PEDÍDO DEBÍDO AL CIERRE DE LAS COMUNIDADES DE MSN, NOS HEMOS VÍSTO LIMITADOS EN CUANTO A LOGRAR LLEGAR A GENTE, QUE PUEDA NECESITARNOS O EN SU DEFECTO, CONOCER NUESTRO SENDERO. SI TIENES Y DESEAS, ENVIARNOS LISTAS DE DIRECCIONES DE CORREO, DE PERSONAS QUE PUEDAN A ESTAR INTERESADAS EN NUESTRAS ACTIVIDADES DE AYUDA, SERÁN BIENVENÍDAS. TE MANDO UN ETERNO AGRADECIMIENTO.
Leonardo de Oxúm http://ar.groups.yahoo.com/group/RITUALESDEAMORINFALIBLES
Yahoo! Cocina Recetas prácticas y comida saludable Visitá http://ar.mujer.yahoo.com/cocina/
--- En invisamayombe@..., "Mario" <genteplus@...> escribió:
>
> Para ello te invito a un extraordinario TALLER GRATUITO de autosuperacion.
> Donde estudiaras a lo largo de 10 entregas via correo electronico cosas como
éstas:
> Aprenderas tecnicas para romper tus barreras mentales, tus limitaciones, eso
que tan infelices nos hace y que nos frena.
> Tambien te enseñaremos como funciona tu mente subconsciente y como hacer para
tomar su control y que empiecen a suceder las cosas que deseas y dejen de
suceder las que no deseas.
> Aprenderas a eliminar el dolor.
> Te enseñaremos como conseguir mas SALUD, mas RIQUEZAS, mas AMOR, y muchas mas
cosas que te seran de gran utilidad...
>
> Recuerda, es GRATIS y puede CAMBIAR TU VIDA.
>
> (Albert Einstein decia "Si siempre se hacen las cosas de la misma manera,
siempre se obtienen los mismos resultados, pero si queremos que pase algo
diferente, obtener otros resultados, debemos hacer las cosas de manera
diferente")
>
> Si quieres participar en el taller enviame un mensaje de confirmacion a la
siguiente direccion de email: dia1semi(ARROBA)gmail.com
> y recibiras en breve la primera entrega.
>
Desde ya muchas gracias y con gusto acepto,la autosuperacion es algo que tendria
que estar presente todos los dias
CENTRO DE ESTUDOS DAS CULTURAS E LINGUAS AFRICANAS E
DA DIASPORA NEGRA
20 de Maio de 2009, SESC-Araraquara, Universidade de Estado de
Sao Paulo, Brasil
Resumo de conversa tematica
« A Rota do Escravo: do projecto da UNESCO àreescrita da historia das naçoes escravistas e africanas »
A reescrita da historia do continente africano foi uma das primeiras preocupaçoes culturais das naçoes do "continente da genese" logo a sua acessao as independencias.
Os periodos, dramaticos, dos diferentes traficos de escravos melano-africanos mereceram, naturalmente, uma atençao particular em varios dos oito volumes da Historia Geral de Africa da UNESCO.
Em complemento desta gigantesca obra e perante a extraordinaria amplitude e as graves consequencias desses movimentos de esvaziamento humano sobre a evoluçao economica, social e civilizacional do mundo, a instituiçao onusiana lançou em Setembro de 1994, o seu emblematico projecto "A Rota do Escravo".
Um dos programas de memória dentre dos mais sensíveis das Naçoes Unidas, este tem como, entre outros, objectivos, desenvolver melhores conhecimentos sobre a importância e os modos de operação da trata negreira graças a trabalhos científicos multidisciplinares e por a luz as consequências inéditas, nomeadamente as interacções culturais provocadas pela esta tragédia entre os povos de diferentes continentes e conjuntos insulares
envolvidos.
O Projecto foi reestruturado a volta de, entre outros eixos, as acções de investigação científica, verdadeiramente inovadoras, que realçam novos aspectos de carácter histórico, linguístico eantropológico, consequências deste movimento de negócios de seres humanos, actividades pedagógicas colocadas sob o lema "Quebrar o silêncio", esforços de inventário dos lugares de memória e, enfim, um programa de salvaguarda dos arquivos escritas e das tradições orais evocando o desastre que vitimou os melano - africanos.
Os membros do CCI, assessores do Director Geral desta organização especializada das Nações Unidas, são considerados com os promotores privilegiados do Projecto junto de diferentes entidades e parceiros, capazes de explicar melhor as problemáticas em vista, as escolhas temáticas engajadas, e as prioridades científicas definidas assim como são considerados competentes em estimular as actividades do Programa nos meios académicos, junto de instituições culturais, redes profissionais, órgãos de comunicação social e do grande público.
Quinze anos depois, oProjecto ja teve resultados sobre a reescrita e a releitura da evoluçao historica das potencias esclavagistas e das naçoes vitimas.
Os efeitos registados consubstanciaram-se na implementaçao de milhares de programas de memoria, tais como, entre outros, a reposiçao de analises objectivas de factos historicos nos manuais escolares, o reconhecimento dos traficos extra-esclavagistas como crimes contra a humanidade, a instituiçao de Jornadas Comemorativas, a erecçao de monumentos, a criaçao de museus especializadas, a constituiçao pela propria UNESCO de um programa encarregues de propor , as naçoes escravistas e africanas "As aplicaçoes pedagogicas da HGA" dando o devido destaque a longa e brutal exploraçao da mao-de-obra cativa.
Por
Simao SOUINDOULA
Vice-Presidente do Comité Cientifico Internacional
Mi amigo el Ogán Alagbé Lucas de Changó me comunicó que difunde su arte, dando
clases de Umbanda, Kimbanda y Nación, los días sábados a la tarde.
Para comunicarse con él:
lucas_de_xango@...
Renovo-lhe a expressao de toda a minha estima desde a capital francesa.
Simao SOUINDOULA
A ROTA GOLFO - PERSICA E ASIATICA DA ESCRAVATURA
PRESENCA DE CATIVOS " ANGOLANOS " ATESTADA NAS ILHAS DO OCEANO INDICO E NA INDIA
E uma das conclusoes que se pode tirar apos a leitura das actas da Primeira Conferencia sobre A Diaspora Africana na Asia, realizada em Panaji, em Goa, em Janeiro de 2006 ; compilaçao de comunicaçoes que acaba de ser publicada, nas ediçoes Jana Jagrati Prakashna em Bangalore, sob a coordenaçao editorial de Kiran Kamal Prasad, Professor na Universidade desta cidade do sul da India, e do veterano, mondialista, linguista belgo-brasileiro, Jean - Pierre Angenot.
Colectanea, visivelmente rebarbativa, estalando-se sobre 775 paginas, publicada sob a tutela da Sociedade pela Investigaçao, Cultura, Educaçao e o Desenvolvimento da Diaspora Africana na Asia e financiada pela UNESCO através o seu emblematico Projecto " A Rota do Escravo " , esta obra articula-se sobre seis capitulos, cobrindo uma quarantena de contribuiçoes, que fixam, entre outros aspectos, ligados com a substancia da problematica definida, a instalaçao e evoluçao social, religiosa, economica, mas igualmente, politica dos mélano-africanos nas ilhas do Oceano Indico, no Golfe Persico e na Asia, particularmente, na India.
Aborda-se, ai, portanto, as velhas relaçoes humanas e comerciais entre as costas de Africa oriental e essas regioes assim que o conjunto dos processos linguisticos e antropologicos que desencadeou esses contactos.
Nota-se, ai, a perpetuaçao de tradiçoes africanas nos rituais de casamento, nos corpus orais, o artesanato, o posicionamento dos "Siddis" ( negros ) no sistema das castas e o tratamentoparticular das mulheres escravas, finalmente, bem integradas, nas sociedades receptoras, realidade que fragilizara a ordem esclavagista. Com efeito, elas procrerarao, no Medio Oriente, os "mawalid", mesticos arabo - africanos.
As exposiçoes publicadas, inteiramente em ingles, de caracter, essencialmente, monografico, evocam casos de figura em Goa, Dubai, nas Ilhas Mauricias, no Irao, na Coreia, em Hong Kong e em varios Estados da imensa federaçao indiana.
Um dos anexos do livro permite de apreciar a expansao dos Bantu, nem sempre cativos, além da costa "zanzabari". Com efeito, constituiram, nos territorios ileus proximos, no Medio e Proximo Oriente e e no vasto continente asiatico, uma cinquentena de comunidades. Encontra-se, ai, nomeadamente, os Swahilis de Oman, os abid de Qatar, os afro-turcos, afro-palestinianos em Israel e nos territorios ocupados, os afro-iraquianos, na regiao de Basra, os Habashis, na provincia de Kerman, no Irao, os Shidi-Makrani, no Pakistao, os Kaffir no Sri Lanka, os Afro-Malaccan na Malasia, os Kunlun em Macao e Hwangchou e os afro-japoneses, em Nagasaki.
Encontra-se, igualmente, grupos de nigerBelanda Hitam em Java, na Indonesia, afro-timorenses, em Dali e Bhandis, Chaus, Namdari e Shamal, na vasta Uniao Indiana.
RETENCOES BANTU
Reter-se-a, dentre dos especialistas que contribuiram nas actas da Conferencia de Goa, o globalista afro-americano Joseph E. Harris, o actual Coordenador, na UNESCO, do Projecto " A Rota do Escravo" , o metodico Ali Moussa-Iye, originario da Somalia, a aplicada afro-brasileira Geralda de Lima Angenot, a duplamente inesperada , feminista e afro - dubaiana, Aisha Bilkhair Khalifa, oportunamente, membro do novo Comité Cientifico da "Rota" , o sociologo congolo-brasileiro Kabengele Munanga, o tenaz africanista espanhol Luis Beltran y Repetto e a antropologa "congo" Sheila S. Walker, Presidente de Afrodiaspora, rede animada a partir de Washington..
E Abdulaziz Y. Loghi, Professor de swahili na respeitavel Univesrsidade de Uppsala, na Suécia, que, corajosamente, abordou as retençoes bantu no além Oveano Indico, na sua tentativa intitulada " Linguistic Evidence of Bantu. Origin of the Sidis of India ".
Para este especialista este-africano, o lexico bantu atestado entre os locutores Sidis de Karnataka provém, provavelmente, dos descendentes da colonia portuguesa de Goa, que se refugiaram, mais ao sul. Esses eram, provavelmente, segundo ele, originarios, de Angola e Moçambique.
Quanto aos Kafara de Diu e aos Saheli de Daman, Lodhi supoe que eles vieram, respectivamente, da Africa do Sul e da costa tanzano-keniana.
Baseando-se no glossario estabelecido por Richard Burton, em 1851, do falar sidi, que contem uma centena de toponimos, o linguista de Uppsala liga esses elementos com os idiomas bantu da Tanzania, de Moçambique e da Malawi, tais como o chamba, o zigua, o ngindo, o yao, o makua, o nyanja e o chewa.
Reencontra-se, ai, termos bantu tais como
-langa, designando os respeitados cantores - batedores de tambores
-moto, o fogo
-komongo, significando uma montanha ou um jazigo onde se extrai o ferro ou o proprio mineral
-maji, a gau
-vura, a chuva
-macho, os olhos
-viyakazi; a irma
-mana, uma criança
-wapi, onde?
-koenda, avançar
-kulya, comer
O inevitavel membranofono bantu, o poderoso goma, foi conservado pelos "Danados da India" nos seus desencadeamentos coreograficos, chamadas sidi goma.
Por outro lado, a influencia bantu sobre este dialecto crioulizado, chamado konkani, esta, mais ou menos, confirmada no plano da persistencia fonetica, através de dois estudos, de alta tecnicidade, propostos por, de um lado, Geralda de Lima Angenot e Oziel Marques da Silva, e, de outro lado, de Jean-Pierre Angenot e Selmo Azevedo Apontes.
Enfim, o ultimo estudo, pondo em relevo as sobrevivencias bantu, sobretudo na Asia do suloeste, e precisamente, nas ilhas Maldivas, é de Edward L. Powe sobre a gesta de Sangaroaru. A transcriçao desta tradiçao contem a evocaçao "ni Angola Bunbaasa". Este investigador supoe, na base desta passagem da récita que Sangoaru, tornado Sultao Ali, veio de Angola passando por Mombasa.
Conclui, afirmando que " Sangoaru of Maldives (originally from Angola) is another example of an African from Angola who became a powerful island chief in the Maldives".
Inedito reagrupamento de sinteses sobre a presença africana na Asia e nas regioes assimiladas, as actas da Conferencia realizada nas margens do Mar de Arabia permitam de entrever numerosos eixos de investigaçao tais como o desenvolvimento de estudos de caracter linguistico e antropologico, necessariamente, comparados entre as culturas bantu e as sobrevivencias além Oceano Indico e o Mar Vermelho.
E, quase certo que analises comparativas, de ponta, permitirao, sem duvida, de revelar outras retençoes bantu; tendo a terra dos "Homens" ter contribuida ao grande mestiçagem antropobiologica e as influencias culturais registadas nesta Importante regiao do mundo.
Por
Simao SOUINDOULA
Vice - Presidente do Comité Cientifico Internacional
do Projecto da UNESCO " A Rota do Escravo"
C.P. 2313
Luanda
(Angola)
Tel. : 929 79 32 77
--- En date de : Jeu 26.3.09, Mario <genteplus@...> a écrit :
De: Mario <genteplus@...> Objet: [invisamayombe] DESCUBRE EL INMENSO PODER DE TU MENTE À: invisamayombe@... Date: Jeudi 26 Mars 2009, 15h53
Para ello te invito a un extraordinario TALLER GRATUITO de autosuperacion. Donde estudiaras a lo largo de 10 entregas via correo electronico cosas como éstas: Aprenderas tecnicas para romper tus barreras mentales, tus limitaciones, eso que tan infelices nos hace y que nos frena. Tambien te enseñaremos como funciona tu mente subconsciente y como hacer para tomar su control y que empiecen a suceder las cosas que deseas y dejen de suceder las que no deseas. Aprenderas a eliminar el dolor. Te enseñaremos como conseguir mas SALUD, mas RIQUEZAS, mas AMOR, y muchas mas cosas que te seran de gran utilidad...
Recuerda, es GRATIS y puede CAMBIAR TU VIDA.
(Albert Einstein decia "Si siempre se hacen las cosas de la misma manera, siempre se obtienen los mismos resultados, pero si queremos que pase algo diferente, obtener otros resultados, debemos hacer las cosas de manera diferente")
Si quieres participar en el taller
enviame un mensaje de confirmacion a la siguiente direccion de email: dia1semi(ARROBA) gmail.com y recibiras en breve la primera entrega.
Para ello te invito a un extraordinario TALLER GRATUITO de autosuperacion.
Donde estudiaras a lo largo de 10 entregas via correo electronico cosas como
éstas:
Aprenderas tecnicas para romper tus barreras mentales, tus limitaciones, eso que
tan infelices nos hace y que nos frena.
Tambien te enseñaremos como funciona tu mente subconsciente y como hacer para
tomar su control y que empiecen a suceder las cosas que deseas y dejen de
suceder las que no deseas.
Aprenderas a eliminar el dolor.
Te enseñaremos como conseguir mas SALUD, mas RIQUEZAS, mas AMOR, y muchas mas
cosas que te seran de gran utilidad...
Recuerda, es GRATIS y puede CAMBIAR TU VIDA.
(Albert Einstein decia "Si siempre se hacen las cosas de la misma manera,
siempre se obtienen los mismos resultados, pero si queremos que pase algo
diferente, obtener otros resultados, debemos hacer las cosas de manera
diferente")
Si quieres participar en el taller enviame un mensaje de confirmacion a la
siguiente direccion de email: dia1semi(ARROBA)gmail.com
y recibiras en breve la primera entrega.
CENTRO DE ESTUDOS DAS CULTURAS E LINGUAS AFRICANAS E
DA DIASPORA NEGRA
Araraquara, Sao Paulo, Brasil, de 18 a 21 de maio de 2009
Resumo de comunicaçao
« Naçoes africanas e naçoes atlanticas. Saberes e utopias negras no século XXI »
Imenso espaço maritimo que registou uma extraordinaria aceleraçao historica, a partir do século XVI, o Oceano Atlantico foi o teatro de um dos movimentos de migraçao forçada de grupos dentro dos mais significativos da historia da humanidade.
A instalaçao, em condiçoes bem tragicas, de centenas de milhares de melano-africanos nas Américas e Caraibas, criou, naturalmente, um verdadeiro sentimento de paralelismo historico, solidariedade espontanea e destino comum nas duas margens deste oceano.
As naçoes que se formaram, ai, corajosamente, em bases, invariavelmente, insurecionais, libertaram-se da humilhaçao esclavagista e da exploraçao colonial, colocaram, para o essencial, concomitantemente com as diferentes comunidades niger do além-Atlantico, as mesmas analises politicas e exprimiram aspiraçoes comunas.
Essas naçoes ou comunidades colocam, hoje, depois uma decada de um novo século, e perante uma evoluçao pos - libertacao bastante singular assim que aos desafios, persistentes, de um indispensavel desenvolvimento, avaliacoes mais adaptadas e projectos mais apropriados.
Diversas iniciativas de naturza politica, economica e cultural ilustram bem esta firme e legitima vontade historica a imagem dos esforçoes empreendidos para a consolidaçao da Conferencia dos Paises do Atlantica sul, da intençao da institucionalizaçao da Diaspora Africana como Sexta Regiao da Uniao Africana, o perseguimento da implementaçao da Nova Parceria para o Desenvolvimento de Africa (NEPAD) , do plano de reeforço dos poderes da Comissao desta Uniao, da idea da formaçao de um Governo Panafricano, da retomada da organizacao do Festival Mundial das Artes Negras e do Festival Panafricano de Alger, a continuaçao do Festival Panafricano de Musica e outras dezenas de acçoes de envergadura co-Atlantico, cuja ambiçao claramente proclamada, é
constituida de dois grandes sonhos, a construçao dos Estados Unidos de Africa e a Renascença Africana, juntamente com os seus prolongamentos comunautarios.
Simao SOUINDOULA
Vice-Presidente do Comité Cientifico Internacional
A todos mis mpanguis de México
Y con la finalidad de que todos nos ayudemos y sigamos así. Aprovecho para
ofrecer si alguien le interesa.
Cascarilla hecha en nuestro munanzo perfectamente rezada cantada y fabricada
como se nos enseño por tatas y santeros viejos en cuba.
Sesiones espirituales de desarrollo, investigación, recogimiento, etc. así como
el desarrollo de médiums en embrión,
Iniciaciones, entrega de prendas (siempre y cuando así lo marque la nganga
principal), las iniciaciones y las ngangas son de la regla muertera de oriente,
Guerreros de palo
Contamos con Ceiba consagrada para ceremonias
Makutos, amuletos, mamba,
mfumbes o cualquier otro ngando para prendas. ( siempre y cuando lo tengamos)
Así como ceremonias de osha,
Todo esto a razón mas de comerciar la de ayudar a quien necesite y seamos una
buena opción para la gente que anda en busca de conocer la religión,
estamos para servir ya que hay hermanos en nuestro munanzo que ya tienen asiento
de osha y compañeros que están en IFA todo esto según lo que se necesite
Esto es con la devoción no con la explotación
Nsala Malekum
kimbisa Santo Cristo buen Viaje
Nsala Malekum a todos los criollos que kuendan arriba de este munanzo de
fraternidad , raras veces escribo pero hoy que tuve la oportunidad lo hago
Aquí les comparto un poco de opiniones e ideas acerca del espiritismo muy
propias y sin animo de crear controversia conflictiva y animando a los demas a
escribir y compartir cada quien de su conocimiento
El espiritismo es un practica (no religión ) que acompaña al hombre desde sus
inicios todas las grandes civilizaciones la han y siguen practicando.. la mayor
parte de todas las grandes decisiones que han cambiado al mundo han sido
consultadas por espíritus. Hoy en día ah habido mucho auge en las misas
espirituales y en gente que dice ser espiritistas. Pero que es un espiritista?
Es saber cantar y decir unas oraciones? O es pasar muerto o tener algún tipo de
mediumnidad ? Es tener un muerto que come lumbre o hace cosas excepcionales o el
que cura y dice como salvarse. Es esto y mucho mas.... un buen espiritista es
alguien que estudia que se prepara que lee todo lo que puede ayudarle . Es quien
sabe distinguir los mensajes de los muertos quien no se fanatiza y mantiene un
poco de incredulidad sana. Pues recuérdese que los espíritus... son iguales en
el mundo espiritual a como eran aquí en la tierra.. los hay burlones..
chantajeadotes, presumidos.. soberbios..los que eran gente normal sin mucha
cultura.. los letrados.. los religiosos.. etc. Entonces hay que saber distinguir
bien todos los mensajes.. por ejemplo los muertos que defienden contra todo y
contra todos y no hacen mas que hablar bien de su instrumento.... son
apasionados.. y no es que hagan mal.. pero los mensajes que nos den pudieran
estar incompletos... pues los espíritus asi como los vivos.. no lo saben todo. O
como cuando se tiene por protector a un negro congo de nación ( yo tengo uno)
hay veces que son irascibles necios y no entienden razones... y no admiten que
estan equivocados en algunas cosas.. solo dicen... yo lo digo y asi es!! Si no
hace cazo me lo llevo nfuiri!! Esto lo escribo con respeto a todos. Pero debe
uno saber que ellos tienen sus limitaciones no se le puede preguntar todo a uno
solo... hay cada espíritu para cada pregunta. A un espíritu que fue letrado no
le preguntara como hacer un bilongo.... asi como a un congo de nación como hacer
una formula matemática, El mundo espiritual es inmenso y hermoso y solo hay que
recordar que cuando tratamos un espíritu es ante todo con respeto... pero que el
como nosotros tiene sus conocimientos y que tal vez por no admitirlo le dará
respuesta a todo lo que se le pregunte.. Aquí es donde entra el estudio y la
conciencia del médium en prepararse pues esa es una forma en la que ambos se
desenvolverán en una simbiosis perfecta. Pues recuerden que su mismo guía o
protectores los empujaran a estudiar mas y prepararse y ellos mismos admitirán
no saber cuando haya preguntas que no sepan o no puedan contestar. Pasar muerto
es relativamente fácil mientras se tenga facultad. Pero tenerla no quiere decir
que ya se es espiritista. Dijo Jesús serán muchos los llamados....pero pocos los
escogidos. Pero..... también tanto estudio no es garantía de ser buen
espiritista Hay una frase que dice mi muerto y que me gusta mucho... EL
CONOCIMIENTO SIN FE, NO SIRVE Los mensajes . las conversaciones con el mas allá
es un regalo de Dios y son ante todo para nuestra superación... pues el espíritu
ni se vende ni se compra... ellos saben que uno debe vivir... y lo aceptan pero
no sacando provecho injusto de nuestros semejantes.
Se les olvida que tanto el Espiritismo como el Palo y la Ocha lo que dan es:
Salud tranquilidad y Desenvolvimiento Este tema es muy amplio lo dejo aquí por
si alguien quiere ahondar mas... con todo mis respetos a mis mayores y menores y
sobre todo a todos mis muertos
Hay muchas cosas que no deseo saber. la sabiduría también pone limites al
conocimiento. ( Nietzsche )
Malekum Nsala
Hola a todos.
Munanso Unganga Nzasi Munanzambe:
Servicios de Osha, consagraciones y ceremonias, consultas de Diloggún por Obba
Eni Oriaté. Consagraciones de Osha, etc.
Servicios de Palo Monte, Consagraciones, Consultas, y entrega de Fundamentos.
Servicios de Espiritismo, Sesiones Espirituales, Investigaciones, Coronaciones,
Recojimientos, Misas.
Servicios en Tenerife, Islas Canarias, por profesionales cualificados y
ordenados en las reglas anteriormente citadas, Santería y Palo Monte Mayombe.
Cualquier duda, pueden consultar en este correo o llamar directamente.
ogbedi8@..., ogbedi8@...
634679718
Renovo-lhe a expressao de toda a minha consideraçao desde a capital francesa.
Simao SOUINDOULA
A ROTA CARIBENHA DA ESCRAVATURA
ANGOLANOS POVOARAM TAMBEM AS ANTILHAS HOLANDESAS
E um dos factos historicos, maior, pouco conhecido, que confirma a obra colectiva "Presencia africana en el Caribe" , livro editado sob a coordenaçao da africanista mexicana Luz Maria Martinez Montiel pelo Conselho Nacional pela Cultura e Artes da Republica Federal, na sua didactica colecçao "Chaves da América Latina. A nossa Terceira Raiz ".
Selado num consistente volume de 652 paginas, a compilaçao de San Angel articula-se numa dezena de capitulos nas quais os autores-contribuidores analisam, sob uma abordagem, preferencialmente, insular, a barulhenta instalaçao dos melano-africanos em Cuba, a profunda influencia dos cultos congos na grande ilha, a evoluçao dos niger na Republica Dominicana, esta parte oriental da historica Espanola, o enraizamento africano em Porto Rico , a particular bi-nacion, a estampilhagem civilizacional negra des aferolhados na espiritual Jamaica, a definitiva adaptaçao da mao deobra negra nas cinco ilhas holandesas das Caraibas, Curacao,Bonaire e aparentadas; as, tornadas, afro-guianeses e a
acomodaçao historica dos afro-surinamenses.
Nota, ai, com muito interesse, a sintese de Joel James Figarola comparando a natureza dos laços linguisticos e antropologicos que se estebeleram entre Cuba e Haiti.
Reenconta-se, ai, dentro dos especialistas que propuseram as suas analises a esta obra, o meu excelente colega, cubano, membro do novo Comité Cientifico Internacional do Projecto da UNESCO " A Rota do Escravo " , Miguel Barnet e a claridente Lydia Milagros Gonzales de Porto Rico.
Na sua introduçao a obra, Maria Montiel recorda, bem a proposito, que é a experiencia humana e agricola da exploraçao da preciosa cana de açucar em Sao Tomé , que foi aplicada no "além-Atlantico das plantaçoes".
Com efeito, arquipelago descoberto, inabitado, e lutando com um sub-povoamento cronico, este fornecera no novo continente e no conjunto insular, contingentes de cativos vindos, maoiritariamente, do vizinho e parceiro Reino do Kongo e do litoral enclave portugues de Angola.
Sao eles que provocarao, segundo a antropologa mexicana, varios processos de estampilhagem civilizacional bantu no conjunto insular tais como a emergencia dos famosos cultos sincreticos congocubanos ou palo mayombé, animados em Cuba, pelos os mojigangas e em Porto Rico pelas sectas mialas.
Perpeturao, nas ilhas tropicais do Novo Mundo, o consumo da malanga (iniame) e do quimbombo( banana pao).
Epicurianos, produzirao a musice popular de grande ilha, comos seus ritmos e danças lascivos, a rumba, a conga, a bembé e a calenda.
PUNCOES EXUTORIAS
Retomarao, nas Guianas, os seus tambores do Congo e de Angola.
Esses rebeldes, vindos da Colonia de Angola ou embarcados da emborcadura do Congo conservarao os seus antroponimos, tais como Lemba, na Republica Dominicana.
Rafael Duharte Jimenez indica, na sua vigorosa sintese intitulada "Africa em Cuba " , a instalaçao em Havana, logo no século XVI, de Engolas, Embo, Congo, Casanga, Mozambique e Sao Tomé. Esses perpetuarao os nkise( feitiços) , no quadro das crenças mayombé, bem manipulados pelos inevitaveis ngangas.
Retomando o lexico residual de origem africana proposto pelo Sergio Valdés Bernal, o contribuinte cita, entre outros elementos, para as palavras de filiation, visivelmente bantu,
mambi , de mbi (assustador), bembé de bembo (labios), gandul dewandu (ervilhas), mambo de mambu (diferendo),marimba (xilofone) et tangode tanga (cantar).
Jimenez nota, dentro dos numerosos factos sintomaticos da influencia bantu na "Gran Plantacion" , a titularizaçao de filmes cubanos sobre a escravatura; uma dessas producoes sobre esse tema é Maluala (O Ofendido).
Na sua notavel contribuiçao, bem intitulada, "A culturagenerada pelo acucar" , o tenaz Miguel Barnet confirma que uma das zonas de provenencia de cativos introduzidos, clandestinamente, depois de 1873, ano de registo oficial, da chegada do ultimo navio negreiro num porto cubano, foi, numa grande escala, "las regiones del Congo".
Para ele, as terras kongo foram " una de las zonas masdevastadas " pelas punçoes exutorias esclavagistas em direcçao ao setentrion antilhano.
Isso provocara, naturalmente, a retençao de etnonimos tais como Mayombé, Loango, Musundi, Ngola, Benguela e Kabinde ou cultos tais como os ligados aos kimbisa, espiritos, a devoçao ao Nsambi ou Sambiampungo, a veneraçao do Ntangu, o Sol e da Mama Nkengue, Divinidade androgene, a crença aos endocui ao kandiempembé, o endoqui malo, a gestao dos munansos lugares de cultos e a fabricaçao dos kinfuiti, ngoma;matoko e matuka, tambores, a utilizaçao, de mpaka meso e o respeito pela jupeteriana ensasi.
Notar-se-a, na grande ilha, a perpetuaçao antropologica das conviçcoes bantu sobre a força divina injectando o vital sangue menga e acordando a inteligencia pelo nkuto, a orelha.
E a instalaçao, massiva, da mao de obra vinda do "Pais da pantera" que explicara a multiplicaçao, durante o periodo colonial, dos Cabildos congos ou Congos Reales. Esses foram muito activos nas actuais provincias de Las Villas e Matanzas assim como na regiao de Colon.
A famosa Sagua la Grande , em Las Villas , é a praça forte dos Eshicongos, que eles consideram como o seu kunalungo ou kunalumbu, do bantu, nlumbu, territorio. Tentou-se, ai, convencer Barnet, que o Congo Reale desta localidade era o " Congo diaNtotila de verdad".
CRISTALIZACAO SINONIMICA
O membro, reconduzido, da instancia da UNESCO retoma, bem à proposito, a sua compatriota Lydia Cabrera, que notou uma informaçao datada de 28 de Janeiro de 17 99, sobre a organizaçao, na periferia da Havana, de barulhentas festas pelas naciones congos. Essas eram animadas, por, nomeadamente, os Basongo, os Mumboma, os Mundamba e os Mayaka.
A significativa e continua presença congo no territorio adjacente o Golfe do México provocara a cristalizaçao sinonimica com o termo negro.
Com efeito, a designaçao etnonimica vinda da contra costa , de Africa central, se aplicara, em verdadeiro générico, a diversos elementos da vida social cubana. Tudo tornar-se congo.
Qualifica-se as outras comunidades bantu, aparentados, deste predicativo. Avalia-se uma trintena de atribuiçoes, dentre dos quais congo ngola, congo muluanda, congo kisiamo, congo babundo, congo mbangala, congo kisenga, congo ambaka, congo motembo e congo makua.
O kisomba kia ngongo, visivelmente, kimbundu, torna-se fiesta de congos.
Examinando a presença niger na Republica Dominicana, Carlos Andujar Persinal identifica, como uma das principais proveniencias de bozales, a Africa central, cujo activo nucleo esclavagista é constituido, essencialmente, do solido bloco Congo/Angola, e do seu corolario humano, Sao Tomé.
O contribuinte de Santo Domingo apresenta detalhes sobre esta proveniencia baseando-se em estatisticas historicas e diversos elementos de natureza etnonimica.
Nota, entre 1547 e 1821, a chegada em Espanola, de grupos de cativos bantu de etnias congo ngola, congo muluanda, congo kisiamo, congo babundo, congo mbangala, congo kisenga, congo ambaka, congo motembo e congo makua.
Assinala, entre outros factos historicos sintomaticos do significativo povoamento bantu neste territorio ileu banhado pelo Mar das Caraibas, a morte, em 1547, do lider cimarron, bem nomeado, Sebastian Lemba e o aprisionamento, em 1796, apos a corajosa insureiçao de Boca de Nigua , de varios incitadores de origem congo e mundongo.
Ilustrando a forte influencia do incontortornavel agregado Congo/Angola, no cristao Santo Domingo, Persinal poe em relevo a gayumba, o arco musical, a marimba, o xilofone, e os tambores congo-atabales.
O exame do mapa toponimico do Oriente da Espanola permitiu ao antigo investigador do dinamico Museu do Homem Dominicano de reencontrar as designçoes Angola, no sul da metade da ilha; El Congo, em diversas regioes do pais Fula e Lemba.
Os afro-dominicanos conservaram, igualmente, como os seus irmaos da "Gran Plantacion" , ao nivel do corp humano, centro de preservaçao linguistica, por excelencia, o termo bantu bemba para labios.
A aplicada Lydia Milagros Gonzalez encarregou-se, naturalmente, do seu pais, que, segundo ela, registou um povoamento, maioritariamente, bantu.
Afirma, a este respeito, que" haber sido el grupo de mayorinfluencia en Porto Rico".
E, de reter, dentre dos bantuismos que a investigadora de San Juan cita, termos que se cristalizaram na "Habla ganga" ou "Espagnol Popular Porto-Riquenho", o tambor bomba ou ngoma e a macanda, feitiço.
O capitulo consagrado a presença africana nas Antilhas Holandesas é assinado pela Rosa Mary Allen.
MONO - IMPORTACAO
Propoe como primeira marca de identidade historica do grupo iléu,o crioulo guéné, hoje extinto.
Esta lingua resuma bem a historia da expansao, deportaçao de escravos e colonizaçao holandesas em Africa, nas Américas e Caraibas.
Constituindo uma das potencias maritimas e financeiras, mercantilistas, dentre das mais activas da Europa, no século XVII, as Provincias Unidas, grandes rivais dos géméos ibéricos, com a seu eficiente instrumento de negocios e colonizaçao, a celebre Companhia das Indias Ocidentais, ocupara, a partir de 1629, e isso, durante uma vintena de anos, a estrategica Pernambuco _ incluido Alagoas -, e outras regioes da imensa colonia portuguesa do Brasil, grande consumidora de congos, ngolas e mozambiques.
Com efeito, as tropas holandesas controlarao Itamaraca, Paraiba e Rio Grande do Norte. Fala-se, entao, de um Brasil holandes!
E, neste sub-continente, que a "Companhia" va gerir, pela primeira vez, um grande numero de melano-africanos. Com efeito, em 1630, a Capitania de Pernambuco recenseou, ai, mais de 48 000 trabalhadores negros !
A Holanda continuara a ocupar, paralelamente, territorios no continente, nomeadamente, em Tobago e no Suriname e as suas seis ilhas nas Caraibas.
Expansionista, Amsterdao ousara ocupar, sobre a costa ocidental de Africa, entre outros centros esclavagistas, Sao Tomé, e sobretudo, de 1640 a 1648, a preciosa Sao Paulo de Loanda.
Com efeito, esta cidade é uma boa posiçao, porque a viagem entre "As Portas do Mar" loandesas e as costas brasileiras era menos demorosa.
E, estima-se, durante os sete anos que ela ocupou o principal centro da Colonia de Angola, a Holanda transportou mais de 12 000 cativos ngolas, mundongos, matambas e congos.
Preocupado pela mono-importaçao negreira, o "Hof vanPolitie" de Pernambuco comunicara, no dia 26 de Julho de 16 30, a Companhia das Indias Ocidentais, que um navio acabava de acostar, mas , com unicamente, "carne humana negra".
E, este posicionamento geoestrategico que permitira, para o essencial, aos negreiros holandeses, introduzir importantes contingentes de "negros de agua salada" nas suas possessoes nas Antilhas, directamente, portanto, da contra costa ou via oBrasil.
Avalia-se que a Holanda transportou, além Atlantico, mais de 10% de mélano-africanos. Uma das suas regioes de abastecimento, em madeira de ébano, foi a Loango Coast/Angola.
Este aprovisionamento se refletera, naturalmente, em Curacao.
E assim que o livro de baptismos, datado de 1755, da Iglesa de Santa Ana, contem interessantes indicaçoes sobre as origens etnicas ou os antroponimos de maes de crianças recipiendarias. Com efeito, rencontram-se, ai, mençoes tais como congo, canga,jamba, loango, angora, macamba ou macambi.
Esta ascendencia sera, igualmente, atestada em certas expressoes, muitas das vezes depreciativas, do papiamento, o crioulo da ilha.
Mary Allen utilizou, a este respeito, entre outras fontes, a obra do Padre Brennenker " Sambumbu, Volkskunde van Curacao ..." e propoe uma dezena de de cantos em crioulo.
Assim, este falar fixou, definitivamente, a sentença
-"Bisti manera un loango" (Vestir roupa de cores brilhantes);
-a comparaçaopapia luango, ( falar a toa));
- e o ditado « E ku bo wela luango a sina bo awe, di mi criojo a sinamikaba », (o que o teu antepassado luango ensinou-lhe, o meu avo crioulo o ensinou também).
Reencontrada e utilizada pelos os Loango, a planta anti-diareica Stamodia maritima, é designada, no falar corrente, puta luango.
Os toponimos kanga e mundongo indicam bem laços os laços historicos com os antigos Kongo e Ndongo.
Inspirar-se-a do kimbundu, guéné, para eponimizaçao do antigo idioma crioulizado da ilha.
Este termo se tornara generico e sera aplicado a diversos aspectos da vida social, kantika di guéné significando canticas cantadas em crioulo, kantika de makamba, cantos de amizade e o inevitavel galina guéné, o galo local, suposto proteger as casas contra o mau espirito, o mal airu.
Notar-se-a que um dos alimentos de base dos ilheus é o funche, a base de farinha de milho.
O capitulo sobre Surinamniger é proposto por Wim Hoobergen e reencontra-se, ai, como uma das principais regioes de origem dos afro-surinamenses, o Loango/Angola.
Um dos factos que confirma a forte presença dos Bantu no Suriname é a famosa gravura "Familia loango" inserida na obra de John G. Stedman, publicada em 1796.
Terra de interminaveis insureicoes, as anais conservaram nomes de alguns lideres tais como Pambu, Musinga, Makamaka e Sambo.
Obra bem util, "Presencia africana en el Caribe" permite de dispor num so volume, o quadro da evoluçao historica, da cristalizaçao dos crioulos e as perpetuacoes antropologicas africanas no conjunto insular.
Permite, igualmente, apreciar as similitudes desta trama, sobretudo na sua declinacao bantu, que constitui, incontestavelmente, uma das bases da identidade historica caribenha e um dos fundamentos que facilitou a transversabilidade cultural registada nesta regiao insular.
Simao SOUINDOULA
Vice Presidente do Comité Cientifico Internacional
do Projecto da UNESCO "A Rota do Escravo"
Tel. : 00 33 32 77 99 390 Cambrai- França
--- En date de : Sam 14.3.09, tata11369 <tata11369@...> a écrit :
De: tata11369 <tata11369@...> Objet: [invisamayombe] Re: Una pregunta de Palo À: invisamayombe@... Date: Samedi 14 Mars 2009, 17h12
Nsala Malekum Todo....
Estoy de acuerdo. Acuérdese de aprender a través de la investigación que atrás en África, el sacerdote es conocido como el Nganga él mismo y que él emplea todo alrededor de él, sobre todo naturaleza. Cuando está con nosotros Paleros fuera de África. Somos todavía el descendiente del Ngangas de África y como tal a también podemos trabajar como ellos hicieron, con el conocimiento apropiado. Me acuerdo de ser enseñado por algunos de mis mayores que donde alguna vez puedo ser, si yo puedo andar a los bosques, el mar, el río o sólo ir fuera en la naturaleza, etc. en alguna parte del mundo, entonces puedo hacer mi trabajo, mientras vengo del corazón.
Pienso que la necesidad de construir Ngangas nació de la necesidad de la persona para tener realmente un objeto de ayudarle foco y concentrado en las tareas a mano. A mí, el Nganga no hace el Palero; el Palero en cambio hace el Nganga.
A
mí, Nganga físico es sólo un receptáculo, un lugar para alojar varios espíritus que trabajamos con ... una casa si usted va a. Pero también me acuerdo de ver cuadros de lo que los Ngangas de África usan ... .. casi algo que suites su objetivo, y no sólo un caldero. Me acuerdo de estudiar como los Mfumu de África trabajan y otra vez, ellos usan todo lo encontrado en la naturaleza alrededor de ellos.
Malekum Nsala
--- En invisamayombe@ gruposyahoo. com.ar, Juan Baltazar <kimbissa@.. .> escribió: > > Nsala Malekum > bendición petit!! > bueno mpanguis. efectivamente los modos de iniciacion pueden cambiar de casa y de rama pero hay algi base que es inamovible.. y mientras esas reglas se respeten no hay porque salga mal. >
por otro lado muy bien lo que menciona el aspirante a ngueyo... felicidades. porque es verdad no es necesario recibir algo cuando uno se inicia tal fue mi caso y me sirvio ya que tuve qe aprender mas... y como tambien es valido que se entregue una mpaka un lucero.. segun marque el padrino y lo apruebe la nganga. y si es verdad es fustrante no tener nada fisico con que trabajar. > pero se les olvida que para el Palero (no ngangulero) todo el monte, el rio, el mar. el firmamento. campofinda. todo el mundo es su materia para trabajar. ya que al iniciarse se le da la potestad de trabajar con los espiritus del aire del agua del fuego de la tierra con las estrellas las hiebas con todo.. y eso es mejor que todo. solo hay que tener sabiduria y saberlo hacer.. recuerden que oficio congo no son manteca y no se le enseña a cualquier hijo de vecino. ya un ngangulero ademas de todo el mundo tiene su nganga que no es otra cosa que un mundo en
pequeño.. > bueno espero este tema siga y esta comunidad siga activa con buenos temas > > --- El lun 9-mar-09, Eduardo <el_gato_viudo@ ...> escribió: > > De:: Eduardo <el_gato_viudo@ ...> > Asunto: [invisamayombe] Re: Una pregunta de Palo > A: invisamayombe@ gruposyahoo. com.ar > Fecha: lunes, 9 marzo, 2009, 3:34 pm > > > > > > > --- En invisamayombe@ gruposyahoo. com.ar, "coopamigos_ 2005" <coopamigos_ 2005@> escribió: > > > > nsala malekum > > > > soy troncofuerte, de la rama kimbisa del santo cristo del buen viaje > > > > a los empanguis les puedo informar que en la ceremonia de iniciacion > > a la
religion congo palo monte, lo primero que te hacen es una > > consulta investigativa, de alli se desprende cada uno de los pasos > > que han de seguirse segun las instrucciones del nganga del munanso al > > cual vas a pertenecer: > > > > te fijan una serie de pasos previos a tu ceremonia de iniciacion > > > > como son ir a al monte, al cementerio, a la carcel, a la policia, a > > un parque, al rio, al mar, etc. en estos sitios debes cumplir con un > > derechos por asi decirtelo, desdepues vienen el caldero o capsula de > > muerto con el que vas a nacer, y el lucero que lo guiara., esto es lo > > que inicialmente reciben los iniciados, el cual poco a poco va > > aprendiendo a atender y con el apoyo siempre de tu padrino aprenderas > > cada dia mas, si tu no asistes a ceremonias, y trabajos en casa de tu > > padrino no
podras enterder muy bien los que es trabajar la religion, > > por eso les recomiendo que antes de llegar a la ceremonia de > > iniciacion, busquen a una persona que tenga el tiempo necesario para > > atenderte y explicarte todo los que puedas aprender, aclararte tu > > dudas, estar pendiente de ti, y sobre todo que sea de tu confianza o > > te genere confianza; yo he visto que han iniciado personas que pagan > > su derecho y no les entregan nada..... que tal, abran los ojos que > > hay algunos empangui que estan engañando a los creyentes, pero que su > > nganga se las cobre..... > > > ------------ --------- --------- --------- --------- --------- - > Nsala Malekum > Soy un humilde aspirante a Ngueyo y uno de los topicos que he > tratado de investigar es precisamente: > > ¿Que es lo que recibe o debe recibir un Ngueyo al momento
de su > iniciacion? > > La respuesta en la que han coincidido Tatas de diferentes regiones > como Venezuela, Cuba y E.U. es la siguiente: > Lo que el nuevo Iniciado RECIBA O NO RECIBA depende de 2 factores: > 1.- Un Munanso especifico: > a-Cada Munanso opera de una manera independiente con respecto > a otros Munansos de la misma rama o de otra. > b-No es obligatorio para ningun Munanso entregar algo al > iniciado, hay munansos que no entregan nada y no necesariamente > es por que sean sinverguenzas o "pasados de listos", sino > simplemente por que esa es su normatividad, y ante eso el > Ngueyo no puede hacer nada... > > 2.- Un Ngueyo especifico: > a-Se puede dar el caso de que en el mismo Munanso durante una > iniciacion un Ngueyo SI reciba algo, y otro Ngueyo NO reciba > nada. > b-Quien decide si algo se va a entregar a un Ngueyo
determinado, > y QUE es lo que se le va a entregar es a final de cuentas > la Nganga del Munanso, siempre tiene la ultima palabra. > > Yo sé que es desalentador iniciarse y no recibir algun elemento > que retroalimente y estimule nuestro esfuerzo y dedicacion, > pero esto es una realidad pura y dura en este culto. > No se si estoy en lo correcto. > Un abrazo para todos > Malekum Nsala > > > > > > > > > > > > > > > > > ____________ _________ _________ _________ _________ __ > Correo Yahoo! > Espacio para todos tus mensajes, antivirus y antispam ¡gratis! > Regístrate ya - http://correo. yahoo.com. mx/ >
Nsala Malekum Todo....
Estoy de acuerdo. Acuérdese de aprender a través de la investigación que atrás
en África, el sacerdote es conocido como el Nganga él mismo y que él emplea todo
alrededor de él, sobre todo naturaleza.
Cuando está con nosotros Paleros fuera de África. Somos todavía el descendiente
del Ngangas de África y como tal a también podemos trabajar como ellos hicieron,
con el conocimiento apropiado.
Me acuerdo de ser enseñado por algunos de mis mayores que donde alguna vez puedo
ser, si yo puedo andar a los bosques, el mar, el río o sólo ir fuera en la
naturaleza, etc. en alguna parte del mundo, entonces puedo hacer mi trabajo,
mientras vengo del corazón.
Pienso que la necesidad de construir Ngangas nació de la necesidad de la persona
para tener realmente un objeto de ayudarle foco y concentrado en las tareas a
mano.
A mí, el Nganga no hace el Palero; el Palero en cambio hace el Nganga.
A mí, Nganga físico es sólo un receptáculo, un lugar para alojar varios
espíritus que trabajamos con … una casa si usted va a.
Pero también me acuerdo de ver cuadros de lo que los Ngangas de África usan … ..
casi algo que suites su objetivo, y no sólo un caldero.
Me acuerdo de estudiar como los Mfumu de África trabajan y otra vez, ellos usan
todo lo encontrado en la naturaleza alrededor de ellos.
Malekum Nsala
--- En invisamayombe@..., Juan Baltazar <kimbissa@...> escribió:
>
> Nsala Malekum
> bendición petit!!
> bueno mpanguis. efectivamente los modos de iniciacion pueden cambiar de casa y
de rama pero hay algi base que es inamovible.. y mientras esas reglas se
respeten no hay porque salga mal.
> por otro lado muy bien lo que menciona el aspirante a ngueyo... felicidades.
porque es verdad no es necesario recibir algo cuando uno se inicia tal fue mi
caso y me sirvio ya que tuve qe aprender mas... y como tambien es valido que se
entregue una mpaka un lucero.. segun marque el padrino y lo apruebe la nganga. y
si es verdad es fustrante no tener nada fisico con que trabajar.
> pero se les olvida que para el Palero (no ngangulero) todo el monte, el rio,
el mar. el firmamento. campofinda. todo el mundo es su materia para trabajar.
ya que al iniciarse se le da la potestad de trabajar con los espiritus del aire
del agua del fuego de la tierra con las estrellas las hiebas con todo.. y eso es
mejor que todo. solo hay que tener sabiduria y saberlo hacer.. recuerden que
oficio congo no son manteca y no se le enseña a cualquier hijo de vecino. ya un
ngangulero ademas de todo el mundo tiene su nganga que no es otra cosa que un
mundo en pequeño..
> bueno espero este tema siga y esta comunidad siga activa con buenos temas
>
> --- El lun 9-mar-09, Eduardo <el_gato_viudo@...> escribió:
>
> De:: Eduardo <el_gato_viudo@...>
> Asunto: [invisamayombe] Re: Una pregunta de Palo
> A: invisamayombe@...
> Fecha: lunes, 9 marzo, 2009, 3:34 pm
>
>
>
>
>
>
> --- En invisamayombe@ gruposyahoo. com.ar, "coopamigos_ 2005" <coopamigos_
2005@> escribió:
> >
> > nsala malekum
> >
> > soy troncofuerte, de la rama kimbisa del santo cristo del buen viaje
> >
> > a los empanguis les puedo informar que en la ceremonia de iniciacion
> > a la religion congo palo monte, lo primero que te hacen es una
> > consulta investigativa, de alli se desprende cada uno de los pasos
> > que han de seguirse segun las instrucciones del nganga del munanso al
> > cual vas a pertenecer:
> >
> > te fijan una serie de pasos previos a tu ceremonia de iniciacion
> >
> > como son ir a al monte, al cementerio, a la carcel, a la policia, a
> > un parque, al rio, al mar, etc. en estos sitios debes cumplir con un
> > derechos por asi decirtelo, desdepues vienen el caldero o capsula de
> > muerto con el que vas a nacer, y el lucero que lo guiara., esto es lo
> > que inicialmente reciben los iniciados, el cual poco a poco va
> > aprendiendo a atender y con el apoyo siempre de tu padrino aprenderas
> > cada dia mas, si tu no asistes a ceremonias, y trabajos en casa de tu
> > padrino no podras enterder muy bien los que es trabajar la religion,
> > por eso les recomiendo que antes de llegar a la ceremonia de
> > iniciacion, busquen a una persona que tenga el tiempo necesario para
> > atenderte y explicarte todo los que puedas aprender, aclararte tu
> > dudas, estar pendiente de ti, y sobre todo que sea de tu confianza o
> > te genere confianza; yo he visto que han iniciado personas que pagan
> > su derecho y no les entregan nada..... que tal, abran los ojos que
> > hay algunos empangui que estan engañando a los creyentes, pero que su
> > nganga se las cobre.....
> >
> ------------ --------- --------- --------- --------- --------- -
> Nsala Malekum
> Soy un humilde aspirante a Ngueyo y uno de los topicos que he
> tratado de investigar es precisamente:
>
> ¿Que es lo que recibe o debe recibir un Ngueyo al momento de su
> iniciacion?
>
> La respuesta en la que han coincidido Tatas de diferentes regiones
> como Venezuela, Cuba y E.U. es la siguiente:
> Lo que el nuevo Iniciado RECIBA O NO RECIBA depende de 2 factores:
> 1.- Un Munanso especifico:
> a-Cada Munanso opera de una manera independiente con respecto
> a otros Munansos de la misma rama o de otra.
> b-No es obligatorio para ningun Munanso entregar algo al
> iniciado, hay munansos que no entregan nada y no necesariamente
> es por que sean sinverguenzas o "pasados de listos", sino
> simplemente por que esa es su normatividad, y ante eso el
> Ngueyo no puede hacer nada...
>
> 2.- Un Ngueyo especifico:
> a-Se puede dar el caso de que en el mismo Munanso durante una
> iniciacion un Ngueyo SI reciba algo, y otro Ngueyo NO reciba
> nada.
> b-Quien decide si algo se va a entregar a un Ngueyo determinado,
> y QUE es lo que se le va a entregar es a final de cuentas
> la Nganga del Munanso, siempre tiene la ultima palabra.
>
> Yo sé que es desalentador iniciarse y no recibir algun elemento
> que retroalimente y estimule nuestro esfuerzo y dedicacion,
> pero esto es una realidad pura y dura en este culto.
> No se si estoy en lo correcto.
> Un abrazo para todos
> Malekum Nsala
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> __________________________________________________
> Correo Yahoo!
> Espacio para todos tus mensajes, antivirus y antispam ¡gratis!
> Regístrate ya - http://correo.yahoo.com.mx/
>
E um erro historica elementar que nao vai dignificar os iniciadores desta iniciativa, que os meus colegas portugueses nao apoiam, naturalmente.
Estou, a proposito, a preparar um artigo sob o titulo " As maravilhas esclavagistas", cuja conclusao atrasou pela causa da minha actual estadia em Paris, em cumprimento das minhas novas tarefas junto da UNESCO.
Nao quero acreditar, sinceramente, que isso uma corrente revisionista ou negacionista.
Bem cordialmente.
Smao SOUINDOULA
Tel. : 00 33 32 77 99 390
--- En date de : Jeu 12.3.09, Gerhard Seibert <mailseibert@...> a écrit :
De: Gerhard Seibert <mailseibert@...> Objet: As 7 Maravilhas de Origem Portuguesa e o tráfico de escravos À: monde-diplo@... Date: Jeudi 12 Mars 2009, 12h10
Le Monde Diplomatique (edição portuguesa)
Ex.mo Senhor Director,
Há pouco um historiador jamaicano disse-me que acreditava que os portugueses queriam fazer crer que não tinham nada a ver com a escravatura e o tráfico de escravos.Esta opinião parece generalizada, contudo, é corroborada pelo concurso mediático "7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo" na Internet (www.7maravilhas.sapo.pt/). O concurso é realizado pela New 7 Wonders Portugal e tem como essência dar a conhecer monumentos que são pouco conhecidos. A lista das 27 Maravilhas, submetidas à votação do público até Junho, integra também monumentos e sítios em África que estão estreitamente ligados à história do tráfico de escravos durante os séculos XV a XIX (Cidade Velha de
Santiago, Fortaleza de São Jorge de Mina, Luanda, Ilha de Moçambique). Contudo, a apresentação destes sítios no site do concurso nega completamente esta parte da história, como se estes não tivessem tido nada a ver com o tráfico negreiro. De facto, o contrário é a verdade.
Desde a sua construção em 1482 a fortaleza de São Jorge de Mina (Elmina) era um centro de tráfico regional de escravos com o Reino do Benim. Os portugueses mantiveram o tráfico negreiro na Mina directamente com o Reino do Benim até 1519 e a partir desta data através da ilha de São Tomé no Golfo da Guiné. Apesar destes factos históricos, a apresentação da fortaleza no site apaga esta história afirmando erradamente que o tráfico de escravos tinha começado apenas com os holandeses que ocuparam a fortaleza de São Jorge de Mina, em 1637.
A Cidade Velha (Ribeira Grande), Ilha de Santiago, Cabo Verde, era um entreposto de tráfico de escravos entre os Rios da Guiné e a Europa, e mais tarde as Américas. Cabo Verde era uma sociedade esclavagista em que 80 por cento dos habitantes era de escravos africanos (1582). Toda a economia da Ribeira Grande estava organizada em torno do tráfico de escravos. Por esta razão, o declínio económico e a degradação da cidade começou em 1647, quando esta perdeu o monopólio do tráfico de escravos. Também Luanda era um importante porto de embarque de escravos. Perto de Luanda existe desde 1997 um Museu Nacional de Escravatura em memória do tráfico de escravos ocorrido em terras angolanas, dos séculos XV a XIX. A Ilha de Moçambique era um importante centro do tráfico negreiro no Índico.
A importância destes sítios para o tráfico de escravos é bem conhecida. Todos aparecem também em "Lugares de Memória da Escravatura e do Tráfico Negreiro", uma publicação do Comité Português de «A Rota de Escravos», da UNESCO. Posto isto, pergunto-me se é possível separar a estética e arquitectura dos monumentos da sua função contemporânea e parte crucial da sua história elegendo-os como Maravilhas que "constituem expressão de forma ímpar como os Portugueses se inseriram em terras e comunidades muito diversificadas do ponto de vista étnico, cultural, linguístico e religioso" (Texto de António Vitorino (PS), o comissário do concurso, no site do concurso).
A omissão, negação e manipulação de episódios indesejáveis da história é uma prática frequente em regimes totalitários. Não se entende que 35 anos depois do 25 de Abril se recorra, em Portugal, a estes métodos de negacionismo apagando de propósito parte da história da expansão marítima portuguesa. O facto que o concurso tem o patrocínio da Presidência da República, o apoio do Ministério da Cultura, Ministério da Educação, Instituto Camões e da Universidade de Coimbra e, além disso, conta com media partners como os jornais Diário de Notícias e Jornal de Notícias, sugere que uma parte da elite intelectual e política portuguesa partilha uma tal percepção selectiva da história do seu país.
O governo de José Sócrates quer estabelecer em Lisboa um centro cultural africano para reforçar a ideia que Portugal é uma ponte privilegiada entre Europa e África. Internacionalmente, sobretudo no continente africano, esta pretensão teria muito mais credibilidade, se Portugal assumisse toda a sua história em relação à África e aos africanos, sem apagar a sua participação no tráfico de escravos.
Com os meus melhores cumprimentos
Gerhard Seibert
Investigador em Estudos Africanos
Tel. 91 789 86 45
--- En date de : Mer 11.3.09, Juan Baltazar <kimbissa@...> a écrit :
De: Juan Baltazar <kimbissa@...> Objet: Re: [invisamayombe] Re: Una pregunta de Palo À: invisamayombe@... Date: Mercredi 11 Mars 2009, 9h01
Nsala Malekum
bendición petit!!
bueno mpanguis. efectivamente los modos de iniciacion pueden cambiar de casa y de rama pero hay algi base que es inamobible.. y mientras esas reglas se respeten no hay porque salga mal.
por otro lado muy bien lo que menciona el aspirante a ngueyo... felicidades. porque es verdad no es necesario recibir algo cuando uno se inicia tal fue mi caso y me sirvio ya que tuve qe aprender mas... y como tambien es valido que se entregue una mpaka unlucero.. segun maruqe el padrino y lo apruebe la nganga. y si es evrdad es fustrante no tener nada fisico con que trabajar.
opero se els olvida que para el Palero (no ngangulero) todo el monte, el rio, el mar. el firmamento. campofinda. todo el mundo es su materia para trabajar. ya que al iniciarse se le da la potestad de trabajar con los espiritus del aire del agua del fuego de la tierra con las estrellas las hiebas con todo.. y eso es mejor que todo. solo hay que tener sabiduria y saberlo hacer.. recuerden que oficio congo no son manteca y no se le enseña a cualquier hijo de vecino. ya un ngangulero ademas de todo el mundo tiene su nganga que no es otra cosa que un mundo en pequeño..
bueno espero este tema siga y esta comunidad siga activa con buenos temas
--- El lun 9-mar-09, Eduardo <el_gato_viudo@ yahoo.com. mx> escribió:
--- En invisamayombe@ gruposyahoo. com.ar, "coopamigos_ 2005" <coopamigos_ 2005@...> escribió: > > nsala malekum > > soy troncofuerte, de la rama kimbisa del santo cristo del buen viaje > > a los empanguis les puedo informar que en la ceremonia de iniciacion > a la religion congo palo monte, lo primero que te hacen es una > consulta investigativa, de alli se desprende cada uno de los pasos > que han de seguirse segun las instrucciones del nganga del munanso al > cual vas a pertenecer: > > te fijan una serie de pasos previos a tu ceremonia de iniciacion > > como son ir a al monte, al cementerio, a la carcel, a la policia, a > un parque, al rio, al mar, etc. en estos sitios
debes cumplir con un > derechos por asi decirtelo, desdepues vienen el caldero o capsula de > muerto con el que vas a nacer, y el lucero que lo guiara., esto es lo > que inicialmente reciben los iniciados, el cual poco a poco va > aprendiendo a atender y con el apoyo siempre de tu padrino aprenderas > cada dia mas, si tu no asistes a ceremonias, y trabajos en casa de tu > padrino no podras enterder muy bien los que es trabajar la religion, > por eso les recomiendo que antes de llegar a la ceremonia de > iniciacion, busquen a una persona que tenga el tiempo necesario para > atenderte y explicarte todo los que puedas aprender, aclararte tu > dudas, estar pendiente de ti, y sobre todo que sea de tu confianza o > te genere confianza; yo he visto que han iniciado personas que pagan > su derecho y no les entregan nada..... que tal, abran los ojos que > hay algunos
empangui que estan engañando a los creyentes, pero que su > nganga se las cobre..... > ------------ --------- --------- --------- --------- --------- - Nsala Malekum Soy un humilde aspirante a Ngueyo y uno de los topicos que he tratado de investigar es precisamente:
¿Que es lo que recibe o debe recibir un Ngueyo al momento de su iniciacion?
La respuesta en la que han coincidido Tatas de diferentes regiones como Venezuela, Cuba y E.U. es la siguiente: Lo que el nuevo Iniciado RECIBA O NO RECIBA depende de 2 factores: 1.- Un Munanso especifico: a-Cada Munanso opera de una manera independiente con respecto a otros Munansos de la misma rama o de otra. b-No es obligatorio para ningun Munanso entregar algo al iniciado, hay munansos que no entregan nada y no necesariamente es por que sean sinverguenzas o "pasados de listos", sino simplemente por que esa es su normatividad, y ante eso
el Ngueyo no puede hacer nada...
2.- Un Ngueyo especifico: a-Se puede dar el caso de que en el mismo Munanso durante una iniciacion un Ngueyo SI reciba algo, y otro Ngueyo NO reciba nada. b-Quien decide si algo se va a entregar a un Ngueyo determinado, y QUE es lo que se le va a entregar es a final de cuentas la Nganga del Munanso, siempre tiene la ultima palabra.
Yo sé que es desalentador iniciarse y no recibir algun elemento que retroalimente y estimule nuestro esfuerzo y dedicacion, pero esto es una realidad pura y dura en este culto. No se si estoy en lo correcto. Un abrazo para todos Malekum Nsala
____________ _________ _________ _________ _________ __ Correo Yahoo! Espacio para todos tus mensajes, antivirus y antispam ¡gratis! Regístrate ya - http://correo. yahoo.com. mx/
bueno mpanguis. efectivamente los modos de iniciacion pueden cambiar de casa y de rama pero hay algi base que es inamobible.. y mientras esas reglas se respeten no hay porque salga mal.
por otro lado muy bien lo que menciona el aspirante a ngueyo... felicidades. porque es verdad no es necesario recibir algo cuando uno se inicia tal fue mi caso y me sirvio ya que tuve qe aprender mas... y como tambien es valido que se entregue una mpaka unlucero.. segun maruqe el padrino y lo apruebe la nganga. y si es evrdad es fustrante no tener nada fisico con que trabajar.
opero se els olvida que para el Palero (no ngangulero) todo el monte, el rio, el mar. el firmamento. campofinda. todo el mundo es su materia para trabajar. ya que al iniciarse se le da la potestad de trabajar con los espiritus del aire del agua del fuego de la tierra con las estrellas las hiebas con todo.. y eso es mejor que todo. solo hay que tener sabiduria y saberlo hacer.. recuerden que oficio congo no son manteca y no se le enseña a cualquier hijo de vecino. ya un ngangulero ademas de todo el mundo tiene su nganga que no es otra cosa que un mundo en pequeño..
bueno espero este tema siga y esta comunidad siga activa con buenos temas
--- El lun 9-mar-09, Eduardo <el_gato_viudo@...> escribió:
De:: Eduardo <el_gato_viudo@...> Asunto: [invisamayombe] Re: Una pregunta de Palo A: invisamayombe@... Fecha: lunes, 9 marzo, 2009, 3:34 pm
--- En invisamayombe@ gruposyahoo. com.ar, "coopamigos_ 2005" <coopamigos_ 2005@...> escribió: > > nsala malekum > > soy troncofuerte, de la rama kimbisa del santo cristo del buen viaje > > a los empanguis les puedo informar que en la ceremonia de iniciacion > a la religion congo palo monte, lo primero que te hacen es una > consulta investigativa, de alli se desprende cada uno de los pasos > que han de seguirse segun las instrucciones del nganga del munanso al > cual vas a pertenecer: > > te fijan una serie de pasos previos a tu ceremonia de iniciacion > > como son ir a al monte, al cementerio, a la carcel, a la policia, a > un parque, al rio, al mar, etc. en estos sitios debes cumplir con un > derechos por asi decirtelo, desdepues vienen el caldero o
capsula de > muerto con el que vas a nacer, y el lucero que lo guiara., esto es lo > que inicialmente reciben los iniciados, el cual poco a poco va > aprendiendo a atender y con el apoyo siempre de tu padrino aprenderas > cada dia mas, si tu no asistes a ceremonias, y trabajos en casa de tu > padrino no podras enterder muy bien los que es trabajar la religion, > por eso les recomiendo que antes de llegar a la ceremonia de > iniciacion, busquen a una persona que tenga el tiempo necesario para > atenderte y explicarte todo los que puedas aprender, aclararte tu > dudas, estar pendiente de ti, y sobre todo que sea de tu confianza o > te genere confianza; yo he visto que han iniciado personas que pagan > su derecho y no les entregan nada..... que tal, abran los ojos que > hay algunos empangui que estan engañando a los creyentes, pero que su > nganga se las
cobre..... > ------------ --------- --------- --------- --------- --------- - Nsala Malekum Soy un humilde aspirante a Ngueyo y uno de los topicos que he tratado de investigar es precisamente:
¿Que es lo que recibe o debe recibir un Ngueyo al momento de su iniciacion?
La respuesta en la que han coincidido Tatas de diferentes regiones como Venezuela, Cuba y E.U. es la siguiente: Lo que el nuevo Iniciado RECIBA O NO RECIBA depende de 2 factores: 1.- Un Munanso especifico: a-Cada Munanso opera de una manera independiente con respecto a otros Munansos de la misma rama o de otra. b-No es obligatorio para ningun Munanso entregar algo al iniciado, hay munansos que no entregan nada y no necesariamente es por que sean sinverguenzas o "pasados de listos", sino simplemente por que esa es su normatividad, y ante eso el Ngueyo no puede hacer nada...
2.- Un Ngueyo especifico: a-Se puede dar
el caso de que en el mismo Munanso durante una iniciacion un Ngueyo SI reciba algo, y otro Ngueyo NO reciba nada. b-Quien decide si algo se va a entregar a un Ngueyo determinado, y QUE es lo que se le va a entregar es a final de cuentas la Nganga del Munanso, siempre tiene la ultima palabra.
Yo sé que es desalentador iniciarse y no recibir algun elemento que retroalimente y estimule nuestro esfuerzo y dedicacion, pero esto es una realidad pura y dura en este culto. No se si estoy en lo correcto. Un abrazo para todos Malekum Nsala
__________________________________________________ Correo Yahoo! Espacio para todos tus mensajes, antivirus y antispam ¡gratis! Regístrate ya - http://correo.yahoo.com.mx/
bendición
mira mpangui. para empezar no hay ni debe haber un ocha Vs palo o vs Ifa. todos
caminan por un mismo camino no hay diferencias. esas las hacemos nosotros..
y mira en palo afrocubano y escencialmente en el palo cruzado que fue Briyumba
fue que se cruzo y por eso estan las fuerzas de la naturaleza sincretizadas.
asi como shango es 7 rayos. kubayende babalú aue. e incluso existen mas empungos
en kimbisa como akari nganga.
lo que quiero decir es que son fuerzas de la naturaleza sincretizadas.. pero
definitivamente shango no es 7 rayos.. ya que tienen diferentes caracteristicas
aun cuando la escencia quizas sea la misma.
un saludio y espero que abunden mas en el tema. ya que hay que compartir nuesta
sabiduria.. el conocimiento se hereda en vida.
--- En invisamayombe@..., El Gato Viudo <el_gato_viudo@...>
escribió:
>
> Nsala Malekum
> Un abrazo para todos los miembros de este foro.
> Soy Eduardo, un nuevo miembro de este foro y les escribo por lo siguiente.
> Tengo una duda y quisiera que los Mpanguis me ayudaran a resolverla:
> Recientemente lei que mientras en la "Regla de Ocha" (Santeria), se invoca a
un determinado "Orisha" para un proposito especifico, en "Regla de Palo", el
"campo de accion" de el "Mpungu" equivalente, no se corresponde necesariamente
con el que se le "adjudica" en la "Regla de Ocha".
> EJEMPLO: En "Palo" Koballende no es un espiritu de sanacion o de salud como lo
es
> su equivalente Babalu Aye en "Ocha".
> ¿Es esto verdad?
> Gracias por su atencion.
> Malekum Nsala
>
> __________________________________________________
> Correo Yahoo!
> Espacio para todos tus mensajes, antivirus y antispam ¡gratis!
> Regístrate ya - http://correo.yahoo.com.mx/
>
bueno perdonen en el foro, es que yo tb me llamo eduardo.. y pense que era el posteo para mi.
no obstante e igualmente sobre el tema de Kowayende, hay que determinar varias cosas.
Kowayende: la mano siniestra de Nzambi Mpungu, es el encargado de entregar la vista a Nvunve ( nfumbe ), pues representa la Kusonna ( firma ) que se traza en el suelo. de ahi que se tenga que reverenciar cada vez que se pinta, con malavu mputo y nsunga.
Kowayende, es la parte oscura de la Luna y Nana Sole la que tiene luz. son familias ya que uno lo pare al otro y se alejan, por eso los pantanos están llevnos de pestilencia.
weno al respecto de este mpungu, es la mpemba muina, es decir la vela, representa la pobreza y la riqueza de su dueño. Tiene que ver con babalu?? pues sinceramente lo dudo, ya que esto es un Mpungu de las creencias Bantú y Babalú Aiye, es de Osha Yoruba, que se dejenera en la religión hasta la Rama de Ifa, en la cual se le conoce como Asowanno.
bueno se podria seguir explicando pero es muy muy extenso
un abrazo a todos
To: invisamayombe@... From: el_gato_viudo@... Date: Sun, 8 Mar 2009 23:10:45 -0700 Subject: [invisamayombe] Mpungus vs Orishas
Nsala Malekum
Un abrazo para todos los miembros de este foro.
Soy Eduardo, un nuevo miembro de este foro y les escribo por lo siguiente.
Tengo una duda y quisiera que los Mpanguis me ayudaran a resolverla:
Recientemente lei que mientras en la "Regla de Ocha" (Santeria), se invoca a un determinado "Orisha" para un proposito especifico, en "Regla de Palo", el "campo de accion" de el "Mpungu" equivalente, no se corresponde necesariamente con el que se le "adjudica" en la "Regla de Ocha".
EJEMPLO: En "Palo" Koballende no es un espiritu de sanacion o de salud como lo es
su equivalente Babalu Aye en "Ocha".
¿Es esto verdad?
Gracias por su atencion.
Malekum Nsala
__________________________________________________ Correo Yahoo! Espacio para todos tus mensajes, antivirus y antispam ¡gratis! Regístrate ya - http://correo.yahoo.com.mx/
Comparte tus fotos con tus amigos. Más fácil con Windows Live
Hombre no se porque se dirijen a mi en el foro, pues no he hecho esa pregunta, o es una respuesta generalizada a los miembros del Foro, pero es que dice o encabeza este correa " a nombre de Eduardo".
No obstante, en lo que a mi me refiere, soy Tata Nzambe de la Rama Batalla Cuaba Santa Teresa Sácara Mpeño, aunque resido en Canarias en la que dirijo el Cabildo Congo "Ngando Batalla Tronco Ceiba - Nzasi Briyumba Munanzambe - Batalla Cuaba Sácara Mpeño", y la Orden Religiosa Espirita " Kunankisi Muela Sanctu Briyumba Mayombe Tronco de Fé"
Al respecto de loq ue se postea en el foro, en mi Cabildo, al recien iniciado ( pino nuevo o Ngueyo ), nosotros le damos Lucero Nkisi. este previamente en el momento que se le saca la Kusona para el Kunyora al pie del fundamento, determinará un camino que trae, pero también el comportamiento que tendrá en el Cabildo y como iniciado. igualmente se le saca el camino de ese Lucero Nkisi y el grado de su juramento.
En la iniciación, se ha de sacar muy biejn la Kusona sobre la cual sellara su kunyora ( rayamiento ), para ue sea visto por Nzambi Mpungu, lo cual en nuestra rama se compone por 3 Kusonas ( firmas) las cuales la del centro es sobre la que Jura, la segunda de la derecha es la de Nzambi Mpungu y la tercera de la izquierda... bueno eso es secreto.. jajaja
enga un fuerte abrazo a los mpangui, y espero que este foro no sea de discusion de como es o como no es la religión, sino quie sirva para compartir un poco mas, hasta que la humanidad evolucione y complete el secreto de Dios y el Brujo.
To: invisamayombe@... From: el_gato_viudo@... Date: Mon, 9 Mar 2009 21:34:03 +0000 Subject: [invisamayombe] Re: Una pregunta de Palo
--- En invisamayombe@gruposyahoo.com.ar, "coopamigos_2005" <coopamigos_2005@...> escribió: > > nsala malekum > > soy troncofuerte, de la rama kimbisa del santo cristo del buen viaje > > a los empanguis les puedo informar que en la ceremonia de iniciacion > a la religion congo palo monte, lo primero que te hacen es una > consulta investigativa, de alli se desprende cada uno de los pasos > que han de seguirse segun las instrucciones del nganga del munanso al > cual vas a pertenecer: > > te fijan una serie de pasos previos a tu ceremonia de iniciacion > > como son ir a al monte, al cementerio, a la carcel, a la policia, a > un parque, al rio, al mar, etc. en estos sitios debes cumplir con un > derechos por asi decirtelo, desdepues vienen el caldero o capsula de > muerto con el que vas a nacer, y el lucero que lo guiara., esto es lo > que inicialmente reciben los iniciados, el cual poco a poco va > aprendiendo a atender y con el apoyo siempre de tu padrino aprenderas > cada dia mas, si tu no asistes a ceremonias, y trabajos en casa de tu > padrino no podras enterder muy bien los que es trabajar la religion, > por eso les recomiendo que antes de llegar a la ceremonia de > iniciacion, busquen a una persona que tenga el tiempo necesario para > atenderte y explicarte todo los que puedas aprender, aclararte tu > dudas, estar pendiente de ti, y sobre todo que sea de tu confianza o > te genere confianza; yo he visto que han iniciado personas que pagan > su derecho y no les entregan nada..... que tal, abran los ojos que > hay algunos empangui que estan engañando a los creyentes, pero que su > nganga se las cobre..... > ---------------------------------------------------------- Nsala Malekum Soy un humilde aspirante a Ngueyo y uno de los topicos que he tratado de investigar es precisamente:
¿Que es lo que recibe o debe recibir un Ngueyo al momento de su iniciacion?
La respuesta en la que han coincidido Tatas de diferentes regiones como Venezuela, Cuba y E.U. es la siguiente: Lo que el nuevo Iniciado RECIBA O NO RECIBA depende de 2 factores: 1.- Un Munanso especifico: a-Cada Munanso opera de una manera independiente con respecto a otros Munansos de la misma rama o de otra. b-No es obligatorio para ningun Munanso entregar algo al iniciado, hay munansos que no entregan nada y no necesariamente es por que sean sinverguenzas o "pasados de listos", sino simplemente por que esa es su normatividad, y ante eso el Ngueyo no puede hacer nada...
2.- Un Ngueyo especifico: a-Se puede dar el caso de que en el mismo Munanso durante una iniciacion un Ngueyo SI reciba algo, y otro Ngueyo NO reciba nada. b-Quien decide si algo se va a entregar a un Ngueyo determinado, y QUE es lo que se le va a entregar es a final de cuentas la Nganga del Munanso, siempre tiene la ultima palabra.
Yo sé que es desalentador iniciarse y no recibir algun elemento que retroalimente y estimule nuestro esfuerzo y dedicacion, pero esto es una realidad pura y dura en este culto. No se si estoy en lo correcto. Un abrazo para todos Malekum Nsala
Diferentes formas de estar en contacto con amigos y familiares. Descúbrelas. Descúbrelas.
--- En invisamayombe@..., "coopamigos_2005" <coopamigos_2005@...>
escribió:
>
> nsala malekum
>
> soy troncofuerte, de la rama kimbisa del santo cristo del buen viaje
>
> a los empanguis les puedo informar que en la ceremonia de iniciacion
> a la religion congo palo monte, lo primero que te hacen es una
> consulta investigativa, de alli se desprende cada uno de los pasos
> que han de seguirse segun las instrucciones del nganga del munanso al
> cual vas a pertenecer:
>
> te fijan una serie de pasos previos a tu ceremonia de iniciacion
>
> como son ir a al monte, al cementerio, a la carcel, a la policia, a
> un parque, al rio, al mar, etc. en estos sitios debes cumplir con un
> derechos por asi decirtelo, desdepues vienen el caldero o capsula de
> muerto con el que vas a nacer, y el lucero que lo guiara., esto es lo
> que inicialmente reciben los iniciados, el cual poco a poco va
> aprendiendo a atender y con el apoyo siempre de tu padrino aprenderas
> cada dia mas, si tu no asistes a ceremonias, y trabajos en casa de tu
> padrino no podras enterder muy bien los que es trabajar la religion,
> por eso les recomiendo que antes de llegar a la ceremonia de
> iniciacion, busquen a una persona que tenga el tiempo necesario para
> atenderte y explicarte todo los que puedas aprender, aclararte tu
> dudas, estar pendiente de ti, y sobre todo que sea de tu confianza o
> te genere confianza; yo he visto que han iniciado personas que pagan
> su derecho y no les entregan nada..... que tal, abran los ojos que
> hay algunos empangui que estan engañando a los creyentes, pero que su
> nganga se las cobre.....
>
-------------------------------------------------------------------
Nsala Malekum
Soy un humilde aspirante a Ngueyo y uno de los topicos que he
tratado de investigar es precisamente:
¿Que es lo que recibe o debe recibir un Ngueyo al momento de su
iniciacion?
La respuesta en la que han coincidido Tatas de diferentes regiones
como Venezuela, Cuba y E.U. es la siguiente:
Lo que el nuevo Iniciado RECIBA O NO RECIBA depende de 2 factores:
1.- Un Munanso especifico:
a-Cada Munanso opera de una manera independiente con respecto
a otros Munansos de la misma rama o de otra.
b-No es obligatorio para ningun Munanso entregar algo al
iniciado, hay munansos que no entregan nada y no necesariamente
es por que sean sinverguenzas o "pasados de listos", sino
simplemente por que esa es su normatividad, y ante eso el
Ngueyo no puede hacer nada...
2.- Un Ngueyo especifico:
a-Se puede dar el caso de que en el mismo Munanso durante una
iniciacion un Ngueyo SI reciba algo, y otro Ngueyo NO reciba
nada.
b-Quien decide si algo se va a entregar a un Ngueyo determinado,
y QUE es lo que se le va a entregar es a final de cuentas
la Nganga del Munanso, siempre tiene la ultima palabra.
Yo sé que es desalentador iniciarse y no recibir algun elemento
que retroalimente y estimule nuestro esfuerzo y dedicacion,
pero esto es una realidad pura y dura en este culto.
No se si estoy en lo correcto.
Un abrazo para todos
Malekum Nsala
Soy Eduardo, un nuevo miembro de este foro y les escribo por lo siguiente.
Tengo una duda y quisiera que los Mpanguis me ayudaran a resolverla:
Recientemente lei que mientras en la "Regla de Ocha" (Santeria), se invoca a un determinado "Orisha" para un proposito especifico, en "Regla de Palo", el "campo de accion" de el "Mpungu" equivalente, no se corresponde necesariamente con el que se le "adjudica" en la "Regla de Ocha".
EJEMPLO: En "Palo" Koballende no es un espiritu de sanacion o de salud como lo es
su equivalente Babalu Aye en "Ocha".
¿Es esto verdad?
Gracias por su atencion.
Malekum Nsala
__________________________________________________ Correo Yahoo! Espacio para todos tus mensajes, antivirus y antispam ¡gratis! Regístrate ya - http://correo.yahoo.com.mx/
VAMOS A SEGUÍR JUNTOS A PESAR DE LA "GENIALIDAD" DE MSN DE CERRAR LOS GRUPOS DONDE ESTÁBAMOS JUNTOS DESDE AÑOS!!! LA GUERRA QUE NO SE GANA ES.... LA QUE NO SE LUCHA!!! VAMOS A UNÍRNOS DE NUEVO!! PINCHÁ AQUÍ Y UNÍTE
O historiador Simão Souindoula referiu, ontem, em Luanda, o apoio à investigação em vários domínios, os acordos de carácter cultural e actividades de promoção memorial como acções a realizar pelo projecto "A Rota dos Escravos".
Traçando os objectivos que vão nortear os planos deste projecto da UNESCO, do qual é vice-presidente, Simão Souindoula, disse, em entrevista à Angop, que Angola pode beneficiar de um programa de concessão de bolsas de estudo e de mais conexão entre o Museu da Escravatura e as várias instituições similares do espaço Atlântico, como o Museu da Escravatura de Matanzas, em Cuba.
"A conexão das nossas cidades a antigos centros da mão-de-obra cativa, como Cabinda, Soyo, Ambriz, Luanda, Massangano, Porto Amboim, Benguela e Namibe, com cidades receptoras no continente americano e no conjunto insular das Caraíbas serão outros dos benefícios do actual projecto", explicou.
Simão Souindoula indicou, ainda, como essencial para maior desenvoltura deste projecto, o financiamento de estudos sobre os sítios de turismo da memória esclavagista e a classificação dos lugares de concentração e embarque de cativos na Lista do Património Mundial.
"O nosso país, apesar de ter suportado uma história extra-esclavagista bastante significativa, não tem, incrivelmente, nenhum lugar de memória inscrito e considerado como Património Histórico da Humanidade", afirmou.
Na qualidade de vice-presidente do Comité Científico Internacional da UNESCO, o historiador adiantou que vai defender vários programas relacionados com a expansão da documentação informatizada, a investigação sobre análises inéditas e a compreensão da evolução das comunidades africanas na Diáspora, a partir das linguísticas de África sobreviventes nas regiões além Atlântico, Golfe Pérsico, Oceano Índico e Ásia.
A realização de estudos comparativos sobre algumas crenças africanas levadas para outros países, com a produção de suportes imprimidos, digitais e audiovisuais, assim como declinações nos domínios das artes plásticas, do artesanato, do teatro, da música e da dança são, também, aspectos fundamentais a serem incluídos no novo programa do projecto.
Esta instância de orientação do projecto é constituída por 20 especialistas oriundos, além de Angola, da Argentina, Brasil, Canadá, Costa Rica, Cuba, Dubai, França, Gana, Grã-Bretanha, Haiti, Jamaica, México, Ilhas Maurícias, Moçambique e Noruega.
Simão Souindoula foi nomeado vice-presidência do projecto "A Rota dos Escravos" no dia 22 de Dezembro de 2008, pelo director geral da UNESCO, o japonês Koichiro Matsuura.
in " Jornal de Angola ", 03/3/2009
Simao SOUINDOULA Vice-Presidente do Comité Cientifico Internacional do Projecto da UNESCO " A Rota do Escravo " Hotel Le Méridien Président Les Almadies Room 345 Tel.: + 221 33 869 69 69
--- En date de : Lun 16.2.09, BABALORIXA HUGO DE OXALA Secretario de prensa y difusión <pae_hugo_oxala@...> a écrit :
De: BABALORIXA HUGO DE OXALA Secretario de prensa y difusión <pae_hugo_oxala@...> Objet: [invisamayombe] Revisa "UN PEDIDO SOLIDARIO" en ASRAU_ARGENTINA À: "omar" <invisamayombe@...> Date: Lundi 16 Février 2009, 21h38
Vice-Presidente do Comité Cientifico Internacional
do Projecto da UNESCO " A Rota do Escravo "
Hotel Le Méridien Président
Les Almadies
Room
345
Tel. : + 221 33 869 69 69
in " Jornal de Angola ", 03 / 3 / 2009
Apoio à investigação e promoção memorial
O
historiador Simão Souindoula referiu, ontem, em Luanda, o apoio à
investigação em vários domínios, os acordos de carácter cultural e
actividades de promoção memorial como acções a realizar pelo projecto
"A Rota dos Escravos" .
Traçando os objectivos que vão nortear os planos deste projecto da
UNESCO, do qual é vice-presidente, Simão Souindoula, disse, em
entrevista à Angop, que Angola pode beneficiar de um programa de
concessão de bolsas de estudo e de mais conexão entre o Museu da
Escravatura e as várias instituições similares do espaço Atlântico,
como o Museu da Escravatura de Matanzas, em Cuba.
"A conexão das nossas cidades a antigos centros da mão-de-obra cativa,
como Cabinda, Soyo, Ambriz, Luanda, Massangano, Porto Amboim, Benguela
e Namibe, com cidades receptoras no continente americano e no conjunto
insular das Caraíbas serão outros dos benefícios do actual projecto",
explicou.
Simão Souindoula indicou, ainda, como essencial para maior desenvoltura
deste projecto, o financiamento de estudos sobre os sítios de turismo
da memória esclavagista e a classificação dos lugares de concentração e
embarque de cativos na Lista do Património Mundial.
"O nosso país, apesar de ter suportado uma história extra-esclavagista
bastante significativa, não tem, incrivelmente, nenhum lugar de memória
inscrito e considerado como Património Histórico da Humanidade",
afirmou.
Na qualidade de vice-presidente do Comité Científico Internacional da
UNESCO, o historiador adiantou que vai defender vários programas
relacionados com a expansão da documentação informatizada, a
investigação sobre análises inéditas e a compreensão da evolução das
comunidades africanas na Diáspora, a partir das linguísticas de África
sobreviventes nas regiões além Atlântico, Golfe Pérsico, Oceano Índico
e Ásia.
A realização de estudos comparativos sobre algumas crenças africanas
levadas para outros países, com a produção de suportes imprimidos,
digitais e audiovisuais, assim como declinações nos domínios das artes
plásticas, do artesanato, do teatro, da música e da dança são, também,
aspectos fundamentais a serem incluídos no novo programa do projecto.
Esta instância de orientação do projecto é constituída por 20
especialistas oriundos, além de Angola, da Argentina, Brasil, Canadá,
Costa Rica, Cuba, Dubai, França, Gana, Grã-Bretanha, Haiti, Jamaica,
México, Ilhas Maurícias, Moçambique e Noruega.
Simão Souindoula foi nomeado vice-presidência do projecto "A Rota dos
Escravos" no dia 22 de Dezembro de 2008, pelo director geral da UNESCO,
o japonês Koichiro Matsuura.
--- En date de : Jeu 19.2.09, Antonio Murga <anjomur2003@...> a écrit :
De: Antonio Murga <anjomur2003@...> Objet: Re: [invisamayombe] Re: prendas de palo a pinos nuevos À: invisamayombe@... Date: Jeudi 19 Février 2009, 23h59
ok mi querido mpangui creo q se equivoco de respuestas porq yo no estoy preguntando nada de ceremonia y de presentaciones, ,, de todas maneras muchas ntandala...lo unico fue q dije una mpangui q idjo q ella era arribinkisi y le pregunte solamente de donde era porq yo syo de venezuela y pertenezco a esa rama... mundele kualukilla mukonda,, bafiota kualukilla bititi mela... el blanco sabe por las pluma. el negro con los palos y las hierbas..
--- El mié, 18/2/09, coopamigos_2005 <coopamigos_2005@ yahoo.com> escribió:
De: coopamigos_2005 <coopamigos_2005@
yahoo.com> Asunto: [invisamayombe] Re: prendas de palo a pinos nuevos Para: invisamayombe@ gruposyahoo. com.ar Fecha: miércoles, 18 febrero, 2009 2:45
mi estimado mpangui antonio
el orden a seguir a menos que se cambiaran es:
presentacines
visita al cementerio y juramento ante la tumba del muerto
ceremonia de iniciacion
Renovo-lhe a expressao de toda a minha consideracao desde Dakar.
Simao SOUINDOULA
Vice-Presidente do Comité Cientifico Internacional
do Projecto da UNESCO " A Rota do Escravo "
Hotel Le Méridien Président
Pointe des Almadies
Tél.: 221 33 869 69 69
in " Agencia Angola Press - ANGOP "
02-03-2009 9:53
Pesquisa
Historiador aponta investigação como uma das metas do projecto "a rota dos escravos"
Luanda - O historiador angolano Simão Souindoula apontou hoje, em Luanda, o apoio a investigação nos vários domínios, acordos de concursos a várias produções culturais e actividades de promoção memorial como algumas das acções a serem levadas a cabo pelo projecto da UNESCO "a rota dos escravos" .
Traçando os objectivos que vão nortear os planos do projecto, do qual é o vice-presidente, o responsável, em entrevista à Angop, avançou igualmente que Angola poderá beneficiar de um programa de concessão de bolsas de estudos, bem como na conexão Museu da Escravatura com várias instituições similares do espaço Atlântico, tais como o Museu da Escravatura de Matanzas, em Cuba.
"A conexão das nossas cidades, antigos centros executores da mão-de-obra cativa, como Cabinda, Soyo, Ambriz, Luanda, Masangano, Porto Amboim, Benguela e Namibe- com cidades receptoras no continente americano e no conjunto insular das Caraíbas", são outros dos benefícios.
Simão Souindoula apontou ainda financiamentos de estudos de fomento de sítios de turismo de memória esclavagista, a classificação de sítios de concentração e embarque de cativos na Lista do Património Mundial. "O nosso país, apesar de ter suportado uma história extra-esclavagista bastante significativa, não tem, incrivelmente, nenhum lugar de memória inscrito e considerado como Património Histórico da Humanidade", apontou.
Na qualidade de vice-presidente do Comité Científico Internacional da UNESCO, o historiador adiantou que defenderá vários programas, como os relativos à expansão da documentação informatizada, a investigação sobre análises, inéditas, sobre a compreensão da evolução das comunidades da diáspora a partir das sobrevivências linguísticas africanas no mundo Atlântico, no Golfe Pérsico, no Oceano Índico e na Ásia e estudos comparativos sobre as crenças hidrogonicos, com a produção de suportes imprimidos, digitais e audiovisuais assim como declinações nos domínios das artes plásticas, do artesanato, do teatro, da música e dança.
Esta instância de orientação do referido projecto, que acaba de ser renovada à metade, é constituída por 20 especialistas oriundos, além de Angola, da Argentina, Brasil, Canadá, Costa Rica, Cuba, Dubai, França, Gana, Grã Bretanha, Haiti, Jamaica, México, Ilhas Maurícias, Moçambique e Noruega.
Simão Souindoula foi nomeado proprius meritum, do projecto "A Rota do Escravo" no dia 22 de Dezembro de 2008, pelo director geral da UNESCO, o japonês Koichiro Matsuura.
--- En date de : Lun 2.3.09, BABALORIXA HUGO DE OXALA Secretario de prensa y difusión <pae_hugo_oxala@...> a écrit :
De: BABALORIXA HUGO DE OXALA Secretario de prensa y difusión <pae_hugo_oxala@...> Objet: [invisamayombe] Revisa "CARTA ABIERTA AL OBA SANTIAGO ALLEGUE" en ASRAU_ARGENTINA À: "omar" <invisamayombe@...> Date: Lundi 2 Mars 2009, 14h58
Renovo-lhe a expressao de toda a minha consideracao desde Paris.
Simao SOUINDOULA
Tel.: 00 33 32 77 99 390
FESTIVAL MUNDIAL DAS ARTES NEGRAS
SIMAO SOUINDOULA EM DAKAR
Interompendo, em Paris, as suas tarefas de acompanhamento das decisoes tomadas pela a primeira sessao de trabalho do novo Comité Cientifico Internacional do Projecto da UNESCO « A Rota do Escravo », reuniao que teve lugar, ha dias, e durante a qual ele foi eleito Vice-Presidente desta instancia, o historaidor angolanodeixara a capital francesa ; sabado proximo, dia 28 de fevereiro, com destino a Dakar, no Senegal.
Nesta cidade da Africa ocidental, o americanista angolano participara, de 2 a 4 de marco proximo, a convite do Governo senegales, nas actividades preparatorias a realizacao, em dezembro proximo, da Terceira edicao do Festival Mundial das Artes Negras
Assim, Souindoula, membro do Comité Cientifico deste certame, tomara parte em varias actividades, colocadas sob o patrocinio do Presidente Abdoulaye Wade, tais como no Coloquio subordinado ao tema " O aporte do homem negro na ciencia " cuja conferencia magna sera pronunciada pelo erudito Professor senegales, Iba Der Thiam, nas reunioes diversas comissoes organizadores relacionadas com o funcionamento do Juri do Festival, o desdobramento da cobertura mediatica e a fixacao cenografica. Esta ultima estrutura contara com a contribuicao de peritos brasileiros, marroquinos, nigerianos e sul-africanos.
O homem de cultura angolano intervira, igualmente, na Mesa Redonda que realcara a figura e a obra do antilhano Aimé Césaire, falecido meses atras, um dos pais da negritude, com Leopold Sedar Senghor e o caribenho Léon Gontran Damas. Este encontro sera seguido da inauguracao de uma exposicao fotografica, projecao de um filme,declamao de poemas e representacao de pecas de teatro do autor do historico "Discurso sobre o colonialismo"no Teatro Nacional Daniel Sorano.
Simao Souindoula assistira no mega espectaculo intitulado "Noite de rap" , que tera lugar no Estadio Demba Diop e em duas galas cuja uma sera oferecida pelo Ministro senegales da Cultura, Mame Birame Diouf;. Essas manifestacoes serao animadas por varios musicos africanos , tais como o camarones Manu Dibango, a ivoriense Aicha Kone, o maliano Salif Keita , o congoles Koffi Olomidé e o celebre conjunto da Guiné Conakri, o Bembeya Jazz.
O recem eleito Vice-Presidente do Comité Cientifico Internacional do Projecto da UNESCO" A Rota do Escravo" fara, com o conjunto de convidados ao FESMAN, a inevitavel pelegrinagem da Casa dos Escravos da ilha de Gorée, afim homengear o seu antigo Conservador, o carismatico Boubakar Joseph Ndiaye, falecido, no dia 6 de fevereiro passado.
--- En date de : Jeu 19.2.09, BABALORIXA HUGO DE OXALA Secretario de prensa y difusión <pae_hugo_oxala@...> a écrit :
De: BABALORIXA HUGO DE OXALA Secretario de prensa y difusión <pae_hugo_oxala@...> Objet: [invisamayombe] Revisa "Atlântico Negro - Na rota dos Orixás" en ASRAU_ARGENTINA À: "omar" <invisamayombe@...> Date: Jeudi 19 Février 2009, 22h13
--- En date de : Jeu 19.2.09, BABALORIXA HUGO DE OXALA Secretario de prensa y difusión <pae_hugo_oxala@...> a écrit :
De: BABALORIXA HUGO DE OXALA Secretario de prensa y difusión <pae_hugo_oxala@...> Objet: [invisamayombe] Revisa "Atlântico Negro - Na rota dos Orixás" en ASRAU_ARGENTINA À: "omar" <invisamayombe@...> Date: Jeudi 19 Février 2009, 22h13