hecho de que la
demanda de los paises del sudeste asiatico -el mayor mercado
mundial de carnes- ha virado hacia la carne de feedlot, que
posee un mayor contenido graso, terneza garantizada y
uniformidad en los cortes. "El sudeste asiatico es un gran
comprador de carne de feedlot que le proveen nuestros
principales competidores, como Australia y los Estados
Unidos", dijo el consignatario Fernando Saenz Valiente, de la
firma Saenz Valiente, Bullrich y Cia.

Al parecer, segun los ganaderos argentinos, el gusto oriental
por la carne cambio en favor de la feedlot y en contra de su
predileccion por los productos completamente naturales.
"Nuestra ventaja es que podemos producir lo que el mundo
necesita", afirmo el presidente de la Caehv, Antonio Aranda
Cuevas. Sin embargo, la realidad, hasta antes de la
suspension de las exportaciones, contradice esta vision
exportadora algo utopica.

La Union Europea (UE) -principal comprador de carnes
argentinas- no acepta la importacion de carnes provenientes
de animales alimentados a granos. Solo permiten el ingreso de
los productos naturales de la pampa humeda que caracterizan a
la Argentina. "Es cierto, pero el mercado de carnes hechas a
pasto es muy pequenio y nosotros siempre miramos solo a
Europa", explico Carrozino y defendio esta tecnica que
comenzo en el pais hace 10 anios y que hoy ocupa un 15% de la
faena total.

Los comentarios anteriores merecen ser analizados desde la
perspectiva del desarrollo agropecuario sustentable en
diferentes planos.

Uno de ellos, es el que se plantea en la nota y corresponde
exclusivamente al plano de la demanda de diferentes tipos de
carne. Aun desde esta unica perspectiva las respuestas no son
unicas. Evidentemente las preferencias de los consumidores
son diversas, y existen mercados potenciales para carnes
procedentes de diferentes sistemas de produccion. Sin embargo
la tendencia observada en los ultimos anios en todos los
mercados de alto poder adquisitivo, evidencia un indiscutible
crecimiento en la demanda por productos "naturales" y
"organicos".

Aun asumiendo que existe una demanda importante por carnes
procedentes de feed-lot, no se aprecian aqui las implicancias
desde el punto de vista de la sustentabilidad de la ganaderia
basada en uno u otro sistema de produccion. Dichas
implicaciones son diversas y cada uno de los sistemas poseen
ventajas y desventajas, algunas de las cuales senialaremos a
continuacion:

En primer lugar y desde el punto de vista de la
disponibilidad de alimentos para satisfacer las necesidades
humanas, que sin duda constituye unos de los objetivos del
desarrollo sustentable, es indudable que el cultivo de granos
para alimentar rumiantes cuya carne sera consumida por
humanos, es un proceso sumamente ineficiente desde el punto
de vista energetico, si lo comparamos con el consumo directo
de alimentos de origen vegetal. Esto no significa que todos
los seres humanos debamos transformarnos en vegetarianos.
Ahora bien, aun desde una perspectiva mas convencional, es
evidente que otras especies como aves y cerdos son mucho mas
eficientes en la conversion de granos a carnes que los
rumiantes, lo cual hace mas racional (energeticamente)
destinar excedentes agricolas a estas producciones que a
alimentar rumiantes.

En los hechos existe evidencia que aun en paises donde la
casi totalidad de la carne vacuna se produce en feed-lot,
(USA) el pollo y el cerdo compiten con ventaja frente a la
carne vacuna, habiendose producido en las ultimas decadas un
marcado crecimiento en las ventas de estas ultimas en
detrimento de la carne vacuna. Si bien es cierto que existen
una cantidad de factores involucrados en estos cambios
(integracion de las cadenas productivas, marketing etc..) la
eficiencia de conversion, que se traduce en el costo final es
un factor clave.

Esto pone en evidencia ademas que en el mundo de hoy, la
competencia se da cada vez mas entre cadenas productivas y
menos entre paises. De hecho el proceso de integracion
vertical en las cadenas de produccion de pollo surgio como
iniciativa de las grandes multinacionales comercializadoras
de granos que vieron una oportunidad en incrementar el
consumo de granos para produccion animal, potenciando el
salto tecnologico y de integracion que a su vez determino la
captacion de mayor proporcion de mercado por parte de la
carne de aves. De esa manera el promover la produccion de
carne vacuna de feed-lot tenderia a aumentar la demanda por
granos y consecuentemente a mejorar ese negocio.

Ahora bien, desde el punto de vista estrictamente ambiental,
este cambio de orientacion en la forma predominante de
producir carne en el Cono Sur tiene implicancias tambien
variadas.

Por una parte el aumento de la demanda por granos haria
incrementar probablemente la superficie agricola tanto en
extension como en intensidad de rotaciones. Este fenomeno ha
sido bien evidente en la ultima decada en la pampa humeda
argentina, determinando una agriculturizacion de la pampa,
muchas veces con consecuencias no deseadas en terminos de
degradacion de agroecosistemas y perdidas de biodiversidad.
Diversos autores han demostrado las ventajas en terminos de
sustentabilidad de los sistemas que integran adecuadas
rotaciones agricola-ganaderas con relacion a aquellos en que
solo se realiza agricultura.

Por otra parte la experiencia en paises desarrollados indica
que existen impactos ambientales directos derivados de la
produccion en feed-lot, cuyas externalidades no son siempre
tenidas en cuenta. Dichos impactos estan relacionados
principalmente con la contaminacion de aguas derivada de la
acumulacion de enormes volumenes de estiercol en los feed-
lot.

Paralelamente se sostiene (y es cierto) que la produccion de
carne vacuna en base a granos determina una menor proporcion
de emisiones de metano por los rumiantes en comparacion con
las emisiones de ganados alimentados a pasto. El metano es
uno de los gases responsables del llamado "efecto
invernadero" y por tanto seria deseable reducir dichas
emisiones como contribucion a la mitigacion del cambio
climatico. Si bien esta linea de razonamiento es correcta no
debe olvidarse que la principal causa del cambio climatico
son las enormes emisiones de CO y CO2  de los paises
industrializados y que cualquier esfuerzo global para
revertir dicho proceso  debera necesariamente pasar por una
efectiva disminucion del consumo de energias fosiles.

Finalmente, la produccion ganadera extensiva sobre pasturas
naturales o con base en mejoramientos de tapiz amigables,
permite sin duda obtener niveles razonables de productividad
y rentabilidad conservando la mayor parte de la biodiversidad
de nuestros ecosistemas, contrariamente a lo que ocurre con
la agricultura intensiva.

Esta es precisamente nuestra verdadera ventaja comparativa
para la produccion de carne vacuna, en relacion a la de
nuestros competidores de otras regiones del mundo. Esto es,
la disponibilidad de pasturas de buena calidad, durante la
mayor parte del anio con posibilidad de ser cosechadas
directamente a bajo costo, sin mayores impactos ambientales
negativos, es lo que nuestros competidores no pueden hacer y
alli radica nuestra verdadera ventaja comparativa.

NUEVO BOLETIN EN GLOBALIZACION

Atendiendo a la creciente demanda que CLAES esta recibiendo
en temas de globalizacion y desarrollo en America Latina, se
ha decidido abrir un nuevo sitio web y un nuevo boletin
electronico. El nuevo sitio en internet
(www.globalizacion.org) se encuentra actualmente en
construccion, y se estima que estara habilitado hacia el 10
de Noviembre.

Entretanto se ha abierto al subscripcion a un nuevo boletin
electronico, GLOBALIZACION AMERICA LATINA. Este boletin
ofecera breves noticias en temas de globalizacion, desarrollo
y sociedad civil en America Latina. Los articulos seran todos
en castellano y portugues. Asimismo ofrecera informaciones
sobre las actualizaciones del sitio web. Se estima que sera
editado a intervalos mensuales. La subscripcion es gratuita.

Los interesados en recibirlo deben enviar un mensaje en
blanco, sin texto, a la siguiente direccion:
globalizacional-subscribe@yahoogroups.com
Recibiran un mensaje automatico de bienvenida con
instrucciones.


CONTINUA DISPUTA SOBRE ETIQUETADO DE TRANSGENICOS EN BRASIL

Ha quatro anos discutindo uma legislacao para os produtos
geneticamente modificados, a Camara dos Deputados nao chegou
a um consenso sobre a liberacao e rotulagem dos transgenicos.

No inicio de novembro, a comissao que analisa o tema
apresentara um relatorio que esta' sendo disputado, linha por
linha, pela oposicao e os ruralistas. "A Camara tende a
aprovar uma norma mais rigida para a rotulagem dos
transgenicos do que a do governo", afirma o deputado Fernando
Gabeira (PT-RJ), autor do primeiro dos 18 projetos de lei
sobre o assunto em tramitacao na Casa.

Ja o deputado Fetter Junior (PPB-RS) faz avaliacao diferente.
"Toma forca a ideia de que o atual decreto ja coloca o Brasil
no grupo dos mais rigidos nas normas de rotulagem", diz o
deputado. O decreto do Executivo que estabeleceu o percentual
minimo de 4% de transgenicos na composicao do produto para
que seja rotulado esta' sendo contestado na Justica.

Ontem, a comissao que analisa os transgenicos realizou
audiencia publica com pesquisadores da Universidade de
Brasilia (UnB). Atacando um dos principais argumentos a favor
dos trangenicos, a pesquisadora Lynn Silver afirmou que os
relatorios da Comissao Tecnica Nacional de Biosseguranca
mostram que o rendimento de sementes comuns e trangenicas e'
o mesmo.

RECURSOS

PASTURAS DE AMERICA es un sitio web con informaciones sobre
plantas forrajeras; plantas nativas; conservacion; sistemas
de produccion y mucho mas. Puede visitarlo en:
www.pasturasdeamerica.com

EVENTOS

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AGROECOLOGIA, III SEMINÁRIO
ESTADUAL SOBRE AGROECOLOGIA e III ENCONTRO NACIONAL SOBRE
PESQUISA EM AGROECOLOGIA, tendra lugar en Porto Alegre,
Brasil, del 26 al 28 de noviembre de 2001. Organizado por el
gobierno de Rio Grande do Sul, EMATER/RS e FEPAGRO. Mas
informaciones en
www.iicanet.org/foragro/Noticias/noticia22.asp o por e mail
son:
seminario.agroecologia@...


-----------------------------------------------------
El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editores
Gerardo Evia y Eduardo Gudynas; asisten Cecilia Castilla.
Apoyo de la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Web en temas ambientales agropecuarios:
www.ambiental.net/agroverde
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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social
Montevideo, Uruguay
www.ambiental.net/claes

#33 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Jue, 20 de Sep, 2001 12:27 pm
Asunto: Boletin especial: transgenicos en Brasil
claes@...
Enviar correo Enviar correo
 
OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
--------------------------------------------------
Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES

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No. 33 -  Setiembre 20, 2001

INFORME ESPECIAL: TRANSGENICOS EN BRASIL

     + MINISTRO DE AGRICULTURA: LIBERACION DE TRANSGENICOS
     + FUERTE INVERSION EN INVESTIGACION BIOTECNOLOGICA
     + PLANTACION Y CONSUMO DE TRANSGENICOS CONTINUAN ILEGALES
     + CRITICAS AL DECRETO DE ETIQUETADO
     + MAS CUESTIONAMIENTOS A ANUNCIOS DEL GOBIERNO
     + DISPUTA DE VUELTA A LA JUSTICIA
     + EMPRESA ESPECIALIZADA EN EXPORTAR SOJA NO TRANSGENICA
     + PRODUCTORES ESTUDIAN AREAS PARA SOJA
     + RESUMEN DE LEGISLACION BRASILENIA EN LA MATERIA

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INTRODUCCION

En Julio el Ministro de Agricultura de Brasil anuncio durante
una gira en el exterior que estaba pronto a firmar un decreto
del Gobierno que liberaria el cultivo de soja transgenica en
Brasil. Tales declaraciones provocaron fuertes reacciones en
ambitos judiciales y no gubernamentales que determinaron en
principio una marcha atras del de gobierno en este sentido.
Hasta el momento, aparentemente el gobierno esta a la espera
de una decision judicial al respecto.

Una decission judicial del Juez Federal Antonio de Souza
Prudente de la sexta Vara Federal, prohibio la
comercializacion y plantacion de soja transgenica en Brasil,
exigiendo que sean hechos estudios de Impacto Ambiental, como
lo establece la Constitucion, antes de liberar OGM en el
pais.

Asi mismo determino que la Comision Tecnica de Bioseguridad
(CTNBio), organismo ligado al Ministerio de Ciencia y
Tecnologia, que asesora sobre el uso de Transgenicos, elabore
una norma para garantizar la seguridad alimentaria de los
consumidores.

Como nada de eso fue hecho, el juez bloqueo la liberacion de
la soja transgenica de Monsanto ya que el parecer conclusivo
emitido por la CTNBio, en 1998 no exige tales estudios de la
empresa.

Sin embargo, en Diciembre del anio 2000, el gobierno promulgo
la Medida Provisoria 2137 que amplio los poderes de la
CTNBio, dando a dicho organo la ultima palabra en la
liberaciopn y comercializacion de transgenicos.

Amparado en esa Medida el Ministro Pratini de Moraes quiso
poner en practica la decison ya tomada por la CTNBio hace
tres anios, anunciando su decision de liberar la soja
transgenica. A raiz de la polemica y despues de consultar a
la Asesoria Juridica del Ministerio y la Abogacia General de
la Union (AGU), el Ministro aparentemente decidio enfriar el
asunto y aplacar la polemica.

Aparentemente Pratini debe esperar que la Justicia Federal
decida sobre el recurso de la AGU , para anular o dejar en
pie la decision de la sentancia del Juez Prudente, que
prohibia la liberacion de la soja de Monsanto. Uno de los
documentos anexados por la AGU al recurso es la Medida
Provisoria 2137 editada para aclarar las atribuciones de la
CTNBio, y con ello avalar sus decisiones. Segun la
interpretacion del Ministerio la decision del Juez Prudente
fue dictada antes de la edicion de la Medida Provisoria y por
eso no consideraba el poder de decision de la CTNBio.

Algunos procuradores afirman que mientras exista la
resolucion judicial, el gobierno no podra liberar  la soja
transgenica. Pero si la justicia Federal da lugar al recurso
de la AGU, el Ministro podria finalmente decretar la
liberacion.

A dicha polemica se suma otra vinculada a un decreto del
gobierno que fija en 4% el limite maximo de OGM que deben
contener los alimentos para que estos sean etiquetados como
transgenicos.

A continuacion se transcriben noticias que ilustran los
detalles de la polemica.


MINISTRO DA AGRICULTURA DIZ QUE VAI LIBERAR SOJA TRANSGENICA

Julio 2001: O ministro da Agricultura, Pratini de Moraes,
disse que o governo esta' tomando as ultimas providencias
para liberar cultivo de transgenicos no Brasil. Inicialmente
sera' permitida a utilizacao de cinco tipos de sementes de
soja geneticamente modificadas. Decreto presidencial que
entra em vigor em 31 de dezembro define as regras para a
rotulagem de organismos geneticamente modificados no pais e
autoriza o Ministerio da Agricultura a conceder registro de
sementes alteradas.

O Brasil nao pode ficar atrasado nesta questao", afirmou o
ministro. "Os outros paises querem os nossos produtos nao
modificados, mas nao querem pagar mais por isso. Temos de
garantir que os nossos produtores e a nossa industria de
sementes possam continuar competitivos." O ministro explicou
que o governo quer dar condicoes para que o agricultor
brasileiro tenha alternativas, trabalhando tanto com produtos
nao-transgenicos quanto com os modificados geneticamente.
"Faremos a certificacao da soja nao-modificada para atender
os compradores que preferem esse produto e tomaremos medidas
para garantir a seguranca da biodiversidade."

A seu ver, o Brasil tem condicoes de melhorar a participacao
no mercado internacional, seja com produtos transgenicos ou
agricultura convencional e organica. Pratini criticou a
autorizacao do Ibama para destruir tres hectares de plantacao
de milho da empresa Monsanto no interior de SP, sob a
alegacao de cultivo de transgenicos. A plantacao esta' em uma
fazenda experimental da empresa.


MINISTRO DA AGRICULTURA DIZ A INVESTIDORES DOS EUA QUE BRASIL
VAI INVESTIR PESADO EM TRANSGENICOS

O ministro da Agricultura, Pratini de Moraes, disse a
investidores americanos que o Brasil "vai investir pesado na
area de transgenicos". Na palestra que fez na Camara de
Comercio Brasil-EUA, Pratini de Moraes reiterou sua intencao
de liberar a producao de graos geneticamente modificados no
pais.

"Nos estamos investindo pesado nesta area", confirmou. "E
estamos sendo cuidadosos ao aprova-los. Para nos, esta' claro
que nao se deve deter o avanco tecnologico."

A liberacao dos transgenicos deve dar novo impulso as
pesquisas da Embrapa, que trabalha com papaia, mandioca,
feijao e batata transgenicos, entre outros.

Alem de assinar despacho liberando o plantio de cinco tipos
de soja transgenica, na semana que vem Pratini deve
estabelecer um sistema de certificacao para a soja nao-
transgenica, medida que deve garantir a entrada da producao
brasileira em mercados que resistem aos organismos
geneticamente modificados, caso do Japao e da Europa, que
tambem se prepara para por fim a uma moratoria de tres anos
para plantio dessas culturas.

Em Brasilia, as entidades de defesa do meio ambiente e do
consumidor so' conseguiram reunir ontem duas dezenas de
manifestantes para protestar contra a decisao do governo de
liberar o plantio da soja transgenica Roundup Ready, da
Monsanto, na proxima semana.

As organizacoes nao-governamentais que participaram do
protesto diante da sede do Ministerio da Agricultura alegam
que o parecer da Comissao Tecnica Nacional de Bioseguranca
(CTNBio), que garantiu a liberacao do produto, apresenta
falhas.

"A decisao do ministro Pratini de Moraes fere a legislacao",
criticou a advogada Andrea Salazar, do Instituto Brasileiro
de Defesa do Consumidor (Idec). Segundo ela, a Lei de
Bioseguranca (Lei 8.974) determina que a liberacao de
alimentos modificados depende de estudos de impacto
ambiental.

O governo so' teria avaliado analises feitas pela propria
Monsanto no exterior. Mas a multinacional contratou duas
empresas para realizar esse estudo, que deve ficar pronto
antes do plantio da proxima safra, que comeca em breve.

Segundo as ONGs, a venda de alimentos modificados
geneticamente precisa de licenca dos ministerios da
Agricultura, da Saude, da Justica e do Meio Ambiente. A
rotulagem dos produtos so' foi normatizada ha' poucos dias,
por meio de decreto assinado pelo presidente FHC e pelos
ministros da Agricultura, Saude e Justica. "O governo esta'
sendo irresponsavel na conducao da politica de alimentos",
disse Joaquim Moura, um dos coordenadores da Campanha
Nacional por um Brasil Livre de Transgenicos. Ja' a Fundacao
Procon de SP considerou a nova lei de rotulagem "um
retrocesso que fere o Codigo de Defesa do Consumidor".

Segundo o Procon, a decisao de so' rotular os produtos que
contenham mais de 4% de seu peso ou volume em transgenicos
"contraria os interesses dos consumidores" porque a lei preve
que a rotulagem deve "assegurar informacoes corretas, claras,
precisas, ostensivas" sobre sua composicao e riscos para a
saude.


PLANTIO COMERCIAL E CONSUMO DE TRANSGENICOS CONTINUAM ILEGAIS
NO BRASIL

A autorizacao para consumo e plantio comercial de alimentos
transgenicos no Brasil depende da Justica, que tem vetado a
nova tecnologia. A proxima decisao cabera' ao Tribunal
Regional Federal da 1.a. Regiao, em Brasilia, onde serao
julgados dois recursos do governo federal contra
determinacoes que impedem a liberacao da soja Roundup Ready,
da empresa Monsanto.

Em 98, a Comissao Tecnica Nacional de Biosseguranca (CTNBio),
orgao encarregado de analisar eventuais riscos da nova
tecnologia ao ambiente e a saude, deu parecer favoravel ao
cultivo comercial da Roundup Ready. Mas uma liminar concedida
pela Justica Federal a pedido do Instituto Brasileiro de
Defesa do Consumidor (Idec) suspendeu o parecer.

A partir disso, teve inicio uma batalha juridica em que o
governo e a Monsanto vem perdendo. Em junho de 2000, em outra
acao movida pelo Idec, a Justica concedeu sentenca, com
julgamento de merito, proibindo o plantio da soja da Monsanto
e de qualquer outro alimento transgenico no pais.

A sentenca do juiz Antonio Souza Prudente, da 6.a. Vara da
Justica Federal em Brasilia, condicionava a liberacao a
existencia de normas de rotulagem e para avaliar eventuais
riscos ambientais e a saude.

A relatora sera' a juiza Assusete Magalhaes. Assusete foi
tambem a relatora do recurso movido pela AGU contra a liminar
que impediu, em 98, a liberacao da soja Roundup Ready. Nesse
julgamento, ela manteve a decisao favoravel ao Idec.


IDEC QUESTIONA O DECRETO DA ROTULAGEM

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor)
encaminhara' uma carta a Presidencia da Republica
questionando o valor de 4% de ingredientes geneticamente
modificados como o limite minimo para a rotulagem de
alimentos embalados.

"Queremos saber qual o e' embasamento cientifico para essa
decisao", afirma Marilena Lazzarini, presidente do Idec.
Segundo Lazzarini, de acordo com o decreto, publicado no
"Diario Oficial" da Uniao, de um total de 31 alimentos
analisados pelo Idec no ano passado para deteccao da presenca
de transgenicos, apenas 3 seriam rotulados, por conterem mais
de 4% de ingredientes geneticamente modificados. "No entanto,
constatamos que nove produtos daquela lista estavam
contaminados por transgenicos", diz Lazzarini. "Mas seis
ficariam de fora da rotulagem pelos criterios adotados agora
pelo governo", acrescenta.

O Idec fez, em abril deste ano, nova analise de alimentos. Na
lista divulgada pelo instituto, os produtos foram
caracterizados como tendo acima de 1% ou menos de 0,1% de
ingredientes transgenicos. "Como o teste foi feito num
laboratorio europeu, la' interessa apenas se os alimentos
contem mais -ou menos- de 1% de transgenicos. Nao interessa
quantificar", afirma Lazzarini.

A legislacao europeia determina que sejam rotulados apenas os
alimentos que contenham mais de 1% de ingredientes
transgenicos na sua composicao. "Esse era o limite de
deteccao do teste na epoca", diz Lazzarini. No Japao, a
rotulagem e' necessaria quando o teor e' superior a 5%. No
entanto, como para a percepcao publica o valor de 5% e'
elevado, existe uma proposta de reduzir essa quantia para 3%.
Nos EUA nao ha' exigencia da rotulagem. Lazzarini acredita
que o valor de 4% tenha sido escolhido por criterios
economicos, atendendo aos interesses da industria.

A Abia (Associacao Brasileira das Industrias de Alimentacao)
divulgou uma nota, afirmando que a legislacao "merece os
aplausos da industria".

A presidente do Idec afirma que, apesar de o decreto federal
estabelecer o limite de 4%, nada impede que os municipios e
os Estados criem legislacoes proprias, mais rigorosas,
estabelecendo um limite inferior a esse. Hoje nao e'
permitido no Brasil a venda ou o plantio comercial de nenhum
alimento transgenico.

Apesar de aprovado pela CTN-Bio (Comissao Tecnica Nacional de
Biosseguranca), a Monsanto, que produz a soja transgenica
Roundup Ready, teve o plantio e a comercializacao do produto
proibida em 99, devido a uma acao movida pelo Idec que
determinava que a empresa apresentasse o EIA-Rima (Estudo de
Impacto Ambiental e respectivo Relatorio de Impacto no Meio
Ambiente).

A Monsanto contratou um consorcio formado por tres empresas
para realizar o EIA-Rima. A expectativa e' ter o relatorio
pronto ainda este ano, antes do plantio da nova safra de
soja, de modo que as sementes Roundup Ready possam ser
comercializadas.

Para o Idec, o governo "jogou tudo na lata do lixo [a
consulta publica realizada para determinar dos criterios de
rotulagem] ao estabelecer o limite de 4% como a quantidade de
OGMs permitida nos alimentos industrializados.


GOVERNO FEDERAL ESTA' RIFANDO O DIREITO DE CADA UM DE
ESCOLHER SE QUER OU NAO CONSUMIR PRODUTOS TRANSGENICOS

Um Decreto do governo federal que fixa as regras para a
rotulagem de alimentos que contenham organismos geneticamente
modificados (OGMs).

Pela determinacao, so' produtos com mais de 4% de seu peso ou
volume constituidos por ingredientes transgenicos ficam
obrigados a trazer rotulo especifico. Na Europa, o limite e'
de 1%. Em termos cientificos, nao se estabeleceu que
alimentos transgenicos facam mal a saude. Essa permanece
apenas uma possibilidade teorica.

Mas a definicao dos 4% como margem de seguranca alimentar,
aquem da qual OGMs nao ofereceriam risco, nao encontra
respaldo em nenhuma teoria cientifica. O 1% europeu
corresponde ao limite de acuidade dos testes para detectar
OGMs a epoca em que a lei foi aprovada.

Um dos perigos dos transgenicos para a saude seriam as
alergias. Imagine-se um novo tipo de milho que utilize um
gene de amendoim. Pouca gente e' alergica a milho, mas numero
nao-desprezivel o e' ao amendoim.

Nao se pode descartar a possibilidade de que a pessoa
alergica ao amendoim consuma o milho transgenico e sofra
entao um choque anafilatico. Embora os pesquisadores estejam
atentos a questao das alergias e nao haja indicios de que
elas ocorram em niveis epidemiologicamente significativos, o
sistema imunologico nao levaria em conta os 4%.

Ao estabelecer um limite considerado generoso para a
industria, o governo cedeu ao lobby de grandes empresas. Esta
"Folha SP" defende a pesquisa com OGMs e ate' mesmo a sua
comercializacao.

Acima disso, porem, esta' o direito de cada um de decidir se
vai ou nao consumir alimentos transgenicos, mesmo que a
separacao das cadeias produtivas tenha um custo. E' esse
direito de escolha que o governo federal esta' rifando".


GOVERNO ESTA' "INCITANDO OS PRODUTORES A PRATICAR CRIME"

A coordenadora do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec)
disse que o Governo esta' '"incitando os produtores a
praticar crime quando diz que o registro de soja transgenica
da Monsanto sera' liberado na segunda-feira"

Durante protesto contra a liberacao da soja transgenica em
frente ao Ministerio da Agricultura, em Brasilia, a
coordenadora do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec),
Marilena Lazzarini, disse o governo esta' ''incitando os
produtores a praticar crime quando diz que o registro de soja
transgenica da Monsanto sera' liberado na segunda-feira''.

Segundo Marilena, duas medidas legais impedem o plantio e a
comercializacao do grao geneticamente modificado. Os
manifestantes 'atropelaram'' simbolicamente o governo com um
trator e queimaram placas com as palavra Rima, sigla de
relatorio de Impacto Ambiental.

No Triangulo Mineiro, a chamada equipe Caca-transgenicos do
Greenpeace pediu ajuda a policia para investigar o plantio de
milho geneticamente modificado na estacao experimental da
Monsanto em Cachoeira Dourada. os ambientalistas argumentam
que as areas experimentais de culturas transgenicas estao
suspensas pela Justica desde 27 de abril deste ano.

No inicio de julho, a mesma equipe denunciou um plantio
ilegal de milho inseticida Bt da mesma multinacional, em
Santa Cruz das Palmeiras (SP).

Em Porto Alegre, a Uniao dos Fabricantes de Racoes (Ufab) da
Franca ultimou detalhes para a aquisicao no Rio Grande do Sul
de 15 mil toneladas por ano de soja nao transgenica. A
organizacao pretende adquirir daqui para a frente toda a soja
organica possivel, durante cinco anos. Inicialmente serao
fornecidas 2 mil toneladas anuais.

O acerto esta' sendo concluido com a Cooperativa Agropecuaria
Alto Uruguai (Cotrimaio), de Tres de Maio (RS), primeira
grande cooperativa gaucha a receber o atestado internacional
de soja organica, fornecido pela EcocertBrasil/Concert,
ligada a Ecocert Internacional, que certifica 80% do mercado
frances.

A vantagem de plantar e comercializar soja organica permitiu,
numa venda anterior, aos produtores da Cotrimaio receberem
dos importadores europeus um premio de 100% sobre o preco da
soja convencional, obtendo US$ 18 por tonelada contra o preco
medio de US$ 9.

A Cotrimaio ja' tinha vendido 180 toneladas de soja organica,
alem de 600 toneladas de soja organica ''em conversao do
segundo ano''. Sao necessarios tres anos de adequacao na
forma de plantio e de medidas para que a soja seja
classificada como totalmente organica.

A tonelada da soja organica ''em conversao'' teve precos 10%
acima dos pagos pela soja convencional. Tambem foram vendidas
40 mil toneladas de soja nao transgenica, por precos em media
3,5% superiores aos da soja convencional.


DISPUTA EM TORNO DE TRANSGENICOS VOLTARA' a JUSTICA

O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e organizacoes
ambientalistas, como o Greenpeace, preparam-se para tentar
impedir a iniciativa do governo de autorizar a
comercializacao da soja transgenica no Brasil.

As ONGs ameacam interpelar judicialmente o governo, alegando
que estao em vigor decisoes judiciais que nao autorizam a
liberacao. O Idec argumenta que a liberacao da soja pelo
Ministerio da Agricultura, prometida para a proxima semana,
e' ilegal.

Segundo o Idec, uma decisao judicial da 6 Vara da Justica
Federal determina que as empresas Monsanto do Brasil e Monsoy
apresentem um estudo de impacto ambiental, como condicao
indispensavel para o plantio em escala comercial da soja
transgenica.

A mesma decisao, segundo o Idec, estabelece que as empresas
estao impedidas de comercializar as sementes da soja
geneticamente modificadas, ja' produzidas, "ate' que sejam
regulamentadas e definidas as normas de biosseguranca e de
rotulagem desses organismos".

Segundo o ministerio, este e' o unico transgenico que ja'
teve sua utilizacao liberada por parecer tecnico favoravel da
CTNBio. Na quinta-feira, a Associacao dos Juizes Federais
alertou o governo federal sobre os riscos da edicao da
instrucao normativa liberando a comercializacao da soja
transgenica.

"Se fizer isso, certamente o ministro estara' descumprindo a
lei e estara' sujeito a sancoes, inclusive penais. E' um
crime", afirma o juiz federal Flavio Dino, presidente da
Associacao dos Juizes Federais (Ajufe).

A presidente do Idec, Marilena Lazzarini, apresentou ao
ministro da Justica, Jose Gregori, pedido para anulacao do
decreto que criou as regras para rotulagem de produtos
transgenicos no pais. Gregori nao aceitou o pedido.


EMPRESA ESPECIALIZAADA EN EXPORTAR SOJA NO TRANSGENICA

En 1997 la empresa brasilenia de comercio exterior Exin
Internacional decidio aventurarse en un nuevo nicho de
mercado que arrancaba en Europa pero que todavia era
practicamente desconocido en Brasil: el de alimentos no
transgenicos. Por sugerencia de un importador del Reino
Unido, la trading acabo anticipandose a las necesidades de
los clientes y se especializo en la exportacion de productos
de soja texturizada no modificada geneticamente. Todos los
lotes embarcados pasaron a ser acompaniados, desde entonces,
por una certificacion que confirma que el producto es no-GMO,
sin modificacion genetica en su DNA. Y si al inicio la oferta
del producto no transgenico respondia a una tendencia de
consumo en Europa, hoy se torno una exigencia que no dejan
pasar ni las industrias ni los consumidores.

Con su meta de negocios ajustada a la venta de proteina de
soja texturizada no-GMO, Exin facturo el anio pasado 2.5
millones de dolares y planea aumentar su presencia en los
paises europeos. "Nuestra apuesta en los alimentos no
transgenicos se mostro correcta. Nos anticipamos a un
movimiento que acabo consolidandose y abrio Europa para
nuestros negocios. En 2002 pretendemos duplicar las ventas en
la region", afirma Rogerio Tieppo, socio director de Exin,
que comenzo a operar en 1989 como empresa tercerizada de
comercio exterior de Nutrimental, fabricante de alimentos
deshidratados y barras de cereal.

Exin exporta a 25 paises, entre ellos Reino Unido y Holanda,
responsables por el 15% de los negocios. Y ya hace sus
primeros contactos para entrar a Francia, Italia y paises del
este europeo. Sus principales clientes son grandes industrias
alimenticias y frigorificos que utilizan el insumo en la
fabricacion de hamburguesas, salchichas, chorizos, embutidos,
nuggets y pastas congeladas con rellenos de carne. "La
proteina de soja texturizada se utiliza para sustituir parte
de la proteina animal. Como tiene gran capacidad de absorber
agua, abarata la produccion de alimentos industrializados,
manteniendo el perfil proteico y la textura de carne".


PRODUCTORES ESTUDIAN AREAS PARA SOJA

La estrategia de los productores brasilenios de soja -
principal item de la pauta de exportaciones brasilenias, con
4.2 mil millones de dolares negociados en 2000 es atender a
todas las demandas del mercado mundial. Por ello, ya se
comienza a discutir y plantear que regiones del pais
continuarian manteniendo areas de plantacion de soja
tradicional, es decir, no modificada geneticamente, cuando
los transgenicos sean permitidos en Brasil. Actualmente, el
cultivo de transgenicos esta prohibido por decision judicial.

"Vamos a acompaniar el mercado. Siendo un pais de gran
extension territorial, Brasil aprovechara esa segmentacion y
reservara areas para la soja tradicional, asi como para la
transgenica. Una parte de nuestras exportaciones de soja en
grano y harina, cerca del 70%, va a la UE, donde el Reino
Unido y Francia solo aceptan alimentos no modificados
geneticamente", afirma Carlo Lovatelli, presidente de la
Asociacion Brasilenia de las Industrias de Aceites Vegetales
(Abiove). Las conversaciones en torno a ese zoneamiento
indican la tendencia de reservar el estado de Mato Grosso
para la soja no-GMO, pues ya existe interes de los
productores en ese sentido. El sur del pais se quedaria con
los transgenicos.


RESUMEN DE NORMATIVA BRASILENIA EN LA MATERIA

Lei nº 8.974, de 05 de janeiro de 1995: Regulamenta os
incisos II e V do paragrafo 1º do art. 225 da Constituicão
Federal, estabelece normas para o uso das tecnicas de
engenharia genetica e liberacão no meio ambiente de
organismos geneticamente modificados, autoriza o Poder
Executivo a criar, no âmbito da Presidencia da Republica, a
Comissão Tecnica Nacional de Biosseguranca, e da outras
providencias.

Decreto 1.752, de 20 de dezembro de 1995: Regulamenta a Lei
nº 8.974, de 5 de janeiro de 1995, dispõe sobre a vinculacão,
competencia e composicão da Comissão Tecnica Nacional de
Biosseguranca/  CTNBio, e da outras providencias.

Decreto 2.577, de 30 de abril de 1998: Da nova redacão ao
art. 3° do Decreto nº 1.752, de 20 de dezembro de 1995, que
regulamenta a Lei n° 8.974, de 05 de janeiro de 1995.

Medida Provisoria 2.137, de 28 de dezembro de 2000:Acresce e
altera dispositivos da Lei nº 8.974, de 5 de janeiro de 1995,
e da outras providencias.

Min. da Agricultura: Portaria do nº 293 - 24.06.99 Normas
para producão de sementes de soja geneticamente modificadas.

Min. do Meio Ambiente/Conama: Resolucão nº 237 - 19.12.97
Regulamentacão do licenciamento ambiental.

Min. da Saude/Conselho Consultivo: Recomendacão nº 2 -
12.12.00 Recomenda a avaliacão da seguranca alimentar em
alimentos e materia-prima derivados de OGMs


DOCUMENTOS - El reporte "Expansion de la soja en Argentina -
Globalizacion, Desarrollo Agropecuario e Ingenieria Genetica:
Un modelo para armar", por Walter A. Pengue, esta disponible
en la web de la revista "Biodiversidad, Sustento y Culturas",
en www.biodiversidadla.org/documentos/documentos167.htm
El reporte presenta una historia agroproductiva del modelo
pampeano de fines de siglo, la agricultura de exportacion, el
modelo tecnologico predominante, los primeros cultivos
transgenicos, sus impactos ambientales, etc.

ARTICULOS DE CLAES - Recientemente se reunieron en Santiago
de Chile los 19 jefes de Estado de los paises del Grupo de
Rio de America Latina. En la reunion se critico la
globalizacion pero no se avanzo en medidas concretas. Un
analisis completo de la cumbre del Grupo de Rio, por
Eduardo Gudynas, esta disponible en el sitio web de en
integracion de CLAES www.ambiental.net/integracion Ademas
esta disponible la declaracion de los presidentes.


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editores
Gerardo
Evia y Eduardo Gudynas; asisten Cecilia Castilla. Apoyo de
la Fundacion CS Mott.
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#32 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mar, 18 de Sep, 2001 11:47 am
Asunto: Boletin No. 32, setiembre 2001
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No. 32 - Setiembre 18, 2001

CONTENIDO

      + ARROCEROS DEL MERCOSUR Y REGIONALISMO AUTONOMO
      + PARAGUAY: TRANSGENICOS Y CAMPESINOS SIN TIERRA
      + SEMINARIO DE PRODUCCION ORGANICA
      + AZUCAR ORGANICA PARAGUAYA
      + EXPORTACION DE CARNE ORGANICA DESDE URUGUAY
      + GENES DESCONOCIDOS EN SOJA TRRANSGENICA
      + NUEVA PUBLICACION EN AGRICULTURA LATINOAMERICANA
      + DOCUMENTOS y NOTICIAS

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ARROCEROS DEL MERCOSUR Y REGIONALISMO AUTONOMO

Gerardo Evia, CLAES

Recientemente se llevo a cabo en la ciudad de Rivera,
Uruguay, una Reunion de Trabajo denominada "Por un Mercosur
Agroexportador". Si bien el titulo toma como referencia el
sector agro-exportador en general, el evento tuvo como eje
central de discusion el cultivo y comercio en arroz y su
problematica en la region (norte de Argentina, sur de Brasil
y Uruguay).

En la mencionada jornada de trabajo participaron
representantes de  los sectores de productores e
industriales, legisladores integrantes de la Comision
Parlamentaria Conjunta del Mercosur, y gobiernos locales de
Argentina, Brasil y Uruguay.

Durante el evento se discutio en profundidad sobre la
problematica del sector en la region y se concluyo con la
firma de una declaracion final que intentaba reflejar los
puntos de acuerdo a los que arribaron los asistentes. Aunque
el comunicado es breve, creemos que en sus cuatro puntos
reune algunos elementos trascendentes que constituyen un hito
destacado en el camino hacia la construccion de politicas
comunes que permitan avanzar hacia el desarrollo sustentable.

Un primer aspecto interesante a considerar es el punto
geografico elegido para el desarrollo de la reunion y la
representatividad geografica de los asistentes. La ciudad de
Rivera comparte un mismo casco urbano con la de Livramento
(Brasil), donde sin mediar ningun tramite se cruza de un pais
a otro. Esas ciudades constituyen de alguna manera el centro
geografico de la zona mas importante de produccion de arroz
irrigado en el Mercosur; la produccion de Uruguay, la de
Corrientes y Entre Rios (Argentina) y el estado de Rio Grande
del Sur (Brasil) representan algo mas del 35 % del area
plantada y de mas del 60% de la produccion total de arroz de
los tres paises en su conjunto.

Coincidentemente ese cultivo se concentra en una biorregion
particular (Pampas) que posee caracteristicas semejantes
desde el punto de vista de sus recursos naturales,
ecosistemas y clima. Por lo tanto podemos percibir que si
bien se trata de una iniciativa que se enmarca desde la
perspectiva de un sector de la produccion agropecuaria,
claramente se percibe una impronta biorregional que intenta
proyectarse con propuestas concretas hacia el contexto mas
general de la region en su conjunto (Mercosur), sin perder de
vista la necesaria articulacion de la politica sectorial para
el desarrollo de otras biorregiones.

Asi, de la declaracion conjunta se desprenden  algunos
aspectos interesantes de analizar:

"Constatacion del grave deterioro del aparato productivo
regional"- esto implica un reconocimiento de que mas alla de
las diferencias en las politicas economicas y sectoriales en
cada uno de los paises, la situacion del aparato productivo
en todos ellos se encuentra  comprometida; asi mismo se
reconoce en otra parte que "todos los productores de la
region enfrentan problemas similares e intereses comunes."
Este reconocimiento es un paso fundamental e implica que a
partir de ahi es posible articular propuestas que trasciendan
la simple defensa de intereses locales.

Dsde esa base se plantearon propuestas para la region en su
conjunto como alternativas para solucionar la problematica
actual; en este sentido se destacan dos ambitos de accion
concretos desde una perspectiva regional enfocando el
comercio exterior :

1) Hacia la exportacion: como forma de potenciar las
posibilidades de exportacion del cereal a traves de  la
utilizacion del "potencial negociador del Mercosur" ... "para
permitir el acceso de los exportadores de sus paises
miembros", a mercados actualmente limitados en su acceso. En
este sentido se destaca la necesidad de poner sobre la mesa
de negociaciones entre bloques este rubro en forma
prioritaria.
2) Hacia la importacion: "llevando el arancel externo comun
al 35% como forma de proteger la produccion regional del
ingreso de arroces subsidiados desde fuera de la region".

Esto demuestra una toma de conciencia sobre la necesidad de
articular politicas agropecuarias y comerciales comunes como
forma de potenciar las ventajas compartidas. Para este tipo
de articulaciones tambien es imprescindible una integracion
planteada desde un "regionalismo autonomo".

Este concepto, plantea la necesidad de desvincularse de los
procesos de globalizacion alli donde se considere necesario,
y viene siendo explorado por CLAES en el marco del proyecto
Sur Sustentable 2025 [visitar
www.ambiental.net/sustentable2025].

Por ejemplo, si la globalizacion y los procesos de apertura
comercial no funcionan para la agricultura o funcionan
unilateralmente, como lo demuestran las cuotas de acceso por
parte de los paises desarrollados para determinados
productos, deberemos desconectarnos selectivamente de tales
procesos de apertura, para potenciar nuestra propia autonomia
y capacidad de desarrollo sustentable. Obviamente que una
politica de este tipo requiere acciones concertadas y no
podria ser aplicada desde un solo pais.

Segun Peter Timmer, Profesor de economia de la Universidad de
Harvard, "... hay muy pocos ejemplos donde una estrategia de
proporcionar a la agricultura los mismos incentivos que los
del mercado mundial han resultado en un crecimiento economico
rapido y sostenido. Pero ningun pais pobre que ha
sobrevalorado su agricultura ha fallado en obtener un
rendimiento satisfactorio en cuanto a crecimiento economico y
alivio de la pobreza. La verdadera paradoja en la economia
politica agricola no es el cambio de discriminacion a
proteccion a lo largo del camino del desarrollo, sino que en
paises ricos se favorece a la agricultura, y en los pobres se
la discrimina".

Esto no significa defender "ineficiencias", como suelen
plantear muchos economistas, sino justamente todo lo
contrario, esto es salvaguardar al sector productivo de las
"ineficiencias de la globalizacion unilateral". Esto es
precisamente lo que los asistentes al encuentro de Rivera
parecen reclamar.

El propio Programa de Accion del Mercosur hasta el anio 2000,
aprobado en 1995, recogia algunas lineas a desarrollar en el
ambito de la agricultura, indicando que se crearian " las
condiciones adecuadas para incrementar en la region la
productividad de la agricultura, desarrollando su proceso
tecnologico y asegurando el desarrollo racional de la
produccion a partir de la libre circulacion de los productos
agricolas y agroindustriales y la coordinacion de las
acciones e instrumentos de las correspondientes politicas
nacionales, inclusive en materia de abastecimiento
alimentario regional ".

El problema, a nuestro modo de ver es que aun alli donde la
libre circulacion de los bienes (a nivel intrarregional)
hubiera permitido un desarrollo mas racional de la
produccion, esto fue en la practica impedido por medidas
proteccionistas desde cada uno de los paises, probablemente a
partir de fuertes intereses sectoriales.

Por el otro lado tampoco existio la anunciada coordinacion de
las politicas nacionales en materia de abastecimiento
alimentario regional, ni se alcanzo el objetivo prioritario
de "potenciamiento de la agricultura del Mercosur en su
insercion internacional".

En el sector agropecuario, cada vez con mas fuerza es posible
ver como la competencia internacional se da entre cadenas
agroindustriales y no entre paises (por ejemplo pollo vs.
carne vacuna), estableciendo multiples alianzas estrategicas
con el objetivo de maximizar sus beneficios. Por lo tanto
deberia conducirse ese proceso desde una perspectiva
autonoma, que maximice los beneficios potenciales de tales
alianzas, en funcion de los objetivos  socioeconomicos
regionales.

Esto significa lograr articular cadenas agroindustriales de
acuerdo a los intereses del desarrollo regional, de manera de
ganar poder en los mercados globales, retirando oferta y/o
demanda de mercados competitivos.

Por lo anteriormente expresado creemos que la "Declaracion de
Rivera" es un paso importante y un ejemplo de caminos a
transitar para afianzar estrategias de desarrollo
sustentable. Sin embargo queda un largo camino a recorrer,
puesto que nada se menciona en ella respecto a la necesidad
de articular las necesidades socioeconomicas con la base de
recursos naturales, que constituye uno de los pilares de la
sustentabilidad del desarrollo. No parece visualizarse que un
componente clave en la competitividad de las cadenas
agroindustriales se sustenta en la base ecologica de la cual
depende la produccion y las condicionalidades que esta base
impone.

Asi, aspectos tales como los limites a la expansion de la
frontera agropecuaria y los requisitos y estandares
ambientales en cada uno de los paises y biorregiones tambien
deberian formar parte de una estrategia comun para fortalecer
genuinamente el comercio y desarrollo regional.


PARAGUAY SIGUE A BRASIL EN TRANGENICOS; CRISIS Y SITUACION
GANADERA

Mientras Paraguay espera la decision que tomara su principal
mercado, Brasil, su ministerio de Agricultura y Ganaderia ya
le elevo al presidente Gonzalez Macchi un anteproyecto de ley
para prohibir el uso de materiales transgenicos en la
agricultura comercial. Pese a ello, en el mismo documento, se
requiere que se autorice el uso exclusivamente a nivel
experimental.

"La agricultura industrial necesita mejorar su base genetica
y estamos muy expectantes de la decision de Brasil, porque no
solo es nuestro principal mercado, sino nuestra ruta de
transito para las productoras de granos, principalmente la
soja, que es nuestro primer producto d e exportacion",
aseguro el ministro de Agricultura y Ganaderia de Paraguay,
Julio Morel. Mas que un politico, Morel es un tecnico muy
vinculado al sector agricola, ya que antes de asumir era el
presidente de la Camara de la Industria Algodonera.

Anio tras anio, no menos de 900 mil toneladas se soja
paraguaya se venden o transitan por Brasil. Por eso, el
secretario de Estado explico que "no podemos abrir una
valvula a los transgenicos, mientras que Brasil mantenga las
restricciones". A nivel personal dijo "no tener objeciones,
ni tampoco evidencias para oponerme".

Al asumir al frente del MAG, Morel debio enfrentar un
problema grave: las movilizaciones de las organizaciones de
campesinos sin tierras. Hoy todo sigue igual: la agricultura
campesina esta en crisis", por "un error cometido en la
decada pasada".

El Paraguay comenzo a vivir una epoca distinta a partir de
1989 con el advenimiento de las libertades publicas. "Nuestra
democracia es muy incipiente, pero de cualquier manera  tiene
mucha influencia en el comportamiento de la sociedad".

Paraguay siempre tuvo "muchos campesinos sin tierras, pero
era un problema mas bien encubierto que emergio con fuerza y
dio lugar a organizaciones belicosas. Esto hace que, en este
momento, se plantee un problema de dimensiones que afecta
principalmente a los terratenientes que tienen suelos con
actitudes agricolas y, particularmente, a los que tienen
reservas de bosques. Estos son muy apetecidos por los
campesinos, porque les permiten vender la madera de valor y
sortear las primeras fases de su asentamiento", explico.

El ministro reconocio que "tambien existen perversiones,
porque hay gente que busca conseguir tierras, pero no
trabajarlas". El robo y faena de ganado es un problema serio
en la ganaderia guarani. "Esta estrictamente relacionado con
la agricultura campesina. A falta de ingresos, la gente no
encuentra una formula mas barata que salir a cazar animales".

Segun el modo de ver de Morel, "mientras esten matando
animales para comer, todavia es tolerante, pero esta gente no
traspasa los limites y tenemos abigeatos comerciales, matan
ganado para vender luego la carne y es evidente que estamos
con un deficit en el sistema de seguridad publica". Enfatizo
que el abigeato "es un problema muy preocupante,
principalmente en algunas zonas, precisamente en aquellas
donde el problema campesino es acuciante".

El entrevistado insistio en que "el Paraguay necesita revisar
todo su sistema de seguridad", y sobre todo, "su sistema
juridico, porque aflojo sus canones legales y eso dio lugar a
la expansion del mal. Por eso, con urgencia, el pais debe
reaccionar para modificar esta situacion a partir de bases
legales, para tipificar el delito de abigeato".

En cuanto al tema sanitario el secretario declaro "Paraguay
esta en una situacion privilegiada y somos muy concientes de
que somos afortunados, porque en eso, mas alla de que se
hagan las cosas bien, siempre hay algo de fortuna".

La ganaderia guarani ha sido reconocida como libre de aftosa
con vacunacion y eso le permitio mantener los mercados para
la carne y los animales en pie. Sin embargo, pese a los
logros, hay ganaderos que se oponen a vacunar. "Actualmente
hay unos 50 casos -10 en este periodo y 40 en el anterior-,
que se oponen a inmunizar sus animales. Sobre su ganado se
aplicara la vacunacion inducida (forzada), pero hay que
esperar los tramites legales correspondientes".

Morel explico que se trata de "fincas campesinas y el modelo
tradicional de estos predios, si bien han mantenido una base
productiva agricola, tienen no mas de 10 cabezas de ganado
que pastan en campos abiertos. Es alli donde hay pequenias
cantidades de animales que no estan totalmente cubiertos con
la vacunacion".

Pese a todo, el jerarca insistio en que los servicios
veterinarios locales (el Senacsa), tienen sumo cuidado para
cubrir este aspecto en areas criticas, que forman una
frontera de entre 80 y 100 kilometros fronterizos. Se
considera que en esta zona hay mas riesgo por la elevada
movilidad del ganado.


SEMINARIO PRODUCCION ORGANICA EN URUGUAY

"En Uruguay seria muy importante que exista una ley de
produccion organica, ya que permitiria que las certificadoras
realmente controlen la produccion", manifesto Alberto
Daghero, investigador de la Universidad de Cordoba.

Daghero participo del seminario La produccion organica: una
oportunidad para el Uruguay del presente, organizado por el
proyecto Predeg-GTZ, en el que tambien participo el
representante de America Latina ante la Junta Mundial de
Directores de la Federacion Internacional de Agricultura
Organica, Pipo Lernoud.

Menciono que Uruguay ha comenzado por "el buen camino" el
desarrollo de productos de origen organico, destacando la
importancia de la expansion del mercado interno, pero
"...ahora hay que tratar de hacer crecer el mercado hacia
afuera".

En cuanto al mercado interno destaco la conciencia de los
uruguayos, en tanto hay un sector dispuesto a pagar mas por
comer mas sano, que hay que incentivar mediante canales de
informacion que posibiliten al consumidor saber cuales son
las diferencias entre consumir un producto organico y uno
tradicional.

Senialo la importancia de otorgar "estimulos" a la produccion
organica, favorecer a los productores con creditos baratos,
subsidios directos o disminucion de los impuestos.

En el mundo actualmente hay 15 millones de has dedicadas a la
produccion organica (7.6 millones en Australia y 3 millones
en Argentina). Para el investigador el gran desarrollo de la
produccion en Argentina se debe a la legislacion vigente, que
desde 1997 fue homologada por la Union Europea, "Eso ha
permitido la explosion de la produccion, que esta asociada a
la gran demanda que hay en los paises de la UE, Japon y
Estados Unidos".

Lernoud expreso que "hay que afinar el lapiz en la calidad de
la produccion y en la certificacion". "La certificacion tiene
que ser una herramienta de marketing, ayudar al productor a
vender tanto en el supermercado como en el comercio mundial".
Agrego que una adecuada certificacion "transparenta el
mercado".


AZUCAR ORGANICA PARAGUAYA

El vicepresidente de la Florida Crystals Food Corporation,
Eduardo Salazar, resalto en Paraguay la calidad del azucar
organica producida por la firma Azucarera Iturbe. La empresa
local provee a la corporacion desde junio pasado, y exportara
este anio alrededor de 15.000 toneladas de azucar organica a
Europa y Estados Unidos, mercados muy exigentes. El ejecutivo
declaro que ''No hemos visto otra azucar organica que se le
pueda comparar. De hecho, el 100 % de las adquisiciones de
azucar organica de la Florida Crystals en el exterior son de
esta empresa''.


EXPORTACION DE CARNE ORGANICA DESDE URUGUAY

Alejandro Castrillejo, ejecutivo del Frigorifico PUL de
Uruguay, senialo que "carne organica" le suena extranio,
porque sabe que la carne en Uruguay se produce basicamente en
sistemas pastoriles, sin agregado de hormonas ni promotores
de crecimiento, sin antibioticos, y con alguna racion y sales
minerales en la terminacion. La produccion en regimenes
intensivos a corral apenas representa un 1.5% del total de la
oferta de cabezas de ganado a frigorifico. Aun en estos
sistemas el ganado recibe alimento inocuos, granos, silos o
heno.

Existe una serie de elementos prohibidos que deben evitarse
si se pretende obtener una certificacion de produccion
natural. Si se quiere exportar, la certificacion europea a
cargo de una empresa holandesa, las exigencias son
importantes, aunque para la mayoria de nuestro productores
son sencillas de seguir. Para controlar a los productores
Castrillejo recomienda inspectores de la region, y la
certificadora europea audita la  inspeccion local, pero
controla de cerca la industria.

El frigorifico PUL cuenta con 100 productores en el norte del
pais, que trabajan bajo este protocolo, emprendimiento
pionero en el pais que cuenta con la participacion de INIA y
otras organizaciones, que surgio a partir de la demanda de un
comprador de carne europea, que detectaba un mercado
potencial. El frigorifico Tacuarembo se encuentra recorriendo
el mismo camino.

La valoracion de la res, a partir de la certificacion de
carne organica, apenas alcanza  a los cortes finos que se
envian a ese destino: unos 15 kgs. por carcaza; los otros
doscientos y pico de kilos se venden a precio de mercado en
los destinos comunes, sin que se tengan precios superiores
por el hecho de ser organicos. La aspiracion es que puedan
interesar a otros compradores por los cortes del delantero.

Mas alla de los escasos volumenes que aparecen como factibles
de colocar como organicos, hay que reflexionar sobre las
caracteristicas que crecientemente ha ido desarrollando el
mercado de carnes. Mas que oportunidades de negocios, las
exigencias de certificacion e inocuidad y seguridad de
alimentos, hoy representan mas condiciones de acceso a los
mercados: sin ellas, directamente no se va a poder exportar a
ningun precio.


ESTUDIO REVELA GENES DESCONOCIDOS EN SOJA TRANSGENICA

Um novo estudo sobre a soja transgênica Roundup Ready (RR) da
Monsanto, realizado por um time de cientistas da Belgica,
afirma que ha uma seqüência de 534 pares desconhecida de DNA
no grão. O estudo foi publicado 15/08, por o European Journal
of Food Research Technology e concluiu que a seqüência
homologa não pode ser detectada. Os cientistas acreditam que
o DNA desconhecido na soja transgênica da Monsanto, possa
permitir a formacão de uma nova proteina ou apagar outras
funcões dentro do proprio DNA devido a seqüências de codigo.

Na Europa, o Comitê Consultivo em Novos Processos & Alimentos
do Reino Unido (ACNFP, em inglês) foi a autoridade que
inicialmente avaliou a soja transgênica da Monsanto e sugeriu
sua aprovacão para importacão. O orgão foi informado sobre o
DNA desconhecido pelos cientistas belgas em novembro de 2000.
Em janeiro deste ano, o Comitê concordou que ainda não havia
certeza sobre a origem do DNA e pediu à Monsanto informacões
que demonstrassem que este DNA e "silencioso" e não
resultaria na producão de uma nova proteina.

Ate agora, o Comitê Consultivo em Novos Processos & Alimentos
Novos não publicou qualquer informacão sobre a origem e a
possivel funcão desses pares de DNA desconhecidos. Nos
ultimos anos, alguns "efeitos colaterais" da soja RR foram
observados, mas nunca foram explicados de forma conclusiva -
como os diferentes niveis de fitoestrogeno se comparados com
os da soja não-transgênica, ou o aumento de lignina, que
torna a soja RR da Monsanto mais fragil às altas
temperaturas, reduzindo a colheita.

Para o Greenpeace, a descoberta implica que, no Brasil, a
Comissão Tecnica Nacional de Biosseguranca (CTN-Bio) deveria
proceder a uma nova avaliacão da soja RR, pois o parecer
tecnico conclusivo dado anteriormente pela CTN-Bio avaliou
uma soja diferente da que a empresa pretende comercializar no
pais. E exige que medidas imediatas sejam tomadas pelas
autoridades competentes nos paises em que ja houve liberacão
para consumo da soja da Monsanto.  Agora, a ONG quer saber da
companhia porquê as autoridades competentes não foram
informadas sobre o DNA desconhecido, e questiona a atitude da
Monsato, pois so dizer que problema não e significante, não
tem o mesmo valor que uma avaliacão cientifica.

E a segunda vez que um time de pesquisadores aponta erros na
descricão da soja transgênica feita pela propria Monsanto. O
time de cientistas belgas ja havia descoberto, no ano
passado, duas formacões desconhecidas de DNA na soja
transgênica da Monsanto, forcando a empresa a revelar esta
informacão para as autoridades europeias em maio de 2000. Os
dois segmentos foram identificados como fragmentos de
insercões iniciais, presumindo que eram insignificantes e não
codificados. [RedeVida No 142, Brasil]


NUEVA PUBLICACION EN LA AGRICULTURA LATINOAMERICANA

La prestigiosa revista "NUEVA SOCIEDAD" (CARACAS), ACABA DE EDITAR SU
Nº 174, (julio-agosto 2001), bajo el tema central "La
Agricultura Latinoamericana. Menos Avances que Retrocesos".
Varios de los articulos son de interes para los lectores de
este boletin. Seguidamente les presentamos los resumenes de
los articulos principales:

Blanca Rubio "La agricultura latinoamericana. Una decada de
subordinacion excluyente". Se analizan las causas
estructurales que han provocado la exclusion de los
productores rurales de America Latina, esencialmente aquellos
orientados a la produccion de alimentos basicos para el
mercado nacional. Se intenta demostrar que el origen de la
exclusion rural proviene de una nueva forma de dominio que se
ha impulsado en el modelo neoliberal, a la que denominamos
subordinacion excluyente, la cual trae consigo el predominio
de las actividades financieras sobre las productivas, la
marginacion de la agricultura como proveedora de alimentos
basicos para garantizar un bajo costo de reproduccion de la
fuerza de trabajo y, esencialmente, un mecanismo de
explotacion impulsado por las agroempresas multinacionales
sobre los productores de insumos agropecuarios, que se
fundamenta en imponer bajos precios agricolas sin un soporte
de subsidios oficiales, hecho que acaba minando la capacidad
productiva de los agricultores y genera por tanto su
exclusion del mercado.

Harry Clemens / Raul Ruben, "Nueva ruralidad y politicas
agrarias en America Latina. Hacia una perspectiva de
gobernabilidad para el desarrollo rural". La economia rural
en America Latina ya no depende unicamente de la produccion
de bienes agropecuarios, sino tambien de otras actividades
desarrolladas en estrecha vinculacion con el entorno nacional
e internacional. La economia campesina ha respondido a estos
retos con una paulatina transformacion de sus estrategias de
produccion y supervivencia, incluyendo una progresiva
diversificacion de las fuentes de ingreso. La nueva economia
institucional permite analizar las nuevas estrategias,
reconociendo la coexistencia de fallas de mercado y
deficiencias institucionales, y revelando la importancia del
capital social para el desarrollo economico en el area rural.
El articulo ofrece una resenia de intervenciones promisorias
para el fomento del desarrollo rural, enfocado en tres
ambitos especificos: la tenencia de tierra y organizacion
campesina; el aumento de la productividad y sostenibilidad de
los sistemas de produccion; y el financiamiento rural.

Ugo Pipitone, "Agricultura: el eslabon perdido". Se repasan
distintas experiencias historicas de desarrollo agricola
nacional como condicion necesaria para alcanzar un desarrollo
sostenido que soporte la diversificacion economica y la
modernizacion del Estado. En el caso de los paises de America
Latina, todavia esta pendiente una serie de reformas
agricolas que permitan superar el subdesarrollo estructural.
La pobreza rural, la miseria urbana y la debilidad de las
instituciones publicas son el reverso de variables politicas
de modernizacion que, a lo largo del siglo XX, han obviado
atacar el atraso desde sus verdaderas causas.

Eduardo Gudynas,"Multifuncionalidad y desarrollo agropecuario
sustentable". Las funciones multiples que cumple la
agropecuaria han sido utilizadas tanto para invocar medidas
ambientales como para justificar proteccionismos comerciales.
Si el concepto es analizado desapasionadamente se concluira
que America Latina tiene mayores oportunidades para
aprovechar esa multifuncionalidad en una verdadera estrategia
de desarrollo sustentable en el medio rural, la que aparece
como economicamente ventajosa aunque requerira fuertes
transformaciones en las posturas sobre el desarrollo.

Cristobal Kay,"Conflictos y violencia en la Latinoamerica
rural". La violencia rural ha sido y sigue siendo un gran
problema en las sociedades de America Latina. Este articulo
explora las conexiones entre la estructura agraria, las
relaciones sociales y la violencia rural. Tambien se discute
aqui hasta que punto las reformas agrarias han contribuido a
aumentar o disminuir los conflictos y la violencia en el
campo. El ensayo se centra en particular en el movimiento de
los campesinos sin tierra (MST) en Brasil, la rebelion de
Chiapas en Mexico y los conflictos en Centroamerica,
especialmente en Nicaragua y El Salvador.

Iban de Rementeria,"La guerra de las drogas y los recursos
naturales". La "guerra de las drogas" en Colombia y la region
andino-amazonica debe ser vista como un conflicto por el uso
alternativo, licito o ilicito, de los recursos naturales.
Este conflicto ha sido llevado a su maxima expresion, la
eventual resolucion por las armas, debido a la presion
internacional y a la incapacidad interna para mediar entre
los intereses encontrados y resolver los antagonismos. En
este articulo se analizan los cambios en la politica
economica y agricola que derivaron en la mayor complejizacion
de la cuestion de las drogas.

Jorge Albarracin, "El estancamiento de las economias
campesinas y empresarias en Bolivia". En America Latina y
Bolivia se estan dando cambios importantes en los sistemas de
produccion de las economias campesinas y empresariales. Esto
ha generado como efecto un estancamiento de la produccion
agropecuaria, la cual ha perdido la dinamica que se le
atribuia hace 10 anios, especialmente en los sistemas de
produccion empresarial. El estancamiento deriva de una
degradacion de los recursos, que se manifiesta en bajos
rendimientos, con volumenes de produccion que no satisfacen
las necesidades de la poblacion, con el consecuente problema
de la emigracion. Asimismo, la logica de produccion con una
vision de corto plazo y de explotacion de los recursos
naturales con un fin mercantilista e inmediatista implica que
no se tengan propuestas y alternativas productivas de mediano
y largo plazo, en las que se aprovechen las condiciones
agroecologicas y ecologicas de produccion que poseen los
sistemas nativos de produccion.

Michael Ehrke, "¿De la naturaleza a su mesa?. Vacas locas,
politica agropecuaria europea y proteccion al consumidor". Se
analizan las razones economicas y politicas que en la Union
Europea sostienen un esquema de cria y agricultura
intensivas, pese a los riesgos de los consumidores y la
destruccion de mercados derivada de problemas como la "vaca
loca". La politica alemana hacia el sector ha comenzado a
cambiar, tendiendo a verificar o estimular no tanto productos
como procesos productivos. Para que alimentarse deje de ser
un riesgo impredecible, y para que los consumidores no sean
mas rehenes del complejo agroveterinario, deberian
desmontarse las normas de la Politica Agricola Comun europea,
que en definitiva aumentan la posibilidad de que se repitan
crisis como la actual.

Mas informaciones con Editorial Nueva Sociedad, Caracas,
Venezuela.
nusoven@... - www.nuevasoc.org.ve


DOCUMENTOS

FAO - Estan disponibles en el sitio de FAO para America
Latina los siguientes documentos: "La carne bovina en los
paises del Mercosur y Chile", por J.L.Cordeu
[www.rlc.fao.org/eventos/2001/agosto/discusion.pdf]; y
"Repercusiones de la encefalopatia espongiforme bovina en el
comercio internacional de carnes", por M. Vargas Teran,
acompaniado de un documento de Nancy Morgan
[//internal.rlc.fao.org/wwwalfa/prior/comagric/document/eeb.h
tm]

SEGURIDAD ALIMENTARIA - Se anuncia el Congreso Virtual Sobre
Seguridad Alimentaria del 1 al 26 de Octubre. Las areas
tematicas incluyen  Diagnostico, Tecnologia de informacion,
Intervenciones Educativas, Manejo de alimentos, Programas,
etc. Inscripciones: hasta el 30 de Setiembre 2001. Informes e
inscripciones:
seguridadalimentaria@...; Telef: 464 - 0490 / 464
- 0720 Anexo 244. Fax: 464 - 0781, Lima 32 PERU


SUR SUSTENTABLE 2025 EN BOLIVIA

El pasado 10 de Setiembre se realizo en La Paz (Bolivia) un
panel sobre integracion y desarrollo sostenible, convocado
por CLAES y Prodena. En la mesa estuvieron presentes Jenny
Gurneberger (Prodena), Jorge Albarracin (CIDES) y E.Gudynas
(CLAES), repasando la situacion actual del desarrollo
sostenible en el continente.


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editores
Gerardo Evia y Eduardo Gudynas; asisten Cecilia Castilla.
Apoyo de la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Numeros anteriores estan disponibles en
www.egroups.com/list/agromsur/
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .



CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social
Montevideo, Uruguay
www.ambiental.net/claes

#31 De: C L A E S <claes@...>
Fecha: Mar, 14 de Ago, 2001 9:30 pm
Asunto: Boletin No 31, Agosto 2001
claes@...
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 31, Agosto 13, 2001

CONTENIDO

     + REGION SUR DE CHILE SERA ORGANICA
     + CRECE CONSUMO DE PRODUCTOS ORGANICOS EN URUGUAY
     + ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL SOBRE SOJA TRANSGENICA
     + MEJORAR LA TRAZABILIDAD EN CARNES
     + AUMENTO LA COBERTURA BOSCOSA EN RIO GRANDE DEL SUR
     + DESERTIFICACION Y ARENIZACION EN BRASIL
     + NOVEDADES PARA EL BIODIESEL EN ARGENTINA
     + BRASIL COMPITE CON VENTAJA CON MAIZ NO TRANSGENICO
     + REUNION DE PRODUCTORES DE ARGENCERT

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LA REGION DE CHILE SERA ORGANICA

El gobierno chileno anuncio recientemente una propuesta para
convertir la totalidad de las operaciones agropecuarias en la
lejana region surenia XI a la agricultura organica. La
iniciativa recibio un amplio apoyo por parte de ambientalistas y
granjeros.

El plan fue diseniado por el Ministerio Regional de Agricultura
y la Comision Nacional del Ambiente (CONAMA) y su objetivo es
hacer de la agricultura, la pesca y la ganaderia regional libre
de agroquimicos en los proximos pocos anios. Al presente, el
aislamiento de estas regiones extremas hacen dificil la
consecucion de agroquimicos por parte de los agricultores, y la
propuesta aprovecharia la ventaja potencial de tal aislamiento.


CRECE CONSUMO DE PRODUCTOS ORGANICOS EN URUGUAY

Los uruguayos consumen cada dia mas productos organicos.
Prefieren, sobre todo, las hortalizas, hierbas aromaticas y
frutales, leche, miel, quesos y dulces elaborados de una manera
100% natural, sin conservantes ni agroquimicos. Actualmente
entre el 2% y 3% de las frutas y verduras vendidas en los
supermercados proviene de granjas organicas, segun una
consultoria realizada para la Asociacion de Productores
Organicos del Uruguay (Apodu).

El mercado de estos productos mueve mas de US$ 1 millon anuales,
segun dijo Julio Moura, presidente de esa organizacion, que
nuclea a los 120 granjeros que utilizan en Uruguay este sistema
alternativo de produccion. El auge alcanzo un furor inesperado
al punto que la cantidad de tierra cultivada con frutas y
hortalizas organicas no alcanza para satisfacer los
requerimientos del mercado, agrego Moura.

La idea de Apodu es seguir creciendo. Para ello la gremial
establecio un programa comercial que aumentara la superficie
labrada y mejorara el abastecimiento de los principales canales
de venta: los supermercados, ferias y el sistema de entrega
directa al consumidor.

La produccion organica, segun Moura, constituye una opcion
frente a los productos elaborados de forma artificial o en cuyos
procesos son utilizados compuestos quimicos. "En los ultimos
tiempos existe una mayor preocupacion de los uruguayos por al
ambiente y la salud. Creo que ello contribuyo al aumento de las
ventas de los productos organicos", afirmo.

El informe de la consultora establecio que el principal punto de
venta de los productos organicos son las grandes superficies,
especialmente aquellos supermercados instalados en zonas de
nivel socioeconomico medio alto de la franja costera de
Montevideo. El trabajo senialo que se constato un descenso del
volumen y la variedad de rubro en los meses de invierno como
"consecuencia del clima y el escaso desarrollo de cultivos
protegidos en los predios de algunos productores".

En relacion al segundo canal de venta, los denominados
canasteros (abastecimiento directo de los productores a los
consumidores), el informe establecio que comercializan un
volumen estable, con 300 familias de clientes directos. La
brecha de mayor explotacion, para los consultores, esta en las
ventas en las ferias. Los expertos dijeron que "este canal de
comercializacion es muy amplio, no solamente como punto de
salida de productores ya afianzados sino tambien para los
nuevos".

La mayoria de los productores que trabajan la agricultura
organica se encuentra concentrados en las zonas cercanas a
Montevideo. El informe establecio que hubo una disminucion de la
cantidad de granjeros que desarrollan este tipo de produccion,
pero, en contrapartida, Moura dijo que aumento la superficie
cultivada. "Quienes continuaron en este sistema se consolidaron
tecnicamente y mejoraron sustancialmente su forma de
comercializacion", sostuvo el presidente de la gremial.


ESTUDIO DE IMPACTO AMBIENTAL SOBRE SOJA TRANSGENICA EN BRASIL

A Monsanto, na tentativa de ter aprovado o plantio da soja
transgenica Roundup Ready no pais, ira fazer estudos de impacto
ambiental do produto. A empresa recebeu na primeira semana de
junho, do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais Renovaveis), o termo de referencia para a
realizacao do EIA-Rima (siglas para estudo de impacto ambiental
e seu respectivo relatorio de impacto no meio ambiente).

Segundo Eduardo Martins, da empresa de assessoria estrategica em
ambiente Elabore, que participou das discussoes com o Ibama, o
termo de referencia e um documento que orienta sobre qual o tipo
de informacao que deve ser analisado num EIA-Rima. "O modelo
elaborado agora podera servir, a principio, para qualquer
produto agricola geneticamente modificado", diz Martins.

Dados que vao da caracterizacao do material genetico inserido,
sua origem, possibilidade de transferencia do gene para plantas
selvagens ou ervas daninhas ate o impacto socioeconomico que o
produto transgenico possa vir a ter sao exemplos de itens que
deverao ser avaliados.

A Elabore participa de um consorcio com mais duas empresas que
devera elaborar o EIA-Rima para a Monsanto sobre a soja Roundup
Ready, que e resistente ao herbicida glifosato. Entre outros,
existe o temor de que o gene que confere resistencia ao
herbicida possa ser transferido para outras especies.

Segundo a Monsanto, a empresa, desde 99, vem considerando
voluntariamente realizar estudos de impacto ambiental da soja
transgenica para dar apoio ao processo de registro do produto no
pais. Em agosto daquele mesmo ano, a Justica Federal concedeu
liminar que impedia o plantio e a comercializacao de soja
transgenica. A decisao foi emitida devido a acao movida pelo
Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) e determinava que a
Monsanto apresentasse estudos de impacto ambiental.

Apos a contratacao do consorcio, a expectativa da Monsanto e que
o estudo de impacto ambiental esteja pronto no segundo semestre
deste ano, possivelmente em tempo para que se obtenha a
autorizacao necessaria das autoridades brasileiras para o
lancamento da soja Round up Ready na epoca de plantio, no final
do ano.

No entanto, segundo Martins, "e prematuro dizer quando o estudo
sera concluido. Apesar de termos 30 pessoas trabalhando, nao
temos previsao da data de conclusao". Segundo o consultor, que
ja foi presidente do Ibama, um estudo como desse tipo custa
cerca de R$ 500 mil. Esse, pelo menos, e o valor que sera pago
pela Monsanto ao consorcio de empresas que participam do estudo.


URUGUAY APUNTA A MEJORAR LA TRAZABILIDAD EN CARNES

El actual ministro de Ganaderia de Uruguay, Gonzalo Gonzalez,
senialo que la produccion de carne de su pais se debia acompasar
a dos conceptos que son basicos en la agropecuaria
contemporanea. Los dos, guiados por las demandas de los
consumidores del primer mundo, que exigen dentro de la calidad
del producto: la trazabilidad del ganado y la certificacion
confiable de la manera de producir.

Dentro de un pais productor de carne debe existir una especie de
identidad del animal producido, de tal manera que cuando el
consumidor este adquiriendo el producto, fuera en una carniceria
o degustandolo en un restaurante, el proveedor pueda
confiablemente asegurar cual es el origen del animal que
consume.

Para lograr este objetivo el gobierno de Uruguay propone
modificar su sistema de identificacion de tropas de ganado,
sumandole una caravana de identificacion individual. Justamente,
la reciente inspeccion de la Union Europea detecto problemas en
la identificacion de los animales. Los pasos que propone el
gobierno uruguayo incluyen el caravaneado de toda la hacienda
nacional. El proceso sera cubierto por el Estado, con un fondo
de 2 millones de dolares. El costo de la caravana rondara los
dos dolares cada una, al que hay que sumarle el costo del banco
de datos.

El ministro uruguayo tambien ha indicado la necesidad de una
protocolizacion de la produccion. Esto consiste en que al
consumidor no solo hay que certificarle la identidad del animal
que consume, sino que tambien se le debe garantizar de que
manera el novillo, el cordero, fue producido.


AUMENTO LA COBERTURA BOSCOSA EN RIO GRANDE DEL SUR

A cobertura de matas naturais do Rio Grande do Sul praticamente
triplicou entre 1983 e 2001. Inventario divulgado pela
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) mostrou que os 6,24%
de matas naturais de 83 passaram para 17,53% este ano.

Os 18,50% de cobertura florestal correspondem a 33. 799,32 km2
de matas, mas a area plantada, que era 0,62% da area total subiu
apenas para 0,97% em 2001. A recuperacao significativa foi mesmo
da floresta natural, que passou de 5,62% em 1983 para 17,53%. As
florestas naturais em estagios medio e avancado (com mais
cobertura) ja' representam 13,50% do total da area do RS, embora
campos e pastagens representem ainda a maior parte (46,73%).

O levantamento gaucho resultou de um trabalho de dois anos e
nove meses, com dados obtidos atraves de imagens de satelites e
amostragem de 960 pontos em 245 dos 297 municipios, envolvendo
154 pesquisadores.

O retorno progressivo da cobertura florestal, desde a Mata
Atlantica (floresta ombrofila densa) ate' a floresta mista, como
as araucarias dos parques de Aparados da Serra e Serra Geral,
foi motivado por varias causas, entre elas maior conscientizacao
ecologica dos proprietarios rurais, firme atuacao do Ministerio
Publico e legislacao mais severa.

Um dos coordenadores da pesquisa, Doadi Brena, professor da
UFSM, informou que o fenomeno da migracao rural para as areas
urbanas tambem contribuiu para a recuperacao da cobertura
florestal. O trabalho, apresentado ao governador Olivio Dutra,
servira' de base para o estabelecimento de politicas ambientais,
planejamento e fiscalizacao, analise de projetos de
licenciamento florestal e ambiental e pesquisas cientificas.


DESERTIFICACION Y ARENIZACION AFECTAN EL NORDESTE Y
SUR DE BRASIL

Dois fenomenos geograficos similares mas distintos tem afetado o
solo de regioes do Brasil situadas a cerca de 4000 quilometros
de distancia. Na regiao Nordeste, diversas areas apresentam
risco moderado ou alto de desertificacao; no sudoeste do Rio
Grande do Sul, constata-se o processo de arenizacao.

Em comum, eles tem o empobrecimento do solo provocado por
fatores naturais (variacoes climaticas e erosao hidrica ou
eolica, por exemplo) ou humanos (como a agricultura). Um
panorama atual desses fenomenos no pais foi apresentado no
simposio "Desertificacao e Arenizacao no Brasil", na Reuniao da
SBPC.

Os dois processos nao devem ser confundidos. O termo
desertificacao surge pela primeira vez em 49, em um estudo
frances sobre o crescimento das areas de savanas na Africa
tropical e subtropical.

No Brasil, a desertificacao se limita a algumas areas no
Nordeste. Durante o simposio, Marta Celina Linhares, da
Universidade Federal do Piaui (UFPI), apresentou uma sintese dos
mais relevantes estudos brasileiros sobre o fenomeno. Do ponto
de vista conceitual, o fenomeno constatado no sudoeste do RS --
a formacao de areais que podem chegar a 6000 hectares de
extensao -- nao se enquadra na categoria 'desertificacao',
devido ao clima da regiao. "Trata-se de uma dinamica diferente",
aponta Dirce Suertegaray, da UFRGS. Ela define a arenizacao como
"deficiencia da cobertura vegetal devido 'a intensa mobilidade
dos sedimentos por acao das aguas e ventos". A arenizacao no RS
e' intensificada pela atividade agropecuaria, especialmente pela
monocultura da soja, ali introduzida nos anos 80. No entanto, a
atividade humana pode nao ser a unica causa do fenomeno.


NOVEDADES PARA EL BIODIESEL EN ARGENTINA

El ministro de Economia, Domingo Cavallo dio su respaldo a los
proyectos de biodiesel al confirmar la exencion impositiva.
Significara una mayor demanda para los productos del agro. "Muy
pronto se conoceran las medidas de impulso, que incluyen la
exencion del impuesto a la transferencia de combustibles", dijo
y agrego que esto significara una mayor demanda para los
productos del agro, concretamente los aceites vegetales,
alicaidos por la sobreoferta mundial. Tambien el biodiesel
recibio un nuevo impulso en los Estados Unidos. Por iniciativa
de los senadores Tim Hutchinson (republicanos) y Mark Dayton
(democrata) se propuso una exencion impositiva parcial para todo
el gasoil que incluya un 2 por ciento de biodiesel.


BRASIL COMPITE CON VENTAJA CON MAIZ NO TRANSGENICO

"Las exportaciones de maiz del Brasil del corriente anio
aumentaron 1,7 millones de toneladas metricas, lo cual compite
directamente con los productores norteamericanos de maiz" dijo
Dan McGuire, Director del Programa de la ACGA.

La Asociacion Americana de Productores de Maiz (ACGA) al ver
caer en forma continuada los precios que sus mercados
extranjeros pagan a los granjeros, esta cuestionando muy
seriamente la politica de promover la biotecnologia (GMOs) a los
clientes extranjeros.

"La ACGA cree que se les debe una explicacion a los miles de
granjeros norteamericanos a quienes se les aconsejo creer en
esta tecnologia y que ahora ven caer sus precios a los niveles
mas bajos de la historia mientras otros paises explotan la
vulnerabilidad de los EEUU y le roban a sus clientes externos
uno a uno", dijo Larry Mitchell, de ACGA. El programa "Farmer
Choice-Customer First" de la ACGA sigue suministrando
informacion a los granjeros norteamericanos relativa a las
perdidas de mercados extranjeros debida a los GMOs, la
responsabilidad legal por la contaminacion por polinizacion
cruzada, y las limitaciones inherentes en la segregacion dentro
del campo. El programa provee informacion objetiva y propone a
los agricultores que tomen decisiones informadas sobre que
variedades plantar. El programa de la ACGA urge a los chacareros
que estudien los pros y contras de la biotecnologia agricola y
sus impactos potenciales en los mercados.


REUNION ANUAL DE PRODUCTORES DE ARGENCERT 2001

La Reunion Anual de Productores de ARGENCERT, la certificadora
argentina en el sector organico, tuvo lugar el 7 de Agosto en el
auditorio del "THERAPEUTIKUM SAN RAFAEL",en Buenos Aires.
ARGENCERT ofrecio a los proveedores de insumos o servicios
conexos con la actividad organica la posibilidad de exponer sus
productos en el curso de su Reunion Anual de Productores.


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editores Gerardo
Evia y Eduardo Gudynas; asisten Cecilia Castilla. Apoyo de
la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
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Numeros anteriores estan disponibles en
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#30 De: C L A E S <claes@...>
Fecha: Lun, 30 de Jul, 2001 1:13 pm
Asunto: Boletin No 30, julio 2001
claes@...
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 30 - Julio 30, 2001

CONTENIDO

     + BRASIL: EXPANSION FRONTERA AGRICOLA Y POLITICA AMBIENTAL
     + POLEMICA POR UN MAIZ DE ORIGEN TRANSGENICO
     + SEMINARIO RESPONSABILIDAD Y COMERCIO JUSTO EN BOLIVIA
     + BRASIL: LIBERAN TRANSGENICOS Y EXIGEN CERTIFICACION
     + AGROTURISMO TECNICO
     + LA HIDROPONIA CRECE EN ARGENTINA
     + SIN MAGIA, CULTIVO SIN SUELO
     + URUGUAY-ARGENTINA: ACUERDO PESQUERO
     + JAPON IMPORTA ALIMENTOS ORGANICOS DESDE BRASIL
     + LA SIEMBRA DIRECTA TRANSFORMA AL AGRO EN URUGUAY
     + TALLERES EN CHILE SOBRE SUSTENTABILIDAD
     + RECURSOS y NOTICIAS

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BRASIL: EXPANSION FRONTERA AGRICOLA Y POLITICA AMBIENTAL

A agricultura brasileira esta avacando nao apenas em areas antes
pouco povoadas. Toda a vasta regiao do cerrado no Pais vem sendo
conquistada ou, se quiserem, reconquistada, para agricultura
moderna. Areas de solos considerados pobres ou impropio para o
cultivo surgem como grandes forcas produtoras de alimentos em
Minas Gerais, Bahia, Piaui, Goias, Mato Grosso do Sul. E seu
desenvolvimento nao fica a dever as areas ditas novas de
Tocantins, Maranhao, Mato Grosso, Rondonia e Acre.

Sao as novas fronteiras e o sangue novo dentro das velhas
fronteiras que tem aumentado substancialmente o potencial
agricolas do Brasil, o que e percebido com clareza pelos
estrangeiros. Em um de seus ultimos numeros (16/4) , a recista
Bussines Week dedica uma das suas reportagens a essa revolucao
agricola, destinada a ter grande influencia no mercado
internacial de "commodities".

"Os custos de producao sao maiores na nova fronteira", diz a
publicacao, "uma vez que o solo requer mais fertilizantes que no
Sul (do Brasil). Mais o regime de chuvas e confiavel e a terra
muito barata. Um hectare de terra virgem do cerrado pode ser
adquirido por U$S 250, enqunto no Sul o preco e superior a
U$S8000. E, em razao de sementes melhoradas e de plantio e
colheita mecanizados, a producao e de 2.4 toneladas de soja por
hectare, ou seja, excede as 2.3 toneladas conseguidas nos EUA.
"Note-se ainda que a agricultura americana e altamente
subsidiada".

Os desafios do governo sao, basicamante, de dois tipos:
primeiro, dar apoio a essa expansao, aperfeicoando a infra-
estrutura e proporcionando a populacao rural melhores condicoes
de educacao, saude e saneamento basico; e, o segundo, establecer
uma politica ambiental que permita a agropecuaria conviver, sem
conflitos, com a preservacao dos recursos naturais.


POLEMICA POR UN MAIZ DE ORIGEN TRANSGENICO

Un maiz de tipo transgenico, cuya siembra no esta autorizada en
Argentina, es el eje de una controversia que envuelve al
Gobierno de este pais, a la empresa Monsanto y a la organizacion
ecologista Greenpeace. La entidad ecologista dijo que Monsanto
"distribuyo clandestinamente a varios productores semillas de
maiz RR (un tipo de maiz transgenico) durante la Expochacra
2000". La companiia senialo, que "desconocia el hecho" y que no
habia recibido comunicacion alguna por parte de la Secretaria de
Agricultura, Ganaderia, Pesca y Alimentacion (Sagpya).

La reparticion oficial emitio un comunicado en el que da cuenta
de que "ante la deteccion de cultivos y semillas de Organismos
Geneticamente Modificados (OGM) no autorizados por la normativa
vigente, la Sagpya se aboco a la ubicacion de todos estos
materiales procediendo a su intervencion y posterior
destruccion". Ademas, aniadio "esta Secretaria esta determinando
los circuitos de esta difusion y los posibles responsables por
incumplimiento de la actual reglamentacion, a efectos de tomar
todas las medidas pertinentes". El comunicado del gobierno no
aclara cual es el cultivo destruido. El subsecretario de
Produccion y Alimentos, Gustavo Oliverio, dijo que el nombre
sera dado a conocer "una vez que concluya el sumario
respectivo".

Hace mas de dos anios, Monsanto  Argentina habia solicitado la
aprobacion del maiz Rund up Ready, resistente al herbicida
glifosato para la venta de comercial, pero el gobierno se la
nego. Aunque paso las pruebas de siembra y consumo, la
Secretaria de Agricultura adujo que su produccion podria
perjudicar el conjunto de las exportaciones de maiz debido a que
en Europa el cultivo no cuenta con autorizacion. Las ventas
externas del cereal alcanzan los 900 millones de dolares.

Hasta fines de abril, el Gobierno no aprobo ningun cultivo
transgenico, pese a que muchos habian pasado las pruebas
respectivas de la Comision Nacional de Biotecnologia y el resto
de los organismos de control. Pero en esta fecha el secretario
de Agricultura Marcelo Regunaga, aprobo el algodon RR y anuncio
que impulsara un cambio radical en materia de biotecnologia, con
el proposito de mejorar la productividad del sector
agropecuario.


RESPONSABILIDAD SOCIAL Y COMERCIO JUSTO - SEMINARIO DE IFOAM -
AOPEB

Se anuncia el Seminario Internacional Responsabilidad Social y
el Comercio Justo en la Produccion Organica de America Latina,
del 11 al 13 de septiembre, 2001, en Cochabamba (Bolivia). El
objetivo es analizar politicas y diseñar lineas de accion con la
finalidad de mejorar el accionar de la produccion organica bajo
criterios de responsabilidad social y comercio justo en America
Latina. Se incluiran temas como elaborar mecanismos de justicia
social (derechos sociales) y/o codigo de conducta en la
produccion organica y aprobados para el ambito Latinoamericano,
buscar mecanismos que permitan un permanente intercambio de
informacion sobre el tema de responsabilidad social y comercio
justo entre los participantes en el evento, y posibilitar un
ambito de dialogo y encuentro entre personas e instituciones
miembros de IFOAM.

Se presentaran conferencias magistrales a cargo de expertos
internacionales, sobre experiencias institucionales.
Presentaciones dialogadas con ayudas audiovisuales, plenarias,
conclusiones.  Asimismo se haran presentaciones sobre las
tendencias del comercio de los productos organicos y el tema del
comercio justo. La discusion se realizara en mesas redondas
sobre la base de las conferencias y tambien se presentaran
experiencias de trabajo institucional relacionados con el tema
en posters. La organizacion esta a cargo de la Asociacion de
Organizaciones de Productores Ecologicos de Bolivia (AOPEB).
Mayores informaciones en Telefonos / Fax: ++591-2-356535; ++591-
2- 333331 E-mail: aopeb@..., Website:
www.megalink.com/aopeb


BRASIL: LIBERAN TRANSGENICOS Y EXIGEN CERTIFICACION

El Ministerio de Agricultura de Brasil, luego de un acuerdo con
el Ministerio de Justicia, reglamento el etiquetado de productos
transgenicos. Seguidamente libero la venta de semillas de soja
modificada geneticamente, y simultaneamente emitio una
"instruccion" regulando la produccion convencional. La
liberacion de los cultivos transgenicos depende del CTNBio
(Comissao Tecnica Nacional de Biosseguranca)


AGROTURISMO TECNICO EN BRASIL

Agroturismo, tem como atividades tipicas venda direta de
produtos caseiros como doces, laticinios e embutidos; de
artesanato, de produtos da pesca, bem como hospedagem e lazer,
alen da visitacao as instalacoes e as areas de producao. Hoje
tecnicos, produtores e estudantes utilizam as visitas como forma
de aprimoramento de conhecimentos em determinado assunto.

A propiedade que adota o agroturismo tecnico e caracterizada
pela fidelidade aos principios de sustentabilidade de um sistma
de producao agricola, realcando os metodos e propositos que
buscam a perenidade produtiva dos solos, onde a teoria e a
pratica de manejo ambiental sao vistos, convencendo o turista
que ali se pratica a malhoria continua nas propiedades fisicas,
quimicas e biologicas do solo. Com relacao a agua, o turista
deve constatar que a sua utilizacao esta alicercada em tecnicas
que elegem como prioritaria a racionalidade do consumo, bem como
o tratamento para uso humano, dos animais e de efluentes.

Alguns pontos sao fundamentais a serem lembrados pelo
agricultor: acoes praticas de higiene pessoal demonstrando a tod
momento saude e disposicao, alem da higiene e limpeza de
instalacoes, moveis e utensilios, contribuem para obtencao de um
selo de inspecao municipal, estadual ou federal que pelo menos
oficializa a garantia de qualidade dos servicos prestados. Outro
ponto importante e a clareza nas acoes relacionadas com
aseguranca no trabalho e do pessoal visitante. Obras que
facilitam o acesso de deficientes fisicos, mentais, obesos e
pessoal da terceira idade agregam valores inestimaveis de
qualidade.

O agroturismo tecnico e regional e abrange principalmente
assuntos ligados aos diferentes sistemas de producao utilizados
para a exploracao de um determinado produto agricola.
Normalmente, grupos de propietarios associamse, tornando viavel
o chamado "circuito para visitacao tecnica". Os participantes
poem suas propiedades e suas areas produtivas a disposicao para
que, junto com os tecnicos especializados, desenvolvam o roteiro
de visitacao, destacando como atrativos turisticos os elementos
marcantes do sistema de producao bem como a tecnologia
utilizada. O propio testemunho do produtor e os esclarecimentos
tecnicos por monitores capacitados sao considerados como uma
forte de agregacao no interesse dos visitantes.

Depois de estruturado o circuito, e consolidada a parceria entre
os agricultores e tecnicos, os servicos sao ofrecidos a
comunidade tornando disponiveis as atividades para visitacao de
alunas de facultades, escolas tecnicas, escolas do primeiro e
segundo graus, empresas, grupos de produtores e turistas de um
modo geral.



LA HIDROPONIA CRECE EN ARGENTINA

La produccion hidroponica de lechugas crece en Argentina. La
empresa  Hidroponia S.A., que comercializa con la marca Acqua
Green, produce mas de 500.000 plantas por hectarea, mientras un
cultivo convencional no va mas alla de 80.000 pl/ha. "Producimos
con un concepto de hidroponia nunca utilizado en el pais: el NFT
(Nutrient Film Technic) que significa Cultivo en Film
Nutriente", indico Daniel Tawil, gerente general. El NFT es un
sistema de canios de diferentes diametros por los que circula
una pequenia capa de agua con agregados nutritivos. Esta entra
en contacto con las raices de las lechugas que, asi, absorben
los nutrientes y el oxigenos. "El agua no se tira al suelo,
vuelve al tanque, donde se oxigena y se reutiliza", conto Tawil,
"por ello, este sistema, por ser cerrado, no tiene ningun
impacto sobre el medio ambiente", afirmo. A su vez por no
utilizar el suelo, no hay necesidad de usar bromuro de metilo,
que afecta la capa de ozono.

Esta hidroponia cerrada los llevo a lograr que el Ministro de
Agricultura, Ganaderia y Alimentacion de la provincia de Buenos
Aires de una vuelta de tuerca sobre el Proyecto BIA (Bajo
Impacto Ambiental), creando una categoria superior para
Hidroponia S.A., por no contaminar ni la atmosfera ni el suelo.
Cuando a mas tardar en 15/30 dias se firme la resolucion,
Hidroponia S.A. podra obtener un sello de calidad superior.


CULTIVO SIN SUELO

El Ing. Agr. Adolfo Amma, del INTA San Pedro, Argentina, informo
que se denomina cultivo sin suelo a todo sistema de produccion
en donde se prescinde de este recurso natural. "Puede ser
cultivo hidroponico cuando se hace en un medio acuoso que
contiene en disolucion sustancias nutritivas esenciales para el
desarrollo de las plantas. Aeroponico, cuando las raices se
desarrollan en el aire y los nutrientes y el agua se suministran
a traves de pulverizaciones periodicas de solucion nutritiva. O
cultivo en sustrato, cuando las raices de la planta se
desarrollan en un medio solido distinto al suelo natural, y
aislado de este por un contenedor y en donde la "alimentacion"
de la planta se logra con el suministro periodico de una
solucion nutritiva completa", indico. En la "jerga" del campo,
suele denominarse como hidroponia, indistintamente, a los tres.

El cultivo sin suelo tiende a optimizar recursos y afectar en
menor medida al medio ambiente, porque evita la excesiva
abundancia de patogenos del suelo y los consiguientes
tratamientos sanitarios; mejora el control nutricional; ahorra
energia y tiende a la sustentabilidad de la produccion;
garantiza una mayor eficiencia en el uso de agua, nutrientes y
pesticidas, y una menor contaminacion del ambiente.


URUGUAY-ARGENTINA: ACUERDO PESQUERO

La decision por la cual la delegacion uruguaya ante la Comision
Tecnica Mixta del Frente Maritimo acepto rebajar al 35% su
cuotaparte en la captura de merluza que realiza conjuntamente
con Argentina, se realizo en forma "inconsulta con la
Cancilleria y el Ministerio de Ganaderia Agricultura y Pesca",
dijeron voceros del sector privado, al tiempo que denunciaron
que por esa razon la "soberania pesquera ha sido
irreversiblemente daniada".

El acuerdo alcanzado con Argentina implica que Uruguay recibira
solamente el 35% de lo capturado, Argentina el 55%, y el 10% se
lo reservara la Comision. Las fuentes resaltaron que este
compromiso significa no menos de 25 millones de dolares anuales
de perdida en exportaciones. "Las actuales resoluciones
representan una perdida del patrimonio nacional que surge de la
renuncia a un importante porcentaje de nuestra riqueza icticola,
creando ademas antecedentes que afecten los derechos adquiridos
en un lapso de 25 anios y comprometen el futuro del sector
pesquero".

Hasta el momento en cada reunion de la Comision en que se
discutia la distribucion de los recursos pesqueros comunes con
la Argentina, Uruguay defendio el derecho de contar con el 50%
de estos, en base a varios argumentos tecnicos. Dado que
documentos cientificos elaborados por el ex INAPE - ahora
Direccion Nacional de Recursos Icticolos (Dinari)- demostraron
que la procreacion de la merluza se realiza principalmente en
aguas uruguayas. Las camaras que agrupan los empresarios
privados reaccionaron inmediatamente al acuerdo, solicitando al
gobierno que conforme una nueva delegacion para renegociar el
tema de la pesca y rechazaron la permanencia del capitan Yamandu
Flangini, al frente de Dinari.


JAPON IMPORTA ALIMENTOS ORGANICOS DESDE BRASIL

A Suminmoto Corp. comencou a importar produtos agricolas
organicos oficialmente aprovados, e outros processados, para
aproveitar a procura crescente das industrias de alimentos por
produtos de qualidade. A trading importa acucar do Brasil e oleo
de cozinha da empresa americana Adams Specialty Oils Inc., que
constituem os primeiros produtos organicos autorizados pelas
Normas Agricolas do Japao (JAS), recentemente revistas.

A Sumimoto pretende negociar tais aquisicoes como companhias que
processam alimentos como produtos de valor agregado em suas
respectivas categorias, enquanto prossegue com seus planos de
compra no exterior de concentrados de fruta e cafe em graos
igualmente certificados, projetando vendas anuais de U$S 50
milhoes em tres anos.

O codigo das JAS permite que os produtos de areas agricolas
isentas de fertilizantes ou pesticidas quimicos ha mais de tres
anos, ou que os produtos alimenticios processados a partir
destes recebam a qualificacao "organicos" em seu rotulo. Embora
os alimentos certificados como organicos na Uniao Europeia
possam ser rotulados automaticamente, no Japao os procedentes do
resto do mundo precisam receber a aprovacao do ministerio da
agricultura.


LA SIEMBRA DIRECTA TRANSFORMA AL AGRO EN URUGUAY

En Uruguay las zonas agricolas no arroceras bajo siembra directa
ocupan mas de 1 millon de hectareas, a traves de 1273
productores. La tecnologia tiene una difusion mas importante en
la produccion animal, tanto de carne como de leche, que en la
agricola, y el auge de su adopcion se verifico entre 1997 y
1999, periodo en que se incorporo 72% de los productores que
actualmente usa la tecnica. Tales son algunas de las
conclusiones que dejo un estudio realizado recientemente por el
Ministerio de Ganaderia Agricultura y Pesca de Uruguay.

Los establecimientos que usan esta siembra tienen en promedio
una superficie de 800 hectareas, contra 123 del resto de los
encuestados. La empresa donde se encontro mayor uso de la
siembra directa son los que tienen como principal fuente de
ingreso el tambo (530), seguidos por los ganaderos (509). Los
establecimientos que tiene  a la agricultura como principal
fuente de ingresos y usan siembra directa son la minoria: 227.

Esta respuesta es coherente con la vision de los productores
respecto a la rentabilidad de la tecnologia. El 70% de los
ganaderos y el 67% de los tamberos considero que aumentaba la
rentabilidad; en cambio solo 43% de los agricultores tuvo dicha
opinion. Realizar las labores en fecha y reducir la erosion
fueron los dos argumentos mayoritarios argumentados, se les
agrego la mejora en la calidad del piso que proporciona para el
pastoreo de verdeos y praderas. Los principales inconvenientes
detectados fueron la compactacion del suelo y el manejo de las
malezas.


ACUERDO SOBRE CAMBIO CLIMATICO EN BONN

Una primera revision de los acuerdos sobre el Protocolo de
Kyoto, aprobados recientemente en la cumbre de Bonn (Alemiana),
esta disponible en nuestro sitio web: www.ambiental.net


TALLERES DE CLAES EN PARAGUAY y CHILE

CLAES esta convocando a talleres sobre Desarrrollo Sustentable
en la Integracion en Chile. En Santiago se desarrollara el
primer taller, del 6 al 8 de agosto de 2001. Participan en la
convocatoria la Universidad Alberto Hurtado, RENACE (Red
Nacional Accion Ecologica), ACJR Alianza Chilena Comercio Justo
y Responsable, Centro de Analisis de Politicas Publicas de la
Universidad de Chile, FLACSO Chile y el IEP (Instituto de
Ecologia Politica).

El segundo taller tendra lugar el 10 y 11 de Agosto, en Temuco,
convocado conjuntamente con GEDES (Gestion y Desarrollo de
Temuco) y el auspicios de AGRA (Agenda regional).

En estos talleres se analizara la situacion del Mercosur, las
negociaciones del ALCA, y se examinaran opciones en desarrollo
sustentable en un contexto de integracion regional. En cada
taller participaran integrantes de instituciones locales junto a
un equipo de CLAES, que incluye a Eduardo Gudynas (desarrollo
sustentable), Gerardo Honty (politicas de energia), y Andres
Scagliola (ecologia politica). La actividad es parte de la
iniciativa de CLAES en alternativas para el Cono Sur al anio
2025, denominada Sur Sustentable 2025. Mas informaciones en
www.ambiental.net/sostenible2025

Asimismo, el martes 7 de agosto, CLAES y la Universidad A.
Hurtado organizan un Simposio Internacional sobre Integracion
Regional, Globalizacion y Desarrollo. Sera una actividad
academica con participantes de Argentina, Chile, Uruguay y
Mexico. Informaciones adicionales sobre cualquiera de estos
eventos con
CLAES (claes@...)


OTRAS NOTICIAS

GESTION AMBIENTAL.    La  Universidad  Nacional  de Rosario
ofrece un curso sobre Normas ISO  14000, Introduccion a los
sistemas de gestion ambiental - (Mod.  I). El curso estara a
cargo  del  Ing. A. Busnelli, y esta destinado a profesionales
de  cualquier  area,  graduados, empresarios, industriales,
contratistas, docentes y alumnos de grado.
El periodo del dictado es del 10  al 11 de agosto de 2001,
viernes de 18.00 a 22.30 y sabado de 8.30 a 13.00 hs. Informes e
inscripcion: posgrado@...


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Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
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Evia y Eduardo Gudynas; asisten Cecilia Castilla. Apoyo de
la Fundacion CS Mott.
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#29 De: C L A E S <claes@...>
Fecha: Sáb, 30 de Jun, 2001 3:43 pm
Asunto: Boletin No 29, junio 2001
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No. 29 - Junio, 2001

CONTENIDO

     + GREENPEACE ARGENTINA CONTRA ALGODON TRANSGENICO
     + BIOSEGURIDAD CON APOYO CIUDADANO EN BRASIL
     + PROTESTAS POR DEPREDACION DE BOSQUES EN ARGENTINA
     + CUESTIONAN EXPLOTACION MADERERA EN BOLIVIA
     + CHACO APUESTA AL ECOTURISMO Y AL MERCADO NATURISTA
     + FRANCIA REQUIERE GRANOS ORGANICOS DE BRASIL
     + GREMIALES ARGENTINAS: PROPUESTAS DESARROLLO
     + BRASIL: LEY FORESTAL Y ZONIFICACION
     + URUGUAY: POSICION SOBRE TRANSGENICOS
     + PRODENA DE BOLIVIA ES CENTRO ASOCIADO DE CLAES
     + SIMPOSIO EN GLOBALIZACION y REGIONALISMO
     + TALLER EN INTEGRACION Y SUSTENTABILIDAD EN CHILE
     + BOLETIN ELECTRONICO EN AGROFORESTERIA

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RECHAZAN AUTORIZACION ARGENTINA PARA ALGODON TRANSGENICO

Greenpeace critico la autorizacion dada a la multinacional
Monsanto para comercializar en Argentina un tipo de algodon
transgenico. En una carta dirigida al secretario de Agricultura,
Ganaderia, Pesca y Alimentacion de Argentina, Marcelo Regunaga,
Greenpeace dijo que las empresas no pueden seguir siendo "juez y
parte" en los procesos de seleccion y aprobacion de los
transgenicos. De esta manera, Grenpeace se refiere al hecho de
que las empresas como Monsanto esten representadas en la
Comision Nacional Asesora de Biotecnologia Agropecuaria
(Conaiba) de Argentina, pero no asi las entidades ambientalistas
o las asociaciones de consumidores.

Anteriormente, el gobierno argentino levanto una moratoria de
hecho que pesaba desde hace dos anios sobre la entrada al pais
de organismos geneticamente modificados o transgenicos, al
autorizar la comercializacion de semillas de algodon "RR". Segun
Greenpeace la medida es un amenaza para el medio ambiente y una
evidencia del poder de las corporaciones de las semillas
transgenicas sobre las autoridades argentinas.

Los cultivos transgenicos RR, tanto la soja como el algodon, se
caracterizan por ser resistentes a un herbicida conocido como
glifosato, cuyo principal fabricante es la Monsanto, la misma
corporacion de origen estadounidense que vende las semillas de
algodon RR.

El anio pasado la empresa invirtio millones de dolares en la
ampliacion de una planta para la produccion de glifosato en la
localidad de Zarate (a 110 km de Buenos Aires). Las ventas del
glifosato han pasado solo en Argentina de 60 millones en 1997 a
mas de 120 millones de dolares en la actualidad. Greenpeace
agrego que, segun estudios cientificos de la Universidad
Nacional de Rosario, el uso masivo de glifosato provoca la
aparicion de malezas resistentes a este herbicida, que se
convierten en un problema para el productor y el ecosistema.

El diario "La Nacion" publico informacion que indica que, segun
Monsanto, la siembra de algodon RR puede suponer un ahorro de
hasta U$S 80 por hectarea, lo cual no deja de ser atractivo para
un sector en crisis en Argentina, debido al alto endeudamiento
de los productores y de los bajos precios internacionales para
esa fibra natural.


BRASIL: CTNBio QUER O APOIO DA SOCIEDADE

Na tentativa de se aproximar da comunidade cientifica e de
organizacoes nao-governamentais para discutir a politica de
biosseguranca no Brasil, a CTNBio inicia em agosto uma serie de
reunioes para tratar de assuntos relacionados aos organismos
geneticamente modificados (OGMs). O primeiro encontro, nos dias
9 e 10 de agosto, sera' sobre o codigo de etica na manipulacao
genetica.

Desde que foi regulamentada, em 1996, a CTNBio (Comissao Tecnica
Nacional de Biosseguranca) recebe criticas que incluem a falta
de transparencia e a nao colocacao de documentos, atas, notas e
decisoes de processos 'a disposicao de interessados. A comissao
tambem teve varias decisoes contestadas na Justica. Em alguns

casos, a sentenca contraria foi em primeira instancia. "Ou
tentamos corrigir o passado ou nos preocupamos com a politica a
ser adotada. Acho que precisamos nos preocupar com daqui para a
frente", afirmou Esper Cavalheiro, presidente da comissao, ao
responder sobre a postura adotada pela gestao anterior. Medico
neurologista, Cavalheiro esta' na presidencia da CTNBio desde
marco, quando substituiu Leila Oda, e tem entre as prioridades
uma nova avaliacao das normas internas de risco para a liberacao
de transgenicos. "A lei e a medida provisoria que tratam da
comissao vieram em um momento de demanda [tanto da comunidade
cientifica quanto da sociedade". Nao houve tempo de preparar uma
politica clara. Estamos tentando entender o problema e fazer a
sociedade participar", disse Cavalheiro.

Para isso, ele se reuniu anteontem em Brasilia com
representantes da Campanha Nacional por um Brasil Livre de
Transgenicos e recebeu uma pauta com reivindicacoes. Entre elas
estao a adocao de consultas publicas e a regulamentacao de
estudos.  O prazo previsto para finalizar o documento e' de seis
a oito meses. "Depois de pronto, ele sera' colocado para
consulta publica", afirmou o presidente da CTNBio.


PROTESTAS POR DEPREDACION DE BOSQUES NATIVOS PATAGONICOS

Las ONGs de la Patagonia argentina realizaron una cumbre en la
ciudad de San Carlos de Bariloche para enfrentar lo que
denominaron "depredacion de los bosque nativos andino
patagonicos", que podria conducir a "un desastre forestal
alarmante".

Los ecologistas hicieron hincapie en cuatro casos de proyectos
forestales emplazados en la Patagonia, que se basan en la tala
de arboles nativos, pero identificaron que la inquietud se
refiere a todos los bosques andino patagonicos.

Denunciaron que en los ultimos 100 anios los bosques argentinos
fueron depredados en 74 por ciento y que en este pais solo hay
1.6 por ciento de las superficies con status de areas
protegidas.


CUESTIONAN EXPLOTACION DE MADERA EN RESERVA BOLIVIANA

El Foro Boliviano en Ambiente y Desarrollo (Fobomade) anuncia
que la ilegal la resolución de la Superintendencia Forestal que
legaliza la explotación maderera en la reserva de la biosfera y
territorio indígena Pilon Lajas (bolivia) fue revocada. El 29 de
Septiembre de 2000 esa superintendencia dictó la Resolución No
104/2000 por la que legaliza la Vigencia de Derecho de la
Empresa Berna Sucesores dentro de la Reserva de la Biosfera y
Territorio Indígena Pilon Lajas, a pesar del incumplimiento de
una serie de requisitos que establece la Ley Forestal y su
reglamento, pero sobre todo porque la resolución de la
Superintendencia Forestal atenta contra los derechos y objetivos
de protección de la Reserva y Territorio Indígena y porque  la
Superintendencia Forestal ha contravenido sus propias normas
forestales, al no exigir el cumplimiento de requisitos, ni
sujeción de procedimientos.

En consecuencia la Dirección de la Reserva y Territorio Indígena
Pilón Lajas presentó un recurso Jerárquico a la Superintendencia
de Recursos Naturales contra esa resolución de la
Superintendencia Forestal, la que fue revocada en todas sus
partes, revocando, así mismo, otras resoluciones conexas de la
Superintendencia Forestal, atentatorias al Área Protegida y
Territorio Indígena Pilón Lajas.

Segun el Foro Boliviano en Ambiente y Desarrollo (fobomade), el
largo y poco transparente proceso de la Empresa Forestal Berna
Sucesores en Pilon Lajas es una muestra de las arbitrariedades
de la Superintendencia Forestal, en este caso en un área
protegida y territorio indígena. El SIRENARE ha resuelto
llamarle la atención  por "haber incurrido en un acto
discrecional de desviación de poder", de acuerdo a la
Resolución RJ-01/01. Ya a fines del 2000 los pobladores del área
denunciaron la aprobación incomprensible del Plan de Manejo de
la empresa, a pesar de que los consultores jamás realizaron
trabajo de campo y cometieron gravísimos errores al copiar

capítulos "in extenso" provenientes de planes de manejo de otras
áreas. La aprobación de dicho Plan no consideraba la absoluta
incompatibilidad de la explotación forestal con la protección de
la biodiversidad y las actividades de conservación y uso
sostenible que llevan a cabo las comunidades indígenas y
campesinas del área y sus alrededores. [Noticias de Fobomade]


CHACO APUESTA AL ECOTURISMO Y AL MERCADO NATURISTA

Chaco, provincia del norte argentino, siempre fue considerada
una zona de escasos atributos turisticos. Su escasa red de
infraestructura y la vasta superficie de montanias avivaban esa
percepcion. Esos ingredientes ahora seran usados en un proyecto
de ecoturismo promovido por el gobierno y el sector privado. El
eje de la iniciativa es aprovechar las montanias para la
atraccion de ecoturistas, estableciendo ademas una articulacion
con el desarrollo de producciones primarias (como miel y otros
productos agricolas) dirigidas al consumo naturista.

El proyecto Tantanacuy, tal como fue bautizado, fue presentado
en el Primer Seminario Internacional de Inversiones Turisticas
realizado en Buenos Aires. Con una inversion calculada en el
entorno del millon de dolares,  el proyecto pretende levantar
una estructura de alojamiento para turistas nacionales e
internacionales, interesados en tener un contacto directo con
las montanias virgenes chaquenias. El principal centro de
atencion es El Impenetrable, una region de montes cerrados, unas
4 millones de hectareas de territorio practicamente virgen.
Tambien se montaria un area de cria de ganado mediano,
agricultura y apicultura que permita proveer  los visitantes de
productos naturales.


FRANCIA REQUIERE GRANOS ORGANICOS DE BRASIL

O secretario da Agricultura e Abastecimento, Jose Hermeto
Hoffmann, esteve reunido ontem com o diretor da Uniao Francesa
de Agricultura Organica (Ufab), Loic Rannou, para tratar da
comercializacao de produtos organicos gauchos.

Segundo Hoffmann, o episodio e um estimulo para os agricultores
familiares aderirem a agricultura que valorize o meio ambiente e
o ser humano, ofrecendo alimentos saudaveis a populacao. "Ha
tempo ressaltamos a existencia de um grande mercado para
produtos organicos na Europa. Queremos colher cada vez mais
frutos neste sentido", salientou. Ele citou a afirmacao do
primeiro ministro da Franca, Leonel Jospin, de que Europa
responde por 40% das exportacoes de produtos agricolas
brasilenios, contra apenas 19% dos Estados Unidos.

A Ufab fechou negocios com uma cooperativa gaucha, envolvendo a
compra de 1.200 toneladas de soja organica, e tem uma demanda de
cerca de 7 mil toneladas. Segundo Rannou, o grupo tem interesse
em ampliar os negocios, envolvendo a compra de girassol, colza e
linho. "Podemos repassar os produtos para outros pequenos
importadores que nao tem condicoes de vir ao Brasil, ampliando o
mercado". Conforme o frances, o grupo esta disposto a pagar
cerca de 20% mais pelos produtos organicos.


PROPUESTA GREMIAL ARGENTINA DE CRECIMIENTO CON EQUIDAD
Y CONSERVACION DE LOS RECURSOS NATURALES

Las gremiales rurales CRA-CONINAGRO Y FAA de Argentina hicieron
publica una "Propuesta conjunta para una Politica agropecuaria
de crecimiento con equidad". Entre los diversos aspectos
abordados en la propuesta se destaca un punto dedicado a la
conservacion de los recursos naturales. A continuacion se
transcribe el contenido de dicho componente.

"La experiencia internacional demuestra que el mercado no induce
al sector privado a la conservacion de los recursos naturales.
Esta debe ser una politica de Estado. Debe tenerse presente que
las pequenias y medianas empresa son las mas comprometidas con
la preservacion (deterioro) de esos recursos. Hacia ese sector
deben dirigirse los mayores esfuerzos.

Se estima que Argentina tiene alrededor de 112 millones de
hectareas afectadas por procesos de degradacion de sus suelos
con distinta intensidad. La meta es lograr detener el proceso de

degradacion de suelos en un plazo no mayor a diez 10 anios y la
recuperacion de las areas degradadas en un plazo no mayor a
veinte 20 anios. Los suelos fuertemente degradados podran
incorporarse, voluntaria y paulatinamente a un proceso de
recuperacion. Este proceso debe contemplar incentivos
impositivos, financieros y subsidios directos.

Unos ejemplos a extender en este sentido han sido los programas
de las Provincias de Santa Fe y Entre Rios que contempla una
desgravacon sobre el pago del impuesto inmobiliario para
aquellas tierras que tienen un diagnostico y un plan de
recuperacion a 5 anios.

Se podran determinar areas, zonas o regiones prioritarias, para
las cuales se estableceran incentivos o desincentivos. Los
suelos que se encuentran en situacion de degradacion no aguda
podrian beneficiarse de un porcentual menor de incentivos
respecto de los anteriores y estarian sujetos a equivalente
beneficios y exigencias. Esta politica debera prever acciones de
difusion y promocion de las tecnicas conservacionistas.

Es interesante destacar que no es comun que se introduzca la
variable ambiental en este tipo de plataformas y sobre todo con
metas concretas para revertir la situacion de deterioro. Tambien
llaman la atencion las cifras de estimaciones de area afectada
por degradacion de suelos (112 millones de has). Sin embargo es
necesario puntualizar que la propuesta subordina la
sustentabilidad de los recursos naturales a la recuperacion de
las empresas agropecuarias, cuando establece entre los objetivos
estrategicos que: "...el aumento de la produccion y de las
exportaciones, la mayor participacion de los productores en la
cadena de valor, y la recuperacion y sustentabilidad de los
recursos naturales son objetivos validos y deseables, pero
subordinados y en funcion de una prioridad excluyente:la
recuperacion, sostenibilidad y crecimiento de las pequenias y
medianas empresas agropecuarias y sus asociaciones economicas".


BRASIL: CAMPANIA CONTRA LA LEY FORESTAL

Cuarenta y ocho organizaciones ambientalistas de Brasil se
unieron en la Campania SOS Bosques (www.codigoflorestal.com.br),
para impedir la aprobacion de una ley que amplia la
deforestacion admitida en las propiedades rurales.

El nuevo Codigo Forestal, que sera votado por el Congreso el 30
de mayo, aumentaria la destruccion de areas forestales y
amenazaria el abastecimiento de agua de grandes ciudades que
dependen de ellas, arguyen los ambientalistas. El proyecto
autoriza la deforestacion hasta 80 % de las propiedades en seis
estados amazonicos si estos no proceden en tres anios a la
zonificacion ecologica-economica (identificacion de areas por
sus condiciones para actividades agropecuarias o como reserva
ambiental). Los ambientalistas temen que estos estados demoren
la zonificacion bajo presion de los hacendados.


URUGUAY: GOBIERNO DEBE EXPLICAR POSICION SOBRE TRANSGENICOS

La Comision de Ciencia y Tecnologia del Senado convoco al
Parlamento a los integrantes de la Comision de Evaluacion de
Riesgo de los Vegetales Geneticamente Modificados, a los efectos
de que informe "exhaustivamente" cual es la posicion final del
gobierno uruguayo sobre los productos transgenicos. El impulsor
de esta convocatoria, el senador Enrique Rubio, dijo que  en
distintos encuentros internacionales sobre el tema, nuestro pais
ha mostrado una postura "contradictoria que genera una enorme
incertidumbre". El legislador dijo que desde hace tiempo esta
preocupado por el tema de los productos transgenicos y en 1999
realizo pedidos de informes sobre la posicion de Uruguay en las
negociaciones del Protocolo de Cartagena. Alli se registro un
duro enfrentamiento entre las posiciones de la Union Europea y
Estados Unidos, acompaniado por otros paises, en torno al tema
del etiquetado de los alimentos que incorporan transgenicos, asi
como a las normas de bioseguridad y el impacto de los productos,

los controles sociales, etc. Uruguay se alineo con las
posiciones mas liberales, apoyando la postura norteamericana.

Rubio dijo que las respuestas recibidas fueron "sumamente
heterogeneas", demostrando en algunos casos que los ministerios
tienen poco conocimiento del tema o una participacion muy
limitada. "Despues hubo otras reuniones a nivel internacional,
como la de Montreal del anio pasado, donde el gobierno uruguayo
mostro posiciones contradictorias, generando mucha
incertidumbre".


PRODENA DE BOLIVIA ES UN NUEVO CENTRO ASOCIADO DE CLAES
Y COORDINARA EL PROGRAMA ANDINO

PRODENA (Prodefensa de la Naturaleza) de La Paz, es una ONG que
desde hace 22 anios viene trabajando en temas ambientales en
Bolivia. A partir de trabajos conjuntos desarrollados en los
ultimos anios, esa institucion y CLAES llegaron a un acuerdo de
cooperacion, para coordinar más eficazmente actividades en
Bolivia y la región Andina, generando nuevas iniciativas
enfocadas en el desarrollo sostenible. PRODENA ha sido nombrado
centro asociado de CLAES, con funciones de representación y
coordinación. Asimismo, PRODENA es el nuevo coordinador del
Programa Andino de CLAES, con responsabilidades sobre la
promoción de actividades de investigacion, asesoría y difusión
en esa region.

Este acuerdo es parte de la nueva iniciativa de CLAES de
asegurar una fuerte participacion de organizaciones nacionales y
locales, quienes son las que mejor conocen las realidades
ambientales y sociales. Alberto Hein, integrante del Consejo
Directivo de CLAES, celebro el acuerdo, afirmando que "esto no
es solo una iniciativa para descentralizar las actividades de
nuestro centro, sino que ademas refleja el compromiso con la
participacion directa de las organizaciones ciudadanas en la
construccion del desarrollo sostenible". Patricia Venegas de
PRODENA, sostuvo que "esta es una alianza que ayudara al
fortalecimiento del movimiento ambiental regional, sumando
esfuerzos en lugar de dividirlos". Sandra Andrade, presidenta de
PRODENA agrego que "este convenio consolida el compromiso de
aunar esfuerzos en la construccion del desarrollo sostenible de
la region andina." La nueva asociacion entre las dos
instituciones incluye el desarrollo de nuevas iniciativas en el
futuro cercano, que van desde proyectos de investigación, a
talleres y seminarios.

Por mas informaciones consulte el anuncio completo del convenio
en: www.ambiental.net/claes - Informaciones adiciones con
Prodena, Patricia Venegas - Coord. Campanias:
pavenegas@...


INTEGRACION REGIONAL, GLOBALIZACION y DESARROLLO

Primer anuncio de un Simposio Internacional, coorganizado por la
Univesidad Alberto Hurtado de Chile y CLAES. El simposio tendra
lugar el martes 7 de Agosto 2001, en Santiago de Chile. La
finalidad es analizar las mutuas relaciones y condicionalidades
entre los procesos regionales y la globalizacion. Se
consideraran procesos como el Mercosur, el Pacto Andino, y
otros, y como se enfrenta a las multiples globalizaciones. Las
ponencias del simposio se publicaran en la serie "Persona y
Sociedad" de la Universidad Hurtado.

Se invita a la presentacion de propuestas de ponencias para el
simposio, especialmente aquellas con un caracter
multidisciplinario. La asistencia es libre pero requieren una
inscripcion previa.  Informaciones adicionales, inscripciones y
envio de propuestas de ponencias: en Chile, con Carlos F.
Pressacco (fpressac@...) en el resto de los paises, con
E. Gudynas (claes@...). Mas informaciones en

www.ambiental.net/claes


TALLERES EN INTEGRACION Y DESARROLLO SOSTENIBLE

Primer anuncio del Taller en Integracion y Desarrollo Sostenible
para Chile, a celebrarse en Santiago, del 6 al 8 de agosto. El
tema convocante sera "Participacion ciudadana y construccion
politica", y la actividad es auspiciada por la Universidad
Alberto Hurtado, el Centro de Analisis  de Politicas Publicas,
Universidad de Chile, FLACSO Chile, y el IEP - Instituto de

Ecologia Política. En el taller se abordaran temas como la
situacion actual del Mercosur, el papel de la integracion
regional en el desarrollo sostenible, las negociaciones del
ALCA, la participacion ciudadana y la discusion politica  a
nivel nacional y regional. Mas informaciones sobre esta
iniciativa en www.ambiental.net/sustentable2025


BOLETIN ELECTRONICO SOBRE AGROFORESTERIA

"Overstory" es un boletin electronico en temas de agroforestaria
que se envia por correo-e, en forma gratuita. La publicacion
aborda los sistemas forestales tropicales y es en idioma ingles.
Mas informaciones en  www.agroforester.com/overstory/osprev.html
Correo-e: Overstory@...


-----------------------------------------------------
El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editores Gerardo
Evia y Eduardo Gudynas; asisten Cecilia Castilla. Apoyo de
la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Numeros anteriores estan disponibles en

www.egroups.com/list/agromsur/
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

#28 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Dom, 24 de Jun, 2001 7:08 pm
Asunto: Boletin No 28, Junio 2001
claes@...
Enviar correo Enviar correo
 
OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
--------------------------------------------------
Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
+ + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + +
No. 28 -  Junio, 2001

CONTENIDO

      + BRASIL: ZONIFICACION ECOLOGICA  ECONOMICA
      + OVINOS SUSTENTABLES EN ARGENTINA
      + BIODIESEL EN ARGENTINA
      + COSECHA RECORD EN BRASIL
      + ARGENTINA: LIBERAN ALGODON TRANSGENICO
      + BOLIVIA: ALIMENTOS DONADOS CON TRANSGENICOS
      + URUGUAY: CRECE CONSUMO DE ALIMENTOS ORGANICOS
      + ARGENTINA: LLAMAN A EMERGENCIA BIOTECNOLOGICA
      + BRASIL: REDUCEN CONTRALORES SOBRE AGROQUIMICOS
      + NOTICIAS y RECURSOS

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ZONIFICACION ECOLOGICO / ECONOMICA: UN EJEMPLO BRASILENIO

A continuacion presentamos un resumen de las bases que componen
el denominado Programa de Zonificacion ecologico / economico del
estado amazonico brasilenio de Acre, enmarcado en el contexto
normativo y de politicas para el desarrollo del gobierno de
Brasil. Consideramos que es una iniciativa de planificacion del
desarrollo que merece ser analizada como una via posible ya sea
en el marco nacional o regional para nuestros paises.
Particularmente en lo que hace al ambito agropecuario, creemos
que tiene elementos destacados por cuanto el uso del territorio
por parte de este sector es clave en la articulacion del
desarrollo en nuestros paises. Una version completa del
Documento, y de su norma legal, pueden encontrarse en nuestro
sitio web en temas agropecuarios: www.ambiental.net/agroverde

O Zoneamento Ecologico-Economico (ZEE) do Acre es um instrumento
estrategico de planejamento regional e gestão territorial, cujo
objetivo principal e contribuir para a implementacão pratica do
Desenvolvimento Sustentavel.  Em sintese, as metas basicas do
Desenvolvimento Sustentavel incluem: o combate a pobreza e
outras formas de marginalizacão social (inclusive a
discriminacão por genero, raca, ou etnia), o respeito a
diversidade cultural, a eficiencia das atividades economicas, o
uso duradouro dos recursos naturais e a conservacão dos
ecossistemas e da biodiversidade. O ZEE deve servir como
subsidio para o planejamento de uma serie e acões estrategicas,
como a definicão de sistemas de producão e beneficiamento de
produtos agroflorestais, criacão e consolidacão de Reservas
Extrativistas e Florestasde Manejo Sustentavel, definicão de
areas criticas para a conservacão do meio ambiente e da
biodiversidade, para citar apenas alguns exemplo.

Conforme o Decreto Estadual nº 503 de 06 de abril de 1999, que
criou o Programa Estadual de Zoneamento Ecologico-Economico do
Acre, os trabalhos do ZEE devem ser conduzidos de acordo com os
seguintes principios:

- Participativo: Os atores sociais devem intervir durante todas
as fases dos trabalhos, desde a concepcão ate a gestão, com
vistas a construcão de seus interesses proprios e coletivos,
para que o ZEE seja autntico, legitimo e realizavel;
- Eqüitativo: igualdade de oportunidade de desenvolvimento para
todos os grupos sociais e das diferentes regiões de nosso
Estado;
- Sustentavel: o uso dos recursos naturais e do meio ambiente
deve ser equilibrado, buscando a satisfacão das necessidades
presentes sem comprometer os recursos para as geracões futuras;
- Holistico: abordagem interdisciplinar para integracão de
fatores e processos, considerando a estrutura e a dinâmica
ambiental e economica, bem como os fatores historico-evolutivos
do patrimonio biologico e natural do Estado;
- Sistemico: visão sistmica que propicie a analise de causa e
efeito, permitindo estabelecer as relacões de interdependncia
entre os subsistemas fisico-biotico e socio-economico.

Etapas do Zoneamento: A metodologia de execucão do ZEE envolve
quatro etapas fundamentais: Articulacão Politica, Diagnostico,
Prognostico e Implementacão.
Articulacão Politica: A estrategia de implementacão deve
envolver, como um primeiro passo, a ampla consulta com
diferentes representacões da sociedade (governo, setor privado,
sociedade civil) sobre suas expectativas em relacão ao Programa,
conjuntamente com a discussão sobre os principios fundamentais
do ZEE e do Desenvolvimento Sustentavel. Esse dialogo preliminar
e fundamental para estabelecer um amplo entendimento sobre o
papel do ZEE, sua insercão em estrategias de desenvolvimento
regional sustentavel e os resultados esperados do Programa.
Diagnostico: Com base nos objetivos, principios e resultados
esperados do ZEE, a etapa de diagnostico envolve a realizacão de
estudos tecnicos que visam dar suporte as decisões politicas a
serem tomadas em instâncias como a Comissão Estadual do
Zoneamento. Inicialmente, serão elaborados produtos tematicos
sobre dois eixos principais:Meio Biofisico e Socio-Economia e
Ocupacão Territorial.
Prognostico: sobre cenarios tendenciais para o desenvolvimento
futuro do Estado ou a região especifica sob analise, tendo como
enfoque as dinâmicas de ocupacão territorial e de gestão dos
recursos naturais. O prognostico deve incluir uma discussão
sobre cenarios alternativos, considerando as propostas do
governo e as aspiracões de diferentes grupos da sociedade local,
mantendo como referncia os principios norteadores do
desenvolvimento sustentavel.
Implementacão: Os trabalhos de diagnostico e prognostico devem
servir como subsidios tecnicos para a tomada de decisões
politicas referentes ao ZEE, a nivel das legitimas instituicões
democraticas da sociedade acreana. Se devem tomar decisões sobre
questões fundamentais, como: a) indicativos de produtos sintese
a serem respaldados oficialmente, b) necessidades para
implementar as recomendacões do ZEE por meios prescritivos ou
normativos, c) acões a serem tomadas para garantir a articulacão
do ZEE com programas de planejamento regional e politicas
setoriais; e d) atividades prioritarias a serem realizadas nas
proximas fases do zoneamento.


OVINOS SUSTENTABLES EN ARGENTINA

La Ley de Recuperacion Ovina, sancionada por el Congreso de
Argentina, propone el aporte de 200 millones de pesos para el
desarrollo del sector en los proximos diez anios. Esta medida a
largo plazo permite la accion de politicas activas para los
productores ovinos, fuertemente golpeados por la recesion y los
avatares tipicos de esta produccion. Ademas habra aportes de
organismo internacionales, provinciales y de los mismos
productores, como tambien del recupero de los creditos que se
otorgaran, al tiempo que el subsecretario de Agricultura,
Eduardo Manciana, destaco que la ley permitira encarar programas
tendientes a desarrollar en forma sustentable a la ganaderia
ovina de todo el pais y constituye una herramienta para la
adopcion de esas politicas activas en toda la Patagonia. Ya se
aprobo un protocolo de calidad para la cria de ganado y
produccion de lana y carne con control de la desertificacion,
mejora genetica de los rodeos y diferenciacion de la produccion
regional bajo las normas de produccion organica.


BIODIESEL EN ARGENTINA

En la Argentina hay avances en el tema de los biocombustibles.
El proyecto de ley del diputado aliancista Hector Romero recibio
en la segunda quincena de Abril el respaldo de los diputados
provinciales Graciela De Leo y Alfredo Irigoin, impulsores del
proyecto de biodiesel del joven Mauro Knudsen en Tres Arroyos.
En la Camara Alta, el proyecto que presento el senador Gagliardi
(respaldado por todo el bloque de la Alianza) ya obtuvo el visto
bueno de varias comisiones y se encamina rapidamente a la
aprobacion.


COSECHA RECORD EN BRASIL

La cosecha brasilera de granos este anio alcanzara una cifra
record cercana a los 94,7 millones de toneladas, muy superior a
las estimaciones conocidas hasta el momento. Segun informo el
Instituto de Geografia y Estadisticas (IBGE), la produccion
total de cereales y oleaginosos en el 2001 superara en un 14,1
por ciento a la del anio pasado, que fue de 83 millones de
toneladas y la mayor en la historia del pais. La nueva
produccion se debe al aumento en la superficie sembrada nacional
y a los niveles de mayor productividad alcanzada. Los cultivos
que mas contribuiran al incremento son el algodon, que crecio un
34 por ciento y el maiz, que crecio un 40 por ciento.


ARGENTINA: LIBERAN ALGODON TRANSGENICO

Dos decisiones recientes de la nueva conduccion de Agricultura
argentina remarcan la nueva tendencia, en la que prevalece la
frenetica busqueda de competitividad como unica herramienta para
seguir en carrera. Se trata de la aprobacion del algodon RR y el
lanzamiento de una gran campania con el acento en la
competitividad. El primer punto es de extraordinaria relevancia,
porque rompe la inercia al liberar al mercado de nuevos eventos
transgenicos por temor a la reaccion de los ecologistas y ha
sido recibida con satisfaccion en los medios vinculados con la
produccion y comercializacion de este producto vital para las
economia de las provincias del Chaco, Santiago del Estero,
Formosa y Norte de la Prov. de Santa Fe.  En un escenario de
precios complicado, una nueva herramienta llega a la mano de los
algodoneros y productores La clave: poder bajar los costos. La
noticia llego para la cosecha: finalmente el secretario de
Agricultura, Marcelo Regunaga, aprobo la comercializacion del
algodon Roundup Ready (RR) de Monsanto, en la Argentina. El
anuncio no es menor. Luego de tres anios, un evento
biotecnologico (el MON 1445) logra la autorizacion oficial.


BOLIVIA: EE UU RECONOCE DONACION DE ALIMENTOS CON TRANSGENICOS

En un comunicado emitido hoy miercoles 2 de mayo, la Embajada de
EUA en Bolivia, respondio a la denuncia de derivados de
transgenicos en los alimentos del Programa de Donacion PL-480,
finaciado por USAID. El comunicado sostiene que "...la Embajada
de los Estados Unidos quiere aclarar que lo unico cierto de esa
historia es que algunos de esos alimentos son efectivamente
modificados geneticamente." El comunicado rechaza que ello se
haga con fines de experimentacion.

El Foro Boliviano en Ambiente y Desarrollo (Fobomade) recordo en
un comunicado, que en ese pais existen regulaciones y normas
juridicas, como el Reglamento sobre Bioseguridad. Las pruebas
necesarias para esos cultivos estan suspendidas desde setiembre
de 2000. La Resolucion del Ministerio de Agricultura No 001, de
enero de 2001, prohibe la importacion de productos, subproductos
y alimentos de origen agricola, elaborados a partir de cultivos
geneticamente modificados. Sorpresivamente, el gobierno de
Bolivia otorgo una excepcion a los alimentos que recibe como
donacion de los EE UU.


URUGUAY: CRECE CONSUMO DE ORGANICOS

Los uruguayos consumen cada dia mas productos organicos.
Actualmente entre el 2% y 3% de las frutas y verduras vendidas
en los supermercados proviene de granjas organicas, segun una
consultoria realizada para la Asociacion de Productores
Organicos del Uruguay (Apodu). El mercado de estos productos
mueve mas de US$ 1 millon anuales, segun dijo Julio Moura,
presidente de esa organizacion, que nuclea a los 120 granjeros
que utilizan en Uruguay este sistema alternativo de produccion.
El auge alcanzo un furor inesperado al punto que la cantidad de
tierra cultivada con frutas y hortalizas organicas no alcanza
para satisfacer los requerimientos del mercado, agrego Moura.

El informe de la consultora establecio que el principal punto de
venta de los productos organicos son las grandes superficies
(supermercados), especialmente aquellos instalados en zonas de
nivel socioeconomico medio alto de Montevideo. En relacion al
segundo canal de venta, los denominados canasteros
(abastecimiento directo de los productores a los consumidores),
el informe establecio que comercializan un volumen estable, con
300 familias de clientes directos. La brecha de mayor
explotacion, para los consultores, esta en las ventas en las
ferias. Los expertos dijeron que "este canal de comercializacion
es muy amplio, no solamente como punto de salida de productores
ya afianzados sino tambien para los nuevos".


ARGENTINA: GRR ALERTA SOBRE EMERGENCIA BIOTECNOLOGICA

El Grupo de Reflexion Rural de Argentina alerta que el discurso
y las propuestas de los nuevos funcionarios de la Secretaria de
Agricultura se superponen ahora como un calco a la campania que
a favor de los alimentos transgenicos viene llevando el
suplemento de Clarin Rural, y de ese modo se consuma
definitivamente la malversacion de los restos del Estado en el
area agropecuaria.

En su comunicado, el GRR recuerda que se puede experimentar con
particular dramatismo social, algunas de las horribles paradojas
del productivismo: mientras la Argentina bate todos los records
historicos de produccion y exportacion de granos, miles de
piqueteros se transforman en el nuevo simbolo de un pais que
parece haber pasado de las fantasias menemistas de pertenecer al
primer mundo, al duro despertar en el cuarto, con piquetes por
doquier cortando las rutas con neumaticos incendiados y
reclamando planes asistenciales y bolsones de comida para paliar
la terrible miseria en la que viven.

El GRR alerta sobre la liberacion de semillas como el Algodon RR
y el anticipo de otras decenas modificadas geneticamente ya
listas para ser lanzadas al mercado, a la vez que las numerosas
denuncias de cultivos transgenicos ilegales y distribucion
gratuita en ferias rurales de semillas aun no permitidas como el
Maiz RR, ponen al descubierto una estrategia de contaminacion
genetica impulsada por las empresas en complicidad con los
funcionarios, para avanzar en caminos sin retornos y crear
situaciones de extendida polucion que hagan inutiles o
inoperantes las voces de aquellos que nos oponemos al plan de
conquista. Porque nunca como en estos momentos se dieron tantas
transferencias de campos a companiias empresarias que extienden
la agricultura industrial de escala que caracteriza al modelo. Y
porque desde la misma Secretaria de Agricultura de la Nacion se
confiesa que el destino de la Argentina es la Biotecnologia,
consideramos que nos encontramos en una situacion de extrema
emergencia que no solamente compromete a nuestra poblacion sino
que por sus proyecciones amenaza tambien al resto de los paises,
particularmente los paises limitrofes y especialmente a aquellos
que se resisten a que les invadan sus mercados.


GOBIERNO DE BRASIL REDUCE CONTROLES EN AGROTOXICOS

Com o apoio do ministro da Agricultura Pratini de Morais, o
governo federal adiou para o ano que vem a obrigacão das
empresas de defensivos agricolas de recolher as embalagens
usadas do produto. O Brasil despeja no campo cerca de 115
milhões de vasilhames vazios de agrotoxicos. Em 85% dos casos
são embalagens plasticas que demoram para se deteriorar.

Essa atitude do governo e um balde agua fria no trabalho de oito
estados brasileiros que têm centrais de recebimento de
embalagens. Um balde de agua fria tambem nos agricultores que
estão fazendo o trabalho correto de realizar a triplice lavagem
das embalagens de agrotoxicos. O importante agora e sociedade e
agricultores cobrarem do governo a parte que lhe cabe: obrigar
as empresas recolherem as embalagens para dar um fim
ambientalmente correto a elas e não ceder a lobbys.

Ainda de pouco uso no meio rural, existem algumas embalagens no
mercado que podem reduzir o grave problema do descarte de
embalagens de agrotoxicos. Uma delas e o saco hidrossoluvel. E
uma embalagem que em contato com a agua se dissolve
completamente por ser de plastico hidrossoluvel. A formulacão de
agrotoxico deve ser po molhavel, para solubilizar no tanque da
calda. Outra alternativa e a embalagem retornavel. Apos a
utilizacão do seu conteudo, retorna a fabrica para novo
abastecimento e revisão do sistema de distribuicão que existe
para abastecimento dos tanques de pulverizacão. Contudo, o
melhor meio de dar um destino ambientalmente correto para essas
embalagens e, sem duvida, a não utilizacão agrotoxicos, buscando
metodos que possam garantir uma producão de alimentos com adubo,
repelentes e metodos de controle biologico orgânicos.


NOTICIAS EN INTEGRACION

CLAES viene preparando un proximo taller dedicado a temas de
integracion regional y desarrollo sustentable. Se ha programado
un taller en Santiago de Chhile, del lunes 6 al miercoles 8 de
agosto, convocado conjuntamente con la Universidad A. Hurtado,
el Instituto de Ecologia Politica, FLACSO Chile, y otras
instituciones. El evento se desarrollara en el horario de la
tarde, y abordara en especial la tematica de la participacion
ciudadana y la construccion politica. Informaciones adicionales
en: claes@...


RECURSOS WEB

NOVEDADES DE LA FAO. La pagina web de la oficina regional de FAO
(http://www.rlc.fao.org/), ofrece varias novedades, destacandose
un analisis sobre el tema  de la Vulnerabilidad, con un
editorial preparado por Javier Molina, ademas un articulo sobre
vulnerabilidad en zonas de frontera, y otro de Jose L Cordeu,
sobre los Aspectos criticos relacionados con el comercio de
productos basicos en la Region.

NOVEDADES EN BIODIVERSIDAD. El sitio web Biodiversidad en
America Latina (http://www.biodiversidadla.org) ofrece varias
noevades. Destacamos el analisis sobre el maiz T25 de Aventis
con su aprobacion europea, la medida provisoria sobre acesso a
la Biodiversidad de B rasil, y el - Informe del Cuadro de
Expertos Eminentes sobre la Etica en la Alimentacion y la
Agricultura, de la FAO.


SEMINARIO EN ECOLOGIA POLITICA EN URUGUAY

Para los lectores residentes en Uruguay, les invitamos al Seminario
Taller sobre NUEVAS POLITICAS AMBIENTALES. Organizado por CLAES,
con el apoyo de varias organizaciones (como la Red Uruguaya de
ONGs Ambientalistas, CEADU, CEUTA, etc.), el evento tendra lugar
el jueves 28 y viernes 29 de junio en el Salon de Actos del
Ministerio de Relaciones Exteriores. Las inscripciones se abren
el jueves 28 a las 14 y 30 hrs. La inauguracion comienza a las
15 hrs con la presencia del Vicepresidente de la Republica, Prof
Luis Hierro Lopez. Los panelistas incluyen a los senadores J.
Larraniaga, E. Rubio, los diputados N. Bergstein, B. Argimon, M.
Percovich, los intendentes M. Arana e I. Riet Correa, integrantes
de ONGs (G. Honty, G. Diverso, M. Cousillas), Fernando Lopez (
Comision Nacional de Fomento Rural) y otros, bajo la
moderacion de conocidos periodistas del medio. Informaciones
adicionales en CLAES (902 2362 y 63 de tarde)


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editores Gerardo Evia y Eduardo Gudynas;
asistente Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social
Montevideo, Uruguay
www.ambiental.net/claes

#27 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Lun, 30 de Abr, 2001 12:16 pm
Asunto: Boletin No 27, abril 2001
claes@...
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 27 - Abril 30, 2001


CONTENIDO

    + ARGENTINA EXPANSION DE LA FRONTERA AGROPECUARIA
    + FORO REGIONAL DE BIOTECNOLOGIA
    + MINISTRO URUGUAYO POR EL ETIQUETADO DE TRANSGENICOS
    + BRASIL: NUEVA ACCION JUDICIAL FRENTE AL CTNbio
    + VINO ECOLOGICO EN URUGUAY
    + BRASIL: CAMPANIA POR BOSQUES y CERRADO
    + TALLER INTEGRACION y SUSTENTABILIDAD ARGENTINA- CHILE

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PREVEN EXPANSION AGRICOLA EN ARGENTINA CON AUMENTO DE LA
FRONTERA AGROPECUARIA

Argentina podra producir 100 millones de toneladas de granos a
fines de la decada contra 64,8 millones en 1999/2000, porque
tiene potencial para extender en un 50% su actual area
cultivada, dijo el presidente de la filial local de Cargill.

La tercera economia de America Latina sembro 26.34 millones de
hectareas en el ciclo 2000/2001. "En los ultimos 10 anios se
duplico la cosecha, en 1989/1990 se recolecto 35,5 millones de
toneladas", dijo Hector Marsili. Afirmo que el proceso de
crecimiento se disparo cuando se eliminaron las retenciones a
las exportaciones, que era un impuesto que gravaban las ventas
al exterior, que afectaba al sector agropecuario, principal
motor exportador del pais, con ventas por US$ 11.394 millones en
2000. Asimismo apunto que uno de los factores clave que
permitirian expresar el potencial productivo de Argentina es el
amplio margen que tiene para extender su superficie sembrada,
"podemos aumentar el area de tierra en produccion al menos en un
50%. Sobra para llegar a los 100 millones de toneladas", dijo
Marsili.


FORO REGIONAL DE BIOTECNOLOGIA

Del 28 al 30 de Marzo se realizo en Montevideo el Foro Regional
de Biotecnologia, organizado por la Organizacion de Desarrollo
Industrial de Naciones Unidas (ONUDI) y con el auspicio de la
Presidencia de la Republica. Este encuentro fue la sintesis de
consultas realizadas por ONUDI con los gobiernos de la region,
donde se definieron tres areas prioritarias: regulacion, acceso
a la tecnologia y apoyo a la investigacion estrategica.

El resultado mas importante del Foro fue la elaboracion de una
propuesta para el establecimiento y operacion de un Grupo
Latinoamericano Consultivo de Biotecnologia para la evaluacion
de politicas, que permitiera aportar a los gobiernos elementos
para la toma de decisiones.

A continuacion se presentan algunas reflexiones que, sobre los
resultados de dicho foro hiciera Hector Villaverde de CEADU
(Uruguay), en un documento mas extenso.

De las consultas iniciales con investigadores, representantes
gubernamentales de la region e industria, ONUDI resumio las
siguientes conclusiones generales:

a. Hay una baja percepcion del publico en lo que respecta a los
beneficios potenciales de la tecnologia.
b. El debate publico sobre la biotecnologia es fragmentado y
polarizado. c. Las instituciones reguladores en la region estan
mal equipadas para tratar el tema de determinacion de seguridad
y otras consideraciones comerciales.

Segun ONUDI, "el lanzamiento de una iniciativa biotecnologica
regional latinoamericana, que intente abordar cuestiones como
las mencionadas anteriormente constituye un paso en la direccion
correcta.  Pero requiere estudio cuidadoso en lo relativo a su
alcance, modalidades operativas y requisitos en materia de
recursos. Tal iniciativa podria tomar la forma de un Grupo
Consultivo en Biotecnologia (GC-Biotec)...". ONUDI planteaba al
Foro Regional 3 posibilidades con respecto a las formas y
funciones del GC-Biotec:

1) GC-Biotec modelado segun el Grupo de Trabajo sobre el Grupo
Regulador de la Organizacion para la Cooperacion y Desarrollo
Economico (OCDE). En este modelo, GC-Biotec estaria integrado
por individuos de ministerios o agencias gubernamentales, que
tienen responsabilidad sobre la determinacion de riesgos /
seguridad ambiental de los productos de la biotecnologia
moderna.

2) El GC-Biotec diseniado segun el Comite Asesor Canadiense
sobre Biotecnologia (CBAC). En este modelo, el GC-Biotec estaria
integrado por destacados cientificos, eticos, ambientalistas e
individuos provenientes de las comunidades cientifica y
empresarial.  Su funcion seria la de proveer asesoramiento
independiente a las agencias de gobierno en una amplia gama de
temas eticos, sociales, reglamentarios, economicos, ambientales
y de salud, relacionados con el desarrollo y la aplicacion de la
biotecnologia.

3) El GC-Biotec como organo independiente de revision. En este
modelo, el GC-Biotec se involucraria en la revision de la
capacidad institucional existente en la region para poder hacer
frente de manera efectiva a la tematica publica en materia de
biotecnologia.  Tal revision podria estar orientada a
identificar los defectos de las instituciones reguladoras y
determinar los requisitos en funcion de recursos que se
necesitarian para compensar las actuales carencias.

Al final de la ultima sesion del Foro Regional, fue distribuido
un documento en ingles con el titulo "A Consultative Group in
Biotechnology for Latin American ("draft proposal"). La
propuesta seniala que "un Grupo de Trabajo de expertos en
politicas vinculadas a esta tematica se reunio durante el Foro
para considerar las mejores maneras de fortalecer las
capacidades institucionales, de forma de responder a los asuntos
[de biotecnologia agroalimentaria e industrial y asuntos
asociados en bioseguridad y comercio, con preocupaciones que son
compartidas por los paises de la region]. El Grupo de Trabajo
acordo establecer un Grupo Consultivo que funcione como un grupo
de expertos independiente para la region. En la oportunidad,
considerando la perspectiva de tal Grupo Consultivo y las
actividades ligadas a su establecimiento- los participantes
recomendaron las siguientes pautas para su funcionamiento:

Alcance. Sera un grupo respaldado por ONUDI, independiente y de
caracter tecnico, que actue como plataforma de discusion,
asesore y recomiende en asuntos en que sea necesario garantizar
el uso seguro y el desarrollo de la biotecnologia
agroalimentaria e industrial en America Latina, respondiendo a
las implicaciones agricolas y ambientales del desarrollo y
comercializacion de Organismos Geneticamente Modificados (OGM) y
sus productos derivados.

Objetivo. Mejorar y difundir el conocimiento de la bioseguridad
ambiental y la seguridad alimentaria, en el ambito del comercio
y la percepcion publica, para revelar el potencial de la
biotecnologia en la industria agroalimentaria y en la industria
textil, asi como las estrategias en bioseguridad necesarias para
desarrollar esas areas.

Miembros y Perfil. El Grupo tendra un Secretario Ejecutivo de
ONUDI y estara formado por cientificos y expertos en ciencias de
la vida, economia social y leyes. El proceso de seleccion
comenzara con una invitacion para nominaciones a los paises de
la ONUDI, que enviaran perfiles profesionales y actividad actual
de los candidatos. El criterio basico es convocar profesionales
de alto nivel. Los miembros seran elegidos por ONUDI a traves de
un panel "Ad hoc" de pares, del cual se buscara una composicion
balanceada entre las subregiones".

Comparando el abanico de ofertas de ONUDI con lo acordado por el
Grupo de expertos del Foro Regional, surge que la opcion elegida
es similar a la opcion 3. Es interesante destacar que, a
diferencia de las otras opciones, para dicha opcion ONUDI no
cita un ejemplo a nivel mundial en el que basarse, y por tanto
no puede medirse inicialmente el grado de exito que dicho modelo
pueda tener en lo que respecta a la superacion de los conflictos
existentes en este terreno.

Una primer conclusion del analisis de la propuesta del Foro
Regional es, segun Villaverde, que seguramente no va a
satisfacer las expectativas de las organizaciones de la sociedad
civil involucradas en la discusion de la produccion de alimentos
transgenicos, por cuanto no tiene las condiciones suficientes
para generar una adecuada credibilidad sobre los resultados
"independientes" de dicho grupo.

Dado que, como es la tonica a nivel mundial, tambien en la
region existe una gran desconfianza de muchos consumidores sobre
las bondades de la ingenieria genetica aplicada a alimentos, la
opcion elegida por el Foro Regional no es la mas democratica
para enfrentar lo que la region considera uno de los problemas
prioritarios a resolver por el GC-Biotec, ya que no incluye
dentro de su estructura (formada por "cientificos y expertos en
ciencias de la vida, economia social y leyes") la representacion
de las percepciones de los consumidores, por intermedio de sus
organizaciones representativas. Si uno de los hallazgos del
relevamiento de ONUDI entre los paises de la region era que "el
debate publico es fragmentado y polarizado", una integracion tan
limitada de perspectivas no tendra el balance adecuado de puntos
de vista que le permita proponer soluciones de consenso que
puedan reducir al minimo los conflictos.

Parece surgir de la lectura de la propuesta que los expertos
consideran que el problema de la percepcion publica se puede
superar a traves de campanias de comunicacion, probablemente mas
dirigidas a persuadir al publico a ver las cosas como los
expertos de la industria y del gobierno las ven, que a abordar
las genuinas preocupaciones de la sociedad civil.

Finalmente, Villaverde cita a Edward Groth en su presentacion
ante la reunion anual de la Asociacion Americana para el Avance
de la Ciencia, en febrero pasado: "a menos que los consumidores
esten de acuerdo en que los beneficios de la biotecnologia
aplicada a los alimentos son deseables y que los riesgos
asociados son aceptables, la sociedad puede fallar en alcanzar
muchos de los potenciales beneficios" . Este especialista en
comunicacion de riesgos explica que "psicologos sociales
demostraron anios atras que los ciudadanos y los expertos
cientificos perciben los riesgos en forma diferente. Los
cientificos tienden a centrarse en aspectos cuantitativos como
morbilidad, mortalidad y probabilidad; los consumidores comunes
tienden a ver los riesgos mas cualitativamente y a ser sensibles
a componentes subjetivos de valor, tales como equidad, y
libertad para tomar o evitar un riesgo, lo cual la ciencia
generalmente ignora. Ningun punto de vista esta equivocado, pero
los dos son diferentes y a menudo incompatibles. Uno de los
desafios en comunicar sobre riesgos es asegurar que el dialogo
es suficientemente amplio para abarcar ambas clases de
percepcion de riesgos -los cientificos y los ciudadanos - y
asegurar que ambas perspectivas son tratadas respetuosamente".
Groth seniala que "para ser efectivas, las estrategias de
comunicacion deben buscar descubrir las preocupaciones actuales
de los criticos, y clarificarlas para que todas las partes
entiendan los temas. Luego las preocupaciones deben ser
abordadas. Esto es, los criticos necesitan ver que sus
preocupaciones son entendidas y tomadas seriamente, e
idealmente, que aquellos percibidos como responsables por los
riesgos (en este caso, la industria biotecnologica y sus
defensores) han ajustado sus propias posiciones para tomar esas
preocupaciones en cuenta. Los esfuerzos que buscan solo
persuadir al publico que usted tiene la razon y sus criticos
estan equivocados, seran percibidos solo como cinicas relaciones
publicas dirigidas a despreciar las legitimas preocupaciones del
publico. Tales esfuerzos generaran rechazo mas que aceptacion" .


MINISTRO URUGUAYO POR EL ETIQUETADO DE TRANSGENICOS

El Ministro de Ganaderia Agricultura y Pesca de Uruguay ratifico
la necesidad la necesidad de etiquetar los alimentos
transgenicos e implementar sistemas de trazabilidad que separen
a los productos convencionales de los geneticamente modificados.

En el Foro Regional de Biotecnologia realizado recientemente en
Montevideo, dijo que esta es una de las grandes esperanzas con
que cuenta la humanidad, pero advirtio que puede ser bien o mal
utilizada, comparo a la biotecnologia como un martillo, con el
cual "puedo clavar, martillar los dedos o golpear a alguien".

Describio tres problemas de los productos derivados de las
biotecnologias: desde el punto de vista de los consumidores, que
temen a los OGM, afirmo que no es lo mas grave pues se puede
recurrir al metodo cientifico para evaluar los efectos y disipar
los miedos. El segundo es la credibilidad, afirmo que estas
tecnologias son desarrolladas por grandes empresas que han
prometido que a traves de las biotecnologias era factible
solucionar el hambre en el mundo.
En tercer lugar, indico que estas tecnologias enfrentan
cuestionamientos desde el campo etico por parte de grupos
culturalmente heterogeneos, como ser la contraposicion de
derechos de los cientificos con los de los animales a no ser
maltratados.
Advirtio que hay un gran desconocimiento por parte de la gente
respecto a las biotecnologias. En terminos de politica dijo que
una politica publica tiene que considerar "en forma sustancial"
la bioseguridad. "Podemos aprobar cualquier evento fruto de la
biotecnologias o evaluar los riesgos sobre el ambiente y la
produccion". Destaco al respecto el hecho de que se haya formado
una comision sobre este tema en el Ministerio de Agricultura.


CTNBio ENFRENTA NOVA ACAO NA JUSTICA SOBRE TRANSGENICOS:

O novo presidente da Comissao Tecnica Nacional de Biosseguranca
(CTNBio), Esper Cavalheiro, assume e enfrenta uma nova batalha
juridica em torno dos transgenicos. Os procuradores Aurelio Rios
e Alexandre Camanho de Assis, do Ministerio Publico Federal
(MPF), impetraram ha duas semanas junto a 6ª Vara Federal da
Justica, em Brasilia, Acao Civil Publica pedindo anulacao do
Comunicado 113, de 3 de julho de 2000, que autorizou a
importacao de 13 variedades de milho transgenico para racao
animal. A acao foi originada por uma representacao do Instituto
Brasileiro de Defensa do Consumidor (Idec), que em dezembro
solicitou a intervencao do MPF para apurar supostas
irregularidades na liberacao das importacoes de transgenicos. A
Uniao foi citada pela Justica e tem 60 dias para contestar a
acao.

Segundo o procurador Rios, a acao do MPF questiona tres
procedimientos considerados irregulares. De acordo com as
instrucoes normativas da propia CTNBio, afirma Rios, a
autorizacao para a entrada de milho transgenico deveria ter sido
solicitada pelas empresas importadoras. Em afronta ao que a
comissao estabelecia, aponta o procurador, foi Paulo Borges,
representante do Ministerio da Agricultura na CTNBio, que pediu
o parecer tecnico conclusivo sobre as importacoes de
transgenicos, de 3 de julho de 2000.

Outra grave irregularidade que teria sido cometida pela CTNBio
refere-se a liberacao generica das importacoes de 13 variedades
de milho transgenico. "O pedido deve ser feito caso a caso, pois
nao existe uma categoria de milho transgenico, mas varidades do
mesmo", diz Rios. Alem disso, a comissao nao exibe provas de que
os trnagenicos autorizados sejam inocuos ao meio ambiente e a
saude humana, diz ele.

Rios lembra que a CTNBio solicitou informalmente dados sobre o
milho transgenico a Foos and Drug Administration (FDA). Porem, o
representante da FDA pediu que Leila Oda, ex-presidente da
comissao, reformulasse sua pregunta, indicando sobre quais
variedades de milho modificado buscava informacoes.


SE INICIA PRODUCCION DE VINO ECOLOGICO EN URUGUAY

La mas antigua bodega de Uruguay, "Vinos de La Cruz", comenzo a
elaborar "vino ecologico". La primer vendimia de uva ecologica,
que segun el titular de esa bodega es la primera en America
Latina, apunta a elaborar un vino de alta demanda en Europa. El
Enologo J J Arocena explico que se realizaron evaluaciones de
mercados en procura de encontrar productos diferenciales que
puedan competir con el exterior y con menos requerimientos de
esfuerzos para su venta.

Con esa premisa, la idea nace en 1998, y se apoya en una
certificacion a cargo de la Asociacion Rural del Uruguay,
incluyendo una inspeccion de tecnicos de Europa. Se procedio a
cultivar la vid sin determinados productos quimicos (uno de los
requisitos europeos), utilizandose el sulfato de cobre y el
azufre como antes. Al transcurrir los tres anios establecidos
por los tecnicos extranjeros "estamos en condiciones de recibir
la certificacion de la empresa SGS". Otra de las condiciones es
que el terreno donde se cultivarian las vides deberian estar
lejos de aquellos que no reciban tratamiento organico, debiendo
mediar una barrera natural. El fertilizante debia ser natural y
permitido, habiendo ayudado a la vitivinicola el uso del
estiercol de gallina (alimentadas con raciones de productos
naturales unicamente) para realizar el compost que sirvio de
fertilizante para las vides.

La produccion de uvas desciende entre un 20% a un 25% en
comparacion a los rendimientos de produccion standard, pero en
contrapartida se obtienen mejores precios al vender el vino, un
plus que oscila en un 50% a un 60% mas. "Hemos comprobando que
hay un mercado potencial para este producto natural y
diferencial, concretamente tenemos pedidos de Portugal, Estados
Unidos (mas exigentes que los europeos para sus propios
productores), Brasil y Dinamarca.


ONGs LANZAN CAMPANIA PARA DEFENDER CERRADO Y BOSQUES

Organizacoes da sociedade civil lancaram no ultimo dia 18 de
abril a campanha SOS Florestas, cujo objetivo principal e
articular a luta em defesa do cerrado e das florestas do Brasil.
O motivo da campanha se justifica no momento em que o deputado
federal Moacir Micheletto (PMDB/PR) tenta uma manobra para
aprovar um Codigo Florestal que sentencia a morte as florestas
brasileiras. Entre as ongs que participam da campanha estão o
Instituto SocioAmbiental (ISA), Funatura, Greenpeace, WWF e a
Rede Mata Atlântica.

A mobilizacão que esta sendo feita pelos mentores da campanha e
necessaria e urgente, pois as alteracões em discussão no
Congresso Nacional so beneficiariam os grandes proprietarios
rurais, afetando Areas de Reserva Legal e de Preservacão
Permanente. Alem disso causariam varios impactos negativos ao
bem estar da populacão e da biodiversidade. A proposta de
Micheletto tem aliada um agravante poderosissimo. A Comissao
Parlamentar Mista, responsavel pelas discussões da MP, tem a
maioria dos componentes vinculado ao setor rural em seus estados
(10 dos 14 parlamentares) o que impede a realizacão de uma
negociacão equilibrada, ou que respeite os interesses da maioria
da sociedade brasileira.

Micheletto e a bancada ruralista do Congresso estao querendo
passar a perna na sociedade, uma vez que sua proposta ja foi
amplamente debatida no ano passado pelo Conselho Nacional do
Meio Ambiente (Conama) porem, não alcancou exito gracas a
mobilizacão da sociedade, forcando o governo a transformar em
Medida Provisoria (MP) a resolucão negociada pelo Conama com os
setores organizados da sociedade (em vigor atualmente). A MP
preve a protecao de 80% das areas de florestas da Amazônia, 35%
do Cerrado da Amazônia Legal e 20% para as demais regiões do
pais.


TALLER INTEGRACION Y DESARROLLO SOSTENIBLE

Anunciamos el Taller "Integracion y Desarrollo Sostenible.
Estrategias y planificacion mas alla de las fronteras", del 17
al 19 de Mayo, en Bariloche, Argentina. El encuentro esta
organizado por ICEPH (Argentina) con la coordinacion de CLAES, y
es parte de la iniciativa Sur Sostenible 2025.

Las finalidades de este taller son presentar el concepto de
regionalismo autonomo, y las propuestas del  modelo Sur
Sustentable 2025; analizar criticamente el proceso de
integracion regional, en especial la situacion del ALCA;
establecer un dialogo y discusion de propuestas con
diferentes organizaciones ciudadanas, academicas, sindicales y
politicas,
tanto de Argentina como de Chile, analizando especialmente la
situacion de areas fronterizas y recursos compartidos, la toma
de decisiones a nivel local sobre ellos y la participacion
ciudadana. El taller incluira componentes de informacion, y
componentes de discusion grupal. Las organizaciones
participantes podran presentar paneles con sus experiencias.

Este es el cuarto taller en la serie de encuentros sobre Sur
Sostenible 2025 para analizar alternativas a la integracion
regional que viene organizando CLAES en los paises del Cono Sur.
Mas informaciones sobre esta iniciativa en
www.ambiental.net/sustentable2025

Inscripciones e informaciones adicionales directamente con
ICEPH-Instituto Cordillerano de Estudios y Promocion Humana (no
con CLAES ni al e mail de este boletin). ICEPH, Mitre 660, 1º
"C" - Bariloche 8400, Rio Negro, Argentina. TeleFAX +54 (0)2944
424305. email: iceph@...


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boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editor Gerardo
Evia; asisten Cecilia Castilla y Eduardo Gudynas. Apoyo de
la Fundacion F. Ebert en Uruguay (FESUR) y asistencia de
la fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social
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#26 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Lun, 23 de Abr, 2001 2:12 pm
Asunto: Boletin No 26, abril 2001
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No. 26 -  Abril 23, 2001

CONTENIDO:

      + ALCA: REUNION MINISTERIAL en BUENOS AIRES
      + PLATAFORMA RURAL LATINOAMERICANA
      + NUEVA LEY DE PESCA EN MATO GROSSO
      + VENTA AGROTOXICOS EN BRASIL
      + SIMPOSIO CAPTURA CARBONO
      + RECURSOS y DOCUMENTOS

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ALCA: REUNION MINISTERIAL DE BUENOS AIRES
ESTABLECE UN MANDATO EN NEGOCIACIONES AGROPECUARIAS

La reunion ministerial de las negociaciones del Area de Libre
Comercio de las Americas (ALCA), en Buenos Aires, el pasado 5-6
de Abril, acordo un programa y un calendario. En primer lugar,
los ministros resolvieron que los documentos de las
negociaciones del ALCA se haran publicos. Este es uno de los mas
importantes resultados del encuentro, ya que el caracter secreto
de las negociaciones estaba en el centro de las protestas y
demandas ciudadanas.

Recordemos que durante la reunion de los ministros tuvieron
lugar talleres y encuentros de las ONGs y organizaciones
ciudadanas, asi como grandes marchas de protesta por las calles
de Buenos Aires.

Se mantienen varios temas de controversia referidos al comercio
agropecuario. Varios paises Latinoamericanos buscan el
"paralelismo", donde las concesiones arancelarias que se
otorgaran en el ALCA debian recibir como contraparte
desmantelamientos del proteccionismo agricola.

La agenda especifica para el Grupo de Negociaciones en
Agricultura en muy ambiciosa. Ese Grupo debera recomendar
metodos y modos de las negociacion, establecer el alcance y
procedimientos para eliminar los subsidios a las exportaciones,
la manera en que se trataran las practicas que distorsionan el
comercio agropecuario, y modos para evitar que las medidas
sanitarias y fitosanitarias se conviertan en obstaculos
injustificados. El Grupo tambien debera identificar las medidas
no arancelarias,  incluyendo el establecimiento de un cronograma
para su reduccion o modificacion. Todas estas recomendaciones
deberan estar listas el  1 de abril del 2002, con el proposito
de ser evaluadas un mes mas tarde. Asimismo, los paises pueden
formalmente sumar otros temas.

Un analisis preliminar, actualmente en marcha en CLAES, permite
adelantar que igualmente se mantienen controversias sobre temas
claves. Entre ellos se destacan las medidas que tienen efectos
equivalentes a los subsidios a las exportaciones. Esto permitira
a los paises a poner en discusion las medidas de apoyo a la
produccion agricola en EE UU y Canada.

En el fondo, la discusion debe apuntar a determinar que medidas
de apoyo son consideradas legitimas (en el sentido de reducir
las distorsiones de precios, asegurar la calidad de los
productos, proteger a los consumidores y el ambiente) y cuales
son espureas (incluyendo practicas como alterar los precios o
reducir la calidad de los productos). No es un tema menor que
Estados Unidos y Canada vienen modificando sus practicas de
apoyo agricola, abandonando medidas proteccionistas evidentes,
como los subsidios a las exportaciones, hacia formas de
asistencia diversificadas. Muchas de esas medidas entran en la
categoria de la "caja verde" y son autorizadas por la OMC.
Varias de esos instrumentos seguramente son legitimos (como el
apoyo en caso de desastres naturales o en reconversion
tecnologica), y son semejantes a los empleados por algunos
paises que todavia mantienen algunos programas agropecuarios
activos (por ejemplo, Brasil), y que ademas son reclamados por
gremiales agropecuarias en el Cono Sur. Estados Unidos considera
que muchas de estas cuestiones,  no deben generar reglas propias
del ALCA sino que deben ser acordadas en la Organizacion Mundial
de Comercio (OMC), de donde la marcha de la negociacion agricola
gana nueva importancia.

Tambien debe recordarse que en otros grupos trataran cuestiones
claves, como inversiones y dumping, con fuertes implicancias en
el comercio agropecuario.

Finalmente, la declaracion ministerial dejo en claro que cada
pais podra presentar nuevos temas en la negociacion, por lo que
finalmente apareceran los temas ambientales y laborales, tan
resistidos por el Mercosur. Posiblemente eso ocurra en el grupo
de negociaciones en inversiones, donde se buscaran clausulas
para evitar que reducciones en las condiciones laborales y
ambientales para atraer emprendimientos.

Las resoluciones de los ministros, asi como un reporte de los
hechos que tuvieron lugar en Buenos Aires, estan disponibles en
nuestro sitio web sobre integracion y ecologia:
www.ambiental.net/integracion Proximamente se sumara la
informacion sobre la Cumbre Presidencial de Canada, tambien
realizada en el marco de las negociaciones del ALCA.


PLATAFORMA RURAL LATINOAMERICANA
FRENTE A LA INTEGRACION

Como parte de las actividades de las organizaciones ciudadanas
referidas al ALCA, en Buenos Aires tuvo lugar un importante
taller sobre "La Agropecuaria Latinoamericana frente al ALCA",
el pasado 3 de abril. En el encuentro se lanzo la iniciativa de
la PLATAFORMA RURAL LATINOAMERICANA, con la presencia de mas de
70 participantes provenientes de organizaciones agropecuarias,
sindicatos de trabajadores rurales, y asociaciones ciudadanas y
ambientalistas. El taller fue organizado por UATRE, UITA, el
Grupo de Reflexion Rural de Argentina y CLAES.

El encuentro se inicio con palabras de apertura de la Union
Argentina de Trabajadores Rurales y Estibadores, asi como de la
secretaria para America Latina de la Union Internacional de
Trabajadores, para luego pasar a una presentacion y debate. Los
participantes repetidas veces reclamaron el acceso a la
informacion de la marcha de negociacion del ALCA, y se propuso
un proceso de integracion alternativa.

En el taller se advirtio que el actual marco de negociacion del
ALCA tendra efectos negativos sobre el sector agropecuario,
especialmente en la produccion agricola, dada la competencia con
los EE UU y Canada, se comento la preocupacion por el futuro del
sector ganadero, y se elevaron alertas sobre el empleo rural y
su calidad.

La primera version de la Plataforma Rural Latinoamericana fue
preparada por la coordinacion Latinoamericana de la Union
Internacional de Trabajadores Rurales y de la Alimentacion, el
Grupo de Reflexion Rural de Argentina, y CLAES de Uruguay.
A diferencia de otras declaraciones, esta PLATAFORMA enfatiza
propuestas y visiones alternativas, y ademas esta
especificamente orientada a los problemas de la integracion
regional y los acuerdos de libre comercio.

La PLATAFORMA incluye 15 puntos, destacandose los siguientes:
(1) Recuperar la Autonomia. Sean cual sean los cambios que se
defiendan para la agropecuaria Latinoamericana es indispensable
recuperar la autonomia. Este postulado es una reaccion a la
imposicion de estilos de desarrollo, sea directamente por medio
del Estado y empresas, o por medios indirectos, como las
condicionantes y ajustes economicos. La autonomia implica la
capacidad de las naciones de decidir por sus propios medios
democraticos los estilos de desarrollo.

(2) Nuevo desarrollo agropecuario. Es necesario dar cabida a un
nuevo estilo de desarrollo agropecuario, donde se pone en primer
lugar la calidad de vida de la familia rural, la conservacion de
la base ecologica de la produccion agropecuaria, nuevos
usos productivos que permitan obtener productos agroalimentarios
de alta calidad

Los demas componentes de la Plataforma incluyen llamados a (3)
erradicar la pobreza, (4) aumentar la calidad de vida, (5)
asegurar la conservacion del ambiente, (5) provision de empleo y
asegurar la calidad de este, (7) lograr la soberania
alimentaria, (8) contar con un activo papel estatal, (9)
democratizacion de las politicas agropecuarias, (10) acceso a la
tierra y los recursos, (12) enfrentar la globalizacion, (13)
promover procesos de integracion regional de contenido politico
y que permitan la articulacion productiva, (14) fortalecer el
comercio justo, y (15) apoyarse en una ciencia y tecnologia
comprometida con las necesidades locales. La version completa de
la PLATAFORMA se encuentra en el sitio web de CLAES en la
seccion de Agropecuaria y Ecologia: www.ambiental.net/agroverde

En estos momentos se ha comenzado a circcular la Plataforma
Rural entre organizaciones agropecuarias, asociaciones de
campesinos, sindicatos de trabajadores rurales, etc., de todo el
continente. Se estan recibiendo adhesiones y apoyos de
instituciones. En estos dias ya se han adherido CEUTA de
Uruguay, y la Asociacion de Productores Organicos de Bolivia
(AOPEB), con mas de 25 mil miembros. Les invitamos a revisar el
texto y adherirse a esta iniciativa; para adherir a la
Plataforma o hacernos llegar sus comentarios:
Gerardo Iglesias, UITA (uita@...)  - Ariel Celiberti,
UITA (arie@...) - Eduardo Gudynas, CLAES
(claes@...)


NUEVA LEY DE PESCA EN MATO GROSSO

Um Grupo de Trabalho (GT) comecou as discussoes para definir as
alteracoes na Lei de Pesca em Mato Grosso, en 10/04. Composto
por representantes dos setores de pesca, turismo, instituicoes
de pesquisa, governo, organizacoes nao-governamentais e a
Federacao dos Pescadores, o GT tem a ardua tarefa de conciliar a
restricao da pesca no estado e garantir a sobrevivência
economica e cultural dos pescadores. Tudo isso num curtissimo
espaco de tempo, ate o proximo dia 10 de maio.

A Federacao dos Pescadores justamente reivindica o
recadastramento e assentamento dos pescadores em projetos de
psicultura e abertura de linhas de credito. O recadastramento
dos profissionais da pesca, antiga reivindicacao do presidente
da Federacão dos Pescadores, Lindemberg Gomes, e uma das formas
que poderia diminuir o esforco de pesca.
Entretanto, parece que o interesse do governo e simplesmente
proibir a pesca para promover a psicultura, e vem demonstrando a
cada dia. Na proposta original do governador, apresentada à
populacão dia 29 de marco, nao havia na lei nenhuma perspectiva
de projetos que gerassem renda aos pescadores. O presidente da
Fundacão Estadual do Meio Ambiente (Fema), Frederico Muller,
afirma que esta estudando alternativa, mas não diz quais seriam
as possibilidades, e por fim, os poucos dias que o GT tem podera
servir mais para legitimar uma vontade do governo que
estabelecer uma discussão democratica.

Alias, se fosse uma discussao democratica, o governo de Mato
Grosso deveria aproveitar ideias boas do estado vizinho (Mato
Grosso do Sul), que criou o Conselho Estadual de Pesca e o
monitoramento constante do esforco de pesca. Recursos para isso
estão previstos no programa Pantanal, ja aprovado pelo Senado
Federal. Ao restringir a pesca sem dar condicões de vida aos
pescadores, o governo coloca a culpa do sumico dos peixes nos
pescadores profissionais e isenta os maiores culpados:
agricultores que usam agrotoxicos de forma descontrolada, as
mega obras de empreiteira, como a Usina de Manso e a poluicão
dos rios do estado, principalmente o rio Cuiaba, que so tem
projeto de gaveta para sua recuperacão.


AUMENTA LA VENTA DE AGROTOXICOS EN BRASIL

Los agrotoxicos produjeron ventas por US$ 2.550 millones durante
el anio pasado en Brasil, lo cual significo un aumento de 9,5%
en comparacion con 1999. Como la venta de agrotoxicos crece
entre 1% y 2% anual en el resto del mundo, Brasil se ha
convertido en el blanco de las transnacionales del sector y esta
promoviendo un acelerado proceso de fusiones y adquisiciones.
Entre otros ejemplos, Aventis esta por ser negociada (la
companiia abandonaria la produccion de agrotoxicos para
dedicarse a la biotecnologia humana) y Bayer (que al parecer
tambien esta interesada por Monsanto) aparece como la probable
compradora. El anio pasado Basf compro Cyanamid, convirtiendose
en una gran productora de herbicidas, especialmente para la
soja. Y fue creada Syngenta, con la fusion entre Novartis y
Zeneca. En el anio en curso Dow Quimica compro la division
agricola de Rohm-and-Haas. Con esos cambios, Aventis dejo de ser
lider en el sector, cediendo ese lugar a Syngenta. Por su parte
Dow, que realizo ventas en Brasil por US$ 180 millones durante
el anio pasado, paso a ocupar el sexto lugar a escala mundial y
el cuarto en el mercado brasilenio.

El mercado brasilenio de agrotoxicos esta estimado en 300 mil
toneladas, convirtiendo al pais en el tercer consumidor mundial,
detras de EE.UU. y Japon. Informaciones adicionales en UITA -
www.rel-uita.org [Reproducido del boletin SIREL de UITA]


SIMPOSIO INTERNACIONAL MEDICION Y MONITOREO DE LA
CAPTURA DE CARBONO EN ECOSISTEMAS FORESTALES

La Facultad de Ciencias Forestales de la Universidad Austral de
Chile esta organizando el Simposio Internacional Medicion y
Monitoreo de la Captura de Carbono en Ecosistemas Forestales que
se desarrollara en Valdivia, Chile durante los dias 18 al 20 de
Octubre del anio 2001.

Este evento cuenta con el apoyo de FAO, IUFRO (division 4.04 de
Planificacion de la ordenacion forestal y economia forestal), de
la Corporacion Nacional Forestal (CONAF-Chile), Comision Nacional
del Medio Ambiente (CONAMA-Chile), Instituto Forestal (INFOR-
Chile), FONDEF Chile.

Los objetivos de este Simposio pueden sintetizarse en la
Evaluacion de las metodologias que se aplican actualmente para
la medicion y monitoreo de carbono en ecosistemas forestales y
agroforestales; en la propuesta de nuevas metodologias para
aumentar la eficiencia de las mediciones; en establecer
prioridades de investigacion y estandarizacion de metodos de
monitoreo y en fortalecer los vinculos entre investigadores y
profesionales latinoamericanos para la formacion de una red de
colaboracion cientifico tecnica.

Se realizaran conferencias y exposiciones de trabajos en los
siguientes temas: Stock y flujo de carbono en biomasa aerea,
subterranea (raices) y suelos; Contabilidad y verificabilidad de
los cambios en stocks de carbono; Proyectos especificos de
Captura de Carbono en el area forestal y agroforestal; Carbono
en productos de madera. Para mayores antecedentes sobre el
Simposio, agradeceremos informarse en nuestra pagina web
www.uach.cl/simposiocarbono ; e mail: carbono@...


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editor Gerardo Evia; editor asistente E.
Gudynas; asistencia Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion CS
Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Numeros anteriores estan disponibles en
www.egroups.com/list/agromsur/

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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social
Montevideo, Uruguay
www.ambiental.net/claes

#25 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Sáb, 31 de Mar, 2001 12:10 am
Asunto: Boletin No 25, marzo 2001
claes@...
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 25 -  Marzo 29, 2001

CONTENIDO:

      + AGROPECUARIA LATINOAMERICANA FRENTE AL ALCA
      + AMBIENTE FRENTE AL ALCA
      + AGROPECUARIA, AMBIENTE Y DESARROLLO SUSTENTABLE
        A 10 ANIOS DEL MERCOSUR
      + FORO REGIONAL DE BIOTECNOLOGIA
      + CRITICAN IMPORTACION DE MAIZ TRANSGENICO EN BRASIL
      + BIODIESEL
      + EXPLOTACION EN BOSQUES AUSTRALES
      + IMPACTOS AMBIENTALES EN EL PASTIZAL PAMPEANO
      + DEFORESTACION EN ENTRE RIOS, ARGENTINA
      + RECURSOS y DOCUMENTOS

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LA AGROPECUARIA LATINOAMERICANA FRENTE AL ALCA

Como parte de las diferentes actividades ciudadanas que tendran
lugar en Buenos Aires, previo a la reunion de ministros de las
Americas bajo la cual se negocia el Area de Libre Comercio de
las Americas, CLAES esta participando de la convocatoria a un
Seminario Taller sobre el sector agropecuario y el ALCA.

El encuentro tendra lugar el 3 de Abril, desde las 14 hrs, en el
Salon de Actos del tercer piso del Sindicato de Trabajadores
Rurales y Estibadores, UATRE, Calle Reconquista 630, Buenos
Aires, Argentina.

El taller es un espacio para compartir informacion, analizar y
debatir respuestas de los grupos rurales, campesinos y
agropecuarios frente al Area de Libre Comercio de las Americas.
En el taller se espera discutir una PLATAFORMA RURAL
LATINOAMERICANA como alternativa de integracion que sirva de
nuevo marco de protagonismo para los actores rurales.

El evento es convocado por UITA, UATRE (Argentina), Grupo de
Reflexion Rural (Argentina), CLAES (Uruguay), y otras
organizaciones que se iran sumando. Mas informaciones con Grupo
de Reflexion Rural (rtierra@...), Ariel Celiberti de
UITA (arie@...) o con CLAES (claes@...).
Visite ademas las webs en Agropecuaria y Ecologia:
www.ambiental.net/agroverde, y la web de UITA: www.rel-uita.org


AMBIENTE Y ALCA

Asimismo tendra lugar otro taller, pero sobre temas ambientales
frente al ALCA. En este caso el encuentro sera el 4 de Abril, y
es convocado por varias organizaciones, como Iniciativa ArcoIris
de Ecologia y Sociedad (Argentina), Foro Ambiental Ciudadano de
Buenos Aires, CLAES (Uruguay), Grupo de Reflexion Rural
(Argentina), Instituto de Ecologia Politica (Chile),
Redes/Amigos de la Tierra (Uruguay), Taller Ecologista
(Argentina), Instituto Cordillerano de Estudios y Promoción
Humana (Argentina), Environmental Policy & Development
(USA),etc.

El seminario se inaugura a las 9 hrs, en el Auditorio del
edificio anexo de Diputados; Rivadavia y Riobamba, Subsuelo,
Buenos Aires, Argentina.

El encuentro incluira ponencias, mesas redondas y trabajo en
grupos y plenario. Sus objetivos son intercambiar informacion,
analizar los impactos y posicionarse frente a la propuesta de
ALCA en su dimension ambiental; reflexionar sobre el papel y las
estrategias de los movimientos ciudadanos ante el proceso de
globalizacion; alternativas teóricas y prácticas de cambios se
pueden construir frente a la globalizacion y el ALCA, y que
podemos hacer nosotros, desde esos movimientos sociales, para
avanzar en esos cambios.

Informaciones adicionales: en Argentina, con Pablo Bergel,
ArcoIris (arcoiris@...); en otros paises: CLAES
(claes@...)


AGROPECUARIA, AMBIENTE Y DESARROLLO SUSTENTABLE
A 10 ANIOS DEL MERCOSUR

En el marco de la iniciativa Sur Sustentable 2025, que viene
desarrollando CLAES, se desarrollo del 23 al 25 de Marzo, un
Seminario taller en Montevideo, sobre Integracion y Desarrollo
Sustentable. El encuentro fue convocado por CLAS conjuntamente
con la Comision Nacional de Fomento Rural, la Federacion de
Jovenes Rurales, la Asociacion de Grupos de Mujeres Rurales, la
Red Ambientalista del Uruguay, CEADU, CEUTA e IFCA.

Entre los temas planteados y discutidos entre los mas de 50
asistentes provenientes de diversos sectores de actividad, se
encontraba las situacion y perspectivas para el Desarrollo
Sustentable del Sector Agropecuario en el MArco del actual
proceso de Integracion Regional.

En el seminario, CLAES presento diversos aportes, donde se
indica que a 10 anios de firmado el Tratado de Asuncion la
evaluacion de lo ocurrido en el sector agropecuario en los
paises de la region, desde la perspectiva del desarrollo
sustentable presenta entre las caracteristicas mas destacadas:

Tasas decrecientes de la poblacion rural  y de la poblacion
economicamente activa en la agricultura, en la mayoria de los
paises, particularmente en Argentina, Uruguay y Brasil, de la
mano de una estructura productiva basada en el aumento de la
productividad de la fuerza de trabajo.

Profundizacion de los cambios en la estructura productiva de
paises como Argentina y Paraguay, con un fuerte incremento en la
produccion y exportacion de oleaginosas. Esta tendencia tambien
se dio en Brasil, aunque de forma mas equilibrada en relacion a
otros rubros. En Uruguay el mayor incremento relativo estuvo en
el sector exportador arrocero.

Desde el punto de vista de la suficiencia alimentaria, a pesar
de que la produccion de origen agropecuario aumento, aun
persisten vastos sectores de la poblacion con niveles
importantes de desnutricion.

Desde el punto de vista ambiental, se observa un continuo
aumentando la expansion de la frontera agropecuaria sobre
ecosistemas naturales en todos los paises, de la mano del
crecimiento de los principales cultivos de exportacion con
impactos importantes para la biodiversidad de la region. Este
proceso fue particularmente importante en los principales
ecosistemas tropicales y subtropicales con  severas consecuencia
para areas boscosas y humedales.

La falta de armonizacion de politicas macroeconomicas y la
ausencia de politicas agropecuarias comunes determino la
existencia de conflictos entre cadenas productivas de diferentes
rubros, dificultando el comercio intrarregional, de la mano de
la imposicion de barreras para arancelarias que impidieron en la
practica el libre acceso a los mercados esperado por el proceso
de integracion. Esta situacion ocasiono perjuicios a los
sectores productivos de los paises mas pequenios.

En Uruguay esta situacion tuvo consecuencias tanto para el
sector agroexportador (ejemplo: arrocero), como para  los
pequenios productores familiares del sector hortifruticola
abastecedores del mercado interno, que se vieron expuestos al
proceso de apertura sin haber podido reconvertirse o readecuar
su estructura productiva.

Para sortear estas dificultades parece indispensable avanzar en
el desarrollo de politicas ambientales y agropecuarias comunes
que tengan en cuenta los principios y objetivos del desarrollo
sustentable.

Para ello es necesario re-considerar los aspectos que inciden en
la competitividad de las distintas cadenas agropecuarias
incorporando, entre otras cosas, el concepto de ventajas
ambientales comparativas, avanzar coordinadamente en una
estrategia de incorporacion de valor agregado ambiental,
haciendo enfasis en aspectos de calidad y seguridad de
alimentos, mejoramiento del estatus sanitario de toda la region
y disenio de politicas agropecuarias comunes que permitan
aprovechar la complementariedad de las diferentes biorregiones.

Las ponencias presentadas en el seminario se estan colocando en
el sitio web de CLAES referido a integracion
(www.ambiental.net/integracion).


FORO REGIONAL DE BIOTECNOLOGIA

Entre el 28 y el 30 de Marzo se desarrollara en Montevideo el
mencionado evento organizado por la Organizacion de Desarrollo
Industrial de Naciones Unidas (ONUDI). El encuentro es el
resultado de consultas realizadas por dicha organizacion con los
Gobiernos de la Region. La iniciativa apunta a tres areas
prioritarias: Regulacion de la biotecnologia, acceso a la
tecnologia y apoyo a la investigacion estrategica.

El proyecto se basa en el supuesto de que "para los paises con
incipiente capacidad de investigacion y desarrollo la
biotecnologia representa un elemento fundamental en el pasaje de
una economia basada en la agricultura a una basada en el
conocimiento." Ademas se seniala que " la enorme base de
recursos geneticos y las condiciones climaticas favorables
constituyen ventajas comparativas significativas para la
aplicacion de la biotecnologia."

Los objetivos especificos del foro son:
1)Analizar opciones en cuanto a la creacion de caspacidades en
relacion a la seguridad y aspectos de percepcion publica.
2)Analizar mecanismos para acceder a tecnologia bajo regimen de
propiedad intelectual. 3)Apoyar el establecimiento de un fondo
regional de investigacion.

Los resultados esperados por los organizadores incluyen:
Alertar a los tomadores de decision latinoamericanos del
espectro de la biotecnologia en la region, y especialmente de la
capacidad y operacion de la iniciativa regional. Las decisiones
y recomendaciones del encuentro seran analizadas en relacion a
las implicancias operacionales,financieras y legales para el
establecimiento de un fondo regional de investigacion asi como
guias para acceder a las tecnologias con regimen de propiedad
intelectual. El establecimiento y operacion de un Grupo
Latinoamericano Consultivo de Biotecnologia para la evaluacion
de politicas, que permita aportar a los gobiernos, elementos
para la toma de decisiones.

Las presentaciones y ponencias estaran a cargo de  especialistas
de Suiza, Union Europea, Mexico,Canada, Francia, Argentina,
Brasil, USA, Australia, Cuba, Chile, Colombia y Uruguay.


MINISTERIO PUBLICO ATACA DECISION DA CTNBio SOBRE MILHO
TRANSGENICO

A autorizacao concedida pela CTNBio (Comissao Tecnica Nacional
de Biosseguranca) para importacao de milho transgenico a ser
usado em racao animal esta' sendo contestada na Justica. O
Ministerio Publico Federal entrou com acao civil publica pedindo
a nulidade do comunicado 113, de 30 de junho de 2000, que
autorizava a importacao do milho geneticamente modificado.

O procurador Aurelio Virgilio Veiga Rios, um dos autores da
acao, aponta principalmente dois motivos para pedir a anulacao
do comunicado: 1) o parecer era generico, quando deveria
analisar caso a caso; 2) autorizava o uso de milho transgenico
que ja' estava em navios atracados no Brasil. Segundo Rios, o
produto deveria ter autorizacao antes da importacao.

O caso esta' na 6ª Vara Federal, em Brasilia. A assessoria de
imprensa da CTNBio informou ontem que a comissao nao foi
notificada e que nao se pronunciaria sobre o assunto. Segundo o
orgao, o novo presidente da comissao, Esper Cavalheiro, deve se
manifestar sobre casos envolvendo a CTNBio somente a partir da
proxima semana. Cavalheiro assumiu a presidencia da comissao na
quinta-feira, apos ser oficializada sua indicacao no "Diario
Oficial" da Uniao. O cargo era ocupado por Leila Macedo Oda,
que, segundo a assessoria da CTNBio, havia anunciado desde o
final do ano passado que pretendia deixar a presidencia da
comissao. Cavalheiro e' secretario de Politica e Programa de C&T
e ja' era integrante da comissao. (Folha de SP, 24/3)


BIODIESEL

El primer motor diesel pistoneo en 1900. Su inventor, Rudolf
Diesel le puso aceite de Mani. Luego a lo largo del siglo XX se
realizaron varias experiencias de utilizacion de aceites
vegetales para hacer marchar los motores. Mas recientemente con
la suba del petroleo a partir de los 70, sumada a la
incertidumbre sobre el ambiente y el eventual agotamiento del
recurso, el tema del biodisesel se puso de moda.

Los aceites vegetales, sean de girasol, de soja, de palma, de
colza sirven perfectamente como combustible, sin necesidad de
hacer adaptaciones al motor diesel. La formula mas corriente es
una mexcal de gasoil (80%) y aceite vegetal (20%). A raiz del
nuevo salto del precio del petroleo, el anio pasado coincidente
con un precio deprimido de los aceittes vegetales en el mercado
internacional, en la region tomo impetu el tema del biodiesel.

Tanto en Argentina como en Paraguay se analizan las ventajas y
posibilidades de proyectos concretos para el desarrollo de
plantas productoras de biodiesel, para lo cual se piensa
fundamentalmente en la soja. Brasil ya se adelanto en este tipo
de politica con el desarrollo de la producion y empleo del
alcohol derivado de la cania de azucar como combustible.

En los paises subtropicales podria capitalizarse la actual
capacidad de produccion de oleaginosas que hoy se destinan en su
mayoria a la exportacion. La agricultura se beneficiaria no solo
por la posible mejora del precio local frente a la alternativa
exportadora, sino ademas por una mayor estabilidad de la
demanda.

La competitividad de los diferentes rubros depende en gran
medida de del desarrollo local de la agroindustria
especializada, particularmente en rubros como los granos donde
el costo relativo del trasporte es muy alto. La instalacion de
agroindustria para este sector podria incorporar un componente
interesante para la sostenibilidad del sector agricola ganadero.

La principal ventaja ambiental del uso de este tipo de
combustibles generados a partir de biomasa radica en que si bien
estos tambien generan Co2 como producto de la combustion, lo
fijan en el proceso de produccion,contribuyendo asi a reciclar
el carbono, dsiminuyendo los efectos de acumulativos y
contribuyendo a minimizar el problema del calentamiento
atmosferico.

Algunos plantean la posibilidad de que el futuro mercado de
carbono brindara oportunidad para certificar reduccion de
emisiones y obtener beneficios economicos adicionales por este
concepto.

Tambien debe tenerse en cuenta que para producir biodiesel en
cantidad relevante, deben destinarse enormes superficies de
cultivos de oleaginosas con este fin; desde el punto de vista
ambiental, si esto implica continuar expandiendo sin limites la
frontera agricola no parece evidente que haya una ventaja desde
el punto de vista de la sustentabilidad. Si de lo que se trata
es agregar valor a lo que ya se produce para ser utilizado como
recurso energetico en la region, y sustituirlo por recursos
fosiles, entonces si tiene sentido-

Al analizar el tema, los datos provenientes de diversos paises,
en general se concuerda que el costo del biodiesel estaria
situado entre los 32 y 39 centavos de dolar, lo que lo haria hoy
competitivo frente al convencional.

Ahora bien, como se articula esta  alternativa que viene siendo
vista con beneplacito por actores del ambito agropecuario y
ambiental con  las actuales politicas y estrategias del sector
energetico? El rol de los propios gobiernos de los paises del
cono sur parece que seria preponderante para articular politicas
en este sentido.


EXPLOTACION DE LOS BOSQUES AUSTRALES

El Gobernador de Tierra del Fuego (Argentina), Carlos
Manfredotti, firmo una autorizacion que permite la tala de los
bosques de lenga por parte de la empresa norteamericana Trillium
Co. ("Lenga Patagonia S.A.", en Argentina y "Forestal Savia", en
Chile). La empresa pondra en marcha un proyecto de "explotacion
forestal", que consiste en la tala de 130.000 has de bosques
nativos.

"Este proyecto afectara un ecosistema unico que alberga mas de
200 especies de aves, pone en peligro el aire, el suelo,
plantas, animales y las fuentes de ingreso de los residentes
locales que dependen del ecoturismo", denuncio la organizacion
ambientalista Ecos Rioplatenses, quienes impulsan una campania
(a la cual se ha sumado "ECO") para detener la medida.

La Trillium Co., una multinacional que tiene su sede en Estados
Unidos, realiza explotaciones forestales en territorio argentino
y tambien chileno, y es una de las mayores terratenientes en la
provincia de Tierra del Fuego, con mas de 350.000 hectareas de
bosques, muchos de ellos de lenga,una especie unica en el mundo.
Estos bosques son muy fragiles, y constituyen el ecosistema
arboreo mas austral de la Tierra, que albergan especies como la
lenga, coihue o guindo y niire, de 10.000 anios de vida.


IMPACTOS AMBIENTALES EN EL PASTIZAL PAMPEANO

En el centro de Argentina se encuentra una de las regiones
ecologicas mas afectadas por la actividad humana, el Pastizal
Pampeano. A pesar de su extension, queda muy poca "vida
natural", ya que la mayoria de los campos fueron arados y hoy
alli crece el cultivo y pasta el ganado. Sin embargo en la
provincia de San Luis queda un remanente del Pastizal, donde se
considera que existen individuos del venado de las pampas, "el
ciervo mas amenazado del continente", segun la Union Mundial
para la Naturaleza (UICN), hay quienes se proponen crear el
"Parque Nacional Los Venados".

En 1997, el ex-presidente de la nacion Carlos Menem, y el
entonces (y actual) gobernador de San Luis, Adolfo Rodriguez
Saa, firmaron un convenio para la creacion del Parque Nacional
Los Venados. La asistencia economica llegaria de la mano del
Banco Mundial a traves del GEF (Global Environmental Facility),
la APN compraria algunos campos dentro del area, y San Luis
cederia las tierras dedicadas al Parque.

Pero la historia fue otra. Segun cuenta Anibal Parera, de la
Fundacion Vida Silvestre Argentina (FVSA), en medio de las
negociaciones, el productor mas importante de la zona, Claudio
Zichy Thissen, decidio arar unas 10.000 has de su campo,
manifestando que tal decision tenia por fin retener su
propiedad.

El gobierno de San Luis hizo todo lo contrario a lo aconsejable
en un momento asi. "En lugar de ratificar su compromiso para
favorecer la concrecion del area, Rodriguez Saa se lavo las
manos",dice Parera. "Pero no solo eso, luego (el Gobierno) lanzo
la propuesta de construir dos rutas que justo atraviesan el
area".

En 1999, la Asociacion Conservacionista Equilibrio Vital (ACEV)
denuncio que el Gobierno de San Luis proyectaba construir dos
rutas asfaltadas en la zona del Parque Nacional Los Venados.
Distintas organizaciones tomaron carta en el asunto y la FVSA
denuncio que la traza "provocaria un impacto muy importante
sobre la naturaleza de la zona".

De acuerdo a lo manifestado por el gobierno puntano, el trazado
responde a las necesidades productivas y de desarrollo de la
region. El proyecto,que significa una inversion de casi 50
millones de dolares, unira La Portada, un casco de estancia casi
abandonado, con el desolado paraje La Irene.

La APN presento una "alternativa" al trazado original, (muy
cuestionado), y aconsejo al gobierno de San Luis, realizar una
Evaluacion de Impacto Ambiental (EIA). Segun Vida Silvestre, el
estudio nunca existio, y la traza alternativa "provocara un
impacto muy importante sobre la naturaleza de la zona".

La medida tomo tal dimension, que los reclamos aumentaron: "Ha
llegado a Greenpeace la lamentable noticia de un proyecto de
construir dos rutas", dice en una carta que dirige a Rodriguez
Saa, Emiliano Ezcurra, Coordinador de la Campania de
Biodiversidad de Greenpeace Argentina, quien califica a la
situacion como "inaceptable". El dirigente ecologista reclama
que se cumplan los acuerdos firmados, que se actue "con
velocidad y buena fe".

A diferencia de otras ecorregiones, el Pastizal Pampeano no esta
protegido en algun parque nacional, y solamente un 0,3 % de su
superficie esta representada en reservas provinciales o
privadas. Segun denuncian ONGs, instituciones universitarias y
profesionales, en los ultimos tres anios unas 50.000 hectareas
perdieron sus condiciones naturales.

Por ahora, Parques Nacionales ha dicho que tiene los fondos y se
dispone a comprar lo que hace tiempo dijo que haria. Sin
embargo, se esta lejos de concretar el proyecto: "¿Final feliz?"
se pregunta Parera y contesta: "A medias, o mejor dicho, en un
30 %, en el mejor de los casos, porque esa es la proporcion que
parques compraria respecto del proyecto inicial (tan solo 10 de
las 30 mil has). ¿Y de las otras 100 mil? Parece que nadie
habla. De lo que pase en ellas dependera, en buena medida, que
esta iniciativa se convierta en el orgullo de los puntanos, o el
fracaso de los argentinos, porque todos sabemos que 10 mil
hectareas aisladas son
insuficientes".


DEFORESTACION EN ENTRE RIOS, ARGENTINA

La Fundacion Vida Silvestre Argentina (FVSA), se mostro
preocupada por la deforestacion en bosques y selvas en la
provincia de Entre Rios (Argentina). "Por distintas razones y,
en particular, por falta de ordenamiento y planificacion del uso
del territorio, se borra del mapa la angosta franja de selva que
conforman sauces y ceibos desde hace siglos en la costa de los
rios y arroyos entrerrianos", dice la organizacion en
referencia a una zona ubicada en la ribera de los rio
Gualeguachu y Uruguay, y del arroyo El Cura.

En esos ambientes se indica como fauna destacada ositos
lavadores, pavas de monte y hasta corzuelas. Detras del
desmonte, suele sobrevenir la perdida de los espacios publicos.
En no pocas oportunidades, pareciera que "el progreso" solo se
asocia con la "limpieza" de la franja costera o la construccion
de infraestructura, sin que se repare en los impactos
ambientales o en las medidas necesarias para mitigar los danios.
Todo proyecto de desarrollo que no contemple estos aspectos es
anacronico", dice la organizacion ambientalista.

Informaciones basadas en EcoDigital - www.ecodigital.com.ar


RECURSOS y DOCUMENTOS

Novedades de Biodiversidad en América Latina Nº 22 en la web
www.biodiversidadla.org, donde se destacan los documentos -
Riesgos sobre la salud de los alimentos modificados
genéticamente: una revisión bibliográfica, Boletín Nº 51 de la
RALLT; y Día Forestal Mundial. La situación actual de los
bosques en el mundo por José Santamarta.


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editor Gerardo Evia; editor asistente E.
Gudynas; asistencia Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion CS
Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social
Montevideo, Uruguay
www.ambiental.net/claes

#24 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mié, 21 de Mar, 2001 12:37 am
Asunto: Boletin No 24, marzo 2001
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No. 24 -  Marzo 20, 2001

CONTENIDO

      + URUGUAY: AVANCES EN PRODUCCION ECOLOGICA
      + CERRADO NO SOPORTA MONOCULTIVOS NI PASTOREO INTENSIVO
      + EXPORTACION CARNE ORGANICA DESDE URUGUAY
      + LIBERACION DE PESCA EN MATO GROSSO, BRASIL
      + ARGENTINA Y EL BIODIESEL
      + BRASIL: BARRERAS Y POLEMICAS SOBRE LA VACA LOCA
      + PARAGUAY: CONFLICTOS POR EL AGUA EN EL CHACO
      + TALLER INTEGRACION Y SUSTENTABILIDAD
      + TRANSGENICOS EN URUGUAY: MAS INFORMACIONES

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URUGUAY: PRODUCCION INTEGRADA

El Programa de Produccion Integrada de Uruguay abrio un nuevo
llamado a interesados en desarrollar cultivos horticolas en la
temporada 2001. El proyecto, del que participan Predeg-GTZ,
Instituto Nacional de Investigacion Agropecuaria, la Facultad de
Agronomia y la Junta Nacional de la Granja fijo las condiciones
para la ampliacion del programa, que ya cuenta con 170
integrantes. El nuevo llamado esta dirigido a productores
horticolas dispuestos a manejar todo el rumbo del predio bajo
normas de produccion integrada.

El objetivo del Programa de Produccion Integrada es mejorar la
colocacion de frutas y hortalizas en el mercado a traves de un
producto diferenciado por su calidad y tratamiento respetuoso
del medio ambiente. Se vienen produciendo manzanas, peras,
duraznos y uvas de mesa.

Segun la OILB (Organizacion Internacional para la Lucha
Biologica), "se conoce por Produccion Integrada al sistema de
produccion de alta calidad que minimiza el uso de agroquimicos y
pone enfasis en la proteccion de la salud humana y el medio
ambiente". Entre otros requerimientos, se incluyen la reduccion
del uso de agroquimicos al minimo posible, un adecuado manejo de
productos quimicos y correcta eliminacion del envase, revision y
calibracion regular de pulverizadores para un uso seguro y
eficiente, e identificacion del producto desde que es cosechado
hasta el momento del empaque y venta final en el mercado.
Tambien se pide preclasificacion de productos a campo y adecuado
manejo del producto en cosecha y postcosecha, manejo de camaras,
galpones de conservacion y control de residuos, y certificacion
y etiquetado de los productos.



CERRADO NÃO SUPORTA MONOCULTURAS E PASTAGENS EXTENSIVAS

Definitivamente o Cerrado brasileiro não possui vocacão para
monoculturas e cultivo de pastagens tradicionais. O alerta e da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria (Embrapa Cerrado)
que aponta as duas atividades como principais causadoras da
degradacão do segundo bioma mais rico em biodiversidade do país.
Informacões divulgadas esta semana pela Embrapa Cerrado afirmam
que 40 por cento do bioma ja e ocupado pela agricultura,
pecuaria e areas urbanas. Para o pesquisador Edson Sano, avancar
com a fronteira agrícola e pecuaria no Cerrado e um grande erro.
"Atualmente não recomendamos mais culturas extensivas e
monoculturas porque sabemos que esse tipo de pratica traz
problemas ambientais graves. A vegetacão fica muito suscetível a
doencas e pragas e ha um desgaste muito grande da fertilidade do
solo", alerta Sano. Em Mato Grosso do Sul, ate mesmo a Embrapa
Gado de Corte reconhece as desvantagens que o Cerrado oferece
para a monocultura e cultivo de pastagens. Para o pesquisador
Osny Correa de Souza, "o Cerrado ja tem baixa fertilidade
natural. Colocando uma monocultura, uma pastagem onde os
recursos naturais não são proprios sem manejo adequado, o nível
de producão vai diminuir cada vez mais", diz. Entre as solucões
apontadas pela Embrapa esta a exploracão comercial de frutos
nativos, plantas medicinais e o sistema de plantio direto, ou
seja, aquele que não utiliza maquinas pesadas na terra. O cafe e
uma excecão dentro da monocultura, segundo Edson Sano. "Hoje,
sabemos que esta e a região mais favoravel para seu cultivo",
diz. Os resultados são um sabor melhor e menos toxinas. Ate o
momento não se sabe com precisão quanto do Cerrado foi destruído
ou esta comprometido, mas um levantamento realizado pela Embrapa
estima que 80 por cento das pastagens do Cerrado brasileiro
estão degradadas.  Fonte: Ecologia em Notícias  - Rede Vida


PRIMERA EXPORTACION DE CARNE ECOLOGICA DESDE URUGUAY

Un primer contenedor con 20 toneladas de carne bovina
certificada como "ecologica" fue exportado desde Uruguay a
Inglaterra, y proximamente cargamentos similares seran
despachados hacia Italia, Holanda y Estados Unidos, poniendo asi
en marcha un operativo piloto del frigorifico cooperativo PUL,
que cuenta con el respaldo del Instituto Nacional de
Investigacion Agropecuaria.

La certificacion se logro en apenas 6 meses, cuando la
tramitacion normal  implica, al menos, dos anios de tramites.
Treinta productores fueron inspeccionados por una certificadora
holandesa.


EXPLORAN EL POTENCIAL DE ARROZ ECOLOGICO

La produccion de arroz ecologico, sin tratamiento de
agroquimicos, permite mantener rendimientos interesantes con una
reduccion de los costos, dijo Juan Collado asesor tecnico del
productor Trajano Silva que impulsa esta iniciativa en el
departamento de Cerro Largo, Uruguay. Se esta realizando una
experiencia en una chacra de 20 has, sobre campos nuevos, para
evitar las malezas, aunque se analiza la posibilidad de aplicar
herbicidas y detectar cual es el producto adecuado para
validarle dentro de este sistema productivo. No se emplean
fertilizantes, ni herbicidas, ni fungicidas.

Se trata del segundo anio de aplicacion de la iniciativa. El
anio pasado se alcanzaron rindes de 130 bolsas (6.500 kilos) por
hectarea lo que marca un resultado de alrededor de 40 bolsas
menos que los predios vecinos con tratamiento convencional. La
empresa busca colocar la produccion por separado del resto de la
oferta arrocera. El objetivo es identificar el producto como
"ecologico".


PESCA PROFISSIONAL E LIBERADA EM MATO GROSSO, BRASIL

Muito embora a pesca profissional tenha sido liberada em Mato
Grosso no último 1º de marco 2001 pela  Fundacão Estadual do
Meio Ambiente (Fema), a situacão não e de ânimo para os
pescadores. O fechamento das comportas da Usina de Manso e a
falta de chuvas na região vem diminuindo a vazão do rio Cuiaba,
o que prejudica diretamente o estoque pesqueiro. "Furnas havia
anunciado que a vazão das aguas do rio Cuiaba iria se
normalizar, mas o rio esta mais baixo do que no ano passado",
adverte o presidente da Federacão dos Pescadores, Lindemberg
Gomes. Lindemberg acredita que a venda de peixes no mercado do
Porto, em Cuiaba, se concentrara nos que vem de outras regiões
do estado, o que elevara o preco do pescado, mais do que o
normal realizado no período de quaresma.

Entretanto, o problema da reducão do estoque pesqueiro recai em
outros fatores. A pesca predatoria, principalmente no período de
defeso, e um deles. Alguns pescadores, aliciados por
atravessadores se arriscam, prejudicando a reproducão dos peixes
e desgastando a imagem dos profissionais que respeitam lei.
Outro fator e a poluicão dos rios, provocada pela urbanizacão
cada vez mais intensa nos municípios e o modelo agropecuario no
estado e a ausencia de projetos serios de preservacão dos rios.

Buscando a sobrevivencia profissional dos pescadores, a
Federacão criou um projeto e esta em negociacão com o governo
estadual e de alguns municípios de criar um assentamento voltado
para o pescador profissional. Por esse projeto, a atividade
principal do assentamento seria a psicultura, que incluiria um
componente ambiental de ajudar a repovoar o rio Cuiaba. "O
governo do estado esta estudando a possibilidade de fechar a
pesca durante dois anos, visando repovoar os rios de Mato
Grosso. Os pescadores precisam ter condicões de sobrevivencia",
explica Lindemberg. Fonte Rede Vida.


BARRERAS NO ARANCELARIAS Y DISCREPANCIAS CIENTIFICAS EN TORNO A
LA VACA LOCA

Durante febrero se vivio una fuerte polemica por la suspension
de Canada, de las importaciones de carne desde Brasil por temor
a la expansion de la encefalopatia espongiforme bovina, dada la
deteccion de "scrappie" en ovinos brasileros. La medida
canadiense fue seguida rapidamente por EE UU y Mexico. Este tema
que lateralmente esta vinculado con condiciones ambientales de
produccion puede ser un ejemplo del escenario futuro de
confrontaciones comerciales, sustentadas en argumentaciones
ambientales y sanitarias.

Paradojalmente, Canada y Estados Unidos, principales
exportadores mundiales de productos transgenicos, pretenden
imponer condicionalidades a Brasil basadas en consideraciones de
riesgo sanitario.

El ministro brasilenio de Agricultura, Marcus Vinicius Pratini
de Moraes, critico fuertemente la posicion de esos paises. Por
su parte, el canciller de Brasil, C. Laffer presento
cuestionamientos aunque mas moderados, mientras paralelamente
busco el apoyo de los socios del Mercosur. No escapa el hecho
que la medida de Canada pudiera estar vinculada al diferendo de
ese pais con Brasil por la industria aeronautica. El cierre de
estos mercados a los productos de origen bovino de Brasil
causara "perdidas incalculables" para el pais, informo el
ministro interino de Agricultura, Marcio Fortes de Almeida.

Los ganaderos brasilenios protestaron airadamente contra lo que
consideraron un "boicot politico" de Canada y Estados Unidos a
la
importacion de carne vacuna brasilenia ante el temor al mal de
la vaca loca. "Es una barrera politica sin sentido. La
enfermedad esta en Europa. Este obstaculo estrangula el mayor
segmento productivo brasilenio y
generara consecuencias imprevisibles para el pais", advirtio el
presidente de la Union Democratica Ruralista, Almir Guedes
Soriano.

El conflicto poco a poco fue desactivado. Una delegacion de
tecnicos del NAFTA visito Brasil, y finalmente se levantaron las
restricciones.


EL BIODIESEL EN ARGENTINA

Mauro Knudsen, un joven (22 anios) de la localidad de Tres
Arroyos, lanzo un proyecto para instalar una planta de
biodiesel, un combustible, elaborado a partir del aceite de
girasol, cuyo costo es la mitad del gas oil derivado del
petroleo.

Las organizaciones agropecuarias de Argentina pidieron que se
mantuviera la actual exencion del Impuesto a la Transferencia de
Combustibles (ITC, que grava al gasoil con 12 centavos por
litro) para el biodiesel.

En rigor, el biodiesel ya esta en el mercado. Se produce en
pequenia escala y se esta usando a modo de promocion. El
combustible es provisto por Nameco, una firma que presento este
producto (al que denomino
"Ecodiesel") en la ExpoChacra en 1998. Es el que esta utilizando
Mauro Knudsen, quien recibio un subsidio de 10.000 pesos por
parte
del ministro de Asuntos Agrarios bonaerense, Haroldo Lebed, para
que compre el combustible.

El precio, segun cantidades, oscila entre 0,60 y 0,90 dolares.
Muy lejos de la idea de que cuesta la mitad que el gasoil. Aun
en condiciones de
gran escala, con procesos continuos, se llega a costos de
produccion comparables. En ningun lugar del mundo el biodiesel
es mas barato que el
gasoil. Es altamente dependiente del precio del aceite.
Utilizando aceite de soja, que ahora esta en los 300 dolares la
tonelada, se puede llegar a
un costo de 32-33 centavos, a lo que hay que sumar el margen
industrial y el costo de distribucion. Asi se llega a un precio
muy cercano al del
gasoil, lo que seria muy interesante en virtud de sus ventajas
tecnologicas y, sobre todo, ambientales.


PARAGUAY: YACARES VS. VACAS CONFLICTOS POR EL AGUA EN EL CHACO

Segun el diario ABC Color de Asuncion, un productor propietario
de una estancia de 3000 has. en la zona de Avalos Sanchez, en el
departamento de Presidente Hayes, tiene problemas de agua para
abrevar su ganado por cambios en los caudales del Rio Pilcomayo
que tiempo atras "regaba generosamente el chaco Paraguayo". Al
igual que algunos de sus vecinos se vieron sorprendidos por la
afluencia de gran cantidad de yacares a sus reservas de agua
(tajamares), los cuales son fundamentales  para proveer de agua
al ganado, sobre todo considerando las condiciones de sequia
imperantes.

En el caso del productor a que hace referencia la nota, el cauce
del Montelindo atravieza su propiedad y en una de sus remansadas
donde aun queda algo de agua se encuentran alrededor de 500 de
esos reptiles. El productor alega que por la evapotraspiracion y
la presencia de los yacares el agua comienza rapidamente a
descomponerse y el ganado evita acercarse a la aguada por la
agresividad de los reptiles.

El productor alega que la unica forma de salvar la aguada y por
tanto su ganado tendria que sacrificar los reptiles, cosa que no
desea hacer, pero la otra alternativa seria abrir pozos con
enormes costos para lo cual necesitaria de recursos de los que
no dispone.

El productor se pregunta "¿donde estan las organizaciones de
defensa del ambiente? Aclarando que no es alternativa que envien
cisternas con agua o que concurran a rescatar yacares, sino que
hay un punto que para el es incuestionable: "la perdida del Rio
Pilcomayo genera un severo impacto negativo sobre el Chaco
Paraguayo" y agrega que " aunque la mayoria de las ONGs no estan
trabajando en la region, por una cuestion basica de coherencia
el danio deberia ser motivo de peocupacion".

Ademas el productor sostiene que desde el momento en que el
ecosistema de casi la mitad del territorio chaquenio se
encuentra en peligro y asi como surgieron organizaciones en
defensa de preservar el Parque Nacional defensores del Chaco,
tambien debe ser motivo de preocupacion el riesgo de
desertizacion del valle de inundacion del rio Pilcomayo.

El tema de fondo planteado se refiere a que en muchos casos, no
solo en Paraguay, muchas veces se deja en manos de los ganaderos
la resolucion de los problemas ambientales, sin considerar las
condicionalidades a que ellos mismos estan sometidos.

La nota termina expresando que "Gosling -asi se llama el
productor-no matara los 500 yacares que estan en su remansada.
No lo hara porque pretende que sus hijos sigan disfrutando de la
naturaleza, como el lo hizo cuando pequenio, aunque olvida un
pequenio detalle, cuando el era un ninio el Pilcomayo regaba
generosamente el suelo chaquenio, gracias a lo cual conocio un
paraiso que hoy se encuentra a punto de perderse".


TALLER SOBRE INTEGRACION Y SUSTENTABILIDAD

Como parte de las actividades de la iniciativa Sur Sostenible de
CLAES, anunciamos el Seminario Taller: INTEGRACION y DESARROLLO
SOSTENIBLE - Opciones y Alternativas de Uruguay frente a la region y el
mundo. El encuentro tendra lugar en Montevideo, del 23 al 25 de
Marzo 2001.
Convocan Centro Latino Americano de Ecología Social - CLAES; Red
Uruguaya de ONGs Ambientalistas; Cooperativas Agrarias Federadas
- CAF;
Comision Nacional de Fomento Rural - CNF; Centro Estudios
Uruguayo Tecnologías Apropiadas - CEUTA; Centro Estudios
Analisis y Documentacion del Uruguay - CEADU; Instituto de
Formacion en Ciencias Ambientales - IFCA; Asociacion Nacional de
Mujeres Rurales - ANMRU; y la Federacion Rural de Jovenes.

La reunion incluye Talleres, Discusiones en Grupo y Panelistas,
entre los
que se destacan:
Uruguay y el nuevo escenario de la Integracion, por Ec. Jose M.
Quijano.
Estructura y funcionamiento del MERCOSUR, Lic. M Olarreaga y
Lic. V Pereyra Bonnet, Secretaría Administrativa del Mercosur.
Introduccion historica a la integracion regional, por Alberto
Hein, CLAES.
Perspectivas agropecuarias en el Cono Sur, por Gerardo Evia,
CLAES.
Políticas de energía en el Cono Sur, por Gerardo Honty, CEUTA.
Situacion ambiental y sustentabilidad regional, por E. Gudynas,
CLAES.
Calidad y consumo, por Hector Villaverde, CEADU.
Sociedad civil y políticas sociales, por Nelson Villarreal,
CLAES.
Marco Jurídico de la gestion ambiental en la region, por M.
Cousillas, IFCA.

La participacion es libre pero es INDISPENSABLE la inscripcion
en CLAES, Canelones 1164, Montevideo; telef. 9022362 y 63 (de tarde).
Por e mail: claes@...
Mas informaciones sobre la iniciativa Sur
Sostenible en la web: www.ambiental.net/sustentable2025


DIEZ ANIOS DEL MERCOSUR

El lunes 26 de Marzo, en ocasion del decimo aniversario de la
firma del Tratado de Asuncion, que dio origen al Mercosur,
tendra lugar una Mesa Redonda de Balance Ciudadano.
Convocada por CLAES, contara con la presencia de representantes
de organizaciones de Uruguay y Argentina, destacandose la
participacion de Pablo Bergel, CTA de Argentina. Las
organizaciones entragaran una carta con sus posturas ante
la Secretaria Administrativa del Mercosur para que sea
elevada a los gobiernos.


NOTA DE REDACCION: TRANSGENICOS EN URUGUAY-FE DE ERRATAS

Carlos Vicente nos envio una observacion acertada sobre la nota
publicada en la edicion pasada, en la que el presidente de la
Asociacion de Cultivadores de Arroz de Uruguay hacia referencia
a la oposicion al arroz transgenico. Efectivamente como Carlos
nos lo hizo notar, donde decia "en Uruguay no hay una norma que
permita la entrada de arroz transgenico, debio decir ... "no hay
una norma que impida la entrada..."

En nuestro descargo debemos decir que las declaraciones fueron
tomadas en una nota de prensa de un periodico local, en la que
tambien aparecia el mismo error, de donde no sabemos si el mismo
fue del propio entrevistado o del periodista. En todo caso
nosotros tampoco lo notamos y si lo hizo Carlos a quien
agradecemos la atenta observacion.

Cabe aclarar que en realidad, si bien en Uruguay no existe una
normativa que prohiba "a priori" el ingreso de materiales
transgenicos por ser tales, si existen normas vigentes que
preveen la aprobacion previa y preceptiva por parte de las
autoridades correspondientes, del ingreso y utilizacion de
materiales transgenicos. Dicha autorizacion requiere la
realizacion de un analisis de riesgo por parte de una Comision
Asesora especializada integrada por representantes de los
Ministerios de Agricultura, Medio Ambiente, Salud Publica,
Instituto Nacional de Investigacion Agropecuaria e Instituto
Nacional de Semillas.

En caso que se pretenda liberar un evento al uso comercial,
ademas se requiere previo al dictado de una resolucion por las
autoridades competentes, la vista publica de toda la informacion
pertinente y la realizacion de una audiencia publica en la que
cualquier interesado puede realizar las apreciaciones que
considere pertinentes. Por lo tanto, si bien no estan todos
prohibidos, tampoco son de libre ingreso para cualquier uso y si
estan sujetos a una regulacion especifica.


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editor Gerardo Evia; editor asistente E.
Gudynas; asistencia Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion CS
Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Numeros anteriores estan disponibles en
www.egroups.com/list/agromsur/

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Montevideo, Uruguay
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#23 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mar, 20 de Feb, 2001 11:25 am
Asunto: Boletin No 23, Febrero 2001
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 23 - Febrero 19, 2001
 
CONTENIDO
   + BRASIL: AUMENTO UN 690% LA PRODUCCION ORGANICA
   + CRISIS DE  LA MERLUZA EN ARGENTINA
   + URUGUAY: CENSO AGROPECUARIO 2000
   + PROGRAMA DE DISPOSICION DE AGROQUIMICOS
   + ARGENTINA: PLANTACIONES AFECTADAS POR HERBICIDA
   + BRASIL: DECLARACION OFICIAL SOBRE ESTATUS DE EEB
   + ARGENTINA: ESTRATEGIA CONTRA SUBSIDIOS
   + URUGUAY: ARROCEROS CONTRA ARROZ TRANSGENICO
   + ZONIFICACION AMBIENTAL EN AGROVERDE
   + CURSOS y SEMINARIOS
   + TALLER SUSTENTABILIDAD EN EL CONO SUR
 
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PRODUCCION ORGANICA AUMENTO UN 60% EN BRASIL
 
A producao de alimentos organicos (sem uso de agrotoxicos) tera
um crescimento de 60% na safra 2000/2001. A demanda aumenta
cerca de 25% ao ano e vem avancando desde a safra 96/97. Esse
crescimento esta levando os agricultores a procurar novas
alternativas para a comercializacão de seus produtos. Em
Curitiba foi aberta mais uma feira especializada na venda desses
produtos diretamente ao consumidor. Funciona no Jardim Botanico,
aos sabados pela manha. Ja sao tres feiras especializadas na
cidade.
 
A producao de organicos esta sendo orientada pelo Conselho
Estadual de Agricultura Organica, criado pela Secretaria da
Agricultura e do Abastecimento em 1999, para orientar as acões
de acordo com as normas internacionais de reconhecimento dos
produtos organicos.
  
O Parana se destaca como o primeiro Estado produtor de organicos
do Pais. Alem de hortalicas, cresce a producão de lavouras de
soja, milho, trigo, cafe, mandioca, acucar mascavo, feijão e
frutas produzidas organicamente. "Toda a producão organica do
Parana e certificada ou esta em processo de certificacão", disse
o engenheiro agrônomo Mauricio Tadeu Lunardon, do Departamento
de Economia Rural da Secretaria da Agricultura (Deral).
 
Na safra 99/00, foram produzidas 49.728 toneladas de produtos
organicos, sendo que 2.310 produtores no Estado estão
incorporados ou em fase de conversão para esse sistema de
producão. Naquele ano, a producão de organicos foi de 4.365
toneladas. Na safra seguinte (97/98) foi para 18.980 toneladas e
na safra 98/99 pulou para 26.640 toneladas. Entre a safra 98/99
e 99/2000 o crescimento na producão de organicos alcancou quase
100%, conforme levantamento feito pela Emater-PR.
"A maior dificuldade para os produtores aderirem a producão de
organicos e a falta de financiamentos especificos", disse
Lunardon. "O processo de conversão exige uso intensivo de mão-
de-obra para capina do terreno e para o preparo de compostagens
e adubo organico."
 
O periodo de conversão para a producão organica demora
aproximadamente tres anos, ate o produtor receber o certificado
do Instituto Biodinamico ou outra entidade de reconhecimento
internacional. "Nesse periodo, o produtor tem aumento nos custos
mas ainda não pode comercializar a producão como organica, dai a
sua dificuldade", informou o engenheiro do Deral.
 
Depois de obtido o certificado, o produtor consegue valorizacão
media de 20% a 30% em relacão ao produto convencional. Alem das
feiras especializadas, os agricultores estão vendendo em lojas
exclusivas de produtos organicos, mercados, cestas domiciliares
e entregas em condominios. A producão de grãos esta sendo
direcionada para a exportacão.
 
 
CRISIS DE LA PESCA DE MERLUZA EN ARGENTINA
 
El Instituto Nacional de Desarrollo Pesquero de Argentina debio elevar el cupo
de pesca de merluza de 110 mil toneladas a 180 mil ton, para contener la
crisis
de perdidas de puesto de trabajo en el sector pesquero. La merluza viene
sufriendo un serio problema de reduccion de sus poblaciones, y se la estima
proxima al status de en peligro de extincion. Los limites impuesto segun
criterios biologicos no se han respetado; en 1996 el limite era de 350 mil ton
pero se estima que se pescaron mas de un millon. El ritmo de pesca aumento
drasticamente desde 1994 debido a acuerdos firmados por Argentina con la Union
Europea que desembocaron en la presencia de grandes barcos refrigerados
operando en el Atlántico sur.
 
 
URUGUAY: DATOS DEL CENSO AGROPECUARIO
 
Se acaban de difundir en Uruguay las primeras cifras y
resultados del censo de explotaciones agropecuarias realizado a
fines del anio 2000. A continuacion presentamos algunos de estos
datos que resultan de interes para observar las tendencias en el
sector agropecuario y sus vinculaciones con el desarrollo
sostenible.

Una novedad es el aumento de las explotaciones rurales
registradas en la ultima decada, esencialmente debido al aumento
de explotaciones menores a las 4 has (1.921 explotaciones
nuevas). Sin embargo debe tenerse en cuenta que este indicador
no necesariamente refleja un cambio en la tendencia de exodo
rural que se venia dando en las ultimas decadas, puesto que en
realidad obedeceria a un mayor esfuerzo y eficacia censal;
efectivamente en esta oportunidad la tarea censal fue realizada
a "destajo" por particulares a los que se les pagaba por unidad
censada, los cuales fueron evidentemente mas eficaces que los
funcionarios publicos en realizar la tarea. De hecho la
superficie total censada fue mayor que en censos anteriores.
 
Desde el punto de vista estructural tan o mas importante que el
aumento de las superficies de menor tamanio, es el aumento de la
cantidad de explotaciones que trabajan predios mayores a las
10.000 has. (56 empresas vs. 24 en 1990.
 
Hay 3.476 explotaciones de las 57.115 registradas que han
declarado no percibir ingresos provenientes de la produccion
agropecuaria. De ellas casi la mitad son explotaciones que
trabajan menos de 4 has. Si se amplia el rango a las
explotaciones de 20 has, estan comprendidas practicamente todas
las explotaciones agropecuarias que declaran no haber percibido
ingresos derivados del giro en el curso del ultimo ejercicio
agropecuario. En el area rural, el ingreso proveniente de la
explotacion agropecuaria solo explica el 50% de los ingresos de
los hogares.
 
En el agro y las poblaciones menores habitan 150.000 personas
que vivian en 33.600 hogares con ingresos por debajo de la linea
de pobreza y 39.100 que habitan 7.900 hogares cuyas condiciones
de vida se considerarian indigentes.
 
Estos indicadores claramente evidencia la falta de
sustentabilidad social y cultural del modelo actual de politica
agropecuaria. 
 
La produccion agropecuaria uruguaya tiende a producir mas carne
vacuna en extensiones mayores. Casi el 56% de los
establecimiento agropecuarios, 31.849 empresas, que explotan el
82% del area agropecuaria util (13.1 millones de hectareas)
declaran que la ganaderia de carne extensiva constituye su
principal fuente de ingresos. Hace diez anios, los
establecimientos que reportaban el ingreso principal originado
en la carne bovina eran menos de la mitad. En contrapartida, las
empresas cuyos ingresos principales se originan en la
explotacion ovina se han reducido en un 70% durante la ultima
decada. Desde el punto de vista ambiental tales dramaticos
cambios en las dotaciones relativas de ambas especies,
evidentemente tienen consecuencias sobre el medio, algunas de
las cuales ya se comienzan a evidenciar, como el aumento del
enmalezamiento de los campos.
 
La foto censal registra el impacto forestal. Actualmente hay mas
de 1.000 explotaciones que trabajan 635.313 hectareas y cuyos
ingresos principales provienen de la forestacion. Este sea
quizas el mayor impacto o cambio sufrido por los ecosistemas
uruguayos en las ultimas decadas y cuyas consecuencias
ambientales aun estan por dilucidarse completamente, aunque
algunas evidentes como la fragmentacion de habitatas naturales y
la alteracion de paisajes ya son evidentes.
 
Luego de cuarenta anios de ensayos de toda naturaleza, y mas
alla de los matices, el pais ha reafirmado su  integracion a la
division internacional del trabajo como productor de commodities
y materia prima industrial.
 
Si alguna duda quedaba los datos son una formidable
contundencia. Uruguay vuelve hacia la monoproduccion
especializada de carne bovina y ahora, casi por defecto y
consecuencia de una fuerte estimulacion economica, el pais se
inclina a la produccion de madera. El desarrollo de los grandes
vectores de la modernizacion agropecuaria de los 80 y los 90, la
lecheria, el arroz, la produccion agricola integrada de altos
rendimientos han perdido dinamismo. Sectores como el
vitivinicola han utilizado las oportunidades adecuadamente pero
aun representan areas muy marginales en la creacion del valor
agregado de produccion sectorial.
 
 
PROGRAMA DE DISPOSICION DE ENVASES DE AGROQUIMICOS
 
Continua em andamento o programa de coleta de embalagens vazias
triplice lavadas de agrotoxicos nas regioes de producao de fumo
do Rio Grande do Sul. A operacao iniciu em outubro do ano
passado, em Santa Cruz do Sul, e ja atinge varios municipios dos
vales dos rios Pardo e Taquari. O processo, segundo a Afubra,
continuara ate atingir todos os fumicultores gauchos.

A coleta das embalagens e executada pelo Consorcio
Intermunicipal de Recebimento de Embalagens Vazias de
Agrotoxicos (Cinbalagens) de Passo Fundo, com apoio da Afubra e
do Sindicato Estadual da Industria do Fumo.
De acordo com o coordenador do programa, Marcio Luis da Silva, o
processo de recebimento das embalagens consiste no deslocamento
de um caminhao ate pontos previamente divulgados em cada
localidade. Ali, elas sao recolhidas. No momento da entrega, os
agricutores sao identificados e cadastrados, recebendo um
certificado emitido pelo Cinbalagens, comprovando sua
contribucao a reducao do risco de contaminacao e a preservacao
do meio ambiente.
 
Um fator determinante do processo e a separacao das embalagens.
"Somente as que estiverem triplice lavadas serao recolhidas",
salienta o executivo. Para tanto, o fumicultor debe
necesariamente lavar tres vezes cada embalagem imediatamente
apos o esvaziamento, colocando agua ate cerca de 25% de seu
volume e agitando por 30 segundos de cada vez. A agua resultante
deve ser colocada no tanque pulverizador e a embalagem debe ser
furada no fundo para nao ser reutilizada. Quem executa o
processo da triplice lavagem debe utilizar o equipamento de
protecao individual. As entidades que apoiam o programa veem
orientando os fumicultores a realizarem a triplice lavagem
conforme a norma brasileira. As embalagens que nao passarem pelo
processo de descontaminacao nao poderao ser recolhidas (o
Cinbalagens nao aceita o recebimento sob nenhuma hipotese),
devendo permanecer guardadas na propriedade, em local seguro,
ate que haja um destino adequado e seguro para seu descarte.
 
 
ARGENTINA: PLANTACIONES DE ALGODON AFECTADAS POR HERBICIDA
 
La siembra de algodon en la Argentina concluyo en diciembre sin
llegar a las 500 a 550 mil hectareas estimadas. Fuentes privadas
calculan 460.000/470.000 hectareas sembradas deducidas ya unas
10.000 hectareas perdidas por efecto del herbicida 2.4-D
sumamente volatil que se utiliza en la siembra de soja y que
afecto plantaciones de algodon.
 
 
DOCUMENTO: DECLARACION OFICIAL DE BRASIL SOBRE LA EEB
 
Ministerio da Agricultura e do Abastecimento, Secretaria de
Defesa Agropecuaria, Nota Tecnica. Data: 01/02/01
Assunto: Avaliacao do risco de encefalopatia espongiforme bovina
(BSE) no Brasil.
 
Durante a ultima decada, a epidemia de BSE registrada no Reino
Unido e, subseqüentemente, em outros paises europeus, causou
enormes prejuizos ao setor pecuario, principalmente mediante a
acentuada reducao do consumo de carne bovina naquele Continente.

O sistema de producao de leite e de carne bovina utilizado no
Brasil e baseado, quase que exclusivamente, na criacao e engorda
de animais a pasto. A suplementacao alimentar, quando ocorre,
utiliza fontes de proteina de origem vegetal, tornando o pais
extremamente refratario ao surgimento e a manutencao da BSE em
seu territorio.
 
Nao obstante, desde o aparecimento da doenca no Reino Unido, as
autoridades sanitarias brasileiras preocuparam-se em evitar a
sua introducao no pais, visando preservar o patrimonio pecuario
brasileiro. Tal preocupacao expressou-se na forma de medidas
sanitarias que abordaram, entre outros, a proibicao da
importacao de animais e seus produtos originarios de paises onde
a doenca havia sido registrada, o seguimento dos animais
importados de tais origens e a aplicacao de restricoes a
formulacao de alimentos destinados aos ruminantes.
 
1. Sistema de criacao e de alimentacao de bovinos no Brasil
 
O rebanho brasileiro e composto por 153.058.275 bovinos, 834.922
bubalinos, 13.954.555 ovinos e 6.590.646 caprinos. A densidade
de ruminantes por area utilizavel para pastagem situa-se em 0,49
animais/ha. Pelas densidades supracitadas e considerando as
condicoes territoriais e climaticas brasileiras, cerca de 99% do
efetivo bovino nacional e criado em regime extensivo, a pasto,
nao se utilizando suplementos alimentares.
 
Os rebanhos de corte industriais incluem 20.234.485 bovinos, dos
quais 1.555.000 sao criados em sistemas intensivos de producao.
Em 1999, foram produzidos aproximadamente 19 bilhoes de litros
de leite no Brasil. A producao variou entre 14.5 e 19 bilhoes de
litros entre 1990 e 1999. O rebanho de vacas leiteiras no Brasil
e estimado em 13.722.613 cabecas e a media de producao desses
animais e de 4,9 litros/vaca/dia, em 270 dias de lactacao.
Estima-se que existam cerca de 500.000 vacas com alta producao
de leite, nas bacias leiteiras do pais. Estes animais, alem do
pasto, recebem suplementacao alimentar vegetal e mineralizacao.
 
As materias primas mais utilizadas na suplementacao alimentar de
ruminantes sao as de origem vegetal(principalmente farelo de
soja, milho, trigo arroz, sorgo, bagaco de cana-de-acucar,
residuos de colheitas, silagens diversas, entre outras), muitas
vezes associadas a ureia e acompanhados de suplementacao
mineral. O custo de producao e mais baixo quando se usa a
proteina vegetal, devido ao baixo preco das proteinas de origem
vegetal em relacao as de origem animal, a melhor qualidade
sanitaria e a maior conversao alimentar.

Portanto, mesmo antes de 1996, quando da publicacao da Portaria
Ministerial n.º 365, de 03 de julho de 1996 (que proibiu o uso
na alimentacao de ruminantes de proteina in natura e de farinhas
de carne e ossos provenientes de ruminantes), revogada
posteriormente pela Portaria Ministerial n.º 290, de 16 de julho
de 1997 (que manteve as restricoes estabelecidas pela Portaria
n.º 365, a excecao das proteinas lacteas e farinhas de ossos
obtidas por calcinacao), a utilizacao de proteinas na
alimentacao de ruminantes era feita apenas usando materia prima
vegetal.
 
2. Sistema de producao de farinha da carne e ossos para nao
ruminantes
 
Os subprodutos de origem animal (farinha de carne, farinha de
carne e ossos e farinha de sangue) utilizados nas formulacoes de
racoes para caes, gatos, aves, suinos, peixes e outros
organismos aquaticos, sao obtidos atraves de um processo em
lotes (nao continuo) que usa temperaturas de 140 graus Celsius,
por um periodo de 3 a 4 horas.

As farinhas de carne e ossos sao embaladas e rotuladas no
proprio estabelecimento industrial, encontrando-se vedada a
embalagem em outro local. O processo de fabricacao e acompanhado
por profissional habilitado do Ministerio da Agricultura e do
Abastecimento ao longo de toda a linha de producao.
 
Para que possa ser comercializado, o produto necessita estar
provido de rotulo devidamente aprovado Ministerio da Agricultura
e do Abastecimento. Nao obstante, sao observadas pelas
industrias as normas de boas praticas de fabricacao (BPF) e
exercida a fiscalizacao da producao pelo Ministerio da
Agricultura e do Abastecimento.

3. Sistema de vigilancia epidemiologica e prevencao da entrada
de animais infectados com o agente da BSE
 
A defesa sanitaria animal no Brasil conta com um sistema de
vigilancia que abrange todo o territorio nacional, sendo
alimentado por uma grande variedade de fontes de informacao,
oficiais e privadas. Esta composto por uma rede de 2.229
unidades locais de atencao veterinaria que capta, recebe e
processa as informacoes para, em seguida, analisa-las e utiliza-
las, bem como envia-las aos demais niveis hierarquicos. Compoem
tambem esta rede de informacao 284 unidades regionais,
distribuidas no interior dos estados, que agrupam as unidades
locais mencionadas inicialmente, 27 unidades centrais estaduais
e uma unidade de vigilancia sanitaria nacional representada pelo
Departamento de Defesa Animal - DDA/SDA/MA, em Brasilia. Sao
10.864 profissionais de nivel superior e tecnico treinados para
a execucao das atividades de defesa sanitaria animal.
 
Destacam-se algumas das atividades desenvolvidas pelo sistema de
vigilancia epidemiologica para doencas exoticas:
 
Analise de risco nas importacoes de animais, material de
multiplicacao animal e produtos de origem animal
Notificacao, atendimento e investigacao de episodios de doencas
exoticas
Campanhas educativas
Vigilancia de animais no campo
Vigilancia em plantas frigorificas e matadouros
Vigilancia em pontos de concentracao de animais
Vigilancia dos animais em transito
Diagnostico laboratorial (5 unidades para diagnostico de BSE)

Em 09/12/97, atraves da Portaria Ministerial n.º 516, o Brasil
declarou-se livre de encefalopatia espongiforme bovina, de
acordo com o que estabelece o Codigo Zoosanitario Internacional
e incluiu esta doenca, assim como a paraplexia enzootica dos
ovinos, na relacao de doencas passiveis de aplicacao de medidas
de defesa sanitaria animal, tornando as mesmas de notificacao
obrigatoria. Assim sendo, a BSE e a paraplexia enzootica dos
ovinos foram incluidas no sistema de vigilancia da raiva animal,
estabelecido desde 1976.
 
Quando da suspeita de raiva, uma vez coletado o encefalo, este e
encaminhado a um dos laboratorios da rede de diagnostico de
raiva. Apos exame para a raiva, o material que resulta negativo
e encaminhado a um dos laboratorios de patologia autorizados
pelo Ministerio da Agricultura e do Abastecimento para a
realizacao de diagnosticos diferenciais para a raiva, incluindo
a BSE. E importante salientar que, no Brasil, dada a ampla
disseminacao da raiva transmitida por morcegos hematofagos
(Desmodus rotundus), e raro o nao encaminhamento de material a
rede de laboratorios de raiva, quando da observancia de
sintomatologia nervosa em animais de producao. Ate o presente
nao foram encontrados casos positivos
de BSE no Brasil, apos a analise histopatologica de 2.904
bovinos com sintomatologia nervosa, no periodo de janeiro de
1990 a outubro de 2000.
 
Desde 1990 foram suspensas as importacoes de bovinos, caprinos e
ruminantes silvestres do Reino Unido. As importacoes de ovinos
do Reino Unido encontram-se igualmente proibidas desde 1985.

No periodo de 1980 a 1990 foi autorizada a importacao de 280
bovinos do Reino Unido, mas efetivamente foram importados 258,
sendo 79 no periodo de 1980 a 1988, 119 em 1989 e 60 em 1990. Em
janeiro de, medicos veterinarios brasileiros estiveram no Reino
Unido e constataram que em nenhum dos rebanhos, dos quais foram
exportados animais para o Brasil, havia casos de BSE.
 
Os bovinos importados do Reino Unido no periodo de 1980 a 1988
pertenciam as racas South Devon, Normando e Galloway.
 
Os bovinos importados do Reino Unido, em 1989 e 1990, eram das
racas Jersey e Charoles, possuiam elevado valor genetico e
destinavam-se a reproducao. Suas idades na epoca da importacao
encontravam-se assim distribuidas: 82 bovinos de 1 a 2 anos, 44
bovinos de 3 a 4 anos, 52 bovinos de 5 a 6 anos e 1 bovino com
idade superior a 7 anos.

Nao houve nenhuma sintomatologia compativel com BSE entre os
animais importados. Considerando que as importacoes ocorreram
entre 10 e 21 anos atras (tempo consideravelmente mais longo do
que o periodo medio de incubacao da doenca), a possibilidade
destes animais virem a ser acometidos por BSE e negligenciavel.
Nao obstante, todos os animais importados, assim como seus
descendentes vem sendo acompanhados, inclusive com analises
laboratoriais, pelo Ministerio da Agricultura e do
Abastecimento.
 
Qualquer destes animais ao morrer passa por ampla investigacao,
inclusive laboratorial.
 
Nenhum deles integrou a cadeia de producao de farinhas, pois
foram todos, sem excecao, necropsiados e enterrados nas
respectivas propriedades.
 
4. Consideracoes sobre a inexistencia de BSE no Brasil
 
Desde 1980, todos os bovinos importados do Reino Unido
destinaram-se a reproducao, morreram nas propriedades e nelas
foram destruidos e enterrados, nunca tendo entrado na cadeia
alimentar; a farinha de carne e ossos contendo proteina de
ruminantes e exclusivamente produzida no pais e utilizada apenas
na alimentacao de nao ruminantes, o que se justifica por razoes
economicas e de qualidade da proteina e, apos 1996, por uma
proibicao oficial; O processo de transformacao dos subprodutos
animais em farinha de carne e ossos e do tipo convencional
("batch process"); os bovinos que adoecem e morrem na
propriedade ("fallen bovine stock") nao entram nunca na cadeia
alimentar; O sistema de vigilancia epidemiologica da raiva
assegura a continua realizacao de diagnosticos de BSE,
distribuidos por todo o pais. Nao ha registros de ocorrencia da
doenca nas propriedades de origem dos animais importados.
 
O risco de que um ou mais bovinos infectados com BSE tenham sido
introduzidos no Brasil e de que o agente da doenca a tenha
disseminado no sistema de criacao de bovinos no pais e
considerado pelas autoridades sanitarias brasileiras como
negligenciavel.
 
5. Analise dos relatorios brasileiros pelo Grupo de avaliacao do
Risco Geografico de BSE - Comissao Europeia
 
Em 29 de junho de 2000, foi encaminhado relatorio a Direcao
Geral de Saude e Protecao ao Consumidor da Comissao Europeia,
contendo informacoes relativas as encefalopatias espongiformes
transmissiveis dos animais, objetivando servir de base a solicitacao de
reconhecimento pela Uniao Europeia da
situacao sanitaria do rebanho brasileiro em relacao a doenca.

Posteriormente, em duas oportunidades (4 de dezembro de 2000 e 7
de janeiro de 2001), foram encaminhadas informacoes adicionais
ao Grupo de Avaliacao de Risco Geografico de BSE (Grupo GBR) da
Comissao Europeia.
 
As informacoes disponibilizadas incluiram:
 
1. Dados sobre a estrutura e dinamica das populacoes de bovinos,
ovinos e caprinos no Brasil, segundoregioes, finalidade (corte,
leite);
2. Dados sobre o comercio internacional de bovinos vivos, semen
e embrioes de bovinos estabelecido entre o Brasil e outros
paises;
3. Dados sobre importacoes de farinhas de origem animal, de
bovinos vivos, semen e embrioes de bovinos estabelecido entre o
Brasil e terceirospaises;
4. Detalhes do monitoramento dos animais importados do Reino
Unido e de outros paises onde a BSE foi notificada;
5. Producao e processamento de farinhas de carne, de carne e
ossos e de ossos e de alimentos para animais;
6. Regulamentacao especifica relativa as proibicoes de
importacao de materiais de risco para a doenca, em ordem
cronologica;
7. Vigilancia das encefalopatias espongiformes transmissiveis,
em especial a BSE e o Scrapie, incluindo diagnosticos
laboratoriais, treinamento de profissionais de campo e de
laboratorio.

O Grupo GBR considerou altamente satisfatorias as garantias
fornecidas pelo Governo Brasileiro sobre os bovinos importados
do Reino Unido, classificando o risco delas decorrente como
"negligenciavel".
 
Com base nas informacoes ate o momento apresentadas, o Brasil
foi classificado preliminarmente pelo Grupo GBR, no nivel de
risco II, recomendando medidas adicionais quanto ao uso de
ingredientes e  controle de racoes, vigilancia
ativa e monitoramento, as quais estao sendo regulamentadas
atraves da Instrucao Normativa n.º 6/2001.
 
Novas informacoes, sobre o monitoramento de bovinos importados
da Alemanha e da Franca, no periodo de 1980 ate o presente,
estao sendo elaboradas para envio ao Grupo GBR, objetivando a
inclusao do
Brasil entre os paises com nivel de risco I.

Luiz Carlos de Oliveira, Secretario de Defesa Agropecuaria. Central de
Atendimento; Duvidas e sugetoes: webmaster@...
 
 
CUESTIONAN LOS SUBSIDIOS Y PROPONEN ASOCIACION CON CONSUMIDORES
EUROPEOS
 
Mientras en Alemania, y a raiz de la crisis de la "vaca loca"
comienza a aparecer en primer plano el debate sobre las
derivaciones indeseadas que, tiene la politica de subsidios al
agro de la Union Europea, en Argentina algunos plantean nuevas
alternativas para luchar contra los subsidios ditorsivos.

En efecto, los mas de 41.000 millones de dolares que gasta la UE
(casi la mitad del presupuesto comunitario) en ayudar a sus
granjeros y subvencionar sus exportaciones distorsionan la
produccion a punto de provocar, entre otras cosas, la
propagacion del "mal de la vaca loca".
Ernesto Liboreiro, de la Bolsa de Cereales de Buenos Aires, dijo
que los subsidios de la UE llevan al uso indiscriminado de
insumos.
"La utilizacion excesiva de agroquimicos en los cultivos hace
que las napas freaticas de muchas zonas agricolas europeas esten
altamente contaminadas", considero."Como en el caso de la
utilizacion de harinas animales para alimentar el ganado, la
sobreproduccion los lleva a elaborar alimentos de cualquier
manera".
 
Para el presidente de la Asociacion de Industrias Argentinas de
la Carne (AIAC), Hector Salamanco, la actual crisis de
enfermedad bovina deberia servir a los paises agricolas que no
subsidian para establecer una alianza con los consumidores
europeos que demandan alimentos producidos en forma natural.

En lugar de adoptar una politica de enfrentamiento, el
empresario, que tambien fue representante diplomatico argentino
ante la UE, concluyo: "Habria que insistir en el criterio de
unirse a los consumidores para que todos ganen; es un discurso
movilizador entre los propios europeos".
Asi como las campanias de promocion de carnes argentinas hacen
hincapie en la alimentacion a pasto del ganado local,
diplomaticos y empresarios deberian, segun el directivo de la
AIAC, vincularse con la propia sociedad europea para comenzar a
torcer el rumbo del proteccionismo agricola europeo.
 

LOS ARROCEROS URUGUAYOS RECHAZAN ARROZ TRANSGENICO

El reciente descubrimiento del mapa genetico del arroz llevo a
que el presidente de la Asociacion de Cultivadores de Arroz de
Uruguay, Hugo Manini, insistiera en la necesidad de mantener a
Uruguay libre de los cultivos transgenicos.
 
Para el presidente de ACA el permitir el ingreso en el futuro de
arroz manipulado geneticamente al pais, seria un grave error.
"Hoy por hoy los paises que pueden pagar los productos mas caro,
aspiran a productos naturales y en materia vegetal ese es el
camino. Lo transgenico trae problemas comerciales", sentencio
Manini. Actualmente intenta ingresar en mercados exigentes como
el europeo (a quien se exporto arroz en la decada de los 70);
Japon, Sudafrica e Iran; y ninguna de las naciones mencionadas
permitiria el ingreso de arroz manipulado geneticamente.
Pero la realidad muestra que en Uruguay no existe ninguna norma
legal que permita el ingreso de arroz transgenico, cosa
diferente de Brasil, donde si esta prohibido.
 
Las variedades de semilla que se plantan en este pais son
aquellas que fueron creadas por el Instituto Nacional de
Investigacion Agropecuaria (INIA), pero Manini no deja de
demostrar su desconfianza que en un futuro no muy lejano,
Syngenta se lance a conquistar el mundo con su arroz transgenico
y termine desembarcando en algun momento en Uruguay.
El sector arrocero es el principal cultivo del pais y luego de
superar las 200 mil hectareas, el area se ha retraido a cerca de
160 mil hectareas como consecuencia de los problemas del mercado
brasilenio. El rendimiento por hectarea en nuestro pais es de
los mayores del mundo, con mas de 6.500kg/ha.
 
 
DOCUMENTOS
 
En el sitio Agroverde se encuentra disponible un analisis sobre Zonificacion
Ambiental en Brasil, por Luis A Rossettti, vinculando instrumentos de
politicas
agropecuarias. Una
estrategia de gran interes y potencial uso en el desarrollo sostenible
agropecuaria. Ademas un analisis de Gerardo Evia sobre esa tematica. Consulte
el documento y el comentario en www.ambiental.net/agroverde
 
 
CURSOS y SEMINARIOS

Seminario Taller Internacional  "Un enfoque integrado para la
gestion sustentable del agua - Experiencias de cooperacion" que,
organizado por el Programa Iberoamericano de Ciencia y
Tecnologia para el Desarrollo (CYTED) y la Facultad de Ciencias
Veterinarias (FCV) de la Universidad de Buenos Aires (UBA), se
llevara a cabo en el Centro de Estudios Transdisciplinarios del
Agua (CETA) de dicha Facultad, en la ciudad de Buenos Aires, del
26 al 28 de marzo de 2001. Mas informaciones: Dra. Alicia
FERNANDEZ CIRELLI, Directora CETA - FCV - UBA; e mail:
coopcyt@...

El Segundo Curso Taller Latinoamericano sobre Ganaderia Organica, con enfasis
en nutricion, produccion y mercadeo, es organizado por la Fundacion AMBIO, el
Programa de Agricultura Organica de la Universidad de Costa Rica (UCR) y el
Instituto Tecnologico de Costa Rica (ITCR). Se realizara del 27 al
31 de marzo del 2001 en Alajuela, Costa Rica. Entre los expositores se
encuentran Ph.D. M T Correa. Escuela de Veterinaria. Universidad de Carolina
del Norte, EUA; Dr. J Galindo, Instituto Tecnologico de Costa Rica;
Ing.P.A. A
Villegas Oromi, Ecopampa, Argentina; Ing. Ag. A Rojas, Zootecnista de
Universidad de Costa Rica; Ing. Ag. W Paniagua. Instituto Tecnologico de Costa
Rica. Los objetivos son adquirir las herramientas practicas necesarias para
comenzar la transformacion de la finca de ganaderia organica; identificar
los factores y recursos disponibles en la finca para desarrollar e implementar
un plan de trabajo con enfoque agroecologico y que ademas sea sostenible y
rentable; conocer las herramientas de comercializacion y las tendencias de
mercado para los productos y subproductos en la ganaderia organica; y conocer
diferentes alternativas para una nutricion organica apropiada. Para mayor
informacion: Fundacion AMBIO. Tel: (506) 253 5027/ 253 8975. Fax (506)
2251209.
E-mail: funambio@...

REDCAPA, Curso de Pos-graduacão em Desenvolvimento, Agricultura
e Sociedade de la Universidade Federal Rural de Rio de Janeiro;
Programa de Analisis Socioeconomico y de Genero de la FAO y
Universidad Nacional de Costa Rica, ofrecen varios cursos de
actualizacion. Destacamos para el primer semestre de 2001:
- Economia de los Recursos Naturales y del Medio Ambiente
- Sustentabilidade, Desenvolvimento Rural e Conflitos Ambientais
Mas informacion en
<http://www.redcapa.org.br/Cursos/programados.htm>www.redcapa.org.br/Cursos/
programados.htm
 

TALLER SOBRE INTEGRACION EN EL CONO SUR
 
CLAES, conjuntamente con el Summit of the Americas Center y el
Center for Labor Research and Studies de la Florida
International University, esta organizando un Seminario Taller
sobre LAS DIMENSIONES SOCIALES Y AMBIENTALES DE LA INTEGRACION
EN EL CONO SUR.
 
El encuentro tendra lugar el 27 de Febrero 2001 en Miami,
Florida, Estados Unidos. El taller abordara el diagnostico de la
situacion actual en el Cono Sur, con especial referencia al
Mercosur y el ALCA, y se alternara con discusiones en panel. Se
revisara la situacion ambiental, sector agropecuario,
resoluciones sobre derechos laborales y del consumidor, impacto
de las negociaciones Chile y EE UU, la propuesta de Brasil de un
ALCSA, etc.; los nuevos desafios de las negociaciones del ALCA,
plataformas para Buenos Aires y Quebec. Se ofrecera una
presentacion de la iniciativa Sur Sustentable 2025 de CLAES.
Las exposiciones estaran a cargo de E Gudynas (CLAES), Martin
Rosenberg (Universidad Miami) y Alberto Palombo, del Florida Center for
Environmental Studies.
  
La reunion se realizara en el Labor Center LC- 101 South Campus
8th Street and 107th Avenue in Miami, Florida; 9:30 a.m. to 4:30
p.m. en Febrero 27.
 
Ademas, previamente tendra lugar un evento bajo la coordinacion
del Grupo Earth Fist! de la Universidad Internacional de la
Florida, para la noche del 26 de Febrero.
 
Informacion adicional con Bruce Jay en: BruceJay@...
Mas informacion sobre Sur Sustentable 2025 en
www.ambiental.net/sustentable2025
  

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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editor Gerardo Evia; editor asistente E.
Gudynas; asistencia Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion CS
Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Numeros anteriores estan disponibles en
www.egroups.com/list/agromsur/
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social - Montevideo

www.ambiental.net/claes

#22 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mié, 31 de Ene, 2001 2:05 pm
Asunto: Boletin No 22, Enero 2001
claes@...
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
--------------------------------------------------
Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
+ + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + +
No. 22 -  Enero 31, 2001
 
CONTENIDO
   + IMPACTOS DEL CAMBIO CLIMATICO EN EL AGRO ARGENTINO
   + PRODUCCION INTEGRADA DE FRUTAS EN BRASIL
   + NOVEDADES SOBRE LA AFTOSA EN EL CONO SUR
   + MINISTRO DE BRASIL ATACA PROTECCIONISMO AGRICOLA
   + TOMAN PLANTA DE MONSANTO EN BRASIL
   + AMPLICACION SITIO WEB AGROVERDE
   + POSICION DE AMBRAPA (BRASIL) SOBRE TRANSGENICOS
   + ANULAN LICENCIAS DE OBRAS EN LA HIDROVIA
   + BUSH NOMINA NUEVA SECRETARIA DE AGRICULTURA
   + DIA INTERNACIONAL DE LOS HUMEDALES
   + RECURSOS y PUBLICACIONES
   + CONGRESOS y REUNIONES
   + NOVEDADES EN LA RED AMBIENTAL
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IMPACTOS DEL RECALENTAMIENTO GLOBAL EN EL AGRO DE ARGENTINA
 
Un estudio sobre los impactos en la agropecuaria del cambio
climatico global acaba de darse a conocer en Argentina. Se
analiza la vulnerabilidad y mitigacion relacionada con el
impacto del cambio global sobre la produccion agricola,
encontrandose un aumento en la temperatura en superficie que
modificaria los rendimientos potenciales de cultivos anuales. El
analisis, a cargo de Juan Carlos Labraga, ofrece algunos
resultados directamente relacionado con el sector agropecuario.
Las extrapolaciones indican que la produccion de soja se
incrementaria de un 13% a un 41%, la de maiz se reduciria entre
0% y 18%; mientras que el trigo y el girasol podrian alcanzar
desde incrementos del 10% a reducciones del 16%, en el caso del
trigo, y del 4%, en el caso del girasol. Es mas, un modelo
desarrollado por la NASA ubica a la Argentina como un pais cuya
produccion agricola total podria aumentar entre 2 y 5%.
La situacion en las regiones mas aridas, como la Patagonia y el
centro oeste (Cuyo), dependera de la disponibilidad futura de
agua. Se entiende que la mayoria de los glaciares andinos
tenderan a desaparecer hacia el anio 2100, mientras que los
glaciares patagonicos se mantendran hasta entrado el siglo XXII,
por lo tanto la disponibilidad de agua en estas regiones
dependera de las lluvias y nevadas futuras. "En este sentido,
cabe recordar que durante la sequia de 1960 la carencia de agua
origino en Mendoza la perdida del 35 % del PBI", ilustra el
investigador. Y agrega: "Esta situacion, sumada al aumento de la
poblacion, podria limitar gravemente la importante produccion
frutihorticola de Mendoza, afectar la produccion de energia
hidraulica y reducir la disponibilidad de agua potable".
Con respecto al aumento del nivel medio del mar, podria ser de
entre 15 y 88 cm. Las perdidas en las costas argentinas
alcanzarian valores del orden de 5000 millones de dolares
(aproximadamente el 5% del PBI) y de unos 3400 km2 de tierras.
La noticia completa esta disponible en nuestro sitio web
AgroVerde: <http://www.ambiental.net/agroverde>www.ambiental.net/agroverde
 
 
PRODUCCION INTEGRADA DE FRUTAS EN BRASIL
 
A Producao Integrada da Fruticultura (PIF) surgiu na Europa nos
anos 70, como uma extensão do Manejo Integrado de Pragas (MIP).
Produtores e pesquisadores verificaram que era possivel produzir
frutas com mais qualidade a partir da diminuicao do uso de
agroquimicos, desde que as praticas culturais fossem realizadas
no pomar de forma integrada. A adocao da producao integrada esta
ligada a seguranca alimentar. Existe uma crescente busca de
valorizacão para os alimentos que proporcionarem melhorias na
qualidade de vida e bem-estar de pessoas.
 
"Com base nessas experiencias europeias dos anos 70, a
Organizacao Internacional de Controle Biologico, OICB,
estabeleceu as diretrizes gerais para a producao integrada de
diferentes especies de frutiferas", salienta Jose Carlos
Fachinello, professor titular de fruticultura da Universidade
Federal de Pelotas, Rio Grande do Sul. "A qualidade certificada
de frutas passou a ser uma exigencia dos mercados importadores,
que buscam alem do aspecto externo, a garantia da qualidade
interna da fruta", afirma Juaquim Naka, do Ministerio da
Agricultura e Abastecimento.
 
Na Europa, a Producao Integrada passou a ter expressao na decada
de 90 e ainda hoje e responsavel por um sobrepreco de ate 10%
nas frutas produzidas atraves desse manejo. Em alguns paises,
nao existe mercado para frutas que nao sejam produzidas atraves
do PIF. O PIF europeu segue as regras da Organizacão
Internacional da Luta Biologica, levando em conta os impactos
ambientais sobre o sistema solo/agua/producao. Na Alemanha,
quase 100% das frutas de caroco sao produzidas pelo PIF. Na
Croacia, 100%, e na Austria, 62%.
 
Desde 1997, a Argentina possui certificado de Producao Integrada
para peras e macas, atraves do PIF-Patagonia, que abrangeu 1.262
has. Entre 98 e 99, mais de 1.100 hectares foram certificados.
Em 2000, a Italia foi o pais que mais importou frutas de PIF de
Alto Vale, juntamente com os Estados Unidos, Franca e Brasil.
 
Secciones de un informe elaborado en Curitiba (Brasil). El
informe completo sobre la Produccion Integrada se presenta en
nuestro sitio web sobre agropecuaria y ambiente AGROVERDE en
<http://www.ambiental.net/agroverde>www.ambiental.net/agroverde
 
 
NOVEDADES SOBRE LA AFTOSA EN EL CONO SUR
 
Continuan los problemas referidos a la Fiebra Aftosa en el Cono
Sur aunque se desarrollan avances importantes. En Brasil, los
estados de Rio de Janeiro, Espirito Santo, Bahia e Sergipe y el
este de Minas Gerais (llamado Cirrcuito Pecuario Este), y todo
el territorio de Mato Grosso, incluyendo las zonas fronterizas
con los estados de Para y Rondonia, y con Bolivia, fueron
declarados libres de aftosa por la OIE (Organizacion
Internacional de Epizootias). Paralelamente, la OIE extendio la
certificacion de libre de aftosa a todo el territorio de
Uruguay, dandose por superado el brote de fines del anio 2000 en
el Departamento de Artigas. El presidente de Uruguay, J. Batlle
realizo un llamamiento a los paises del Cono Sur para colaborar
con Bolivia para erradicar la aftosa de las llanuras del Beni,
considerados uno de los focos de endemismo en la region.
Finalmente, las polemicas con Argentina no cesan, y se mantienen
denuncias sin confirmas de ocurrencia de aftosa en diferentes
predios en varios provincias. Por informaciones sobre la Fiebre
Aftosa recomendamos demas el sitio web PANAFTOSA, del Centro
Panamericano de FIEBRE AFTOSA de la OPS y OEA en:
<http://www.panaftosa.org.br/novo/index.htm>www.panaftosa.org.br/novo/index.
htm
.
 
 
MINISTRO DE BRASIL CRITICA PROTECCIONISMO EN DAVOS
  
El ministro de Agricultura de Brasil, Marcus Vinicius Pratini de
Moraes, critico duramente el proteccionismo agropecuario de los
paises desarrollados en el Foro Economico Mundial de Davos.
Sostuvo que el comercio mundial agricola no puede fuincionar
bajo reglas de proteccionismo y subsidios. Recordo que:
''Washington, Toquio e Bruxelas gastam US$ 1 bilhão por dia em
subsidios. Isso deprime o preco das commodities agricolas e
deprime os paises mais pobres.''
 
 
ATAQUES A LOS TRANSGENICOS EN PORTO ALEGRE
 
Paralelamente al Foro de Davos, en el Foro Social Mundial en
Porto Alegre se congregaban representantes de organizaciones
sociales y politicas de todo el mundo, con mas de 3 mil
participantes, elevando diferente cuestionamientos a la marcha
de la globalizacion. En ese marco, mas de 1000 productores y
campesinos tomaron una planta de Monsanto en una localidad al
norte de Porto Alegre. Su objetivo era llamar la atencion sobre
"la monopolizacion de la agricultura por  empresas
multinacionales como la Monsanto, que estan acabando con la
pequenia agricultura". Participaron personas del Movimento de
los Afectados por las Represas, el  Movimiento de los Pequenios
Agricultores, el Movimiento de las Mujeres Trabajadoras, el
Movimiento Sin Tierra y la Pastoral de la Juventud Rural. En la
accion participo el lider frances de Via Campesina, Jose Bove, y
el lider del Movimiento de los Sin Tierra de Brasil, João Pedro
Stedile. Este movimiento internacional plantea que se debe
declarar una moratoria al comercio de organismos transgenicos y
sus productos derivados y seniala  que todas las discusiones
sobre este tema deben ser objeto de consulta y participacion
informada de todos los sectores de la sociedad que pueden ser
afectados negativamente. Como consecuencia de este acto, J Bove
fue expulsado de Brasil.
 
 
AMPLIACION DEL SITIO WEB AGROVERDE
 
CLAES esta realizando una ampliacion y cambios en su sitio web
sobre Agropecuaria y Ambiente, AGROVERDE. El sitio inicialmente
enfocaba los temas de Uruguay, y a partir de Enero de 2001 ha
sido rediseniado y expandido. Se cubriran los temas ambientales
en la agropecuaria, con enfasis en los paises del Cono Sur,
incluyendo los temas Latinoamericanos de relevancia para la
region. El nuevo sitio mantiene la biblioteca de documentos en
formato digital sobre diferentes temas ambientales referidos a
la agropecuaria, y se le estan sumado opciones con noticias y
novedades. Nuevas adiciones y otras mejoras se produciran en las
proximas semanas. Visite el nuevo sitio en:
<http://www.ambiental.net/agroverde>www.ambiental.net/agroverde 
 
 
POSICION DE EMBRAPA (BRASIL) SOBRE TRANSGENICOS
 
La empresa brasilera de investigaciones agropecuarias, EMBRAPA,
ha dado a conocer su posicion sobre cultivos modificados
geneticamente. En un documento emitido meses atras, Embrapa
recuerda sus propias investigaciones en ese terreno desde hace
por lo menos 15 anios. El documento indica que se clasifica la
cuestion sobre transgenicos en cuatro dimensiones:
  
I - A relevancia da tecnologia do DNA recombinante para o
desenvolvimento sustentavel da agricultura brasileira; II - a
garantia da disponibilizacão de tais tecnologias de forma segura
para o consumidor e para o meio ambiente, a luz dos
conhecimentos cientificos de biosseguranca existentes; III - A
possivel vantagem comercial para o Brasil da certificacão de
origem de algumas "commodities" transgenicas; e IV - o direito
do consumidor de optar pelo consumo de alimentos não
transgenicos.
  
O debate sobre o uso de plantas transgenicas atual esta
demasiadamente concentrado em alguns poucos produtos que
chegaram ao mercado nos ultimos tres anos, frutos da assim
chamada "primeira onda" da engenharia genetica, caracterizada
pela manutencão das caracteristicas do produto convencional nos
produtos transgenicos e nos seus derivados. Um produto desta
onda e a soja Roundup Ready. A "segunda onda" trara para o
mercado produtos que diferem dos obtidos de forma convencional,
como a soja "High-Oleic", cujo oleo tem maior estabilidade ao
calor e contem maior concentracão do acido oleico, orientado
para um mercado crescente em busca de produtos mais saudaveis.
No entanto, a maior revolucao nos sistemas de producao agricola
vira com a "terceira onda", onde as plantas desempenharão o
papel de biofabricas desenvolvidas para a producão de produtos
de interesse para a industria de medicamentos, de alimentos e de
racões.
 
Sobre la bioseguridad, Emprapa recuerda que Brasil cuenta con
una ley enla materia desde 1995, apoyando la labor del organo
competene en esa materia, la CTNBio.
  
Sobre la cuestion comercial, se toma en cuenta la presion de los
consumidores por el etiquetado de productos derivados de
transgenicos. Enseguida, sobre el derecho de eleccion del
consumidor, se indica que el etiquetado debe brindar la
informacion que permita escoger adecuadamente.

El documento completo, en portugues, esta disponible en nuestro
sitio web en Agropecuaria y Ecologia AGROVERDE en
<http://www.ambiental.net/agroverde>www.ambiental.net/agroverde. Ademas se
incluye un vinculo para
el texto del contrato de colaboracion entre EMBRAPA y Monsanto.
 
 
TRIBUNAL ANULA LICENCIAS DE LA HIDROVIA PARAGUAY PARANA
 
El pasado 31 de diciembre de 2000, el Juez Federal del Estado de
Matto Grosso, Julier Sebastião da Silva, anulo las licencias
oficiales de actividades y proyectos en el area entre Caceres y
la confluencia del Rio Apa con el rio Paraguay, en la frontera
de Brasil y Bolivia. Estas obras eran parte de la Hidrovia
Parana Paraguay. En 1997 el gobierno brasilero anuncio que
desistia del proyecto, pero los ambientalistas de la Coalicion
Rios Vivos no consideran sincera esta decision, por cuanto el
gobierno intenta concluir el Puerto de Morrinhos una obra de una
dimension que solo se justifica con la Hidrovia. El tramo
superior de la Hidrovia, donde estan los accesos bolivianos como
el caso del canal Tamengo y Puerto Busch, se desarrolla sobre el
Rio Paraguay.
 
 
DIA MUNDIAL DE LOS HUMEDALES
 
Recordamos que el 2 de febrero es el Dia Mundial de los
Humedales, fecha en que se firmo en 1971 el Convenio sobre los
Humedales, a orillas del Mar Caspio, en la ciudad Irani de
Ramsar. Mas informaciones en la seccion de noticias de la Red
Ambiental (<http://www.ambiental.net/>www.ambiental.net). Ademas sugerimos
visitar el sitio
web del Convenio de Ramsar:
<http://www.ramsar.org/wwd2001_flyer_s.htm>www.ramsar.org/wwd2001_flyer_s.htm


BUSH NOMINA A NUEVA SECRETARIA DE AGRICULTURA

El nuevo presidente de los EE UU, George Bush nomino a Ann
Veneman como Secretaria de Agricultura. Venemas es una
empresaria, ha desempeniado posiciones ejecutivas en el sector
de la agroindustria y la biotecnologia. La Biotechnology
Industry Organization comento sobre el nombramiento que Veneman
"sabe de ciencia, de politica, y ella sabe como tomar decisiones
sustantivas en temas complicados y complejos. Estamos encantados
con su seleccion; es dificil imaginar una opcion mejor".
 

TALLER SOBRE INTEGRACION EN EL CONO SUR

CLAES, conjuntamente con el Summit of the Americas Center y el
Center for Labor Research and Studies de la Florida
International University, esta organizando un Seminario Taller
sobre LAS DIMENSIONES SOCIALES Y AMBIENTALES DE LA INTEGRACION
EN EL CONO SUR.
El encuentro tendra lugar el 27 de Febrero 2001 en Miami,
Florida, Estados Unidos. El taller abordara el diagnostico de la
situacion actual en el Cono Sur, con especial referencia al
Mercosur y el ALCA, y se alternara con discusiones en panel. Se
revisara la situacion ambiental, sector agropecuario,
resoluciones sobre derechos laborales y del consumidor, impacto
de las negociaciones Chile y EE UU, la propuesta de Brasil de un
ALCSA, etc.; los nuevos desafios de las negociaciones del ALCA,
plataformas para Buenos Aires y Quebec. Se ofrecera una
presentacion de la iniciativa Sur Sustentable 2025 de CLAES.
Las exposiciones estaran a cargo de E Gudynas (CLAES), Martin
Rosenberg (Universidad Miami) y
Alberto Palombo, del Florida Center for Environmental Studies.
La reunion se realizara en el Labor Center LC- 101 South Campus
8th Street and 107th Avenue in Miami, Florida; 9:30 a.m. to 4:30
p.m. en Febrero 27.
Ademas, previamente tendra lugar un evento bajo la coordinacion
del Grupo Earth Fist! de la Universidad Internacional de la
Florida, para la noche del 26 de Febrero.
Informacion adicional con Bruce Jay en: BruceJay@...
Mas informacion sobre Sur Sustentable 2025 en
www.ambiental.net/sustentable2025
 
 
REUNIONES y CONGRESOS

XIX CONGRESO INTERNACIONAL DE PASTURAS, tendra lugar en San
Pedro, SP, Brasil, del 11 al 21 de febrero del 2001. Se
realizaran presentaciones en las siguientes areas: Produccion de
hierba, Interacciones pasto-ambiente y pasto animal, Sistemas
pastoriles, Impacto ambiental ysostenibilidad, Biodiversidad del
pasto, Modelizacion y simulacion con computador, Transferencia
de tecnologia, etc. Para mayor informacion
visite: www.igc2001-brazil.org.br/
 
X SIMPOSIO LATINO-AMERICANO DE FARMACOBOTANICA Y VII SIMPOSIO
ARGENTINO DE FARMACOBOTANICA. Comodoro Rivadavia, Argentina, del
8 al 11 de abril del 2001. Tendra las siguientes secciones tematicas:
Botanica, Farmacobotanica y Etnobotanica; Fitoquimica y
Farmacognosia; Control de Calidad y Legislacion; Recursos
Vegetales Acuaticos y Marinos; Farmacologia y Toxicologia;
Recursos Naturales y Biotecnologia. Mas informaciones en
<http://www.unp.edu.ar/farma2001>www.unp.edu.ar/farma2001/
 
 
RECURSOS
 
PLANTAS TRANSGENICAS Y LA AGRICULTURA MUNDIAL Informe elaborado
bajo los auspicios de la Royal Society of London, las Academias
de Ciencias de Brasil, China, del Tercer Mundo, Mexicana, de la
India y de EE.UU. Acceda al mismo a traves de la pagina del
Instituto de Biotecnologia  de la UNAM de Mexico
<http://www.ibt.unam.mx/>www.ibt.unam.mx

RIEGO EN AMERICA LATINA Y EL CARIBE EN CIFRAS. Informes sobre
temas
hidricos No. 20. FAO, 2000. (Edicion en castellano e ingles). Se
presentan los resultados del estudio que el programa AQUASTAT
llevo a cabo en el anio 1999 en America Latina y el Caribe. Se
ofrece un analisis regional de los recursos hidricos, el riego y
el drenaje en la region, completado con los perfiles de cada
pais. Mail de contacto: Publications-Sales@...
 
 
NOTICIAS AMBIENTALES
 
En la Red Ambiental se encuentran disponibles noticias e
informaciones sobre
- Dia Mundial de la Biodiversidad (29 de diciembre), con un
documento con los principales problemas actuales.
- Licencias Ambientales Municipales en Brasil; un analisis por
Assis Oliveira, presidente de la Asociacion de Abogados
Ambientales del Brasil, sobre la posibilidad de instalar un
sistema de licencias ambientales municipales. En portugues.
- Contaminentes organicos persistentes. Acuerdo internacional en
Sudafrica para regular estos graves contaminantes.
Estas y otras informaciones estan disponibles en la RED
AMBIENTAL - <http://www.ambiental.net/>www.ambiental.net
  
 
-----------------------------------------------------
El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editores Gerardo Evia y Eduardo Gudynas;
asistente Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Numeros anteriores estan disponibles en
<http://www.egroups.com/list/agromsur>www.egroups.com/list/agromsur/
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social - Montevideo

www.ambiental.net/claes

#21 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Dom, 24 de Dic, 2000 4:40 pm
Asunto: Boletin No 21, diciembre 2000
claes@...
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
--------------------------------------------------
Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
+ + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + +
No. 21 -  Diciembre 25, 2000

CONTENIDO
    + ARROZ Y AMBIENTE EN EL MERCOSUR
    + BRASIL: GANADERIA Y AMBIENTE
    + ARGENTINA ETIQUETADO DE TRANSGENICOS SI o NO
    + MINISTRO URUGUAYO POR LA SUSTENTABILIDAD
    + PRESIDENTE DE FAO Y TRANSGENICOS
    + INDIGENAS EN EL CERRADO
    + DESESRTIFICACION EN LA REGION
    + CAE LA AGRICULTURA FAMILIAR EN BRASIL
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ARROZ Y AMBIENTE EN EL MERCOSUR: LA NECESIDAD DE POLITICAS
AMBIENTALES Y AGROPECUARIAS COMUNES
por Gerardo Evia

En los ultimos tiempos se ha desarrollado en el seno del
Mercosur una fuerte controversia  vinculada al comercio de
arroz. El debate enfrenta particularmente a Uruguay, Brasil y
Argentina. Una mirada atenta a esas discusiones muestra las
intensas vinculaciones entre las politicas ambientales,
agropecuarias y comerciales, ofreciendo a su vez un ejemplo
temprano de competitividad entre biorregiones. La solucion a
ello esta en avanzar en la generacion de politicas agropecuarias
comunes que integren los componentes sociales y ambientales.

Tradicionalmente Brasil ha sido un fuerte comprador de arroz
uruguayo, y mas recientemente argentino. La necesidad de
importar arroz mantuvo la expansion del cultivo en los paises
vecinos.

En un contexto de precios internacionales deprimidos para el
producto y de dificultades crecientes para los productores
agropecuarios de los tres paises, se desato una guerra
proteccionista desde Brasil, en defensa de  los intereses de los
productores de aquel pais. Inicialmente las medidas
proteccionistas se basaron en aspectos sanitarios del arroz
procedente de Uruguay. En la actualidad, tanto Uruguay como
Argentina son acusados de practicas desleales de comercio, como
el "dumping", lo cual facilitaria la exportacion de arroz y su
colocacion en Brasil a precios inferiores a los costos de
produccion. Los exportadores y gobiernos de Argentina y Uruguay
argumentan que esto no es cierto y que el precio de venta
simplemente refleja los valores del mercado internacional.

En Brasil, los productores mas perjudicados por esta situacion
son los del Estado de Rio Grande del Sur, y son quienes mayores
presiones ejercen para entorpecer la importacion de arroz.

Recientemente, Carlos Machi, analista de la Consultora Safras de
Brasil senialo que "los principales competidores de los
productores riograndenses no eran los productores uruguayos ni
argentinos sino los de la region de Brasil central". Con
profusion de datos demostro que la estructura de costos de
produccion de la region  centro-oeste que incluye los Estados de
Mato-Grosso , Mato Grosso do Sul y Goias es bastante menor que
la de la region Sur. En Brasil central se practica el cultivo
del arroz de secano sin riego. A pesar de tener rendimientos
inferiores por hectarea, mantiene cierto margen de rentabilidad
positivo, aun a bajos precios del producto.

Parte de esta ventaja competitiva evidentemente corresponde a
condiciones ambientales, a nuevas variedades adaptadas a estas
condiciones y a la existencia de empresas con gran escala, entre
otros factores, determinando una fuerte competencia entre ambas
regiones.

Desde el punto de vista ecologico, estas zonas corresponden a
las biorregiones de sabanas humedas y secas subtropicales en lo
que hace a  Rio Grande del Sur, Uruguay y Mesopotamia Argentina
por un lado, y Bosques secos tropicales en lo que hace a la
region  centro-oeste de Brasil.

Las primeras incluyen a las llamadas Pampas. Desde el punto de
vista de las prioridades de conservacion las sabanas del
Uruguay, se las considera en un estatus Vulnerable/ Critico o En
Peligro; de importancia sobresaliente a escala Bioregional y
Prioridad Moderada a escala regional mientras que las Sabanas
inundables del Parana se las considera En Peligro, con
importancia sobresaliente a Nivel Biorregional y Prioridad alta
a escala Regional.

Los bosques secos subtropicales corresponden fundamentalmente al
ecosistema del "cerrado". Desde el punto de las prioridades de
conservacion a nivel regional se lo califica como Vulnerable;
sobresaliente a nivel Global; Maxima Prioridad a nivel Regional.

Si el problema del comercio arrocero es analizado desde una
perspectiva ambiental, se observa que el conflicto no es entre
paises, sino entre bioregiones, cuyas condiciones ecologicas
determinan diferencias importantes en los costos de produccion
reflejando en parte una ventaja ambiental comparativa para la
produccion de determinado tipo de arroz. Esto deja en claro la
vinculacion de esta problematica con el tema ambiental y el
desarrollo sustentable.

Si se considerara el problema exclusivamente en estos terminos
(ecologicos), seria al menos razonable plantear en terminos de
sustentabilidad, la hipotesis de cultivar mayor cantidad de
arroz en el centro oeste de Brasil, lo que determinaria la
sustitucion de areas bajo riego, con importantes consecuencias
sociales en el sur.

El otro limite que debe tener en cuenta es el de la conservacion
de la biodiversidad y las areas minimas necesarias para asegurar
su conservacion. Es justamente gracias a las ventajas
ambientales comparativas para la produccion agricola a gran
escala de la region Centro Oeste, que se ha desencadenado un
fuerte avance de la  frontera agricola en Brasil.

Frente a estos conflictos, en diversos ambitos vinculados al
sector arrocero se ha venido sosteniendo cada vez con mas fuerza
que para superar esta problematica es necesario lograr acuerdos
y politicas agricolas comunes. Si simplemente se planteara como
eje de la politica agricola comun el aseguramiento de
condiciones macro economicas y arancelarias equivalentes para
los productores de los diferentes paises y el libre comercio
intra bloque, es posible que las ventajas comparativas de la
region Centro-Oeste siguieran actuando en el sentido de expandir
el cultivo sobre nuevas tierras. Esto ultimo tendria
consecuencias negativas sobre la conservacion de la diversidad
biologica de dicha region.

Un componente importante en la estructura de costos de
produccion agropecuaria es el valor de la tierra agricola; la
presencia de una frontera agricola abierta, en una region con
enormes extensiones aptas para ser convertidas a la agricultura
debe incidir a la baja sobre este factor. Si la expansion de la
frontera agricola estuviera limitada, el valor de la tierra para
uso agricola aumentaria puesto que se convierte en un recurso
escaso.

Por otro lado, los limites a la expansion de la frontera
agricola tambien pueden estar condicionados por la politica
ambiental, y en particular por las politicas de conservacion de
la diversidad biologica puesto que el mantenimiento de areas
naturales asegura la conservacion de dicha diversidad. Pero la
conversion del Cerrado a areas arrozables ademas de las perdidas
ecologicas, desaprovecharia el capital social y de
infraestructura fisica existente en el Sur.

Otro elemento fundamental a tener en cuenta es la incidencia del
manejo de las politicas de aguas.

Por lo tanto parece claro que el avance hacia politicas
agricolas comunes debe necesariamente tener en cuenta  las
politicas ambientales, y estas a su vez vincularse a las
agropecuarias. El enfoque biorregional deberia ser privilegiado
para avanzar en  la coordinacion de dichas politicas.

[La version completa de este articulo se encuentra en la seccion
de Opiniones y Analisis del sitio web Red Ambiental en
<http://www.ambiental.net/>www.ambiental.net  Invitamos a los lectores
interesados a enviar
comentarios y respuestas]


GANADERIA Y AMBIENTE EN BRASIL

Brasil podria reducir buena parte de su responsabilidad en el
calentamiento de la Tierra solo mejorando su actividad ganadera.
Los rumiantes herbivoros, como los vacunos, producen gran
cantidad de metano, uno de los principales causantes del efecto
invernadero.

Brasil posee el segundo rebanio vacuno del mundo, despues de la
India, con mas de 160 millones de bovinos, una cantidad
equivalente a su poblacion humana y suficiente para inundar el
mercado internacional de carne y leche, si su productividad no
fuera baja. Esto explica que la ganaderia es una de las mayores
fuentes de gases con efecto invernadero, luego de la quema de
bosques.

El ganado aporta 29 % del volumen de metano emitido en el
territorio nacional, ya sea por la fermentacion enterica en el
proceso digestivo o por las deyecciones. Ese gas es tambien
producido por combustibles fosiles, la agricultura, residuos y
procesos naturales de los pantanos, por ejemplo.

Las emisiones ganaderas mundiales suman cerca de 94 Teragramos
(Tg.: millones de toneladas) al anio, y Brasil contribuyo con
9.97 % del total en el periodo 1986-1995, de acuerdo con
calculos de la estatal Empresa Brasilenia de Investigacion
Agropecuaria.

Pero esa participacion podria reducirse, ya que el pais no
necesita tanto ganado para mantener su produccion actual de
alimentos. En el caso de la leche, por ejemplo, bastaria con un
quinto de las vacas, estimo la investigadora. Esto seria posible
si Brasil alcanzara la productividad de Australia y Nueva
Zelanda, expreso Paulo Machado, profesor de la escuela de
Agronomia de la Universidad de Sao Paulo. Con vacas como las de
Estados Unidos, que producen siete toneladas anuales de leche,
se podria reducir el rebanio lechero brasilenio a un decimo del
actual, aniadio.

La tendencia es a una disminucion de la cantidad de animales,
aunque por ahora sea lenta y en un futuro no muy lejano se
duplique el consumo nacional de leche, evaluo el catedratico.
Aunque admitio el exceso de ganado existente en Brasil y su
responsabilidad en el efecto invernadero, Machado subrayo la
importancia de los animales capaces de transformar pastizales, y
otros vegetales no comestibles por el ser humano, en alimentos
nobles, como carne y leche, y materias primas como el cuero.

Pero el ganado no solo genera el gas que contribuye a calentar
la Tierra. En Brasil esta tambien asociado al mayor problema
ambiental nacional, los incendios forestales, y a la fuerte
concentracion de la propiedad rural, fuente de graves conflictos
sociales.

En muchos casos, especialmente en la frontera agricola, se
queman los bosques para abrir pastizales, y alli se instalan y
se abandonan miles de vacunos, solo para asegurar la tenencia de
grandes extensiones de tierra, como una senial de ocupacion. La
produccion de carne y leche no es el objetivo central.

Esto es lo que mas preocupa a ambientalistas como Rubens Born,
director de la organizacion no gubernamental Vitae Civils: la
ganaderia como impulsor de las "quemadas" en la Amazonia, que
generan las mayores emisiones de gases en Brasil, en este caso
el dioxido de carbono, mayor responsable del efecto invernadero.


ARGENTINA: AUMENTA LA PRESION PARA ETIQUETAR LOS TRANSGENICOS

En Argentina esta aumentan la presion por etiquetar los
productos transgenicos. La presentacion de varios proyectos de
ley a favor de la obligatoriedad del etiquetado de transgenicos
y de las campanias del grupo ecologistas Greenpeace en algunos
supermercados contra este tipo de alimentos, motivaron el
surgimiento del Grupo Biotecnologia, integrado por varias
camaras y entidades relacionadas con la produccion y la
comercializacion de organismos geneticamente modificados.

"Por ahora no puede decirse que potencialmente los transgenicos
sean malos, pero de todos modos estan dados los elementos para
que haya que etiquetarlos", dice Federico Iribarren, de la
Fundacion Novum Millenium. "La discusion no tiene mucho sentido
porque si entra en vigencia el protocolo de Montreal a partir de
2002 y la Union Europea continua con sus directivas, el
etiquetado va a ser necesario", agrega. Iribarren reconoce que
el etiquetado puede ser visto como una barrera para-arancelaria
por parte de agriculturas menos competitivas como las europeas,
aunque a largo plazo va a ser inevitable. "Lo ideal sera aplicar
el principio de gradualidad. Es conveniente que Argentina inicie
un proceso para que cuando entren en vigencia las normas de
bioseguridad no perdamos mercados", afirma.

En una jornada sobre biodiversidad organizada por la Fundacion
Atlas, Emiliano Escurra, de Greenpeace, aseguro que no se puede
obligar a la gente a sentirse como conejillo de Indias. "El
etiquetado no se puede hacer esperar", dijo el coordinador de
las campanias que la entidad realizo en agosto, durante una de
las cuales se retiraron productos que contenian organismos
transgenicos de las gondolas de varios supermercados.

"Paradojicamente somos nosotros, que no producimos alimentos
modificados geneticamente, ni productos con conservantes
quimicos, ni aquellos que lo tienen en su formacion agricola
pesticidas, los que tenemos etiquetado", afirma Rodolfo
Tarraubella, de Movimiento Argentino para la Produccion Organica
(MAPO).

Del otro lado, en la Asociacion de Semilleros Argentinos (ASA)
aseguran que, gracias a la biotecnologia ahorro mas de 200
millones de dolares en la produccion de soja e incremento casi
en 180 millones de dolares la produccion de maiz. En este
sentido, Victor Trucco, presidente de la Asociacion de
Productores de Siembra Directa (Apresid), asegura que la
integracion de la soja transgenicas permitio incrementar la
produccion de soja de 12 millones de toneladas estimadas para la
temporada.
Actualmente, Argentina destina 8 millones de hectareas a la
produccion de soja transgenica, que representa mas del 80% de
toda la produccion. Hay que entender de una vez por todas que
cuando se libera un gen es porque esta lo suficientemente
estudiado y se sabe que no es perjudicial, ni para la salud, ni
para el ambiente, dice Trucco.


SANIDAD y SUSTENTABILIDAD COMO REQUSITOS DE LA AGROPECUARIA

El Ministro de Ganaderia y Agricultura de Uruguay Gonzalo
Gonzalez, destaco recientemente en un foro publico las nuevas
tendencias de los consumidores, recalco la importancia de la
seguridad sanitaria y de la sustentabilidad de los sistemas de
produccion.

"Cada vez se es mas exigente en estas cosas. Uruguay esta
recibiendo hoy el embate de fenomenos como la "vaca loca", las
dioxinas, los problemas vinculados a la Escherichina coli. La
seguridad sanitaria va a estar exigida en cada uno de los
productos que nosotros vamos a vender".
Por otro lado, destaco que la cultura de los consumidores
tambien determina la existencia de sustentabilidad para los
sistemas de produccion.

"Y tambien va a ser exigido algo que certifique que esto se
produce en una situacion que permite conservar la biodiversidad,
los recursos naturales, que permite pensar que las generaciones
futuras van a tener la oportunidad de acceder a los mismos
factores determinantes de riqueza necesarios para la produccion
como los tuvo nuestra generacion", dijo. Y eso es cada vez mas
reclamado. Que el hombre como consumidor tenga respeto, no
contamine y no destruya lo que esta alrededor suyo". Eso debe
permitir generar reacciones distintas a las formas tradicionales
de venta de carne y otros productos, entendio el ministro.

Advirtio que para que se concrete ese cambio, pesa negativamente
la facilidad con que tradicionalmente Uruguay vendio todo lo que
produjo. "Ojo, que vender todo no signifique seguir metiendo
materias primas no diferenciadas, porque eso se va a vender a
precios cada vez mas bajos", advirtio. Todas esas exigencias
estan siendo  pautadas en diversos lugares y ambitos que forman
nuestra sociedad. Aparecen normativas, dependiendo de las
regiones y los lugares, explico, al tiempo que llamo a que
Uruguay tenga protagonismo en la elaboracion de esas normativas.


PRESIDENTE DE FAO DICE QUE NO SE PRECISAN TRANSGENICOS

"Hoy no necesitamos transgenicos", dijo el director general de
la Organizacion de Alimentos y Agricultura de la ONU, Jacques
Diouf, a periodistas en Chile en el marco de una gira
latinoamericana. Segun Diouf, los productos transgenicos seran
una solucion para paliar el hambre mundial solo si se comprueba
que no causa danios a la salud de las personas y al medio
ambiente.

La gira de Diouf abarco los paises miembros y asociados del
Mercosur, asi como a Chile y Bolivia. Dentro del Mercosur,
grupos ecologistas y de consumidores han realizados protestas
principalmente en Argentina y Brasil para evitar el ingreso y la
comercializacion de los alimentos transgenicos.

Sobre la meta de reducir drasticamente el hambre del mundo para
el anio 2015, Diouf dijo que la marcha hacia esa meta no es del
todo auspiciosa. "En el mundo pasaremos de 6.000 millones de
personas a 9.000 millones, tenemos problemas de tierras y
problemas de polucion. Con todos esto problemas hay que tener
tecnologias mas efectivas", agrego el alto funcionario
senegales.


INDIGENAS EN EL CERRADO

Los indigenas controlan un 11.5 por ciento del territorio de
Brasil, el pais que mas tierra destina a sus aborigenes, dijo el
ministro de Justicia, Jose Gregori. Al conmemorar hoy el 33
aniversario de la Fundacion del Indio (Funai), que opera en la
orbita de su ministerio, Gregori dijo que el Gobierno quiere
mantener y ampliar las reservas indigenas. Segun organizaciones
no gubernamentales, las tierras indigenas son habitadas por unas
215 etnias que hablan 170 lenguas. Las reservas, a menudo mal
demarcadas, suelen ser invadidas por hacendados o buscadores de
oro y maderas preciosas.

Seis de cada diez indios brasilenios viven en la zona centro
oeste del pais, en la Amazonia o en el ecosistema conocido como
cerrado, donde estan un 98.75 por ciento de sus tierras. El
restante 40 por ciento se concentra en un 1.25 por ciento de las
reservas ubicadas en la zona Nordeste, Este y Sur del pais.


EL DESIERTO AVANZA EN SUDAMERICA

Segun datos de la Convencion contra la Desertificacion, una
cuarta parte de la superficie del subcontinente americano son
tierras secas y deserticas y existe el peligro de que la
degradacion se extienda.

La zona del Gran Chaco americano que incluye Argentina,
Paraguay y Bolivia-, la region de la Puna en Bolivia y Peru-,
toda Centroamerica y diversas islas del Caribe son las regiones
mas afectadas por este fenomeno, dijo el responsable para
America Latina y el Caribe se ese convenio internacional, Oscar
Oramas. Ademas, en el noreste brasilenio existen zonas
semiaridas dominadas por la sabana; la mayor parte de Mexico se
ve afectada por los riesgos de las tierras secas, y los
desiertos de la costa del Pacifico se extienden desde Ecuador
hasta Chile.

Oramas situa los factores determinantes de este fenomeno en las
actividades humanas y causas naturales. Entre las primeras
destacan el pastoreo intensivo, los cultivos no apropiados, el
exceso de explotacion agricola, las practicas de riego daninas y
el uso indiscriminado de agentes quimicos como plaguicidas y
fertilizantes. Ademas de los cambios climaticos y los desastres
naturales, contribuyen a la desertificacion; es decir, a la
degradacion del suelo en zonas secas y fragiles.

Un total de 172 paises han firmado hasta ahora el convenio de la
desertizacion, de caracter vinculante, uno de los tres
"herederos" de la Cumbre de la Tierra celebrada en Rio de
Janeiro en 1992, junto a la convencion sobre el clima y la de
biodiversidad.

DRASTICA CAIDA DE LA AGRICULTURA FAMILIAR EN BRASIL

A Confederaçao Nacional dos Trabalhadores na Agricultura
(Contag) preve queda de quase 50% na área plantada pelos
agricultores familiares nesta safra de 2000/2001, em comparacao
com a safra passada, de 1999/2000. Na estimativa nao estao
incluidas as grandes propriedades. O presidente da Contag,
Manoel José dos Santos, disse que o governo nao cumpriu as
promessas de liberacao de dinheiro e nao renegociou dívidas com
os agricultores, inviabilizando o acesso a novos créditos.


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FELICES FIESTAS Y UN BUEN ANIO 2001 para todos los lectores,
subscriptores y amigos del Observador Ambiental Agropecuario
del Mercosur, y de CLAES.
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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editor Gerardo Evia; asisten Viviana Basanta
y Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion F. Ebert en Uruguay
(FESUR) y de la Fundacion CS Mott.
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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social

www.ambiental.net/claes

#20 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mié, 20 de Dic, 2000 12:31 am
Asunto: Boletin No 20, diciembre 2000
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BSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
M E R C O S U R
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 20 - Diciembre 19, 2000

CONTENIDO

   + ARGENTINA: TALA DE BOSQUES EN RIO NEGRO
   + SE DUPLICO EL AREA ORGANICA EN PARANA (BRASIL)
   + BOLIVIA: RUTA CUESTIONADA POR AMBIENTALISTAS
   + DIFERENCIAR LA PRODUCCION
   + DESERTIFICACION
   + SECUELAS DEL PANAMERICANO DE SEMILLAS
   + BRASIL CERTIFICA LIBRE DE LA VACA LOCA
   + FOROS ELECTRONICOS
     
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TALA DE BOSQUES EN RIO NEGRO

El grupo ecologista Comunidad de Limay presento con exito un
recurso de amparo para frenar la tala de ricos bosques nativos
cerca de Bariloche.
La tala, que comenzo unas semanas atras, fue aprobada por el
Gobierno de Rio Negro. Forma parte del proyecto forestal Rio
Foyel que se desarrolla en una propiedad privada ubicada a unos
80 kilometros del sur de esta ciudad, junto al paraje El Foyel y
el Parque Nacional Nahuel Huapi.
Los bosques nativos estan siendo arrasados para plantar unas
4.500 hectareas de especies exoticas (no autoctonas).

El proyecto forestal fue rechazado de plano por biologos de
Conicet y del Departamento de Ecologia de la Universidad del
Comahue, y por los mismos expertos de la provincia que trabajan
en el Servicio Forestal Andino, entre otras instituciones
especializadas. Segun los expertos, algunas de esas especies
probablemente invadan zonas cercanas y provoque gravisimos
danios, en particular en el Parque Nahuel Huapi, la mayor area
protegida de la Argentina. Todos advirtieron que se esta
eliminando un riquisimo bosque nativo de "gran valor natural",
conformado por niire, maiten, radal y retamo, con sectores de
coihue y lenga. El bosque habitado por una extensa poblacion de
aves autoctonas. Y tambien destacaron que algunas de las
especies que se pretende plantar significaran "una amenaza
mortal para los bosques de cipres".

La Comunidad del Limay tambien denuncio que el Proyecto Rio
Foyel seria la "punta de la lanza" para el ingreso de otros
emprendimientos que arrasen los bosques nativos de la Patagonia.
Distintos grupos ambientalistas coincidieron, ademas, en que la
provincia aprobo la tala "a escondidas" y sin cumplir con las
leyes vigentes, ya que ni siquiera le informaron a las
autoridades del Parque Nahuel Huapi, con el que comparte la
cuenca hidrica.

SE DUPLICO EL AREA ORGANICA EN PARANA (BRASIL)

Area de organicos dobrou no Parana - Estado e um dos maiores
produtores de organicos do Brasil, respondendo por cerca de 40%
da producão

O Brasil e hoje o 34º colocado no ranking mundial de producão e
consumo de produtos organicos. Em apenas sete meses, de janeiro
a agosto deste ano, a area destinada ao cultivo de organicos
dobrou no Parana, passando de 30 mil para 61 mil hectares. Mas
apesar de produtores e consumidores estarem buscando alimentos
mais saudaveis, muita gente ainda desconhece o significado do
sistema orgânico. Orgânicos sao alimentos produzidos sem a
utilizacao de qualquer produto quimico. A agricultura orgânica e
um sistema de producão que evita ou exclui amplamente o uso de
fertilizantes, agrotoxicos, reguladores de crescimento e
aditivos para a producao vegetal e alimentacao animal,
elaborados sinteticamente. O resultado, sao alimentos mais
saudaveis.


RUTA SANTA CRUZ-PUERTO SUAREZ

Despues de aprobar la construccion de la ruta Abapo-Camiri, se
viene la construccion Santa Cruz  Puerto Suarez, y aunque no
dio a conocer cifras de la inversion, el ministro de Comercio
Exterior e Inversion, Claudio Mansilla, aseguro que la
construccion de la ruta Santa Cruz  Puerto Suarez sera una
realidad. La obra cuenta con financiamiento del BID y se espera
iniciarla en el anio 2001. Organizaciones ambientalistas de
Bolivia se oponen a la obra, y el tema fue tratado en la reunion
de los Ministros de Transporte en Montevideo (Uruguay).

Por otro lado, refiriendose a la construccion de la carretera
Abapo-Camiri, Mansilla dijo que esta via posibilitara la
exportacion de diversos productos a la Republica Argentina, una
vez concretados los acuerdos se suspenden las restricciones que
existian desde hace ocho anios para la internacion de productos
bolivianos frescos a ese pais. Esta ruta tendra fuertes impactos
en el sector agropecuario.

En ese sentido, el presidente de Anapo, Juan Carlos Arandia
declaro: "Para la industria del complejo oleaginoso la
construccion de la ruta Santa Cruz-Puerto Suarez es de mucha
prioridad. Nos causa beneplacito conocer que se hara una
realidad, porque actualmente los granos de soya los estamos
sacando desde Santa Cruz por la via del ferrocarril hasta el
Puerto Aguirre en la zona de Puerto Suarez. La ruta permitira
abaratar costos de fletes hasta unos 15 dolares por tonelada con
relacion al monopolio que lo ostenta el transporte ferroviario".
A su vez, el presidente de la CTO, Roger Rivero, dijo: "Hace dos
anios que venimos procurando que la ruta Santa Cruz  Puerto
Suarez se construya. Para el trasporte de alto tonelaje nos
beneficia porque el recorrido lo efectuaria en menor tiempo y
las unidades vehiculares no estaran a expensas de ser
deterioradas por las malas condiciones de esa via de
integracion. Otro de los beneficios es que bajaria los costos de
los fletes y se aumentarian los volumenes de carga y por logica
se incrementaria la demanda de camiones".


DIFERENCIAR LA PRODUCCION

Mejorar la calidad y la clasificacion de la produccion, obtener
mayores precios por productos diferenciales, preservar la
identidad a lo largo de la cadena hasta llegar al consumidor,
fueron los ejes de la Segundas Jornadas Nacionales Cooperativas
de Poscosecha en Argentina.

Durante la presentacion de las Jornadas, el presidente de la
Bolsa de Comercio de Rosario, Nicanor Sodiro, sostuvo que "con
el tiempo emergeran dos tipos de mercados. Uno de produccion con
identidad preservada, basada en contratos donde se especificara
que grano se producira y como. El otro mantendra los productos
basicos y masivos".

Las industrias a las que exportamos materias primas tienen
fuertes exigencias en sus propios procesos, y extienden esos
requerimientos a sus proveedores. La exigencia de
certificaciones de calidad ya existe, y sera el turno ahora de
los controles y regulaciones ambientales. "Estas tendencias
podran tardar mas o menos en arraigarse, pero sin duda a la
larga se impondran. La actitud mas inteligente es estar
preparados, tener la mente abierta, asumir una posicion decida y
estar dispuestos a invertir mas tiempo y esfuerzo en la
capacitacion", manifesto Sodiro.

Se consideraron los problemas referidos a la biotecnologia.
Algunos sostuvieron que esta permite lograr un producto
diferenciado, pero se advirtio que tambien se han generado
nuevos problemas de externalidades que deberan resolverse. Si un
productor decide cultivar maiz no transgenico, pero su vecino
siembra maiz transgenico, ¿quien responde por la contaminacion
del polen?

Nestor Salaberry, Gerente de Exportaciones de la Asociacion de
Cooperativas Argentinas (ACA) diserto sobre calidad y
trazabilidad. "Hemos desarrollado un sistema de trazabilidad,
que es auditado por una  empresa privada designada por los
compradores. El monitoreo comprende la entrega de la semilla no
transgenica, el desarrollo del cultivo tendiente a evitar la
contaminacion con polen de cultivos vecinos transgenicos, la
cosecha, transporte, almacenamiento y transporte al puerto, las
instalaciones en el puerto y su posterior embarque. Este proceso
es tedioso y mas costoso que el tradicional, pero creemos que
este anio estaremos exportando entre 150.000 y 180.000 toneladas
de maiz bajo este tipo de identidad preservada. Es necesario ser
prolijo y metodico en la toma de datos y el relevamiento del
cultivo", explico Salaberry.

En este programa para maiz participaron unos 600 productores que
juntan unas 27.000 hectareas y se espera duplicar esos valores
para la proxima campania. Si bien existe un mercado un poco mas
claro para el maiz, no lo es tanto para la soja. "No hemos
conseguido clientes dispuestos a pagar mas por soja no
transgenica, que justifique al productor modificar su sistema de
produccion hacia este tipo de materiales", manifesto Salaberry.
Y ademas agrego "No lo vemos como una exigencia en el corto
plazo ni siquiera de Europa, ya que ella no tiene capacidad para
produccion de soja, y dependen de Estados Unidos, Argentina y
Brasil. De todas maneras, se esta trabajando en la produccion de
aceites libres de transgenicos como una estrategia comercial".

La experiencia canadiense fue comentada por el especialista
Anders Brunn. El manejo poscosecha y el sistema de clasificacion y
segregacion
esta fuertemente regulado y orientado hacia la conservacion de
identidad de los productos. Los productores pueden almacenar una
cosecha entera en sus campos, y tienen capacidad para
segregarla. Los acopiadores tambien tienen capacidad de
almacenar diferentes clases y calidades de cultivos; hasta unos
30 tipos distintos. El sistema de preservacion de identidad
permite diferenciar en dos aspectos: geneticamente modificados o
no y por calidad.

"Un productor canadiense se lleva 26 dolares mas por tonelada si
se preocupa por producir granos de calidad. Por supuesto cuenta
con el apoyo del sistema", comento Brunn. "El desarrollo de un
sistema de preservacion de identidad debe primero identificar
las necesidades de los mercados compradores, e incentivar a los
productores a proveer estos mercados a la vez que se debe
experimentar con nuevas variedades o productos especificos.
Tambien es necesario diseniar un sistema nacional de acopios y
puertos capaces de preservar la identidad de esos productos, y
obtener certificados para clasificar por transgenicos y sobre
todo definir esquemas de calidad.


DESERTIFICACION EN EL SUR ARGENTINO

La desertificacion es el principal  problema ecologico del
secano de  la Provincia de Rio Negro. Las areas mas deterioradas
corresponden a la Meseta Central y al Monte Austral, que
coinciden con los sectores mas aridos de la   provincia, en
ellos dominan los grados medio-grave y grave. En el Monte
Austral se observa una fuerte degradacion de la  vegetacion,
signos graves de erosion hidrica, y frecuentes problemas de
salinizacion, que han llevado a la perdida de la capacidad
productiva agropecuaria del 15% de la superficie del area.

En cuanto a la Meseta Central los  problemas son la degradacion
de la vegetacion y la erosion eolica. En estas areas los
sectores con grados graves coinciden con los nucleos
poblacionales mas antiguos (Comallo, Ing. Jacobacci y
Maquinchao).

Las areas de Precordillera, Sierras y Mesetas, y Monte de
Transicion con un grado predominante medio, son areas en que la
produccion ganadera seria sustentable atendiendo a un adecuado
manejo de los pastizales. En la Cordillera el impacto es puntual
con degradacion de la vegetacion, principalmente por incendios
seguidos de pastoreo. En el Monte Pampeano tambien se observan
impactos por pastoreo y fuego, pero la vegetacion presenta una
buena dinamica de recuperacion. [Fuente INTA BARILOCHE]


SIGUE LA POLEMICA: PANAMERICANO DE SEMILLAS y TRANSGENICOS

Continuan las consecuencias del XVII Seminario Panamericano de
Semillas Congreso, que tuvo lugar recientemente en Punta del
Este (Uruguay), tal como informamos en el anterior boletin.

En especial en Uruguay, la discusion sobre la conveniencia o no
de utilizar esta tecnologia se habia mantenido en un bajo perfil
y fundamentalmente con ausencia de pronunciamiento publico por
parte de las gremiales de productores agropecuarios.

El periodista agropecuario y consultor Eduardo Blassina,
escribio el viernes 24 de Noviembre en un articulo periodistico
que "Uruguay haria mejor en renunciar a la siembra comercial o
al menos etiquetar a la soja y el maiz transgenico". El autor
planteaba que eso no implica necesariamente estar "contra" los
transgenicos, sino que se deberia apostar a la investigacion.
Sin embargo el periodista se asombra de que "mientras los
consumidores rechazan cada vez mas las versiones actuales de la
tecnologia, Uruguay mas se empenia en ignorar lo que pasa fuera
de fronteras. Desde setiembre Estados Unidos tiene un caos en
sus exportaciones de maiz porque se le fueron partidas de
transgenico no aceptadas por sus clientes asiaticos" y "varios
importadores de productos agropecuarios uruguayos exigen la
ausencia de este tipo de organismos".

Mientras el Ministerio de Agricultura no ha manifestado opinion
a favor o en contra las gremiales agropecuarias (Asociacion
Rural y Federacion Rural) se manifestaron cautas al respecto. El
presidente de la Asociacion Rural, Alberto Pereyra senialo que
"recien se esta analizando esta tematica que es muy delicada y
hay que tratar el punto con criterio. Se trata de temas
nuevos... que se plantean en un pais que remarca el concepto de
"Uruguay Natural". La directiva de la ARU ha realizado reuniones
con sus asesores agricolas sin que exista una posicion
definitiva." Mientras tanto el titular de la Federacion Rural,
Ricardo Prado, manifesto que el tema esta siendo analizado, pero
que "es preciso asumir una definicion que no afecte los
intereses comerciales dentro de una estrategia nacional
coordinada".
 
 
BRASIL APUNTA A CREAR CERTIFICADO DE CARNE
LIBRE DE LA ENFERMEDAD DE LA VACA LOCA

Selo divulgara qualidade do produto nacional. A fim de divulgar
o status sanitario da carne brasileira ao mercado importador, a
Associacão Brasileira das Industrias Exportadoras de Carne
(Abiec) apresentou proposta ao Ministerio da Agricultura de
criacão de certificado de qualidade do produto nacional,
informando sua condicão de 'livre da doenca da vaca louca', cuja
incidência na Europa decretou queda no consumo de carne naquele
continente. 'E o momento oportuno, pois queremos transferir esta
ameaca de restricão para colocar a carne brasileira naquele
mercado', assinalou o presidente da Abiec, Edivar Queiroz.
Segundo ele, a Europa e o mercado que mais consome carne do
Brasil, importando cerca de 75% do total exportado. A proposta
sera definida no dia 6, na sede da Abiec, em São Paulo.


NUEVA LEY DEL  AGUA EN BOLIVIA

El proyecto Legislacion de Aguas del CGIAB, invita a participar
en el debate de los reglamentos de la ley 2066 a traves de un
foro
electronico donde se discuten los nudos tematicos a considerarse
en los
talleres regionales, paralelamente el debate electronico tambien
permitira retroalimentar al interior de los talleres regionales
con la vision y propuestas de las comunidades nacional e
internacional.
Visite: <http://www.aguabolivia.org/>http://www.aguabolivia.org/

DIALOGO INTERAMERICANO SOBRE EL AGUA

IV Dialogo Interamericano sobre Recursos Hidricos.Foz de Iguacu
Los Organizadores del IV Dialogo Interamericano sobre Recursos
Hidricos han decidido reprogramarlo para el 2-6 de Septiembre de 2001 en
vez de la fecha original fijada para el 22-26 de Abril de 2001, en
vista que la Cumbre de las Americas tendra lugar en Quebec, Canada,
entre el 20-22 de Abril de 2001.


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boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social

www.ambiental.net/claes

#19 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Jue, 30 de Nov, 2000 1:49 pm
Asunto: Boletin No 19, Noviembre 2000
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 19  Noviembre 30, 2000

CONTENIDO
    + NUEVOS LIBROS EN AGROPECUARIA y ECOLOGIA de CLAES
    + FRACASO EL ACUERDO DE CAMBIO CLIMATICO EN LA HAYA
    + SEMINARIO PANAMERICANO DE SEMILLAS PROMUEVE TRANSGENICOS
    + AMBIENTALISTAS CUESTIONAN TRANSGENICOS
    + DESCUBREN TRANSGENICOS EN PARANA, BRASIL
    + CRECE UN 50% LA VENTA DE ORGANICOS EN BRASIL
    + TALLER SUSTENTABILIDAD EN BOLIVIA

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NUEVOS LIBROS EN AGROPECUARIA y ECOLOGIA

CLAES acaba de editar dos nuevos libros en temas ambientales en
el sector agropecuario.

Agropecuaria y Ambiente en Uruguay, Valor Agregado Ambiental y
Desarrollo Agropecuario Sustentable, por Gerardo Evia y Eduardo
Gudynas. Mas de 200 paginas, con mas de 30 graficos y figuras.
Este texto ofrece un analisis sobre la reconversion ecologica
en el sector agropecuario, con informaciones comparadas para
otros paises, incluyendo la situacion de sus mercados organicos,
las implicancias economicas, sociales y ambientales.

Normativa Ambiental para la Agropecuaria, por M.J. Cousillas,
G. Evia y E. Gudynas. Es una breve guia, elaborada con apoyo de
IFCA, sobre las principales normas ambientales que se aplican
en el medio rural.

El proximo miercoles 6 de diciembre se realizara la presentacion
de estas obras, con una Mesa Redonda donde participaran A.R.
Murray (Embajador del Reino Unido), el Senador Prof. Carlos
Julio Pereyra, el Ing. Agr. Hugo Duran (Plan Agropecuario), y
los tres autores. La actividad comenzara
a las 19:30 hrs., en el Salon Auditorio, Conventuales, Canelones
1164, Montevideo. Invitamos a todos los interesados a
participar.


FRACASO EL ACUERDO POR EL CAMBIO CLIMATICO

Fracaso el pasado 26 de Noviembre, la VI Conferencia de los
paises miembros de la Convencion de Cambio Climatico.  No se
logro un acuerdo entre las posiciones de EE UU, Japon y Canada,
frente a pedidos de disminucion en la emision de gases
contaminantes liderados por la Union Europea y el Grupo de los
77.

Varios puntos de debate tienen directa relacion con las
actividades agropecuarias y el ambiente en los paises del Cono
Sur, en especial el uso de Mecanismos de Desarrollo Limpio que
involucran cambios en el uso del suelo o la promocion de la
forestacion como sumideros de carbono.

A pesar de que los cientificos habian senialado reiteradamente
que es necesario reducir la emision del CO2 en 60%, los 180
paises participantes en la conferencia de La Haya ni siquiera
lograron ponerse de acuerdo sobre la modalidad de aplicacion del
Protocolo de Kyoto (Japon) que firmaron en 1997. Ese documento
preveia la reduccion de apenas 5% de la emision de CO2.

Las mayores divergencias surgieron entre los paises de la Union
Europea y Estados Unidos, Canada, Japon, Australia, y Nueva
Zelanda, que forman el llamado "grupo sombrilla". Estos paises
promovieron aprobar mecanismos de financiamiento para proyectos
de sumideros de carbono en los paises del Sur bajo la condicion
que esas reducciones fuesen computadas como propias. Esas
estrategias pasarian por establecer un mercado de venta de
sumideros de Carbono en el Sur y que serian financiados o
comprados por los paises del Norte. Varios paises, como
Argentina, Uruguay, y Chile, apoyaban de manera directa o
indirecta estas estrategias.

El fracaso de la reunion recibio fuertes criticas desde la
comunidad de organizaciones ambientalistas. Se convoco a una
proxima reunion en Mayo de 2001. En el sitio web Red Ambiental
de CLAES se dispone de reportes de la conferencia, enviados
directamente por Gerardo Honty desde La Haya. Puede visitar el
sitio en: <http://www.ambiental.net/>www.ambiental.net


SEMINARIO PANAMERICANO DE SEMILLAS PROMUEVE LOS TRANSGENICOS

Entidades latino-americanas, representantes de empresas e
produtores de sementes, assinaram na quarta-feira, 22 de
novembro, em Punta del Este, Uruguai, manifesto favoravel à
continuidade das pesquisas e liberacão do cultivo e
comercializacão das plantas geneticamente modificadas. O
documento de apoio a biotecnologia foi divulgado ao final do 17a
Seminario Panamericano de Sementes. Durante o evento, tambem
ocorreu o Forum Mundial sobre Biotecnologia e Marketing de
Sementes, organizado pela FAO (Organizacão das Nacoes Unidas
para Alimentacão e Agricultura).

Segundo o documento, o desenvolvimento cientifico na area
tecnologica e fundamental para o progresso da agricultura da
America do Sul e Caribe e a utilizacão das plantas geneticamente
modificadas e essencial para alcancar esse objetivo. "Os paises
da America do Sul e Caribe possuem mecanismos legais e de
regulamentacao, necessarios para a evolucão segura das plantas
geneticamente modificadas", informa o texto.

O manifesto tambem menciona o direito do agricultor de utilizar
a biotecnologia para garantir a competitividade de suas lavouras
e a seguranca das plantas geneticamente modificadas. "Existem
estudos cientificos mostrando que as plantas geneticamente
modificadas, liberadas para utilizacao, sao tao seguras quanto
as nao-modificadas". As associacões de produtores de sementes se
comprometeram a produzir sementes geneticamente modificadas
totalmente seguras para a saude humana e preservacão do meio
ambiente. O documento informa, ainda, que os consumidores serao
os beneficiados finais dos novos produtos, que melhorarão a
qualidade de vida da populacao.

Entre as entidades que se posicionaram a favor da biotecnologia
estão a Associacão Brasileira dos Produtores de Sementes
(Abrasem), Associacão dos Produtores de Oleaginosas e Trigo
Anapo, da Bolivia, Associacão Equatoriana de Sementes, Camara
Uruguaia de Sementes e outras entidades representativas de
produtores de sementes da Colombia, Venezuela, Chile e
Argentina.

O evento ocorrido entre os dias 20 e 22 de novembro, foi uma
realizacão da Federacão Latino-Americana de Associacoes de
Produtores de Sementes (Felas), que reune 4 mil empresas de
sementes de 13 paises, com faturamento anual de US$ 3 bilhões,
ou 10% do mercado mundial de sementes. Cerca de 500
representantes de instituicões governamentais de pesquisa,
empresas e associacões, provenientes de 24 paises da America
Latina, Europa (Alemanha, Austria, Belgica, Franca, Holanda,
Hungria, Italia e Suica), Siria e Estados Unidos participaram do
encontro.


AMBIENTALISTAS CUESTIONAN LOS TRANSGENICOS EN EL CONO SUR

La realizacion del Seminario Panamericano de Semillas en Uruguay
desencadeno una fuerte campania de alerta y rechazo a los
transgenicos por un importante conjunto de organizaciones
ambientalistas. Las actividades fueron organizadas por REDES
Amigos de la Tierra, GRAIN (Accion Internacional por los
Recursos Genaticos), RAPAL (Red de Accion en Plaguicidas-Amarica
Latina), y la UITA (Union Internacional de Trabajadores de la
Alimentacion), con la adhesion de CLAES, CIPFE, CEUTA, Accion
por la Biodiversidad (Argentina), Sociedad Espaniola de
Agricultura Ecologica , Red Interamericana de Agricultura y
Democracia (RIAD), Red de Coordinacion en Biodiversidad,
Plataforma Rural - Espania, FOBOMADE, Foro Boliviano sobre Medio
Ambiente y Desarrollo, Instituto Latinoamericano de Servicios
Legales Alternativos, Colombia; y otros.

La declaracion recuerda que Amarica Latina es la segunda region
del mundo en superficie cultivada con semillas transgenicas y el
gobierno uruguayo ha mantenido una posicion aliada a Estados
Unidos en la defensa a ultranza de la apertura total del mercado
a estos cultivos. Esta reunion del Panamericano de Semillas es
una instancia mas para la consolidacion de sus negocios. Las
organizaciones buscan que se declare una moratoria a la
liberacion y al comercio de organismos transgenicos y sus
productos derivados, hasta que exista completa evidencia de su
seguridad y de la ausencia de riesgos, y que nuestras sociedades
hayan tenido la oportunidad de conocer y debatir informadamente
sobre estas tecnologias, sus riesgos e impactos asi como de
ejercer su derecho a decidir sobre su utilizacion. Las
organizaciones realizaron una manifestacion publica frente a la
reunion que logro una amplia cobertura de prensa.

Asimismo, en el caso de Uruguay (pais sede de la reunion),
diversas organizaciones ambientalistas enviaron una nota al
Ministro de Ganaderia, Agricultura y Pesca, donde expresan su
preocupacion por la aprobacion de cultivos transgenicos en ese
pais. Reconociendo la importancia de la agropecuaria para el
desarrollo, la nota reclama un analisis serio de las
consecuencias comerciales, sanitarias y ambientales de esos
cultivos, alertando que ponen en riesgo la imagen de "Uruguay
Pais Natural". Se reclamo la necesidad de etiquetar los
productos, reforzar los analisis de riesgo, alertando que la
comision de bioseguridad con que cuenta nuestro pais carece de
representacion de las gremiales de productores rurales y de las
organizaciones ciudadanas dedicadas a temas ambientales y del
consumo. La nota finaliza reclamando una moratoria a la
introduccion de esos productos en Uruguay.


DESCUBREN PRIMER CULTIVO TRANSGENICOS EN PARANA, BRASIL

O Ministerio da Agricultura deve confirmar nos proximos dias a
descoberta oficial da primeira plantacao de sementes
transgenicas no Oeste do Parana. Equipes do orgão estão desde a
semana passada monitorando a região onde ja foram apreendidas 11
toneladas de soja modificadas geneticamente so este ano. A soja
recolhida vinha sendo produzida em municipios proximos de Foz do
Iguacu, na fronteira com a Argentina, onde o plantio e comercio
de produtos transgenicos e permitido. Normalmente, o contrabando
faz uma triangulacao e entra no Brasil pelo Paraguai.


CRECE UN 50% LA VENTA DE ORGANICOS EN BRASIL

O crescimento anual de ate 50% na elaboracao de produtos
agricolas organicos e o aumento das exportacoes estao atraindo
para o Brasil empresas multinacionais de porte especializadas em
certificacao de qualidade. A Farm Verifiede Organic (FVO) foi a
primeira a abrir suas portas, no Recife, no ultimo dia 26. A
chegada da francesa Ecocert esta prevista para dezembro. Elas
chegam com o objetivo de facilitar a producao buscando o
atendimento as exigencias de lei da Uniao Europeia, que
determina a certificacão dos produtos.

Os organicos custam, em media, 40% a mais que os convencionais.
O trigo chega a custar 200% acima do mercado, enquanto o acucar
170% mais. A agricultura organica movimenta no mundo algo em
torno de U$ 40 bilhões/ano. O mercado cresce atualmente numa
taxa que oscila entre 5% e 50% em alguns paises.

"No caso do Brasil, o indice de crescimento tem girado em torno
de 50%. A area plantada e de 100 mil hectares e a receita
alcanca US$ 150 milhões", afirma a diretora presidente da FVO no
Brasil, Patricia Chaves. Deste montante, cerca de US$ 20 milhões
são gerados no mercado interno e US$ 130 milhões provenientes
das exportacões para paises como Alemanha, Franca, Japão, entre
outros. O Brasil ocupa a 34ª posicão no ranking na producão
mundial de organicos com 0,20%, atras da Argentina dona de
0,22%. Na Europa, por exemplo, o crescimento e da ordem de 25%
ao ano numa area cultivada 25 vezes maior a do Brasil .

De acordo com o Internacional Trade Center - ITC, os maiores
mercados produtores de organicos são os EUA, Europa e Japão.
Esses mercados apresentavam cifras da ordem de US$ 11 bilhões em
1997; estima-se que para este ano saltem para U$ 20 bilhões. As
taxas de crescimento de vendas anuais no varejo que ha quatro
anos era de 1% devera ultrapassar 10% em 2000.

A diretora presidente da FVO no Brasil, Patricia Chaves, explica
que o primeiro passo para a insercão de produtos organicos no
mercado e a conversão da area, confirmada pela certificacão, que
e concedida pelo Instituto Biodinamico de Desenvolvimento Rural
(IBD). No Brasil hoje, existem 45 produtores com selo organico
fornecido pelo IBD. A area brasileira com producão certificada
ou em processo de certificacão saltou de 30 mil hectares em
janeiro de 2000 para 61 mil hectares em agosto.

Segundo a Associacão de Agricultura Organica (AAO), a maior
producão brasileira de alimentos organicos concentra-se nos
estados de São Paulo, Minas Gerais, Espirito Santo, Parana e Rio
Grande do Sul, o correspondente a 70% do volume total.


TALLER SOBRE SUSTENTABILIDAD EN BOLIVIA

Se realizo el Taller de Ejercicios en Estrategias de Desarrollo
Sostenible en La Paz (Boliva), del 8 al 10 de Noviembre.
Participaron mas de 20 personas provenientes de diferentes
instituciones, trabajandose durante los tres dias en las
posibilidades y limites del desarrollo sostenible en el contexto
de la integracion regional en el Cono Sur. El evento fue
organizado por CLAES conjuntamente con FOBOMADE, GRAMA, PRODENA,
el Instituto de Ecologia y CIDES de la Universidad Mayor de San
Andres. La iniciativa es parte de los trabajos de CLAES en
desarrollo, ecologia y democracia en el proceso de integracion
regional en el Cono Sur, y en particular de la discusiones sobre
un modelo de sustentabilidad para el anio 2025. Mas
informaciones en el sitio web de Sur Sustentable 2025 en
<http://www.ambiental.net/sustentable2025>www.ambiental.net/sustentable2025


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editor Gerardo Evia; asisten Viviana Basanta
y Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion F. Ebert en Uruguay
(FESUR) y asistencia de la fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Numeros anteriores estan disponibles en
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CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social

www.ambiental.net/claes

#18 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Lun, 16 de Oct, 2000 6:18 pm
Asunto: Boletin No 18, Octubre 2000
claes@...
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
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No. 18  Octubre 15, 2000

CONTENIDO
    + INFORME ESPECIAL: ORGANICOS EN ARGENTINA y BRASIL
    + CONO SUR SUSTENTABLE EN EL ANIO 2025
    + ARTICULO: BIOSEGURIDAD y TRANSGENICOS EN ARGENTINA
    + AGROTOXICOS EN SANTA CATARINA, BRASIL
    + REUNIONES y RECURSOS
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LOS PRODUCTOS ORGANICOS GANAN MAS ESPACIO

Les presentamos un informe especial sobre la produccion organica
en Argentina y Brasil, resumido de un reporte de Gazeta
Mercantil (2-8 Octubre 2000). El texto completo se encuentra
disponible en nuestro sitio web sobre agropecuaria y ecologia:
<http://www.ambiental.net/agroverde>www.ambiental.net/agroverde

Cifras saludables

- La facturacion puede llegar a U$S 200 millones este anio.
- El consumo interno creceria entre el 30% y el 50% este anio.
- Hay cerca de 100 mil hectareas plantadas.
- Las empresas de insumos crecen un 25% al anio.
- Papas, tomates y frutillas tienen escasa y la mayor demanda.
- Los productos pueden costar hasta un 300% mas en el mercado
externo.
- El Banco do Brasil tienen credito "ilimitado" para el sector.

Crece el mercado interno de Brasil

El mercado interno de Brasil, lejos el mayor, crece a ritmo de
los mas consolidados del mundo, estimulado por el ingreso de
grandes empresas que realizan publicidad. Este anio, la
facturacion del sector crecera un 50%, como en 1999, y llegar a
200 millones de dolares. Pero, para el director de Comunicacion
de la Asociacion Brasilenia de Agricultura Organica (AAO),
Ricardo Serveira, lo que impulsara el desempenio esa vez,
alterando las estadisticas, sera el consumo domestico en los
ultimos anios, mercados mas consolidados, especialmente Alemania
e Inglaterra, han absorbido del 70 al 90% de la produccion
brasilenia.

Por ahora, casi el 100% de los organicos brasilenios son
exportados in natura. Algunos, con precios hasta un 300% mas
caros que su equivalente no organico, segun Philipe Lisboa,
gerente de proyectos de fondo Terra Capital. Pero eso esta
cambiando. Este mes, anticipandose a una tendencia inevitable,
Univalem, central productora de azucar y alcohol del interior
paulista, lanza, a los mercados externos e interno, guarapo,
mermeladas, vinagre, cafe gourmet, frutas deshidratadas, jugos
de frutas, arroz y aceite. Bajo la marca EcoLinea, licenciada
por Greenpeace, items de varias empresas ya consolidadas, como
cafe Ituano y DaTerra, que continuaran firmando sus productos.
"La propuesta es dar soporte de comunicacion y marketing a todas
las empresas, promover la integracion de los productores y
ayudar en el desarrollo del mercado", dice Diogo Hashimoto,
director comercial de Univalem. La empresa, que el anio pasado
facturo 32.4 millones de dolares y estima comercializar este
anio 12 mil toneladas del azucar organica Zucc (10 mil en el
exterior), invirtio hasta ahora unos 11 millones en los
organicos, segun Hashimoto.

Iniciativas como esa se multiplicaran y muestran que,
definitivamente, ese ya no es un negocio solo para pequenios
agricultores. De los 250 proyectos certificados por el Instituto
Biodinamico (IBD), apenas el 10% son de pequenio porte y
representa solamente el 10% de las 62 mil hectareas cultivadas,
aun cuando reune a 1.2 millones de productores. Con todo, solo
productos como el cafe y el azucar tienen produccion en volumen
suficiente para frecuentar permanentemente las gondolas de los
supermercados, segun Eijsink, de Carrefour. Aparentemente hay
espacio para todos.

La exportacion salva al sector en Argentina

La produccion de organicos en Argentina crece al ritmo de las
exportaciones. En los ultimos cinco anios las ventas se
multiplicaron por cinco, pasando de 5 mil toneladas en 1995 a
25.8 mil toneladas el ultimo anio. En sentido contrario, el
consumo interno de organicos que presenta apenas el 10% de la
produccion- cayo un 74% en 1999, afectado fundamentalmente por
la recesion economica.

A principios de julio de 2000 la Comision Interministerial de
Comercio Internacional (CICI), que coordina el presidente
Fernando de la Rua, anuncio un paquete de medidas para fomentar
las exportaciones. En el, la produccion organica tuvo un
capitulo aparte. Las autoridades pretenden darle un impulso al
sector a traves de una linea de creditos en el Banco Nacion, los
reintegros y la reglamentacion de la ley de produccion organica.
Pese a esto, los productores creen que el apoyo del gobierno es
escaso.

Actualmente el 90% de los productos organicos argentinos es
exportado. Entre los principales destinos se encuentran la Union
Europea, con 85.5% y Estados Unidos, 10.7%.

La produccion certificada de organicos en Argentina se basa
principalmente en cereales, frutas y hortalizas y legumbres. En
1997 apenas alcanzaba las 10.6 mil toneladas, el anio pasado
llego a las 28.6 mil toneladas. En tanto, la superficie
destinada a este tipo de productos paso de 229 mil hectareas a
poco mas de un millon en el mismo periodo.

"En los ultimos dos anios, la produccion organica tuvo un gran
crecimiento, sin embargo la oferta de organicos en los
supermercados todavia no supera el 10%", dice Omar Rodriguez,
uno de los propietarios de La Esquina de las Flores, una
companiia especializada en al panificacion organica. Hoy, las
grandes cadenas de supermercados como Jumbo, Disco, Coto o
Auchan cuentan entre sus gondolas con productos organicos. "La
venta de productos organicos esta fuertemente concentrada en
Capital Federal, en el interior del pais es practicamente
inexistente", afirma Enrique Rimondino, presidente de Miel del
Monte, una empresa ubicada en la provincia del Chaco que se
dedica a al produccion de miel organica.

Alternativas de credito para organicos

La prueba de que la agricultura organica es un buen negocio esta
en el surgimiento de creditos para el sector. El Banco de Brasil
reconocio la viabilidad del area y priorizo a los agricultores
organicos al otorgar creditos, y recibieron del Banco por
primera vez 5.9 millones de dolares en 1999. En el ejercicio
agricola iniciado en julio se liberaron 3.4 millones.


CONO SUR SUSTENTABLE EN EL ANIO 2025

CLAES esta anunciando el programa "Sur Sustentable 2025" con el
proposito de analizar y promover alternativas de desarrollo para
el Cono Sur. Esta iniciativa considerara los ecosistemas
subtropicales, templados y frios del Cono Sur, elaborando
estrategias para el anio 2025, y bajo un escenario de
integracion total entre los paises. Partiendo del concepto de
regionalismo autonomo, la delimitacion de bioregiones y la
complementaridad productiva, se busca poner en discusion entre
diferentes sectores la futura marcha de la region. El proceso
incluira documentos, investigaciones, talleres en diferentes
paises, y la posibilidad de participar como investigador
asociado o cogestor. Para obtener mas informaciones visite el
sitio web de esta iniciativa:
<http://www.ambiental.net/sustentable2025>www.ambiental.net/sustentable2025


BIOSEGURIDAD ALIMENTARIA y TRANSGENICOS

Resumen de un articulo de Guillermo Moore de la Serna,
presidente del Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuaria de
la Argentina, con una novedosa perspectiva sobre los
transgenicos, bioseguridad y comercializacion. El articulo
original fue publicado en "Archivos del Presente", No 19, Marzo
2000, Buenos Aires. El texto completo del articulo esta
disponible en el sitio web AgroVerde en
<http://www.ambiental.net/agroverde>www.ambiental.net/agroverde

Un embargo de facto

Cuando en los puertos de la Union Europea no se permitio
descargar el contenido de las bodegas de aquellos barcos que no
estaban en condiciones de garantizar que todo el maiz que
contenian, provenia de materiales geneticamente aprobados para
su comercializacion; se acabo el facilismo de la politica
argentina en torno de los organismos transgenicos.

Esta primera evidencia encontro a la Argentina, de pronto,
directamente beneficiada de la situacion. En la campania
1997/98, las exportaciones de maiz de Estados Unidos con destino
a la Union Europea cayeron mas del noventa por ciento. Tambien
las exportaciones canadienses de colza se redujeron de manera
vertiginosa. La Union Europea habia aprobado apenas cuatro
hibridos geneticamente modificados de maiz, mientras que en
Estados Unidos ya se sembraban once. Entonces, como en  Estados
Unidos las semillas de los cuatro hibridos permitidos con las de
los siete no autorizados se mezclaban, el resultado fue que el
maiz estadounidenses dejo, practicamente, de entrar en Europa.

Este embargo europeo de ipso, y en particular espaniol, es el
resultado de la lentitud de la Union Europea para aprobar
(sembrar y/o comercializar) eventos transgenicos en su
territorio. En esta lentitud han influido, sin duda,
organizadores de consumidores y defensores del ambiente, asi
como las tradicionales complejidades burocraticas de la UE.
Pero en la ecuacion de los transgenicos existe, sin embargo,
otro actor importante: el efecto dominante que en ella ejercen
las grandes superficies de distribucion.

Las grandes superficies de distribucion

La competencia entre las grandes superficies de distribucion es
entre gigantes y, por lo tanto, desmesurada. Es a traves de
ellas por donde pasa la mayor parte de los alimentos que compra
el consumidor. Cuando sucedio el problema de encefalia
espungiforme bovina (vulgarmente conocido como el mal de la vaca
loca) el panico cundio entre las grandes superficies de
distribucion: si se comprobaba que alguna de las personas se
habia visto afectada luego de consumir carne comprada en alguno
de sus locales, a la previsible cascada de juicios sobrevendria
una caida catastrofica en las ventas.

Las grandes superficies de distribucion son los primeros
interpretes del humor de los consumidores y cuando las
organizaciones ambientalistas y ecologistas instalaron en la
sociedad el tema de los OGM y sus potenciales peligros, la
reaccion de los supermercados no se hizo esperar: primero
comenzaron por eliminar los transgenicos de los productos de sus
propias marcas; luego continuaron con la presion hacia las
industrias transformadoras que, se volcaron a la aventura de
garantizar alimentos libres de OGM. Y la politica de ofrecer
alimentos no transgenicos les daba a las grandes superficies de
distribucion sus frutos, porque sus ventas aumentaban. Tanto se
ha modificado el sistema de ventas de alimentos que, en
Inglaterra, los restaurantes que no han advertido a sus clientes
que estan vendiendo productos provenientes de materiales
transgenicos son pasibles de altas multas. El efecto domino
llego a los grandes traders, como Archer Daniels Midland y, de
la mano de estos, a los productores agropecuarios.

Una verdad indiscutible es que si las grandes superficies de
distribucion definen, como estrategia de venta, productos no-OGM
o libre-OGM, el paso siguiente es la constitucion de un marco
legal que contemple esta circunstancia. asi, en consecuencia, el
etiquetado no tardo en llegar a la Union Europea y,
posteriormente, a otros paises como Japon, Corea, etcetera. El
etiquetado, la definicion de productores razonadas por parte de
las grandes superficies de distribucion, la prohibicion de
comercializar en la Union Europea eventos transgenicos que se
cultivan en otros paises, acelero la ocurrencia de un fenomeno
preexistente: la segregacion de las materias primas y, junto con
ella, la preservacion de la identidad de materiales.

La identidad preservada

El concepto de la identidad preservada es independiente de la
aparicion en el mercado de los OGM. Esta relacionada con la
produccion de determinadas especialidades que se dirigen  a
nichos especificos de mercado: un maiz que contiene una
promocion alta de aceite o un flint, un girasol alto oleico,
etc. Sin embargo, el desarrollo de las semillas transgenicas ha
dado un renovado impulso a la identidad preservada, al menos
tres perspectivas que ya hemos desarrollado en los parrafos
precedentes:
Los OGM aprobados no son los mismos en todos los paises.
Las intenciones, en una lista creciente de paises, de establecer
un etiquetado obligatorio para los alimentos que contengan OGM.
(El nivel de tolerancia que fije es crucial para calcular los
costos que el proceso de la identidad habra de incurrir).
Las industrias transformadoras de materias primas de origen
agropecuario y cadenas de supermercados estan interesadas en
ofrecer, a determinados segmentos de consumidores, alimentos
libres de OGM.

No existe duda de que los OGM y las resistencias que generaron
en franjas importantes de consumidores, aceleraron el desarrollo
de la identidad preservada y su ingenieria organizacional. Dicho
de otro modo, comienzan a existir las tecnologias que permiten
segregar los materiales a costos aceptables y la identidad
preservada se muestra como una estrategia posible de competencia
y competitividad.

Inputs traits versus quality traits

Las OGM inputs traits (resistencia herbicida, control de
insectos) son productos masivos. Son productos a los que la
transgenesis no les ha cambiado las magnitudes comercializadas.
¿Debemos pensar a los OGM quality traits insertos en mercados de
grandes volumenes o, mas bien, en mercados con logica de nicho?
Si la pregunta no puede contestarse categoricamente, si puede,
en cambio, sostenerse como quality traits, dado que portan una o
varias calidades intrinsecas especiales, deberan  tener un
precio superior al de la materia prima similar que no contiene
esas transformaciones incorporadas. Otro punto tambien parece
indiscutible: los quality traits deben ser resguardados de las
mezclas con granos extranios.

Asi, en este contexto, podemos suponer que las nuevas
generaciones de OGM podrian permitir a nuestro pais contar con
un variado numero de nuevas materias primas con mayor valor
agregado, insertas en el circuito internacional. En
consecuencia, las nuevas materias primas se agregarian a las
tradicionales, a las ya existentes. Habria, por lo tanto, mas
tipos de materias primas para vender. Pero si introducimos el
supuesto de que la superficie cultivable y los rendimientos de
los cultivos no aumentaran de manera sorprendente, podemos
inferir que deberia haber menos granos tradicionales y que, por
lo tanto, los volumenes comercializados por cada tipo de grano
particular serian, aunque todavia masivos, inferiores a los
manejados actualmente. En consecuencia, ¿Vamos hacia cambios
importantes en la logistica de la comercializacion de granos en
la Argentina? ¿Vamos hacia una manifestacion de la identidad
preservada?

El Convenio sobre Biodiversidad Biologica

Es ineludible escudriniar el Convenio de la Diversidad Biologica
y su evolucion por los exportadores e industriales argentinos si
se quiere estar alerta en la evolucion futura del comercio de
OGM. Queda claro que se esta delineando con firmeza, la sombra
de una especie de etiquetado de las exportaciones de materias
primas  geneticamente modificadas tanto para aquellas que van a
ser deliberadamente introducidas en el medio ambiente del pais
importador como para las que seran destinadas al consumo directo
como alimento o para su procesamiento.

En el caso particular de los OGM que se introducen con destino
al consumo directo como alimento o su procesamiento, el
etiquetado por el momento consensuado es mas ambiguo. Las
partidas deben estar identificadas con un puede contener OGM y
debe explicitarse que no seran introducidas en el medio ambiente
del pais importador  (tambien debe suministrarse informacion
respecto de un punto de contacto en el caso de que se desee
mayor informacion).

Las grandes superficies de distribucion pretenden preservar la
identidad de la materia prima para ofrecer un producto de
(supuestamente) mayor valor, calificado como libre de OGM o como
no contiene OGM; las materias primas de la segunda generacion de
OGM, por su parte, dado su mayor valor intrinseco, tambien
obligan a preservar la identidad; pero el etiquetado obligatorio
del Protocolo de BIOSEGURIDAD (y el de la Union Europea, Japon,
etcetera) obliga a identificar ya no al speciality sino al
commodity, a la materia prima que (supuestamente) tiene menor
valor intrinseco.

En sintesis, se abre un escenario en donde sera necesario
manejar informacion respecto de la materia prima que se manipula
y comercializa a tercero paises, lo cual obliga a intensificar
la organizacion y la coordinacion al interior de la cadena de
los agroalimentos.

Nuevamente, se nos aparece en el horizonte cercano la necesidad
de conocer, en primer lugar, nuestras capacidades para segregar
materias primas diferentes y, en segundo lugar, la obligacion de
implementar las acciones correspondientes para que los circuitos
productivos, comerciales y de transformacion, realicen las
modificaciones pertinentes a los fines permitidos vender
productos de mayor valor intrinseco o agregado, agregado a
escala internacional.

Finalmente, puede decirse que, en terminos globales, con el
correr de los anios la importancia del medio ambiente y del
consumidor es creciente en las negociaciones internacionales y
es posible que esta tendencia continue, modificando o matizando,
la otra tendencia mundial hacia la liberalizacion del comercio.

La agenda politica

No suena consistente al nivel de imagen, por ejemplo, prepararse
para promocionar la venta externa de carne argentina engordada
sobre frescas y verdes praderas cuando el ochenta  por ciento de
la soja es transgenica. ¿Que estrategia de produccion debe
definirse, en conjunto con las industrias aceitera y las
asociaciones de productores, si en la Union Europea (el
principal comprador argentino de harina de soja) se concreta el
etiquetado de los alimentos balanceados y se desarrolla un
interesante mercado de proteinas libres de OGM? ¿Cuanto nos
equivocamos si acordamos que invertir en capacidad de
almacenamiento y logistica es una prioridad para diferenciar
calidades y segregar materiales? En definitiva, debemos
implementar politicas activas para no quedar reducidos a vender
solamente en el circuito  aftosico (transgenico) de la soja
porque la Argentina es un gran exportador de alimentos y debe
vender en todos los mercados sin exclusion y porque es, en
definitiva, una obligacion del Estado trabajar para que al
interior de las cadenas productivas se desarrollen procesos de
innovacion que fomenten el empleo y la produccion de mercaderias
de mayor calidad y valor agregado.

Comentarios finales

La innovacion tecnologica del OGM en el cultivo de soja en la
Argentina alcanzo una tasa de incorporacion inedita en el mundo.
Pero nuestro pais tiene, por razones a veces muy distintas unas
de otras, una larga historia de innovaciones tecnologicas no
incorporadas. Los indicios nos sugieren que junto con los OGM,
debido a razones sociales, ambientales,  economicas,
tecnologicas, etc, se desarrolla un proceso tecnologico
organizacional que obliga a separar (segregar) la materia prima
segun las distintas calidades. Con seguridad, esta tecnologia no
sera incorporada con la misma rapidez que un transgenico o con
la prontitud con la que se desarrolla en otros paises como
Estados Unidos o Australia. ¿Cuanto tiempo le llevara a la
Argentina avanzar en la diferenciacion de calidad a escala que
los negocios internacionales obligan? ¿Vale la pena comenzar a
orientar nuestro negocio de grandes volumenes y bajos precios
hacia distintas segregaciones cuando la competitividad natural
del pais ha sido siempre la venta de commodities? Nuestra
respuesta es si. Dentro de lo contrario se impediria la
incorporacion de innovaciones tecnologicas que, por su efecto
cascad, modernizan un conjunto de eslabones productivos y
comerciales promoviendo la generacion de mayor valor y de empleo
mas calificado.

Finalmente, puede decirse que en la Argentina predomina, certero
o ingenuo, poco informado o inteligente, un pensamiento
positivo. Esto conduce a imaginar que el mal de los transgenicos
no durara mucho tiempo y que, en consecuencia, los grandes
negocios a escala intercontinental recobraran mucho mas temprano
que tarde, la merecida paz, al menos en lo que al tema OGM se
refiere. Pero que quede claro, si la biologia es la ciencia que
dejara su impronta en decadas futuras, muchas palabras quedan
aun para decirse y desdecirse en el comercio de OGM. Mientras
tanto parece atinado que desde nuestro Sistema Nacional de
Innovacion se invierta en generar conocimiento biologico, en
aprender las tecnicas para manipular lo vivo y generar
tecnologias al tiempo que, de manera responsable, se trabaja
para generar Bioseguridad tanto  ambiental como de los
consumidores.


AGROTOXICOS EN SANTA CATARINA, BRASIL

Agrotoxicos ameacam a vida de agricultores - A cada ano ocorrem
cerca de 500 casos de intoxicacão em Santa Catarina. Deste
total, 15 morrem devido ao problema. . No Brasil, segundo dados
do Ministerio da Agricultura, foram comercializados US$ 1,6
milhão em agrotoxicos em 1995. Quatro anos depois, a cifra quase
dobrou: US$ 2,5 milhoes. Os agrotoxicos são agentes toxicos que
mais matam no Estado, correspondendo ao maior numero de obitos
registrados no Centro de Informacões Toxicologicas do Hospital
da Universidade Federal de Santa Catarina. A cada mes são cerca
de 30 a 40 casos de intoxicacões. A media de casos de
intoxicacões chega hoje a 500 casos registrados anualmente.
Destes quinze acabam em morte. Muitos são os agentes causadores.
Segundo pesquisadores, o produto Tamaron, por exemplo, provoca
irritacão, depressão, alteracões no sistema nervoso central,
impotencia e ate ma-formacão de fetos. Uma bomba quimica.

O uso indiscriminado de agrotoxico no tomate assusta. Muitos
agricultores não usam protecão nenhuma para preparar os
produtos, nem sequer para aplica-los na lavoura. De acordo com o
extensionista da Empresa Catarinense de Pesquisa Agropecuaria
(Epagri) Nauro Jose Velho, para cada hectare cultivado a cultura
exige 39,5 quilos de agrotoxicos. Se calculada a area cultivada
deste ano, conforme a Associacão Cacadorense de Produtores de
Tomate (Acato), que devera ser de 700 hectares, chega-se ao
assustador numero de 27.650 quilos do produto numa so safra. A
Acato tambem calcula que cerca de 6 mil pessoas trabalham
diretamente com o tomate e os residuos dos toxicos.


PUBLICACIONES

MANEJO DE PASTAGEM ECOLOGICA - Um conceito para o Terceiro
Milenio, por el engenheiro agrônomo Jurandir Melado, aborda
assuntos tecnicos de agropecuaria, visando a utilizacão
sustentavel dos recursos naturais. Ensina como formar pastagens
no cerrado a baixo custo e sem destruir o ecossistema original;
como aumentar a eficiencia das pastagens ja formadas, tornando-
as auto-sustentaveis; como recuperar pastagens degradadas a
baixo custo, apenas com manejo e sem mecanizacão; como implantar
um sistema Pastoreiro Racional Voisin (sistema intensivo de
manejo do gado, da pastagem e do solo, proposto por Andre Voisin
para manutencão do equilibrio trinômio solo-capim-gado, sem
beneficiar um em detrimento de outro); e como projetar e
construir uma cerca eletrica segura, eficiente, duravel e
econômica.
Neste livro considera as solucões praticas e criativas que foram
desenvolvidas como experiencia, de mais de 10 anos, na "Fazenda
Ecologica Santa Fe do Moquem", localizada no municipio de
Livramento - MT, a 70 Km de Cuiaba. As experiencias feitas na
fazenda resultaram no que hoje e chamado de Sistema de Formacão
Ecologica de Pastagens no Cerrado, eliminando a pratica de
queimadas, o desmatamento dos campos de cerrado, e
reconstituindo em mata secundaria os locais antes usados pela
agricultura de subsistencia dos antigos proprietarios. A carne e
leite orgânicos são os produtos resultantes do manejo
sustentavel de pastagens que se confirma como a alternativa
racional para a pecuaria no Brasil, pois, alem de ser auto-
sustentavel, e a que permite o maior indice de produtividade a
campo, sendo tambem a mais econômica nas fases de implantacão e
manutencão. [Reproducido de RedeVida]


REUNIONES

I Seminario Internacional ,  II Seminario Estadual sobre
Agroecologia    y  II Encontro Nacional sobre Pesquisa em
Agroecologia. 20 al 22 de noviembre de 2000, en Porto Alegre,
Rio Grande do Sul , Brasil. Informaciones adicionales:
Francisco Roberto Caporal <caporal@...>

SUMIDEROS DE CARBONO

Una nueva publicacion sobre sumideros de carbono y el Protocolo
de Kyoto estan disponible desde la pagina en internet de la Red
Ambiental, en <http://www.ambiental.net/>www.ambiental.net Ademas, se han
incluido nuevos
articulos y materiales referidos a la pobreza en la region, el
proceso de integracion sudamericana, los veredictos del Tribunal
del Agua en America Central, y mucho mas.


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Centro Latino Americano de Ecologia Social

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#17 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mar, 3 de Oct, 2000 12:16 pm
Asunto: Boletin No 17, Octubre 2000
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No. 17  Octubre 3, 2000

CONTENIDO
    + MERCOSUR: LA CRISIS DE LA AFTOSA
    + AMBIENTE Y BIENESTAR EN EL CONGRESO MUNDIAL DE BUIATRIA
    + BRASIL: EMBRAPA Y TRANSGENICOS
    + CHILE: ETIQUETADO DE TRANSGENICOS
    + URUGUAY: REGULACIONES SOBRE TRANSGENICOS
    + LA SOJA AVANZA EN BRASIL
    + AGROECOLOGIA Y PLASTICOS
    + NOTICIAS BREVES Y RECURSOS
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LAS ENSENIANZAS DE LA CRISIS DE LA FIEBRE AFTOSA EN EL MERCOSUR

por Gerardo Evia
[CLAES - Centro Latino Americano de Ecologia Social]

Recientemente se desencadeno en el seno de la cuenca del Plata
una crisis sanitaria, a raiz de la aparicion de focos de fiebre
aftosa en el estado brasilenio de Rio Grande del Sur, e
identificacion de la presencia del virus en algunas provincias
argentinas, y que aparentemente se deberian a ganado introducido
desde Paraguay. Esta situacion arroja importantes lecciones para
los temas ambientales en el Mercosur, y para las posibilidades
de lograr un desarrollo sostenible regional.

Mas alla de los impactos directos causados por los brotes, asi
como las medidas de control epidemiologico que se adoptaron, la
consecuencia mas importante fue el cierre de los mercados
importadores del llamado "circuito no aftosico" para las carnes
de estos paises. Recordemos que esos paises, o al menos algunas
regiones en ellos, habian sido declarados libres de esa
enfermedad por la OIE (Organizacion Internacional de
Epizootias). La aparicion de ganado con anticuerpos del virus de
aftosa -pero no con la enfermedad declarada- le representara a
Argentina por lo menos perdidas por unos 130 millones de
dolares. La estimacion considera la tasa anual de incremento de
exportaciones de carnes frescas a EE.UU. y a Canada. Esa cifra
equivale a mas de un tercio de las exportaciones totales de
carne de 1999. A esa merma de ingresos deberia sumarse el
retraso en la apertura de los mercados de Mexico, Japon y Corea
del Sur, tres paises que todavia no dieron por valido el
reconocimiento que le otorgo la OIE a la Argentina como pais
libre de aftosa sin vacunacion.

Esta situacion  desencadeno gran alarma no solo en los sectores
directamente involucrados (productores pecuarios) sino en los
gobiernos, por cuanto las consecuencias economicas derivadas de
la nueva situacion serian muy importantes para todos los paises
involucrados.

Esta discusion involucra temas sanitarios y comerciales que
poseen relaciones con los temas ambientales. Durante muchos
anios se consideraron a las restricciones sanitarias a la
colocacion de nuestras carnes en los mercados de terceros paises
como barreras no arancelarias, que supuestamente encubrian
medidas proteccionistas. Existen varios ejemplos de este tipo en
el comercio con la Union Europea. En el caso de la aftosa, a
pesar del uso reiterado de esta critica, esas barreras no se
sortearon hasta que los paises de la region encaron un programa
serio y coordinado para la erradicacion de la enfermedad.

Cuando trascendio la presencia del virus en Argentina,
inmediatamente Uruguay adopto medidas para prevenir la entrada
del virus al pais y preservar su estatus sanitario, prohibiendo
la entrada de animales vivos susceptibles, carne y subproductos.
Las restricciones comerciales tambien incluyeron productos
paraguayos. Las medidas aplicadas a algunos subproductos
generaron protestas, y fueron tildadas de barreras para-
arancelarias por empresarios de ambos paises. Desde Uruguay
muchas veces se levantaron argumentos de ese tipo, y a la luz de
estos hechos queda claro lo dificil que resulta muchas veces,
discriminar las medidas proteccionistas legitimas de las
espureas. Obviamente las cosas se ven diferentes "desde el otro
lado del mostrador".

Los hechos ocurridos ponen en claro que los eventos vinculados a
procesos naturales como aquellos en que se basa la produccion
agropecuaria, tienen una dinamica propia, y que el control y la
regulacion de tales procesos y de sus efectos depende
fundamentalmente de politicas y acciones concertadas entre los
paises de la region, por cuanto ni los virus, ni los animales
silvestres, ni los contaminantes en el agua o el aire reconocen
fronteras politicas o administrativas. Este es otro aspecto
ambiental que debe recordarse.

La crisis de la aftosa demuestra que las acciones de un pais
pueden generar repercusiones negativas en los vecinos. De hecho,
hoy a casi  un mes de desencadenada la crisis y cuando pareceria
que los focos han sido controlados, Uruguay que siempre estuvo
libre de la enfermedad, aun soporta restricciones comerciales en
algunos paises a la colocacion de su produccion, como resultado
de la crisis regional. Esto deja en claro la necesidad de
fortalecer estrategias conjuntas a nivel del Mercosur.

Por otro lado si se analiza la sucesion de los hechos en el
tiempo, las declaraciones de las autoridades sanitarias de los
diferentes paises quedo clara la falta de coordinacion y
transparencia. Algunos han mencionado que la  falta de
informacion brindada obedecio a la necesidad de proteger
intereses comerciales de los paises afectados, sin embargo es
evidente que el problema trasciende la territorialidad del pais
afectado tanto desde el punto de vista epidemiologico como en lo
comercial.

Hoy en dia muchos argumentan que los requisitos y condicionantes
vinculados a temas ambientales en el comercio tambien
constituyen intentos proteccionistas para frenar las
exportaciones de nuestros productos, y es probable que en algun
caso esto sea asi. Sin embargo tambien es claro que existen
motivos legitimos para establecer restricciones al comercio,
fundamentados en la proteccion ambiental y en la salud de los
consumidores. Ademas existen oportunidades comerciales en la
diferenciacion de productos por su calidad y valor agregado
ambiental como lo demuestra la demanda creciente por productos
organicos.

Por lo tanto parece claro que el Mercosur como bloque exportador
de alimentos, tambien deberia preocuparse por armonizar
politicas ambientales para el sector agropecuario, por cuanto de
ello tambien dependera la credibilidad y las oportunidades de
acceso a los mercados para sus productos de
exportacion.


CONGRESO MUNDIAL DE BUIATRIA
BIENESTAR Y MEDIO AMBIENTE SON LOS TEMAS MAS TRASCENDENTES

El Congreso Mundial de Buiatria tendra lugar en Punta del Este
(Uruguay) del 4 al 8 de diciembre. Ademas de los temas
habituales de la especialidad, abordara otros de gran actualidad
como ecologia y medio ambiente o economia agropecuaria.

El Dr. R Ugarte, del Comite Organizador, destaco que se abordara
una tematica que ocupa un lugar preponderante, como lo es
bienestar animal y el medio ambiente. Declaro que "En el mundo
ya esta aceptado que cuidar el medio ambiente no es un lujo,
sino que es una necesidad para sus habitantes  y en ese sentido,
vamos a tratar la problematica del animal pero orientada hacia
el ser humano".

Sudamerica es vista por los grandes mercados consumidores de
productos dependientes del sector agropecuario como una garantia
de inocuidad y de calidad, por eso, los organizadores no dudan
en decirle a los gobernantes, profesionales e industriales que
en el XXI Congreso Mundial, "van a tener la oportunidad  de
mostrar las condiciones en las que se producen los alimentos".

DOCUMENTO: POSICION DE EMBRAPA SOBRE TRANSGENICOS

A Embrapa classifica a questão das plantas transgenicas em
quatro dimensões, a saber: I - A relevância datecnologia do DNA
recombinante para o desenvolvimento sustentavel da agricultura
brasileira; II - agarantia da disponibilizacão de tais
tecnologias de forma segura para o consumidor e para o meio
ambiente,à luz dos conhecimentos cientificos de biosseguranca
existentes; III - A possivel vantagem comercial para o Brasil da
certificacão de origem de algumas "commodities" transgenicas; e
IV - o direito do consumidor de optar pelo consumo de alimentos
não transgenicos.

A Relevância da Tecnologia do DNA Recombinante

Neste particular, e importante mencionar que a Embrapa lidera um
dos melhores programas demelhoramento genetico vegetal para
plantas anuais cultivadas na faixa tropical e semi-temperada e
que, com a incorporacão segura de construcões genicas voltadas
para resistencia a pragas e doencas, adaptacão das variedades às
condicões ambientais adversas, bem como agregacão de valor
nutricional e farmaceutico, pode contribuir para consolidar esta
posicão de lideranca do pais na producão de grãos, fibras e
oleaginosas em âmbito mundial. Projetos estrategicos de producão
de plantas transgenicas conduzidos pela Embrapa em parceria com
instituicões de pesquisa e empresas do Brasil e do exterior,
encontram-se em desenvolvimento, com as culturas da soja, arroz,
batata, milho, mamão, eucalipto e feijão.

Os investimentos feitos pela Embrapa no desenvolvimento de
tecnicas modernas para a manipulacão segura da variabilidade
genetica, tais como o Programa "Desenvolvimento de Pesquisa
Basica em Biotecnologia" (Programa III) e o Programa para o
Desenvolvimento Tecnologico da Agropecuaria Brasileira
(Prodetab), estão respaldados em diretrizes do Governo Federal e
apoiados por varios outros programas que financiam o
desenvolvimento cientifico-tecnologico na area de biotecnologia,
tais como o Padct, Pronex, CNPq/Rhai, entre outros. As Fundacões
Estaduais de Apoio à Pesquisa tambem vem investindo
prioritariamente nesta area.

O debate sobre o uso de plantas transgenicas atual esta
demasiadamente concentrado em alguns poucos produtos que
chegaram ao mercado nos ultimos tres anos, frutos da assim
chamada "primeira onda" da engenharia genetica, caracterizada
pela manutencão das caracteristicas do produto convencional nos
produtos transgenicos e nos seus derivados. Um produto desta
onda e a soja Roundup Ready. A "segunda onda" trara para o
mercado produtos que diferem dos obtidos de forma convencional,
como a soja "High-Oleic", cujo oleo tem maior estabilidade ao
calor e contem maior concentracão do acido oleico,orientado para
um mercado crescente em busca de produtos mais saudaveis. No
entanto, a maiorrevolucão nos sistemas de producão agricola vira
com a "terceira onda", onde as plantas desempenharão opapel de
biofabricas desenvolvidas para a producão de produtos de
interesse para a industria de medicamentos, de alimentos e de
racões.

Em outras palavras, a polemica atual em torno dos transgenicos
não considera que a engenharia genetica aplicada ao melhoramento
genetico vegetal ja provoca enormes mudancas nos sistemas de
producão agricola, gerando alternativas criativas para o aumento
da producão e produtividade de alimentos com seguranca ambiental
e reducão dos custos de producão. A competitividade do
agronegocio presente e futuro estara, portanto, diretamente
vinculada à capacidade de se incorporar tecnologias avancadas no
processo de producão. Todo este desenvolvimento tecnologico, no
entanto, deve ser calcado em solidos principios de seguranca.

Seguranca Ambiental e Alimentar

O Brasil ja conta, desde 1995, com uma lei de biosseguranca
moderna que permitiu a criacão da Comissão Tecnica Nacional de
Biosseguranca - CTNBio, composta por representantes da sociedade
civil, da comunidade cientifica e do Governo Federal. A CTNBio,
dentre outras, tem como responsabilidadecertificar e monitorar a
qualidade da infra-estrutura e capacitacão tecnica das
instituicões de pesquisa, de desenvolvimento tecnologico e de
ensino que desenvolvem atividades com transgenicos no pais, em
trabalho colaborativo com tais instituicões, cujo funcionamento
legal depende da implantacão de Comissão Interna de
Biosseguranca e da obtencão do Certificado de Qualidade de
Biosseguranca - CQB. A CTNBio e responsavel, ainda, por
analisar, caso a caso, toda e qualquer liberacão de
organismostransgenicos no meio ambiente, emitindo parecer
tecnico conclusivo e encaminhando-o aos Ministerios da Saude, do
Meio Ambiente e da Agricultura, para decisão final.

A Embrapa considera, entretanto, que e indiscutivel a necessidade de aprimorar
os mecanismos
de interacão entre a CTNBio e os orgãos de Fiscalizacão destes Ministerios,
responsaveis pela
efetiva autorizacão para liberacão no meio ambiente de organismos
geneticamente
modificados,
quer sob a forma de pesquisa, importacão, transporte, plantio comercial ou
industrializacão,
visando harmonizar a acão intergovernamental na implementacão da Lei de
Biosseguranca, dando-lhe maior eficacia, transparencia e
confiabilidade, minimizando, assim, as criticas que o Governo
vem sofrendo da sociedade civil.

A Embrapa acredita nos mecanismos criados pela legislacão e
confia na responsabilidade e seriedade da CTNBio no desempenho
da sua funcão, mesmo porque participou ativamente das discussões
que precederam a aprovacão da Lei de Biosseguranca. Por esta
razão, a Embrapa não discute as decisões eexigencias feitas pela
CTNBio na analise dos processos constantes da sua agenda de
trabalho, ao contrario, determina e monitora o rigoroso
cumprimento de tais decisões nas suas unidades de pesquisa.
Portanto, a Embrapa considera seguro o que e assim caracterizado
pela CTNBio.

A Questão Comercial

A Embrapa considera que a questão do comercio e tão relevante
que merece especial atencão do Governo no sentido de criar
mecanismos para o estudo de cenarios que abranjam as principais
culturas de exportacão para definir o custo/beneficio da
separacão de produtos não transgenicos, mediante acertificacão
de origem. Para tanto, e recomendavel que o Governo consulte,
imediatamente, os diversossegmentos da cadeia produtiva.

Observa-se claramente uma tendencia de escolha no mercado
mundial, haja vista a pressão exercida pelos consumidores
europeus, que exigem a rotulagem total de alimentos
transgenicos. Assim, uma vez atendidas as questões cientificas
de biosseguranca, o mercado devera nortear o comercio atraves
das demandas dos principais clientes dos produtos brasileiros.

Direito de Opcão do Consumidor

Outro aspecto relevante da questão dos transgenicos se refere a
questão de que as informacões do rotulo devem ser suficientes
para fornecer aos consumidores conhecimento necessario para sua
escolha e o direito do consumidor de exercer esta escolha. A
Embrapa reconhece ser esta questão de suma importância e por
isso a Embrapa participa do Grupo de Trabalho de Rotulagem de
Alimentos do Comite do Codex Alimentarius do Brasil, que vem
discutindo a questão da Rotulagem de Alimentos Geneticamente
Modificados desde 1998.

A Embrapa participou tambem da Comissão Especial, Coordenada
pelo Ministerio da Justica, que elaborou proposta de Regulamento
Tecnico para Rotulagem de Alimentos e Ingredientes Geneticamente
Modificados. Esta proposta estabelece a Rotulagem obrigatoria
para Alimentos Geneticamente Modificados e seus derivados e e
baseada na premissa que a presenca da Proteina ou de DNA
resultante de modificacões geneticas em alimentos ou
ingredientes alimentares e a forma de deteccão da modificacão
genetica, excluindo portanto os alimentos e ou ingredientes em
que tanto as Proteinas como o DNA resultantes da modificacão
genetica tiverem sido destruidos pelas diferentes fases da
elaboracão ou processamento .

Conclusão

A Embrapa, no exame estrategico destes aspectos, vem
fortalecendo mecanismos que viabilizem o uso seguro da
engenharia genetica, de forma a valorizar os investimentos
realizados pela sociedade brasileira em pesquisa e
desenvolvimento agropecuario, o que torna o agronegocio
responsavel por cerca de 40% do PIB nacional.

Em vista do exposto, paralelamente aos investimentos em pesquisa
biotecnologica, a Embrapa esta secapacitando para realizar
pesquisa e analise de seguranca alimentar e ambiental de
produtos transgenicos. A Embrapa ja possui capacitacão para
desenvolver varias destas analises em seus centros de pesquisa,
em  particular no Embrapa Recursos Geneticos e Biotecnologia,
Embrapa Meio Ambiente, Embrapa Agroindustria de Alimentos, bem
como em todos os seus Centros de Produtos. Esta iniciativa,
complementada pela atuacão em parceria com outras instituicões
nacionais de pesquisa e Universidades,dotara o pais de infra-
estrutura e pessoal capacitado para garantir ainda mais
seguranca na liberacão de plantas transgenicas no meio ambiente
e na colocacão no mercado de alimentos seguros delas
derivados,atendendo às necessidades e peculiaridades do pais e
passando a se constituir como uma ferramenta de apoio para a
propria CTNBio.

E preciso destacar, neste contexto, a imediata necessidade de
investimentos, pelo Governo, em treinamento e infra-estrutura,
na area de analise de seguranca alimentar e ambiental,
fundamentada em principios cientificos de analise de risco.

Luego de un inexplicable atraso, el Ministerio de Salud se
comprometio en reunion con la Red por un Chile Libre de
Transgenicos a acelerar la publicacion del decreto que obliga a
las empresas a rotular los alimentos transgenicos, cuestion que
se haria efectiva una vez publicada en el Diario Oficial. Sin
embargo, productos de uso masivo como aceites y margarinas no
serian incluidas, lo que atenta directamente contra los
consumidores.

CHILE: DECRETO REGULA TRANSGENICOS

El pasado 20 de Junio entro en vigor el decreto 293, del 26 de
abril, con regulaciones a los transgenicos, consagrando el
principio de precaucion, y exigiendo el etiquetado de los
productos.

El decreto comete al Ministerio de Salud Publica la regulacion
de "alimentos transgenicos", definidos como todo alimento o
materia prima alimentaria que sea o contenga organismos o parte
de los mismos, a los que se haya introducido material genetico,
de una manera que no se produce en la naturaleza por
multiplicacion y/o recombinacion natural." Se indica que todos
"los alimentos transgenicos o que contengan algun ingrediente o
aditivo de esta naturaleza, deberan indicar en el listado de
ingredientes con caracteres destacados el ingrediente modificado
geneticamente seguido de un asterisco. Al final del listado se
debera senialar en forma destacada lo siguiente (*Transgenico u
OGM)."

"Se considerara sin obligatoriedad de etiquetacion, aquellos
alimentos que contengan menos de un 1% de transgenicos, por
aceptar la posibilidad de contaminacion inevitable."

"Asimismo, respecto de los alimentos que sean o contengan
elementos en que se ha usado tecnologia genetica pero no
incluyen material transgenico, debera senialarse en el listado
de ingredientes la expresion "derivado de transgenico u OGM" y
la caracteristica modificada que posea, cuando dicho producto no
sea sustancialmente equivalente en cualquier caracteristica o
propiedad respecto de los alimentos corrientes que no tienen
elementos este tipo. Se considera que no es substancialmente
equivalente un alimento cuando: a) alguno de sus componentes
nutricionales tenga valores fuera del rango normal de alimento
corriente; b) alguno de sus factores antinutricionales o toxicos
naturales tenga valores fuera del rango normal del alimento
corriente, c) contenga un factor nuevo, o d) contenga un factor
alergenico."
"Los Alimentos Transgenicos que se vendan a granel o no
envasados deberan incorporar en ellos una identificacion o sello
que diga "transgenico", o, en caso de tener pequenio tamanio,
"OGM". De no ser lo anterior posible, en el lugar de venta
debera ponerse un letrero de facil lectura y percepcion que
seniale el nombre del alimento seguido de la palabra.
"transgenico"."

URUGUAY APRUEBA NORMATIVA PARA REGULACION DE VEGETALES
TRANSGENICOS

Por Decreto del Poder Ejecutivo 249/00 el gobierno Uruguayo
aprobo un marco regulatorio en que se establecen procedimientos
a los efectos de la autorizacion de la introduccion, uso y
manipulacion de vegetales y sus partes geneticamente
modificados.

En la parte introductoria se hace referencia  entre otras cosas
a la necesidad de realizar evaluaciones de riesgo que tomen en
cuenta especialmente la diversidad biologica, ademas de tomar
tambien en cuenta los eventuales efectos sobre la salud humana y
animal y la sanidad vegetal.

En la norma se establece la obligatoriedad de recabar una
autorizacion de las autoridades para la introduccion, uso y
manipulacion de vegetales y sus partes geneticamente
modificados. Tambien establece cuales seran las autoridades
competentes para dictar las autorizaciones, segun las diferentes
aplicaciones que son: 1)  el establecimiento de condiciones de
seguridad para el uso contenido. 2) LA realizacion de pruebas y
ensayos a campo. 3) La evaluacion nacional de cultivares, 3) La
multiplicacion de semillas y 4) La produccion o la introduccion
por primera vez con destino al consumo directo o la
transformacion.

Para los puntos 1 y 4 la autoridad competente seran los
Ministerios de Ganaderia Agricultura y Pesca y de Economia y
Finanzas. Para los puntos 3, 4 y 5 los competentes para el
dictado de autorizacion seran la Direccion de Servicios
Agricolas del Ministerio de Ganaderia, Agricultura y Pesca y el
Instituto Nacional de Semillas.

Todas las autorizaciones deberan tener en cuenta los resultados
de la evaluacion de riesgo realizados por una Comision de
Evaluacion de Riesgo que se crea a tales efectos y que estara
integrada por representantes de los Ministerios de Agricultura,
Medio Ambiente y Salud Publica y de los Institutos  de Semillas
y del Instituto Nacional de Investigacion Agropecuaria. La
Comision tiene, entre otros cometidos asesorar a las autoridades
competentes  a los efectos de las autorizaciones que deban
dictar en ejercicio de sus competencias.

Tambien se establecen disposiciones en materia de difusion y
participacion publica entre los que figura la puesta de
manifiesto  de las solicitudes de autorizacion y los resultados
de la evaluacion de riesgo asi como la celebracion de audiencia
publica para las solicitudes que involucren la produccion o la
importacion con  destino al consumo directo o la transformacion.

SOJA ATRAI INTERESSE DOS AGRICULTORES DE MATTO GROSSO

A consultoria Agroconsult preve aumento de 0.6% na area plantada
de soja, na sifra 2000/01, para 13.6 milhoes de hectareas, sobre
safra anterior. Segundo a consutoria, a soja debe perder espaco
nos estados tradicionais no cultivo do milho, como Sao Paulo,
Minas Gerais, Parana e Rio Grande do Sul; como reflexo da
comercializacao ruim. No en tanto, para Andre Pessoa, da
Agroconsult, a soja debe avancar no Mato Grosso, Maranhao, Piaui
e Bahia. "No ano passado, as lavouras do grao foram
comprometidas pela estiagem no Rio grande do Sul, Parana, Sao
Paulo e Mato Grosso do Sul." O consultor preve recuperacao da
produtividade na proxima safra, se o clima colaborar, o que
proporcionaria colheita de 34 milhoes de toneladas, com aumento
de 7.2% sobre a safra anual.

Para o vice-presidente da Manah, Fernando Penteado Cardoso, a
demanda por adubo para as lavouras de soja esta aquecida,
principalmente no Mato Grosso. Ele acredita que a adubacao no
estado salte 66.7%, de 1.2 milhao de toneladas de 1999, para 2
milhoes em 2000. O mercado de adubos, segundo Penteado Cardoso,
devera atingir 15.1 milhoes de toneladas neste ano, com
crescimento de 10% sobre 13.7 milhoes de 1999.

AGROECOLOGISTAS PREOCUPADOS COM AS EMBALAGENS DE PLASTICO

Com a tendencia mundial de consumo de alimentos orgânicos, esta
crescendo a preocupacão com a forma como esses produtos são
embalados. E a questão ja esta sendo estudada por agricultores
do Rio Grande do Sul que vinham cultivando alimentos dentro de
parâmetros ecologicos sem ter conhecimento de que poderiam estar
contaminando seus produtos com involucros inadequados. A
Cooperativa Ecologica Coolmeia, de Porto Alegre, que conta com
cerca de 900 socios-ativos, esta adotando o uso de sacolas de
pano e substituindo embalagens de plastico pelas de vidro.

RECURSOS

No deje de visitar la pagina web de Biodiversidad en America
Latina, donde hay nuevos articulos y novedades
(<http://www.biodiversidadla.org/>www.biodiversidadla.org).

-----------------------------------------------------
El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editor Gerardo Evia; asisten Viviana Basanta
y Carolina Reynoso. Apoyo de la Fundacion F. Ebert en Uruguay
(FESUR) y asistencia de la fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Numeros anteriores estan disponibles en
<http://www.egroups.com/list/agromsur>www.egroups.com/list/agromsur/
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CLAES
Centro Latino Americano de Ecologia Social

www.ambiental.net/claes

#16 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mar, 12 de Sep, 2000 11:17 am
Asunto: Boletin No 16, Setiembre 2000
claes@...
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OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO
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Centro Latino Americano de Ecologia Social - CLAES
+ + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + +
No. 16  Setiembre 12, 2000

CONTENIDO
    + ARGENTINA: RESPUESTA ECOLOGICA
    + AGROPECUARIA TRADICIONAL DESTRUYE EL CERRADO
    + RIO GRANDE DEL SUR: PROYECTO AMBIENTAL
    + FORESTACON Y SUMIDEROS DE CARBONO
    + URUGUAY: GRANJA ORGANICA
    + CURSOS, SEMINARIOS y RECURSOS

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ARGENTINA
LA RESPUESTA ECOLOGICA A LOS RECLAMOS DE LOS CONSUMIDORES
por Marcelo Pais

Todos los estudios, encuestas y analisis de mercado sobre el
comportamiento de los consumidores en los paises de mayor poder
adquisitivo estan demostrando a las claras que estamos viviendo
una verdadera revolucion en los habitos de consumo y en las
exigencias de calidad y seguridad que reclama (cada dia con
mayor firmeza) la gente.

Muchos paises estan encarando efectivas acciones de marketing
para abastecer este codiciado y prestigioso mercado que ya mueve
mas de 20.000 millones de dolares en todo el mundo. La Argentina
esta en una situacion privilegiada y tiene al alcance de la mano
convertirse en uno de los productores mas importantes y
confiables, pero antes, tiene que delinear una estrategia
integral y tener claro como quiere "mostrarse" ante el mundo,
tiene que definir urgentemente con que imagen asociada va a
"vender" sus producciones alimenticias.

Para esto hay que elegir cual es el camino productivo que la
Argentina va a recorrer en el futuro. Las opciones son muy
pocas, solamente dos: seguir el camino de lo inmediato, del
presente o recorrer una senda de lo duradero, de lo futuro.

La voraz irrupcion de los cultivos modificados geneticamente
(OMG) en este pais, esta haciendo aniicos la imagen de "pais
limpio" y de "pampas naturales" que tuvo durante decadas en el
imaginario del consumidor extranjero, justo cuando reclaman
alimentos seguros, sin hormonas, sin antibioticos, sin
pesticidas, Argentina promueve el feed lot y la siembra
transgenica.

La rapida accion del marketing y promocion internacional que
estan desarrollando paises como Australia, Nueva Zelanda, Chile
y otros, mostrandose como paises "amigables con el medio
ambiente" tiene claramente la intencion de captar, este nuevo
mercado y esta poniendo de manifiesto la falta de imaginacion,
creatividad, coordinacion y ejecutividad que tiene el gobierno
argentino frente a nuevas y cambiantes posibilidades que brindan
los mercados internacionales.

A pesar de ello, el trabajo eficiente e inteligente de una gran
cantidad de productores y empresarios argentinos, y hay que
destacarlo, un eficiente trabajo realizado por la Sagpya en
materia de normas organicas, hacen que todavia no hayan perdido
el tren.

La Argentina es actualmente el principal productor mundial de
manzanas y peras organicas, uno de los mas importantes
productores de miel, citricos, soja, girasol, maiz colorado,
cebollas y con unas posibilidades enormes de producir grandes
volumenes de carne organica.

Tanto por la calidad de sus productos (muy bajos niveles de
metales pesados y contaminantes ambientales) como por la
seguridad que ofrece el sistema de certificacion argentino y la
ventaja de tener normas equivalentes con la Union Europea, los
productores argentinos tienen una alta demanda. Prueba de ello
es el enorme crecimiento registrado en la superficie organica
certificada, que en el 2000 superara el millon de hectareas….Por
otra parte, hay que destacar que durante 1999 la exportacion de
productos organicos fue el sector de mayor crecimiento.

Sin problemas de desarrollo, sin apoyo y sin ayuda de ningun
tipo por parte del Estado, el sector productivo organico se
desarrolla y expande beneficiado a productores de todas las
regiones del pais y por sus caracteristicas productivas
utilizando gran cantidad de mano de obra".
[Resumido de La Nacion, Buenos Aires, 5 Agosto 2000]


AGROPECUARIA TRADICIONAL DESTRUYE EL CERRADO

Estudo desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuaria (Embrapa) afirma que o modelo agricola do Cerrado e
destrutivo. Ele estaria nao so acabando com as chances de
recuperacão natural da biodiversidade em Matas de Galeria como
tambem destruindo-a. As conclusoes finais devem ser divulgadas
em dezembro deste ano. O projeto iniciado em janeiro de 98 pela
Embrapa Cerrado esta demonstrando aos produtores como mudar as
praticas danosas ao ambiente para buscar a sustentabilidade do
Cerrado. Partindo da importância que a Mata de Galeria tem no
bioma, definindo a estrutura da vegetacao, os estudos avaliam os
prejuizos causados à economia do Brasil com a degradacão do
Cerrado. Uma das propostas utilizadas para a recuperacão e o
plantio de especies nativas e o estimulo ao uso de praticas
agricolas e florestais sustentadas. Para o pesquisador da
Embrapa, Jose Felipe Ribeiro, "o impacto que os produtores
causam no Cerrado e muito grande". Dados fornecidos por Felipe
Ribeiro estimam que 75 por cento do bioma ja e ocupado pelo
homem. São pastos e plantacões de soja, milho, arroz e feijao,
alem das areas urbanas. O pesquisador garante tambem que para
aumentar a produtividade nas areas de Cerrado não e preciso
expandir a fronteira agricola e pecuaria. O produtor pode
utilizar tecnologias para recuperar a fertilidade do solo e
aumentar a produtividade da propriedade. "Nos queremos que o
produtor tenha lucro mas tambem queremos que ele conserve a area
em que esta mexendo. Nossa preocupacão e fornecer tecnologias
que garantam a sustentabilidade da producão", diz.

Desde otra perspectiva, Edson Couto, gerente comercial de ABC
INFO, empresa del Grupo Algar, especializada en procesamiento de
aceite de soja, sostuvo que "O cerrado e a unica area, em termos
percentuais no mundo, que apresenta potencial para expansão de
areas agricultaveis."


PROYECTO AMBIENTAL EN EL SUR DE BRASIL

La Agencia Internacional de Cooperacion de Japon (JICA),
presento la primer semana de agosto un estudio de gerenciamiento
ambiental en la cuenca de las lagunas de los Patos y Merin,
denominado "Mar Adentro". La descontaminacion de esa region va a
beneficiar a 50 municipios brasilenios, con una poblacion
estimada de un millon de habitantes. La inversion debe superar
los U$S 750 millones. Sumado a  Pro-Guaiba y Pro-Uruguay, Mar de
Adentro sera parte de un programa global de descontaminacion de
toda la cuenca hidrografica de Rio Grande del Sur.

El financiamiento esta siendo planteado junto al Banco Mundial,
Banco Internacional de Cooperacion de Japon y el Banco
Interamericano para el Desarrollo. En primera instancia JICA
hizo un relevamiento topografico de la region, de la calidad del
agua, de fauna y flora, al mismo tiempo que identifico los
principales datos socioeconomicos.

La agricultura y la ganaderia son las principales fuentes
generadoras de la economia brasilenia, con un total de 800.000
hectareas cultivadas. Los principales cultivos son arroz, trigo,
maiz, poroto y tabaco. El 35% de esa produccion es utilizado en
la ganaderia, y el 40% es utilizado para ganaderia extensiva,
con seis millones de animales.

En cuanto, a la produccion agricola y de hortalizas, se estima
que son utilizados 1.28 quilos, por anio, de agrotoxicos por
hectarea, indicador considerado "abundante" por los tecnicos
japoneses. Los productos son plaguicidas, herbicidas y
germicidas, aplicados especialmente en el cultivo de arroz,
soja,cebolla, tabaco y durazno.

Las areas donde el riesgo de erosion del suelo es mayor son las
de declive de las cuencas de los rios Sutil y Arroyo do Meio y
la region de Cangucu, donde la actividad agricola es considerada
intensa, transformando los bosques en areas de cultivo. El
estudio revela que la suma de estas areas se aproxima al 22% del
area del Mar de Adentro.

El estado pretende incentivar la piscicultura, la agricultura
alternativa y los procesos industriales no contaminantes. La
region alberga una gran diversidad biologica entre la que se
destacan vertebrados como yacares, patos, carpinchos y flamencos
ademas de especies vegetales nativas amenazadas de extincion. Al
este de la Laguna de los Patos se encuentra el Parque Nacional
"Lagoa do Peixe" y al este de la Laguna Merin se encuentra la
estacion ecologica del Taim. Ambas son reconocidas
internacionalmente por su importancia como sitios de parada,
descanso y nidificacion de especies migratorias.


URUGUAY: SUMIDEROS DE CARBONO Y SUS IMPACTOS AGROPECUARIOS

En Uruguay esta teniendo lugar un creciente debate sobre la
aplicacion de algunas medidas vinculadas a la reduccion de gases
con efecto invernadero. Las discusiones recientes se refieren a
la compra-venta de sumideros de carbono vinculados a cambios en
el uso del suelo, programas de forestacon y otros.

Semanas atras, el grupo Guayubira y la Red de ONGs
Ambientalistas de Uruguay, discutieron sobre la conveniencia de
incorporar los sumideros. Por un lado Daniel Martino,
investigador del Instituto Nacional de Investigacion
Agropecuaria (INIA) y asesor de empresas privadas forestales,
diserto sobre las ventajas para Uruguay de impulsar los
sumideros. Ricardo Carrere, de Guayubira y el Wordl Rainforest
Movement, senialo las consecuencias negativas que podria llevar
este tipo de emprendimiento.

Segun Martino, Uruguay tiene el potencial para generar
certificados de reduccion de emisiones de gases de efecto
invernadero (GEI) por cientos de millones de dolares. Citando al
Protocolo de Kioto, en su articulo 3.3 acepta como sumideros,
solo las actividades de aforestacion (plantar arboles donde
antes no habia), reforestacion (plantar donde previamente habia
una vegetacion de arboles) y desforestacion (destruccion de
bosques para convertir la tierra para usos agricolas o urbanos)
y solamente las actividades iniciadas a partir de 1990.

Las ONGs ambientalistas se oponen a los sumideros por varias
razones. Entre ellas, cuestionan la permanencia de este
mecanismo, ya que tal como no esta planteado el protocolo no hay
garantias de que un "secuestro" de carbono en un determinado
momento permanezca alli y no sea devuelto a la atmosfera. De
todas formas opino Martino- aunque no garantice esa permanencia
hay un beneficio ambiental en almacenar carbono durante un
tiempo.

Los sumideros tambien se cuestionan por la "saturacion",
entendida como limites para el almacenamiento de carbono. Un
tercer elemento es la "verificabilidad" ya que se entiende que
la incertidumbre en los "secuestros" de carbono es alta, y esto
se trata de zonas de dificil acceso.

R Carrere senialo que el Protocolo de Kyoto "es un avance y un
retroceso". Indico que por un lado los paises industrializados
asumen compromisos de reducir sus emisiones en un 5.2%, pero al
mismo intentan  crea mecanismos que les permitan eludir dichos
compromisos". Senialo ademas que la Convencion de Cambio
Climatico fomenta la plantacion del monocultivo. El
ambientalista sostuvo que este tipo de cultivo genera un fuerte
impacto ambiental y social ya que agota los recursos hidricos,
desgasta los suelos y al mismo tiempo provoca el desplazamiento
de gente desde los territorios forestados. Manifesto que el uso
de combustible fosil libera el 80% del CO2, por lo que este
punto "debe destacarse fundamentalmente". Las emisiones de
Estados Unidos equivalen a 135 paises en vias de desarrollo,
indicando que es fundamental que los paises industrializados
reduzcan sus emisiones e impulsen el uso de otras fuentes de
energia renovables. Agrego que "en cambio se pretende forestar
cientos de millones de hectareas porque es la medida mas facil y
mas barato, pero no la mas necesaria". Carrere dijo que en lugar
de aceptar el desarrollo de sumideros, Uruguay puede reducir sus
emisiones y por otro lado formar un frente con los paises no
industrializados para presionar a los industrializados a reducir
las emisiones.

En este contexto el grupo Guayubira, presento su posicion a la
Comision de Asuntos Internacionales del Parlamento uruguayo, a
la cual tiene a estudio la ratificacion del Protocolo de Kyoto.


GRANJA ORGANICA EN URUGUAY

La produccion organica representa un mayor ingreso para los
productores granjeros, aunque no necesariamente se alcanza
valores mas elevados por la venta de los productos en las
gondolas de los supermercados, afirmo un productor de San
Bautista, Uruguay, integrante de Punto Verde, el grupo que
conforman ocho hortifruticultores que hacen su apuesta a una de
las principales cadenas de supermercados del pais.

El productor destaco el crecimiento de la produccion organica de
granja. Su estrategia va mas alla de la no utilizacion de
fertilizantes y remedios; arranca desde la preparacion de los
suelos y tambien alcanza el manejo del cultivo y el medio
ambiente. Desde un primer momento es preciso recuperar los
suelos, lo que en muchos casos se hace a traves de abonos
verdes. Los cultivos organicos requieren, ademas, una rotacion
adecuada para evitar el desgaste de los nutrientes y el
desarrollo de una plantacion como el tomate en conjunto con
otras, como por ejemplo lechugas y chauchas, en procura de un
adecuado equilibrio organico.

Este sistema integrado, donde en todos los casos los integrantes
del grupo tienen un "packing" en su establecimiento en el cual
se realiza la etapa de postcosecha, ha permitido reducir la
intermediacion llegando con el producto directamente a las
gondolas de los supermercados. Se trabaja con mano de obra
familiar y de la zona, lo que permite evitar la etapa del
intermediario lo que representa un mejor ingreso para el
granjero por la reduccion de los costos de la distribucion. Sin
embargo, el sello verde no necesariamente esta vinculado con un
incremento en el precio respecto al resto de la oferta. Se
considera que en general hay un rango de valores hasta 15%
superior por una mercaderia con estas caracteristicas pero esto
todavia es incipiente en el mercado uruguayo.

La produccion integrada puede entenderse como una produccion
convencional con un empleo racional de los agroquimicos y el
manejo cuidadoso de los recursos naturales. Mientras que la
produccion organica tiene un "cambio drastico" en la modalidad
productiva ya que "impide el uso de cualquier tipo de
agroquimicos de sintesis".


SEMINARIO INTERNACION EN AGROECOLOGIA

El Seminario Internacional sobre Agroecologia, tendra lugar del 20 al 22 de
noviembre, en Porto Alegre, Rio Grande do Sul, BRASIL). Mas informaciones
con Jose Antonio Costabeber (jacbeber@...)

COMISION LATINOAMERICANA DE BOSQUES

La 21 sesion de la Comision Latinoamericana de Bosques, con 23 paises
miembros, se reunio el 8 de setiembre en Bogota (Colombia). La comision es
parte de la FAO.

CURSO SOBRE TRATAMIENTO DE EFLUENTES AGROINDUSTRIALES

Organizado por la Federacion Panamericana de Lecheria FEPALE- y el
Laboratorio Tecnologico del Uruguay LATU- se organiza el Curso
Internacional de tecnologia de bajo costo para el tratamiento de efluentes
agroindustriales. Del 23 al 27 de octubre de 2000. Informaciones
LATU, Avda Italia 6201, Montevideo, telefono 5982 601 37 24, fax
5982 600 47 53.

CULTIVOS TRANSGENICOS EN BOLIVIA

PROBIOMA organiza este un seminario taller sobre la Problematica de los
Cultivos Transgenicos en Bolivia con el auspicio del Movimiento
Agroecologico de America Latina y el Caribe (MAELA). Se realizara el 14 y
15 de setiembre, en el Instituto de Cooperacion Iberoamericana (ICI), Calle
Arenales #583 en Santa Cruz. Mas informacion con Miguel A Crespo,
Coordinador MAELA-Bolivia:
probioma@...

NUEVO SITIO WEB EN TRANSGENICOS

Una Guia sobre transgenicos desarrollada por los departamentos de Suelos y
Cultivos, y
Ciencias de la Vida, de la Colorado State University, se encuentra disponible
en:
<http://www.colostate.edu/programs/lifesciences/TransgenicCrops>http://www.
colostate.edu/programs/lifesciences/TransgenicCrops/
Posee mucha informacion, documentos y vinculos.


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los aspectos
ambientales de las estrategias agricola, forestal  y ganadera en
los ecosistemas subtropicales y templados del MERCOSUR
(Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y Uruguay). Este
boletin se distribuye a intervalos irregulares por medio del
correo electronico. Editor Gerardo Evia; asisten Viviana Basanta
y Cecilia Castilla. Apoyo de la Fundacion F. Ebert en Uruguay
(FESUR) y asistencia de la fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
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Fecha: Vie, 25 de Ago, 2000 3:43 pm
Asunto: Boletin No 15, Agosto 2000
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No. 15 - Agosto 25, 2000

CONTENIDO
    + ARGENTINA: EL PAIS QUE NADIE AMA
    + PRIMER FRIGORIFICO ORGANICO DE BRASIL
    + BROMURO DE METILO Y MODELO AGRICOLA
    + CLASIFICAR ES CARO, PERO ES MAS SEGURO
    + TRANSGENICOS NAO ROTULADOS SERAO RECOLHIDOS EM SP
    + AUMENTAN PRECIOS DE AGROQUIMICOS
    + CUESTIONAN TRANSPARENCIA DE CTNBio de BRASIL
    + NUEVOS ARTICULOS EN INTERNET
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ARGENTINA: EL PAIS QUE NADIE AMA

por J Nudler

"La Argentina se obstina en ver a los subsidios de la Union
Europea y Estados Unidos como los causantes de nuestros
problemas agricolas. De hecho, la Argentina tambien subsidia al
agro, aunque por otras vias muy perversas, porque aqui ninguna
explotacion agropecuaria resarce al pais por el danio que
ocasiona en el medio ambiente al arrasar la tierra. En unas ocho
millones de hectareas se aplica masivamente el Round Up (el
herbicida de Monsanto), no una vez en el barbecho como estaba
previsto sino hasta tres veces. A ese glifosato se lo mezcla con
otros agrotoxicos de poder impreciso. Segun los productores,
tras su aplicacion 'no queda nada'. En esas hectareas se cultiva
soja RR (lo que significa resistente al Round Up). Alli ya no
crecen malezas ni pasto, ni siquiera en las banquinas. Se fumiga
desaprensivamente desde el aire, destruyendo la biodiversidad.
Ni los arboles lo resisten." Escuchando a Jorge Eduardo Rulli,
Alfredo Galli y Mario Sanchez Proanio, miembros del Grupo de
Reflexion Rural, se oye una musica muy diferente de la de los
habituales discursos de funcionarios o dirigentes sobre la
situacion del campo.

Para los del GRR, "la posicion de las entidades es escandalosa,
patetica. No se puede seguir culpando de la crisis a los peajes,
a los impuestos o al precio del gasoil, por injustos que sean.
El problema es el modelo, que excluye la vida y las practicas
campesinas, que impone la incorporacion de tecnologias
incontroladas. Se rechaza la multifuncionalidad de la
agricultura, segun la cual esta concierne no solo al comercio
sino tambien a la preservacion de los recursos naturales y del
medio ambiente, del paisaje, del arraigo de la poblacion rural
en los parajes donde ha nacido y donde tiene derecho a
permanecer. Ni la Federacion Agraria ni ninguna otra entidad
defienden este planteo. Casi todos sus dirigentes viven en pisos
en Buenos Aires o Rosario, usan traje y corbata, y de campesinos
no tienen nada."

Los del Grupo ven al pais convirtiendose en un gigantesco
monocultivo transgenico. "Toda la soja argentina es hoy
transgenica, con un tremendo grado de inestabilidad biologica."
Paralelamente, la masiva aplicacion de insecticidas y herbicidas
produce efectos como la extincion de las abejas, sencillamente
porque dejo de haber flores en los campos. Ademas de los efectos
visibles, tambien esta afectada la microfauna del suelo, que
esta tan muerto como la ceniza. Tampoco la carne argentina es lo
que era: "Ya no hay casi vacas que caminen los potreros. Todo lo
que hacemos es feed lot. Debido al bajo costo de los granos, el
negocio es producir en encierro. En esas condiciones, el animal
esta estresado, tiene alto colesterol y requiere antibioticos
para evitar que en esa promiscuidad se enferme. Muchos les dan
anabolicos a los novillos para inducir la retencion de agua en
los tejidos, con lo que aumentan de peso. Esos anabolicos
aparecen publicitados en los suplementos rurales de los grandes
diarios. En los avisos se incluye una advertencia casi ilegible:
'no debe administrarse a animales destinados a la Union
Europea'". Esta hormona motivo un tremendo choque de los
europeos con Estados Unidos en la OMC.

Cada vez mas lo que manda es la escala de produccion: "La
formula es aplicar herbicida masivamente y sembrar. Cualquier
tractorista puede hacerlo. No hace falta ser agricultor para
eso, y mucho menos agronomo. Nadie va y mira como esta la
tierra. La informacion se baja de los satelites. Lo que importa
es tener mas escala para reducir los costos unitarios. Es igual
que con los pollos: se los hacina en enormes galpones, donde
solo importa el numero, no la calidad. Esto lleva a que el agro
argentino produzca solo commodities (productos estandar,
indiferenciados), en lugar de especialidades, y ni siquiera
alimentos sino forraje para que los paises centrales produzcan
carne."

El productor es atraido hacia toda esta tecnologia, que incluye
la maquinaria y los insumos. La Argentina abandono las
variedades de semillas por los hibridos, porque estos se
patentan. Y de los hibridos se paso a los transgenicos, que no
solo se patentan: su oferta esta en manos de un grupo de
transnacionales, como Nidera, Zeneca, Monsanto y Novartis.
"Monsanto ofrece todo lo necesario -explican-: semillas,
insecticidas, fungicidas y herbicidas. Como el productor
necesita invertir cada vez mas capital en la adquisicion de todo
el paquete tecnologico para producir una commodity, cuando cae
el precio de esta queda enfrentado a la ruina porque no puede
pagar sus deudas. El financiero es hoy un factor de
inestabilidad para el agro tan amenazante como el climatico.
Ahora el duenio de cien hectareas debe mas de lo que vale su
campo y tiene que mandar a su hija al pueblo como domestica. Y
hay millones de hectareas en ejecucion." En este modelo
cultural, ya nadie sabe trabajar su campo sin endeudarse. Por
tanto, si se les condonara toda la deuda a los agricultores, al
poco tiempo volverian a estar tan endeudados como antes. "El
problema no son las deudas sino el modelo", dice el Grupo.

A los productores les va momentaneamente bien cuando logran ir
creciendo en escala a costa de los mas pequenios, que se ven
forzados a emigrar, dejando un desierto tras ellos. "Es absurdo
que con 100 hectareas no se pueda vivir -dice Galli-. La unidad
economica para este esquema de commodities es de 1500. Y es
ridiculo que el tambo minimo deba tener 200 vacas. Que con 100
vacas no alcance para alimentar a una familia. La leche fue
convertida en un commodity mas. Toda es pasteurizada, y no se
fabrica un solo queso con leche sin pasteurizar, a diferencia de
los buenos quesos franceses o suizos. Aca se pasteuriza para
matar todo, porque se supone que todo el proceso carece de
higiene, que hay mastitis. Para no pasteurizar hay que saber
ordeniar, pero esta cultura esta siendo destruida."

"Este es un pais suicida, un pais que nadie ama, y mucho menos
sus gobernantes -dicen-. Los mismos productores hablan con
fruicion de los agrotoxicos que usan, aunque luego se enferman
con el agua de las napas que ellos mismos contaminan. Alguien
los trastorno y ya no pueden parar. Sus propios dirigentes no se
atreven a advertirles que esa tecnologia va contra ellos, que
asi los unicos que verdaderamente ganan con nuestra agricultura
son las transnacionales que les venden el paquete." [Pagina 12,
Buenos Aires, 6 Agosto]


PRIMER FRIGORIFICO ORGANICO DE BRASIL

Mato Grosso do Sul sera o primeiro Estado no Brasil a abater
carne do boi "verde" ou "organico". Um projeto do Frigorifico
Independencia esta em desenvolvimento no municipio de  Nova
Andradina, a 292 quilômetros de Campo Grande. A empresa pretende
exportar carne para o mercado europeu. Para se adequar as
exigencias da certificadora Instituto Biodinamico Botucatu, de
Sao Paulo, o frigorifico ja possui duas areas adquiridas para o
inicio do investimento. Nesta primeira fase serao 3 mil bezerros
criados segundo os principios da chamada pecuaria organica, que
visa a producao da carne por meios ecologicamente corretos.
Desde o tratamento do pasto, o manejo com os animais, a
prevencao aos parasitas e o cuidado para nao degradar a natureza
sao praticados na pecuaria ecologica. Para o gerente comercial
do Frigorifico Independencia, Joao Luiz Mella, o projeto de
abate do boi organico foi criado ha seis meses. Todo o
investimento nao foi feito a toa. Luiz Mella afirma que existe
mercado suficiente para absorver o produto. "Nos sabemos que o
mercado ja existe na Europa, nao estamos atirando no escuro,
sabemos que tem e vamos produzir porque eles necessitam disso",
diz Mella. O primeiro abate do boi organico esta previsto para
acontecer em um ano. Ate la o frigorifico de Nova Andradina
pretende divulgar a proposta a outros pecuaristas do Estado para
que possam estar produzindo e fornecendo animais criados atraves
do metodo ecologico. [Ecologia em Noticias]


BROMURO DE METILO Y MODELO AGRICOLA

Bajo el mandato del Protocolo de Montreal se estan realizando
ensayos de sustitucion del bromuro de metilo, un poderos
agroquimico de uso corriente en la region. Por este acuerdo
deben eliminarse gases que estan rompiendo la capa de ozono de
la estratosfera. Uno de estos gases es el bromuro de metilo que
se utiliza para desinfectar los suelos agricolas. En el mundo se
producen unos 75 millones de toneladas anuales de este gas,
principalmente en EEUU. Por el Protocolo de Montreal se creo un
comite tecnico para evaluar las alternativas a este gas para
poder ofrecerles a los productores un sustituto igualmente
eficaz, no contaminante y, si fuese posible, mas barato. Se
crearon proyectos demostrativos en distintos paises, para
ensayar alternativas al bromuro de metilo. Ya se han encontrado
varios sustitutos. Hay que probarlos "in situ", y si sirven y el
pais los pide, se procede a la eliminacion del bromuro de
metilo. Existe un plazo perentorio que expira en 2015, a partir
de entonces este gas no podra ser usado en agricultura en
ninguna parte del mundo. En caso de que la alternativa
seleccionada sea mas cara que el bromuro de metilo, los paises
que aprueben la eliminacion antes de esa fecha pueden recibir
una subvencion de las Naciones Unidas que cubre la diferencia.
Sin embargo, quienes no lo hagan antes de 2015 no podran aspirar
a recibir esa ayuda.

Estos trabajos han encontrado que existen otros metodos
extraordinariamente buenos, mas baratos e igualmente universales
como la biofumigacion, esto es la utilizacion de materia
organica poco descompuesta para desinfectar el suelo y ademas
mejorarlo y mantenerle la fertilidad. El procedimiento es
simple: se coloca la materia organica sin descomponer o
parcialmente descompuesta, se entierra, se sella bien con
abundante riego y se deja actuar.

La propia descomposicion de la materia organica genera
sustancias como aldehidos, alcoholes, acidos grasos, entre
otras, y ellas actuan no solo eliminando los danios de las
enfermedades  durante el cultivo, sino que ademas se incrementa
la produccion de una manera importante. Quiere decir que esta
alternativa organica produce los mismos beneficios sin ninguno
de los inconvenientes del bromuro de metilo, y es
sustancialmente mas barata.

La biofumigacion esta funcionando correctamente en los cuatro
paises en los cuales se estan desarrollando los ensayos: China,
Mexico, Guatemala y Uruguay. Como hay que dejarles a los
productores la libertad de eleccion, existen otras alternativas
quimicas menos contaminantes que el bromuro de metilo. Javier
Tello, agronomo espaniol, que participa de la supervision de los
ensayos de sustitucion del bromuro de metilo, indica que en el
caso de Uruguay espera que resuelva eliminar el bromuro de
metilo antes de 2015, porque de esta manera podra acogerse al
beneficio del subsidio por sustitucion del gas.

En este momento los consumidores europeos no desean recibir
productos elaborados de maneras muy artificiales. Se esta
cambiando ese sistema agricola por lo que llamamos "produccion
integrada", que vendria a ser el paso previo a lo que comunmente
se designa como "agricultura biologica o ecologica". ¿Como
ejercen los consumidores esos controles y exigencias? Por medio
de las asociaciones de consumidores que han impuesto el uso de
"etiquetas de garantia". Las caracteristicas anunciadas en las
etiquetas son periodicamente verificadas por inspecciones. Otro
sistema que ya se esta usando, sobre todo por la cadena de
supermercados de Gran Bretania, es la contratacion con los
proveedores de la compra de toda la produccion, siempre y cuando
el agricultor se cinia a instrucciones precisas registradas
previamente por el comprador, cuyo cumplimiento es verificado
mediante inspecciones efectuadas directamente en los cultivos.
Estas cadenas, logicamente, actuan presionadas por los
consumidores, pues la garantia de calidad es un elemento central
de la competitividad en el comercio. Estoy convencido de que en
un lugar como Uruguay, donde los tratamientos con
fitosanitarios, por ejemplo, se pueden llevar practicamente a
cero y es posible reducir en forma considerable la utilizacion
de los abonos de sintesis, seria facil buscar relaciones
comerciales -que las debe buscar el Estado con los comerciantes
de otros estados- regidas por contratos de este tipo y asi poder
colocar su produccion.

Para mi sorpresa he descubierto que Uruguay es el unico lugar
del mundo donde se producen frutillas sin bromuro de metilo.
Pregunte a los agricultores por que no realzaban en los envases
esa caracteristica de su produccion, puesto que se trata de un
importantisimo valor agregado y porque ademas esa frutilla tiene
un extraordinario sabor que en Europa se ha olvidado. Como un
modelo sin quimicos se podrian obtener productos con las mismas
cualidades visuales y mejores cualidades gustativas que los que
hoy se obtienen con el uso masivo de quimicos.


CLASIFICAR ES CARO, PERO ES MAS SEGURO

Los productores argentinos han comenzado a sentir la resistencia
que los organismos geneticamente modificados (OGM) encuentran en
algunos mercados. Japon y Europa encabezan esta oposicion, que
de todos modos aun no ha llegado a mayores para el caso de los
embarques argentinos. Mas recientemente las trabas llegaron
desde Brasil, que paralizo por un tiempo los embarques de maiz
argentino por decision de la justicia.

Frente a esta situacion, la incognita de los agricultores es si
habra sobreprecio para la produccion que sea certificada como
libre de OGM. El caso es que diferenciar implica un aumento en
los costos de produccion, almacenaje, distribucion y transporte.
No solo por las barreras sanitarias y las tecnicas de produccion
que se emplean, sino hasta por el uso de silos de acopio
primario mas chicos, plantas especiales de concentracion,
equipos de acondicionamiento y manipulacion de granos
especiales, y bodegas de barcos preparadas especialmente.

E. Diaz Bonilla, ex agregado agricola de la Embajada argentina
en Washington, difundio un trabajo realizado por tecnicos del
departamento de Agricultura de EEUU segun el cual los costos de
la diferenciacion, en el caso de la soja, se ubicarian entre un
5% y un 15% repecto del precio final del producto. Tambien
describio un modelo hipotetico desarrollado por ese organismo,
por el cual el precio por diferenciar estaria entre el 3.5% y el
7% respecto del valor de los OGM. El consultor Daniel Miro
senialo que en el Tokio Grain Exchange, donde cotiza la soja
transgenica, la oleaginosa convencional cotizo en el promedio
del ultimo anio con sobreprecio de 8 dolares por encima de la
modificada geneticamente.

Mientras tanto productores e industriales argentinos siguen
apostando a los transgenicos y solo en dosis casi experimentales
exploran la identificacion. El semillero Gear, de la ciudad de
Pergamino (provincia de Buenos Aires), logro colocar en Europa
maiz certificado como libre de OGM con sobreprecio. Pero el
mismo titular de la firma, Yaki Gear, aclaro que el suyo es uno
de los pocos casos en que se dio esa situacion.

Entre la oportunidad del premio y el fantasma del castigo, se
sacan las cuentas. A. Hak, secretario de la Asociacion Argentina
de Poscosecha de Granos, aseguro que "clasificar cuesta tiempo y
dinero", pero advirtio: "tambien hay que pensar que cada vez
sera mayor la exigencia de diferenciar, por ejemplo, por
calidad".

E. Fernandez, de la Sociedad Gremial de Acopiadores de Granos de
la provincia de Santa Fe, admitio que la adecuacion de la
infraestructura de almacenaje y transporte para el traslado de
granos de identidad preservada es una cuenta pendiente, pero
supedito las inversiones "a que se pague una diferencia de
precio. No se trata de mala voluntad, sino que simplemente no
esta al alcance del acopiador embarcarse en proyectos de esa
naturaleza en este momento". En el cordon agroexportador
rosarino, por donde sale el 80% de la cosecha argentina, hay
puertos que recibieron la visita de "inspectores" de empresas
compradoras de Europa, para ver como tratan el tema de los
transgenicos.

Aunque en silencio, y sin resignar su reivindicacion de los
organismos modificados, algunas empresas reservan una parte de
su estrategia por el lado de la diferenciacion. Es, por ejemplo,
el caso de la Asociacion de Cooperativas Argentinas (ACA), que
contrato a la empresa holandesa SGS para auditar su sistema de
trazabilidad. Es que la firma reservo una pequenia parte de su
produccion para el cultivo de especialidades (maiz fynt) y
granos no transgenicos. Roberto Cerutti, presidente de la
cooperativa, indico que la certificacion de libres de OGM y la
produccion de especialidades obliga a implementar un sistema de
auditoria y trazabilidad desde el campo hasta el barco que
encarece los costos, pero "hay un interesante resultado en el
valor de lo que se vende".


TRANSGENICOS NAO ROTULADOS SERAO RECOLHIDOS EM SP

A vigilancia sanitaria de Sao Paulo deu prazo de 15 dias para
que os fabricantes retirem do mercado os nove alimentos nos
quais foi constatada a presenca de ingredientes de origem
transgenica, sem que isso esteja especificado na embalagem. A
determinacao, publicada ontem no Diario Oficial do Estado,
baseia-se na lei estadual nº10.467/99, que tornou obligatoria a
rotulagem  dos alimentos trasngenicos vendidos em Sao Paulo. As
empresas devem apresentar a vigilancia relatorio comprovando o
recolhimento dos produtos. Se a ordem nao for cumprida, os
fabricantes poderao receber  multas de R$500 a R$85 mil.

A determinacao envolve os fabricantes dos produtos denunciados
pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), ha cerca de um
mes e meio, depois de analises que constataram a presenca de
ingredientes transgenicos. Sao eles: Chips sabor bacon, sopa
desidratada de milho, macarrao instantaneo sabor galinha, ,
salsicha tipo viena, Nestogeno com soja, os leites de soja Supra
Soe, Soy Milke, alem do cereal Shake Diet de morango.


HERBICIDAS EN LA MIRA

El aumento de los precios de algunos agroquimicos estrategicos
provoca una gran preocupacion en el sector. Las quejas se
concentran en la atrazina, mientras crece el temor de que se
concentre una suba fuerte del glifosato. La atrazina se
consolido en la ultima decada como el principal herbicida del
maiz. Hasta entonces predominaban los herbicidas de post-
emergencia, fundamentalmente 2.4-D y Tordon. El glifosato se
expandio de la mano de la siembra directa y, sobre todo, a
partir de la incorporacion de las variedades de la soja RR. La
atrazina subio un 80% respecto al precio del anio pasado.
Ademas, en el caso de la importacion directa, el SENASA exige el
cumplimiento de la resolucion 350/99, que exige la presentacion
de una serie de certificados que hasta ahora no se reclamaban".
El sentimiento general es que esta actitud dejo a la plaza
desabastecida. R. Grether, vicepresidente de Confederaciones
Rurales Argentinas, manifesto estar "sumamente preocupado"
porque cree que es parte de una maniobra para perjudicar a
Argentina. "Quieren sacarnos del mercado, no es normal esta
oscilacion de precios con inflacion cero. Al glifosato, que
habia bajado a 2.65 dolares por litro, ahora lo quieren subir a
3.45". El temor es que esta tendencia de los precios de los
agroquimicos se extienda rapidamente. Asi como la implementacion
de la tecnologia RR provoco la sustitucion de productos y bajas
de costos, ahora se puede dar el fenomeno contrario.


CUESTIONAN LA TRANSPARENCIA DE LA CTNBio de BRASIL

A CTNBio (Comissao Tecnica Nacional de Biosseguranca), orgao que
regulamenta os alimentos transgenicos no pais, precisa de mais
transparencia. A avaliacao e' do jurista Paulo Affonso Leme
Machado, professor da Unesp e presidente da Associacao
Brasileira de Direito do Meio Ambiente. "O decreto de 95 que
criou a CTNBio tem inconstitucionalidades", afirmou Machado,
referindo-se a um dos paragrafos do texto, que afirma que os
membros da comissao deveriam manter sigilo sobre as materias
submetidas ao plenario da comissao. "Nosso entendimento e' que
so' nao se devam divulgar as materias de interesse comercial,
para proteger segredos industriais", afirmou Leila Oda. A
presidente da CTNBio disse, no entanto, que a comissao nao tem
mecanismos para abrir as reunioes ao publico. A CTNBio e'
responsavel por aprovar ou nao os pedidos de liberacao de
alimentos transgenicos. (Folha de SP, 12/8)

NUEVOS ARTICULOS EN INTERNET

En el sitio web de CLAES se han colocado nuevos articulos de
interes:
- Polemica sobre el uso biotecnologico de la biodiversidad de
Brasil, con ejemplos de recientes acuerdos comerciales,
reproduciendo un informe de Gazeta Mercantil del 23 de Julio.
- Gestiom ambiental empresarial. Un informe sobre la gestion
ambiental en grandes empresas del Cono Sur, uso de las normas
ISO 14 mil, etc. Tambien reproducido de Gazeta Mercantil

Estos materiales estan disponibles en nuestro sitio sobre
integracion regional y ecologia en:
<http://www.ambiental.net/integracion>www.ambiental.net/integracion


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editor Gerardo
Evia; asisten Viviana Basanta y Carolina Reynoso. Apoyo de
la Fundacion F. Ebert en Uruguay (FESUR) y asistencia de
la fundacion CS Mott.
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CLAES
Centro Latino Americano de Ecologia Social

www.ambiental.net/claes

#14 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Lun, 14 de Ago, 2000 10:43 pm
Asunto: Boletin No 14, Agosto 2000
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No. 14 - Agosto 14, 2000

CONTENIDO
    + DEGRADACION SUELOS EN LA PAMPA
    + BRASIL MANTIENE PROHIBICION DE SOJA TRANSGENICA
    + BRASIL NO COMPRA MAIZ A ARGENTINA
    + URUGUAY CAMBIA POLITICA EN TRANSGENICOS
    + TRANGENICOS DIVIDEN REUNION CIENTIFICA BRASILENIA
    + LA CAZA DE SOBREVIVENCIA EN URUGUAY
    + EX MINISTRO CHILENO: REGULAR LA APERTURA DEL AGRO
    + PLAN DE DESARROLLO EN BRASIL
    + RECURSOS EN INTERNET
    + REUNIONES Y CURSOS
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DEGRADACION DE SUELOS EN LA PAMPA

En el 11 Congreso de la Organizacion Internacional de
Conservacion de Suelos se presento un reporte sobre los
problemas ambientales que enfrenta la Pampa Argentina. La
erosion causada por el agua, el viento y las malas practicas
agricolas y ganaderas tiene en Argentina un costo de mas de 3
mil millones de dolares al anio y la Pampa es parte del
problema. Sesenta millones de hectareas, de un total de 280
millones, estan afectadas por la erosion, en las cuatro
provincias centrales que conforman la Pampa y la meridional
Patagonia, senialo el Instituto Nacional de Tecnologia
Agropecuaria.

JUSTICIA DE BRASIL MANTIENE PROHIBICION DE SOJA TRANSGENICA

A Justiça Federal decidiu na terça-feira, 8 de agosto, manter a
proibição do plantio da soja transgênica Roundup Ready, da
Monsanto. A votação de três juizes  foi mantida pela Sexta Vara
Federal em Brasilia que havia proibido o plantio e a
comercialização do produto. O Governo e a Monsanto podem
recorrer ao proprio TRF e ao Superior Tribunal de Justiça. Tanto
o juiz da Sexta Vara Federal em Brasilia, Antônio Prudente,
quanto o Tribunal Regional Federal entendem que o plantio e a
comercialização do produto geneticamente modificado dependeriam
de estudo previo de impacto ambiental. A Comissão Tecnica
Nacional de Biossegurança (CNTBio) sustenta que os estudos
realizados no exterior, descartando os riscos à saude humana e
ao ambiente, são suficientes.
Fonte: Ecologia em noticias
(<http://www.riosvivos.org.br/>www.riosvivos.org.br).


BRASIL NO COMPRA MAIZ ARGENTINO POR TEMOR A TRANSGENICOS

Las exportaciones de maiz argentino a Brasil estan congeladas
desde hace casi un mes, cuando un recurso judicial en aquel pais
detuvo dos embarques del cereal en puertos brasilenios, acusado
por Greenpeace de ser un producto transgenico. Para ello se
amparo en una ley de 1995 que establece que el ingreso de
productos geneticamente modificados debe estar aprobado por tres
ministerios: Agricultura, Salud y Medio Ambiente.

En Brasil aun no esta aprobada la utilizacion de productos
organismos geneticamente modificados (OGM) para el consumo
humano y se esta dando un gran debate en todos los ambitos
respecto del beneficio de mantener cerrado el ingreso de los
productos transgenicos.

Esto motivo que el ministerio de Agricultura brasilenio
reclamase a la Comision Nacional de Tecnologia Biologica
(CNTBio) una resolucion "en caracter de urgente" que no se hizo
esperar. El organismo emitio un fallo en el que se asegura que
"no hay evidencia de que los granos de maiz geneticamente
modificados y comercializados tengan efectos daninos cuando son
utilizados como alimento para animales".

Para la Argentina, la decision es preocupante porque Brasil fue
el segundo comprador externo del anio pasado y hasta el momento
viene ocupando el mismo lugar. Los exportadores, empresarios y
analistas locales coinciden en observar la fuerte desaceleracion
en las compras brasilenias.

"Los brasilenios no quieren otorgar tolerancia de material
transgenico en los embarques, como sucede en Europa, y hoy el
riesgo cero es imposible de cumplir", afirmo Juan Gear, de la
empresa exportadora homonima. La Union Europea admite que cada
embarque de maiz no transgenico puede tener hasta un 1% de
material geneticamente modificado.


URUGUAY INSINUA CAMBIOS EN POLITICA SOBRE TRANSGENICOS

El nuevo ministro de Ganaderia y Agricultura de Uruguay, Gonzalo
Gonzalez indico que el pais debera diseniar su propia posicion
sobre los transgenicos, reconociendo la necesidad de identificar
y segregar productos. Anuncio que su ministerio esta estudiando
el tema y que sera necesario un debate mas amplio.

Entre sus recientes declaraciones sobre este tema se destaca:
"Por un lado toda la ciencia y tecnologia han permitido
incorporar variaciones geneticas provenientes de una misma
especie o interespecificas. Son posibilidades que tiene
planteadas el hombre para obtener beneficios, en la medida en
que se hagan correctamente y se sepa hacia donde se va. Eso
implica seguir aplicando mucha ciencia y tecnologia para el
conocimiento pero no descartar a priori la posibilidad de
trabajar con los transgenicos y tener su beneficio.  Por el otro
lado, esta la corriente que habla de defender. Usted sabe que el
hombre ha generado muchas atrocidades por su propia ignorancia,
por la prescindencia de la ciencia y el poco conocimiento y, en
definitiva, avanza por el procedimiento de prueba y error."

Gonzalez agrego que estas "dos corrientes tienen, en el plano
comercial, una expresion especifica. El bloque europeo se afilia
detras del "no a los transgenicos", a pesar de que
investiga en esa area porque si maniana son necesarios los
usara. De modo que la investigacion es importante. Por otro
lado, esta el resto del mundo, que pelea contra ese bloque,
fundamentalmente liderado por Estados Unidos. Ese pais ya ha
utilizado los transgenicos que estan teniendo un mercado
importantisimo y hacen una contribucion destacada en la
disminucion de los costos de produccion. Eso es realmente
importante en la economia mundial y en la economia de
produccion."

Gonzalez indico que "Uruguay tendra que definir una posicion:
transgenicos si o no. O una tercera posicion, capaz que
transgenicos si y cultivos no transgenicos tambien. Me parece
que esta postura intermedia puede ser la que al final tome
Uruguay."


TRANSGENICOS DIVIDEN A CIENTIFICOS BRASILEROS

A liberacao de alimentos transgenicos divide os cientistas que
participam da 52a Reuniao Anual da Sociedade Brasileira para o
Progresa da Ciencia (Julio). De um lado, ha os que defendem a
realizacao de mais testes antes de o governo autorizar o
plantio, comercio e consumo de produtos geneticamente
modificados. Outros consideram suficientes os atuais estudos e
temem que a resistencia a tecnologia atrase a agricultura e
cause estragos 'a economia do pais.

Quem cobra mais cautela e a presidente da SBPC, Glaci Zancan.
"Os testes precisam ser feitos no Brasil, pois as plantas
respondem ao ambiente de maneira diferente". Segundo ela, e
preciso verificar tanto o impacto dos organismos geneticamente
modificados quanto eventuais reflexos do clima ou do solo do
pais na constituicao desses alimentos. "Cada caso e um caso e
deve ser estudado", disse Glaci, que e' bioquimica. Ela critica
a CTNBio por autorizar o plantio de soja transgenica sem exigir
estudo de impacto ambiental.

Para o presidente de honra da SBPC, Crodowaldo Pavan, as
pesquisas ja realizadas em outros paises bastam para assegurar
que o consumo e' seguro. "O que nao se pode e querer garantir
que ninguem tenha morrido daqui a 500 anos por comer
transgenicos", afirmou ele, criticando quem defende a proibicao
com base apenas na possibilidade de haver risco 'a saude. No
caso da soja,  Pavan lembra que esse alimento e originario da
Asia, de modo que estudos de impacto ambiental realizados nos
EUA e na Argentina sao validos para o Brasil. "Se houvesse esse
rigor todo nao usariamos 90% dos remedios, pois foram testados
nos EUA", disse Pavan, que e geneticista.

O agronomo da Universidade Federal da Bahia, Amilcar Baiardi,
destacou que a nova tecnologia e' indispensavel para desenvolver
a agricultura sem agredir o ambiente. "Nao ha' possibilidade de
se fazer agricultura sustentavel sem recorrer a modificacao
genetica", diz Baiardi, que ve nos transgenicos o caminho para
reduzir o uso de agrotoxicos. Para ele, a histeria em torno do
assunto e um "fenomeno obscurantista".


LA CAZA ES UNA ESTRATEGIA DE SOBREVIVENCIA EN URUGUAY

En invierno y hasta fines de Agosto, son muchos los trabajadores
rurales sin empleo en las estancias que recurren a la caza de
liebres para sobrevivir. En agosto finaliza la temporada de caza
legal de liebre.

Los "peones" de estancia encuentran dirficultades crecientes
para lograr un empleo rural. Por ejemplo, uno de ellos (Ruben
Medina Soca del paraje Santa Clara de Olimar) dice que una de
las causas de que esto ocurra es la forestacion con eucaliptos:
"Hay estancieros que estan plantando eucaliptos en buenas
tierras productivas. Hacen eso porque con los eucaliptos se
invierte muy poco. No necesitan ni regarlos. Entonces, como
dedican mucha tierra a eso, dan trabajo a menos peones". Otro
testimonio indica que en algunas estancias "se traen peones de
otros lados, incluso de Brasil", explica Benito Baldomir Vaz en
Tiatucura. En otros casos, los peones "rotan" entre varios
predios de un mismo propietario.

Estas practicas han ido en notorio aumento desde 1993 y estan
agudizando el desempleo que afecta a sectores cada vez mas
grandes del medio rural, al punto de que en muchos pequenios
pueblos y caserios, surgidos hace 100 o mas anios alrededor de
enormes latifundios, ya casi ningun hombre tiene trabajo fijo.
Ello ha desencadena actividades alternativas, como la caza de
liebres.

Los compradores pagan entre 14 y 15 pesos por cada liebre y
tambien venden las balas a los cazadores, informa Gustavo
Cerizola en Tres Arboles. Confirma que esta aumentando el numero
de cazadores en varias zonas del pais. Las liebres van a parar a
un puniado de empresas, caso todas exportadoras, que monopolizan
el negocio de las llamadas "carnes alternativas", actualmente en
pleno proceso de desarrollo tanto a nivel local como
internacional. La red de comercializacion que opera en este
rubro obtiene ganancias que en el peor de los casos triplican lo
recibido por el cazador, segun coinciden en estimar fuentes
consultadas en Montevideo. Si los cazadores estuvieran agrupados
y crearan una cooperativa para colocar su produccion
directamente en el mercado sin depender de intermediarios y
acopiadores, podrian por lo menos duplicar lo que ahora ganan,
dijeron las fuentes.

Segun el investigador social Mario Tenuta Diaz, este tipo de
actividad transcurre en un contexto muy especial: "La
disminucion del trabajo en las estancias ha tenido una
consecuencia lateral, que afecta a un sector de comerciantes de
los pequenios pueblos, en lo que tiene que ver con la influencia
social y tambien politica que ellos ejercian en sus comunidades.
En efecto, durante mucho tiempo cada vez que un estanciero
necesitaba peones, empleaba a los que recomendaba el comerciante
mas importante del pueblo, quien asi se convertia en una persona
con poder, porque de el dependia le gente que queria trabajar o
conservar su trabajo. Muy frecuentemente, el comerciante usaba
ese poder con fines politicos, porque en pago de su
recomendacion pedia apoyo para tal o cual caudillo
departamental. Ahora y desde hace vario anios, eso esta
cambiando porque en los pueblos donde ya no hay mucho trabajo
para peones de estancias, ese sector de comerciantes-
almaceneros, duenios de bares y a veces tambien prestamistas-ya
no cumplen la funcion de recomendar gente a los latifundistas,
al menos no en el grado en que lo hacian antes. Ese cambio
social ya claramente en consolidacion, viene acompaniado de
otro, que es la revaloracion, por necesidad, de emprendimientos
individuales o familiares de subsistencia, como la pesca, las
huertas y, entre muchos otros, la caza. Todo esto puede tener
nuevas expresiones en el futuro inmediato".


EX MINISTRO CHILENO DE AGROPECUARIA: APERTURA SI, PERO CON
DEFENSAS

El ex-ministro de agricultura de Chile, durante la presidencia
de E Frei, Emiliano Ortega, sostuvo que: "Una politica de
apertura total a los mercados externos, sin la cautela necesaria
para salvaguardar los intereses del agro en razon de sus
variables sociales, culturales, ambientales e incluso morales,
seria la culpable, en buena medida, de la situacion que
actualmente viven los cultivos".

"En el fondo, la crisis del agro se deriva de una estrategia de
desarrollo que ha ido progresivamente apuntando a una exposicion
total frente a los mercados internacionales, sin ningun tipo de
defensa", explico. Esquiva la palabra crisis y prefiere hablar
de situacion preocupante. Su analisis no se limita al de los
cultivos tradicionales, por considerar que necesita de un marco
mas amplio: el de la situacion de la ruralidad chilena en
general.

"Actualmente, existen indefiniciones y contradicciones respecto
del tema rural. Es a partir de tal definicion que se puede
avanzar hacia una politica agraria, como lo han hecho EEUU,
Japon, Suiza, Australia, etc". A su juicio, las transferencias
de recursos que dichos paises hacen a su agricultura solo se
explican por la valoracion que la sociedad toda hace del habitat
rural y la conservacion del entorno.

"Tenemos que definir lo que queremos hacer con nuestro
territorio, con el vinculo entre la sociedad y  sus espacios, en
99% rural. Entre nosotros hay quienes creen que el desafio rural
se resuelve vaciando de gente los campos. Me recuerdo que el
ministro de Hacienda de la epoca me pedia que dijera a los
campesinos que dejaran sus campos. Un campo deshabitado es un
campo abandonado; no es un campo desarrollado". "Me parece
positivo que se reevaluen los efectos que las politicas
macroeconomicas tienen sobre el agro, ya que no somos los unicos
que estamos experimentando consecuencias poco deseables. No
basta abrirse para exportar, y si, para llenarse de alimentos
importados. America Latina, que importaba en 1980 unos 9 mil
millones de dolares antes de la apertura, esta importando 45 mil
millones en 1999. ¿Quienes han ganado? Solo los grandes
exportadores. Las crisis rurales en Centroamerica, Venezuela,
Bolivia y varios otros paises asi lo demuestran". "Es muy facil
negociar cediendo, pero no lo es cambiar una estructura de uso
del suelo que no es antojadiza, sino resultante de las
condiciones agroecologicas de ciertas zonas".


PROGRAMA DE DESARROLLO AGROPECUARIO EN BRASIL

Fruto de la confluencia de agremiaciones rurales, industriales y
de la Asamblea legislativa estadual, la mitad de Rio Grande del
Sur apuesta a un poderoso programa de desarrollo agropecuario.
Con un monto previsto de US$ 3000 millones, de los cuales la
mayor parte se dedicara al riego, los brasilenios apuestan a
incrementar en dos millones de hectareas la superficie agricola,
en 1.6 millones de ha las pasturas mejoradas, y a exportar
arroz.

El programa pone un fuerte enfasis en el desarrollo del riego y
en el uso mas eficiente de las estructuras ya existentes de
manejo de agua. En maiz y soja se pretende incorporar, una vez
que se desarrollen variedades adecuadas, 2 millones de hectareas
a estos cultivos. Carne: el aumento en la produccion de ambos
granos, generaria una abundante fuente de alimentacion para el
ganado vacuno, lechero, cerdos y pollos. Pasturas: se apunta a
implantar 1.6 millones de hectareas de pasturas mejoradas como
forma de aprovechar en los mercados externos la condicion de
libre de aftosa.

CONGRESO FORESTAL EN CHILE

La IV Reunion sobre Investigaciones y Desarrollo de Productos
Forestales, y el I Congreso Iberoamericano de Investigacion y
Desarrollo en Productos Forestales se realizara del 16 al 20 de
octubre del 2000 en Concepcion, Chile. Organizan la Universidad
del Bio-Bio y Universidad de Concepcion, cubriendo las areas
tematicas: Ciencias de la madera: anatomia, quimica, fisica y
mecanica de la madera; Conversion mecanica primaria y
secundaria; Biodeterioro de madera solida y reconstituida;
Tratamientos; Adhesivos y maderas reconstituidas; Disenio de
productos; Estructuras en madera; Pulpa y papel; Control de
calidad y comercializacion; Industria forestal maderera y su
impacto ambiental; Educacion en tecnologia de la madera. Para
mas informacion, escriba a: jornadas@...

FAO: NUEVO SITIO WEB EN AGRICULTURA ECOLOGICA

La FAO (Organizacion de las Naciones Unidas para la Alimentacion
y la Agricultura) ha presentado su nueva pagina de internet en
Agricultura Ecologica. Cnsultarla en
<http://www.fao.org/organicag>http://www.fao.org/organicag

CURSO CONTROL BIOLOGICO

PROBIOMA (Bolivia) anuncia sus proximo modulos en control
biologico:
1. Manejo Integrado de Plagas con enfasis en Control Biologico.
2. Uso y Manejo de Agentes de Control Biologico
3. Produccion de cultivos organicos y certificacion local
Mas informaciones con Probioma, en el correo-e:
probioma@...


NUEVAS PUBLICACIONES DE CLAES

En el sitio web de CLAES hemos agregado articulos recientemente
publicados. Se destaca "Un ejercicio de aplicacion de
indicadores de sustentabilidad de diferentes alternativas
productivas en los Humedales de la Laguna Merin", por Gerardo
Evia. Uso de indicadores para evaluar opciones en desarrollo
sostenible en un area bajo uso arrocero y ganadero.
Tambien esta disponible "Ecologia Politica del Cambio
Climatico", por Gerardo Honty, con un analisis de las
discusiones sobre este tema y las negociaciones enmarcadas en el
Protocolo de Kyoto.
Las dos publicaciones originalmente se publicaron en la serie
Temas Clave.
Los dos articulos estan disponibles desde la pagina
<http://www.ambiental.net/claes>www.ambiental.net/claes
Hemos incluido ademas un indice a otros articulos en la serie
TEMAS CLAVE que se encuentran disponibles en nuestro sitio web
(<http://www.ambiental.net/claes>www.ambiental.net/claes).

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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
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#13 De: CLAES Uruguay <claes@...>
Fecha: Mié, 26 de Jul, 2000 11:05 am
Asunto: Boletin No 13, Julio 2000
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No. 13- Julio 26, 2000

CONTENIDO

Documento:
O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PRODUTORES DE ARROZ IRRIGADO NO
RIO GRANDE DO SUL, BRASIL, por Eduardo Zaffaroni & Vitor
Emanuel Tavares

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1.INTRODUCAO

No Rio Grande do Sul, um dos principais cultivos e o arroz, o
qual e realizado praticamente na sua totalidade em forma
irrigada. A cultura de arroz tem-crescido nos ultimos anos em
area e producao no Rio Grande do Sul. No periodo 1998/99 a
2004/05, a taxa de crescimento anual na area dedicada a
producao de arroz seria de 0,86% o que determinaria uma
aumento anual da producao de 2,06% no estado. O uso de agua,
por unidade de area, tem diminuido nos ultimos anos, porem as
previsoes levam a considerar que o volume total utilizado
poderia aumentar significativamente no futuro, segundo os
estudos realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento
(CONAB) do Ministerio da Agricultura e Abastecimento do
Brasil.

O cultivo e produzido com alta tecnologia, o que implica alto
uso de insumos, tais como fertilizantes e herbicidas e
quantidade muito grande de agua. A producao de arroz
transforma a cada ano no estado areas baixas ou de varzeas
numa "lagoa" de 950.000 hectares. O uso de uma quantidade
tremenda de agua, que depois e parcialmente retornada as
fontes naturais, com residuos deixados pelo cultivo,
significa uma transformacao antropica, que traz, sem duvida,
um impacto sobre o meio ambiente. A producao de arroz usa a
agua, um dos recursos naturais de maior importancia
estrategica na atualidade e que se transformara em um recurso
ainda mais importante no futuro, devido a sua virtual
escassez, seja na sua quantidade, seja na sua qualidade.

O fenomeno de escassez dos recursos hidricos, que esta
ocorrendo a nivel mundial, tambem acontece no Rio Grande do
Sul (RS), onde em determinadas regioes a situacao e critica
(...) Ante esta preocupacao real, diversas leis e decretos
tem sido formulados, com a finalidade de regular o uso da
agua. A legislacao federal exige que todos os empreendimentos
que impliquem em potencial degradacao do ambiente devam
receber um licenciamento ambiental. O Rio Grande do Sul, com
seu trabalho de cadastramento e posterior licenciamento
ambiental e sua preocupacao em compatibilizar este trabalho
com o sistema de gerenciamento de recursos hidricos, esta em
um processo bastante particular e avancado, em relacao a
outros estados brasileiros e mesmo a outros paises do mundo.

O presente trabalho tem por objetivo apresentar a situacao do
uso da agua no cultivo do arroz no Rio Grande do Sul, Brasil,
e analisar o processo de licenciamento ambiental dos
produtores de arroz no Estado.

2.USO DA AGUA NO CULTIVO DE ARROZ NO RIO GRANDE DO SUL

A quase totalidade da area cultivada com arroz no Rio Grande
do Sul e irrigada, sendo utilizado o sistema de submersao do
solo. Agua utilizada para a irrigacao e captada,
principalmente, de rios, acudes e lagoas, sendo que em 43%
das propriedades todo o processo de captacao e conducao da
agua, desde as fontes de captacao, ate as parcelas irrigadas
e feita por gravidade. Nas demais, a captacao e feita com a
utilizacao de conjuntos moto-bomba alimentados com diesel
(56%) ou energia eletrica (44%), sendo a conducao posterior
da agua feita por gravidade, atraves de canais (IRGA, 1993).

A distribuicao da agua e feita atraves da passagem de agua
dos canais para parcelas da area irrigada (quadros),
delimitadas por pequenos diques de terra (taipas).

A agua de irrigacao nas lavouras de arroz e utilizada,
primeiramente, para saturar o solo e formar uma lamina de
agua sobre a sua superficie. Posteriormente a agua e
utilizada para atender a evapotranspiracao e compensar as
perdas atraves do fluxo subterraneo, por percolacao profunda
e infiltracao lateral, permitindo a manutencao da lamina.
Fatores como a variedade cultivada, o relevo, o tipo de solo,
o clima, e a forma de manejo da agua, afetam a quantidade de
agua necessaria para a irrigacao do arroz.

Existem diferentes sistemas de producao de arroz irrigado,
sendo que no Rio Grande do Sul os sistemas utilizados sao:
convencional (70% da area cultivada), plantio direto e
cultivo minimo (19% da area cultivada) e pre-germinado (11%
da area cultivada, na safra 97/98). As principais diferencas
entre estes sistemas reside no modo de preparo do solo e no
manejo da agua.

No sistema convencional o preparo do solo e realizado na
condicao de umidade natural, sendo que o solo nao deve estar
nem muito umido, nem muito seco. Neste sistema, ocorre um uso
intensivo de maquinas agricolas para o preparo do solo, o que
concorre para sua deformacao. A irrigacao e iniciada,
geralmente, 25 a 40 dias apos o plantio.

O sistema de plantio direto apresenta como principais
diferencas, em relacao ao sistema convencional, a nao
movimentacao do solo ou movimentacao minima, a permanencia da
cobertura no solo e a rotacao de culturas. Neste sistema a
semeadura e feita diretamente sobre uma cobertura dessecada
quimicamente ou sobre os residuos da cultura anterior.

No sistema de cultivo minimo ocorre um revolvimento minimo do
solo, sendo o preparo realizado visando pequenas correcoes no
microrrelevo e com uma antecedencia de 45 a 60 dias antes da
semeadura. Este periodo entre o preparo do solo e a
semeadura, conhecido como pousio, visa possibilitar a
germinacao das plantas daninhas antes da semeadura do arroz,
e seu posterior controle, atraves de herbicidas de acao
total, do mesmo tipo do usado no sistema de plantio direto.

O sistema pre-germinado apresenta como principais diferencas
em relacao aos demais metodos o preparo do solo e o uso de
sementes pre-germinadas. O preparo do solo e realizado com o
solo inundado, sendo que a primeira etapa do preparo pode ser
realizada com o solo em condicoes naturais de umidade. A area
de plantio deve ser nivelada e alisada, para ficar adequada
para o recebimento da semente pre-germinada. A semeadura e
feita com o solo inundado.

Em regioes de clima temperado, a evapotranspiracao media do
arroz, irrigado por inundacao, varia entre 6,7 e 7,7 mm/dia
(GOMES e PETRINI, 1996). As perdas de agua por percolacao
profunda e infiltracao lateral variam de acordo com a textura
e estrutura do solo, bem como com as condicoes topograficas
do terreno. (.....)O conjunto das perdas por infiltracao
lateral e percolacao atinge valores entre 2 e 6 mm/dia,
podendo, em condicoes desfavoraveis, atingir 20 mm/dia (GOMES
e PETRINI, 1996).

No Rio Grande do Sul o consumo de agua nas lavouras de arroz
vem diminuindo ao longo do tempo, mas se encontra ainda em
patamares muito elevados. Em condicoes adequadas de solo,
relevo e manejo de agua a eficiencia da irrigacao por
submersao pode atingir valores em torno de 60%. Entretanto,
considerando que a vazao unitaria media adotada pelos
agricultores fica em torno de 2,0 l/s/ha, verifica-se que a
eficiencia da irrigacao atinge 40 a 45%. Em condicoes
desfavoraveis de solo e relevo, com manejo incorreto, a
eficiencia de irrigacao pode ficar abaixo de 30%. Isto
implica em um consumo de agua que e o dobro do que poderia
ser alcancado em condicoes favoraveis, com atendimento as
recomendacoes tecnicas para a cultura.

(...) e possivel estimar que aproximadamente 48% do total de
agua utilizada para a irrigacao corresponde a
evapotranspiracao, sendo que os restantes 52% representam um
uso nao consuntivo, o qual retorna ao ciclo hidrologico, de
forma mais lenta, atraves da percolacao e fluxo sub-
superficial, ou de forma mais rapida, atraves da agua de
drenagem, que ocorre pelo excesso de agua durante a irrigacao
(escoamento sobre as taipas) ou pela drenagem da lamina
residual, realizada antes da colheita. Esta ultima fracao da
agua, que volta ao sistema hidrologico, contem residuos que
podem contaminar o recurso hidrico.

Nos sistemas de cultivo que utilizam sementes pre-germinadas,
a vazao unitaria empregada durante a fase de reposicao da
lamina, fica em torno de 2 a 3  l/s/ha e o periodo de
irrigacao torna-se mais longo, devido ao fato de que o solo
precisa ser inundado durante o seu preparo para que ocorra a
formacao da lama. Entretanto, como resultado do trabalho de
nivelamento e alisamento da superficie, durante a fase de
manutencao da lamina, a vazao utilizada fica em torno de 1,0
l/s/ha, o que resulta em um consumo menor de agua em relacao
aos demais sistemas de cultivo.

Considerando uma area plantada de 950.000 ha e o consumo
medio de agua nos diferentes sistemas de cultivo
(convencional, plantio direto e cultivo minimo 2l/s/ha, e o
pre-germinado 1,03 l/s/ha), e possivel fazer uma estimativa
do consumo total de agua para irrigacao do arroz no Rio
Grande do Sul, durante o periodo de uma safra.

Para que se possa ter uma ideia da magnitude do volume total
de agua utilizado para a irrigacao do arroz, pode-se estimar
que este volume (aproximado) equivale a 30% da producao anual
do Rio Nilo, 2,5% da producao anual do Rio Parana, ou 53% do
volume do reservatorio da Hidroeletrica de Itaipu, em seu
nivel maximo normal. Estes valores, mesmo se considerados
como aproximacoes grosseiras, evidenciam a magnitude do
consumo de agua nas lavouras de arroz e a necessidade de
buscar maximizar a eficiencia do uso da agua nesta atividade.
A captacao, conducao e distribuicao de aproximadamente quinze
bilhoes e meio de metros cubicos de agua, durante o verao,
causa um consideravel impacto nos ecossistemas de terras
baixas do Rio Grande do Sul.

1.A LEGISLACAO

A constituicoes Federal e do Estado do Rio Grande do Sul
estabelecem que a agua e um recurso que pertence a sociedade.
O Rio Grande do Sul foi um dos primeiros estados a
regulamentar o uso da agua, com a filosofia atualmente
incorporada a legislacao nacional.

O artigo 21 da Constituicao Federal estabelece que compete a
Uniao: "(inciso XVIII) Planejar e promover a defesa
permanente contra as calamidades publicas, especialmente as
secas e as inundacoes; (inciso XIX) Instituir um sistema
nacional de gerenciamento de recursos hidricos e definir
criterios de outorga de direitos de seu uso;(...)
O artigo 171 da Constitucao Estadual estabelece que "fica
instituido e sistema estadual de recursos hidricos, integrado
ao sistema nacional de gerenciamento desses recursos,
adotando as bacias hidrograficas como unidades basicas de
planejamento e gestao, observados os aspectos de uso e
ocupacao do solo, com vista a promover: I - melhoria de
qualidade dos recursos hidricos do Estado; II - o regular
abastecimento de agua as populacoes urbanas e rurais, de
industrias e aos estabelecimentos agricolas.  1º - O sistema
de que trata este artigo compreende criterios de outorga de
uso, o respectivo acompanhamento, fiscalizacao e tarifarao,
de modo a proteger e controlar as aguas superficiais e
subterraneas, fluentes, emergentes e em deposito, assim como
racionalizar e compatibilizar os usos, inclusive quanto a
construcao de reservatorios, barragens e usinas
hidreletricas. 2º - No aproveitamento das aguas superficiais
e subterraneas sera considerado de absoluta prioridade o
abastecimento das populacoes.  3º - Os recursos arrecadados
pela utilizacao da agua deverao ser destinados a obras e a
gestao de recursos hidricos na propria bacia, garantindo sua
conservacao e a dos recursos ambientais, com prioridade para
acoes preventivas".

No Rio Grande do Sul a lei 10.350 de 30 de dezembro de 1994,
estabelece o Sistema Estadual de Recursos Hidricos. Esta lei
define a politica de recursos hidricos no Estado e coloca a
sociedade gaucha, possivelmente quase sem o conhecimento
desta, diante de um dos maiores desafios que ja enfrentou:
assumir a responsabilidade de decidir o futuro das aguas no
Estado. Esta participacao da sociedade se concretiza atraves
da criacao de comites de gerenciamento das bacias
hidrograficas que serão os responsaveis pelo gerenciamento
dos recursos hidricos. Por outro lado, o CONAMA (Conselho
Nacional do Meio Ambiente) na sua resolucao 001/86 de 23 de
janeiro de 1986 estabelece a exigencia de licenciamento
ambiental para atividades modificadoras do meio ambiente,
tais como obras hidraulicas para exploracao de recursos
hidricos com fins de irrigacao, como os canais, por exemplo.
A resolucao do CONAMA no 237/97, de 19 de dezembro de 1997,
estabelece que para os empreendimentos realizados no estado
(em mais de um municipio) o licenciamento deve ser feito pela
instituicao estadual, no caso do Rio Grande do Sul (RS), a
Fundacao Estadual de Protecao Ambiental Henrique Luis
Roessler (FEPAM). Os empreendimentos locais (realizadas
dentro de um municipio) como e o caso da maioria das
plantacoes de arroz no RS, compete ao orgao ambiental
municipal. Na pratica, porem, devido a falta de estrutura
adequada na maioria dos municipios para avaliar os pedidos de
licenciamento, a FEPAM esta, atualmente, recebendo as
solicitacoes de licenciamento.

2.IMPACTO AMBIENTAL DA PRODUCAO DE ARROZ

A atividade agricola estabelecida e desenvolvida de forma
desordenada ao longo do tempo, tem contribuido em muito para
o comprometimento dos recursos naturais e da qualidade
ambiental no Brasil, tanto nas areas de fronteira agricola,
com problemas relacionados ao desmatamento e grandes
queimadas, como nas areas tradicionalmente ocupadas (Luchiari
et al, 1997), como o caso do arroz no Rio Grande do Sul, onde
se apresenta uma problematica mais complexa, envolvendo
principalmente questoes de contaminacao ambiental, associadas
ao uso intensivo e inadequado de agroquimicos e de
mecanizacao, com impactos aparentemente invisiveis para a
maior parte da populacao. A degradacao ambiental deve ser
entendida como o resultado de um conjunto de acoes e
processos impactantes sobre o ambiente, que, nao respeitando
a suas capacidade de suporte e/ou a sua aptidao, acarreta o
comprometimento dos recursos naturais e, consequentemente, da
qualidade de vida.

No caso do arroz o cultivo e praticado em terras de varzeas,
nas terras baixas do Estado. Estes solos apresentam uma
caracteristica comum: o hidromorfismo. No Rio Grande do Sul
tais solos ocupam extensas areas com relevo de plano a
suavemente ondulado e sao encontrados, principalmente, nas
regioes da Planicie Costeira, Depressao Central e Campanha,
abrangendo uma area de aproximadamente 5.700.000 ha (PAULETTO
et al, 1996). A principal caracteristica desses solos e a
deficiente drenagem natural, normalmente restrita pelo relevo
predominantemente plano, associado a um perfil cuja camada
superficial e pouco profunda e a subsuperficial e
praticamente impermeavel.

O Banco Mundial tem indicado que, nos grandes projetos de
irrigacao, alguns dos potenciais impactos ambientais incluem:
a) saturacao e salinizacao dos solos, b) maior incidencia das
doencas transmitidas pela agua, c) o reassentamento ou
mudanca nos estilos de vida das populacoes locais, d)
possibilidade de ocorrer uma maior erosão do solo, e)
contaminacao da agua superficial e freatica, com os biocidas
agricolas, f) reducao da qualidade da agua, g) eutrofizacao
dos canais e das vias aquaticas. As barragens com fins de
irrigacao podem ter o potencial tambem de causar transtornos
ambientais, tais como: (i) efeitos diretos, poeira, erosao e
remocao de terra, e (ii) efeitos indiretos e maiores, que
correspondem ao represamento da agua, inundacao das terras
para formar o reservatorio, e alteracao da
vazao a jusante do curso d'agua. Existem impactos para os
solos, a vegetacao, a fauna, as terras silvestres, a pesca, o
clima, e naturalmente para as populacoes humanas (BANCO
MUNDIAL, 1991).

Em relacao aos principais impactos ambientais (locais) em
lavouras de arroz irrigado, CHOMENKO (1997) apresenta e seus
respectivos: a) a aquisicao de terra (varzeas), reducao de
ecossistemas naturais, b) a drenagem, compactacao, reducao de
porosidade e permeabilidade do solo, c) o preparo do solo com
maquinario pesado, erosao, salinizacao, sodificacao do solo,
d) aplicacao de insumos corretivos, variacao do nivel do
lencol freatico, eutrofizacao e assoreamento de recursos
hidricos, e) semeadura, escassez da oferta de agua, f)
irrigacao, contaminacao do terreno e da agua, devido a
derrames combustivel, insumos diversos e agrotoxicos, g)
aplicacao de agrotoxicos,  transporte de elementos quimicos
(micro e macro-nutrientes) do solo para a agua, e h) drenagem
da area ( para colheita dos graos), perda do potencial
agricola do terreno.

A EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria) tem
realizado um projeto com o objetivo de avaliar possiveis
impactos ambientais decorrentes do uso de herbicidas na
regiao orizicola do Rio Grande do Sul. O projeto teve tres
objetivos fundamentais: a) conhecer o processo de aplicacao e
a relacao com o impacto, b) avaliar o comportamento dos
herbicidas no sistema solo e agua, e c) estudar o efeito na
fauna aquatica e do solo (HERMES, 1997). Estudos de
persistencia indicaram que para o herbicida Clomazone nao
houve deteccao em nehum dos niveis de profundidade estudados
(15, 30 e 45 cm), porem o herbicida propanil doi encontrado
ate 10 cm de solo. Ao avaliar o impacto de correntes do uso
de herbicidas sobre organismos foi encontrado que os
principais herbicidas usados no arroz (clomazone, propanil e
quinclorac) diminuiriam as populacoes de fungos, bacterias, e
actinomicetos foram menores. A qualidade da agua, nao foi
afetada pelo uso dos herbicidas. Novas pesquisas sao
necessarias no longo prazo sobre o tema para poder obter
resultados conclusivos.

3.O LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Em agosto de 1997, a Secretaria de Saude e do Meio Ambiente
atraves da FEPAM e a Secretaria de Obras Publicas, Saneamento
e Habitacao atraves do Departamento de Recursos Hidricos
(DRH), com a participacao do Instituto Riograndense do Arroz
(IRGA), a Federacao da Agricultura no Estado do Rio Grande do
Sul (FARSUL), a Federacao das Associacoes de Arrozeiros do
Rio Grande do Sul (FEDERARROZ), a Federacao de Cooperativas
do Arroz do Rio Grande do Sul (FEARROZ) e a Federacao das
Cooperativas de Trigo e Soja do RS (FECOTRIGO), assinaram
convenio, a fim de possibilitar a regularizacao de todos os
irrigantes do RS e facilitar o "cadastramento ambiental" e o
licenciamento ambiental. O convenio estabelece que ficam
obrigados a realizar o cadastramento ambiental, junto a
FEPAM, as obras hidraulicas para fins agricolas ja existentes
na data de assinatura do convenio, em qualquer regiao do
estado. O cadastramento deve ser feito por irrigantes
(preferentemente os proprietarios da terra), com a finalidade
de que a FEPAM e o DRH possam conhecer o universo do passivo
ambiental referente aos empreendimentos existentes e nao
licenciados ou autorizados por esses orgaos. O prazo inicial
para cadastramento era ate o 31 de dezembro de 1998, mas
devido a solicitacao das associacoes de classes foi adiado
ate 31 de maio de 1999.

Para realizar o Cadastramento Ambiental, o produtor deve
preencher um formulario, entrega-lo na FEPAM e pagar uma taxa
. O cadastramento foi uma solucao paliativa, encontrada para
regularizar a situacao e consiste no preenchimento de um
formulario. Este preenchimento, apesar de poder ser feito
pelo proprio produtor -e tem sido simplificado devido a
solicitacoes das associacoes de produtores - geralmente
requer que seja preenchido por um tecnico, sendo constituido,
entre outros itens por: identificacao do empreendedor,
localizacao do empreendimento, classificacao da obra, cultura
principal, producao pecuaria, recursos humanos disponiveis,
dados da propriedade, tais como area e obras, recursos
hidricos existentes na regiao, e finalidade do seu uso,
captacao de agua, descricao do recurso hidrico, sistema de
irrigacao, aguas de retorno e suas caracteristicas,
caracterizacao ambiental (cobertura vegetal, relevo, solos,
especies vegetais e animais predominantes), praticas
agricolas (manejo do solo, uso de agroquimicos, etc.),
avaliacao de impactos ambientais, medidas de
conservacao/preservacao empregadas na area. Tambem deve ser
anexado um croqui da propriedade. Feito este cadastramento, a
FEPAM emite um certificado de obra hidraulica decorrente de
atividade agricola.

O cadastramento ambiental dos irrigantes localizados nas
bacias hidrograficas dos rios Negro, Santa Maria, Ibirapuita,
Quarai, Butui e Icamaqua devido aos conflitos decorrentes do
deficit de agua nestas bacias e situados nas lagoas costeiras
(de Torres ao Chui), por serem areas ambientalmente frageis,
permite que o licenciamento ambiental e a outorga da agua
seja feito num prazo de 3 anos a partir da data que a FEPAM
emite o certificado do cadastramento. O demais irrigantes que
fizerem o cadastramento terao um prazo de 5 anos para
apresentar a solicitacao de licenciamento ambiental e a
outorga da agua.

O cadastramento ambiental e na realidade uma forma de
simplificar o processo e nao exime do futuro licenciamento
ambiental. Os produtores que optem por realizar diretamente o
licenciamento ambiental sao dispensados de cadastrar-se. O
licenciamento ambiental e um procedimento administrativo,
pelo qual o orgao ambiental competente, no caso do RS a
FEPAM, licencia a localizacao, instalacao e operacao de
empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos
ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras
ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradacao
ambiental. Existem tres tipos de licencas: a) Licenca Previa
(LP), concedida na fase preliminar do planejamento do
empreendimento ou atividade, aprovando sua localizacao e
concepcao, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo
os requisitos basicos e condicionantes a serem atendidos nas
proximas fases de sua implementacao; b) Licenca de Instalacao
(LI), autoriza a instalacao do empreendimento ou atividade de
acordo com as especificacoes constantes dos planos, programas
e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle
ambiental e demais condicionantes da qual constituem motivo
determinante, e c) Licenca de Operacao (LO), autoriza a
operacao, a execucao da atividade ou empreendimento, apos a
verificacao do efetivo cumprimento do que consta das licencas
anteriores, com as medidas de controle ambiental e
condicionantes determinadas para a operacao. O processo de
solicitacao de Licenca Ambiental tem que ser realizado por
tecnicos e exigida mais informacao do que no caso do
cadastramento. Para obras hidraulicas de grande porte, e
dependendo do possivel impacto ambiental, a FEPAM pode
requerer o Estudo de Impacto Ambiental e o correspondente
Relatorio de Impacto Ambiental (EIA/RIMA).

Na pratica, em relacao a obras hidraulicas destinadas a
irrigacao, podem ocorrer as seguintes situacoes: a) obras
novas, tem que passar pelo processo de LP-LI-LO; b) obras a
ampliar, para parte nova LP-LI-LO, para toda a obra LO; c)
obras a construir, LI; d) obras em andamento, sao analisadas
e pode ocorrer multa, suspensao de obras ou concessao da LI;
e) obras concluidas, antigas ou em manutencao, LO.

4.CONCLUSOES

No estado do Rio Grande do Sul existem problemas graves em
relacao a disponibilidade de agua em algumas bacias
hidrograficas. O estado esta atravessando um processo de
valorizacao dos recursos hidricos, o que esta mobilizando a
varios dos agentes envolvidos neste processo. O fato mais
significativo e a criacao dos comites das bacias
hidrograficas que serao os responsaveis pelo gerenciamento
dos recursos hidricos.

A cultura de arroz tem crescido significativamente nos
ultimos anos em area e producao no Rio Grande do Sul
consequentemente o uso da agua tem aumento e aumentaria
significativamente ainda mais no futuro, segundo as previsoes
realizadas em relacao a area cultivada com arroz pela
Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) do Ministerio da
Agricultura e Abastecimento do Brasil.

A estimativa de uso da agua pela cultura de arroz no Rio
Grande do Sul e de 15,5 bilhoes de metros cubicos de agua.
Esta e uma quantidade bastante grande se comparada com outros
usos e vazoes de rios importantes no mundo.

A legislacao brasileira relativa a conservacao dos recursos
hidricos e bastante avancada em relacao a outros paises de
America Latina. O estado do Rio Grande do Sul, esta passando
por um processo de licenciamento ambiental dos irrigantes,
onde os orizicultores correspondem a maioria deles. Para
facilitar o processo, o orgao responsavel pela fiscalizacao
das avaliacoes ambientais esta realizando o cadastramento
ambiental e permitindo que o licenciamento
ambiental seja realizado futuramente. O processo tem
ocasionado a natural reacao dos produtores. Porem, o processo
de licenciamento ambiental e, no mundo de hoje, uma
necessidade e uma ferramenta importante que contribui ao
desenvolvimento sustentavel. Os orizicultores deveriam ver
este processo, e outras acoes de manejo tendentes a conservar
os recursos naturais, nao como uma medida contraria a seus
interesses, e sim como um passo para melhorar
as condicoes do ambiente em que vivemos e que sera herdado
pelas geracoes futuras.

5.BIBLIOGRAFIA

BANCO MUNDIAL. Libro de consulta para evaluacion de impacto
ambiental. Banco Mundial. Vol. II Lineamientos Sectoriales.
Washington, DC. 1991. 271 p.
CAUDURO, F.A. Apontamentos de irrigacao. Porto Alegre:
IPH/UFRGS. 1996. 186p.
CHOMENKO, L. Impactos negativos do arroz irrigado nos
ecossitemas e recursos. In. Anais XXII Reuniao da Cultura do
Arroz. 23-26 de setembro de 1997. EPAGRI-IRGA, Itajai, SC. p.
68-70.
GOMES, A. da S. e PETRINI, J.A. Manejo de agua em arroz
irrigado. In: MAGALHAES JUNIOR, A.M. de e FAGUNDES, P.R.R.,
ed. Agricultura Real: arroz irrigado. Pelotas: EMBRAPA-CPACT,
1996. pp 44-53. (EMBRAPA-CPACT. Documentos, 20).
HERMES, L.C. Impacto ambiental de herbicidas em arroz
irrigado. In. Anais XXII Reuniao da Cultura do Arroz. 23-26
de setembro de 1997. EPAGRI-IRGA, Itajai, SC. p. 68-70.
LUCHIARI Jr. A., LIMA, M.A de, FERREIRA, J.A.F., NEVES, M.C.,
CAMPANHOLA, C e LUIZ, A.J.B. Monitoramento e avaliacao
ambiental na agricultura. In. E. Viglizzo e J. P. Puignau
(Eds.) Monitoreo ambiental y uso sustentable de las tierras
del Cono Sur. Dialogo XLVI. PROCISUR/IICA. Montevideo, 1997.
p. 13-21.
PAULETTO, E. A., R.O. de SOUZA e A.O. de SOUZA.
Caracterizacao e manejo de solos de varzea cultivados com
arroz irrigado. In. PESKE, S., J.L. NEDEL e A.CS.A. BARROS.
(Eds.) Producao de arroz. Pelotas, RS. Editora da
Universidade Federal de Pelotas. 1996. p. 67-98.


Articulo resumido por GE tomado del sitio del IICA.
El articulo completo se encuentra en el sitio AGROVERDE sobre
temas ambientales y agropecuaria de CLAES en:
<http://www.ambiental.net/agroverde>www.ambiental.net/agroverde


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El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Editor Gerardo
Evia; asisten Viviana Basanta y Carolina Reynoso. Apoyo de
la Fundacion F. Ebert en Uruguay (FESUR) y asistencia de
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Fecha: Mié, 19 de Jul, 2000 2:16 pm
Asunto: Boletin 12, julio 2000
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No. 12 - Julio 19, 2000

CONTENIDO

- BIODIVERSIDAD EN DEBATE EN MERCOSUR
- IFOAM DESIGNA COORDINADOR LATINOAMERICANO
- BIOTECNOLOGIA Y DIFERENCIACION DE PRODUCTOS
- AUMENTA AREA BAJO SIEMBRA DIRECTA
- AUMENTA SOJA TRANSGENICA
- CURSOS

----------------------------------------------------------


BIODIVERSIDAD APARECE COMO OBSTACULO PARA LA NORMA AMBIENTAL DEL
MERCOSUR

Despues de siete anios de negociacion, los paises del Mercosur
todavia no han logrado establecer un acuerdo ambiental elemental
para la region. El principal obstaculo para la conclusion de un
protocolo ha sido el veto que Argentina insiste en imponer a
algunos puntos de la negociacion relacionados con biotecnologia
y la utilizacion de granos geneticamente modificados.

Brasil, Uruguay y Paraguay defienden la idea de que se dedique
un capitulo especifico a los temas referentes a la
biodiversidad, conforme ya fue aprobado por el subgrupo de
trabajo No 6, del Mercosur (SGT-6). Segun un funcionario del
ministerio del Medio Ambiente de Brasil, el temor argentino es
que eso pueda significar barreras para el comercio de sus
granos, ya que el 80% de la produccion argentina posee algun
tipo de modificacion genetica, lo que no es permitido en Brasil.

Para el director de Relaciones Institucionales de la fundacion
SOS Mata Atlantica , M C Mantovani, el establecimiento de un
marco ambiental es determinante para el futuro de la
integracion, pero advierte que el alcance del acuerdo y la poca
profundizacion de los temas, como el de las semillas
transgenicas, pueden convertir el protocolo en un documento sin
eficacia.

Ademas de la biodiversidad, el acuerdo deberia trazar las
directrices minimas para temas como el de licencias ambientales,
armonizacion de la evaluacion de impacto ambiental,
certificacion ambiental de productos, uso sostenido de recursos
naturales (bosques, atmosfera y agua) y estandar de calidad y de
medida de proteccion ambiental.

Para el profesor del Centro de Desarrollo Sustentable de la
Universidad de Brasilia, Eduardo Viola, los cuatro paises del
bloque poseen leyes de proteccion ambiental muy diferentes,
tanto en lo que se refiere a eficacia como al alcance. "Brasil
es el socio con la legislacion mas avanzada, pero necesitamos
parametros comunes en la region", dice Viola, que califica el
area ambiental como "la mayor diferencia relativa del Mercosur".

Hace dos anios, el subgrupo llego a un texto final para el
protocolo ambiental, pero cuando fue llevado al ambito
ministerial negociadores argentinos vetaron la firma, alegando
que las clausulas referentes a la biodiversidad limitarian la
soberania nacional para, por ejemplo, incentivar el cultivo de
granos transgenicos.

En ese entonces los argentinos argumentaban que tratados
internacionales, como la Convencion de Biodiversidad de 1992,
eran marcos juridicos suficientes para la region y que el
Mercosur no necesitaria un protocolo sobre un tema ya acordado
internacionalmente. Otro motivo alegado por los argentinos es
que el bloque no podria avanzar en la definicion de un tema que
en todo el mundo aun es blanco de intensos debates cientificos,
como es el de las semillas geneticamente modificadas.

Segun un diplomatico brasilenio, el protocolo ambiental tendria
importantes repercusiones para el comercio del bloque. "Los
parametros para los principios basicos de proteccion ambiental
estan entre las condiciones esenciales para que productos del
Mercosur ganen mercados en el exterior". Para el, "el Mercosur
no tiene como pelear una insercion internacional sin que sea
habilitado como un  bloque que respeta el medio ambiente".

IFOAM DESIGNA COORDINACION EN AMERICA LATINA

Bolivia ha sido designada sede del la coordinacion
Latinoamericano de la Federación Mundial para la Agricultura
Ecológica (IFOAM) en América determinación que fue asumida en
el  primer Congreso Latinoamericano  de Mercados Locales y
Regionales orgánicos en la que participaron países de
Latinoamérica y el Caribe acepto excepto Chile, Venezuela y
Colombia.

La información fue proporcionada por el Gerente de La Asociación
de Organizaciones de Productores Ecológicos de Bolivia (AOPEB)
Ing. Oscar Mendieta, quién afirmó que esta nominación se la
realizó con el respaldo de los países integrantes de la IFOAM en
América, "principalmente por que Bolivia es el único país
organizado en una asociación nacional como es AOPEB que aglutina
a mas de 25 mil productores ecológicos y en transición,además de
tener incidencia en las políticas del Gobierno nacional como son
las normas de producción ecológica." Dijo, que en los próximos
meses re elaborará  los estatutos y la estructura organizativa
clara, además de un comité técnico, principalmente trazar un
sistema operativo para el funcionamiento de esta nueva
organización.

AUMENTA AREA BAJO SIEMBRA DIRECTA

La siembra directa no es una moda pasajera en America del Sur.
Por el contrario, se trata de una tendencia con fuertes bases
solidas. Esto se desprende de las las exposiciones realizadas
durante la reunion de la Confederacion de Asociaciones
Americanas para la Agricultura Sustentable (Caapas), que se
realizo en Uruguay el dia 10 de Junio.

Victor Trucco, presidente de la Asociacion Argentina de
Productores en Siembra Directa (Aapresid) sostuvo "Iniciamos
este siglo con dos nuevos paradigmas. Uno es el de la
Biotecnologia; en poco tiempo observaremos frutos que no tendran
dehiscencia (apertura de chauchas y caida de granos) y mejores
propiedades nutritivas, tales como altas proporciones de
aminoacidos y aceites esenciales, ambos productos que el ser
humano no puede sintetizar. El otro, es el de la siembra
directa. Ahora no tiene sentido hablar de tierras arables y no.
Hoy, la produccion es el resultado del ambiente y del contenido
genetico de las semillas. Si colocamos una buena en un ambiente,
fertil y humedo los resultados son espectaculares".

Miguel y Hector Carballal, de la Asociacion Uruguaya de Siembra
Directa (Ausid) indicaron "En el Uruguay registramos tres
grandes saltos tecnologicos en los ultimos anios: primero, la
rotacion de cultivos con las pasturas; asi se logro salir del
monocultivo de trigo, con el que se llegaron a cultivar unas
800.000 hectareas; segundo, doble cultivo trigo-soja o girasol,
con lo que logramos mejorar nuestros ingresos de dinero, y
tercero, la siembra directa, que nos permitio la seguridad en la
siembra y cosecha y menores inversiones en maquinaria. De todos
modos, creo que nuestro pais es basicamente ganadero y los
cultivos que tenemos que implantar son los estrictamente
relacionados con los forrajes".

Herbert Vartz, presidente de la Asociación Brasilera de Plantio
Direto na Palha, sostuvo "Quizas el rasgo mas valorable de los
productores brasilenios sea su vocacion de transformar. Hoy
contamos con casi 12 millones de hectareas en siembra directa y
las ventajas que contabilizamos para el medio ambiente son
amplisimas. Por ejemplo, la represa de Itaipu se planeo para que
tuviera una vida util de 35 anios, pero debido a la ampliacion
de la siembra directa en los predios cercanos, se incremento al
doble. El desarrollo de los Cerrados, generosa region del centro
de mi pais se tiene que hacer en directa, no hay otro sistema de
trabajo compatible con esos suelos".

Erni Schlindwein, Federacion Paraguaya para una Agricultura
Sustentable sostuvo "No podemos ampliar las fronteras
agropecuarias. Debemos arreglarnos con lo que tenemos. Por eso,
nos interesan los productos y las tecnologias que permitan
aumentar los rendimientos unitarios. Asi, estamos muy
expectantes con la siembra directa, la biotecnologia y la
agricultura de precision. Estamos muy preocupados por el exodo
rural de los pequenios productores. Somos el pais con mayor
incremento proporcional de siembra directa".

Carlos  Crovetto, presidente de la Sociedad de Conservacion de
Suelos de Chile (Socoschi)sostuvo "Contamos con un especial
incentivo (subsidios) a la conservacion del suelo. Por ejemplo,
fertilizacion fosfatada, hasta el 80% de los costos netos;
enmiendas, hasta el 50; praderas, hasta el 50 y cero labranza,
hasta el 80%. Este incentivo alcanza un monto maximo de lago mas
de 8000 dolares por agricultor y por anio y se complementa una
vez cumplido el total de un plan de manejo senialado por el
agricultor".

Guillermo Reina, de Agricultores Colombianos en Siembra Directa,
sostuvo "La antillanura colombiana  es una extensa region
central que en el futuro sera la base del cordon granelero del
pais. Se trata de suelos muy acidos, pero a la vez, muy aptos
para la produccion con el agregado de 2 toneladas de cal o yeso.
En estas fragiles tierras resulta impensable una agricultura
tradicional, aqui la pasada de una rastra equivale al trabajo de
7 en la llanura pampeana. Lo ideal es la siembra directa".

BIOTECNOLOGIA: MERCADOS TIENDEN A DIFERENCIARSE

En Argentina los productores ya comienzan a preocuparse por los
cultivos transgenicos , ¿es conveniente que practicamente el 90%
de la soja nacional sea transgenica? ¿Tenemos mercados en donde
ubicarla? Estas preguntas se plantearon en el XXI Congreso
Regional de los Consorcios Regionales de Experimentacion
Agricola (CREA), realizado la tercera semana de junio en
Rosario, Santa Fe. "Se viene un grave problema y faltan
regulaciones comerciales", advirtio el analista agropecuario D
Miro al hablar sobre el impacto que los Organismos Geneticamente
Modificados (OGM) tienen en los mercados del mundo. Las
variables "aceptacion de los consumidores" y "regulaciones
gubernamentales" fueron las principales en la charla que brindo
Miro.

"Los consumidores van a pagar mas por productos no modificados y
los mercados se van a diferenciar, como ya paso en Tokio",
pronostico el analista. Si bien destaco la mayor capacidad de
produccion de los cultivos transgenicos, aconsejo que "hay que
ser inteligente para ver que producimos, de lo contrario vamos a
pagar grandes costos. Aun las companiias mas importantes tienen
que definir su politica en base a las tendencias del mercado".
Pero tambien dijo que la Cancilleria tendria que proveer
informacion respecto de las preferencias del mundo en relacion a
los alimentos transgenicos .

El tema fundamental es como va a ser la politica agropecuaria de
China, luego de su ingreso en la Organizacion Mundial del
Comercio (OMC). Durante este anio Argentina exporto 1.5 millones
de soja al pais asiatico, pero si deja de comprar transgenicos,
entonces la oleaginosa caeria entre U$S10 y U$S15. Sin embargo,
el especialista rescato que por el momento "en soja la Union
Europea es el mercado". "Los cientificos no se dieron cuenta del
impacto popular: los consumidores. Porque en la Union Europea se
tiene en cuenta el rechazo del consumidor a los transgenicos y
eso traba las exportaciones", alerto y agrego que "por ahora
solo le vendemos maiz que ya tienen aprobado y que no quieren
comprarle a los Estados Unidos. Es un nicho de mercado que hay
que aprovechar". Al senialar la baja transparencia en el
mercado, indico que de seguir asi "en el futuro va a ser
inmanejable". Un mes despues de la cosecha los molinos comienzan
a pagar la calidad, "un diferencial de precio que muchas veces
es manejado solo entre comprador y vendedor".

TRABAS AL MAIZ ARGENTINO

La organizacion ecologista Greenpeace trabo en Brasil, por medio
de una medida judicial, el desembarco de dos cargamentos de maiz
argentino aduciendo que contenian granos transgenicos.
Exportadores estan desviando los barcos que habian destinado al
Brasil para evitar el mismo problema. El problema es mas serio
para los productores de aves y cerdos brasilenios, que tendran
que apelar a granos forrajeros mas caros. Tienen dos
alternativas: usar otros granos, o comprar maiz con certificado
"no GMO". Finalmente en Julio, Brasil permitio desembarcar
granos modificados genéticamente para fines de racion animal.

AUMENTARA EL AREA DE SOJA TRANSGENICA

Keith  Whigham, profesor de Agronomia de la Universidad de Iowa,
que diserto en la bolsa de cereales invitado por la Asociacion
de Semilleros Argentinos el dia 28 de Junio, dijo que en cuanto
a la soja hay tres razones que explican la brecha entre EE.UU. y
Argentina: El precio del Roundup, que alla cuesta tres veces mas
que aca. El "fee" tecnologico: en los Estados Unidos hay que
pagar 6 dolares por acre, U$$/ha 13, si se siembra soja
transgenica. La presion de los ecologistas en contra de los OGM.

Tambien dio datos de rendimientos de soja RR y no RR, mostrando
que en Iowa estas ultimas dan algunos kilos mas, pero que de
todas maneras la diferencia no alcanza a pagar su mayor costo.

En la Argentina, una encuesta sobre 300 casos realizada en
ExpoChacra por la consultora Sociologia y Comunicacion recogio
que el 87% de los productores entrevistados siembra soja
transgenica. De ellos, el 30% va a aumentar la superficie, el un
65% va a seguir igual y solo un 4% va a disminuir el area con
estos materiales. El 1% no contesto. "Sorprende la adhesion a
esta tecnologia", comento Hector Stupenengo, titular de la
consultora. La explicacion es que aqui no hay fee tecnologico,
el roundup es mucho mas barato (Monsanto no es el unico
proveedor de glifosato) y la amplia difusion de la "bolsa
blanca" (semilla clandestina). La posibilidad de sembrar la
semilla propia, sin pago de royalties a los obtentores, tambien
abarata esta tecnologia. Pero es un freno creciente para el
desarrollo de nuevas variedades, sobre todo para las pequenias
companias de semillas de capital nacional.

FUTURO DE TRANSGENICOS EN EUROPA

A curto prazo, os importadores e entidades ligadas ao consumo
humano estarao, na França, exigindo rastreabilidade dos produtos
comprados no Brasil-entre os quais a carne bovina, cujo mercado
devera ampliar-se na Europa diante do recente reconhecimento do
fim da febre aftosa nos principais Estados . E preveem que, num
futuro breve, os produtos serao classificados de tres formas na
Comunidade Europeia: os rastreados (e, por tanto, confiaveis,
com mercado garantido), os nao-rastreados e os transgenicos.

INCONTENIBLE EXPANSION DE LA SOJA

Uno de los factores que inciden decisivamente en los bajos
precios internacionales y regionales marca una de las tendencias
mas caracteristicas de la agricultura mundial de los ultimos 20
anios: es la era de la soja. Su expansion en el resto del mundo
y particularmente en los paises del Mercosur es absolutamente
asombrosa.

En la Argentina en los ultimos 20 anios aumento la superficie en
mas de 436%, a una tasa anual promedio de 34%. De menos de 2
millones de hectareas ocupadas en la zafra 1980-1981, alcanzo a
8.4 millones en el ciclo recien cosechado. Manteniendo un
impresionante crecimiento de 600 mil hectareas por anio, que ha
sido constante en los ultimos cinco anios, particularmente desde
que los transgenicos se impusieron en el mercado semillerista de
la vecina orilla.

El mundo esta avido de harinas de alto valor proteico para
elaborar raciones. Los alimentos cocidos sobre la base de
aceites-particularmente las llamadas comidas rapidas-tambien. A
ellos se agrega la infinidad de alimentos en los que la soja va
penetrando, desde "carnes vegetales" hasta jugos de todo tipo.

Los precios en 1999 alcanzaron sus niveles mas bajos desde
comienzos de los anios 70. Sin embargo, los productores de
Argentina y Brasil redoblaron anio tras anio la apuesta,
desoyendo el mensaje del mercado. La causa es el cambio
tecnologico del cultivo, que baja los costos y permite su
ingreso en zonas en las que no hay alternativa posible. Se trata
de un cultivo extensivo en el cual la genetica logro un mayor
impacto. El uso de variedades transgenicas cambio radicalmente
los sistemas de produccion en EE UU, el principal exportador
mundial, y de Argentina, donde dicha tecnologia tuvo una
difusion sin precedentes por su velocidad.

La capacidad de las leguminosas de captar nitrogeno del aire a
traves de su simbiosis con bacterias permite sembrar soja en
zonas en las que otros cultivos tendrian muy bajos rendimientos
y no serian rentables. Eso sucede por ejemplo en el norte de
Argentina y en el Mato Grosso brasilenio.

En las zonas mas fertiles de Argentina la soja se siembra en
combinacion con trigo, en esquemas productivos que lograron
resistir la presion de los bajos precios internacionales,
basados en productos transgenicos, siembra directa y continua,
en zonas de pendiente casi nula.

El espectacular crecimiento de la soja que tuvo el anio pasado
cosechas record en EE UU, Argentina, Brasil y Paraguay presiona
a los precios agropecuarios a la baja en varios frentes. Los
esquemas de rotacion con pasturas, tan nitidamente adaptados a
la agricultura uruguaya articulada a la ganaderia, son hostiles
para la soja.

La segunda fase de la revolucion de la soja en Brasil se
producira en el noreste y en el centro oeste de Brasil una vez
que se solucionen los problemas de traslado de los granos, lo
que seguramente se realice por via fluvial. La reforma
impositiva y la del sistema de transporte son consideradas las
dos claves para la que se espera sea la segunda revolucion
sojera del Brasil, el segundo exportador mundial. Este mantiene
una estrategia diferenciada respecto a los otros dos
protagonistas del mercado exportador (EE.UU. y Argentina): no
permite la siembra de materiales geneticamente modificados.

ZAFRA AGRÍCOLA EN BRASIL AUMENTA

O plano Agricola do Brasil para a safra 2000/2001 preve
crescimento de 19.1% dos recursos para financiar o custeio, a
comercializaçao e os investimentos da agricultura. A maior
expansao sera do credito de investimento, que devera crescer
quase 60%. Para o Prosolo, programa de conservaçao do solo,
foram destinados R$300 milhoes.

CURSO LATINO-AMERICANO EM BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO E MANEJO DE
VIDA SILVESTRE (BRAZIL)

6 de Novembro a 8 Dezembro, 2000 -
O Curso Latino-Americano em Biologia da Conservação e Manejo
da Vida Silvestre, será ministrado pelo IPÊ-Instituto de
Pesquisas Ecológicas em parceria com a Smithsonian Institution -
USA, e o apoio do Instituto Florestal de São Paulo. O curso será
oferecido em português e sua parte introdutoria será realizada
no Centro Brasileiro de Biologia da Conservacao, de propriedade
do IPE, localizado no Municipio de Nazaré Paulista, próximo a
cidade se Sao Paulo. Grande parte de seu conteúdo será conduzido
no Parque Estadual do Morro do Diabo, localizado no Pontal do
Paranapanema, oeste do Estado de Sao Paulo. Instrutores com
experiencia nos temas conduzirão aulas teóricas e exercícios de
campo em aspectos relevantes em biologia da conservação e
manejo da vida silvestre. Pesquisadores com pesquisas
específicas na conservacao da biodiversidade brasileira
apresentarao palestras sobre os resultados e a aplicacao de suas
pesquisas. Maiores informacoes:

IPÊ- Instituto de Pesquisas Ecológicas. Fone (0xx18 - 282 1944).
Email: lcullen@...  - http://www.wpti.org/ipe.htm

-----------------------------------------------------
El OBSERVATORIO AMBIENTAL AGROPECUARIO del MERCOSUR es un
boletin de CLAES con informaciones y datos sobre los
aspectos ambientales de las estrategias agricola, forestal
y ganadera en los ecosistemas subtropicales y templados
del MERCOSUR (Argentina, Brasil, Chile, Bolivia, Paraguay y
Uruguay). Este boletin se distribuye a intervalos
irregulares por medio del correo electronico. Se realiza
con apoyo de la Fundacion F. Ebert en Uruguay (FESUR) y
asistencia de la fundacion CS Mott.
La subscripcion es gratuita; basta enviar un mensaje en
blanco (en Asunto y cuerpo) a la siguiente direccion:
agromsur-subscribe@egroups.com
Numeros anteriores estan disponibles en
www.egroups.com/list/agromsur/
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