A Rejeição: Avaliação da Farsa Eleitoral para o 2 turno [input] [input]
[input] [input] A Campanha pelo Voto
Nulo de Protesto é feita sistemáticamente pelo Movimento de Reativação da
Confederação Operária Brasileira, nesta nova fase desde 1986 dando continuidade
a luta do Movimento Libertario Brasileiro.
O protesto refere-se a perspectiva de transformação social para uma sociedade
livre, sem injustiças e classes sociais, encarada sob o posto de vista da luta
pela posse e gestão dos meios de produção e de subsistência dos próprios
trabalhadores (coletivizações).
A ação direta, coletivista e sindical, é a alternativa social em oposição a
ação delegada de representação burguesa.
Essa é uma variante histórica, enquanto estratégia de luta e organização,
que surge para o movimento social revolucionário internacional, em 1894, no
Primeiro Congresso Internacional dos Trabalhadores, quando se fundou a
Associação Internacional dos Trabalhadores. Foi destruída varias vezes e sua
última reconstrução é de 1921.
No embate histórico contra as forças reacionárias da burguesia, surgiram as
conquistas sociais que hoje conhecemos e que pela força dos governos e da classe
patronal são sistemáticamente atacadas.
A finalidade da AIT é a de fortalecer a classe através da união dos
trabalhadores do mundo inteiro.
"A ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES
"O capitalismo organiza-se, e, da situação de defesa em que se encontrava,
lança-se agora numa ofensiva, em todas as frentes, sobre a classe trabalhadora.
Esta ofensiva tem a sua origem profunda em causas bem concretas: na confusão de
ideias e princípios que existe nas fileiras do movimento operário, na falta de
clareza e de coesão acerca das finalidades atuais e futuras da classe operária,
e na divisão em inumeráveis sectores; numa palavra, na debilidade e na
desorganização do movimento operário.
Contra este ataque cerrado e internacional de toda a espécie de exploradores,
apenas um procedimento é possível: a imediata organização da classe proletária
num organismo de luta que acolha no seu seio todos os trabalhadores
revolucionários de todos os países, constituindo assim um bloco granítico contra
o qual chocarão todas as manobras capitalistas, as quais, por fim, acabarão por
ser esmagadas pela própria força do seu enorme peso."
Chamamos a isso de perspectiva libertaria da autogestão sindical
generalizada.
O sindicalismo implantados pelos patrões e pela falsa esquerda (eleitoral) no
Brasil de hoje, não passa de um balcão de negócios a serviço de uma burocracia
partidária que sobrevive das conquistas sociais do passado, destruídas pelas
ditaduras militares e que não se faz presente hoje nas grandes questões da
população Contra todas as Misérias (trabalho, moradia, saúde, educação,
liberdade de expressão) e Contra a Carestia de Vida (alimentação, vestuário,
aluguel, transportes, taxas, tarifas, matrículas, medicamentos, serviços).
O Movimento de Reativação da Confederação Operária Brasileiral, nesta nova
fase, resurge em 1986 dentro da proposta de retomada do sindicalismo
revolucionário de base dentro das diversas regiões brasileiras.
Surge também o processo de reativação da Associação Continental Americana de
Trabalhadores em oposição a ALCA por uma América dos trabalhadores, una e
libertaria.
Em todos as regiões vão surgindo e se articulando pessoas, sindicatos ou
núcleos sindicais locais pela reunificação nacional através da reconstrução das
Federações Operárias (São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul...)
como seções da COB/ ACAT-AIT.
A importância de trabalhar com a farsa eleitoral podem nos revelar alguns
contradições de classe do sistema capitalista que revelam para os trabalhadores
(empregados, desempregados e em formação) o teor da falsa liberdade
representativa implantada pela ditadura do capital.
O primeiro dado que nos surge é o da Rejeição Eleitoral.
A rejeição eleitoral é subentendida como o somatório das Abstenções, Votos em
Branco e os Votos Anulados.
Fizemos uma comparação entre este resultado e o total de votos válidos
divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral em 09/10/2006 e encontramos algumas
situações interessantes:
Se a briga ao nível nacional está entre os 48,6% dos votos de lula e os 41,6%
dos votos de Alckmin ficamos sabendo que a rejeição foi muito expressiva com
31,2% dos votos. Apesar dos golpes pré-eleitorais, da liberação da boca de urna
e do interesse do TSE em acabar com o voto nulo.
O total da rejeição é o resultado decorrente da relação calculada contra o
total dos votos válidos (70,5 % das abstenções, 9,6% dos votos em branco e 19,9%
dos votos nulos).
Os outros candidatos não ultrapassaram 9,8% dos votos validos.
Mesmo com todas as manipulações, as maiores rejeições registradas e maiores
que a média nacional em relação aos votos validos, foram encontradas em quinze
(15) estados e no exterior:
Exterior 121%;
Bahia 41,4%;
Maranhão 39,1%;
Alagoas 38,7%;
Pernambuco 38,2%;
Rondonia 35,2%;
Mato Grosso 34,6%;
Ceará 33,9%;
Paraíba 33,6%;
Rio Grande do Norte 32,7%;
Piauí 32,2%;
Acre 32,1%;
Pará 32,0%;
Tocantins 32,0%; e
Goiás 31,2%.
Os estados com menor rejeição (abaixo da média) foram doze (12).
São êles:
Amapá 22,1%; Distrito Federal 22,8%; Roraima 23,6%; Rio Grande do Sul 24,9%;
Santa Catarina 24,9%; São Paulo 27,4%; Mato Grosso do Sul 27,7%; Paraná 27,8%;
Sergipe 29,1%; Espirito Santo 29,8%; Amazonas 29,9%; e o Rio de Janeiro com
30,9%.
O resultado das rejeições, em relação ao total de votos válidos, foram
superiores que a votação válidas para os dois candidatos no exterior.
O resultado das rejeições foram maiores que a votação do segundo candidato em
onze (11) estados:
Bahia, Maranhão, Alagoas, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte,
Piaui, Tocantins, Rio de Janeiro, e o Amazonas.
Paro o segundo turno a palavra de ordem proposta é:
É P'RA VENCER:
PELA FORÇA DO POVO
ANULA-LÁ
E AQUI DE NOVO!
COLETIVISMO SINDICAL
COB/ACAT-AIT!
É preciso intensificar nossas denuncias:
1) Aumentar a visualização da campanha, com bandeiras, camisetas, adesivos,
cartazes e filipetas do voto nulo ( de uso diário e no dia da votação).
2) Aumentar a nossa presença nas urnas eleitorais, no momento da eleição,
para fiscalizar o comportamento dos partidos e mesários.
3) Já vimos que os disketes podem ser manipulados com terceiras intenções
isso deve ser denunciado sistemáticamente.
4) É preciso acompanhar o desenrolar do processo eleitoral fazendo pesquisas
e debates com a população, explicando o nosso posicionamento.
FORGS/COB-ACAT/AIT seção brasileira
Sindivários (Sindicato de Artes e Oficios Vários de Porto Alegre).
Os demais sindicatos e seções que nos apoiam pede-se subscrever este acôrdo.
" A emancipação dos trabalhadores é obra dos própios trabalhadores"
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Publicado en Prensa De Frente:
http://www.prensadefrente.org/pdfb2/index.php/a/2006/10/09/p2158?printme=1&skin=\
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Artículo publicado el día:
Lunes 9 de Octubre de 2006
6-QUINTO PROCESAMIENTO DEL GENERAL MENÉNDEZ
Desaparición y muerte de un anarquista
Boletín quincenal N°50 - El día anterior a su desaparición, Marcelo Tello
participó de la movilización convocada por la Mesa de Gremios en Lucha. Los
manifestantes atravesaron las arterias del centro de la ciudad de Córdoba
repudiando el plan económico y el inminente golpe de Estado. El 9 de marzo del
´76, todavía bajo el gobierno peronista de Isabel, Marcelo fue secuestrado a la
salida de la fábrica FIAT por una patota de civil con armamento militar. En el
mismo grupo estarían, también, sus compañeros Soledad García (docente y
activista sindical) y el secretario general del Sindicato de Trabajadores del
Caucho y Afines, Rafael Flores. Estos dos lograron sobrevivir al horror. Tello,
como destacado militante de la organización anarquista Resistencia Libertaria,
había sido enviado a Córdoba para fortalecer la lucha sindical. Con sólo 25 años
finalizaría sus días en la D2 de Informaciones, centro de detenciones del
Comando Libertadores de América y la policía provincial,
ubicado justo al lado del Cabildo Histórico de la ciudad.
En el marco del avance de las causas contra los genocidas, el ex Comandante del
Tercer Cuerpo del Ejercito Luciano Benjamín Menéndez será procesado por quinta
vez, en otra causa vinculada a crímenes de lesa humanidad. Junto al represor de
79 años de edad, la jueza federal Cristina Garzón de Lazcano dictó el
procesamiento de los agentes Villaruel, Marcelo Luna y Miguel Angel “Gato”
Gómez, integrantes de la D2 de Informaciones de la policía provincial.
Toda la patota está acusada de la privación ilegítima de la libertad de Marcelo
Tello, dirigente del gremio de la madera. Tello formó parte del núcleo de lo que
luego se conocería como Resistencia Libertaria, la única organización anarquista
de los ´70, quienes, tras romper con la ortodoxia de la FORA anarquista a
mediados de los ´60 se abocarían a la construcción de un “poder obrero y
popular”, según datan sus documentos internos. Pablo, el mayor de los hermanos
Tello ingresaría en el ´67 a la carrera de Ingeniería en la Universidad de La
Plata, donde comenzaría una activa militancia en el movimiento estudiantil y en
los astilleros de Ensenada y La Plata, donde varios miembros de la RL
encabezarían importantes luchas.
Dos años después, Marcelo y su otro hermano Rafael se sumarían a la RL,
insertos entre los estudiantes y en los barrios populares. El “negrito” Tello,
como lo recuerdan a Marcelo, amante del teatro fundaría una escuela de teatro
popular para los chicos de los barrios. Fruto del flujo de la época, la
organización crecería rápidamente extendiéndose a Buenos Aires y Córdoba, donde
en esta última tendrían una importante participación en el clasismo cordobés,
especialmente a través de la referencia de Rafael Flores, secretario general del
Sindicato de Trabajadores del Caucho y Afines y destacado cuadro de la RL. A
parte del frente estudiantil, obrero y barrial, la RL desarrollaría su propio
brazo armado que compartiría acciones con las Brigadas Rojas, frente militar de
la Organización Comunista Poder Obrero.
Poco después del golpe de Estado y la desaparición de Marcelo, su madre María
Esther también miembro de RL, por pedido de la organización parte exiliada a
Francia. Desde entonces la RL refuerza su inserción en el movimiento obrero, que
a través de la pelea por reclamos de tipo “gremial” consiguen sostener el
trabajo de la organización. Pero ya en el ´78, la represión destruye lo poco que
quedaba. En sólo 3 días desaparece el 80% de sus militantes, Rafael y Pablo son
secuestrados y trasladados al Centro de Detención El Banco.
En la última visita de Kirchner a Francia, María Esther organizó un revuelo
público que obligó al presidente a recibirla y escuchar su reclamo por la
desaparición de sus 3 hijos. También está luchando para que avance otra causa
contra el ya condenado Turco Julián, responsable de la desaparición de Rafael y
Pablo.
Hace sólo días María Esther organizó una protesta en Francia por la aparición
con vida de Julio López.
Notas relacionadas:
">“Hubo un rediseño capitalista brutal del país”, entrevista a Fernando López
Trujillo de Resistencia Libertaria
">La resistencia anarquista a la dictadura. Homenaje a los hermanos Tello en
Córdoba.
Prensa De Frente - www.prensadefrente.org - prensadefrente@... - (011)
15- 6012- 9139
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IZQUIERDAPUNTOINFO
Argentina: Los videos de Karina: "Soy una chica mona porque soy hija de gorilas"
• La presidenta de Argentinos
Por una Memoria Completa trabaja de prostituta
Videos que revelan su doble vida.
Karina, de día, defendía a los militares que hicieron desaparecer a 30 mil
argentinos, de noche... era prostituta.
- Videos Reportaje del equipo de América Noticias, en su programa noticioso
Informe Central.
- Videos con Grondona, Neustad, Pando, Aztiz y en la Plaza del Genocidio y el
Proceso (Pza. San Martin)
- Video de la vida pública de Karina @DIN
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Mexico insurgente: ¿Cucarachas en Sanborns? Lunes Martes Miércoles
Jueves Viernes Sábado Domingo--> • La cucaracha, Kafka y un acto de
resistencia culta al regimen Mexicano Una cucaracha se paseó entre las
mesas de los Azulejos, Sanborns, el famoso restaurante donde desayunaron Villa y
Zapata al ocupar la Ciudad de Mexico
El acto surrealista, contra el fraude electoral de Calderon y en apoyo a la
APPO de Oaxaca fue una respuesta al millonario Carlos Slim
---------------------------------
30.000 en la marcha oficialista por la aparición de Julio López •
Kirchner acompaña la marcha por aparición de López y reclama que "haya memoria,”
Sola y su gabinete, ministros y diputados oficialistas estuvieron en la marcha.
Contingentes del partido en el gobierno y organizaciones piqueteras y de
derechos humanos K movilizaron sus fuerzas. La mayoría de la izquierda (PCR,
PTS, PO, MAS, MST) acompañaron al gobierno en esta jornada, aunque aparecieron
desdibujados y sin política independiente efectiva. • La Nacion: La
preocupación se mezcló con los intereses políticos
• Galería de fotografías de la marcha oficialista por la aparición de Julio
López
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Plaza del Genocidio y el Proceso: la mayoría de la izquierda… se borró
Lunes Martes Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> • La izquierda,
frente a los intentos de reorganización de la ultraderecha, debe pasar de la
mera denuncia testimonial a los hechos prácticos para derrotarla
Por León Pérez • Para que vuelva la impunidad completa Página/12
• Una pacífica contramarcha izquierdista Crónica
• Izquierda acuso a participantes de acto por ex militares de secuestrar a
López
• Galería de fotografías de la Contramarcha en repudio al acto de homenaje a
los militares muertos
• Galería de fotografías de La Plaza de los milicos y el genocidio
Acto en demanda de amnistía a los militares de la última dictadura militar
• Videos de la contramarcha de la izquierda
Lea todos los días análisis y articulos de izquierda y un servicio de noticias
que se actualiza cada hora. Lea Izquierda Punto Info
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LA HOJA de mancuso 9-10-06
Las frases que nos legaron
Muchos de los dichos breves y completos que usamos comúnmente, tiene un origen
bien particular, veamos el origen de algunas frases muy usadas:
1) "No hay tu tía". Se trata de una alteración de "no hay tutía o atutía". La
tutía o atutía era considerada en la Edad Media como un medicamento de origen
árabe (al-tutiya) para las enfermedades de los ojos.
Resume "no hay remedio".
2)"Se armó la de San Quintín". En esta batalla (1557), el Ejército español entro
en Francia y aniquilo a los franceses, pero la batalla fue tan confusa que no se
sabía quien perdió mas hombres.
3) "Como decíamos ayer". Tras pasar cuatro años en la cárcel, Fray Luis de
León, volvió a su cátedra en Salamanca , comenzando con esas palabras.
4) "París bien vale una misa". En 1593, Felipe II, accedió a que Enrique III
de Navarra, protestante, se convirtiera en rey de Francia siempre que
renunciara al protestantismo y abrazase la fe católica. Y Enrique contestó:
"París bien vale una misa".
5) "Quien fue a Sevilla, perdió su silla". En el siglo XVI, el arzobispo de
Galicia intercambió por un tiempo su puesto con el arzobispo de Sevilla. Cuando
quiso volver a Galicia, el reemplazante se negó.
6)"Viva la Pepa". Grito de los liberales ensalzando la primera constitución
española, en 1812,aprobada el día de San José. Como el Ejército francés
prohibiera vitorearla en público, victoreaban a la "Pepa".
7) "Los mismos perros con distinto collar". Lo dijo Fernando VII al pasar
revista a las tropas en 1823, cuando vio que los soldados eran los mismos que
había licenciado recientemente, solo que cambiados de ropa.
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Ni el agua
Hasta el agua cayó bajo el dominio de las grandes empresas.En el mundo se venden
anualmente 100.000
millones de dólares en agua envasada, todo porque la propaganda dice que es
mejor que el agua natural, lo que no es verdad en muchos casos.
En USA, el litro de agua puede llegar a costar unos 2,60 dólares, lo que
significa el doble que la nafta, generando además una pila inmensa de botellas
plásticas como residuo, y enormes cantidades de petróleo gastado en transporte
de las botellas, y en la fabricación de las mismas, con materiales derivados
del.
Según la ONU, para solucionar el problema del agua a la mitad de la población
mundial que carece de ella, serían necesarios 30.000 millones de dólares al año,
un 30% de los que se gasta en la compra de agua embotellada.
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Con suerte, pueden leer los artículos anteriores clicando abajo.
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LA HOJA de mancuso 8-10.06
Héroes yanquis
Los prisioneros de Guantánamo, todos sabemos que no tienen ni el derecho a la
defensa, después de muchas idas y venidas, un abogado de 36 prisioneros hizo una
declaración escalofriante:
¡Los presos fueron comprados en pública subasta!
No fueron capturados en Afganistán como dicen los yanquis, sino que eran
detenidos en Pakistán, por el servicio secreto, entre los que molestaban al
régimen del
presidente Perves Musharraf, y luego ofrecidos en subasta como esclavos a los
soldados yanquis, que se llevaron los prisioneros y la gloria de haberlos
capturado, por la módica suma de unos 5.000 dólares por persona.Por eso la
mayoría de los prisioneros manifiesta ser inocente y ya se vio por los pocos
liberados, que no tenían nada que ver con nada.
¡¡ Civilización democracia!!
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Actividades de "Cerebro"
El presidente Bush, acaba de asignar 33.800 millones de dólares, para detener
terroristas, e inmigrantes ilegales
que traten de entrar en USA.
Para no perder el viaje, dijo que: " la inmigración incrementa el crimen" y
"somos una Nación de derecho, y hacemos cumplir las leyes".
Se olvidó de decir que eliminó el habeas corpus.
En su discursito sabatino, atacó contra la educación de los niños yanquis, vean
algunos de los conceptos de "Cerebro":
1) Esperamos que todas las escuelas en Estados Unidos enseñen a todos los
alumnos a leer, escribir, sumar y restar.
¡Gran meta, para el país mas desarrollado del mundo!
2) Quedaron atrás los días en que las escuelas simplemente pasaban a los niños
de grado en grado - sin importar si aprendían algo o no.
¡Ahhh!¿Antes pasaba eso?
3)En lectura como en matemáticas, los alumnos afro-americanos e hispanos están
obteniendo puntajes más elevados acercándose a sus contemporáneos blancos.
¿Seremos burros los hispanos?
4)La educación secundaria debe preparar para ir a la universidad y para
encontrar un trabajo que pague bien.
¡ Gran idea !
¿Aprendieron algo sobre la educación en la era Bush?
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PROGRAMA ENCUENTRO NACIONAL DE MUJERES JUJUY 2006
Programa Encuentro Nacional de Mujeres Jujuy 2006
1-21 Años de Encuentros y situación del movimiento de mujeres: Los encuentro
nacionales de mujeres en la argentina: balance y desafíos. Preencuentros,
regionales y locales. Movimientos de mujeres: Objetivos y alcances.
Participación. Formas de organización, gestión y coordinación. Foros. Redes.
Movimiento de mujeres en el mundo. Puntos de acuerdo para la acción.
2-Mujer y Trabajo: Condiciones laborales de las mujeres. Trabajo en negro y
precario en ámbito privado y estatal. Discriminación salarial. Acoso moral,
Sexual y laboral. Legislación. Abuso de poder. Trabajo invisible. Doble y Triple
jornada. Higiene y seguridad. Condiciones de trabajo. Maternidad y lactancia.
Nuevos proyectos de licencia. Igualdad en el trabajo. Ley de Jardines
maternales. Leyes laborales: ley de flexibilización y su impacto en la salud de
las mujeres y su familia. Jubilación.
3-Mujer trabajadora rural: Mujer campesina, obrera y trabajadora rural. Trabajo
agrario. Desprotección social: Trabajo temporario y golondrina. Contratos.
Acceso a la salud y a la salud sexual y reproductiva. Tenencia y propiedad de la
tierra. Acceso al crédito. Latifundio. Trabajo y relaciones familiares. Luchas
de las mujeres campesinas y trabajadoras rurales. Movimiento de mujeres del
campo.
4-Mujer y Desocupación: Condiciones de vida de la mujer desocupada y subocupada.
Utilización de los planes sociales como empleo en negro en el Estado. El hambre
hoy, rol del estado. Políticas laborales. Edad y trabajo. Rol de la mujer en
movimientos de desocupados. Experiencias de lucha.
5-Mujer organización barrial y social: Rol, protagonismo y estrategia de la
organización de las mujeres: lucha contra el hambre y la desocupación, en
defensa de la salud, salud sexual y reproductiva, la educación y la vivienda.
Lucha por mejores condiciones de vida: cloacas, luz, agua potable, ocupación de
tierras y vivienda. Asentamientos, Villas, comedores comunitarios, guarderías,
jardines. Redes barriales. Planes de trabajo. Alcance y ausencia de
capacitación. Relación con los partidos políticos y el estado. Efecto de la
participación comunitaria en la vida, pensamiento y conducta de las mujeres.
6-Mujer e identidad: ¿Qué es ser mujer? Roles: tradicionales, otros. Autonomía y
libertad en la elección de los roles. Diferencias biológicas, culturales,
históricas. Relación hombre-mujer. Reciprocidad. Patriarcado. Maternidad y amor
maternal. Decisión sobre nuestro cuerpo. Autoestima.
7-Mujer y Feminismo: Origen y evolución de las ideas feministas en la argentina.
Logros La búsqueda de una definición propia. Feminismo y condiciones actuales
sociales y políticas. Vinculación con el movimiento amplio de mujeres. Relación
con otros movimientos sociales. Movimientos feministas en la argentina y
Latinoamérica.
8-Mujer y Estudios de género: Concepto de género. Relación
género-clase-etnia-sexualidad. Construcción social del concepto de género desde
la vida cotidiana. Diferencias jerárquicas entre géneros. Efectos del concepto
estereotipado del género en la salud psico-física de la mujer. Las resistencias
socioculturales frente al concepto de género.
9-Mujer y salud: El derecho a la salud. La salud en el marco de la crisis.
Políticas de salud. Presupuesto. Crisis del sistema de salud. Hospital público.
Descentralización, autogestión, tercerización y privatizaciones de servicios.
Comité de Ética. Seguro Nacional de salud. Ley de Patentes. Los genéricos.
Flexibilización laboral de las trabajadoras de la salud. Carrera hospitalaria.
Ley 2580.Obras sociales. Medicina prepaga. Atención Primaria. Agentes de salud.
Relación profesional-paciente. Enfermedades sociales: desnutrición,
tuberculosis, chagas, SIDA, alcoholismo, depresión, estrés, cólera, hantavirus
etc. Eutanasia. Donación de órganos.
10-Mujer y Violencia: Violencia familiar, callejera, laboral e institucional.
Violencia sexual: acoso, abuso, violación, incesto, Infanticidio. Abuso sexual
en el matrimonio. Tipos de violencia física, psíquica, sexual y económica. La
discriminación. Consecuencias de la violencia crónica en la salud de las
mujeres. La culpabilización de la victima y la vergüenza. Desnaturalización y
condena social de la violencia contra la mujer. Prevención, asistencia y
asesoramiento por organizaciones sociales y gubernamentales. Judicialización de
los casos. Leyes nacionales, provinciales, convenciones y pactos
internacionales, aplicación.
11-Mujer y Sindicatos: Participación de las mujeres en los sindicatos.
Movimiento obrero/a organizado. Relación con los cuerpos de delegadas/os.
Democracia sindical. Rol de la delegada. Inclusión de las mujeres en los cargos
de decisión de los sindicatos y en las convenciones colectivas de trabajo.
Dificultades, obstáculos. Discriminación. Inclusión en las decisiones de
política gremial. Cupo/cuota/paridad sindical. Acoso sexual en el trabajo y en
el gremio .Nuevos proyectos de licencia. Leyes laborales y reglamentación
Vigente. Creación de las secretarías de género.
12-Mujer y Familia: Concepto de familia. La transformación de las familias en el
tiempo y en momentos de crisis económicas. Tipos de familia. Familia urbana,
rural, etc. Legislación Familiar. Madre soltera, madre sola, madre adolescente.
Trabajo del ama de casa. Jubilación. Violencia familiar. Familia y desocupación.
Maternidad: función social, mandato, maternidad como experiencia o instituida.
13-Mujer sostén de familia: Rol de madre y padre. Doble jornada. Acceso al
crédito, a la vivienda y a la propiedad de la tierra. Cuota alimentaria.
Discriminación en la sociedad y en el trabajo. Problemas en la educación de los
hijos.
14-Mujer, Valores, Moral y Ética: Conceptos. Fortalecimiento de la dignidad como
mujer. Rol del Estado, sociedad y familia en la reproducción de valores. Valores
a fortalecer y cuestionar.
15-Mujer y sexualidad: Sexualidad y sexismo. Sexualidad y amor. La libertad
sexual. Derecho al placer. Heterosexualidad, homosexualidad, bisexualidad,
transexualidad, abstinencia. El derecho a al educación, información y salud
sexual integra. Educación sexual en la familia y en la escuela. Anticoncepción
gratuita. Enfermedades de transmisión sexual. La utilización de la mujer como
objeto sexual. Sexualidad como tema tabú.
16-Mujer y Lesbianismo: Mitos y prejuicios. Invisibilidad y visibilidad.
Movimiento lésbico. Formas de organización y lucha. Defensa de la libre
elección. Discriminación en áreas de trabajo, salud, etc. Cobertura social.
Marginación. Relación con la familia de origen. La familia lésbica. Maternidad.
Matrimonio. Adopción. Fertilización asistida. Tenencia de hijas/os. Uniones
legales. Jubilación, pensiones y obra social.
17-Mujer Adolescencia y Juventud: Perspectiva de la mujer joven hoy. Relaciones
familiares. Influencia de los medios de comunicación en la definición de la
identidad de las mujeres jóvenes. Espacios de recreación. Educación sexual-.
Posibilidades laborales y educacionales. Los estereotipos y los medios de
comunicación. Bulimia, anorexias y cirugías. Pareja. Noviazgos violentos.
Sexualidad. Libertad sexual. Violencia sexual. Iniciación sexual, acceso y
conocimientos de métodos anticonceptivos. Embarazo adolescente, maternidad
infantil. Abortos. Adicciones. Marginación y discriminación. Acoso sexual a las
jóvenes en relación de dependencia. Prostitución infantil y adolescente. ¿Cuál
es la mayor preocupación de las mujeres jóvenes hoy? Espacios de participación y
protagonismo. Experiencia de organización y movimientos juveniles. Rebeldía.
18-Mujer Anticoncepción y aborto: Prevención y métodos anticonceptivos en la
pareja. Derecho a decidir sobre el propio cuerpo. Planificación Familiar. Ley de
Salud sexual y procreación responsable. Estrategias para su efectiva
implementación. Educación sexual en las escuelas. Anticoncepción, anticoncepción
de emergencia: Difusión y acceso gratuito. Autonomía en la decisión de la
Ligadura de trompas de Falopio y Vasectomía: Acceso gratuito a los servicios de
salud estatal. Abortos clandestinos: Implicancias y consecuencias. Consecuencias
físicas y psicológicas del aborto obligado y no autorizado. Mortalidad femenina
por aborto clandestino. Legislación sobre el aborto: Despenalización.
19-Estrategias para el acceso al Aborto Legal, Seguro y Gratuito: Análisis legal
de los proyectos de despenalización parcial del aborto. Estrategias de las
mujeres para el acceso al aborto legal, seguro y gratuito. Estrategias
utilizadas para movilizar y formalizar alianzas con diversos sectores
(políticos, medios de comunicación, de salud, sociedad civil)
20-Mujer y Crisis Global: causas de la crisis. Crisis nacional, regional o
mundial. Diferentes aspectos de las crisis: económica, social. Política,
cultural, Vaciamiento de la industria nacional. Crisis agropecuaria. Crisis de
la industria y el comercio. Pymes. Economías regionales. Debates sobre la
globalización. Países oprimidos y países opresores. Intervensionismo de las
potencias y guerras de ocupación: dominio sobre los recursos naturales, leyes
antiterroristas. Impacto en la profundización de las crisis y las guerras en la
feminización de la pobreza. Papel de las organizaciones internacionales: ONU,
OEA, OTAN, etc. El FMI y la deuda externa. Patrimonio nacional: Privatizaciones
y concentración económica. Políticas de ajuste. Desocupación. Experiencias de
las luchas y de resistencia de las mujeres. Movimiento antiglobalización.
21-Mujer y adultas mayores: Integración de las mujeres de la tercera edad a la
sociedad. Marginación. Salud y calidad de vida. Espacios de recreación e
intercambio. Sexualidad. Pareja. Problemas causados por la crisis económica que
afectan la calidad de vida. Edad jubilatoria. Privatizaciones y AFJP
(consecuencias). Eliminación de la prestación básica universal. Situación del
PAMI y obras sociales provinciales. Control del estado en la supervisión de
geriátricos. Distintas experiencias de lucha por mejores prestaciones y mejoras
salariales. Movimiento de jubiladas/os y pensionadas/os.
22-Mujer en situación de prostitución: Causas económico-sociales. Explotación
sexual, esclavitud. La explotación de las/os niñas/os y las/os adolescentes. Los
medios de comunicación, Internet y la captación para la prostitución. Tráfico
mundial de mujeres y niñas. Turismo sexual. La impunidad de los proxenetas. La
represión y la violencia policial y legal. La discriminación social. Políticas
públicas de prevención de la salud sexual. Cuidado de la salud y prevención de
enfermedades de transmisión sexual. Familia y Maternidad. Asistencia social.
23-Mujer y derechos humanos: Derechos de la mujer como derechos humanos. Leyes.
Tratados. Convenciones. Contra toda forma de discriminación contra la mujer.
Ratificación de protocolo facultativo de la CEDAW. A 30 años del golpe de
estado: obediencia debida, punto final, indultos. Niños secuestrados y nacidos
en cautiverio. Poder e impunidad. Persecución política. Gatillo fácil. Violencia
policial. Desprocesamiento de luchadores populares. Descriminalización de la
protesta. Desaparición de archivos de la dictadura militar. Ley antiterrorista
súper-secretaria de seguridad. Independencia del poder judicial. Organizaciones
de seguridad privada Caso Cromañon u otros. .Casos no resueltos por la justicia
de mujeres asesinadas, desaparecidas y/o violadas. Violencia contra la mujer
como violación de los derechos humanos. Derecho a una vida libre de violencia.
24-Mujer de los pueblos originarios: Realidad, derechos y necesidades de las
mujeres de los pueblos originarios. Participación en la comunidad cultural,
social, política, económica y laboral. Acceso a la educación y a la salud.
Rescate de las medicinas naturales. Acceso a la salud sexual y reproductiva.
Métodos anticonceptivos naturales. Discriminación sociocultural: causas y
consecuencias. Exclusión. Revalorización de la propia cultura y el arte. El
problema de la multiculturalidad y de la interculturalidad. Educación bilingüe.
Latifundio. Título supletorio. Propiedad colectiva de la tierra. El derecho a la
tierra. Repercusión de la crisis en la vida de las comunidades. Políticas
territoriales que las afectan. Expropiación y extranjerización de la extracción
de los recursos naturales. Legislación vigente.
25-Mujer, cultura y arte: Identidad cultural. La cultura desde la visión de las
mujeres. Políticas de ajuste: presupuesto para la cultura y la conservación del
patrimonio cultural. La mujer como trabajadora en el campo de la cultura y el
arte. Rol de las artistas y artesanas en al sociedad. Obstáculos (familiares,
económicos, laborales etc.) de la mujer para la actividad cultural. Análisis de
los modelos culturales. Cultura popular. Presupuestos para el arte y la cultura.
Los medios de comunicación en el arte y la cultura. Experiencias de
organizaciones y movimientos de cultura popular y de rescate de nuestras raíces
americanas.
26-Mujer y democratización del poder: Concepto del tipo de poder: público y
privado, poder económico, político, gremial, social, sexual, religioso,
empresarial, etc. Nuevas formas de poder, participación democrática. Reformas
constitucionales. Nuevas formas de organización femenina. Paridad en la
representación política. Diferencia. Desigualdad y dominación. Poder de decisión
y poder de participación de las mujeres en los procesos de lucha. Ley de cupos.
27-Mujer y Partidos Políticos: Participación y representación. Estereotipos y
trabas sociales y culturales para la participación de las mujeres. Participación
en los lugares de decisión. Cupo/cuota/ Paridad. Formación política. Obediencia
partidaria. Igualdad de género. Estrategias para fortalecer los colectivos de
mujeres. Pactos y Alianzas. Formas de organización política. Interrelación de
los movimientos sociales con la decisión de los partidos políticos.
28- Mujer y Salud Mental: Condiciones de vida y salud mental. Salud mental y la
sobre-exigencia de la vida cotidiana. Enfermedades de género. Autoestima,
violencia psicológica y salud mental. Crisis, tristeza, depresión, pánico,
fobias, adicciones. Causas y consecuencias. El malestar de las mujeres. Uso y
abuso de psicofármacos. Política hospitalaria pública respecto a enfermedades
mentales y respecto a prevención en salud mental. Obras Sociales. Reinserción
social y laboral. Situación de las mujeres en los neuropsiquiatricos y
Hospitales Públicos.
29-Mujer y Universidad: La Universidad en el marco de la crisis. Presupuesto
Universitario. Ley de Financiamiento Educativo. Ley de Educación Superior.
Arancelamiento. Banco Mundial. FOMEC. Reforma de planes de estudio: eliminación
de contenidos y profesiones. Restricciones al ingreso y permanencia. Pasantías.
Desocupación. Éxodo de profesionales. Situación laboral y salarial de los
trabajadores/as de las Universidades. Discriminación de la mujer. Situación del
CONICET y de la investigación básica. Las/os estudiantes ante la crisis. Formas
de organización y lucha.
30-Mujer Ciencia y Tecnología: Planes de ajuste y desintegración de los
organismos científicos. Función social, económica y política de las
investigaciones científicas. Causas y consecuencias del financiamiento externo
y/o privado. Monopolios. Ley de Patentes. Expulsión y desocupación de las/los
trabajadoras/res de la ciencia. Estado actual de los Centros de Investigación
(CONICET, MALBRAN, INTA, INTI, etc.). Capacitación y acceso de la mujer a la
ciencia y a la tecnología. TICS (Nuevas Tecnologías informacionales y
comunicacionales). Discriminación. Mujer y biogenética (genoma humano,
clonación, elección del sexo). Bioética. Tecnología de punta. Informática.
Tecnología y explotación. La Ciencia y la tecnología como instrumentos de
dominación y/o liberación. Red de género de ciencia y tecnología.
31-Mujer y Hábitat: Hábitat: distribución de los asentamientos humanos. Acceso a
la tierra, a la vivienda y a los servicios. Incorporación del enfoque de género
en la planificación territorial y urbana. El espacio público y privado:
desigualdades y diferencias en el uso del espacio urbano y rural y de cómo el
espacio condiciona, reproduce las relaciones humanas y de género. Las mujeres
como principales usuarias de la vivienda, el barrio, los servicios y
equipamiento comunitario. Los municipios como herramientas de políticas públicas
y planificación urbana. Formas de participación. Organización física de la
ciudad, red vial, sistemas de transporte público, inseguridad urbana, barreras
arquitectónicas, uso y organización del tiempo y el espacio físico. El impacto
en la vida cotidiana de las decisiones implícitas en la planificación física.
Aportes concretos.
32-Mujer y migraciones: Desarraigo. Discriminación. Ruptura de vínculos. Pérdida
de identidad. Xenofobia. Legislación vigente. Emigración: desocupación, éxodo de
argentinas/os. Inmigración: situación de residentes extranjeros. Asistencia en
salud, educación y justicia. Políticas Públicas. Indocumentadas/os. Derechos.
Migraciones Internas: consecuencias.
33-Mujer y Adicciones: Adicción y dependencia. Drogadicción. Elementos de
dominación. Droga y Estado. Debate sobre la legislación vigente. Mercado
Internacional de la droga, tabaquismo. Alcoholismo. Automedicación. Uso indebido
de drogas legales. Psicofármacos. Adicciones durante el embarazo. Menores
vulnerables. Iniciación precoz. Redes de venta y corrupción: relaciones de
poder. Experiencia de lucha y organización de las mujeres. Medicalización del
malestar de las mujeres.
34-Mujer y Capacidades Diferentes: Discriminación: causas y consecuencias.
Responsabilidad social y Estatal para la integración: laboral, social,
económica, deportiva, etc. Alternativas para la sensibilización social a la
aceptación de la diversidad. La discapacidad de las/os capacitadas/os.
Sexualidad. Asistencia. Pensiones y Seguros de vida. Centros de Rehabilitación.
Talleres. Tecnología y capacitación. Educación Especial. Legislación: Ley
nacional 24.314 y leyes provinciales. Infraestructura necesaria: Barreras
arquitectónicas, transporte público, etc. Cobertura de Obras Sociales. Adhesión
de las obras sociales a la ley Nacional.
35-Mujer y Cooperativismo: Cooperativismo y Mutualismo. Cooperativismo en la
crisis Socioeconómica actual. Legislación cooperativa. Necesidad de una ley de
cooperativa de trabajo. Fiscalización de las cooperativas. . Educación
Cooperativa: quien tiene la responsabilidad de impartirla en las nuevas
cooperativas. El cooperativismo como transformación social. Aspectos positivos y
negativos de las cooperativas.
36-Mujer y Religión: Las instituciones religiosas y el movimiento de mujeres.
Compromiso de las iglesias con la necesidad de las mujeres y los sectores
populares y sus luchas. Los discursos religiosos sobre las mujeres. Estado y
Religión. Poder y Religión. Religión y sectas. Educación y Religión.
Instrumentalización de la culpa como medio de opresión y sometimiento.
Discriminación y violencia de género en las instituciones religiosas.
Ecumenismo.
37-Mujer Solidaridad e Integración Latinoamericana: Distintas formas de opresión
y colonización. Participación de las mujeres en la lucha activa. Aporte del
Movimiento de Mujeres en el Proceso de Integración Latinoamericana. MERCOSUR:
Costos y beneficios. Ingerencia de Estados Unidos y demás países imperialistas
en los procesos de integración regional. Establecimientos de bases militares y
ejercicios militares en la región. Bloqueo económico. Apropiación mediante
compra de tierras y ocupación encubierta del territorio nacional. Usufructo de
las riquezas naturales por parte de las empresas privadas y consecuencias.
Problemáticas comunes a América Latina y el Caribe: autodeterminación de los
pueblos, Deuda Externa, ALCA. Redes de Solidaridad.
38-Mujeres y Medios de Comunicación: El poder de la comunicación. Multimedios y
concentración privada. Importación de modelos. Privatización y
desnacionalización del espectro radiofónico, censura. La mujer y el poder en los
medios de comunicación. Desigualdad de género en los medios de comunicación.
Estereotipos femeninos trasmitidos. Comunicación. Información/desinformación.
Medios masivos y medios alternativos de comunicación. FMs. y "normalización" de
frecuencias. Decreto 310/99. Estrategias de los grupos de mujeres en la
utilización de medios de comunicación. Ley vigente de Radiodifusión y proyectos
alternativos.
39-Mujer y Deporte: Deporte y educación física en las distintas etapas de
crecimiento .Deporte y salud. Deporte y educación. Deporte amateur y deporte
como negocio. El sexismo en el deporte. Discriminación de género en el ámbito
deportivo. Sexismo en la capacitación del profesorado en Educación Física.
Maternidad y deporte. Propuestas para crear espacios barriales que contribuyan a
un desarrollo físico y mental saludable. Políticas estatales con respecto al
deporte.
40-Mujer, Ecología y Medio Ambiente: Contribuciones de las mujeres en la defensa
del medio ambiente y la conservación de los recursos naturales. Tala
indiscriminada, agroquímicos, transgénicos, contaminación del agua, explotación
de minas contaminantes, papeleras, tratamiento de residuos, etc. y su relación
con la destrucción del medio ambiente y la salud de la población.
Responsabilidad del Estado. Legislación vigente e implementación. Los grandes
poderes económicos y su injerencia: Impunidad para contaminar y complicidad
política para dejar contaminar. Importancia de las reservas naturales de Agua
dulce y demás recursos renovables y no renovables. Basureros nucleares.
Desertificación. Forma de organización de las mujeres en defensa del medio
ambiente. Nuevos movimientos.
41- Mujer y Cárcel: Mujer detenida, procesada y condenada. Mujeres "internas"
víctimas de violencia de género, tercera edad. Maternidad en y desde la cárcel.
Consecuencias para madres, hijas/os. Contención y abandono de la familia.
Visitas. Violencia en la cárcel. Abuso de poder. Capacitación y trabajo:
reinserción laboral. Salud, salud mental y salud sexual y reproductiva. Formas
de garantizar los derechos humanos de las detenidas, procesadas y condenadas.
Legislación vigente, aplicación y cuestionamiento. Discriminación de género. Rol
de la Justicia.
42-Mujer Deuda Externa y ALCA: Origen y reproducción de la deuda. Estatización
de la deuda privada. Tenedores de bonos y AFJP- Deuda legítima e ilegítima.
Investigación. Juicio: dictamen. Proceso de acrecentamiento de la deuda:
blindaje, mega canje. Consecuencias del pago y no pago de la deuda externa.
Estado actual de la Deuda Externa. Feminización de la pobreza. Impacto en la
salud, educación y vida cotidiana de las mujeres. El ALCA y su impacto en el
desarrollo económico, político, social y ambiental. Formas de organización y
lucha, experiencias de las mujeres. Foros. Movimientos.
43-Mujer y Tiempo Libre: Contraposición en lo cotidiano: trabajo y vida
familiar. Trabajo y Tiempo libre. Tiempo propio. Creatividad, Disensión,
autonomía. Relación consigo y con los otros, encuentro, goce y pertenencia. El
ser ama de casa, deja tiempo libre? Redefinición de la organización familiar
para el tiempo libre. Tiempo libre sin culpa. ¿Porqué muchas crisis familiares
de desatan en paseos y vacaciones?
44-Maltrato y abuso sexual infantil: Trabajo infantil. Agresividad, violencia y
maltrato físico sobre niñas/os. Mecanismos de adaptación a la violencia. Los
abusos sexuales extra: Internet y captación para la prostitución e intra
familiares. ¿Problema Público o privado? Grado de responsabilidad familiar,
social, estatal. Consecuencias de los abusos sexuales en niñas y niños.
Legislación vigente. Posibles Reformas. Formas de prevención, atención,
asistencia integral y contención.
45-Mujer fábricas recuperadas, pseudo cooperativas y trabajo en negro: pseudo
cooperativas del Pescado, textiles, rurales etc.: Utilización de las empresas de
la forma cooperativa, como medio de evasión de impuestos y trabajo en negro.
Fenómeno de quiebre, cierre y vaciamiento de fábricas. Autogestión y control por
las trabajadoras/es: Fábricas recuperadas. Protagonismo de las mujeres en este
proceso. Distintas formas de organización y producción. Análisis y propuestas
sobre la legislación de estas formas de organización y producción. Rol del
estado. Impacto en las familias. Experiencia de lucha y resistencia de las
mujeres. Vinculación con otros movimientos: desocupados, barriales, culturales,
etc. Efecto de la participación comunitaria en la vida, pensamiento y conducta
de las mujeres. Estatización. Expropiación.
46-Mujer y Educación: Educación en el marco de la crisis. Circuito educativo
diferenciado. Exclusión. Proyectos actuales de transformación educativa y su
relación con el modelo social. Educación pública/privada. Financiamiento
educativo. Rol de las cooperadoras. Ley Federal de Educación. Propuestas de
Reformas. Ley de Educación Superior. Estatuto docente. Políticas de ajuste.
Enseñar y aprender en el marco de la crisis. Poli funcionalidad de los docentes.
Organizaciones gremiales. Educación formal y no formal en las distintas etapas
de la vida. Las instituciones educativas como formadora y reproductora de
modelos sociales patriarcales. Elección de carreras y género. Contenidos de la
enseñanza. Educación sexual. Embarazo adolescente y educación: contención.
Rescate de la identidad cultural. Organizaciones estudiantiles. Relación
institución educativa-comunidad. Violencia en la escuela. Discriminación y
discriminación por orientación sexual. Experiencia de educación popular.
Autoritarismo en las instituciones educativas. Sistema educativo como
instrumento de dominación y/o liberación.
47- Mujer, salud disciplinas y terapias alternativas: Salud y terapias
alternativas a través del tiempo, chamanes, canalizadores, etc. Homeopatía y
herboristería. Terapias florales: Flores de Bach, flores de alba, esencias
áureas y otras. Hidroterapias y aguas energizantes. Disciplinas que destacan la
unidad cuerpo-alma, el poder mental y espiritual, sobre la salud física.
Metafísica. Parapsicología y fenómenos paranormales.
Yoga.Biodanza.Wen-do.Tai-chi.Digitopuntura.Acupuntura.Fen-shvi.Expresión
corporal. Reflexología. Músico terapia. Imposición de manos, Reiki y otras. Las
disciplinas alternativas como apoyo y complemento de la medicina tradicional.
Formación de profesionales de la salud en disciplinas y terapias alternativas.
Inclusión de las terapias alternativas en los programas de salud.¿Avance
científico vs. Desarrollo espiritual? Encuadre de las disciplinas y terapias
alternativas.
48- Trabajadoras Sexuales: Discriminación y violencia policial e institucional.
Aspectos legales: contravenciones. Organización sindical. Cuidado de la salud y
prevención de las enfermedades de transmisión sexual, HIV SIDA, familia y
maternidad. Rol de la mujer y su cuerpo en esta sociedad. Causas que llevan al
trabajo sexual.-
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El Viejo Topo Invita a la charla
La Comuna de París y la Revolución
Martes 10 de octubre - 21 Hs. -
Facultad de Ciencias Sociales - Marcelo T. de Alvear 2230 - Aula 100
"En la alborada del 18 de marzo de 1871, París despertó entre un clamor de
gritos de "Vive la Commune!" ¿Qué es la Comuna, esa esfinge que tanto atormenta
los espíritus burgueses?"
Qué enseñanzas deja la experiencia de la Comuna de París para los siguientes
procesos revolucionarios. Los debates y propuestas de Vladimir Lenin, Rosa
Luxemburgo, León Trotsky y la herencia del marxismo en América Latina.
Panelistas Invitados: - Juan Hernández - Víctor Rau - Agustín Santella
En el marco del Seminario "A 135 años de la Comuna de París: pensando la praxis
revolucionaria"
Pasaron ya 135 años de la experiencia de "La Comuna de París", hecho que abrió
grandes debates y que fue tomado para la construcción de nuevas estrategias
revolucionarias. Relevante en sí mismo y por sus aportes, tanto para el
pensamiento como para la acción, sigue siendo un hito del sujeto revolucionario
que merece ser estudiado. Por eso, desde El Viejo Topo, intentamos contribuir
desde la realización de este seminario.
Martes 10/10 21 Hs. Facultad de Ciencias Sociales - Aula 100
Organiza El Viejo Topo
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Plaza del Genocidio y el Proceso: la mayoría de la izquierda… se borró
Fecha Friday, 06 October a las 01:11:14
Tema Nacionales
Lunes Martes Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> •
La izquierda, frente a los intentos de reorganización de la ultraderecha, debe
pasar de la mera denuncia testimonial a los hechos prácticos para derrotarla
Por León Pérez
El Partido Comunista Revolucionario (PCR) titula un articulo de Ricardo
Fierro “Aplastar la víbora procesista” en su ultimo periódico. Dice, además, que
hay un polo fascista desarrollándose. La tapa del ultimo periódico del PTS
proclama “Ganar las calles y paro nacional”. El Partido Obrero (PO) coincide con
lo del paro nacional. El MST-UNITE dice en su editorial “Terminemos con la
impunidad, Todos somos Julio López”. El otro MST, El Socialista, explica en su
publicación que “hay que seguir en la calle para pararles la mano a los
genocidas, castigarlos y exigir al gobierno que se desmantele el aparato
represivo”.
El PTS, el PO incluso han avanzado en la ultimas semanas y han adoptado nuestra
demanda de “disolución de las Fuerzas Armadas y represivas” y comienzan a
sostener nuestra posición de que estos organismos son irreformables. El
MST-Unite persiste en su llamado a “democratizar” las fuerzas represivas, pero
al menos superan en cobertura de los hechos al MAS y el PC que poco o nada han
dicho al respecto.
Con esta retórica es de suponer que, ante uno de los hechos políticos mas
importantes de la semana, la realización el 5 de octubre del Acto de la Plaza
del Genocidio (Plaza San Martín) para reivindicar el terrorismo de estado, el
Proceso y honrar a los asesinos del pueblo, esta izquierda – que afirma ser
revolucionaria – o al menos una gran parte de ella, estaría a la altura de las
circunstancias. Es decir, marcharía en masa para detener a la ultraderecha.
Trotsky sobre la lucha efectiva contra el fascismo "La aplastante mayoría
de los obreros socialdemócratas quiere pelear contra los fascistas, pero, por el
momento, todavía, únicamente junto con sus organizaciones. Es imposible saltar
esta etapa. Debemos ayudar a los obreros socialdemócratas a verificar en la
práctica (...) lo que valen sus organizaciones y sus jefes cuando hay una
cuestión de vida o muerte para la clase obrera.”
"los acuerdos electorales, los regateos parlamentarios concluidos entre el
partido revolucionario y la socialdemocracia suelen servir, por regla general, a
la segunda. Un acuerdo práctico de cara a acciones de masas, por objetivos de
lucha, se hace siempre en provecho del partido revolucionario. (...)
“ En fin, hay que poner a punto rápidamente un conjunto práctico de medidas, no
con el fin de "desenmascarar" a la socialdemocracia (ante los comunistas) sino
con el objetivo de luchar efectivamente contra el fascismo. (...)
“El programa de acción debe ser puramente práctico, puramente concreto (...)
para que todo obrero socialdemócrata pueda decirse: lo que proponen los
comunistas es absolutamente indispensable para la lucha contra el fascismo.
Sobre esta base, hay que arrastrar con el ejemplo a los obreros socialdemócratas
y criticar a sus jefes que, inevitablemente, se opondrán al movimiento y lo
frenarán. Sólo en esta vía es posible la victoria".
Nos equivocamos. A pesar de que el propio Altamira de PO nos lo advirtió: “La
táctica del Partido Obrero será la de denunciar y atacar la conspiración
derechista; mostrar sus lazos con el aparato estatal; mostrar el fracaso de la
falsa política de derechos humanos del gobierno; y denunciar, por sobre todo, la
tendencia al compromiso del gobierno con sus enemigos ocasionales.” (Prensa
Obrera Nro. 965)
Es decir que este partido que se reclama revolucionario limita su accionar a la
denuncia testimonial, a lo que no le agrega la propuesta practica ni el
desarrollo de la movilización para detener a la ultraderecha en las calles. El
PTS, los MST y otras organizaciones de izquierda piensan y actúan en la misma
forma. Frente a la Plaza del Genocidio, se borraron.
Privilegiaron, por otro lado, marchar un día después, el viernes 6 de octubre,
junto a los Organismos de Derechos Humanos K a la Plaza de Mayo en una acción
discutida con el propio Kirchner en una reunión con las Madres y Abuelas de
Plaza de Mayo. La intención de la marcha, obviamente reclamando la aparición con
vida de Julio López es sin embargo, políticamente, la replica de la “Casa esta
en orden” de la Semana Santa de Alfonsín.
El 5 de octubre, menos de 2.000 simpatizantes del Proceso y el Genocidio se
reunieron en Plaza San Martín para exigir una “amnistía para los militares y
policías” del Proceso, escuchar discursos de reivindicación de la “guerra sucia”
de la ultima dictadura militar y escuchar un mensaje escrito del Arzobispo Jorge
Bergoglio llamando a la “reconciliación” entre asesinos y victimas, entre
desaparecidos y secuestradores.
Era la ocasión para pasar de la simple denuncia a la acción practica. Si
20-30.000 militantes de izquierda, de las organizaciones de Derechos Humanos y
aun dirigentes y partidos democráticos tomaran en serio estos intentos de
reorganización de la derecha – que ya se expresa en secuestros y desapariciones
como la de Julio López, amenazas a testigos, jueces y fiscales – hubiesen
rodeado a los ultraderechistas y disuelto su acto, la lucha por el juicio y
castigo de los culpables hubiese pegado un salto cualitativo y la demagogia del
gobierno hubiese quedado plenamente demostrada. Ni mencionemos el hecho de que
una acción tal es la que necesita Julio López para ser liberado, si es que aun
esta vivo.
La izquierda, como los partidos del régimen, no hizo nada. Solo Convergencia
Socialista, una pequeña organización revolucionaria, acompañada por miembros de
la Asamblea de San Telmo y un grupo de activistas de HIJOS marcho hacia la Plaza
del Genocidio a repudiar a los asesinos y a exigirles que entreguen vivo a Julio
López. Correctamente, CS llamo a formar un frente único a todas las
organizaciones de izquierda y que se reclaman de los derechos humanos y
democráticos.
El solo anuncio de la contramarcha – que recibió plena cobertura en todos los
medios nacionales e internacionales – tuvo su efecto entre los fascistoides. Los
organizadores del acto de Plaza San Martín habían anunciado que llevarían 15.000
personas (Clarín, 4 de Octubre) pero solo lograron reunir 2.000.
A pesar de que Convergencia Socialista movilizo unos cientos de militantes, el
nerviosismo y el miedo cundía en Plaza San Martín. Ni los cientos de policías
dispuestos por el gobierno para defender a los Procesistas les daban
tranquilidad. El acto Procesista se apuro y sus asistentes se marcharon
apresuradamente sin marchar a ningún sitio aunque tenían planes de hacerlo.
Si la acción de Convergencia Socialista logro esos resultados, una manifestación
de masas de la izquierda y los sectores democráticos de la sociedad hubiese
forzado a los fascistoides a retirarse con la cola entre las piernas.
Mas aun, los derechistas estaban tan preocupados con las posibilidades del
repudio, que retrocedieron en sus manifestaciones publicas aduciendo que ellos
“no apoyaban a los miembros del gobierno del Proceso” y que estaban por la
“reconciliación”.
La izquierda como el PCR, el PTS, MST y PTS les dejaron la cancha libre para que
se reorganicen, tomen confianza y se atrevan a mas. Entre los que participaron
de la Plaza del Genocidio están los que secuestraron a Julio López y los que
intimidan a jueces, fiscales y testigos o sus cómplices. ¿Tiene alguien alguna
duda al respecto?
En algunos casos, esta negativa de la izquierda a pasar a las acciones practicas
contra la ultraderecha y limitarse al puro propagandismo de denuncia, tomo
ribetes reaccionarios como la declaración de Vilma Ripoll, del MST-Unite que le
dijo a los periodistas de Canal 26 que “repudiaba” la contramarcha contra los
fascistoides. Ya con anterioridad, en una reunión de la izquierda, un
representante de su partido había expresado su oposición a la contramarcha con
el argumento de que a algunos sectores de la sociedad “no le caería bien”.
Cuadros y dirigentes del PO, los dos MST y el PTS, así como el PCR y el PC se
ocuparon durante días de aconsejar, y en algunos casos hasta prohibir, la
concurrencia de sus militantes a la contramarcha del 5 de octubre. De todas
formas, pequeños grupos de jóvenes del PTS, del PO y otros grupos de izquierda
se unieron a Convergencia Socialista y a muchos independientes en la protesta
contra el Proceso y el Genocidio y la exigencia de la devolución con vida de
Julio López. Desoyeron a sus direcciones y eso debería indicarles a estas que
deben rectificar de inmediato su social democratización.
Es necesario acabar con la ultraderecha antes que logre consolidarse.
Escracharla siempre, disolverla cuando es necesario y no dejarle un solo espacio
libre para su crecimiento o desarrollo. Esperamos que se realice un intenso y
fructífero debate en sus filas y en las de las organizaciones de Derechos
Humanos para que se independicen del gobierno y sus planes y pasen de las
simples palabras y la denuncia testimonial a la acción concreta.
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Enlaces relacionados • Para que vuelva la impunidad completa Página/12
• Una pacífica contramarcha izquierdista Crónica
• Izquierda acuso a participantes de acto por ex militares de secuestrar a
López
• Galería de fotografías de la Contramarcha en repudio al acto de homenaje a
los militares muertos
• Galería de fotografías de La Plaza de los milicos y el genocidio
Acto en demanda de amnistía a los militares de la última dictadura militar
• Videos de la contramarcha de la izquierda
www.convergenciasocialista.org
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IZQUIERDAPUNTOINFO
30.000 en la marcha oficialista por la aparición de Julio López
• Kirchner acompaña la marcha por aparición de López y reclama que "haya
memoria,” Sola y su gabinete, ministros y diputados oficialistas estuvieron en
la marcha.
Contingentes del partido en el gobierno y organizaciones piqueteras y de
derechos humanos K movilizaron sus fuerzas. La mayoría de la izquierda (PCR,
PTS, PO, MAS, MST) acompañaron al gobierno en esta jornada, aunque aparecieron
desdibujados y sin política independiente efectiva. • La Nacion: La
preocupación se mezcló con los intereses políticos
• Galería de fotografías de la marcha oficialista por la aparición de Julio
López
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Plaza del Genocidio y el Proceso: la mayoría de la izquierda… se borró
Lunes Martes Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> • La izquierda,
frente a los intentos de reorganización de la ultraderecha, debe pasar de la
mera denuncia testimonial a los hechos prácticos para derrotarla
Por León Pérez • Para que vuelva la impunidad completa Página/12
• Una pacífica contramarcha izquierdista Crónica
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López
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los militares muertos
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LA HOJA de mancuso 7-10-06
Nicaragua invadida
,
Parece que los dichos de Donald Ramsfeld, tienen poco de verdad: "nosotros no
intervenimos en la política de Nicaragua"
El aeropuerto de Nicaragua, está controlado por militares yanquis que dicen
quien puede o no puede entrar en el país. Parece mentira pero es verdad.
El 14 de septiembre, detuvieron en el Aeropuerto Internacional de Managua al
palestino Khatib, empresario y nacido en Nicaragua.
No respetaron los pasaportes y vistos de las acompañantes y detuvieron 7 horas
preguntando gansadas a un ciudadano nicaraguense.
Las autoridades ni disculpas pidieron y la directora de Migraciones trabaja a
las órdenes de los yanquis, ya que continuó las averiguaciones y las molestias
al señor Khatib.
Los yanquis intervienen sí, pese a todas las mentiras de Ramsfeld.
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Europa pide auxilio
La Unión Europea está cada día más vieja y con menos contribuyentes a la
seguridad social, lo que provocará graves problemas a los jubilados a corto
plazo.La solución son los jóvenes inmigrantes que son despreciados en el día de
hoy.
Sin contribuyentes las pensiones de los ancianos no se podrán pagar.
Lo dramático es que en el 2005 un 20 % de la población europea es mayor de 65
años, pero en el 2045, es decir dentro de 45 años el 30 % de la población será
mayor de 65 años y por la tanto dependiente de la seguridad pública, y hay
países donde ese porcentaje se eleva hasta un 36 %, lo que imposibilita el pago
de las jubilaciones.Solo el ingreso de gente joven a la UE permitirá continuar
con la ayuda social.
¡Otra vez precisarán de nosotros!
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Dinamarca otra vez
A 9 meses de las caricaturas del profeta Mahoma, que causaron 50 muertos, y
luego de las declaraciones provocadoras del Papa, son los ultraderechistas
daneses, que organizaron un concurso, para ver quien representa al profeta en
forma mas ofensiva.
Mahoma es mostrado en forma de camello, orinando o como un terrorista
completamente borracho durante la colocación de bombas en el aeropuerto de
Copenhage.
De esa forma se divierte la ultraderecha dinamarquesa.
¡Si serán imbéciles!
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Con suerte, pueden leer los artículos anteriores clicando abajo.
http://hojademancuso.spaces.msn.com/PersonalSpace.aspx?mkt=es-us
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Si no desea recibir este material, por favor avisar a
jmmancu@ arnet.com.ar.Gracias
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hola yo yaestoy recibiendo todos los mails pero me gustaria saber de
reuniones que hagan y cosas asi de ser posible espero su respuesta
desde ya muchas gracias
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LA HOJA de mancuso 6-10-06
Maquiavelo boliviano
Como parte del ataque al gobierno boliviano, los mineros
de Huanuni, a 50 kilómetros de la ciudad de Oruro, se enfrentaron a dinamita
y bala.Varios muertos y muchos heridos.
Y todo eso ...¿Porqué?
Son 4.000 mineros a los que les hicieron creer que son empresarios
cooperativistas, pese a que trabajan dentro de la mina al igual que los 800
mineros del estado. Son estos dos grupos que se enfrentaron por una mina de
estaño que tiene una historia sucia.
La mina Posokoni, es el eje de varias estafas, la última es la de los
directivos de la cooperativa Fecosin, cooperativa que para tapar una estafa
millonaria, optaron por incentivar el enfrentamiento entre los mineros.
Una verdadera operación maquiavélica, que cuenta con cómplices hasta en el
gobierno, en la dirección de minería.Para completar,destruyeron la Radio
Nacional, de
Huanuni, que tiene 40 años de ser financiada por los mineros estatales, esto fue
una provocación que tuvo éxito, la respuesta fue la violencia.
¿Quien dice que Maquiavelo murió?
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Argentina perversa
Mientras el presidente Kirchner habla, los argentinos pasan hambre.
El país está cada vez peor, pero eso no reflejan las estadísticas que hablan de
crecimiento.
El presidente dice que disminuyeron los desocupados, pero considera ocupados a
los que ganan 75 dólares al mes por algún plan social, y muchas veces es el
único ingreso de la familia.
Los pobres e indigentes suman prácticamente la mitad de los habitantes en muchas
provincias, en general son 7.000.000 de pobres, que ganan menos de 280 dólares
al mes para una familia de 4 personas, lo que da 9 dólares al día para alquiler,
médico, ropa, etc.
Los indigentes, casi 3.000.000 tienen un ingreso menor de 130 dólares por
familia, 1 dólar diario por persona.
Como ven, es imposible vivir con eso si no se está en la marginalidad, chicos
trabajando de cualquier cosa, comiendo en las escuelas, o prostituyendose en la
calle, las familias desagregadas, y en la miseria, en un país rico.
Mientras el presidente habla, habla, habla, habla....
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África sin propiedad privada
Uno de los bastiones del capitalismo, en África no existe;
se trata de la propiedad privada de la vivienda, no vayan a pensar que era de
los medios de producción.
¡Ni soñando!
Como una práctica habitual varios países africanos desplazan a habitantes de sus
lugares de residencia, sin indemnización, aviso o juicio, simplemente son
desplazados forzados, que por medio de la violencia pierden todos sus bienes,
sus casas y pasan a ser reasentados en lugares inhóspitos, con el propósito de
que mueran.
Las cifras son tan grandes, y la práctica tan común, que hasta la inútil ONU, se
ocupó del asunto.
En Nigeria son 2.000.000 de personas.
En Sudán son 4.000.000 de personas.
En Zimbabwe son 700.000 personas.
En Angola 6.000.
En Kenia 90.000.
Y la lista continúa.
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IZQUIERDAPUNTOINFO
Argentina: Plaza del Genocidio y el Proceso, la mayoría de la izquierda… se
borró
Lunes Martes Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo-->
• La izquierda, frente a los intentos de reorganización de la ultraderecha,
debe pasar de la mera denuncia testimonial a los hechos prácticos para
derrotarla
Por León Pérez • Para que vuelva la impunidad completa Página/12
• Una pacífica contramarcha izquierdista Crónica
• Izquierda acuso a participantes de acto por ex militares de secuestrar a
López
• Galería de fotografías de la Contramarcha en repudio al acto de homenaje a
los militares muertos
• Galería de fotografías de La Plaza de los milicos y el genocidio
Acto en demanda de amnistía a los militares de la última dictadura militar
• Videos de la contramarcha de la izquierda
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Bolivia: Dinamita y muerte en la lucha por las minas Lunes Martes
Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> • Bolivia: La matanza no cesa,
ya hay 14 muertos en 24 horas en Huanuni • Cooperativas privadas respaldadas
por el ministro de Minería asaltan la mina estatal de Huanuni. Los proletarios,
con sus mujeres e hijos, combaten y defienden la mina. Seis muertos, una
veintena de heridos y mucho dolor
• Bolivia: Enfrentamientos entre mineros cooperativistas y sindicalizados
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Mexico: Oaxaca sitiada, vela armas Lunes Martes Miércoles Jueves
Viernes Sábado Domingo--> Jueves 5 de octubre de 2006
• ...Mientras tropas federales y equipos de asalto policiales, dotados de
helicopteros, camiones se concentran en Huatulco, Salinas y otras poblaciones de
los alrededores...
• Galería de fotografías
Diego Cevallos, enviado especial a Oaxaca IPS
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Campaña macartista de persecución a militantes de izquierda y derechos
humanos Lunes Martes Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> •
Macartismo Sionista en Facultad de Sicologia
• Nota de la Prof. Dra. Susana
Beatriz Murphy de la Facultad de
Filosofía y Letras de la UBA,
dirigida al Consejo Directivo de Psicología
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Crece el repudio a la “Plaza del Genocidio” y la reivindicación del
Proceso Lunes Martes Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> •
Diversas organizaciones de izquierda y Derechos Humanos discuten sumarse al
repudio activo a la “Plaza del Genocidio” (Plaza San Martín) este jueves, bajo
la consigna de “Asesinos: entreguen a Julio López” • Convergencia
Socialista: “Asesinos: Entreguen a Julio Lopez”
• Convocan a marchar contra acto en reinvindicación del terrorismo de Estado,
denuncian amenzas
Página/12 Web
• 30.000 asesinos del Proceso caminan entre nosotros, solo 200 están
condenados
• Porque hay que Disolver las Fuerzas Armadas
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LA HOJA de mancuso 5-10-06
Alcahueterías sin importancia
1)El congreso yanqui, es un coto de caza para los ávidos de sexo, cuando no es
contra mujeres, los congresistas atacan hasta los cadetes menores,y cuando se
descubre, nadie sabía nada.
2)Siguiendo el ejemplo de los sionistas israelíes, "Cerebro" Bush acaba de
promulgar la solución al problema de la inmigración ilegal: una gran muralla que
separará México de USA, y de paso unos cuantos miles de millones de dólares
para los contratistas amigos.
3)El congreso yanqui, destinará 20 millones de dólares para conmemorar el
triunfo en Irak y Afganistán, será un día de fiesta tipo 4 de julio.¡¡Gran
idea!!
4) Los afectados por los terremotos en Pakistán, que suman casi 2 millones de
personas, no tienen como pasar el invierno, lo que significa que muchos morirán.
5)Paraguay, se negó a dar inmunidad a los yanquis en su territorio, lo que
impide el acuerdo de cooperación ya que esa es condición principal.Ya tuvieron
el mismo problema en Argentina, Brasil, Uruguay y Venezuela.
¡Al fin un poco de patriotismo!
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Costa Rica envenenada
En una superación permanente, el presidente Arias, en complicidad con la
multinacionales de la banana, y las productoras de pesticidas, están tratando de
tapar, las consecuencias del uso indiscriminado de Nemagón pesticida altamente
tóxico, que se usó masivamente por años en las plantaciones y sin ninguna
protección para los campesinos.
Como los sindicalistas presentaron miles de demandas contra las empresas, estas
están reaccionando, o asesinando o condenando con acusaciones falsas, a los
defensores de los campesinos.
El Nemagón, está demostrado que produce: esterilidad, impotencia, cánceres en
hígado, riñones y estómago, ceguera, alteraciones hormonales, abortos y
malformaciones congénitas.
Pero el gobierno de Arias, defiende a las empresas, en detrimento de su propio
pueblo.
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Nota: Se adjuntó el mensaje reenviado.
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Hola!! espero haber escogido a las 11 personas correctas para hacer esto. Por
favor envíame este mensaje de regreso (ustedes verán porqué)
En caso de que alguien esté interesado, Santa Teresa es la Santa de las cosas
pequeñas. Ella creyó en hacer cosas pequeñas bien hechas en su vida y con gran
amor.
Ella también es la santa patrona de los que siembran flores y delos que
hacen arreglos florales. Ella está representada por rosas. Si alguien recibe
este mensaje es bendecido.
La oración de Santa Teresa NO DEBE SER BORRADA.
RECUERDA pedir un deseo, antes de leer la oración. Eso es todo lo que tienes
que hacer. Nada más manda este mensaje a once personas y avísame que pasa en
el cuarto día. Lo siento que tengas que enviar este mensaje, pero trata de no
romper esto, por favor. La oración es uno de los mejores regalos que recibimos.
No cuesta nada y la cosecha es grande.
YA PEDISTE TU DESEO? Si no pides un deseo, no se te hará realidad.
Esta es tu última oportunidad para pedir tu deseo.
ORACIÓN DE SANTA TERESA
Que hoy la paz reine dentro de ti. Confía en Dios que estás
exactamente en el lugar donde deberías estar.
No debes olvidar las posibilidades infinitas que resultan de la fe.
Utiliza las gracias que has recibido, y pásalas con el amor que se te ha
dado...
Que estés contento de saber que eres hijo de Dios...
Deja que su presencia se derrame en tus huesos y permita a tu alma la libertad
de cantar, bailar, alabar y amar. Esta ahí para cada uno y en cada uno de
nosotros.
Ahora envía este Mensaje a 11 personas en los próximos 5 minutos. Y recuerda
enviármelo de regreso.
Yo cuento como 1... SUGERENCIA copia y pega en lugar de enviar por forward.
No sea una cadena
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Facultad de Ciencias Sociales
La desaparición de Julio Lopez
Los Derechos Humanos de ayer y de hoy
Mesa Debate
Lunes 9 de Octubre
21 Horas
Disertaran:
Dr Marcelo Parrilli:
Abogado Defensor de DDHH
Patricia Walsh:
Ex Diputada Nacional
Autora del Proyecto por la anulacion de los Indultos y las Leyes de Obediencia
Debida y Punto Final.
Pre-Candidata a Presidente por la unidad de la Izquierda
Ramiro Geber:
Estudiante de Derecho, Integrante de CORREPI.
Facultad de Ciencias Sociales
Sede Ramos Mejia 841
Auditorio PB
Juventud Socialista del MST
Presidencia fuba
www.mst.org.ar
Todos a la Marcha
VIERNES 6 de OCTUBRE a las 18 HS
desde 9 de Julio y Avenida de Mayo hasta Plaza de Mayo
APARICION CON VIDA YA!!!
Anulacion de los Indultos!
Carcel a todos los Genocidas de ayer y de hoy!
Desmantelamiento de todo el Aparato Represivo!
Basta de Gatillo Facil!
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Juventud Socialista
MST
Movimiento Socialista de los Trabajadores
Presidencia FUBA
Federaciòn Universitaria de Buenos Aires
---------------------------------
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1976 - 24 de Marzo - 2006
A 30 AÑOS DEL GOLPE GENOCIDA
MEMORIA, VERDAD Y JUSTICIA
30000 COMPAÑEROS DETENIDOS DESAPARECIDOS PRESENTES
--------------------------------------------------------------------------------\
-------
Muestra por la Memoria Jujeña
" Muestra por la Memoria Jujeña "
viernes 6 de octubre a las 19:30 hs
actividad en Apoyo a la CASA DE ACCION POPULAR OLGA MARQUEZ DE AREDEZ
(Libertador Gral San Martín, pcia de Jujuy)
Se realizará en la Asamblea de Villa Urquiza "LA IDEAL", espacio recuperado por
la ASAMBLEA DE VECINOS AUTOCONVOCADOS DE VILLA URQUIZA EX PIZZERIA "LA IDEAL", y
CENTRO CULTURAL MAXIMILIANO KOSTEKI.
AV. TRIUNVIRATO entre ROOSVELT y la vía, a una cuadra de est Villa Urquiza, con
los siguientes eventos:
Presentación del libro "Memorias del Apagón" de Delia Maisel.
Muestra Fotográfica "De Resistencias y Compromisos" de Olga Morales.
La proyección continua del corto "Calle Jujuy".
Cantaautores: Alejandra Ravinovich, temas de su CD "30.000 sueños", y José
Mauro.
Además, exposición, afiches "...cómo se hizo un Ingenio...".
Esta muestra tiene como objetivo la difusión de lo que fue el Apagón del Terror
en Libertador Gral. San Martín, Calilegua y el Talar (provincia de Jujuy), donde
en el mes de julio de 1976 fue interrumpido el suministro eléctrico y, con
camionetas de la empresa Ledesma, la gendarmería y la policía, secuestró a
obreros, estudiantes, campesinos, profesionales y luchadores sociales. Muchos de
ellos pasaron por los centros clandestinos de detención, mientras que aun hay
compañeros que continúan desaparecidos.
A 30 años del Apagón del Terror
Juicio y castigo a los culpables
Memoria, Verdad y Justicia
Invita: Grupo de Apoyo a la CASA DE ACCION POPULAR OLGA MARQUEZ DE AREDEZ en
Ledesma, Jujuy.
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CARCEL COMUN, EFECTIVA Y PERPETUA A TODOS LOS GENOCIDAS, IDEOLOGOS Y COMPLICES
NO A LAS CARCELES VIPS Y PRISIONES DOMICILIARIAS
RESTITUCION DE LA IDENTIDAD DE LOS 500 JOVENES APROPIADOS
NO OLVIDAMOS - NO PERDONAMOS - NO NOS RECONCILIAMOS
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1976 - 24 de Marzo - 2006
A 30 AÑOS DEL GOLPE GENOCIDA
MEMORIA, VERDAD Y JUSTICIA
30000 COMPAÑEROS DETENIDOS DESAPARECIDOS PRESENTES
--------------------------------------------------------------------------------\
-------
Viernes 6 de Octubre - 18 horas - Av. de Mayo y 9 de Julio (Ciudad de Buenos
Aires)
Buscamos VERDAD
Buscamos JUSTICIA
Buscamos a JULIO
Llamamos a la sociedad en su conjunto a manifestarse para repudiar este
gravísimo hecho
Abuelas de Plaza de Mayo
Familiares de desaparecidos y detenidos por razones políticas
Hermanos de desaparecidos por la verdad y la justicia
H.I.J.O.S. Capital
Madres de Plaza de Mayo Línea Fundadora
Para enviar adhesiones: apariciondejuliolopez@...
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CARCEL COMUN, EFECTIVA Y PERPETUA A TODOS LOS GENOCIDAS, IDEOLOGOS Y COMPLICES
NO A LAS CARCELES VIPS Y PRISIONES DOMICILIARIAS
RESTITUCION DE LA IDENTIDAD DE LOS 500 JOVENES APROPIADOS
NO OLVIDAMOS - NO PERDONAMOS - NO NOS RECONCILIAMOS
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LA HOJA de mancuso 3-10-06
Solución italiana
El gobierno de Italia, no está cumpliendo las metas fijadas del déficit del
presupuesto, en una palabra están gastando mas de la recaudan con lo que cada
vez se endeudan mas.La solución es simple, ...aumentar los impuestos; y esa es
la opción que seguramente adoptarán, aunque todavía la están estudiando.
Pero lo notable es que pretenden cobrar un impuesto a los turistas, que sería
para las ciudades.
Por ejemplo, si usted visita Florencia, en la cuenta del hotel vendrá incluido 6
dólares,por día, para la conservación de la ciudad.
La solución si aplicada en nuestros países, sería duramente criticada, ¿Que
tiene que ver el turista con la conservación de la ciudad?
La administración italiana es tan mala, que ni siquiera para conservar sus
propios monumentos pueden disponer de fondos, y pretenden que los turistas
paguen la cuenta.
¡¡Solución bananera!!
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Destruyendo Chile
Las pasteras, están decididas a acabar con la vida chilena, no conformes con los
desastres producidos en Valdivia y Concepción, ahora atacan en el valle del
Itata,región del Bio-Bio, al norte de las anteriores plantas.
La región sur de Chile, es territorio liberado para las pasteras finlandesas.
El valle, productor de vinos y aguardiente, ya está teniendo sus productos
rechazados, por ser regados sus viñedos con las aguas contaminadas del río
Itata.
Lo mas terrible de esto, es que los finlandeses se burlan de los chilenos
afectados, diciendo que la planta, que ya está funcionando, posee la mas moderna
tecnología, pese a ser la misma empresa que contaminó Valdivia.
Los habitantes deben andar con mascarillas, por el olor y comenzaron a tener
problemas de salud los niños y ancianos que son los primeros afectados;
resumiendo, todo hace prever que deberán abandonar todo y mudarse a otro lugar a
pedir limosna, ya que nadie comprará propiedades en la vecindad de tremenda
planta.
Pero los finlandeses, en una desfachatez a prueba de bala, dice que no pasa nada
y el gobierno chileno ni figura.
Esa moderna tecnología, es la quieren colocar en el río Uruguay.
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Ante el próximo Encuentro Nacional de Mujeres (ENM)
Género y Clase
Exposición y talleres
Genero desde una perspectiva clasista
Genero y lucha sindical
Genero y precarización laboral
Participan:
Compañera Bety Almada Hospital Clínicas, miembro del MIC
Compañera Valeria ¿? de Atento / Telefónica
Compañera Paula ¿? de la UT (doch)
Sábado 7 de Octubre 17hs
En CTA Lomas esquina Fonrouge y Pueyrredon
(a dos cuadras de Estacion Lomas de Zamora)
Organiza:
Periódico de Trabajadores EL MORTERO
ENCUENTRO SINDICAL DE BASE(ESB)
En el Movimiento Intersindical Clasista (MIC)
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Argentina:
Crece el repudio a la “Plaza del Genocidio” y la reivindicación del Proceso
Lunes Martes Miércoles Jueves
Viernes Sábado Domingo--> • Diversas organizaciones de izquierda y
Derechos Humanos discuten sumarse al repudio activo a la “Plaza del Genocidio”
(Plaza San Martín) este jueves, bajo la consigna de “Asesinos: entreguen a Julio
López” • Convergencia Socialista: “Asesinos: Entreguen a Julio Lopez”
• Convocan a marchar contra acto en reinvindicación del terrorismo de Estado,
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• 30.000 asesinos del Proceso caminan entre nosotros, solo 200 están
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Celular sangriento
El coltán es un mineral que se encuentra en la República Democrática del Congo.
Refinado, se transforma en un polvo resistente al calor que conserva la carga
eléctrica, siendo un material ideal para los condensadores de los teléfonos
celulares.
¿Como se obtiene el coltan?
El mineral se extrae manualmente de los ríos del Congo,
donde un equipo puede obtener un kilo por día.
La furia de los celulares hizo disparar la demanda de coltan, que llegó a costar
600 dólares el kilo, y hoy se encuentra un poco por arriba de los 100 dólares.
Pero un minero de coltan gana unos US$ 200 al mes, comparado con los US$10 que
gana un obrero medio congoleño.
El dinero es tanto que existe una guerra permanente, financiada y provocada por
el coltan.
El ejército de Ruanda, país limítrofe, recaudó 250 millones de dólares de la
venta de coltan, cuando en Ruanda no hay ese mineral, todo producto del
contrabando, al igual que Uganda y Burundi. El Coltan contrabandeado se vende en
Bélgica, que lo reenvía a USA.
La guerra por el coltan ha provocado mas de 6 millones de muertos, y no para.
Efectos colaterales
En la región donde se extrae el coltan, existe un Parque Nacional, que es
residencia del Gorila Montañés, y como supondrán en una región donde no hay
nada,solo miles de mineros hambrientos; el gorila fue a parar al asador, con lo
cual el gorila no se ve mas por ahí.
Los mayores compradores son: Nokia, Motorola, Sony y a otros fabricantes que
lo utilizan en teléfonos celulares y otros ingenios "hig tech"(alta tecnología).
Quiere decir que cada teléfono celular, que se usa para hablar pavadas durante
todo el día, costó sangre africana.
Pero...¿a quien le importa?
Total son negros y están lejos.
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Inteligencia disminuida
Ya les conté, que todos los sábados "Cerebro" se manda un discursito para
figurar, y el departamento de estado lo difunde; por tanto el texto es
oficial.Vean:
1)"Voy a hablar del informe de inteligencia(NIE) que analiza las amenazas de los
terroristas.Como es secreto y parte se filtró a la prensa, descalifiqué sus
opiniones claves".
Se armo un lindo bodrio, porque el informe dice que la acción de USA incentiva
la aparición de terroristas(así llaman a los patriotas)y que la guerra en Irak
se está perdiendo.Entonces el presidente en vez de publicar todo el informe solo
publica lo que le conviene.
2)"La única forma de proteger a nuestros ciudadanos en casa es tomando la
ofensiva contra el enemigo a través del mundo".¡Ninguno de nosotros está seguro!
3)"Somos una nación que cumple con sus promesas hacia aquellos que añoran la
libertad y quieren vivir en paz. Estaremos al lado de los cerca de 12 millones
de iraquíes que votaron por su libertad - y les ayudaremos a luchar y derrotar a
los terroristas allí, para que no tengamos que enfrentarlos aquí en casa".
Ya no son 12 millones sino 10, los otros 2 salieron huyendo de la democracia, o
murieron asesinados y...
¿Conocen a alguien que haya invadido USA?
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Bonafini en la picota
Lástima que se puso sola. En la plaza, su discurso claudicante y calumnioso,
provocó la reacción de cantidad de gente, especialmente los torturados que
sobrevivieron, y no pueden admitir, como cualquier persona sensata, que se
investigue a la víctima.
Para Bonafini, "por algo habrá desaparecido López".
Hasta el secuestro y tortura de López, hace 30 años puso en duda, pobre mujer,
desvaría.
Siempre dije que una trayectoria hay que mantenerla, nadie tiene su página en la
historia comprada para siempre, y me parece que a la Bonafini, se le prendió
fuego ...el libro de historia, no solo la página.
¡Que lastima terminar de esa forma!
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SUMATE AL GRUPO
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El trabajador
con todos los que luchan
\s
Edicion especial- octubre 2006
Prensa de CONVERGENCIA SOCIALISTA
Aparición con vida de Julio López
Jurados Populares para Enjuiciar y Castigar a los Culpables
Disolución de las FF.AA. y Represivas
La desaparición de Julio López pone en evidencia que el aparato represivo de
la dictadura sigue intacto, gracias a la impunidad que le garantizaron a los
represores todos los gobiernos de la democracia, y que Kirchner (a pesar de su
discurso demagógico) mantiene, ya que los necesitan para aplastar la resistencia
de los trabajadores y el pueblo.
Esta mano de obra «ocupada», que realiza el trabajo sucio que aún no pueden
hacer la policía o la gendarmería, viene actuando desde hace tiempo, como lo
demuestran la paliza sufrida por la esposa del abogado de las víctimas de la
“masacre de Budge”, la quema de vehículos en la toma de la Universidad del
Comahue, el ataque a los activistas del Astillero Río Santiago, la agresión a
los estudiantes de la Fuba, el desalojo del piquete docente de Cutral Có, etc.
Hay que ganar las calles para frenar la represión (la oficial y la
parapolicial) reclamando la aparición con vida de Julio López y el Juicio y
Castigo (mediante jurados populares encabezados por los organismos de derechos
humanos) de los responsables de su desaparición, todos los genocidas y
responsables de hechos violentos, intimidatorios y «gatillo fácil» en contra de
los luchadores.
Los dirigentes gremiales, especialmente los combativos y de izquierda, tienen
que convocar a asambleas para que la base asuma este reclamo, votando acciones
de protesta (huelgas, movilizaciones, etc.) Los dirigentes estudiantiles tienen
que hacer lo mismo, poniendo al estudiantado en pie de lucha, coordinando con
los trabajadores y los organismos de derechos humanos, mediante una Coordinadora
Antirrepresiva Nacional.
Para acabar con la represión y las bandas parapoliciales no alcanzará con las
medidas tibias ni la demagogia de Kirchner. ¡La única manera de terminar con el
cáncer es extirpándolo! ¡Hoy, más que nunca, hay que luchar por disolver a las
Fuerzas Armadas, Policiales, Servicios de Inteligencia y Gendarmería del
Régimen.
Estas instituciones son herramientas que solo sirven para cuidar a los grandes
patrones, sus gerentes y propiedades. Solo habrá seguridad para los de abajo
cuando sean los propios trabajadores quienes la tomen en sus manos, organizando
piquetes para defenderse de la represión en los conflictos y enfrentar la
delincuencia en los barrios.
Kirchner, Derechos Humanos y la hipocresía de la “Democracia”
Miles de asesinos del Proceso caminan entre nosotros
Kirchner informó a la ONU que su gobierno tiene confirmación de la
existencia de al menos 488 de Centros Clandestinos de Detención (CCD) durante la
dictadura militar. La verificación de la existencia de al menos otros 65 CCD
está en su etapa final de investigación. En un aparte del informe se halla la
cifra de imputados por los crímenes cometidos en esos campos de concentración:
poco más de 200. De esos criminales, unas dos docenas se hallan en las cárceles
y el resto cumple arrestos domiciliarios.
A partir de la nulidad de la Ley de Punto Final y Obediencia
Debida se abrieron unas 200 causas nuevas contra represores conocidos. Sin
embargo el gobierno, que gusta promover su imagen de defensor de los Derechos
Humanos, no dice que existen alrededor de 30.000 asesinos sueltos, caminando
entre nosotros.
El propio Kirchner reconoce la disparidad entre el
reconocimiento de más de 500 campos de concentración y la existencia de un par
de cientos de acusados. En la edición del 9 de Agosto, el diario Clarín cita al
presidente: “Dicen que hubo más de 500 campos de concentración y no llegamos a
200 o 300 detenidos, parece que hubo campos donde los detenidos estaban solos,
se atendían solos”.
. Se calcula que en los 500 centros de detención se albergaron
entre 30.000 y 70.000 secuestrados (entre desaparecidos y detenidos ilegales,
algunos de los cuales, eventualmente, recuperaron su libertad o fueron
expulsados del país). Se sabe que el promedio de personal de vigilancia de estos
centros (si tomamos los promedios del funcionamiento de los campos más
conocidos) era, como mínimo, de 3 guardias por cada 40 prisioneros, cada uno de
ellos cubriendo un turno de 8 horas. La cifra menor que hoy se maneja, la de
30.000 desaparecidos y detenidos ilegales, daría la existencia de unos 9.000
hombres armados solo para custodiar a las víctimas.
Se supone, no sin cierta base de información objetiva que
surgió de los tribunales donde se ventilaron distintas causas y de las
declaraciones de prisioneros, que esa suma se duplicaría por la rotación de los
oficiales, les y alguna tropa encargada de esas tareas. Así, unos 18.000
efectivos fueron asignados durante seis años a los trabajos de custodia de los
CCD. A ellos se les suman los miembros de los Grupos de Tareas (GT), encargados
de operaciones de inteligencia y secuestro.
Estos GT tenían entre 8 y15 miembros cada uno y solicitaban
refuerzos de acuerdo a las necesidades de las operaciones, contando con el apoyo
logístico de la Policía Federal y las policías provinciales para establecer
“zonas liberadas”. En un CCD como la ESMA, por donde se calcula pasaron unos
5.000 secuestrados, existían unos 10 GT y alrededor de 120 efectivos asignados
en forma permanentemente a esas actividades. También aquí hubo rotaciones por
cambio de destinos, con lo que se calcula que los efectivos encargados de
secuestros y torturas superaban largamente el doble de esa cifra. Otros CCD
contaban con tres o cuatro GT y los más chicos con al menos uno o dos. Un
promedio conservador no da menos de 6 a7.000 efectivos de las Fuerzas Armadas y
policía asignados a esas tareas.
A estos grupos hay que agregar un número indeterminado de
civiles que colaboraban en varias capacidades: más de 200 sacerdotes asignados a
los campos de concentración o las unidades militares/policiales y cientos de
asistentes administrativos, agentes de inteligencia, “negociantes” que se
encargaban de disponer, es decir, vender, las propiedades robadas estableciendo
inmobiliarias, casas de antigüedades, reventa de vehículos y muebles y el
tráfico de niños.
La logística para esta campaña de terror era otro tema que
ocupaba a centenares de cuadros de las Fuerzas Armadas y policiales. Desde la
compra de vehículos (se sabe que Ford entregaba los fatídicos Ford Falcon verdes
con los números de motores borrados o cambiados de fábrica) la provisión de
armas y alimentos, indumentarias, propiedades para ser utilizadas como CCD
(muchas fueron expropiadas a los secuestrados, otras eran comisarías y
cuarteles, pero no pocas eran alquiladas o compradas para dicho funcionamiento,
como Automotores Orletti, pagada por la SIDE.
Demás esta decir que los funcionarios nacionales, desde los
miembros de las Juntas Militares hasta los Comandantes de regiones, jefes
policiales y de Gendarmería, pasando por civiles que desempeñaban funciones
políticas, como el ex Ministro de Economía Martínez de Hoz, estaban al tanto de
la existencia de los CCD, eran periódicamente informados de los GT y mantenían
contactos fluidos con el comando centralizado nacional y los comandos
descentralizados por región militar del país. La prueba de esto
(así como de la colaboración de la jerarquía eclesiástica) se da por el hecho de
que cuando se sucedía un secuestro de algún familiar cercano, de amigos
personales o de gente de influencia económica, estos funcionarios y autoridades
de la Iglesia intercedían ante los mandos, muchas veces sin que sus esfuerzos
dieran frutos, mientras que en algunas ocasiones lograron liberar a las
víctimas.
Con todos estos elementos en la mano, una cifra conservadora
nos daría no menos de 40.000 efectivos militares y policiales, civiles y curas
que, o participaban directamente de las actividades represivas o estaban ligadas
íntimamente a ellas como funcionarios, agentes de inteligencia, “negociantes” o
como apoyo político.
¿Dónde están los asesinos del Proceso?
Se calcula entre 25 y 40 años, la edad promedio de los represores
directamente asignados a las actividades violentas. La edad de los comandantes,
jefes, cuadros y funcionarios políticos de la dictadura oscilaba entre los 40 y
55 años. Es probable que entre el 10-15% del primer grupo hayan fallecido,
porcentaje que aumenta para el segundo en un 30-35%. Podríamos afirmar con pocas
probabilidades de error que alrededor de 30.000 de estos asesinos y cómplices
aun están vivos. De ellos solo sabemos que entre 200 y 300 fueron juzgados y se
hallan en algún tipo de detención. Pero, ¿Dónde están los demás? El gobierno, si
quisiera, podría encontrarlos en forma sencilla. De los militares, miles de
ellos siguen en actividad. Los más jóvenes hoy ocupan los cargos jerárquicos… En
las sedes policiales pueblan las oficinas y muchos de los que hacían
inteligencia entonces, lo siguen haciendo.
Otros miles están recibiendo pensiones y jubilaciones de
relativo privilegio, obras sociales de categoría y otras prebendas. A pesar de
que el gobierno terminó con la autarquía de la Caja de jubilaciones y pensiones
de las Fuerzas Armadas, los jubilados y pensionados militares están varios pasos
delante del resto de los jubilados. Para los militares asesinos hubo movilidad,
y aumentos de sueldos equivalentes o mejores a los de los trabajadores civiles
en mejores circunstancias.
El gobierno podría, si tuviera la voluntad política, romper
con el simple propagandismo que ha caracterizado su política de Derechos Humanos
implementando medidas profundas para encontrar toda la verdad, a todos los
responsables y encarcelar a los asesinos sueltos, como por ejemplo:
• Congelamiento y cesación de pagos a todos los jubilados y pensionados
militares y policiales de rango cuyas jubilaciones hayan comenzado a regir desde
finales de los 70s hasta tanto una investigación, caso por caso, determine su
grado de responsabilidad en los crímenes cometidos en los 70s, así como la
validez de las jubilaciones y pensiones. En caso de constatación de crímenes o
de complicidad, dichas jubilaciones y pensiones cesarían automáticamente.
• Investigación de los libros contables, gastos logísticos, transportes,
cambios de destino, guardias, registros fotográficos y archivos de toda índole,
viajes y todo otro elemento que sirva para ubicar a cada oficial y sub-oficial
de las fuerzas armadas y policiales y cotejar esos datos con los casos conocidos
de existencia de CCD y desaparecidos por región y zona. Esto ayudaría a conocer
el nombre y apellido de todo oficial, por encima del rango de que sirvieron en
cada localidad donde funcionaba un CCD, se cometieron asesinatos y secuestros o
se realizaron operaciones de aniquilamiento. Cada uno de esos individuos
deberían ser en principio sospechado de intervención directa o al menos
complicidad directa o indirecta de los crímenes y por tanto investigado como
presunto miembro de la conspiración que los hizo posibles.
• Intimación con plazo de 10 días para que todo miembro de las Fuerzas
Armadas, Gendarmería, policía Federal y provinciales que sirvieron entre los
años 1974 y 1983 para que presenten una declaración jurada pormenorizando lo que
sabían o no de los CCD, las torturas y asesinatos, operaciones especiales de
represión, declaración de “zonas liberadas” para deslindar, en forma personal,
la responsabilidad de cada uno en los hechos criminales. Todo aquel efectivo que
no realizara la declaración jurada en el plazo estipulado debería ser
inmediatamente puesto a disposición de la justicia como sospechoso de
participación en los hechos. Las declaraciones firmadas que se obtengan se
entraran como declaraciones judiciales sujetas a la potencial investigación de
perjurio.
• Establecimiento de una recompensa millonaria a todo cuadro jerárquico o
subordinado de las Fuerzas Armadas y policiales o a civiles que estén en
condiciones de presentar pruebas de crímenes de lesa humanidad cometidos en los
que esos cuadros o civiles no estuviesen involucrados y la amnistía total y
protección absoluta de la identidad de los que presenten dichas pruebas que
sirvan para enjuiciar y condenar a los responsables de los crímenes.
• Establecimiento de un tribunal especial, civil y criminal para el
juzgamiento de estos crímenes con total independencia de los mandos de las
Fuerzas Armadas y que se dedique en exclusividad, con fondos y personal
adecuados, a la investigación, enjuiciamiento y encarcelamiento de los
responsables. Todas las investigaciones, materiales obtenidos durante las mismas
y los nombres y declaraciones de todos los involucrados serán de dominio público
y de fácil acceso digitalizado para el análisis de todos los ciudadanos del
país.
Estas son solo algunas medidas que permitirían al Presidente
contestar sus propias preguntas e ironías en cuanto a las discrepancias entre el
numero elevado de campos de concentración, los miles de crímenes cometidos
durante el proceso, y el número ridículamente bajo de unos pocos centenares de
enjuiciados, condenados y encarcelados. Todo lo demás no es sino demagogia vacía
de todo contenido.
La hipocresía de la “democracia”
Debemos terminar con la hipocresía de los discursos o informes
impactantes que no estén acompañados de acciones concretas, o de hacer actos
para inaugurar museos de la “memoria”. Es necesario indicar con toda claridad
que, hasta ahora, la democracia de los ricos se ha encargado de frustrar todo
intento por establecer la verdad y condenar a los culpables. Desde Alfonsin que
promulgó el Punto Final y la Obediencia Debida, pasando por Menem que extendió
los perdones a todos los culpables, De La Rua que los instituyó y extendió, a
Kirchner que sigue el curso, aunque con frases demagógicas.
La “democracia” no cumplió con la tarea de defenderse frente a
los atropellos de los militares y las bandas fascistas. Más aun, muchos de los
asesinos han sido reciclados como lo prueba el caso del agente de la SIDE Raúl
Guglielminetti que, de torturador del Olimpo y Orletti, se recicló en
guardaespaldas de Alfonsin. El gobierno de Menem, De La Rua y Duhalde, y hoy
Kirchner, dan tareas de espionaje e inteligencia a centenares de cuadros del
Proceso. Muchos otros están al frente de empresas de seguridad privadas, muy
lucrativas, que contratan los monopolios, bancos y corporaciones a sabiendas que
ayudan a sostener un andamiaje de criminales y asesinos.
La prensa hace su parte también, insistiendo en la falsedad
número uno de que la “guerra sucia” fue de persecución exclusiva o casi
exclusiva de las organizaciones guerrilleras, cuando más del 80% fueron
activistas sindicales, militantes de partidos de izquierda, intelectuales,
profesionales, defensores de los derechos humanos y también miles de miembros de
los partidos “democráticos” cuyos dirigentes hoy los olvidan o traicionan.
La represión y la “guerra sucia” la libró el ejército y un
puñado de empresarios multinacionales con la aprobación de la embajada de EEUU
contra todos los trabajadores y el pueblo. No era el peligro de una guerrilla
(ya derrotada en 1976) lo que trajo el golpe, sino la incapacidad del gobierno
peronista de Isabel, acorralada por el movimiento obrero y sus luchas y
prisionera ya de los designios de los altos mandos de las Fuerzas Armadas, lo
que precipitó la tragedia.
Hebe Bonafini, Estella de Carlotto, las organizaciones de
Derechos Humanos y otras organizaciones que adulan al gobierno y compran su
propaganda barata de “política de Derechos Humanos” están haciendo a la causa de
la verdad, memoria y castigo un daño tal vez irreparable. No será promulgando
feriados para recordar el 24 de Marzo como se lograra la justicia, sino
identificando, enjuiciando y castigando a los 30.000 asesinos que caminan entre
nosotros. De lo contrario, el “Nunca mas” podría volverse un “Tal vez, otra vez.
La única manera de lograrlo es poniendo en marcha un amplio
proceso de movilización que imponga la formación de Jurados Populares
(encabezados por las organizaciones obreras, populares y de derechos humanos)
para llevar adelante todas las tareas de investigación y el juicio y castigo de
los asesinos de la dictadura y de todos sus cómplices militares y civiles.
Disolución de las FF.AA.
Los responsables del Proceso no fueron solo los comandantes, con quienes
colaboró un pequeño grupo de oficiales, sino el conjunto de las Fuerzas Armadas,
cuya estructura política y militar sufrió reveses, pero sigue existiendo, ya que
es una creación y necesidad de la clase dominante. Las Fuerzas Armadas son los
mastines encadenados que mantienen en reserva los poderosos para cuando los
otros métodos de contención social no funcionan. Periódicamente, como en 1976,
soltarán esos perros para derrotar a la clase trabajadora y el pueblo cuando se
salgan de los límites impuestos por los empresarios que dominan la sociedad.
Los dirigentes políticos y empresarios pueden opinar que hubo algunos excesos
y que las FF.AA. fueron un poco mas allá de lo ordenado por otros como ellos. Es
lo que habitualmente sucede cuando uno libera de sus cadenas a los perros
guardianes. A veces hasta muerden la mano de quien los alimenta. Llegado el
momento, sin embargo, esos mismos burgueses no dudarán en convocar a sus perros
guardianes nuevamente. Ahora, esperando esa nueva oportunidad, han decidido
retirar los efectivos a cuarteles de invierno para preservarlos para el futuro.
Por eso Kirchner está aumentando el presupuesto a las FF.AA. y armando hasta los
dientes a Gendarmería y la Policía Federal.
No se puede reformar lo que está podrido por dentro
No se pueden reformar instituciones que han sido carcomidas de adentro hacia
fuera y, como agravante, no sirven ninguna función, mas allá de ser fuerzas de
choque de la clase dominante. Ha llegado el momento, entonces, de disolver estas
fuerzas anacrónicas, manchadas de sangre, que cuestan al estado cientos de
millones de manutención de un aparato de holgazanes, derechistas trasnochados e
incompetentes de la peor calaña. No existe un solo argumento a favor de
preservarlas. A los que objeten que son necesarias para la defensa de las
fronteras: fracasaron en Malvinas y seguramente una Guardia Civil, con oficiales
electos y estructuras democráticas controladas por los trabajadores y el pueblo
(con absoluta prescindencia de intervención en política o el orden interno)
podrían hacerse cargo de esas tareas.
No disolverlas sería un suicidio colectivo retardado, ya que, tarde o temprano
volverán a ser utilizadas para lo único que han sabido hacer: aniquilar
activistas y corromper la sociedad, derrocar gobiernos constitucionales,
sirviendo como lo hicieron en el Proceso a planes económicos reaccionarios de
sus amos. Comencemos desde ya la campaña y el debate nacional. Que se disuelvan
las fuerzas armadas, la Gendarmería, el Ministerio de Defensa y todos los
organismos de seguridad interior!
El 5 marchamos a Plaza San Martín…
A gritar fuerte: ASESINOS:
ENTREGUEN A JULIO LOPEZ!
El 5 de octubre se reunirán en Plaza San Martín los que tienen prisionero o
asesinaron a Julio López por testitificar contra el genocida Etchecolatz (los
“familiares y amigos” de los caídos en la “lucha contra la subversión…”) En esa
"multitud" también estarán los encubridores, los que saben quienes fueron y los
ideólogos; pero también aquellos que están amenazando jueces y luchadores.
Iremos a rescatar a Julio López, obligando a los que lo tienen a entregarlo
con vida y a castigar a los culpables; porque en una sociedad democrática y
civilizada no debe haber cabida para los que se reunen a reivindicar la
Dictadura Genocida, los secuestros, los asesinatos, la venta y entrega ilegal de
niños y la tortura contra los luchadores en los años más tenebrosos de la
historia de nuestro país.
No se puede admitir que se reivindiquen los "caidos" durante los
procedimientos criminales e ilegales de los grupos de tareas, de los
allanamientos sin causa, de los asesinatos a mansalva. No son, ni eran héroes,
son verdaderos asesinos. Un gobierno consecuentemente democrático prohibiría la
realización de estos actos reivindicativos del crimen y el terrorismo de estado,
pero además buscaría entre sus convocantes a los secuestradores de López y a los
que están amenazando a jueces y a los luchadores.
Los militantes y simpatizantes de Convergencia Socialista nos movilizaremos el
jueves 5 a la Plaza San Martin (a partir de las 17 horas en la esquina de Santa
Fe y Florida) para gritar bien fuerte:
Devuelvan a Julio López!
Que se castigue a todos los culpables y responsables del Proceso
Protección popular a los testigos de las 1200 causas
Juicio y castigo a todos los asesinos, no solo algunos
Disolución de las Fuerzas Armadas irreformables
Convocamos a todos las organizaciones que se reclaman de izquierda o al menos
democráticas a unirnos ese día en un poderoso y masivo repudio a los asesinos y
a quienes los defienden y reivindican. Para eso llamamos a todos/as los
compañeros/as dispuestos a reunirnos después del acto que realizará HIJOS y
otras organizaciones el miércoles a las 18.30 horas frente a la Casa de la
Provincia de Buenos Aires (exigiendo la Aparición con Vida del compañero López)
Para más datos e informes sobre el particular, comunicarse con Juan Carlos
Beica: 1554288831
www.convergenciasocialista.org
www.izquierda.info
www.leftparty.org
---------------------------------
Preguntá. Respondé. Descubrí.
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Probalo ya!
[Las partes que no eran texto en este mensaje fueron eliminadas]
El caso lopez
Historia desaparecida
“Quien ha sido torturado lo sigue estando. Quien ha sufrido el tormento no
podrá ya encontrar su lugar en el mundo, la maldición de la impotencia no se
extingue jamás. La fe en la humanidad, tambaleante ya con la primera bofetada,
demolida por la tortura luego, no se recupera jamás.” Jean Améry, filósofo y
escritor austríaco, ex prisionero de Auschwitz.
Por JORGE LANATA
Hace mas de veinte años que Jorge Julio López llena una carpeta. La tapa,
rústica y desgastada, es de una cartulina doblada en dos, y el interior está
repleto de anotaciones y hojas desparejas, reunidas por azar y escritas bajo la
urgencia de la memoria: papel de envolver, hojas de cuaderno, servilletas,
formularios escritos del lado de atrás. Algo une, sin embargo, la diversidad de
las hojas: todas están llenas hasta el borde del papel. No hay espacios en
blanco en esta carpeta dibujada con una cuidadosa y elemental caligrafía de
albañil. La memoria le salta encima como un gato y trata de aprovecharse del
espacio hasta su mínima expresión. Todo debe ser escrito, todo debe ser contado.
El tono de la carpeta no es el de un diario íntimo, sino el de un manual de
instrucciones; cada hoja describe hechos con una aparente y técnica lejanía. Fui
secuestrado aquí, el sitio tenía tal tamaño, el sol salía por este lado, la
puerta estaba a tantos pasos. Ella me dijo tal cosa.
Escuché tantos disparos. Llevaba tal pantalón y su voz sonaba de tal modo. Si
las neuronas tuvieran pequeños cartelitos y pudiera darse un paseo por el
cerebro, lo que veríamos sería eso: una región de la memoria de Jorge Julio
López en la que luchó contra el olvido al punto de recordar los detalles más
pequeños. Alguien podría pensar que la mejor manera de superar el temor al
monstruo es mirarlo de cerca y a los ojos. No lo sé. Hace falta haber bajado
todos los círculos del Infierno para llegar a esa conclusión. Durante los días
del juicio a Etchecolatz, Irene, la mujer de López, y sus hijos, Gustavo y
Rubén, descubrieron la carpeta con tapa de cartulina. Nunca habían escuchado
esas historias: para ellos, Jorge Julio López era Tito, o Papá, y de ningún modo
un perseguidor de recuerdos tormentosos. ¿Los habrá callado para mantenerlos
lejos del horror? ¿Habrá pensado que no tenía derecho a pedirles que miraran al
monstruo a los ojos?
A fines de 1987, estaba en Israel cubriendo la primera Intifada. La atención del
país se centraba en Gaza y Cisjordania, claro, pero por algunos días ocupó la
primera plana de los diarios el juicio a John Demaniuk, un oficial de las SS.
Uno de los testigos
–ex prisionero de Demaniuk en el campo de concentración de Treblinka– se
convirtió en el shock del juicio. Su hija, entre el público, nunca lo había
escuchado hablar del Holocausto. No sabía ni siquiera que su padre había sido
prisionero. En su declaración, el testigo le pidió disculpas públicas y confesó
que había sido usado en el campo como homosexual. Durante el relato, lloraba y
volvía al lenguaje de su infancia. En Ramot Menashé, un kibutz donde pasé
algunas semanas, sucedió un hecho similar: una anciana, fundadora del kibutz,
recibió la Medalla al Valor otorgada por el gobierno polaco. Recién entonces el
kibutz supo que aquella mujer había sido prisionera en un campo. Nunca, durante
cuarenta años, pudo hablar del tema.
La carpeta de Jorge Julio López comienza hace treinta años, el 27 de octubre de
1976, en su casa de 140 y 69, en Los Hornos, cuando fue secuestrado.
CITA CON EL HORROR
En su libro Por algo habrá sido, Jorge Pastor Asuaje recuerda la llegada de
Jorge Julio López a la unidad básica Juan Pablo Maestre, de la Juventud
Peronista de Los Hornos. Allí, López no era Tito ni López, lo bautizaron
‘Partido Socialista’: “Partido Socialista –escribe Pastor– era y es, todavía, un
hombre robusto y parco, rubio y de ojos claros, con la piel rojiza y una cabeza
que le da aspecto de toro. Le pusimos “Partido Socialista” porque en una de esas
primeras reuniones que estuvo, dijo, en una discusión sobre lo que estaba
pasando en el peronismo: ‘Esos que gritan Perón, Evita, Partido Socialista, no
son peronistas’. Y sabíamos que el palo era para nosotros (...) Cuando la cosa
se puso cada vez más turbia por la represión, el hombre empezó a participar cada
vez más. No era un militante de jornada completa, como los más jóvenes, sino un
trabajador que aportaba a las reuniones, a las pintadas y a algunas otras tareas
más riesgosas cuando hacía falta”. Entre fines de
octubre y noviembre de 1976, gran parte de los militantes de “la Juan Pablo
Maestre” fueron secuestrados. La mayoría continúan desaparecidos.
Así lo relató Jorge Julio López ante el tribunal: “Golpearon atrás en la casa,
rompieron la puerta y entraron. Etchecolatz estaba ubicado en diagonal a mi
casa, en el auto, y ahí también estaba Guallama, que apuntaba hacia la vivienda.
Me vendaron los ojos con un pulóver por encima de la cabeza y lo ataron con las
mangas y con un alambre, pero algo podía ver. En el carromato donde nos llevaron
estaba Rodas (otro detenido de la unidad básica). Nos llevaron a un centro de
color rosado, con paredes descascaradas, que estaba cerca de la aviación. Allí
estuve dos días. Escuché a Etchecolatz diciendo: ‘Voy a felicitar al personal
porque han agarrado a estos dos montoneros’. Me picanearon junto a Rodas durante
toda la noche. Recuerdo que llovía mucho. Luego nos pusieron en una celda con
dos ventanitas donde se veía la aviación. Cuando aclaraba la mañana y venía el
viento del Sur, se veían las avionetas y venía también un intenso olor a
chancho. Yo sabía que Venturino tenía un
criadero de chanchos en esa zona, y entonces me di cuenta de que ahí había
estado antiguamente el Centro de Cuatrerismo. Conocía bien la zona porque había
trabajado en una casa vecina. El día 29 nos sacaron de ahí y llegamos a un lugar
(N. del A.: describe con exactitud la ruta que tomaron) que luego reconocí como
la estancia La Armonía. Ahí nos volvieron a picanear a mí y a Rodas, y el día 30
apareció Alejandro Sánchez todo torturado, todo lastimado. Nos picanearon juntos
y al otro día llevaron al lugar a Guillermo Cano, pero luego lo separaron. El 1º
de noviembre llegó Etchecolatz con el grupo de picaneadores, donde pude
reconocer a Garachico, Aguiar y Urcola, que después fue comisario, y también a
Manopla Gómez, que nos pegaba patadas. Allí nos volvieron a torturar.
”El día 3 me llevaron a la celda y me tiraron al suelo. Entonces sentí a una
mujer que gritaba: ‘¡No me peguen!’. Era muy grande, gorda, medio alta, y
mientras la picaneaban le decían: ‘¿Quién te trajo a vos, el Palomo (por
monseñor Plaza)?’. El día 4 llegaron otros chicos detenidos y el 5 de noviembre
de 1976, a eso de las 11 o 12 de la mañana, llegó Patricia Dell Orto con su
marido, toda torturada. Gómez la torturó los días siguientes preguntándole a
ella y a su marido qué hacían en la unidad básica. Patricia no respondía y el
marido estaba tirado en el piso. A Patricia la habían violado. A ella después la
ataron en el cepo y Gómez pateaba al marido diciéndole que se levante, que no
sea flojo. Patricia gritaba y entonces le taparon la boca y le pegaron, eso era
noche y día. Yo veía por una mirilla que había abajo y otra arriba, aunque por
la de arriba menos, porque no quería que me vieran. El 9, el día que tiraron la
bomba en el Departamento de Policía, llegó a la noche
toda una patota. Había un tipo gangoso que hablaba a los gritos. Nos tiraron en
una celda a todos juntos y Patricia me preguntó si yo era López; le dije que sí
y me pidió que si salía le avisara a su familia. A la media hora lo sacaron a
Rodas de la celda y el gangoso le dijo: ‘Ah, hijo de puta, estuviste poniendo
letreros en Quilmes...’.
”Escuché un tiro, un grito y después nada más. Después escuché a Patricia gritar
que no la mataran porque quería criar a su hijita, pero igual se la llevaron.
Alguien de la patota decía: ‘Por cada soldado que muera van a morir cinco de
ustedes’.
”(Luego de relatar varias sesiones de tortura) Julio Mayor me dijo, por las
quemaduras, que si quería un remedio agarrara y me meara todo y, si no, me
meaban ellos. Así no me infecté, andaba con los pantalones bajos y se me curó
mejor que cualquier herida. Julio había estado estudiando Medicina. Una vez que
nos llenamos todos de sarna, el pibe Cano, que tenía la barba larga hasta la
panza, pidió algo y le rompieron la cabeza con un bastonazo. Y le hicimos el
mismo remedio, lo curamos con orín. El 20 o 21 de diciembre vienen y dicen:
‘Julio Mayor, levántese, Jorge López, levántese’.
”Nos miramos y dijimos: ‘Cagamos. Nos vemos en el cielo’. Pensamos que nos iban
a boletear. Pero nos llevaron a la Comisaría 8ª. Cuando llegamos, uno de los
canas al vernos dijo: ‘¿Y a éstos de dónde los trajeron? ¿Del cementerio?’. Un
oficial de apellido Gigena, que me conocía porque su hermana vive a tres cuadras
de mi casa, me dijo: ‘Te salvaste, Gallego’.
”El 26 de marzo me dieron la noticia de que estaba a disposición del PEN. Nos
llevaron a la Unidad 9, donde escuché, otra vez, la voz del gangoso, que era el
mismo que mató a la chica Dell Orto, a su marido, a Marco y a Rodas. Vi cuando a
Patricia le pegaron un tiro en la cabeza, a Roberto Rodas no lo vi. Vi cuando
sacaron al marido de Patricia, Ambrosio de Marco, lo agarraron entre dos o tres
y lo sacaron a la rastra, él se quedó así en el piso, unos gritaban, y le
pegaron un tiro en la cabeza. También vi cuando torturaron a Patricia, pero no
quise decirlo antes, delante de la familia, porque me daba lástima”.
PARADERO DESCONOCIDO
El domingo por la noche, después de ver Fútbol de Primera, Tito dejó lista la
ropa que se pondría a la mañana siguiente. Así hizo cada noche durante el juicio
a Etchecolatz. Irene ya estaba acostada durmiendo su sueño inducido por la
pastilla de todas las noches. Temprano, en la mañana del lunes 18 de septiembre,
Tito se levantó, se calzó borceguíes en lugar de las habituales zapatillas, puso
una navaja en su bolsillo y salió sin su bicicleta.
Los borceguíes sugieren un terreno escarpado y la navaja un medio de defensa, o
de autoagresión. Su espíritu estaba inquieto: varias veces –según le dijo su
amigo Pastor a PERFIL– comentó que lo seguían, o que lo estaban vigilando.
Su familia eligió un angustioso silencio, convencida de que Tito va a volver.
Creen sinceramente que está extraviado, y “alguien lo debe estar bancando”. Pero
hablan de Tito, no de Jorge Julio López, ni de “Partido Socialista”, a quien
recién conocieron hace algunos meses, durante el juicio, o menos todavía, hace
pocas semanas, cuando dieron con su carpeta de tapas de cartulina.
Ni Jean Améry, el cáustico autor de Más allá de la culpa y la expiación, soportó
describir el horror bajo su propio nombre, Hans Meyer, judío de Auschwitz,
oculto tras el anagrama de Améry hasta que ambos vuelven a ser uno para quitarse
la vida en 1978. “Sobre el antebrazo izquierdo –escribe Améry– llevo tatuado mi
número de Auschwitz.”
“Es de lectura más sucinta que el Pentateuco o el Talmud y, sin embargo,
contiene una información más exhaustiva.” “Del campo salimos desnudos,
expoliados, vacíos, desorientados”, escribió alguna vez.
“Todo perdón y olvido forzados mediante presión social son inmorales. Se me ha
infligido una herida. Necesito desinfectarla y vendarla, no reflexionar sobre
por qué el verdugo me asestó el golpe y de esa guisa, al comprender sus motivos,
acabar medio disculpándolo.”
—No tenemos ni un nudo para empezar a desatar –dijo a PERFIL, agobiado, un alto
funcionario del Gobierno.
A cuatro días de la desaparición de López, el 911 y el 0800, con el tema en la
tapa de los diarios, sólo recibieron setenta llamadas.
—Una vez, López se fue de la casa por más de diez días siguiendo a un grupo de
linyeras, y volvió sano y salvo –señala un funcionario atribuyendo el comentario
a la familia del propio López.
Tres testigos distintos, uno de ellos muy cercano a Tito, dicen que lo vieron
caminando por el barrio esa misma mañana del lunes 18. López llevaba encima 25
pesos.
Lo buscan en el presente. No entienden que, tal vez, López caminó con sus
borceguíes hasta el pasado. Ojalá pueda salir de él.
Y Tito pueda vivir su vida.
INVESTIGACION: JL / ROMINA MANGUEL/ LUCIANA GEUNA / JAVIER “DJ” ROMERO.
Fuente : http://www.perfil.com/contenidos/2006/10/01/noticia_0006.html
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IZQUIERDAPUNTOINFO
Elecciones en Brasil – Habrá segunda vuelta
Lunes Martes Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> Domingo 1 de
octubre de 2006
• Resultados parciales oficiales.
• Según encuesta la oposición gana en grandes estados
• Brasileños comienzan a votar en elecciones generales, Lula en picada en
últimos sondeos
• Asesor de Lula admite que escándalo perjudicó una "elección ganada"
• Galería de fotografías • Resultados parciales oficiales.
RASILIA, 1 (AP)- Resultados de la elección presidencial brasileña publicados
por el supremo Tribunal Electoral:
Electorado: 125.913.479
Contados: 124.814.798 (99,13%)
Lea todos los días análisis y articulos de izquierda y un servicio de noticias
que se actualiza cada hora. Lea Izquierda Punto Info
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[Las partes que no eran texto en este mensaje fueron eliminadas]
El Futuro ya está aquí , o la guerra informática
Antes que nada y para evitar posibles decepciones les aclaro que no entiendo
nada de computadoras, internet, web y otras menudencias infórmaticas así que los
que, dejándose llevar por el título de este comentario, pensaron que podía ser
una fuente de información para entender la reciente batalla informática no deben
sentirse defraudados. Ayer la radio y televisión nos anunciaron un ataque masivo
a los principales servicios de Internet. Confieso que no entendí gran cosa del
asunto y me fuí a dormir tan ignorante como me había levantado pero con el firme
propósito de tratar de informarme a través de los periódicos. Un largo artículo
en “El Pais” empezaba así “El bombardeo cibernético que sufrió Yahoo!Fue sólo
el comienzo de una ola de ataques contra algunos de los principales portales de
Internet” (inútil buscar en el mapa Yahoo! No es ni unpaís, ni un aeropuerto,
ni una base militar.....es “un territorio virtual”).
Hete aquí una guerra sin muertos o heridos y que no deja trazas exteriores en
las instalaciones de los atacados!. Pero si bien este nuevo tipo de guerra tiene
características propias comparte algunos de los criterios de las guerras que
estamos acostumbrados a ver en televisión. Fíjensen, por ej, esta gráfica y
bélica descripción que hace el autor del artículo sobre la táctica empleada en
esa batalla virtual.....”el atacante tiene previamente el control de decenas,
cientos de ordenadores, en los que se ha instalado un programa que los convierte
en sus esclavos. A una orden suya, se lanzan todos contra el objetivo,
multiplicando la potencia del ataque hasta conseguir los aterradores niveles de
un gibabyte por segundo que ni Yahoo! pudo soportar. Al proceder los disparos de
tantos sitios, se dificultó la tarea de cerrarles el paso y, luego, deshacer el
camino para dar con los atacantes.....”En otras palabras se armó una balacera
del carajo. No tengo ni idea lo que es un
gibabyte pero por lo que dice el articulista le cayeron tantos de esos cosos a
Yahoo! que le hicieron pelota las defensas. Por otra parte esa terrible andanada
de gibabyte me recuerda a las ofensivas aereas contra Irak y Yugoslavia. Lo de
los ordenadores convertidos en esclavos para combatir al enemigo tiene una
reminiscencia con los cipayos que Inglaterra utilizaba en la India para combatir
a los nativos. Pero lo que me hizo volver por un momento a mi infancia fue eso
de “ a una orden suya se lanzan todos contra el objetivo”. Por espacio de varios
minutos vi a Sandokan “El Tigre de la Malasia” lanzando, con voz de trueno, la
orden “ Al abordaje tigrecillos” a su horda de piratas malayos de miradas torvas
y el kriss entre los dientes. Quién podía resitir el ataque de eso piratas sin
miedo que comandados por el invencible Sandokán y el inefable portugués Yañez
tronchaban cabezas, atravesaban pechos, perforaban vientres y degollaban con la
misma facilidad que uno se toma un
café!!!. Reconozco que tuve que hacer un esfuerzo para abandonar las costas de
Borneo, los prahos que eran un azote para los barcos de la Corona Británica,y
ese grupo de sanguinarios y simpáticos piratas malayos y volver al artículo de
marras con sus piratas cibernéticos y bien trajeados. Pero estaba escrito en mi
destino, y en el artículo, que no me iba a ser fácil meter en el archivo de los
recuerdos a los piratas. Unas cuantas líneas más abajo me encuentro con esta
descripción que me hizo vacilar de mi propósito de enmienda de no desviar mi
atención del aspecto puramente científico del artículo ... Los piratas, que
mantienen una comunicación fluida entre ellos a través de su mundo underground,
evitan ser localizados por el procedimiento de saltar de una red a otra, al
tiempo que borran de inmediato las huellas informáticas que pudieran dejar...
Uno propone......y la mente dispone. Hete aquí que la lectura de ese párrafo me
condujo a los centenares de kilómetros de
túneles que los vietcongs excavaron en Vietnam para transportar los víveres y
municiones bajo tierra y así escapar a la lluvia de napal con la que los
norteamericanos los bombardeaban cotidianamente. Y como un túnel conduce a otro
túnel llegué a Grozny donde los chechenos se esconden en túneles subterráneos
para evitar el fuego de la artillería rusa y atacarlos por la retaguardia. Ahora
los piratas del siglo XXI adoptan la táctica de la lombriz cibérnetica y después
de ataques desvastadores se retiran sin dejar trazas. Una verdadera guerra de
guerrilla un tanto virtual y surrealista ya que bastaría con desenchufar las
computadoras para que cesaran los ataques mortíferos, desaparecieran los
guerrilleros cibérneticos y se acabará con el problema de las computadoras
aturdidas y desorientadas. Se terminaría con esas guerras silenciosas que tanto
trabajo dan a programadores y consultants. Porque sepan ustedes que mientras uno
mira un partido de futbol en la televisión,
contempla ensimismado el culito de la chica que pasa o lee el periódico
guerreros anónimos del nuevo milenio libran cruentas batallas con silenciador y
planean nuevos ataques contra fortalezas hasta hace muy poco tiempo consideradas
inexpugnables (En el próximo capítulo hablaremos de los francotiradores
cibérneticos: los hackers, solitarios combatientes que, por distintas razones
sabotean el sistema mediante el uso de armas bacteriologicas, los virus ). Como
en toda guerra es preciso analizar las causas que la provocaron. Al respecto los
expertos avanzan tres explicaciones. Algunos recuerdan el apagón informático de
la National Security Agency. Otros lo ven como un acto de protesta por la
detención de uno de los creadores del programa del programa DeCSS, descifrador
del DVDs- lo que significaría, en buen romance, una vendetta virtual. Finalmente
hay quienes piensan que esta guerra es una demostración de fuerza ante Big
Brother y la feroz comercialización de la Red- estos
últimos estarían influenciados por la lectura de los escritos de George Orwel y
muy especialmente por su profético libro “1984”. Personalmente creo-
influenciado quizás por la serie televisiva “Colombo”- que aquí hay gato
encerrado ya que los objetivos escogidos han sido calculados al milímetro. La
tienda electrónica Buy.com fué bombardeada –oh casualidad!- justo el día que
salía a Bolsa. E*Trade, un destacado intermediario bursátil, fue paralizado una
hora antes que abriese Wall Street. El ataque a Yahoo y Amazon fue estratégica y
sicológicamente demoledora ya que la primera es una de las puertas más populares
para empezar a navegar por la red y en lo que respecta a la segunda, Amozon,
esta es la imagen, casi fetiche, de lo que debe ser el comercio electrónico. A
lo antes mencionado hay que añadirles las recientes multimillonarias fusiones en
el campo de las comunicaciones con las inevitables serruchadas de piso que eso
trae. De lo que sí podemos estar seguros es que los
recientes episodios significan una escalada en la hasta ahora larvada guerra
cibernética. Está claro que los hackers fueron la avanzadilla, más bien
individualista y luchando en solitario la mayoría de las veces, y que los
ataques masivos de estos últimos días parecen la ofensiva de un ejército regular
dotado de armamento pesado. Se dice que la verdad es la primera víctima en las
guerras. Pero también es cierto que el pueblo – en este caso, los usuarios- son
los que más sufren las consecuencias. Cuando miro a mi alrededor entre mi
círculo de amigos y los veo tranquilos e ignorantes del peligo que les acecha se
me hiela la sangre y se me parte el corazón. Tienen el enemigo en casa- es decir
en las computadoras- trabajando silenciosa y subrepticiamente en una vastísima
red de túneles subterraneos carcomiendoles sus vías de comunicación cual
termitas en la madera- y ellos ajenos al peligro. Pienso en mi amigo Upa que,
gracias a Internet descubrió a sus 37 años que lo habían
estado engañado toda su vida y que ni el tango era uruguayo ni la torta
pascualina era de origen charrúa. Y que decir de mi amigo Danny que en un
arrebato de locura amorosa cambió de un día para otro su compañera de toda la
vida, la televisión, por la computadora!? ¡Toda una vida dedicada al estudio de
la telenovela – solía decir “ no descansaré hasta no ver en la pantalla una
telenovela escrita por mi”- tirada por la borda !!! Aunque el caso más triste
sea quizás el de Fabricio Fukhuyama que para arrostar el frío y la desolación de
la Patagonia adonde se va instalar vendió las joyas de la familia – como Menem
–para comprarse una computadora de padre y señor mío. Su idea era poder
comunicarse con otras personas que no fueran ovejas o guanacos.........Y tantos
otros que soñaban con hacer las compras por internet y que, debido al sabotaje,
descubrirán que en lugar de la pizza Margarita y la botella de vino tinto que
habían pedido les mandan una caja de tampax y crema
desidrhatante o aquel que mantenía un romance cibénetico con una gringuita en
Pensylvania y descubre con horror que la ha perdido y que su lugar ha sido
ocupado por una vieja de Punta Arenas.......Todo un despelote cibérnetico. Ante
la inminencia de una guerra cibéneticamente devastatriz, un grupo de ciudadanos
de la República Popular de Putonia decidió crear une comite de crisis para
estudiar los métodos de defensa y las medidas a tomar. Los que quieran
participar en este Comité de Defensa pueden hacerlo escribiendo a : “ No
Pasaran.” Guapo´s Corner. R. P de Putonia. (Por razones de seguridad no damos
dirección de e-mail!!)
Un gran abrazo virtual desde Las Montañas de Putonia
Juan Alcazar del Virus
nuestras informaciones son solidarias.
jamàs enviamos SPAM. si no desean leernos enviar correo diciendo BORRAR
---------------------------------
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1976 - 24 de Marzo - 2006
A 30 AÑOS DEL GOLPE GENOCIDA
MEMORIA, VERDAD Y JUSTICIA
30000 COMPAÑEROS DETENIDOS DESAPARECIDOS PRESENTES
--------------------------------------------------------------------------------\
-------
El Encuentro 30 AÑOS - Memoria, Verdad y Justicia convoca a continuar con la
movilización popular por la Aparición con Vida Ya de Julio López
Exigimos al Gobierno la aparición con vida YA de Julio López!
El aparato represivo sigue impune!
Juicio y castigo a los culpables!
Adhesiones a: treintaanios@...
www.30anios.org.ar
Documento leído en Plaza de Mayo el miércoles 27 de septiembre
Ahora, ahora, resulta indispensable, Aparición con Vida y Castigo a los
Culpables!
Resulta estremecedor escucharnos coreando esta consigna nuevamente. Ninguno de
nosotros desearía estar hoy en esta Plaza cantándola.
Pero aquí estamos, y somos muchos miles, porque nuevamente es necesario que
estemos en esta plaza para exigir que nuestro compañero Jorge Julio López
aparezca con vida YA!
Como miles de argentinos, treinta años atrás Julio soñaba y luchaba por un país
solidario y fraterno, con justicia social, sin explotadores ni explotados. Ese
sueño y esa lucha lo llevaron a enfrentar a la dictadura y a soportar el
secuestro, la desaparición, la tortura.
Y treinta años después, con 76 años, ese mismo sueño lo impulsó a sentarse
frente a un tribunal a denunciar a Etchecolatz y a la dictadura genocida,
reivindicando la militancia política y la resistencia popular.
Hoy Julio está desaparecido nuevamente y nosotros estamos aquí para exigir su
APARICION CON VIDA YA!
Y además para denunciar que la mayoría de los indicios apuntan a que Julio López
fue secuestrado por las patotas de la policía bonaerense y la derecha fascista.
Porque Julio fue uno de los testigos claves para que Etchecolatz fuera
condenado a reclusión perpetua en cárcel común.
Porque el fiscal de este juicio fue secuestrado por unas horas en el 2004 y
amenazado para que dejara la causa.
Porque durante los tres meses que duró el juicio, los querellantes, los
testigos, los abogados, los militantes, sufrimos innumerables amenazas. El
aparato represivo intentó amedrentarnos. Anónimos, grabaciones telefónicas,
aprietes, fueron usados contra aquellos que ponían en riesgo la impunidad de la
que gozaron durante treinta años.
Porque las amenazas siguieron después de la sentencia.
Porque con nuestra lucha inclaudicable conseguimos que por primera vez una
sentencia judicial reconozca que los delitos de lesa humanidad fueron cometidos
en el marco de un genocidio.
Porque los genocidas saben que con esta sentencia peligra la impunidad de la que
gozan. Saben que esa es la puerta para condenarlos a todos y por todos los
compañeros,
no sólo a las cúpulas o los pocos que pueden ser reconocidos por los
sobrevivientes.
Porque dos días después del secuestro de Julio apareció un cadáver fusilado con
una bala 9 mm y calcinado en el Camino Negro de Punta Lara, la misma "técnica" y
el mismo lugar donde en los años previos a la dictadura arrojaban los cadáveres
de nuestros compañeros.
Porque en una operación mafiosa destinada a desesperar, amedrentar, atemorizar
la policía bonaerense comunicó inmediatamente a la prensa que ese cadáver era de
Julio López, sin una sola pericia que lo confirmara.
A casi diez días de la desaparición de Julio no admitimos que se nos diga que
puede estar perdido debajo de un puente. ¿Tantos puentes hay en la zona de La
Plata que las fuerzas de seguridad todavía no pudieron encontrarlo?
Denunciamos la campaña tendiente a instalar la idea de una desaparición
accidental . El lunes 18 a la madrugada Julio estaba con vida. Hoy debe aparecer
con vida.
Y eso es responsabilidad del Gobierno Nacional. Por eso le exigimos la APARICION
CON VIDA YA! DE JULIO LOPEZ Y EL CASTIGO A LOS CULPABLES.
También es responsabilidad de este gobierno que el aparato represivo siga
impune.
A pesar de los hechos de Puente Pueyrredón, donde participó activamente el
aparato represivo de Camps-Etchecolatz, nos enteramos ahora, por boca del
propio Ministro de Seguridad de la Provincia de Buenos Aires, que 60 policías de
la bonaerense que se desempeñaron en campos de concentración seguían en
funciones hasta el viernes pasado. Esto es una aberración que solo genera más
impunidad ¿Hacía falta la desaparición de Julio y nuestro reclamo para que los
echaran?
Nos preguntamos: ¿Son sólo 60 en la bonaerense? ¿cuántos más siguen en sus
cargos en el Ejército, en la Armada, en la Fuerza Aérea, en la Gendarmería, en
la Prefectura, en la Policía Federal, en las policías provinciales, en la
SIDE?
Que el torturador Olimpo Garay (alias Loro-Gómez), imputado como jefe
del Centro Clandestino de Detención Vesubio presida y entregue, hace 12 días,
el premio Círculo de Oficiales en el acto de la Academia Superior del Servicio
Penitenciario Federal, es otra aberración que solo genera más impunidad.
Que la ESMA, haya sido desalojada parcialmente y queden miles de integrantes de
la armada en el predio, a casi dos años de promulgada la ley de desalojo, solo
genera
más impunidad.
Estos y otros hechos, permitidos y apañados desde el poder del Estado
facilitan a los resabios de la dictadura y sus actuales seguidores
ganar confianza y tomar fuerzas para iniciar acciones como la que hoy
vivimos el conjunto de los argentinos con el secuestro, una vez más,
de Julio López.
Durante 20 años gozaron de la impunidad total que les brindaron los gobiernos
constitucionales. Con nuestra lucha conseguimos la nulidad de las leyes de
Obediencia debida y punto final, la reapertura de las causas y la primera
sentencia en la que se condena a un verdugo por genocida.
No permitiremos que la desaparición de Julio López sea la respuesta.
Exigimos que el Gobierno ordene la inmediata baja de todos aquellos que
cumplieron funciones en los campos de concentración de la dictadura. Que sigan
en sus cargos solo significa más impunidad.
Exigimos juicio y castigo para todos los genocidas, sus cómplices y
beneficiarios civiles.
Y hoy como ayer, con el mismo dolor, con la misma bronca, con la misma fuerza,
gritamos:
Ahora, ahora, resulta indispensable, Aparición con Vida y Castigo a los
Culpables!
---------------------------------------------------------
CARCEL COMUN, EFECTIVA Y PERPETUA A TODOS LOS GENOCIDAS, IDEOLOGOS Y COMPLICES
NO A LAS CARCELES VIPS Y PRISIONES DOMICILIARIAS
RESTITUCION DE LA IDENTIDAD DE LOS 500 JOVENES APROPIADOS
NO OLVIDAMOS - NO PERDONAMOS - NO NOS RECONCILIAMOS
[Las partes que no eran texto en este mensaje fueron eliminadas]
IZQUIERDAPUNTOINFO
HOY – Elecciones en Brasil – HOY
Domingo 1 de octubre de 2006
• Brasileños comienzan a votar en elecciones generales, Lula en picada en
últimos sondeos
• Asesor de Lula admite que escándalo perjudicó una "elección ganada"
RASILIA - Unos 126 millones de brasileños comenzaron este domingo a votar en
elecciones generales en las que el presidente Luiz Inacio Lula da Silva, del
socialdemócrata de centro partido de los Trabajadores (PT) busca su reelección y
tiene como desafiantes principales al socialdemócrata de derecha Geraldo
Alckmin, que representa a una coalición burguesa y Heloisa Helena, candidata del
Frente de Izquierda (PSOL, PSTU, PCB).
---------------------------------
Venezuela: Intentan asesinar a Chávez Lunes Martes Miércoles
Jueves Viernes Sábado Domingo--> • El presidente venezolano denuncia un
intento de balearlo al descender de un helicóptero en la provincia de Zulia,
controlada por la oposición.
Por Agencias y staff de Izquierda.Info El Presidente venezolano Hugo Chávez,
quien ha hablado repetidamente acerca de conspiraciones para asesinarlo, dijo el
sábado que un francotirador armado con un fusil de largo alcance y provisto de
una motocicleta para escapar, planeo dispararle mientras descendía de un
helicóptero durante un viaje reciente al oeste de Venezuela.
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Grave conflicto gremial en los talleres Sabb SA Lunes Martes
Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> • Sabb: Crisis. Los obreros
pararon la actividad en reclamo de sueldos atrasados. No hay respuesta patronal
Los trabajadores quemaron muebles y un automóvil en la planta que la empresa
posee en María Juana
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¿Dónde esta Julio López? ¿Quién lo tiene? Lunes Martes
Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> • ¿Dónde esta Julio López?
¿Quién lo tiene? ¿Qué saben Kirchner y Sola que no dicen y desde cuando lo
saben?
La democracia es responsable, los residuos del Proceso los ejecutores
Por Sebastián Robles • CORREPI: La responsabilidad del gobierno
• Documento de las organizaciones de Derechos Humanos leido en la Marcha a
Plaza de Mayo del 27 de Septiembre, 2006
• ¿El desaparecido número cuánto?, ¿El primer desaparecido de qué?…
Red Solidaria por los Derechos Humanos
• Llamado a no romper la unidad de la iniciativa nacional por la aparicion
con vida de Julio Lopez
• Galería de fotografías de las movilizaciones por la aparición de Julio
López
• Derechos Humanos e hipocresía bajo el gobierno de Kirchner
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Bolivia entre jalones y empujones Lunes Martes Miércoles Jueves
Viernes Sábado Domingo--> • La batalla por Huanuni y el doble discurso del
MAS
El gobierno se inclina del lado de la inversión minera privada • El
manifiesto revolucionario de Huanuni
Pacto minero - campesino intenta fortalecer desde abajo a la estatal Comibol
• Bolivia: Gobierno promete no aumentar impuestos a la mineria privada
Vicepresidente acepta las demandas de las cooperativas mineras y se suspenden
los bloqueos.
• Imperial Brasil 1, Bolivia 0
Ultimas noticias
• Bolivia: Tres versiones sobre el asesinato de campesinos
---------------------------------
Primero de octubre: Elecciones generales en Brasil Lunes Martes
Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> • Elecciones de Brasil: Taparse
la nariz, votar por Heloisa, forjar una nueva izquierda
por Staff de Izquierda.Info • A polêmica sobre a democracia e a declaração de
amor de Heloísa Helena
(en portugués)
• Lula hacia su segunda victoria
• Las elecciones son parte de una lucha que no se agota el 1ro. de Octubre
Por Partido Socialista de los Trabajadores Unificado (PSTU) (en portugués)
• Lula favorito en Brasil frente a un ex gobernador y una disidente de su
partido
• Vale Todo: Desde la corrupción al fraude, deteniéndose en el robo.
Lula se enriquece gracias a la deuda del país
• Elecciones y Frente de Izquierda
Por CEDS, Centro de Estudios y Debates Socialistas
---------------------------------
México arde, las llamas amenazan el régimen Lunes Martes
Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> • Daremos la pelea en la calle y
en el Congreso contra privatización: SME
Con otras organizaciones, crean el Frente Nacional en Defensa de la Soberanía
Energética • México: Mítines de electricistas ante las secretarías de Energía
y Hacienda
Advierten que lucharán contra iniciativas de ley
• No compartimos ni el movimiento ni el destino con López Obrador: Marcos
Deslinda al Ejército Zapatista del conflicto de Oaxaca: nos limitamos a "ver y
aprender"
• L@s zapatistas y la Otra: los peatones de la historia. Una critica a Lopez
Obrador
• Solidaridad con la lucha de Oaxaca
Periódico El Socialista - Movimiento al Socialismo - México
• Acuerdan maestros oaxaqueños seguir protesta hasta la caída de Ulises Ruiz
- La salida del gobernador "no es renunciable ni negociable", señala Enrique
Rueda
- Surgen versiones de que el paro empresarial servirá para reprimir al
movimiento
• Cerca de 6 mil comercios cerrarán durante dos días
- Podrían retirar barricadas en Oaxaca, advierten
- Diputado perredista asegura que gobiernos federal y estatal preparan una
salida de fuerza para aplastar al movimiento
• Caravana oaxaqueña llega a Puebla, pese a amenazas del gobierno local
Reconocen que "su lucha es un ejemplo para México"
• El caso Oaxaca revela una profunda crisis de legalidad del Poder Judicial
Ha criminalizado a opositores sociales: Federación Internacional de Derechos
Humanos
• Oaxaca, espejo de México
Fernando Gálvez de Aguinaga Ojarasca/La Jornada
• Acuerdan maestros: continuará el movimiento hasta que renuncie Ulises Ruiz
Revista Proceso
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Chile: Protesta de profesores, estudiantes y trabajadores hospitalarios
Lunes Martes Miércoles Jueves Viernes Sábado Domingo--> • ¿Detrás de los
pingüinos, los trabajadores?
Argenpress.info
Miles de profesores y estudiantes chilenos se manifestaron ayer en Santiago de
Chile y otras ciudades exigiendo mejoras salariales y reformas estructurales a
la educación, mientras una huelga de trabajadores de los hospitales cumplió este
martes 3 semanas, en un aumento de la demanda social en el país.
Lea todos los días análisis y articulos de izquierda y un servicio de noticias
que se actualiza cada hora. Lea Izquierda Punto Info
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[Las partes que no eran texto en este mensaje fueron eliminadas]