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#1017 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Vie, 22 de May, 2009 1:54 pm
Asunto: DIA 22 DE MAIO * DIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA * A SANTA DAS CAUSAS IMPOSSÍVEIS * MAXIMIZAR
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Oração de Santa Rita de Cássia
Casos Difíceis

Ó poderosa Santa Rita,
chamada Santa das Causas Impossíveis,
advogada dos casos desesperados, auxiliadora da última hora, refúgio e abrigo da dor
que arrasta para o abismo do
pecado e do desespero, com toda a confiança no vosso poder junto ao Coração Sagrado de Jesus,
a Vós recorro no caso difícil e imprevisto,
que dolorosamente oprime o meu coração.
Vós bem sabeis, vós bem conheceis o que seja o
martírio do coração. Pelos sofrimentos atrozes
que padecestes, pelas lágrimas amargosíssimas
que santamente chorastes, vinde em meu auxílio.
Falai, rogai, intercedei por mim que não ouso fazê-lo ao Pai de misericórdia e fonte de toda
a consolação, e obtende-me a graça que desejo. (fazer o pedido)
Apresentada por vós a minha oração, o meupedido, por vós que sois tão amada por Deus,
certamente serei atendido. Dizei a Nosso Senhor
que me valerei da graça para melhorar a minha vida e os meus costumes e para cantar
na terra e no céu a divina misericórdia. Amém!


***************************
 
Oração de Santa Rita de Cássia
Por todos os que sofrem



Deus, nosso Pai e Amigo, sois o criador e conservador da vida e do mundo, sois a fonte de onde brotam todas as graças e bênçãos.
Abençoai Vossos filhos que,
confiantes, vos dirigem esta prece,
pela intercessão de Santa Rita de Cássia.
Socorrei os pobres, as viúvas, os órfãos, e dai-nos
um coração pobre e generoso. Curai os doentes,
os alcoólatras, os drogados, e dai-nos um coração
puro e misericordioso. Confortai os aflitos,
convertei os pecadores, iluminai os que
andam nas trevas do erro, da ignorância e da mentira, e dai-nos um coração sábio e verdadeiro.
Abençoai nossas famílias nossos amigos,
os que conosco trabalham e todos aqueles
por quem somos obrigados a rezar,
e dai-nos um coração justo e fraterno.
Ajudai-nos em todas as nossas dificuldades,
para que levemos uma vida digna da vocação cristã e construamos um mundo que seja verdadeiro sinal
do Vosso Reino. Rogai por nós,
Santa Rita de Cássia,
para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Oremos: Ó Deus, nosso Pai, Santa Rita
correspondeu plenamente às vossas graças
e imitou de tal modo o Vosso Filho,
no perdão e no amor aos inimigos,
que mereceu trazer um seu coração e
em sua fronte os sinais da paixão.
Concedei-nos, por sua intercessão e exemplo,
que amemos a Vós de todo o coração e aos irmãos
com a mais perfeita caridade, a fim de recebermos,
uma dia, a recompensa prometida
no Evangelho. Por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém!


***************************
 
No link abaixo
A vida de Santa Rita de Cássia

 
http://adseda.sites.uol.com.br/adeseda.html

Pesquisa & Art by Mary Trujillo

 
 


 
 

 

 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

                   

#1016 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Vie, 22 de May, 2009 10:33 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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Quem Eu Sou?

 

 

 

 

Penso em Deus, penso na vida, penso em tudo que me cerca e me interrogo a respeito da função de tudo quanto vibra, de tudo quanto existe sob os céus e guardo grande ansiedade de saber sobre mim mesmo.

 

Quem sou eu no contexto do universo?

 

Serei, tão-somente, um corpo que desfila inteligentes quão misteriosas habilidades?

 

Serei um caminhante solitário, em meio à gigantesca massa humana, destinado a encarar complicados problemas, a enfrentar desafios?

 

Serei um átomo excitado diante dos esplendores das incontáveis galáxias?

 

Serei, porventura, produto da casualidade sem projeto, sem programa, sem razão de ser?

 

Como explicar-me a mim próprio como um itinerante aprendiz das pautas do infindo cosmo?

 

Serei alguém fadado ao sofrimento, a chorar de pesar em todos os momentos?

 

Serei um ser destinado à intensa dor, duradoura, sem esperança de tempos melhores, de felicidade?

 

Serei um indivíduo levado pelas mãos do desencanto à estalagem das ansiedades e das frustrações?

 

Somente há dor e fel por onde eu possa trilhar, como se toda a existência não passasse de um fumo entediante, asfixiante, a sugar-nos a vontade de avançar, de sorrir, de louvar?

 

Retorno à fonte do meu senso interno e vejo que há lucidez em cada coisa que existe, em cada ser que erra.

 

Sinto que não nascemos pra ser tristes e viver entre dor, gemido e pranto, mas, aqui estamos para alcançar o bem mais santo, e avançar para o progresso e conquistar o encanto de agir com Deus nas lutas do mundo, de vibrar na alegria, no júbilo fecundo, até o tempo longínquo da áurea plenitude.

 

Sinto que sou caminhante do infinito, e, não obstante o horror, a amargura, o choro, o grito, embora estando na terra entre teimosias, aflito, o meu destino é sem dúvida estelar.

 

Agora sei que nasci para servir, pra ser feliz, crescer e amar.

 

Cheguei ao mundo nos planos do Criador, que espera que me faça um lavrador a semear nos corações, em redor dos meus passos, as sementes de esperança, de alegria e de paz, que onde eu vá me transforme num servidor da verdade, do trabalho e da harmonia.

 

Sei que sou cidadão universal, irmão da humanidade, indubitavelmente, filho do Deus altíssimo, bom, justo e clemente, dotado do melhor recurso para fazer brilhar a divina luz em mim.

 

E, ante os desafios terrenos, dizer não ou dizer sim, com responsabilidade, com razão e com ternura.

 

Sou caminhante da eternidade.

 

Sou dedicado aprendiz buscando disciplina, revestido de um manto de matéria fina, quintessência, formosura que impulsiona para Deus.

 

E agora que me vejo repleto de certezas que me asseguram a estabilidade na consciência do que sou, sei que imerso no hálito paterno do Criador da vida me completo, a cada dia vivendo virtudes, transformando em ternuras gestos rudes, suavizando o que sou para o futuro, obra-prima de Deus, luz coagulada, a galgar a evolução em toda estrada, o que é do senhor sagrado fim, ver-me, astro a brilhar, nas rotas do infinito.

 

...............

 

Nesta bela página ditada pelo Espírito Ivan de Albuquerque, através da mediunidade de Raul Teixeira, encontramos a resposta transcendente para a pergunta que cala fundo em nós: "quem sou eu?"

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, adaptação de mensagem do Espírito Ivan de Albuquerque, psicografada em 03.7.2002, na Sociedade Espírita Fraternidade, em Niterói-RJ, pelo médium Raul Teixeira.

 

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 

www.paulonunesjunior.com.br

 

 

#1015 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Mar, 19 de May, 2009 5:19 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTEBYNEIA
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A Paz Vencerá

 

 

Vivemos momentos cruciais no planeta, e muitos têm as suas convicções de justiça abaladas. Alguns descrêem da Providência Divina, acreditando que Deus perdeu o controle de sua criação.

 

Logicamente, esta é uma observação destituída de razão, porque aquilo que parece falta de controle está debaixo de um rigoroso planejamento.

 

Deus concede a liberdade para que o Homem possa crescer.

 

Deus preside os destinos do Universo, e nós estamos inseridos nessa comunidade universal. Podemos parecer impotentes ante a sanha da violência, não só a do terrorismo, mas a do crime organizado, das quadrilhas de traficantes, dos crimes passionais, da miséria, da fome e até da violência doméstica e sexual. O que fazer?

 

Entreguemos nossas vidas e o nosso mundo a Deus, mas não deixemos de fazer a nossa parte em prol do bem geral; pois, no mundo, somos instrumentos de Deus para a pacificação, para a justiça social e para o amor. Só assim o mundo terá sanidade.

 

Não importa o nome que damos a Deus ou como o concebemos. O que importa, realmente, é que Deus não pode ser mau, protecionista, rancoroso ou vingativo. Concebemos Deus conforme nos ensinaram os espíritos: Inteligência suprema e causa primeira de todas as coisas.

 

O Criador deu a cada espírito o livre-arbítrio e uma meta a alcançar: a perfeição. Temos liberdade de agir como quisermos, porém somos responsáveis pelos nossos atos; o que equivale a dizer: somos livres para semear, mas somos obrigados a colher.

 

Toda essa onda de violências vai passar, e o mundo entrará numa era de paz e realizações. Corrigiremos as injustiças, sanearemos a moral, acabaremos com a fome, e cuidaremos para que todos tenham o suficiente para viver com dignidade.

 

Este é o desafio que temos de enfrentar, mas com certeza venceremos.

 

A PAZ VENCERÁ!

 

 

 

Amilcar Del Chiaro Filho

 

Tenham todos dias de muita paz

 

 

Beijos em vossos corações

 

 

 

 

“Construamos a paz promovendo o bem”

 

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#1014 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Lun, 18 de May, 2009 3:45 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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Não se deixe soterrar

 

 

 

 

Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua pequena fazenda.

 

Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.

 

O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá.

 

O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas, pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.

 

Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo.

 

O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o cobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.

 

No entanto, à medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia, derrubava-a no chão e ia pisando sobre ela.

 

Logo, os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que, finalmente, conseguiu sair.

 

* * *

 

Algumas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre.

 

É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença.

 

Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.

 

Afinal, se nos permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções: ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo, ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre.

 

É importante que, se estamos nos percebendo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.

 

Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de Deus, nosso Pai celestial, do qual podemos nos aproximar através da oração.

 

E a oração é uma poderosa alavanca de que podemos lançar mão a qualquer momento e em qualquer lugar.

 

* * *

 

Jesus nos recomendou oração e vigilância.

 

A vigilância constante pode nos poupar de muitos dissabores, pois quem está atento facilmente percebe a investida de sentimentos perigosos que podem nos infelicitar.

 

É a chegada silenciosa de uma desilusão, da inveja, do orgulho, da soberba, da solidão e de outros tantos detritos que pesam em nossa economia moral e tendem a nos levar para o abismo.

 

A oração é recurso precioso que nos permite as forças necessárias para resistir a todas as investidas menos felizes.

 

Por isso, vale a pena meditar sobre os sábios conselhos do Mestre de Nazaré, pois eles podem nos ser muito úteis na conquista da felicidade que tanto desejamos.

 

 

 

 

 

Autor:

Redação do Momento Espírita, com base em história de autor desconhecido.

 

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 

www.paulonunesjunior.com.br

 

 
 
 

#1013 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Dom, 17 de May, 2009 10:32 pm
Asunto: FELICIDADE - Paulo Nunes Junior - Arte e Formatação By Neia
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Felicidade...

 

 

 

Quando nos apresentamos ao mundo o primeiro gesto, o choro...

 

Com ele provocamos a felicidade de nossos genitores

 

e todos que ao nosso lado se apresentam.

 

Começamos a crescer em volta de nossa família

 

que faz a projeção de uma felicidade concreta para nossos dias...

 

Assim, é a luta de nossos pais que batalham sempre pensando em nossa felicidade e, quando crianças, protegidos pela senhora maior; chamada inocência...Não nos damos conta disto, crescemos, e nos deparamos com os amigos e com eles vêm as primeiras lágrimas...

 

Quando podemos perceber ao longo do caminho que não só os de corações puros que se fazem presentes ao nosso redor e muitos daqueles a qual confiávamos e esperávamos muito nos dão as costas.

 

Continuamos nossa luta, nos projetamos, mais adiante, para o futuro procuramos, então, nos atirar aos estudos, projetar uma vida repleta de felicidade e coisas materiais para nossos pais, irmãos, enfim, nossa família.

 

Anos se passam para alguma conquista e quando ela vem...De repente, bate a nossa porta  um anjo mau chamado morte. Nos leva nosso paizinho, nossa mãezinha.

 

Pronto! Cai nosso castelo e ficamos mais uma vez companheiros da tristeza e da dor...

 

Resta-nos procurar depositar todas nossas cartas ao nosso grande amor, ou para alguém que permaneceu ao nosso lado diante das tais provações...

 

E, caminhamos juntos e construímos um jardim lindo e quando as tais flores começam a despontar para nos saudar e companhia nos fazer sem motivo nenhum vem a separação seja ela corporal, ou espiritual...Pronto, mais uma vez se foi o sorriso e a tristeza entra porta adentro de nossa alma!

 

Quanto procuramos ser simplesmente felizes?

 

Felizes no amor, felizes em nossas realizações, felizes com nosso pais, felizes com nossos amigos, e quantas vezes, deparamo-nos com a tristeza a se fazer senhora...Afinal, fica a grande pergunta:

 

Existe alguém totalmente feliz?

 

Se existir; antes não teve que vencer a senhora tristeza e por ela passar?

 

Talvez sim, então resta-nos simplesmente contar com Deus, nos entregar em suas mãos e concedermos coragem para aceitarmos nossas derrotas, impostas pela tristeza...E nos fortalecermos com muita esperança para que possamos um dia afinal, gritarmos:

 

- Somos Felizes!

 

 

 

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#1012 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Dom, 17 de May, 2009 4:18 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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Vencendo o Medo

 

 

 

O casal se preparou para ter aquele filho durante os longos meses da gestação. Era o primeiro filho e os jovens desejavam que tudo desse certo.

 

Juntos participaram de todas as aulas de treinamento para o parto e de cuidados com o bebê. Prepararam o enxoval e esperaram.

 

Mas, o trabalho de parto foi difícil, e, depois de algumas horas, os obstetras ofereceram a opção da cesariana. A jovem gestante, contudo, estava apavorada e não aceitou.

 

Algumas horas mais e outro médico foi chamado. Apesar do cansaço, da dor e dos apelos do marido, a esposa ainda não aceitou a cirurgia.

 

Desesperado, o rapaz telefonou para a sogra, que morava em outra cidade e pediu a ela que falasse com a filha. Enquanto o telefonema se desenrolava, ele foi até a sala de espera para falar com seu pai.

 

O pai de Michael era um homem da terra, habituado à lavoura. Estava ali sentado, aguardando a chegada do filho do seu filho.

 

Pensativo, ouviu o que o filho lhe explicava. Por fim, disse algumas palavras e abraçou o rapaz, que relaxou um pouco.

 

Retornando para a sala de parto, Michael soube que a esposa concordara com a cirurgia.

 

Enquanto a sala de cirurgia foi sendo preparada, a futura mãezinha ficou deitada, exausta, os olhos cheios de lágrimas, aguardando.

 

Então, antes de ser levada à sala cirúrgica, recobrou o ânimo e fez um vigoroso esforço. A criança nasceu.

 

Era um menino.

 

O fato surpreendeu os médicos que estavam assistindo a parturiente, que passaram a declinar várias hipóteses para o fato. Mas o esposo disse que aquilo tudo tinha a ver com seu pai. E explicou.

 

Quando contou ao velho pai o que estava acontecendo, na sala de parto, ele comentou que o medo dos pais estava perturbando o pequenino ser.

 

Ele também ficou com medo.

 

Assim, o avô, ali mesmo na sala de espera, começou a falar mentalmente com o netinho.

 

Falou das suas lembranças. Falou da beleza da terra, do nascer do sol, do entardecer, da nova colheita e da riqueza das safras.

 

Disse ao neto que aguardava ansioso pelo momento em que eles pudessem caminhar juntos sobre a terra.

 

Falou da bondade da vida, da amizade, do riso e do trabalho bem feito.

 

Finalmente, falou do seu amor pela família. Lembrou-se do seu próprio pai, no México, da esposa, ambos já no mundo espiritual.

 

Falou com o bebê sobre cada um dos irmãos de Michael, os seus tios, do orgulho que deles sentia, das mulheres com que eles se casaram.

 

Lembrou Natais de felicidade, aniversários em família, casamentos. Contou da alegria que sentiam pela felicidade uns dos outros.

 

Falou e falou.

 

Ofereceu ao bebê o seu coração. E o bebê nasceu.

 

...........................................................

 

Nascer é tão delicado quanto morrer. Quem chega, precisa de carinho, atenção, a fim de se sentir protegido.

 

Se você vive o momento da gestação, pai ou mãe, converse com o filho por nascer.

 

Mostre-lhe imagens mentais da bondade do mundo. Compartilhe com ele seu amor pela vida.

 

Diga o quanto o ama e espera. Fale da beleza das flores, dos sons musicais que enchem os ouvidos e sensibilizam a alma.

 

Descreva a poesia das noites estreladas e da lua, de cara redonda e prateada.

 

Acene com os dias futuros em que o levará a passear nas águas cantantes do riacho, onde poderá mergulhar os pés miúdos.

 

Conte-lhe sobre o valor da vida. Afirme, por fim, que o ama de forma incondicional.

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. "Encontrando o Caminho" do livro As bênçãos do Meu Avô, de Rachel Naomi Remen, ed. Sextante.

 

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 

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#1011 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Dom, 17 de May, 2009 12:36 am
Asunto: PASSOS PARA O ADEUS! - Paulo Nunes Junior - Arte e Formatação By Neia
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Passos para o Adeus!...

 

 

Se tornaste,

 de estrela encantadora, cadente;

dias, horas intermináveis,

à espera de teu retorno...

Dias amargos, solitários,

 que corroeram a alma,

 mas de aprendizado...

E, com esta dor, fui sepultando

cada um de nossos momentos.

O primeiro beijo ardente,

doce, cheio de paixão,

sepultei nas geleiras da mentira.

O abraço apertado

sepultei nos vales do engano.

As doces palavras sepultei

 no pântano da mediocridade.

As noites de amor ardente

sepultei nos riachos do esquecimento.

Os teus olhos,

 que me serviam de luz,

hoje já opacos e sem brilho,

 não me tocam...

E teu charme decadente,

lançado como se desejasse

 fazer-me tua vítima, novamente,

me faz ver o quanto tu és senhora,

 na arte da representação...

Mas, mesmo assim, promulgo

em meu coração o perdão  para ti,

 pois, agora, tua insignificância é tamanha,

 que, ao guardar mágoa por ti,

seria dar-te espaço dentro de mim...

E com isto contaminar-me de tua maldade.

Vai, volta aos braços de quem te merece.

Deixa-me viver entre a luz,

o amor, as flores, a vida,

esta que desprezaste...

 

www.paulonunesjunior.com.br

 

 

 

#1010 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Sáb, 16 de May, 2009 3:18 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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O Oleiro e o Poeta

 

Há muito tempo, na cidade de Zahlé, ocorreu uma rixa entre um jovem poeta, de nome Fauzi, e um oleiro, chamado Nagib.

 

Para evitar que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugarejo.

 

O juiz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramente o oleiro, que parecia muito exaltado.

 

"Disseram-me que você foi agredido? Isso é verdade?"

 

"Sim, senhor juiz." - confirmou o oleiro - "fui agredido em minha própria casa por este poeta. Eu estava, como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído e a seguir um baque.

 

Quando fui à janela pude constatar que o poeta Fauzi havia atirado com violência uma pedra, que partiu um dos vasos que estava a secar perto da porta.

 

Exijo uma indenização!" - gritava o oleiro.

 

O juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente: "Como justifica o seu estranho proceder?"

 

"Senhor juiz, o caso é simples." - disse o poeta.

 

"Há três dias eu passava pela frente da casa do oleiro Nagib, quando percebi que ele declamava um dos meus poemas. Notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro.

 

Aproximei-me dele e ensinei-lhe a declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande dificuldade.

 

No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada.

 

Cheio de paciência tornei a ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los.

 

Hoje, finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa do oleiro, percebi que ele declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos.

 

Não me contive. Apanhei uma pedra e parti com ela um de seus vasos.

 

Como vê, meu comportamento nada mais é do que uma represália pela conduta do oleiro."

 

Ao ouvir as alegações do poeta, o juiz dirigiu-se ao oleiro e declarou: "que esse caso, Nagib, sirva de lição para o futuro. Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros artistas respeitem as suas.

 

Se você equivocadamente julgava-se no direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no direito de quebrar o seu vaso."

 

E a sentença foi a seguinte: "determino que o oleiro Nagib fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta Fauzi escreverá um de seus lindos versos. Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos."

 

A notícia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa espalhou-se rapidamente.

 

Foram vendidos muitos vasos feitos por Nagib adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo Nagib e Fauzi prosperaram muito. Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a admirar o trabalho do outro.

 

O oleiro mostrava-se arrebatado ao ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta encantava-se com os vasos admiráveis do oleiro.

 

...........................

 

Cada ser tem uma função específica a desenvolver perante a sociedade. Por isso, há grande diversidade de aptidões e de talentos.

 

Respeitar o trabalho e a capacidade de cada um possibilita-nos aprender sobre o que não conhecemos e aprimorar nossas próprias atividades.

 

Respeito e colaboração são ferramentas valiosas para o desenvolvimento individual e coletivo.

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro "O livro de Aladim", de Malba Tahan, páginas 50 e 53, Editora Record, 2001.

 

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

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#1009 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Vie, 15 de May, 2009 3:18 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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Propriedade Verdadeira

 

 

 

 

Um dia um homem que acredita na vida após a morte, e que valoriza o ser mais que o ter, hospedou-se na casa de um materialista convicto, em bela mansão de uma cidade européia.

 

Depois do jantar, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de artes e começou a enaltecer os bens materiais que possuía, de maneira soberba.

 

Falou que o homem vale pelo que possui, pelo patrimônio que consegue acumular durante sua vida na Terra. Exibiu escrituras de propriedades as mais variadas, jóias, títulos, valores diversos.

 

Depois de ouvir e observar tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da Terra não nos pertencem de fato, e que mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los.

 

Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, sempre passageiras.

 

No entanto o materialista falou com arrogância que era o verdadeiro dono de tudo aquilo e que não havia ninguém no mundo capaz de provar que todos os seus bens não lhe pertenciam.

 

Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo.

 

Já que é assim, voltaremos a falar do assunto daqui a cinqüenta anos, está bem?

 

Ora, disse o dono da casa, daqui a cinqüenta anos nós já estaremos mortos, pois ambos temos mais de sessenta e cinco anos de idade!

 

O hóspede respondeu prontamente: é por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então você entenderá que tudo isso passou pelas suas mãos mas, na verdade, nada disso lhe pertence de fato.

 

Chegará um dia em que você terá que deixar todas as posses materiais e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são as virtudes do espírito imortal. E só então você poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não.

 

O homem materialista ficou contemplando as obras de arte ostentadas nas paredes de sua galeria, e uma sombra de dúvida pairou sobre seu olhar, antes tão seguro.

 

...............................

 

Que diferença fará daqui a cem anos, se você morou em uma mansão ou num casebre?

 

Se comprou roupas em lojas sofisticadas ou num bazar beneficente?

 

Se bebeu em taças de cristal ou numa concha de barro?

 

Se comeu em pratos finos ou numa simples marmita?

 

Se pisou em tapetes caros ou sobre o chão batido?

 

Se teve grande reserva financeira ou viveu com um salário mínimo?

 

Que diferença isso fará daqui a cem anos?

 

Absolutamente nenhuma!

 

No entanto, o que você fizer do seu tempo na Terra, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a cem anos, mas por toda a eternidade.

 

Por essa razão, vale a pena pensar no que realmente tem valor duradouro e efetivo, considerando-se que você é um ser imortal, herdeiro de si mesmo, de cujos atos terá que prestar contas à própria consciência.

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita.

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 

 

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#1008 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Jue, 14 de May, 2009 6:57 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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O caminho

 

 

Diante do turbilhão de problemas e conflitos, aturdidos, receosos e a um passo do desequilíbrio, perguntamos a nós mesmos:

 

Que caminho seguir?

 

Qual a conduta a adotar?

 

Certamente todo empreendimento deve ser precedido de uma planificação, de um roteiro de programa.

 

Sem esses fatores, o comportamento faz-se anárquico, e o trabalho se dirige à desordem.

 

A experiência carnal é uma viagem que o espírito empreende com objetivos definidos pela Divindade, que a todos reserva a perfeição.

 

Como alcançá-la, e em quanto tempo, depende de cada viajor.

 

Assim, vários são os caminhos e cada indivíduo toma o que eleger, pela sua livre vontade.

 

Há caminhos que conduzem a despenhadeiros, a desertos, a pantanais, a regiões perigosas.

 

Outros são convidativos e repletos de distrações, prazeres, comodidades, armadilhas.

 

Uns levam à ruína demorada, que envilece e infelicita.

 

Vários dão acesso à glória transitória, ao poder arbitrário, às regalias que o túmulo interrompe.

 

A afirmação de Jesus, porém, não deixa dúvidas: "eu sou o caminho".

 

Portanto, a única opção para chegar-se a Deus.

 

Se você se encontra diante de várias opções de caminhos, sem saber qual deles tomar, reflita sobre a proposta de Jesus.

 

Pense que o caminho que eleger agora, será decisivo para a conquista da sua felicidade ou infelicidade.

 

Há caminhos aparentemente fáceis de percorrer, até que nos deparemos com os precipícios a que eles conduzem.

 

E há os caminhos que, em princípio, nos parecem longos e cheios de espinhos, mas que nos levam a um lugar seguro, onde a esperança habita.

 

Se optamos pelo caminho da corrupção, da vileza, do descaso, da indiferença, da injustiça, chegaremos facilmente ao vazio, ao desespero, ao tédio.

 

Mas se tomamos o caminho da honestidade, da dignidade, da honradez, chegaremos, com segurança, ao porto da consciência tranqüila.

 

Se elegemos o caminho da discórdia, da intriga, da incompreensão, da infidelidade, aportaremos no cais da solidão.

 

Mas se seguimos o caminho da amizade, da sinceridade, da lealdade, do perdão, conquistaremos o oásis de um coração pleno de afeto.

 

Lembremo-nos de que há caminhos e caminhos... E que, nem sempre, os que parecem mais curtos nos levam a destinos seguros e promissores, do ponto de vista espiritual.

 

Pense nisso!

 

Se você elegeu o caminho que conduz à felicidade e se encontra a ponto de desistir da luta, busque forças em Jesus, através da oração.

 

Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los.

 

Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo do alto, que nunca nos falta nas horas difíceis.

 

E, antes de pensar em tomar os caminhos aparentemente mais fáceis, lembre-se de que o Mestre falou a respeito da porta estreita, e prossiga sem esmorecimento...

 

Pense nisso!

 

 

 

 

 

Autor:

Do livro: Momentos Enriquecedores, cap. 06 - O Caminho

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 

 

 

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#1007 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Mié, 13 de May, 2009 8:27 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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Quem Eu Sou?

 

 

 

Penso em Deus, penso na vida, penso em tudo que me cerca e me interrogo a respeito da função de tudo quanto vibra, de tudo quanto existe sob os céus e guardo grande ansiedade de saber sobre mim mesmo.

 

Quem sou eu no contexto do universo?

 

Serei, tão-somente, um corpo que desfila inteligentes quão misteriosas habilidades?

 

Serei um caminhante solitário, em meio à gigantesca massa humana, destinado a encarar complicados problemas, a enfrentar desafios?

 

Serei um átomo excitado diante dos esplendores das incontáveis galáxias?

 

Serei, porventura, produto da casualidade sem projeto, sem programa, sem razão de ser?

 

Como explicar-me a mim próprio como um itinerante aprendiz das pautas do infindo cosmo?

 

Serei alguém fadado ao sofrimento, a chorar de pesar em todos os momentos?

 

Serei um ser destinado à intensa dor, duradoura, sem esperança de tempos melhores, de felicidade?

 

Serei um indivíduo levado pelas mãos do desencanto à estalagem das ansiedades e das frustrações?

 

Somente há dor e fel por onde eu possa trilhar, como se toda a existência não passasse de um fumo entediante, asfixiante, a sugar-nos a vontade de avançar, de sorrir, de louvar?

 

Retorno à fonte do meu senso interno e vejo que há lucidez em cada coisa que existe, em cada ser que erra.

 

Sinto que não nascemos pra ser tristes e viver entre dor, gemido e pranto, mas, aqui estamos para alcançar o bem mais santo, e avançar para o progresso e conquistar o encanto de agir com Deus nas lutas do mundo, de vibrar na alegria, no júbilo fecundo, até o tempo longínquo da áurea plenitude.

 

Sinto que sou caminhante do infinito, e, não obstante o horror, a amargura, o choro, o grito, embora estando na terra entre teimosias, aflito, o meu destino é sem dúvida estelar.

 

Agora sei que nasci para servir, pra ser feliz, crescer e amar.

 

Cheguei ao mundo nos planos do Criador, que espera que me faça um lavrador a semear nos corações, em redor dos meus passos, as sementes de esperança, de alegria e de paz, que onde eu vá me transforme num servidor da verdade, do trabalho e da harmonia.

 

Sei que sou cidadão universal, irmão da humanidade, indubitavelmente, filho do Deus altíssimo, bom, justo e clemente, dotado do melhor recurso para fazer brilhar a divina luz em mim.

 

E, ante os desafios terrenos, dizer não ou dizer sim, com responsabilidade, com razão e com ternura.

 

Sou caminhante da eternidade.

 

Sou dedicado aprendiz buscando disciplina, revestido de um manto de matéria fina, quintessência, formosura que impulsiona para Deus.

 

E agora que me vejo repleto de certezas que me asseguram a estabilidade na consciência do que sou, sei que imerso no hálito paterno do Criador da vida me completo, a cada dia vivendo virtudes, transformando em ternuras gestos rudes, suavizando o que sou para o futuro, obra-prima de Deus, luz coagulada, a galgar a evolução em toda estrada, o que é do senhor sagrado fim, ver-me, astro a brilhar, nas rotas do infinito.

 

...............

 

Nesta bela página ditada pelo Espírito Ivan de Albuquerque, através da mediunidade de Raul Teixeira, encontramos a resposta transcendente para a pergunta que cala fundo em nós: "quem sou eu?"

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, adaptação de mensagem do Espírito Ivan de Albuquerque, psicografada em 03.7.2002, na Sociedade Espírita Fraternidade, em Niterói-RJ, pelo médium Raul Teixeira.

 

 

Tenham dias repletos de paz

 

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#1006 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Mar, 12 de May, 2009 8:52 pm
Asunto: A PORTA - Paulo Nunes Junior - Arte e Formatação By Neia
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A PORTA!...

 

Quantas vezes abri as portas de minha vida...

 E, através dela, entraram a alegria, a tristeza, a dor...

Quantas vezes abri as portas na esperança de encontrar o sol

e encontrei a névoa, outras vezes...

pensava encontrar a chuva e encontrei o sol!

 

Ah, porta esta! Que me surpreende,

portas abertas a amigos que se foram

e, hoje esquecem de tudo

porta que recebo à tantos e, por vezes, tento fechar

mas, falta-me coragem...

Através dela, esta porta da vida,

venho me aperfeiçoando e aprendendo, a cada instante,

por mais trancas que coloque

sempre esqueço entreaberta...

 

Esta porta, por vezes a entrada de minhas expiações,

Trouxe-me também o amor, e este compensa...

Dando-me forças de suportar a tudo.

Fecha-la afinal, para que?...

Não vim ao mundo para acovardar-me ou,

 fechar-me para tudo,

pois sou filho de alguém que é, simplesmente,

O grande chaveiro do universo!...

 

E lá vou eu, mais uma vez, em direção a esta porta,

Que por vezes me foi traiçoeira e outras tantas amiga,

Abri-la para mais um dia, para mais uma emoção,

para o desconhecido...

até que um dia...“este grande chaveiro”,

venha...e por vez a feche!...

Mas, certamente ele me abrirá outras portas,

Assim é nossa vida, nossa morte física,

repleta de portas, cabe a mim, somente continuar...

Abrindo...Abrindo...Abrindo!...

 

 

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#1005 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Mar, 12 de May, 2009 5:37 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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Abra seu Coração

 

 

 

A sala estava repleta de convidados, todos curiosos para ver a obra de arte, ainda oculta sob o pano branco.

 

Falava-se que o quadro era lindo.

 

As autoridades do local estavam presentes, entre fotógrafos, jornalistas e outros convidados, porque o pintor era, de fato, muito famoso.

 

Na hora marcada, o pano que cobria a pintura foi retirado e houve caloroso aplauso.

 

O quadro era realmente impressionante.

 

Tratava-se de uma figura exuberante de Jesus, batendo suavemente na porta de uma casa.

 

O Cristo parecia vivo. Com o ouvido junto à porta, Ele desejava ouvir se lá dentro alguém respondia.

 

Houve discursos e elogios.

 

Todos admiravam aquela obra de arte perfeita.

 

Contudo, um observador curioso achou uma falha grave no quadro: a porta não tinha fechadura.

 

Dirigiu-se ao artista e lhe falou com interesse: a porta que o senhor pintou não tem fechadura. Como é que O Visitante poderá abrí-la?

 

É assim mesmo, respondeu o pintor calmamente.

 

A porta representa o coração humano, que só abre pelo lado de dentro.

 

Muitas vezes, mal interpretado, outras tantas, desprezado, grandemente ignorado pelos homens, o Cristo vem tentando entrar em nossa casa íntima há mais de dois milênios.

 

Conhecedor do caminho que conduz à felicidade suprema, Jesus continua sendo a visita que permanece do lado de fora dos corações, na tentativa de ouvir se lá dentro alguém responde ao seu chamado.

 

Todavia, muitos o chamamos de Mestre, mas não permitimos que Ele nos ensine as verdades da vida.

 

Grande quantidade de cristãos, falam que Ele é o médico das almas, mas não seguem as prescrições dEle.

 

Tantos dizem que Ele é o irmão maior, mas não permitem que coloque a mão nos seus ombros e os conduza por caminhos de luz...

 

Talvez seja por esse motivo que a humanidade se debate em busca de caminhos que conduzem a lugar nenhum.

 

Enquanto o Cristo espera que abramos a porta do nosso coração, nós saímos pelas janelas da ilusão e desperdiçamos as melhores oportunidades de receber esse Visitante ilustre, que possui a chave que abre as portas da felicidade que tanto desejamos.

 

E se você não sabe como fazer para abrir a porta do seu coração, comece por fazer pequenos exercícios físicos, estendendo os braços na direção daqueles que necessitam da sua ajuda.

 

Depois, faça uma pequena limpeza em sua casa íntima, jogando fora os detritos da mágoa, da incompreensão, do orgulho, do ódio...

 

Em seguida, busque conhecer a proposta de renovação moral do Homem de Nazaré.

 

Assim, quando você menos espera, Ele já estará dentro do seu coração como convidado de honra, para guiar seus passos na direção da luz, da felicidade sem mescla que você tanto deseja.

 

...............

 

O olhar de Jesus dulcificava as multidões.

 

Seus ouvidos atentos descobriam o pranto oculto e identificavam a aflição onde se encontrasse.

 

Sua boca, plena de misericórdia, somente consolou, cantando a eterna sinfonia da Boa Nova em apelo insuperável junto aos ouvidos dos tempos, convocando o homem de todas as épocas, à conquista da felicidade.

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro Repositório de Sabedoria, vol 2, "Jesus".

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 

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#1004 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Lun, 11 de May, 2009 11:29 pm
Asunto: ONIPOTENTES!... - Paulo Nunes Junior - Arte e Formatação By Neia
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Onipotentes!...

 

Ah! Pelos caminhos da vida...

Deparo-me com seres que se julgam acima da lei,

acima dos outros,

e se acham absolutos...

Alguns se dão títulos...Como:

“ - Eu sou grande! Eu sou o melhor!

E, até mesmo... Eu sou o único!...”

 

Seres estranhos,

que parecem acreditar neste absurdo.

Seres, que porque conquistam algo,

fazem questão de se sobressair

olhando às pessoas como se todas lhe fossem menores,

seres inferiores, perante o tal,

que se auto denomina senhor de algo...

 

Existem, aqueles ainda, que vão e se colocam como juizes,

se sentem no direito de julgar, criticar e mais; perseguir...

Estes mesmos seres tão pequenos a vista da Vida...

Fazem dos seus julgo sentenças implacáveis...

Saem em busca da destruição, perseguindo,

difamando, inventando, criando...

 

Buscam com isto se auto-afirmar como sendo únicos,

E, todo aquele que se apresente em seu caminho

com luz e competência

é logo declarado “pessoa não grata”

e, ai dá-se início à perseguição...

 

Alguns na sua auto-defesa

e com medo de perderem sua “onipotência”

vão logo destruindo, expulsando àqueles

que lhe apresentam perigo em suas mediocridades.

Estes senhores e senhoras,

falam muitas das vezes de amor,

Pregam, e até parecem aos olhos de muitos sensuais,

mensageiros da justiça...

 

Mas, logo, mostram sua face ao tentarem destruir

os que passem a ganhar a simpatia de um grupo...

Eles, em sua cegueira,

não se dão conta que o amor vence a tudo...

E, que por mais que possam semear seus atos insanos

logo após, todos observarão...

Quem afinal estava ao lado do bem...

 

Mas, a estes “onipotentes” devemos lançar nossas orações;

Certamente, não se deram conta

que um dia se encontrarão com o único Onipotente.

E, ali, as contas lhe serão apresentadas...

A minha esperança está:

- Que mesmo estes se dêem conta de seus erros,

Vejam que somos todos iguais...

 

Desçam de seus tronos...

Entrelacem suas mãos à humildade,

Sejam companheiros do amor

vivendo entre irmãos, onde não seremos diferentes...

Enfim, onde seremos todos iguais,

pois, assim deseja

O único onipotente do universo...Deus!

 

Paulo Nunes Junior

 

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#1003 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Lun, 11 de May, 2009 6:42 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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Medos infantis

 

 

 

Existem crianças que têm medos inexplicáveis.

 

Sem que ninguém as tenha amedrontado com figuras monstruosas, com a escuridão ou afogamentos, elas demonstram temer o escuro, o mar, o rio, as armas.

 

Arrepiam-se e correm apavoradas para o colo dos pais, ou ficam paradas, em choro alto, frente a determinadas situações.

 

Há até mesmo bebês que dormem tranqüilos no colo materno. A mãe os deita no bercinho, beija-os com doçura e os cobre, cheia de carinho.

 

Entretanto, quando ela sai do quarto e apaga a luz, eles acordam aos gritos, em tremendo pavor, demorando a se acalmarem, na seqüência.

 

Algumas crianças têm dificuldades com o escuro. Não conseguem entrar em um local às escuras, mesmo acompanhadas. Registram o seu desconforto agarrando-se às mãos de quem está com elas e mesmo assim, choram, pedem com insistência para que seja acesa a luz.

 

Alguns pais, desejosos de que seus filhos cresçam sem medos, os obrigam a enfrentar tais situações, chamando-os de maricas, bobos, e outros adjetivos ainda mais infelizes.

 

Obrigam o filho a entrar em uma sala escura e apanhar algum objeto, propositalmente, enraivecendo-se se a criança chorar, gritar e não fizer o que pedem.

 

Para vencer o medo da água, adentram no mar, rio ou piscina com o filho nos braços, obrigando-o a ficar ali. A criança chega ao desespero, arranhando e gritando apavorada.

 

Os medos infantis dessa ordem não são fruto desta vida, pois que são registrados desde os primeiros meses, sem nenhuma explicação razoável do agora.

 

São registros que o espírito traz por ter, em vidas anteriores, sofrido algum mal, talvez até a morte, em lugares escuros ou na água. Quem sabe sofreu um desabamento, ficando às escuras por algum tempo até se consumar a morte física.

 

Ou teve morte por afogamento, às vezes até por imprudência própria.

 

Eis porque tais medos infantis nos merecem todo o respeito e cuidado.

 

A criança deverá ser levada, aos poucos, com extremo cuidado, a entender que agora está segura.

 

Os pais poderão lhe afirmar isto, muitas e muitas vezes, dizendo que a amam e que a protegerão. Que ela não precisa temer a escuridão, que ela logo desaparece quando acendemos a luz.

 

Levá-la ao mar, para molhar os pés devagarinho, brincar na areia e, a pouco e pouco, ir lhe falando da necessidade da prudência mas, também, que não há motivo para tanto medo.

 

Quiçá levar o filho a piscinas muito rasas e ficar com ele, incentivando-o a brincar na água.

 

Jamais, em nenhuma circunstância, rir dos seus temores ou qualificá-lo de forma negativa.

 

São problemas muito profundos do espírito e de forma delicada, cuidadosa e profunda devem ser trabalhados.

 

***

 

O filho que nos chega é sempre um espírito pedindo ajuda para o seu crescimento interior. Confia em nós e por isto nos toma para pais.

 

Não lhe falhemos nos momentos mais importantes. Ajudemo-lo a superar suas dificuldades, com calma.

 

Não nos importe o aplauso do mundo, nem se ele não ostentará jamais as medalhas do homem mais corajoso ou do melhor nadador. O importante é que se torne um homem equilibrado, superando as dificuldades uma a uma, seguro e feliz.

 

 

 

 

 

Autor:

Redação do Momento Espírita

 

Tenham dias repletos de paz

 

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#1002 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Dom, 10 de May, 2009 3:48 pm
Asunto: MÃEZINHA TU ÉS MINHA ESTRELA MAIOR!>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYIARAMEL
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MAEZINHA...

TU ÉS MINHA ESTRELA MAIOR!...

Paulo Nunes Junior

 

O pensamento volta-se ao passado...

meus primeiros passos e, lá estava você

protegendo-me, as primeiras palavras e,

lá veio “mamãe”...

 

Os primeiros rabiscos e lá estava você,

mais uma vez, a conduzir minhas mãos,

a primeira prece ao papai do céu,

lá estava você comigo, o aprendizado da fé,

os ensinamentos sobre o amor ao próximo,

caráter, dignidade, lá estava sempre

você querida mãezinha.

 

O tempo passou, me fiz homem,

e para ti continuava teu pequeno

“Teu junior”

como você mesma gostava de chamar-me.

 

De braços dados nestes dias, em que

todos presenteiam suas mães,

andávamos entre vitrines, e colocava

em teu colo tal número de pacotes,

e você sempre com seu sorriso maroto dizia-me:

 

- Para que tanto filho?!...

Queria sempre pra ti o melhor,

queria ver teu sorriso... Você era minha fonte

a qual buscava as forças que necessitava

para o trabalho, para continuar

neste corredor chamado vida.

 

A ti confidenciava minhas preocupações,

minha tristeza, contigo sonhava sempre

em dias cheio de arco-íris e,

campos repletos de flores.

 

Neste dia...estaria eu te entregando tuas

‘rosas-champanhe’ como gostava.

Lá estava você, logo pela manhã de pé,

à espera de tuas flores que sempre chegaram...

 

Mas, em uma manhã repleta de horror,

a morte veio e te levou de mim.

Agora não tenho mais a quem entregar as rosas.

As lágrimas me tomam a face

e meu mundo já não tem mais cor.

 

Recordo-me das vezes que

comentávamos nesta época,

(o quanto deveria ser difícil a quem

não tinha mãe estas datas),

e agora sinto na pele esta dor que penetra

meu peito como se fosse uma lança.

Como dói...como dói!...Saudades

de teus beijos, de teus carinhos,

de tua companhia, saudades de cada momento...

 

Hoje escrevo pra ti minha estrela

e te ofereço estas palavras...Como ofereço

a todas as mãezinhas que estão ai, do lado de

 

Deus como você está.

Estou vendo as estrelas e sei que em

meio a elas tu estás.

 

Pois creio, que toda esta constelação

que se põe nos céus nesta data, são

as mães que se fazem presentes,

olhando por todos nós e por nossa dor...

 

A dor da saudade...

Hoje vou pedir em minhas preces que

Deus me empreste uma de suas estrelas,

pelo menos por hoje,

quero sentir você bem pertinho

de mim minha mãezinha...

Feliz dia das mães meu amor eterno...

Minha mãezinha.

 

 

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#1001 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Dom, 10 de May, 2009 12:15 pm
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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As Profissões de Minha Mãe

 

 

 

Minha mãe foi, com certeza, a mulher que mais profissões exerceu em toda sua longa vida, sem ter sequer concluído o curso fundamental.

 

Tudo que ela aprendeu foi nas primeiras quatro séries que cursou, quando criança. Contudo, era de uma sabedoria sem par.

 

Descobri que minha mãe era uma decoradora de grandes qualidades, à medida que eu crescia e observava que ela sempre tinha um local no melhor móvel da casa, para as pequenas coisas que fazíamos na escola, meu irmão e eu.

 

Em nossa casa, nunca faltou espaço para colocar os quadrinhos, os desenhos, os nossos ensaios de escultura em barro tosco.

 

Tudo, tudo ganhava um espaço privilegiado. E tudo ficava lindo, no lugar que ela colocava.

 

Descobri que minha mãe era uma diplomata formada na melhor escola do mundo (nosso lar), todas as vezes que ela resolvia os pequenos conflitos entre meu irmão e eu.

 

Fosse a disputa pela bicicleta, pela bola, pelo último bocado de torta, de forma elegantemente diplomática ela conseguia resolver. E a solução, embora pudesse não agradar os dois, era sempre a mais viável, correta, honesta e ponderada.

 

Descobri que minha mãe era uma escritora de raro dom quando eu precisava colocar no papel as idéias desencontradas de minha cabecinha infantil.

 

Ela me fazia dizer em voz alta as minhas idéias e depois ia me auxiliando a juntar as sílabas, compor as palavras, as frases, para que a redação saísse a contento.

 

Descobri que minha mãe era enfermeira com menção honrosa toda vez que meu irmão e eu nos machucávamos.

 

Ela lavava os joelhos ralados, as feridas abertas no roçar do arame farpado, no cair do muro, no estatelar-se no asfalto.

 

Depois passava o produto anti-séptico e sabia exatamente quando devia usar somente um pequeno Band-aid, o curativo ou a faixa de gaze, o esparadrapo.

 

Descobri que minha mãe cursara a mais famosa faculdade de psicologia, quando ela conseguia, apenas com um olhar, descobrir a arte que tínhamos acabado de aprontar, o vaso que tínhamos quebrado.

 

E, depois, na adolescência, o namoro desatado, a frustração de um passeio que não deu certo, um desentendimento na escola.

 

Era uma analista perfeita. Sabia sentar-se e ouvir, ouvir e ouvir. Depois, buscava nos conduzir para um estado de espírito melhor, propondo algo que nos recompusesse o íntimo e refizesse o ânimo.

 

Era também pós-graduada em teologia. Sua ciência a respeito de Deus transcendia o conteúdo dos alguns livros existentes no mundo.

 

O seu era o ensino que nos mostrava a gota a cair da folha verde na manhã orvalhada e reconhecer no cristal puro a presença de Deus.

 

Que nos apontava a fúria do temporal e dizia: "Deus vela. Não se preocupem."

 

Que nos alertava a não arrancar as flores das campinas porque estávamos pisando no jardim de Deus. Um jardim que ele nos cedera para nosso lazer, e que devíamos preservar.

 

Ah, sim. Ela era uma ecologista nata. E plantava flores e vegetais com o mesmo amor. Quando colhia as verduras para as nossas refeições, dizia: "não vamos recolher tudo. Deixemos um pouco para os passarinhos. Eles alegram o nosso dia e merecem o seu salário."

 

Também deixava uns morangos vermelhinhos bem à mostra no canteiro exuberante, para que eles pudessem saboreá-los.

 

Era sua forma de manifestar sua gratidão a Deus pelos seus cuidados: alimentando as suas criaturinhas.

 

Minha mãe, além de tudo, foi motorista particular, não se cansava de ir e vir várias vezes de casa para escola, para a biblioteca, para o dentista, para o médico, para o teatro e de volta para casa.

 

Também foi exímia cozinheira, arrumadeira, passadeira, babá. E tudo isto em tempo integral.

 

Como ela conseguia, eu não sei. Somente sei que agora ela está na espiritualidade. E Deus, como recompensa, por tantas profissões desempenhadas na terra, lhe deu uma missão muito, muito especial: a de anjo guardião dos filhos que ficaram na bendita escola terrena.

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita.

 

 

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#1000 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Dom, 10 de May, 2009 3:23 am
Asunto: MÃE DE TODOS!...>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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MÃE DE TODOS!...

 

Oh majestosa mãe do amor!...

receba em teu coração as lágrimas dos filhos

que agora choram pela ausência de suas mães...

Oh senhora da luz!...

Dê ao coração dos humanos

a luz do reencontro da fé...

Oh senhora do perdão!...

Perdoai aos humanos que se distanciam do amor ao próximo.

devolva aos corações a esperança,

faça com que o sol brilhe a todos,

 nossas terras continuem a nos oferecer alimentos;

os governantes sejam tomados pelo espírito da decência,

que possamos olhar para as nações e ver o amor entrelaçar,

que os homens não disputem por aquilo que não lhes pertença,

aprendam a tempo dividir tudo que possuam.

Ah senhora do aconchego

receba em teu colo o doente, retira-lhe a dor,

devolva-lhe a esperança

faça com que o sorriso volte as faces,

que haja paz na terra.

Deus não seja mais disputado entre crenças,

a tempo o homem perceba

Que Deus é Pai de todos, o mesmo Pai, o mesmo!

Abençoe todos os ventres a espera de novas vidas

e que dentro venham brotar seres dotados de luz,

para dar continuidade a grande obra de teu filho.

Ah querida mãe...

Consola meu peito que dói como muitos pela dor da separação,

Entregue a minha mãe e a todas a teu lado

as rosas que nos, os filhos, hoje oferecemos.

Bendita sejas tu mãe de todos!...

 

Paulo Nunes Junior

 
 
 
 
 

#999 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Sáb, 9 de May, 2009 4:09 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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Doando para ser feliz

 

 

 

Ele era um homem bem sucedido naquela aldeia da Finlândia. Alfaiate, sustentava com seu trabalho a esposa e os filhos, até o dia em que uma grande epidemia matou todos os seus amores. Ficou só e por essa razão deixou de trabalhar.

 

Dentro em breve ninguém mais o reconhecia andando pelas ruas, maltrapilho e triste. Era um homem amargurado.

 

Embora os cânticos do natal se fizessem ouvir em todas as esquinas, ele continuava mergulhado em sua tristeza.

 

De repente se viu defronte a uma grande vitrine, cheia de brinquedos. Um garoto pobre olhava com desesperança e desilusão as coisas bonitas e vistosas.

 

O homem pareceu ouvir em sua intimidade o que pensava o garoto: eu nunca saberei o que é ter brinquedos tão bonitos assim.

 

O antigo alfaiate começou a chorar, pela primeira vez em muito tempo, não por si mesmo mas pelo menino. Pensou em quantas crianças como aquela existiriam em sua aldeia. Pobres que não teriam nenhum brinquedo naquele Natal.

 

Sem pensar por onde andava, ele foi seguindo por caminhos desconhecidos. Então, se viu diante de um barraco onde as pessoas da aldeia jogavam lixo e bugigangas.

 

Coisas que não queriam mais.

 

Entrou, sem bem saber porque. Mas parecia que alguém lhe comandava os gestos. E agora, lhe dizia, bem dentro do seu coração:

 

Veja!

 

Procure entre as bugigangas o que possa ser consertado. Leve para casa e conserte. Pinte. Presenteie. Faça uma criança feliz.

 

Ele começou a remexer os entulhos. Havia bonecas, carrinhos, e maravilha!

 

Encontrou até um caixote de ferramentas.

 

Estavam enferrujadas mas ele as lixou, afiou e ficaram como novas. Numa das divisões do caixote encontrou um jogo de agulhas de costura e linhas de muitas cores.

 

Ele se pôs a trabalhar.

 

Nos dias seguintes, recolheu brinquedos quebrados por toda parte. Discretamente, perguntou e se informou onde morava cada criança carente da cidade.

 

Trabalhou arduamente até altas horas da noite. Até os seus olhos doerem, sua visão ficar embaçada e ele adormecer na cadeira.

 

Ao despontar o dia, acordava e continuava o seu trabalho de amor.

 

Na noite de natal ele saiu com vários embrulhos e foi andando, deixando em cada porta das casas das crianças da sua lista, um brinquedo. Uma boneca, um carrinho, um cavalo de pau.

 

A noite estava fria e ventava muito. Várias vezes ele foi e voltou, até distribuir todos os sete grandes sacos que conseguira recolher e arrumar.

 

Depois de uma longa noite de trabalho, o homem morreu bem cedinho no silêncio da manhã de Natal.

 

Quando o dia despertou, os sorrisos se multiplicaram nas casas pobres, ante a surpresa e o encanto com os brinquedos.

 

***

 

Faça deste Natal um Natal inesquecível.

 

Conheça aquele que deu origem ao natal.

 

Aquele que dá amor e alegria a milhões de pessoas.

 

Abra o seu coração para Jesus. Encha-se do Seu amor, da sua paz e alegria para sempre.

 

Aprenda, como o alfaiate da nossa história, que dar é muito melhor que receber.

 

Preencha sua vida com atos de amor, fazendo outras vidas felizes. Faça deste Natal o início de um Natal permanente em seu coração.

 

 

 

 

 

Autor:

Redação do Momento Espírita

 

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 

 

 

 

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#998 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Vie, 8 de May, 2009 9:49 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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Vencendo o Medo

 

 

 

 

O casal se preparou para ter aquele filho durante os longos meses da gestação. Era o primeiro filho e os jovens desejavam que tudo desse certo.

 

Juntos participaram de todas as aulas de treinamento para o parto e de cuidados com o bebê. Prepararam o enxoval e esperaram.

 

Mas, o trabalho de parto foi difícil, e, depois de algumas horas, os obstetras ofereceram a opção da cesariana. A jovem gestante, contudo, estava apavorada e não aceitou.

 

Algumas horas mais e outro médico foi chamado. Apesar do cansaço, da dor e dos apelos do marido, a esposa ainda não aceitou a cirurgia.

 

Desesperado, o rapaz telefonou para a sogra, que morava em outra cidade e pediu a ela que falasse com a filha. Enquanto o telefonema se desenrolava, ele foi até a sala de espera para falar com seu pai.

 

O pai de Michael era um homem da terra, habituado à lavoura. Estava ali sentado, aguardando a chegada do filho do seu filho.

 

Pensativo, ouviu o que o filho lhe explicava. Por fim, disse algumas palavras e abraçou o rapaz, que relaxou um pouco.

 

Retornando para a sala de parto, Michael soube que a esposa concordara com a cirurgia.

 

Enquanto a sala de cirurgia foi sendo preparada, a futura mãezinha ficou deitada, exausta, os olhos cheios de lágrimas, aguardando.

 

Então, antes de ser levada à sala cirúrgica, recobrou o ânimo e fez um vigoroso esforço. A criança nasceu.

 

Era um menino.

 

O fato surpreendeu os médicos que estavam assistindo a parturiente, que passaram a declinar várias hipóteses para o fato. Mas o esposo disse que aquilo tudo tinha a ver com seu pai. E explicou.

 

Quando contou ao velho pai o que estava acontecendo, na sala de parto, ele comentou que o medo dos pais estava perturbando o pequenino ser.

 

Ele também ficou com medo.

 

Assim, o avô, ali mesmo na sala de espera, começou a falar mentalmente com o netinho.

 

Falou das suas lembranças. Falou da beleza da terra, do nascer do sol, do entardecer, da nova colheita e da riqueza das safras.

 

Disse ao neto que aguardava ansioso pelo momento em que eles pudessem caminhar juntos sobre a terra.

 

Falou da bondade da vida, da amizade, do riso e do trabalho bem feito.

 

Finalmente, falou do seu amor pela família. Lembrou-se do seu próprio pai, no México, da esposa, ambos já no mundo espiritual.

 

Falou com o bebê sobre cada um dos irmãos de Michael, os seus tios, do orgulho que deles sentia, das mulheres com que eles se casaram.

 

Lembrou Natais de felicidade, aniversários em família, casamentos. Contou da alegria que sentiam pela felicidade uns dos outros.

 

Falou e falou.

 

Ofereceu ao bebê o seu coração. E o bebê nasceu.

 

...........................................................

 

Nascer é tão delicado quanto morrer. Quem chega, precisa de carinho, atenção, a fim de se sentir protegido.

 

Se você vive o momento da gestação, pai ou mãe, converse com o filho por nascer.

 

Mostre-lhe imagens mentais da bondade do mundo. Compartilhe com ele seu amor pela vida.

 

Diga o quanto o ama e espera. Fale da beleza das flores, dos sons musicais que enchem os ouvidos e sensibilizam a alma.

 

Descreva a poesia das noites estreladas e da lua, de cara redonda e prateada.

 

Acene com os dias futuros em que o levará a passear nas águas cantantes do riacho, onde poderá mergulhar os pés miúdos.

 

Conte-lhe sobre o valor da vida. Afirme, por fim, que o ama de forma incondicional.

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. "Encontrando o Caminho" do livro As bênçãos do Meu Avô, de Rachel Naomi Remen, ed. Sextante.

 

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 

 

 

 

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#997 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Vie, 8 de May, 2009 1:53 am
Asunto: MINHA JANELA>PAULO NUNES JUNIOR>ART RENY DESIGNERS
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Minha Janela

 

 

Aproximo-me de vós, senhora!

Guardas atrás de ti um universo de lembranças...

Tu és minha companheira, às vezes doce; outras não.

 

Ah! Através de ti volto ao tempo...

e, posso ver passar o grande amor que se foi...

As dores que sofri através dos golpes duros

apresentados pela senhora chamada ‘vida’...

Os amigos que se foram,

outros que nem chegaram;

O tempo de infância

a espera de um carinho que não chegara;

a família esperada, mas...

 

Ah, como tu me és, às vezes, carrasca!

Mas não posso fugir de ti...

Mesmo nos instantes que procurei te fechar

e nada mais ver...Mesmo ali,

tua força foi tamanha que me levou a teu encontro

através das duras verdades

que me deu a fonte inesgotável do aprendizado...

 

Que magias tens afinal?

Através de ti posso ver a lua, as estrelas,

sentir os raios do astro-rei...

Ver o ancião, o jovem, sentir-me criança, adulto.

Lembrar-me do beijo inesquecível. Da despedida...

Mas, também,

dos momentos em que me glorificaste com a luz do amor!

 

Através de ti, o senhor ‘tempo’, se apresenta:

Levando-me para bem próximo de alguém...Sempre ai!

Disposto a mostrar-me que após os dias nublados

haverá de se apresentar o Sol...

Um Ser, que através de ti,

me apresenta o canto dos pássaros,

a cor das flores, a magia das estrelas, o mistério da lua

e a força dos oceanos...

 

Ah...'Minha janela', Apresenta-me a vida!

O passado, o presente.

Faz–me ter esperanças que no futuro,

além de mim, esteja, de mãos dadas, enfim...

O meu amor!

(Que se encontra lá fora em algum lugar)...

 

Eu espero, pois, mesmo quando desejo me entregar,

Após uma tenebrosa passagem pelas trevas da solidão...

Olho através de tuas ‘frestas’

E, lá esta o sinal Dele através dos fachos de luz,

que devo continuar...

 

Paulo Nunes Junior

 

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#996 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Jue, 7 de May, 2009 7:15 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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Atitude no lar

 

 

 

 

 

Certa vez uma criança de sete anos perguntou à sua mãe, que era famosa apresentadora de programa de TV:

 

- Mãe, por que na tela da televisão você sempre aparece sorrindo e feliz e em casa está sempre séria e nervosa?

 

A mãe, pega de surpresa, respondeu:

 

- É porque na televisão eu sou paga para sorrir.

 

Ea filha, mais que depressa, tornou a perguntar:

 

- Mãe, quanto você quer ganhar para sorrir também em nossa casa?

 

A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflexão.

 

Por que não sorrir no melhor lugar do mundo, que é o nosso lar? Por que não dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?

 

Você já parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?

 

Girando, ele irriga toda a grama à sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que está próxima do irrigador, está seca.

 

O irrigador molha a grama que está distante de si, mas não consegue molhar a grama que está mais próxima.

 

Será que em nossa família estamos agindo à semelhança do irrigador de grama?

 

Se estamos, é hora de mudar com urgência. Verifiquemos que quando um amigo vem à nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.

 

Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele está, o que tem feito.

 

Somos extremamente simpáticos. Nosso rosto é a própria expressão da alegria e da camaradagem. Batemos carinhosamente em suas costas. Olhamos com respeito e amizade nos seus olhos. Sorrimos e sorrimos muito.

 

Toda nossa atenção, durante o tempo em que ele está conosco, é para ele. Deixamos as nossas atividades habituais, largamos o jornal, deixamos de assistir o programa de tv que tanto gostamos.

 

Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo até à porta, ficamos acenando até ele desaparecer na rua.

 

Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa família.

 

Como que num passe de mágica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.

 

Vamos ler nosso jornal em silêncio, e que ninguém nos perturbe. Passamos a ser outra pessoa. Junto ao amigo somos pessoas simpáticas e sorridentes. Junto à nossa família somos antipáticos e exigentes. Por que?

 

Será que os nossos amores não merecem a nossa atenção e o nosso carinho?

 

Pense nisso!

 

Se você se deu conta que está agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situação.

 

Ainda hoje, enquanto você está com seus filhos, sua esposa, seus pais, seja alegre.

 

Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto você está na escola, no trabalho, na rua?

 

Eles estão com algum problema? Gostariam de contar?

 

Sorria.

 

Conte histórias de bom conteúdo. Relate fatos de sua experiência. E sorria.

 

Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.

 

Agindo assim, nossa casa se transformará em um lar.

 

E ainda hoje seremos mais felizes.

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base na Revista Espírita Allan Kardec ano XII nº 44, pág. 11, O próximo mais próximo, de Alkindar de Oliveira.

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 

 

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#995 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Mié, 6 de May, 2009 3:39 am
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O Momento da Aurora

 

 

 

Certo dia, um rabino reuniu seus alunos e perguntou:

 

- Como é que sabemos o exato momento em que a noite acaba e o dia começa?

 

- Quando, à distância, somos capazes de distinguir uma ovelha de um cachorro – disse um menino.

 

O rabino não ficou contente com a resposta.

 

- Na verdade – disse outro aluno -, sabemos que já é dia quando podemos distinguir, à distância, uma oliveira de uma figueira.

 

- Não é uma boa definição – respondeu o sábio.

 

- Qual a resposta então? – perguntaram os garotos.

 

O rabino então falou:

 

- Quando um estrangeiro se aproxima e nós o confundimos com nosso irmão, este é o momento da aurora, o momento em que a noite acabou e o dia começa.

 

...............

 

O amor ao próximo está em todas as crenças, em todos os tempos.

 

Os mestres, os sábios, os missionários, sempre ensinaram e exemplificaram esta lição, proclamando que a aurora da humanidade virá quando descobrirmos uns aos outros, quando admitirmos que somos filhos de um mesmo pai, que temos o mesmo objetivo, e que por isso precisamos caminhar juntos.

 

É tempo de abrir o coração para outras almas, de deixar os preconceitos de lado, as exigências descabidas, e conviver mais com as pessoas.

 

Muitos têm medo de se ferir. Muitos se afastam de todos por egoísmo.

 

Seja você uma exceção. Seja aquele que valoriza as amizades, aquele amigo que está sempre lá, "pro que der e vier", como se diz popularmente.

 

Seja aquela pessoa que gosta de ter a casa cheia, que gosta de receber visitas, que gosta de compartilhar as conquistas com os outros.

 

Seja você aquele que liga para desejar feliz aniversário, aquele que escreve um longo cartão de natal falando do ano que se passou, e o quanto aquela pessoa lhe foi importante.

 

Seja aquele amigo que destaca as virtudes do outro, e que até discorde algumas vezes, mas discorde com delicadeza e psicologia.

 

Seja você alguém que cumprimenta a todos, e que receba aqueles que ainda não conhece bem, com um sorriso, com um "bom dia".

 

Finalmente, seja você a aurora dos que estão à sua volta, dizendo-lhes, através de seu otimismo, que o dia se aproxima, e que a noite logo termina.

 

...............

 

"O momento da aurora se aproxima.

 

Muitas vozes já proclamam a chegada de um novo tempo.

 

Tempo que está no coração do homem.

 

Tempo que está no calor de seu abraço.

 

O momento da aurora se aproxima.

 

E a noite será passado, e o sol será presente.

 

Presente para aqueles que se tornarem espelho e refletirem, em seu próximo, toda luz que receberem."

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro “Histórias para pai, filhos e netos”, de Paulo Coelho.

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 
 

#994 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Mar, 5 de May, 2009 4:41 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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De Pai Para Filho

 

 

 

 

O pai entrou de mansinho no quarto do filho que dormia tranqüilamente e falou como quem tinha muito a considerar:

 

- Escute meu filho: digo isto, enquanto você dorme aí com a mão sob o rosto e os cabelos pregados na testa úmida.

 

- Há poucos minutos, lendo o meu jornal, fui tomado de intenso remorso.

 

Inquieto, vim para perto do seu leito.

 

- Eis o que eu pensava, meu filho: fui implicante com você; repreendi-o quando se vestia para a escola e porque não lavara o rosto com cuidado.

 

- Falei com aspereza por causa dos sapatos sujos. Gritei, zangado, quando deixou suas coisas no chão.

 

- Ao café, de manhã, achei pretexto também para resmungar. "Você derrama leite na toalha; devora em vez de comer; tinha os cotovelos sobre a mesa; punha manteiga demais no pão."

 

- E, quando saímos, você para brincar e eu para tomar o ônibus, você voltou-se, deu adeus com a mão e gritou: "até logo paizinho!" Fechei a cara e, como resposta, disse: endireite os ombros!"

 

- Depois, tudo começou à tarde. Quando vinha pela rua vi-o, de joelhos no chão brincando; suas meias estavam furadas: humilhei-o diante dos colegas, mandando que seguisse à minha frente, para dentro de casa. "As meias são caras e se você tivesse que comprá-las teria mais cuidado."

 

- Imagine, filho, ouvir isso de um pai!

 

- Lembra-se quando, mais tarde, eu lia na sala e você entrou timidamente, com um traço de mágoa no olhar? Levantei o jornal, impaciente pela interrupção, e você hesitou na porta. "Que é que você quer?" Rosnei.

 

- Você não disse nada, mas correu pela sala e, num pulo rápido, atirou-se sobre mim, me abraçou, me beijou e os seus bracinhos me apertaram com o amor que Deus fez florescer no seu coração e que nem a minha negligência conseguia reprimir.

 

- Bem, filho, foi pouco tempo depois disso que o jornal me escapou das mãos e o meu espírito se sacudiu por uma preocupação terrível: "que será de mim, se me escravizo a este hábito de viver xingando, estar sempre repreendendo?"

 

- É a única recompensa que lhe dou por ser um menino sadio? Não é que não o ame; é que queria exigir demais. Media a sua juventude pelo gabarito da minha idade.

 

- E há tanto de bom, de excelente e verdadeiro em seu caráter!

 

- O seu pequeno coração é tão amplo como a própria aurora a descer sobre os morros.

 

- A prova estava naquele impulso espontâneo de vir correndo para me beijar e me dar boa-noite. Nada mais vale esta noite, meu filho.

 

- Vim para o lado de sua cama, na escuridão, onde me ajoelhei, envergonhado, como uma pequena penitência. Sei que você não compreenderia estas coisas se eu as dissesse enquanto você estava acordado, mas amanhã serei um paizinho de verdade.

 

- Serei mais que um amigo; sofrerei quando você sofrer; rirei quando você sorrir; morderei a língua quando me brotarem palavras impacientes.

 

- Direi repetidas vezes, como uma oração: "ele é apenas um menino, uma criança."

 

- Receio e temo que o tenha tomado por homem. Entretanto, meu filho, contemplando-o agora, encolhido e cansado sobre a cama, convenço-me de que você é apenas uma criancinha.

 

- Ainda ontem você dormia nos braços de sua mãe com a cabeça apoiada no ombro dela.

 

- Pedi demais, pedi demais!

 

.........................................................

 

Aquele pai teve oportunidade de pedir desculpas ao filho por ter sido tão rude, mas, infelizmente, há tantos pais que só se dão conta disso depois que os filhos crescem ou partem para o mundo espiritual.

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base na revista Seleções do Reader’s Digest, 08/45, "Pai Esquecido".

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 
 
 
 
 

#993 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Lun, 4 de May, 2009 11:01 pm
Asunto: ÚLTIMA CARTA - Paulo Nunes Junior- Arte e Formataçao By Neia
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Última Carta...

 

Nesta tarde de outono,

 a a natureza  contemplar

 os olhos  folhas caídas pelos caminhos;

flores recolhidas, mas com a beleza disposta a resistir,

 mesmo frente à  tristeza que enseja o dia...

A folha de papel,

na mesa em  que antes recebíamos dia a dia,

 a oferecíamos momentos de graça e encanto;

 os jardins, ao redor da sala majestosa,

 agora solitária, enfim,

 é o momento:

 eu e você, papel e lápis

num encontro final...

Agora, escrevo tudo do que fomos

 registro em páginas cheias de ternura,

 confidências, em páginas de vitórias;

 conquistas mil, abraços, beijos;

 lutas vencendo até mesmo a morte,

 a ameaçarmos, por vezes...

Passo a escrever o que não fomos:

 e três linhas se projetam,

 nada mais , faltou coragem...

 faltou cumplicidade e entrega...

Encerro a história,

começo a escrever o meu reencontro com a vida;

 o sol que me voltou;

 a lua que agora encanta-me;

 as estrelas a brilharem novamente,

em minhas noites...

Neste jogo de paixão alucinante,

surgida quando já me preparava

 para a entrega derradeira;

 a fazer-me de menino homem...

 adentra nas selvas,

 impostas pela solidão,

 a tigresa e sua força em furor,

 tal que me faz pequeno,

 diante de seu fogo

 e grande perante o Universo!

Um jogo de cumplicidade,

 de amor, paixão, excitação...

 sensações mil a lançarem-me

 a tarefa, agora, de começar novamente...

 a certeza de que a página virou.

 o amor voltou levando ao êxtase juntos aos deuses do olimpo

Agora, preparo-me para selar o envelope,

 despedir-me de você,

encerrar esta história

e dar início a nova chance

de poder voltar a ser feliz...

Olho para a mesa,

 tudo escrito, pronto, lápis caído,

momento de preparar o envio...

Paulo Nunes Junior

SP/Brasil

 

Construamos a paz promovendo o bem”

 

 

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#992 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Lun, 4 de May, 2009 3:01 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR >ARTBYNEIA
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Mães e filhos

 

 

 

Pela Internet recebi outro dia uma carta assim:

 

"Sempre soube que ela era importante para mim.

 

Só não sabia o quanto ela era realmente valiosa e especial.

 

Sempre imaginei que se um dia ela me faltasse, eu sentiria sua falta.

 

Mas nunca calculei o que sua falta verdadeiramente representaria para mim.

 

Sempre me disseram que amor de mãe é algo diferente, sublime, quase divino.

 

Sempre me disseram tantas coisas a respeito desse relacionamento: mães e filhos.

 

Tanto disseram, mas foi pouco o que eu ouvi e entendi sobre isso.

 

Banalizei.

 

Não acreditei.

 

Até o dia em que ela se foi.

 

Era uma tarde de final de primavera.

 

O vento brando soprava e em minha casa não havia a mais leve suspeita da dor que se avizinhava.

 

De repente, a notícia.

 

Mas não poderia ser verdade.

 

Não, Deus não permitiria que as mães morressem.

 

Não assim.

 

Não a minha.

 

Engano meu.

 

Era verdade.

 

A verdade mais cruel e mais dura que meu coração precisou encarar, enfrentar, suportar.

 

Ela partiu sem me dizer adeus, sem me dar mais um abraço, mais um beijo, sem me pegar no colo pela última vez, sem me dizer como fazer para prosseguir só, dali para frente ...

 

Simplesmente partiu.

 

E uma ferida no meu peito se abriu.

 

Ferida que não cicatriza, que não sara, que não passa.

 

É a falta que ela me faz.

 

É minha tristeza por querer seu aconchego mais uma vez, seu consolo, sua orientação segura.

 

Querer seu cafuné antes do meu adormecer, sua voz antes do meu despertar.

 

Sua presença silenciosa em meus momentos de angústia, sua mão amiga a me amparar e confortar.

 

Querer outra vez ouvir seu sussurro baixinho me dizendo que tudo vai dar certo e que tudo vai acabar bem.

 

É uma saudade que aperta meu coração e me faz derramar lágrimas às escondidas.

 

É uma dor de arrependimento por todas as mal-criações que fiz, pelas palavras atravessadas e rudes que lhe disse.

 

Arrependimento porque agora sei que mãe é mesmo alguém muito especial e porque me dou conta de que os filhos só percebem isso muito tarde.

 

Tarde demais, como eu."

 

A morte é um afastamento temporário entre os seres que habitam planos diversos da vida.

 

Embora saibamos disso é compreensível a dor que atinge aqueles que se vêem afastados de seus amores pela ocorrência da morte.

 

Muitas vezes essa angústia decorre do arrependimento pelas condutas equivocadas que os feriram, ou que não demonstrar o verdadeiro afeto que sentíamos por aqueles que partiram.

 

Às vezes são as mães que partem, outras são os filhos, ou os pais, os amigos ...

 

E tantas coisas deixam de ser ditas, de ser feitas, de ser vividas ...

 

Pense nisso!

 

A vida é marcada por acontecimentos inesperados que a transformam, muitas vezes, de modo irreversível.

 

Cuide de seus amores porque, embora eles sejam para sempre, poderão não estar sempre ao seu lado.

 

 

 

 

 

Autor:

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em carta de autoria desconhecida.

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 

 
 
 
 
 
 

#991 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Dom, 3 de May, 2009 6:53 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
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As duas faces

 

 

 

 

Afirma-se que um famoso pintor do renascimento, quando pintava um quadro sobre o menino Jesus, após conceber e fazer os primeiros estudos, procurou uma criança que lhe servisse de modelo para a face do Mestre, na infância.

 

Procurou em muitos lugares até encontrar um pequenino sujo, que brincava nas ruas. O menino retratava no olhar e na face toda a pureza, bondade, beleza e ternura que se podia conceber.

 

Explicou-lhe o que desejava e, ante a autorização da família, levou-o para posar no seu atelier, retribuindo-lhe o trabalho com expressiva soma em moedas de ouro.

 

Anos depois, o artista desejou pintar outro quadro. Dessa vez iria retratar Judas. E saiu em busca de alguém que pudesse lhe oferecer o rosto do traidor.

 

Em mercados e praças públicas, tavernas e antros de costumes perniciosos por onde esteve à procura, não encontrou ninguém que se assemelhasse, em aparência, ao discípulo equivocado.

 

Já havia desanimado de procurar e pensava em desistir, quando, visitando uma taberna de má qualidade, se deparou com um delinqüente embriagado, em cujo olhar e semblante se encontravam os conflitos do traidor, conforme a concepção que dele fazia.

 

A barba endurecida, a cabeleira mal cuidada, eram a moldura para o olhar inquieto, desconfiado, num rosto contorcido pelo desconforto íntimo, formando um conjunto de dor e revolta, insegurança e arrependimento ímpares.

 

Comovido com o fato, o artista convidou aquele homem para posar, ao que ele respondeu que só faria sob a condição de boa recompensa financeira.

 

O pintor começou a obra e percebeu, após algumas sessões, que a face congestionada daquele homem se modificava a cada dia, perdendo a agressividade e a perturbação.

 

Um dia resolveu perguntar ao modelo o porque de tal transformação, ao que ele, um tanto melancólico, respondeu:

 

Posando nesta sala, recordo-me que há alguns anos atras, eu servi ao senhor de modelo para a face do menino Jesus...

 

Eu sou aquele garoto em cujo rosto o senhor encontrou a paz e a beleza do Justo traído...

 

O dinheiro que ganhei, em face da minha imaturidade, mais tarde pôs-me a perder e, de queda em queda, numa noite em que me embriaguei, por uma disputa insignificante matei outro homem.

 

Condenado num julgamento arbitrário, envenenei-me de ódio...

 

Agora, pisando neste lugar outra vez, recordo daquele tempo e retorno, emocionalmente, a Ele, e me acalmo...

 

Paradoxalmente, o mesmo indivíduo ficou retratado na face de Jesus menino e de Judas, em duas fases diferentes da mesma vida.

 

***

 

Muitos de nós, simbolicamente, temos os nossos dias de traído e de traidor.

 

Dias em que trazemos na face a expressão da bondade e da ternura. E dias em que somos o retrato vivo do desespero.

 

É nesses dias difíceis que devemos buscar, emocionalmente, a serenidade dos dias de luz e seguir em frente com vontade de imprimir, de vez por todas, a face justa e bela do nosso modelo maior, que é Jesus Cristo.

 

 

 

 

 

Autor:

(Adaptação do cap. 28 do livro Seara do Bem.)

 

Tenham dias repletos de paz

 

Beijos em vossos corações

 
 
 

#990 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Sáb, 2 de May, 2009 9:14 pm
Asunto: "JÁ FIZEMOS O SUFICIENTE!?...-PAULO NUNES JUNIOR/ Arte e Formatação - IaraMel
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JÁ FIZEMOS O SUFICIENTE!?...

 

 

 

Quando nascemos para este mundo

 

chamado mundo de expiações,

 

nós e dado um livro em branco.

 

páginas inúmeras para alguns

 

para outros poucas...

 

Mistérios inexplicáveis aos olhos,

 

Sempre nos apoiamos na fé para a busca de respostas

 

a tudo que desconhecemos.

 

Tudo que nos fere sem sabermos o porquê?...

 

Tudo que é mais forte que nós e nada podemos fazer

 

Como a morte o é!

 

 

 

Percorremos estas folhas e nossos atos

 

Transformam-se na pena que escreve,

 

Alguns escrevem de maneira tão forte que sua trajetória é perpetuada,

 

Outros, com lápis e grafite tão fracos que logo o tempo

 

se incumbe de apagar tudo.

 

Nestas páginas chamadas de dias

 

que se transformam em meses, anos...

 

passamos então a registrar

 

Tudo que nós foi feito para o bem

 

Tudo que fizermos de ruim,

 

mesmo que, de maneira impensada...

 

 

 

Nestas folhas do livro chamado vida,

 

passamos a depositar nossas vitórias,

 

nossos fracassos, nossas paixões, nossas idéias...

 

Fazemos dele algo que nos cobra em cada erro

 

dificilmente se abre para saudar-nos em nossos acertos.

 

Sim...É assim que é esta senhora chamada Vida...

 

Jogam-se pedras em qualquer pequeno deslize,

 

cobrando-nos do fundo da alma,

 

mas resiste-se em abrir, as páginas seguintes ou passadas,

 

Para sentirmos o afeto proporcionado por nossos bons atos.

 

 

 

O mais duro é que, na maioria das vezes,

 

as mãos que abrem as páginas de nossos erros

 

nem são as nossas, e sim... de outros

 

Que na verdade nem souberam escrever as suas próprias.

 

Assim é a vida...

 

Mas não podemos jamais sucumbir aos que desfolham as páginas

 

a procura de nós machucar, de nos ferir,

 

devemos sempre com a cabeça erguida,

 

com o coração repleto de amor seguir nossos caminhos...

 

Continuar a escrever nossa historia.

 

 

 

 

 

Levar a todos os lugares, a todos os corações o amor,

 

instrumento básico para a boa escrita de nossos atos,

 

jamais podemos deixar nossos corações

 

tomados pelo rancor, pela ofensa,

 

pelas palavras dura a outrem.

 

 

 

Se não soubermos falar de amor...

 

Então...fiquemos quietos e

 

deixemos o tempo ser o senhor da verdade.

 

Ele, o tempo, mostra tudo e

 

antes que este livro se feche...

 

Ainda que um minuto ante, toda a verdade surge,

 

Tudo acaba sendo registrado...Tudo...Tudo...

 

 

 

Paulo Nunes Junior

 

 

 

 

 

 

www.paulonunesjunior.com.br

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www.recantodapoesia.com.br


#989 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Vie, 1 de May, 2009 11:08 pm
Asunto: SALÃO DE ILUSÕES>PAULO NUNES JUNIOR""/Arte e Formatação - IaraMel
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Salão de Ilusões

 

 

 

Abra-me tuas portas majestoso salão!

 

Portas douradas tocadas pelo mistério

 

Portas que guardam a emoção que me abraça

 

e me joga em meio a tudo,

 

em dança suave de gestos compassados,

 

apresenta-me a paixão...

 

 

 

Tão forte és,

 

que me fazes esquecer o resto, deixado para trás...

 

Lá, fora, não importa...

 

A tristeza da lugar a momentos únicos,

 

sonhos desenhados, lençóis jogados,

 

cheiro de amor no ar...

 

 

 

Que senhora esta paixão,

 

que faz me sentir um general

 

eleva-me sobre as próprias nuvens...

 

Ah, mas lá vem o tempo! Mágico de tudo...

 

Abre-me outras portas do salão

 

e mostra-me que o sonho acabará...

 

 

 

É instante de acordar, de buscar forças...

 

A lágrima roça a face

 

Penetra a alma, que enlutada da às costas,

 

fecha as portas...

 

O salão esta fechado!

 

 

 

O que antes era desejo, agora é temor...

 

O que antes era busca de forças e aconchego, agora evitado...

 

a crença sepultada...

 

 

 

Ah, este salão de fugas...

 

Doce, colorido por momentos,

 

mas tão feroz, sem cor e carrasco por outros;

 

a espera de me oferecer, quem sabe...?

 

Outras paixões...

 

 

 

Mas o medo, a dor...

 

Torna-me fugitivo destas portas de ilusões...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


#988 De: "PAULO NUNES JR" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Vie, 1 de May, 2009 9:29 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR >ARTBYNEIA
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Cadeias da alma

 

 

 

 

Você se considera uma pessoa livre?

 

Mas, afinal de contas, o que é ter liberdade?

 

Se pensamos que somos livres só pelo fato de não estar atrás das grades, podemos até nos dizer livres.

 

Mas, será que realmente somos?

 

Se você diz ter liberdade plena, mas se irrita quando os outros querem; se veste conforme os modistas determinam; sente ódio quando as circunstâncias pedem; usa a marca que a sociedade estabelece como sendo a melhor, e se submete a outras tantas cadeias psicológicas, você pode até dizer-se livre, mas é um encarcerado da alma.

 

O homem verdadeiramente livre é senhor de si, dos seus atos, da sua vontade.

 

Quem é livre não se submete aos vícios, nem às convenções sociais descabidas, nem cai em armadilhas preparadas para os descuidados.

 

A verdadeira liberdade é a liberdade da alma.

 

Gandhi, o homem que soube lutar pela paz, apesar de ficar detido atras das grades muitas vezes, era um homem livre, pois ninguém conseguia aprisionar-lhe a alma.

 

Paulo o apóstolo, mesmo jogado numa cela fétida e úmida, manteve-se sereno e senhor da sua liberdade moral.

 

Os homens podiam impedir que ele andasse livremente, mas jamais conseguiram deter sua liberdade de pensar e sentir.

 

Quando um homem é livre, não se importa com o que pensam dele nem com o que falam a seu respeito, mas sim do que fala sua própria consciência.

 

Os pais e mães modernos, nem sempre estão dispostos a educar os filhos para que sejam livres pois estabelecem, desde a infância, uma série de situações que tendem a fazer com que pensem pela cabeça dos outros.

 

Não os deixam ter as experiências de que necessitam para ser livres e por isso os fazem seus dependentes.

 

Dependem da mãe para escolher a roupa e o calçado que irão usar, para arrumar sua cama, para pôr ordem seus brinquedos e, às vezes, até para fazer as lições da escola.

 

Sim, há pais que fazem pelos filhos as tarefas que os professores lhes solicitam.

 

Pensando em ajudar, negam ao filho a oportunidade de se fazer verdadeiramente livre.

 

Outros pais fazem dos filhos cópias perfeitas dos seus ídolos da tv. Compram roupas, bolsas, calçados e outros adereços de personagens que a mídia produz, como se fossem modelos saudáveis a serem seguidos.

 

Não se dão conta, esses pais, que estão criando um condicionamento negativo, impedindo que as crianças desenvolvam o senso crítico.

 

Importante que pensemos com seriedade a esse respeito, buscando a nossa liberdade moral e ajudando os filhos a conquistar sua própria libertação.

 

Libertação física pela limitação dos apetites, não se deixando governar pelos instintos.

 

Libertação intelectual pela conquista da verdade, mantendo a mente sempre aberta.

 

E libertação moral pela procura da virtude.

 

Somente quando soubermos governar a nós mesmos com sabedoria é que poderemos nos dizer verdadeiramente livres.

 

***

 

O limite da liberdade encontra-se inscrito na consciência de cada pessoa, que gera para si mesma o cárcere de sombra e dor, ou as asas de luz para a perene harmonia

 

 

 

 

 

Autor:

Redação do Momento Espírita

 

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Beijos em vossos corações


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