Entrar
¿Nuevo usuario? Inscribirme
invisamayombe · Invisa Mayombe
? ¿Ya estás suscrito? Entra a Yahoo!

Consejos

¿Sabías que...?
Podés cambiar el orden de los mensajes. Simplemente hacé clic en el enlace de columna fecha. Tus preferencias se guardarán, por lo tanto no necesitarás hacerlo otra vez cuando vuelvas a entrar.

Mensajes

  Mensajes Ayuda
Avanzado
Vení y unite a DATA DE LA MAE OXUM EN QUILMES en RED UMBANDA PARAG   Lista de mensajes  
Responder | Reenviar Mensaje #2853 de 3136 |
Re: [invisamayombe] A Rainha Nzinga, urbi e orbi. A"Dizonda" morreu ha 345 anos.

Hola:
 
Muy interesante el artículo; quisiera saber por qué le decían Ginga a la Rainha, me llama la atención porque el un movimiento del Capoeira brasileiro, arte marcial de origen bantú.
 
Otro punto interesante el la influencia en el Vudú haitiano, pues nuestros hermanos de allá, cultuando un rito de origen Gegé (ewé, fon), tienen gran influencia bantú.
 
Saludos a todos
 
Gabi
 


dom 21-dic-08, souindoula simao <souindoulasimao@...> escribió:
De: souindoula simao <souindoulasimao@...>
Asunto: [invisamayombe] A Rainha Nzinga, urbi e orbi. A"Dizonda" morreu ha 345 anos.
Para: invisamayombe@...
Fecha: domingo, 21 de diciembre de 2008, 12:51 pm

Endereco-lhe os meus melhores votos para o Ano Novo 2009.
 
Simao SOUINDOULA
Director da Rede Internacional Bantulink
C.P. 2313
Luanda
( Angola )
 
Tel.: 929 79 32 77
 
 
in "Jornal de Angola" , 21/12/2008
 

Rainha Nzinga Mbandi morreu há 345 anos

 

Simão Souindoula

É a importante vertente que escolhemos analisar pela ocasião da passagem no dia 17 de Dezembro, data que marca a morte, em Santa Maria de Matamba - a tornada cristã - no ano de 1663, da "Dupla Soberana".


Dia, surpreendemente, bem ordinário em Angola, apesar deste ter significado uma ruptura irreversível na evolução histórica de toda a parte ocidental da África central.


Tentaremos no quadro do presente exame, realçar os principais factos que provocaram o surgimento do mito da "Regina" do Ndongo e da Matamba, a sua gradual expansão na Europa e a perpetuação da tradição real que evoca esta "sacerdote" no além - Atlântico.
Apresentaremos, em seguida, os domínios que fixaram, nessas regiões ultra marinas, o mito da monarca, a importância das múltiplas iniciativas tomadas à volta desta figura e apreciação sobre a consideração que esta deve merecer.

Educação patriótica e Marcial

A singular estampilhagem da forte personalidade da futura heroína começa, desde a tenra idade, com o seu posicionamento parental visivelmente patrilinear.


Parece estar sob o cuidado particular do pai, que é, natural e duplamente, "Ngola" e "Kiluanji", quer dizer, Líder Político e Chefe do Exército. A jovem, de forte corpulência física, será manifestamente marcada por uma educação muito patriótica e a adopção de uma conduta estritamente marcial. E inculcado a princesa, de temperamento já refractário, o espírito de bravura, o sentimento de honra, o sentido da diplomacia e da responsabilidade política e a intuição estratégica.


Esses traços de carácter serão perceptíveis durante toda a sua vida desta " Nzinga Mbandi" que significa no Oriente do nosso pais, curiosas homofonia e homografia, "Homem-mulher".


Com efeito, será necessário à futura e astuta Dona Anna de Sousa, todas essas características individuais para se impor junto dos seus irmãos, machistas convencidos, e demais familiares com espírito, naturalmente, conservador, cumprir as famosas duas missões diplomáticas, delicadas, efectuadas, corajosamente, e com brio, em 1622 e no ano seguinte, numa parte já ocupada do território do Ndongo, a muito de-sejada pela Coroa portuguesa, cidade - fortaleza de São Paulo de Loanda.


Parte da lenda da Embaixadora da ilha de Ndanji cristaliza-se a partir das referidas audiências, que decorreram num formato de conforto muito particular. Esses encontros, que envolveram as figuras dos Governadores da Colónia portuguesa, que ti-nham nem mais, nem menos, o título sintomático de Vice-Rei, cunharam definitivamente os espíritos na Colónia portuguesa e na metrópole sobre esta Princesa de ferro.


Marcaram igualmente as opiniões, o extraordinário domínio da língua portuguesa pela jovem diplomata vindo de Mbaka, se tivermos em conta o irrefragável testemunho do Padre italiano Cavazzi que confirma que a Regina " ...in idioma Portoghese nel quale era versatissima...". A apreciação sobre o seu elevado grau de instrução sobre a língua e a civilização portuguesas e a sua viva inteligência estabeleceu, definitivamente, a sua auréola.


Outros factos erigirão, ao nível internacional, a lenda da "Federadora", do proto - bantu sing- to attach, ligar.


Urbi e Orbi


Citaremos, para o essencial, a sua obrigada tomada do trono do Ndongo, em 1624, a sua clarividente leitura, em 1626 e dois depois, da correlação de forças militares com a cancrescente Colónia de Angola, a gestão diplomática inteligente desta realidade geopolítica, o recuo vital, em 1626 e no ano seguinte, para o hinterland e a sua conquista, inédita, na Historia de África, de um segundo território, a Matamba, em 1630, as oportunas coalizões politico-militares com os terríveis Jagas de Kasanje e os impacientes Kongo, engajando, nessas, a sua própria pessoa, a sua propícia aliança, de 1641 a 1648, com os Holandeses, inimigos hereditários dos Ibéricos, que ocuparam Loanda, de 1641 a 1648, a sua capacidade organizativa, a hábil deconversão e engenhosa reconversão à fé cristão, a permanente e esperta manobra de gerência da sua imagem de líder feroz e mulher fatal e o seu quase não casamento...Confessou, durante a sua última unção, perante o já referido Padre capuchinho, Giovanni António Cavazzi de Montecuccolo, não ter encontrado na região, um homem digno de ser o seu esposo...


Acrescentaremos a isso tudo, a sua "anormal" longevidade de vida, em pleno século XVII, onde a esperança de vida, no mundo ronda os 30 anos; morreu aos 82 anos!


Aparentemente, só as metástases de um cancro da tiróide podiam derrubar a "Mu-lher-imbondeiro", nesta manha, triste, de 17 de Dezembro de 1663, em Santa Maria de Matamba, nos algures da nossa redentora actual província de Malanje. A conjugação destes factos, associados à sua singular longa resistência, de quase 40 anos, particularmente perigosa e agitada, fixou, irreversivelmente, urbi e orbi, a lenda literária, artística, histórica e antropológica da "Nzinga-Nzinga".

Na Literatura Ocidental

Além de várias relações e crónicas militares que sairão de "Angolla" e dos territórios vizinhos, e a preciosa "Istorica Descrizione d´ e tre Regni, Congo, Matamba e Angola" de Cavazzi, confessor da dupla "Regina", editada, in extremis, em Bolonha, na Itália, em 1687, que vai confirmar, no mundo, os factos da invulgar vida da terrível filha de Mbandi. A partir dai, vai se suceder uma serie de obras literárias e científicas assim que de tentativas de reconstituições de pseudo-retratos da "Queen angolana".


A primeira construção literária sobre ela será o famoso romance "Zingha, Reine d´Angola. Histoire Africaine" do brilhante homem de letras francês Jean Louis Castilhon, publicada em 1769. Foi considerado como o primeiro romance de carácter africano da literatura ocidental. Notar-se-á que a última reedição deste livro, realizada em Bourges, França, em 1992, foi coordenada por dois especialistas das Ciências Literárias Medievais e Professores da Universidade de Nanterre, em Paris, Patrick Graille e Laurent Quillerie.
Esta excelente remessa comporta notáveis explicações do contexto da época da publicação do romance e abundantes notas críticas e dezenas de iconografias raras sobre o Ndongo e a Matamba.


Esta obra do século XVIII, fundamental para a aprendizagem da história da heróica resistência conduzida pela Dupla "Raynha" a expansão da dominadora Colónia de Angola, ainda não tem, lamentavelmente, quinze anos depois da referida reedição, uma versão portuguesa.


O sucesso desta reconstituição romanceada da vida da "Senhora d´ Angola", que será traduzida em neerlandês, logo em 1775, suscitara outras iniciativas literárias, marcadas pela sua suposta aterrorizadora implacabilidade.


O francês Marquis de Sade (1740 - 1814) e o austríaco - alemão Leopold Ritter von Sacher - Masoch (1836 - 1896) cairão nas evidentes fábulas destiladas contra a filha de Nzinga Mbande e, sobretudo, nas suas próprias perversões.


A crítica literária forjará, definitivamente, a partir dos nomes dois escritores tresmalhados, os conceitos de sadismo e de masoquismo.


Reconstituição Histórica


O essencial dos trabalhos, nesta rubrica, sairá, em Paris, nomeadamente na "Histoire Universelle", publicada em 1765.


No século a seguir, em 1834, e a contribuição, da Duquesa de Abrantes "Zingha, Reine de Matamba et d´Angola" que será inserida na obra "Mulheres celebres de todos os países".
Se assinalara, muito mas tarde, logo após a Trinitaria Insurreccional dos revoltados angolanos, a publicação pelo anti-salazarista Castro Soromenho, nas independentistas edições Presence Africaine na progressista capital francesa, " Portait : Jinga, Reine de Ngola et de Matamba".


E, o saudoso historiador da engajada Guine Conakry, Ibrahima Baba Kake, publicara, aí, mas, nas edições ABC, a encantadora "Anne Zingha, Reine d´ Angola".

Pseudo-Retratos

A lenda da "Ngola" reforçou-se, inexplicavelmente, no século XIX, na Europa ocidental, incrivelmente, mais de um século após a sua morte na longínqua Santa Maria de Matamba, localidade situada a meio percurso do rio Cambo, afluente do Cuango.


A ilustração desta extraordinária remanescência histórica será demonstrada pela composição pelo reputado gravurista francês Achille Deveria (1800 - 1857), Director do Departamento de gravuras da Biblioteca Nacional do Hexágono, de uma reconstituição da nossa "Dizonda". Ela terá, doravante, um rosto a partir da imaginação deste talentoso desenhador, - que o primeiro, no mundo, soube aplicar as cores as litografias. E a imagem que percorrera o mundo; reproduzida em milhares publicações de carácter histórica e cultural e em diversos suportes, tais como em quase todos os manuais escolares sobre a história africana. Achille Deveria, cujo original desta estampa se encontra na Biblioteca das Artes Decorativas da capital francesa, evitou restituir à Nzinga, a sua força física e a sua estatura marcial, ao contrário do nosso bem inspirado e saudoso General - Escultor Rui de Matos.


Privilegiou a restauração de uma bela mulher africana, espontaneamente tentadora, de acordo com o tenaz preconceito de mulher fatal que colou, terminantemente, a Rainha, na Europa.

Ginga afro-americana e singa afro-caribenha.

O conjunto dos feitos políticos, militares, diplomáticos e religiosos da meia - católica Ana de Sousa atravessara, logo no século XVII, o Atlântico pelos escravos ngolas, mundongos e matambas, convertidos, precipitadamente, a fé de cristã, nas costas de "Angole" e desembarcados, entre outras dezenas de portos nas Américas e Caraíbas, em Pernambuco ou na Espanola, hoje Haiti e República Dominicana.


Os cativos afro-brasileiros perpetuarão, necessariamente, - hoje ainda - a protecção espiritual das "Rainhas Gingas", e isso, em várias regiões do imenso Brasil, tal como no célebre município de Osório, no Estado do Rio Grande do Sul, com as cerimónias rituais consagradas à Nossa Senhora do Rosário.


O mito Ginga enraizou-se, igual e irreversivelmente, no folclore profano afro-brasileiro, facto ilustrado nas congadas, cortejos e bailes.


Outro exemplo de continuidade ultra marina da lenda da igualmente animista filha da discreta Guenguela - Cacombe, e a existência no espiritual e território haitiano, bem niger, de uma variante do temível vaudou, a de singa, numa dinâmica de sincretismo e de avigoramento ritual de raiz bantu-ewe-fong.


Este rito evoca, visivelmente, a indomável "Mwene" que acreditava nos ritos do seu NDongo natal e da sua Matamba, aparentada e adoptiva, e que os praticava assim como os dos aterrorizantes, vizinhos e utilizados guerreiros Jagas.


Citaremos, a titulo de exemplos, a digitalização e inserção no Web de vários documentos primários evocando a Regina, a inserção de um novo pseudo-retrato da Soberana no Museu afro-americano Du Sable de Chicago assim como a instalação de uma impressionante estátua no Museu de Jamestown, nos EUA, a defesa de teses de alto nível académico em diversos países e a publicação de centenas de artigos em reputadas revistas científicas, a organização de colóquios sobre vertentes poucas analisadas da Resistente, a produção, há dois anos, em Nairobi, pelo The Jomo Kenyatta Fondation da enérgica peça de teatro "Nzinga, The Warrior Queen", da autoria da britânica Elisabeth Orchardson, a escolha epónima, sobretudo na federação brasileira, do nome da "Dona de Angolla" por varias entidades culturais de raiz niger, intermináveis reproduções litográficas do pseudo-retrato da fascinante " Nzinga-Nzinga" de Achille Deveria, etc.


E, podemos salientar, neste quadro, o conveniente pano, que retomou, mais uma vez, a estampa do desenhador francês, imprimido pelo Centro Internacional das Civilizações Bantu, nos Camarões, a nossa palestra pronunciada na Universidade Abdou Moumouni de Niamey, na República do Níger, cujo texto foi publicada, em Paris, na revista "Latitudes" sob o título" La Reine Nzinga. Un modele d´ intelligence politique".


A ancoragem internacional da figura da Queen se reflectiu, inevitavelmente, na transcrição do seu nome. As dezenas de variantes vão do português Jinga ao brasileiro Ginga, passando pelo germânico Xinga, o italiano Gingua e ao francês Zingha.


Em suma, a vida da nossa "Dizonda", uma das mulheres que marcou, indelevelmente, a evolução da África mercantilizada, tornando-se uma personagem de referência nas letras e artes assim que nas ciências humanas e sociais da Europa ocidental, logo no século XVIII; uma tradição mítica nas comunidades afro-americanas e afro-caribenhas e centro de interesse no quadro de centenas de projectos africanistas, no mundo inteiro, e símbolo de orgulho para milhões de africanos, constitui um verdadeiro património histórico da humanidade.

Conclusão


As grandes linhas de análise que acabamos de propor, atestam o notável aureolo internacional que teve a nossa Ngola.


Atirou, muito cedo, a atenção de homens de letras e cultura europeias e o espírito da sua forca de resistência foi solicitada pelos cativos saídos da esclavagista Colónia de Angola, nas minas de prata e plantações de açúcar no infernal hinterland brasileiro ou nas planícies de Santo Domingo. Esta figura histórica contínua, ainda a suscitar, ao nível mundial, várias iniciativas nos domínios da documentação arquivística, da museologia, da investigação científica e das produções culturais.

 

--- En date de : Ven 19.12.08, fernando <fernandodeimanja_ 2005@yahoo. com.ar> a écrit :
De: fernando <fernandodeimanja_ 2005@yahoo. com.ar>
Objet: [invisamayombe] Vení y unite a DATA DE LA MAE OXUM EN QUILMES en RED UMBANDA PARAGUAY Y MERCOSUR!!!. ..
À: "omar" <invisamayombe@ gruposyahoo. com.ar>
Date: Vendredi 19 Décembre 2008, 2h21

RED UMBANDA PARAGUAY Y MERCOSUR!!!
UMBANDA 100 AÑOS EN EL MUNDO!!!!!PORTAL AFRO-AMERICANO
fernando
¡fernando te invitó al evento 'DATA DE LA MAE OXUM EN QUILMES' en RED UMBANDA PARAGUAY Y MERCOSUR!!!!
 
¡Mirá "DATA DE LA MAE OXUM EN QUILMES" en RED UMBANDA PARAGUAY Y MERCOSUR!!!!

fernando

DATA DE LA MAE OXUM EN QUILMES Hora: 8 Diciembre 2008 en 11
Ubicación: QUILMES -BUENOS AIRES - ARGENTINA
Organizado por: ASRAU

Descripción del evento:
TODOS ESTAN INVITADOS A FESTEJAR JUNTO A NOSOTROS.
POR INFORMES 4212 1028


Ver más detalles y RSVP en RED UMBANDA PARAGUAY Y MERCOSUR!!!:
http://umbandaparag uay.ning. com/main/ ?xgi=i1Nhixe&id=2475319%3AEvent% 3A2220
Acerca de RED UMBANDA PARAGUAY Y MERCOSUR!!!
UMBANDA ES AMOR,CARIDAD Y FE EN NUESTRO PAI ZAMBI-OLORUM Y EN NUESTRO PAI OXALA QUE NOS ILUMINA CON SU AXÉ! SARAVA! PAI ANTONIO DE OXALA
RED UMBANDA PARAGUAY Y MERCOSUR!!! 381 miembros
1187 fotos
246 canciones
81 videos
15 discusiones
22 eventos
117 publicaciones de blog
 
To control which emails you receive on RED UMBANDA PARAGUAY Y MERCOSUR!!!, click here




Yahoo! Cocina
Recetas prácticas y comida saludable
Visitá http://ar.mujer.yahoo.com/cocina/


Lun, 22 de Dic, 2008 7:58 pm

gabrielaroit...
Sin conexión Sin conexión
Enviar correo Enviar correo

Reenviar Mensaje #2853 de 3136 |
Desplegar mensajes Autor Ordenar por fecha

RED UMBANDA PARAGUAY Y MERCOSUR!!!: UMBANDA 100 AÑOS EN EL MUNDO!!!!!PORTAL AFRO-AMERICANO ¡BABALORIXA HUGO DE OXALA te invitó al evento 'DATA DE LA MAE...
BABALORIXA HUGO DE OX...
pae_hugo_oxala@...
Enviar correo
26 de Nov, 2008
1:48 am

RED UMBANDA PARAGUAY Y MERCOSUR!!!: UMBANDA 100 AÑOS EN EL MUNDO!!!!!PORTAL AFRO-AMERICANO ¡BABALORIXA HUGO DE OXALA te invitó al evento 'DATA DE LA MAE...
BABALORIXA HUGO DE OX...
pae_hugo_oxala@...
Enviar correo
9 de Dic, 2008
8:20 am

Renovo-lhe a expressao de toda a minha consideracao.   Simao SOUINDOULA Director da Rede Internacional Bantulink C.P. 2313 Luanda ( Angola)   Tel.: 929 79 32...
souindoula simao
souindoulasimao@...
Enviar correo
9 de Dic, 2008
8:14 pm

Endereco-lhe os meus melhores votos para o Ano Novo 2009.   Simao SOUINDOULA Director da Rede Internacional Bantulink C.P. 2313 Luanda ( Angola )   Tel.: 929...
souindoula simao
souindoulasimao@...
Enviar correo
21 de Dic, 2008
3:51 pm

Hola:   Muy interesante el artículo; quisiera saber por qué le decían Ginga a la Rainha, me llama la atención porque el un movimiento del Capoeira...
gabriela roitzman
gabrielaroit...
Sin conexión Enviar correo
22 de Dic, 2008
7:59 pm
Avanzado

Copyright © 2009 Yahoo! de Argentina S.R.L. Todos los derechos reservados.
Política de privacidad - Condiciones del Servicio - Reglas de la comunidad de Yahoo! - Ayuda